Netflix cancela O Cristal Encantado e deixa série sem fim
A Netflix decidiu cancelar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. O cancelamento foi comunicado após a série ganhar o Emmy de Melhor Programa Infantil na semana passada, e um ano após a estreia da atração. “Podemos confirmar que não teremos mais temporadas de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, disse a produtora Lisa Henson, em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda (21/9). “Sabemos que os fãs gostariam de saber como esse capítulo da saga se encerra, por isso nós procuraremos formas de contar essa história no futuro”, ela acrescentou. “Agradecemos à Netflix por ter acreditado na gente e realizado uma série tão ambiciosa. Estamos muito orgulhosos pelo trabalho feito em ‘A Era da Resistência’, que foi aclamado pelos fãs, pela crítica e por nossos colegas”, encerrou a produtora. Com a decisão, a série ficou sem final, já que acabou num cliffhanger. Não está claro porque exatamente a produção não foi renovada ou o que levou a Netflix a se manifestar apenas após um ano, mas o site The Hollywood Reporter apurou que “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” foi considerada um fracasso para a plataforma de streaming, a ponto de ser citada como um dos motivos do afastamento da executiva de longa data Cindy Holland, que ajudou a dar vida à série. Uma “decepção cara”, de acordo com uma fonte não identificada. Ao falar sobre a série com o site Gizmodo, no início deste ano, o produtor executivo Javier Grillo-Marxuach observou que o programa não era apenas caro como também apresentou a produção mais longa da história da Netflix. “Esta série não é uma franquia que você pode dizer ‘Ok, vamos contratar um monte de novos escritores para desenvolver a primeira temporada’. Este é um trabalho dinástico de amor artesanal. Para fazer direito, você precisa de todos. Você precisa dos Hensons, você precisa dos Frouds. Você precisa de um certo compromisso financeiro e também aceitar o fato de que leva tempo. E é difícil acertar. De tudo em que trabalhei, este era provavelmente a série mais difícil de acertar. E todas as condições precisam ser reunidas para que seja exatamente o que precisa ser”, explicou o produtor. A série era um prólogo do clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não são fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso foi mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. O comando da produção ficou nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que produziu e dirigiu os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reuniu uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), que deram vida aos heróis Rian, Brea e Deet, protagonistas da série. Além deles, o elenco coadjuvante era igualmente impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).
Archive: Sci-fi robótica com astro de Divergente ganha primeiro trailer
A Vertical Entertainment divulgou o pôster e o trailer da sci-fi britânica “Archive”, estrelada por Theo James (“Divergente”). A trama é uma espécie de “A Noiva de Frankenstein” cibernética. Diante da morte prematura de sua esposa, um cientista de engenharia robótica decide usar o protótipo de Inteligência Artificial em que trabalha para criar uma androide feminina altamente sofisticada, com características semelhantes as de sua falecida mulher. Mas isso chama atenção da companhia que o financia. A atriz Stacy Martin (“Ninfomaníaca”) vive o robô que ganha consciência e o elenco ainda inclui Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Rhona Mitra (“Anjos da Noite: A Rebelião”). “Archive” é o primeiro longa escrito e dirigido pelo britânico Gavin Rothery, que iniciou sua carreira como designer e artista de efeitos visuais de videogames. Ele também trabalhou no visual da sci-fi “Lunar” (2009), de Duncan Jones. A estreia está marcada para 10 de julho nos EUA – nos cinemas que estiverem abertos e em VOD.
A Última Coisa que Ele Queria: Anne Hathaway investiga escândalo Irã-Contras em trailer de thriller político
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “A Última Coisa que Ele Queria”, em que Anne Hathaway (“Interestelar”) viva uma jornalista destemida, que investiga o escândalo Irã-Contras. O thriller é baseado no livro homônimo de Joan Didion, sobre uma jornalista política que esbarra num dos maiores escândalos internacionais de todos os tempos, ao encontrar o pai em um acordo de negócios na América Latina. O detalhe é que o negócio do pai é comercialização de armas. Seguindo pistas, ela descobre conexão da CIA no tráfico ilegal de armas para o Irã, que estava sujeito a um embargo internacional, como parte de um acordo para assegurar a libertação de reféns americanos e, ao mesmo tempo, financiar os Contras (guerrilheiros de direita) nicaraguenses, que pretendiam derrubar o governo de esquerda daquele país. O caso vazou na mídia em 1985 e abalou o governo do presidente Reagan, rendendo investigação do Congresso. Mas terminou sem a menor consequência – as 14 pessoas da cúpula do governo, que foram condenadas durante a investigação, receberam anistia do presidente seguinte, Bush. O elenco da adaptação inclui Willem Dafoe (“O Farol”) como o pai armamentista, Ben Affleck (“Batman vs. Superman”) como um funcionário da CIA, mais Rosie Perez (do vindouro “Aves de Rapina”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Edi Gathegi (“The Blacklist”). O filme tem direção de Dee Rees (“Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi”) e fará sua première mundial no Festival de Sundance, que começa nesta quinta (23/1) em Park City, Utah, nos EUA. A estreia em streaming está marcada para 21 de fevereiro.
Série baseada em O Cristal Encantado ganha novo vídeo legendado de bastidores
A Netflix divulgou mais um vídeo de bastidores da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. A prévia traz depoimentos e cenas inéditas da atração. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Crystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
Série baseada no clássico O Cristal Encantado ganha trailer dublado em português
A Netflix divulgou o trailer dublado em português da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. Assim como na trama original, a série se passa no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. A trama vai mostrar Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas que o vídeo nacional esconde. A Netflix pagou uma verdadeira fortuna só para contar com as vozes da produção, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nada disso é valorizado na divulgação nacional. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto, e quem quiser ouvir as vozes originais precisa encarar o vídeo original da Netflix americana (sem legendas), disponível abaixo.
Vídeo legendado revela bastidores da série baseada em O Cristal Encantado
A Netflix divulgou o pôster e um vídeo de bastidores da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. A prévia mostra como os marionetes são movimentados e a escala dos sets da produção, em meio a depoimentos e cenas inéditas da atração. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Crystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
Lena Headey entra em nova fantasia épica, no elenco da série de O Cristal Encantado
A atriz Lena Headey entrou em outra saga de fantasia épica após “Game of Thrones”. A ex-intérprete de Cersei Lannister se juntou ao elenco de dubladores de “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), série da Netflix baseada no clássico infantil de Jim Henson, lançado em 1982. Além dela, a produção anunciou as participações de Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Awkwafina (“Poderes de Ricos”), Sigourney Weaver (“Alien”), Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e Vespa”) e o profissional veterano de muppets Dave Goelz, que trabalhou no filme original. A série é ambientada muitos anos antes dos eventos do longa dos anos 1980. Centra-se em três Gelfling (dublados por Taron Egerton, Anya Taylor-Joy e Nathalie Emmanuel) que descobrem a terrível verdade por trás do poder dos malvados Skeksis e partem em uma jornada épica para acender o fogo da rebelião e salvar seu mundo. Headey e John-Kamen darão vozes a Gelflings, os personagens bonzinhos da trama, enquanto Wong e Awkwafina interpretarão vilões Skeksis. Weaver fará a narração e Goelz vai dar voz a outra criatura diferente, um Fizzigig. O resto do elenco de dubladores é igualmente impressionante. Não apenas Taron Egerton (“Rocketman”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. Os coadjuvante confirmados incluem nada menos que Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Ou seja, a Netflix Brasil teria que divulgar esta série com legendas! Mesmo assim, o primeiro trailer disponibilizado foi estrelado por vários profissionais anônimos da dublagem brasileira… O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). A estreia está marcada para 30 de agosto em streaming.
Série baseada no clássico infantil O Cristal Encantado ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo da trama do filme lançado em 1982. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nenhum desses atores famosos pode ser ouvido no vídeo disponibilizado pela Netflix no Brasil, já que ele é dublado em português. Para saber como a série soa originalmente, veja o segundo vídeo abaixo, em inglês e sem legendas. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
Netflix revela novas fotos e data de estreia da série baseada em O Cristal Encantado
A Netflix divulgou seis novas imagens e anunciou a data de estreia de sua série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. As fotos podem ser vistas abaixo e o lançamento vai acontecer em 30 de agosto. Intitulado “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série será uma continuação da trama do filme lançado em 1982. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. A produção está a cargo do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).
Série baseada em O Cristal Encantado divulga primeiras fotos e elenco impressionante
A Netflix revelou as primeiras imagens e anunciou o elenco de dubladores de sua série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulado “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série será uma continuação da trama do filme lançado em 1982, e terá como dubladores Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que aparecem nas imagens reveladas da série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os gelflings. A série está sendo desenvolvida pelo cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix. Já os roteiros estão a cargo de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Criador dos Muppets e dos bonecos de “Vila Sésamo”, Henson faleceu em 1990, mas sua empresa continua produzindo novos projetos. Além dessa série, também está atualmente em desenvolvimento um remake de “Labirinto” (1986), último filme de Henson, que terá direção do uruguaio Fede Alvarez (“O Homem das Trevas”).
Ben Affleck e Anne Hathaway vão estrelar thriller político da Netflix
Os atores Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Anne Hathaway (“Interestelar”) vão contracenar pela primeira vez em “The Last Thing He Wanted”, novo filme da diretora Dee Rees (“Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”) com produção da Netflix. Trata-se de um thriller baseado no livro homônimo de Joan Didion, que gira em torno de uma jornalista política (Hathaway). Ela abandona a cobertura de uma campanha presidencial para ir ajudar o pai em um acordo de negócios que se releva cada vez mais sórdido e perigoso. O detalhe é que o negócio do pai é comercialização de armas e a trama se passa na época do escândalo Irã-Contras, no qual figuras chave da CIA facilitaram o tráfico de armas para o Irã, que estava sujeito a um embargo internacional de armamento, para assegurar a libertação de reféns e para financiar os Contras (guerrilheiros de direita) nicaraguenses. O elenco também incluirá Willem Dafoe (“O Amigo Hindu”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Rosie Perez (série “Rise”) “The Last Thing He Wanted” já está sendo filmado em Porto Rico e deve ser lançado em 2019.
Novo Jurassic World mostra que a franquia não têm fôlego para tantas sequências
Quando “Jurassic World” saiu em 2015, a continuação disfarçada de reboot atualizou a franquia e conceitos do amado filme original de 1993 para uma nova geração. Mas a sequência tinha a obrigação de levar a franquia adiante e não condená-la à repetição eterna do esquema “dinossauros à solta, salve-se quem puder”. Pois bem. “Jurassic World: Reino Ameaçado” troca o sem sal Colin Trevorrow, do “Jurassic World” anterior, pelo muito mais talentoso J.A. Bayona na direção. Mas se “Jurassic Park” era só efeitos digitais com um fiapo de roteiro, “Reino Ameaçado” exagera em narrativas sem saber muito bem qual caminho trilhar. São mais ou menos quatro filmes diferentes misturados na mesma trama e todos mal desenvolvidos, resultando um roteiro esquizofrênico que não consegue fazer suas diferentes partes dialogarem entre si. A primeira parte é uma versão atualizada de “O Mundo Perdido: Jurassic Park”, mas com um vulcão em erupção. A ideia chega a ser bacana para os fãs incondicionais, porque juntar vulcão e dinossauros soa como algo digno de blockbuster. Mas não é bem por aí. Afinal, quando a correria de humanos, dinossauros e lava tomam conta da tela, o filme encerra o primeiro ato para dar lugar a um dos momentos mais chatos de toda a franquia. Porém, antes de implodir, essa parte do vulcão traz uma interessante discussão a respeito de direitos dos animais (algo explorado em “O Mundo Perdido”), uma nova extinção dos dinossauros e termina com uma cena emocionante, que é a melhor do filme. E, cá entre nós, apenas esse ato renderia um longa satisfatório, caso fosse devidamente desenvolvido. Seria repetitivo, mas não vergonhoso. Mas, então, vem o segundo ato, que não passa de um intervalo longo para o clímax, apenas para repetir tudo aquilo que já sabíamos e sem trazer a mínima novidade: a raça humana não aprende, quer brincar de Deus e ganhar muito dinheiro sem saber exatamente onde e como gastar. Os protagonistas, novamente interpretados por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, não tem muito o que fazer nesse segmento, então ficam parados, falando e pensando, enquanto a trama vira um leilão de dinossauros tão divertido quanto as cenas de políticos no senado de “Star Wars: A Ameaça Fantasma”. E numa mansão estilo Bruce Wayne, onde a Batcaverna dá lugar a um laboratório/prisão. Vejam só o nível do entretenimento: saímos da ilha para uma mansão. Nesse meio tempo, entre até mesmo um clone humano na trama, que não é essa revelação tão surpreendente que os roteiristas queriam. Enfim, esse cenário logo vira um filme de terror censura livre, temática em que J.A. Bayona se sente à vontade e permite ao diretor de “O Orfanato” e “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” exercitar sua verdadeira vocação entre sombras, luzes e sustos. É o terceiro ato. Bayona acha espaço para seu toque pessoal mesmo quando demonstra o quanto “Jurassic Park” e Steven Spielberg inspiraram sua criatividade como cineasta. Mas é um tanto esquisito ver que os planos gigantescos e abertos da ilha no primeiro ato foram substituídos por um pega-pega dentro de uma mansão proporcionada por mais um dinossauro mutante (o T-Rex não é assustador o suficiente?). Os críticos que reclamaram quando Spielberg mostrou um velociraptor abrindo porta no “Jurassic Park” original, não poderiam prever que, um dia, “Reino Ameaçado” traria um dino sorrindo sarcasticamente e outro capaz de “lê” uma placa (vai saber) sobre vazamento de gás de modo a correr tão rápido quanto Tom Cruise antes de ser consumido pelo impacto e o fogo. O ato final dentro de “Reino Ameaçado” é um gancho safado para mais uma sequência. É uma reviravolta tão inesperada quanto esdrúxula, porque o filme não conduz a trama para esse um clímax, que lembra outra franquia com animais, indicando um futuro diferente, mas que não garante a empolgação desejada. Pelo contrário, a ideia de um “Planeta dos Dinossauros” causa estranheza, desconfiança e a sensação de que tentaram inovar, mas sem a mínima certeza do que estavam fazendo. De positivo, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard apresentam seus personagens de forma mais humana e vulnerável neste longa. O tema clássico de John Williams continua lindo, embora toque com vontade mesmo só nos créditos finais e conduzido aqui pelo mestre Michael Giacchino. Os efeitos visuais e sonoros também permanecem incríveis, como já eram desde o início dos anos 1990. A conclusão é que, na verdade, “Jurassic Park” não nasceu para ter tantas sequências. No máximo, uma continuação. Mas, diferente de “Alien” e “O Exterminador do Futuro”, o público parece correr para os cinemas cada vez que um novo longa é lançado. Mesmo que repita praticamente a mesma história de sempre, filme atrás de filme. E qualquer tentativa de sair disso apenas se mostra uma alternativa ainda pior.
Vídeo legendado traça evolução dos dinossauros de Jurassic Park ao novo Jurassic World
A Universal divulgou um novo vídeo legendado de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que traz Steven Spielberg, diretor do primeiro “Jurassic Park”, Colin Trevorrow, diretor do primeiro “Jurassic World”, e J.A. Bayona, diretor do filme atual, discutindo a evolução da franquia, desde a criação da história por Michael Crichton. De forma significativa, Spielberg comete o ato falho de declarar que os novos filmes o remetem a seu trabalho original. E esta é a maior crítica que se pode fazer aos “novos” longas. Também chama atenção como a Universal mudou a estratégia de divulgação, avisando, ao final do vídeo, sobre “sessões a partir de 14 de junho”. Reparem que a palavra “estreia” foi omitida. É que a estreia está marcada oficialmente para a próxima semana, mas o estúdio decidiu antecipar o lançamento, supostamente devido à Copa do Mundo – espera-se que não, pois denotaria completa falta de planejamento, considerando-se que a Copa do Mundo estava no calendário antes do filme – , mas provavelmente por conta da estreia de “Os Incríveis 2” na semana seguinte – ganhando assim uma semana a mais para dominar as bilheterias. Assim, com um elenco novamente encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (ambos de “Jurassic World”), o novo filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros.











