“Homem-Aranha: Um Novo Dia” supera “Vingadores: Ultimato” e vira 2ª maior bilheteria dos EUA
Filme de Tom Holland chega a US$ 858,4 milhões na América do Norte e fica atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força”
“Homem-Aranha: Um Novo Dia” vira 3ª maior bilheteria da América do Norte
Filme soma US$ 855 milhões nos EUA e Canadá e US$ 2,22 bilhões no mundo após quatro fins de semana
Moya Brennan, vocalista da banda irlandesa Clannad, morre aos 73 anos
Cantora e harpista faleceu pacificamente em sua cidade natal após liderar a popularização da música celta no mundo e inspirar trilhas de cinema
“Avatar: Fogo e Cinzas” estreia com US$ 345 milhões globais e lidera bilheterias
Terceiro filme da franquia domina o mercado mundial e aposta nos feriados de fim de ano para repetir o sucesso dos antecessores
James Cameron critica Netflix e defende que filmes de streaming não merecem Oscar
Diretor de "Avatar" chama estratégia da plataforma de "fundamentalmente podre" e apoia Paramount na disputa pela compra da Warner Bros.
Leonardo DiCaprio e Kate Winslet voltam a se beijar, 27 anos após “Titanic”
Atores protagonizaram momento especial durante première de "Lee", estrelado por Winslet
Celine Dion manda Trump parar de tocar música de “Titanic” em comícios
A cantora se manifestou nas redes sociais contra a utilização de sua música durante um evento de campanha política
Jon Landau, produtor de “Titanic” e “Avatar”, morre aos 63 anos
Parceiro do diretor James Cameron e vencedor do Oscar, produtor faleceu após batalha contra o câncer
Bernard Hill, ator de “Titanic” e “Senhor dos Anéis”, morre aos 79 anos
Celebrado ator britânico faleceu na madrugada de domingo, deixando um legado de personagens memoráveis no cinema e na televisão
Pesquisa revela que filmes estão cada vez mais longos
A chegada de “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (19/10) reacende a discussão sobre a duração cada vez maior dos filmes. O lançamento dirigido por Martin Scorsese tem nada menos que 3h26 de duração. O fenômeno não é isolado: “Oppenheimer” também se destacou recentemente com 3h de duração, sendo aclamado pelo público e crítica. Um levantamento realizado pela revista britânica The Economist aponta para a consolidação dessa tendência. A pesquisa, que analisou cerca de 100 mil filmes lançados entre 1930 e 2022, revela um aumento considerável na duração dos longas. Nos anos 1930, a média era de 1h21, enquanto em 2022, alcançou 1h47. A variação é ainda mais notável nos blockbusters, que apresentaram uma média de 2h30 em 2022, marcando um aumento de até 50% em relação aos filmes mais assistidos da década de 1930. | Do Oscar aos blockbusters As reverberações dessa expansão temporal foram sentidas até na corrida ao Oscar 2023, onde os 10 indicados à estatueta de melhor longa tiveram uma duração média de 145 minutos, a maior registrada neste século na principal categoria da premiação. O cenário é bem diferente de 2011, quando a média de duração dos filmes indicados era de 116 minutos. A tendência também é observada fora do circuito de premiações, com longas de sucesso e alta bilheteria adotando durações estendidas. Entre os 10 filmes mais assistidos no último ano, apenas dois tinham menos de 2 horas de duração. | Culpa de James Cameron? O sucesso dos blockbusters do cineasta James Cameron, “Titanic” (3h14) e “Avatar” (2h42), é apontado como impulsionador da tendência. O próprio diretor defende a ideia de que a extensão de um filme não interfere em seu sucesso comercial. Segundo Cameron, um filme com mais de 3 horas, como “Titanic” e “Avatar: O Caminho da Água”, pode atrair o público aos cinemas várias vezes, desmitificando a ideia de que filmes longos podem resultar em menos sessões diárias e, consequentemente, menor rentabilidade. A indústria cinematográfica parece estar em um momento de reavaliação sobre como o tempo de duração influencia a projeção e a recepção do público, tornando a experiência cinematográfica uma jornada mais longa, tanto para os cineastas quanto para a audiência.
Juliette e Marina Sena recriam cenas de “Titanic” e “Ghost” em clipe sensual
A cantora Juliette destacou sua independência emocional com um single feito em parceria com Marina Sena. O clipe de “Quase Não Namoro” estreou nesta quinta-feira (10/8) repleto de cenas sensuais e referências de obras cinematográficas dos anos 1990, como “Titanic” (1997) e “Ghost – Do Outro Lado da Vida” (1990). O clipe sensual foi filmado em película num ateliê onde bailarinos dançam com as artistas. Ao todo, a equipe técnica contou com cerca de 100 pessoas e um elenco de 8 atores, que retratam a jornada caliente de uma trupe de artistas em busca de novas aventuras para explorar sua criatividade. “É uma pintura em movimento, é descontraído, cheio de diversão e fala sobre descobertas artísticas, refletindo perfeitamente essa nova fase da minha carreira”, analisou a cantora. Em certo ponto, as cantoras recriam a cena mais famosa de “Ghost” e modelam juntas um vaso de cerâmica. Em outro momento, Marina imita a pose sensual de Rose Dewitt Bukater (Kate Wisnlet) enquanto Juliette faz um esboço de seu retrato como Jack Dawson (Leonardo DiCaprio) em “Titanic”. Hino delas O novo hino das “meninas superadas” incorpora uma pegada pop com vários ritmos urbanos, como o típico brega, dancehall e até mesmo funk carioca. Vale lembrar que a música precede o lançamento de “Ciclone”, primeiro álbum de Juliette. O clipe de “Quase Não Namoro” é assinado por Felipe Sassi (que já trabalhou com IZA e Ludmilla), enquanto a faixa foi composta por Lary, Luciano Valle, Elias Mafra e Juan Marcus.
Diretor de “Titanic” se revolta com boatos de produção sobre a tragédia do Titan
James Cameron, diretor de “Titanic” e “Avatar”, negou os boatos de que estaria produzindo uma série ou filme sobre o caso recente da implosão do submarino da Ocean Gate. A notícia foi publicada pelo tabloide britânico The Sun, que se utilizou de uma fonte anônima para divulgar o envolvimento de Cameron numa série sobre a tragédia. Nas redes sociais, o diretor desmentiu a notícia e rotulou os boatos de “ofensivos”. “Normalmente, eu não respondo a rumores ofensivos na mídia, mas preciso fazer isso agora”, escreveu no Twitter. “NÃO estou em negociações sobre um filme da OceanGate, nem nunca estarei”. O jornal inglês ainda apontou que Cameron estava em negociações com um grande serviço de streaming para o suposto projeto, baseado na tragédia que matou cinco tripulantes no mês passado. “O desastre do Titan já está sendo considerado como uma grande série para um dos maiores serviços de streaming do mundo – e James é a primeira opção para diretor. É um assunto próximo ao coração dele”, publicou o The Sun. Relembre a tragédia A embarcação da Ocean Gate desapareceu no dia 18 de junho, com cinco tripulantes. A viagem seria uma visita aos destroços do Titanic, localizado a cerca de 3.800 metros de profundidade ao Norte do Oceano Atlântico, na costa de Newfoundland, no Canadá. Apenas 1 hora e 45 minutos após começar a descer em direção ao navio naufragado, o submarino perdeu o contato com a superfície. Após dias realizando as buscas, a Guarda Costeira dos Estados Unidos declarou no dia 22 de junho que o submarino implodiu e todos que estavam a bordo morreram. O caso repercutiu na mídia pelo aspecto improvisado dos equipamentos, como o controle similar a um console de videogame e a comunicação com a superfície por meio de mensagens. Diante da tragédia, Cameron deu várias entrevistas comentando o caso. Ao longo dos anos, o diretor de “Titanic” adquiriu experiências em viagens submarinas. Interessado em explorar os detalhes da história do naufrágio, ele já visitou os destroços do navio 33 vezes. “É absolutamente crucial que as pessoas entendam a mensagem de que os mergulhos em submersíveis em grandes profundidades são uma arte madura”, reforçou à ABC News. O cineasta ainda ficou chocado com a semelhança do desastre da Ocean Gate com o próprio Titanic, que afundou em 1912. “Estou impressionado com a semelhança com o próprio desastre do Titanic, onde o capitão foi alertado repetidamente sobre o gelo à frente de seu navio e, no entanto, ele navegou em alta velocidade em um campo de gelo em uma noite sem lua e muitos morreram como resultado”, declarou. “É uma tragédia muito semelhante no exato mesmo local. É surpreendente e realmente surreal”. I don’t respond to offensive rumors in the media usually, but I need to now. I’m NOT in talks about an OceanGate film, nor will I ever be. — James Cameron (@JimCameron) July 15, 2023
James Cameron pode fazer série do submersível Titan, diz jornal
James Cameron teria sido abordado por uma plataforma streaming para criar uma série sobre o submersível Titan, que implodiu no fundo do Atlântico Norte ao visitar os destroços do Titanic. Segundo o jornal britânico The Sun, a produção contaria a história dos cinco homens que morreram dentro do submersível no mês passado. “O desastre de Titan já está sendo visto como uma grande série para um dos maiores streamings do mundo – e James é a primeira escolha para o diretor”, afirmou a fonte do jornal. Segundo ela, Cameron teria sido escolhido por conta de sua afinidade com o Titanic, além de ter feito mais de 30 expedições no fundo do oceano. e ser um especialista em exploração em alto mar. “Ele contou a história do Titanic com tanta compaixão que parece um passo natural para ele assumir isso. Refazer os passos daqueles a bordo do Titan é uma tarefa enorme, mas haveria muito tempo, dinheiro e recursos dedicados a isso”, completou a fonte. Após a publicação, o diretor reagiu considerando os boatos “ofensivos”. “Normalmente, eu não respondo a rumores ofensivos na mídia, mas preciso fazer isso agora”, Cameron escreveu no Twitter. “NÃO estou em negociações sobre um filme da OceanGate, nem nunca estarei”. Submersível Titan O submersível Titan implodiu no mês passado com cinco pessoas, enquanto fazia uma expedição até os destroços do Titanic. A equipe perdeu contato com a superfície e gerou uma busca internacional por seu paradeiro no fundo do Atlântico Norte. A bordo do Titan estavam o bilionário britânico Hamish Harding, os paquistaneses Shahzada e Suleman Dawoof, pai e filho, bem como o francês Paul-Henri Nargeolet, considerado um dos maiores especialistas no Titanic, e o piloto americano Stockton Rush.









