TikTok vai distribuir 100 mil livros de graça na Avenida Paulista
Plataforma inaugura livraria temporária em São Paulo com títulos que viralizaram no BookTokBrasil
Austrália é primeiro país do mundo a proibir redes sociais para menores
Medida aprovada no Senado prevê multas milionárias para empresas que não cumprirem a lei
Final da 2ª temporada de “A Casa do Dragão” vaza nas redes sociais
Vídeos do episódio vazado alcançam mais de 100 mil visualizações antes de serem removidos
Dona de casa peruana faz Pabllo Vittar viralizar na América Latina
Vídeo de Lis Padilla ensinando coreografia de "São Amores" atinge milhões de visualizações no TikTok
Donald Trump cria conta no TikTok, app que tentou banir como presidente
Ex-presidente ganha milhões de seguidores na plataforma que tentou proibir por considerar ameaça à segurança nacional dos EUA
Jovem Dionisio viraliza nas redes sociais com novo hit “Tô Bem”
A banda curitibana repete o sucesso de "Acorda Pedrinho" e conquista famosos com a nova música que já é tendência no TikTok e Instagram
Virou lei: TikTok enfrenta banimento nos Estados Unidos
Lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo Presidente propõe banimento do aplicativo nos EUA se empresa não for vendida em um ano
Câmara dos EUA aprova projeto de lei para banir TikTok do país
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou no sábado (20/4) um projeto de lei que pode banir o TikTok do país se o proprietário da popular plataforma de vídeos, com sede na China, não vender sua participação dentro de um ano. A medida, que foi aprovada por 365 a 62 votos, ainda precisa passar pelo Senado e ser sancionada pelo presidente Joe Biden para se tornar lei. O projeto de lei é motivado por preocupações de segurança nacional relacionadas aos laços da ByteDance, empresa chinesa dona do TikTok, com o governo chinês. Legisladores de ambos os partidos temem que o app possa ser usado para coletar dados de usuários americanos ou para influenciar o conteúdo que eles veem. TikTok se defende e promete lutar O TikTok negou veementemente as acusações de que representa um risco à segurança nacional e disse que nunca compartilhou dados de usuários americanos com o governo chinês. A plataforma também prometeu lutar contra o projeto de lei em tribunal, argumentando que ele viola a Primeira Emenda da Constituição dos EUA. Em manifestação, a empresa afirmou que seu banimento “atropelaria os direitos de liberdade de expressão de 170 milhões de americanos, devastaria sete milhões de empresas e encerraria uma plataforma que contribui anualmente com US$ 24 bilhões para a economia”. O aplicativo de vídeo já teve sucesso em desafios judiciais anteriores relacionados às suas operações nos EUA. Em novembro, um juiz federal bloqueou uma lei de Montana que proibiria o uso do TikTok em todo o Estado, depois que a empresa e cinco criadores de conteúdo que usam a plataforma entraram com uma ação judicial. Banimento é possibilidade distante Embora o projeto de lei tenha passado facilmente na Câmara, seu futuro no Senado é incerto. Alguns senadores expressaram preocupação de que a medida seja muito ampla e possa prejudicar empresas americanas que dependem do TikTok. Outros ainda querem mais tempo para analisar o assunto antes de tomar uma decisão. Entretanto, senadores que eram contrários à medida no ano passado, agora se dizem a favor. Se o projeto de lei for aprovado pelo Senado, deverá ser sancionado pelo presidente Biden e o TikTok terá um ano para encontrar um novo comprador americano. Apenas se a empresa não conseguir encontrar um comprador dentro desse prazo é que o app será banido dos Estados Unidos.
Músicas de Taylor Swift estão de volta no catálogo do TikTok
A volta das músicas da cantora na plataforma acontecem oito dias antes do lançamento de seu 11º álbum de estúdio, "The Tortured Poets Department"
Filho de Renato Russo quer derrubar vídeos bolsonaristas com música do Legião Urbana
Giuliano Manfredini, o filho do cantor Renato Russo, fez uma notificação extrajudicial para que o TikTok derrube vídeos de bolsonaristas com a música “Que País É Este”, do Legião Urbana. Em documento enviado à plataforma de vídeos, o produtor afirma que as postagens têm “caráter político e ideológico alheios” aos defendidos pelo pai ao longo de sua vida e por ele “ativamente combatidos”. A informação foi compartilhada pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S Paulo. Ao menos sete perfis são citados como responsáveis pelos compartilhamentos. Giuliano solicita que os dados cadastrais e os registros de IPs de cada um deles sejam disponibilizados. O Tik Tok respondeu à notificação nesta quinta (11/1) e solicitou maior detalhamento dos usuários e dos materiais mencionados para proceder a remoção.
Filme “Meninas Malvadas” é disponibilizado na íntegra no TikTok
A Paramount disponibilizou o filme “Meninas Malvadas” na íntegra no TikTok, dividido em 23 “vídeos curtos”. O lançamento serve para celebrar o Dia das Meninas Malvadas. A data de 3 de outubro foi escolhida por conta de uma fala do filme de 2004, que menciona o dia. “Em 3 de outubro, ele me perguntou que dia era”. A fala do filme “Meninas Malvadas” não é esquecida nem 19 anos após a estreia do filme. Para comemorar a data, a Paramount Pictures lançou o longa-metragem inteiro no TikTok, dividido em 23 partes desiguais (vão de vídeos de segundos até vídeos de mais de nove minutos). O filme completo se encontra no perfil oficial @meangirls, que é seu título em inglês. A conta foi inaugurada no mês passado e possui 36 mil seguidores e meio milhão de curtidas. O filme está disponível em inglês e sem legendas. Segundo o site Deadline, a ação faz parte de uma estratégia da Paramount Pictures para que “Meninas Malvadas” seja redescoberto por uma nova geração, antes do lançamento da versão musical em 11 de janeiro (data no Brasil). O filme musical, com um novo elenco, foi originalmente produzido para a plataforma Paramount+, mas agradou tanto que o estúdio decidiu lançá-lo nos cinemas. Quem são as Meninas Malvadas? A história de “Meninas Malvadas” foi originalmente baseada no livro “Queen Bees and Wannabees”, uma obra de autoajuda escrita por Rosalind Wiseman. O filme, dirigido por Mark Waters (“Sexta-Feira Muito Louca”) e escrito por Tina Fey (“30 Rock”), foi um grande sucesso de público e aumentou ainda mais a fama de Lindsay Lohan (“Uma Quedinha de Natal”), além de ter projetado Rachel McAdams (“Doutor Estranho”), Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) e Lizzie Caplan (“Um Truque de Mestre 2”) e originado uma verdadeira legião de fãs. O filme acompanha a chegada de uma nova garota na escola (Lohan), que se depara com as diferentes tribos e a opressão das garotas populares (McAdams, Seyfried e Lacey Chabert). Depois de conhecer a turma alternativa, ela planeja se juntar às populares para sabotá-las, só que o plano se perde quando a popularidade lhe sobe à cabeça. O sucesso do filme levou à criação de “Mean Girls the Musical”, que estreou na Broadway em 2018. O espetáculo chegou a ganhar 10 indicações ao Tony, mas foi forçado a fechar suas portas em 2020, devido à pandemia da covid-19. @meangirls Get in, loser. We’re watching the full #MeanGirls movie. Part 1 #meangirlsday #october3rd ♬ Mean Girls Available On Digital – Mean Girls
Ex-marido de Jojo Todynho faz post romântico e corre para deletar: “Ainda é ela”
Lucas Souza fez uma suposta declaração para Jojo Todynho na terça-feira (5/9), mas parece ter se arrependido da postagem. Segundo o relato, o ex-militar ainda nutre sentimentos pela ex-mulher, que hoje vive um relacionamento com Renato Santiago. O influencer compartilhou três fotos no Tiktok com frases soltas, como “Me apaixonei por ela em 2021…”; “Já estamos em setembro de 2023…” e “Ainda é ela, mas sem ela”. No entanto, Lucas decidiu apagar a sequência de seu perfil pouco depois. A publicação enigmática viralizou nas redes sociais e deu no que falar entre os seguidores da artista. “Por que é tão difícil das pessoas acreditarem que ele realmente pode amar ela? Ele tem que ser interesseiro, a Jojo é uma mulher incrível e sim gente, ele pode simplesmente amá-la, a maldade está no coração de vocês, que não enxergam que uma mulher fora do peso também pode ser amada”, opinou um internauta. “É só pra tentar não ter mutirão da Jojo contra ele em ‘A Fazenda’. É tudo falso isso gente… apenas pelo reality”, provocou outro perfil, se referindo ao fato de Lucas Souza ser um dos possíveis peões do programa da Record TV. Apesar da repercussão dividida, Lucas Souza já revelou que está sofrendo com crises de ansiedade, decorrentes de uma depressão vivida no final do ano passado. Segundo o ex-militar, o divórcio conturbado com Jojo Todynho teria despertado gatilhos emocionais. Casamento polêmico Lucas Souza e Jojo Todynho se casaram em janeiro de 2022, porém a relação não vingou e a separação veio seis meses depois, num período repleto de viravoltas. As papeladas do divórcio saíram apenas no início de novembro, quando o rapaz disse ter sido o “dia mais triste da vida” e entregou seu destino nas mãos de Deus: “[Ele] sabe de tudo! Estou muito mal, porém bola para frente!”. Apesar da fase difícil que rendeu assunto até março deste ano, Lucas afirmou que obteve ajuda profissional e está em fase de tratamento terapêutica.
Brasileira disputa vaga em novo grupo K-pop do criador do BTS
Em uma parceria inédita, a HYBE, empresa sul-coreana responsável pelo fenômeno BTS, e a gravadora americana Geffen Records lançaram “The Debut: Dream Academy”, programa para descobrir novos talentos e formar um girl group global. Entre as 20 finalistas está a brasileira Samara Henriques, de 17 anos, competindo por uma vaga no grupo. No site Weverse, plataforma de interação da HYBE, Samara se descreve como “resiliente, genuína e determinada”. Ela compete com jovens talentos da Coreia do Sul, Argentina, Belarus, Austrália, Estados Unidos, Tailândia, Eslováquia, Japão, Filipinas, Suíça e Suécia, num processo de seleção que começou em novembro do ano passado, contabilizando mais de 120 mil inscrições. As idades das candidatas variam entre 14 e 21 anos. A disputa entre as finalistas será transmitido pelo YouTube a partir do dia 1º de setembro, com a final marcada para 17 de novembro. As vencedoras serão escolhidas pelo público, em votações nas plataformas TikTok e Weverse, e formarão um grupocom integrantes de vários países diferentes – ao estilo do Now United. Todo o processo está sendo registrado pela Netflix, que vai lançar um documentário sobre a seleção em 2024. Declarações sobre o projeto “Há algum tempo, eu queria formar um grupo internacional baseado na metodologia K-pop”, revelou Bang Si-Hyuk, presidente da HYBE. John Jannick, presidente e CEO da Geffen, também se pronunciou: “Cada candidata é incrivelmente talentosa, dedicada e motivada, tornando este um momento emocionante para fãs de música em todo o mundo.” “A iniciativa única em sua espécie marca a primeira vez que uma grande gravadora dos Estados Unidos e um líder de entretenimento em K-pop combinaram suas expertises na descoberta de artistas e na produção musical para montar, desenvolver e apresentar um grupo feminino internacional sem precedentes”, disseram em nota conjunta as duas empresas. Elas também afirmam que o programa “representa a primeira vez que um grupo feminino verdadeiramente global, com base nos Estados Unidos, será criado e modelado com base no mundialmente renomado sistema de treinamento e desenvolvimento do K-pop”, sob o qual as candidatas têm treinado desde o ano passado em Los Angeles. O formato K-pop para exportação Embora seja a primeira iniciativa do tipo entre uma grande gravadora dos EUA e uma empresa líder de entretenimento K-pop, o modelo de recrutamento internacional para formar um grupo de K-pop não é novidade. A DR Music esteve por trás da criação do Blackswan, um grupo feminino totalmente estrangeiro, com membros da Índia, Senegal, Brasil e Estados Unidos, mas que se apresentam em coreano. Outro exemplo é o Exp Edition, uma boy band composta inteiramente por membros americanos e lançada em 2017, mas que já não está mais ativa. O recrutamento internacional agora é rotineiro, e muitos grupos de K-pop bem estabelecidos, inclusive o megapopular BLACKPINK, incluem um ou mais membros não coreanos. E a projetos criados para mercados estrangeiros específicos, como o Super Junior M, um spin-off do Super Junior, em que o M representa o idioma mandarim, falado na China.











