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    Invasão a Londres: Trailer da continuação de Invasão à Casa Branca explode a capital britânica

    17 de novembro de 2015 /

    A Lionsgate divulgou um novo trailer do filme de ação “Invasão a Londres”, continuação de “Invasão à Casa Branca” (2013), que volta a trazer Gerard Butler como agente do serviço secreto que precisa salvar a vida do presidente vivido por Aaron Eckhart. Desta vez, as explosões e tiroteios acontecem em Londres, durante uma visita do presidente americano, e não poupam monumentos históricos, como a Abadia de Westminster, que resistiu dez séculos às margens do Tâmisa, mas não aos efeitos especiais de Hollywood. A destruição e as cenas de ação são impressionantes. O presidente está em Londres para o funeral do Primeiro Ministro britânico, que morreu sob circunstâncias misteriosas. Mas o que era para ser o evento mais protegido da Terra se transforma em uma armadilha mortal para assassinar os líderes mais poderosos do mundo – e, de lambuja, devastar todos os marcos históricos da capital britânica. Além do elenco do filme original, que também inclui Morgan Freeman, Angela Bassett, Robert Foster, Melissa Leo e Radha Mitchell, a continuação inclui Charlotte Riley (“No Limite do Amanhã”) como uma agente do MI6, Jackie Earle Haley (“Watchmen: O Filme”), Colin Salmon (série “Arrow”) e o israelense Alon Aboutboul (série “Legends”) como o vilão. Dirigido pelo iraniano Babak Najafi (série “Banshee”), “Invasão a Londres” estreia em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Brad Pitt e Marion Cotillard vão estrelar novo filme de Robert Zemeckis

    16 de novembro de 2015 /

    O cineasta Robert Zemeckis (“A Travessia”) definiu os protagonistas de seu próximo filme, um thriller de espionagem romântico que será estrelado por Brad Pitt (“Guerra Mundial Z”) e Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”). Ainda sem título definido, a produção tem roteiro de Steven Knight (“Senhores do Crime”) e se passa durante a 2ª Guerra Mundial. Após se apaixonar por uma agente francesa durante uma missão perigosa do Norte da África, um agente americano descobre que a mulher com quem se casou é provavelmente uma espiã nazista. A filmagem será financiada pela Paramount Pictures e a GK Films, com lançamento previsto para 23 de novembro de 2016. Será a primeira vez que o casal trabalhará junto no cinema. Com a produção, a atriz francesa ainda sinaliza que pretende se estabelecer em Hollywood. Em dezembro, ela será vista em “Macbeth: Ambição e Guerra”, e no final de 2016 estrelará “Assassin’s Creed”, contracenando com Michael Fassbender em ambos. Paralelamente, também filma em francês um filme norte-americano, “Juste la Fin du Monde”, do canadense Xavier Dolan.

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    Nicole Kidman vai estrelar volta ao cinema do diretor de Atração Fatal

    16 de novembro de 2015 /

    O cineasta Adrian Lyne, responsável por sucessos como “Flashdance” (1983), “9 Semanas e 1/2 de Amor” (1986), “Atração Fatal” (1990) e “Proposta Indecente” (1993), vai voltar aos cinemas depois de um hiato de 13 anos. Segundo o site Deadline, o diretor vai dirigir Nicole Kidman (“Grace de Mônaco”) no filme “Silent Wife”. Trata-se de um suspense ao estilo de seu longa mais famoso, “Atração Fatal”, que lida com infidelidade conjugal. Na trama, Kidman viverá uma esposa que descobre a traição do marido com uma mulher mais jovem, filha de um amigo do casal. Para se vingar, ela planeja matar o cônjuge. O último filme de Lyne também batia na mesma tecla, a começar por seu título, “Infidelidade” (2002). O roteiro de “Silent Wife” foi escrito por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), adaptando o livro homônimo de A.S.A. Harrison, lançado em 2013. Além de estrelar, Nicole Kidman assina a produção, ao lado de Lyne e dos produtores Paula Mazur e Mitchell Kaplan. Ainda não há previsão para o lançamento.

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    Willem Dafoe e Nicolas Cage serão sequestradores em thriller de Paul Schrader

    16 de novembro de 2015 /

    Willem Dafoe e Nicolas Cage serão sequestradores em thriller de Paul Schrader Os atores Willem Dafoe (“Anticristo”) e Nicolas Cage (“Reféns”) vão estrelar o thriller “Dog Eat Dog”, dirigido por Paul Schrader (“The Canyons”). A informação é do site Deadline. A produção será baseada no livro de mesmo nome escrito por Eddie Bunker. A trama gira em torno de um trio de assaltantes, em Los Angeles, contratados para executar um sequestro. O plano, porém, dá errado e os três criminosos passam a ser perseguidos. “Dog Eat Dog” será a segunda parceria consecutiva de Nicolas Cage e Paul Schrader. Os dois fizeram o suspense “Vingança ao Anoitecer”, que foi lançado direto em home vídeo em 2014. Mas Schrader também é autor do roteiro de “Vivendo no Limite”, protagonizado por Cage em 1999, e “A Última Tentação de Cristo”, estrelado por Willem Dafoe em 1988 – ambos dirigidos por Martin Scorsese.

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    Justin Theroux entra no suspense A Garota no Trem

    16 de novembro de 2015 /

    O ator Justin Theroux (série “The Leftovers”) entrou no elenco da adaptação do best-seller “A Garota no Trem”, de Paula Hawkins. A informação é do site The Hollywood Reporter. Ele vai se juntar a Emily Blunt (“Sicario”), que vive o papel-título, Rebecca Ferguson (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Haley Bennett (“O Protetor”), Edgar Ramirez (“Livrai-nos do Mal”), Allison Janney (série “Mom”) e Lisa Kudrow (série “The Comeback”) no elenco da produção. A trama acompanha Rachel (Blunt), uma mulher alcoólatra, deprimida e divorciada que tem como única distração usar sua viagem de trem diária para fantasiar histórias sobre as vidas dos outros passageiros. Sua atenção acaba se focando num casal em especial, para quem ela constrói uma narrativa de vida perfeita. Até que um dia ela testemunha algo chocante e se envolve numa história de mistério e suspense. A adaptação foi escrita por Erin Cressida Wilson (“Homens, Mulheres e Filhos”) e será dirigida por Tate Taylor (“História Cruzadas”). O lançamento está marcado para 7 de outubro de 2016 nos EUA.

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    Ponte dos Espiões retoma parceria entre Tom Hanks e Spielberg

    14 de novembro de 2015 /

    Em “Ponte dos Espiões”, Steven Spielberg alimenta uma obsessão que permeia a maior parte de sua filmografia dramática: a perplexidade diante da complexidade das relações humanas. A trama aborda a história do advogado James B. Donovan (Tom Hanks), que é levado a defender o espião soviético capturado Rudolf Abel (Mark Rylance), segundo o preceito da lei americana de que todos merecem um advogado. Entretanto, o prejulgamento do caso já aconteceu, pois comunistas são tidos como verdadeiros demônios pela comunidade americana. Assim, as autoridades tratam o processo como mera formalidade, de forma a conduzir logo o vilão à pena de morte. Mas o advogado tem outra visão do caso. Para ele, o sujeito estava apenas prestando um serviço ao seu país, como também fazem os espiões americanos infiltrados na União Soviética ou em qualquer outro país comunista naquele cenário da Guerra Fria. As diferenças de pontos de vistas revelam como o ódio marcou o período, e a passagem de tempo, entre a época mostrada e os dias atuais, ajuda a demarcar o exagero das reações. O próprio Spielberg subverte as expectativas ao filmar o anticomunismo quase como o antisemitismo na Alemanha nazista, tratando do tema como algo de que os americanos deveriam se envergonhar. Como o filme ainda apresenta o espião como alguém bastante simpático, espirituoso e sensível (é um pintor, ainda por cima), torna-se ainda mais fácil para a audiência comprar a ideia do cineasta. Em seu papel, Tom Hanks repete a figura do homem determinado a fazer o que acredita ser o correto, vista em todos os filmes que rodou com Spielberg, sendo o mais extremo o oficial que se sacrifica em “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). A obstinação de “Prenda-me Se For Capaz” (2002) e “O Terminal” (2004) também se enquadra no mesmo perfil. Além disso, o ator transmite como poucos a imagem clássica do bom moço, de um James Stewart contemporâneo, que funciona muito bem aqui. Desta vez, seu personagem é o típico homem comum, pai de família e classe média, que ganha contornos de herói ao encarar, sem muito apoio de seu próprio governo, uma negociação de troca entre prisioneiros, indo arriscar a própria vida em território inimigo, na Alemanha Oriental do início dos anos 1960. Por sinal, uma das cenas mais impressionantes do filme mostra a construção do terrível Muro de Berlim. É mais um exemplo do quanto o cinema pode transportar o público magicamente, como numa máquina do tempo, para um outro lugar e outra época, por meio de belas fotografia e cenografia. As imagens de Berlim devastada pela guerra e abandonada pelos soviéticos são desconcertantes e se aproximam da perfeição. “Ponte dos Espiões” é também o registro de um Spielberg maduro e sóbrio, mais próximo da contenção dramática de “Lincoln” (2012) que do sentimentalismo deslavado de “Cavalo de Guerra” (2011), para citar obras mais recentes. O que faz com que o espectador saia do cinema satisfeito com o excelente espetáculo, a reconstituição histórica, mas também considere importante seu debate ético.

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    Sicario provoca convicções morais com suspense e violência

    14 de novembro de 2015 /

    Com “Sicario – Terra de Ninguém”, Denis Villeneuve deixa mais claras sua vocação temática e suas obessões. Assim como no anterior “Os Suspeitos” (2013), o novo filme é um conto moral elaborado com a intenção de adentrar o lado mais sombrio da alma humana. A trama acompanha a agente do FBI Kate Macer (Emily Blunt, de “No Limite do Amanhã”), que, após descobrir corpos de vítimas de um cartel do tráfico, é convidada a integrar uma força-tarefa secreta. O que ocorre, porém, é que os homens que a convidam a deixam no escuro sobre suas reais intenções, sabendo que ela é uma agente que atua de acordo com as normais legais, não se deixando corromper ou adentrar o caminho de perdição, por assim dizer. Concebida como uma operação de combate, a missão da força-tarefa é atacar um chefe do tráfico mexicano. Mas seus integrantes são homens de funções obscuras, vividos pelos ótimos Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) e Benicio Del Toro (“Guardiões da Galáxia”). Este último rouba o filme, tanto pela força de sua caracterização quanto pela importância de seu personagem, principalmente à medida que o filme se aproxima de sua conclusão. Com algumas cenas de violência impactante, “Sicario” até poderia ser mais pesado, caso a intenção de Villeneuve fosse apenas chocar a audiência – por exemplo, nas cenas de tortura. Mas a opção do diretor é mesmo pelo suspense, baseado na construção de uma atmosfera de tensão e auxiliado por um excelente desenho de som. Um dos pontos altos do filme acontece durante um engarrafamento em pleno México, quando o grupo de americanos, auxiliado pela polícia mexicana, percebe um grupo de criminosos nos carros ao lado. O que eles efetuam ali, em público, é impressionante. É a partir daí que o foco muda para Alejandro, personagem de Del Toro, que ganhará ainda mais força quando seu passado e o seu real interesse pela missão vier à tona. Mas até chegar onde precisa, o filme deixa os espectadores tão perdidos quanto a protagonista, alimentando uma situação desconfortável. Afinal, é possível confiar naqueles homens e em seus métodos? Até que a sensação de escuridão deixa de ser metáfora para assumir a forma de um túnel clandestino, sob a fronteira entre Estados Unidos e México. Claustrofóbica, a sequência sob a terra foi filmada pelo diretor de fotográfia Roger Deakins – de obras admiráveis como “Onde os Fracos Não tem Vez” (2007), “007 – Operação Skyfall” (2012) e o próprio “Os Suspeitos” – com câmeras termais e de visão noturna, que realçam a falta de iluminação. Trata-se, por sinal, de um momento-chave para a jornada da personagem de Emily Blunt. E é precisamente quando ocorre uma reviravolta no foco dos personagens, que acaba sendo muito bem-vinda. Algumas das melhores cenas serão guardadas para esse final. Cenas em que Villeneuve mais uma vez provoca o espectador a questionar suas convicções morais: até que ponto é possível aceitar violência em nome da justiça? O mesmo questionamento estava na base de “Os Suspeitos”. E, novamente, os resultados são danosos – sem falar nas implicações racistas de apresentar o México, caricaturalmente, como um lugar perigoso e que precisa ser “limpo”, nem que seja por pessoas dispostas a fazer o trabalho sujo.

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