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    Jack Reacher – Sem Retorno é o thriller de ação mais genérico da carreira de Tom Cruise

    29 de novembro de 2016 /

    Tom Cruise construiu uma carreira baseada na contínua alimentação de seu ego. Seus personagens, talvez todos ou quase, nunca passam por situações humilhantes ou coisa parecida, tendo geralmente que parecer belos, fortes, ágeis e também jovens. Em “Jack Reacher – Sem Reterno” (2016), por exemplo, seu personagem tem 40 anos de idade, enquanto o astro já está com 54. Tudo bem que sua aparência é a de uma pessoa de 40 ou até menos, mas se a gente se lembrar de Clint Eastwood, e do quanto ele já fazia piada de sua idade quando tinha apenas 50 anos em “Bronco Billy” (1980), por exemplo, vemos o quanto ambos os astros são diferentes em tratar a própria imagem. Talvez esse narcisismo e essa vontade de estar sempre no poder tenha sido o motivo de ele ter se afastado de diretores do primeiro escalão, com quem ele trabalhou do início de sua carreira até mais ou menos 2007, quando foi coadjuvante de um filme dirigido por Robert Redford (“Leões e Cordeiros”). Trabalhar com diretores do segundo escalão lhe confere mais poder como produtor e menos atrito com cineastas com ideias muito particulares, e que certamente terão que lhe dar ordens. Esse momento atual, se às vezes tem rendido filmes ótimos, como foi o caso de “No Limite do Amanhã” (2014), de Doug Liman, na maioria das vezes resulta em trabalhos esquecíveis, como este segundo filme da franquia “Jack Reacher”, que, aliás, deve acabar aqui mesmo. Trata-se do thriller de ação mais genérico que Cruise já estrelou. Ainda assim, ele tem a sorte de poder contar com duas mulheres que ajudam a valorizar a produção: a primeira é Cobie Smoulders (“Os Vingadores”), parceira de porrada no jogo de gato e rato da trama, e a segunda é uma adolescente, a bem jovem Danika Yarosh (série “Heroes Reborn”), que contribui com a única cena terna do filme. E como é bem-vinda esta cena, hein. A trama de “Jack Reacher – Sem Retorno”, dirigido por Edward Zwick, começa um tanto apressada e confusa, com o protagonista mostrando que sabe das coisas para um grupo de policiais que o cercam. Reacher, agora um ex-militar, retorna à base que ele serviu na Virginia, para levar uma major local (Smoulders) para jantar. Mas aí ele descobre que ela está presa, acusada de ter vazado informações confidenciais do exército. Daí ele resolve investigar por conta própria e também descobre que há uma garota que talvez seja a sua filha na jogada, além dos tradicionais inimigos que contribuirão para alguns bons e outros maus momentos de porradaria do filme. Uma das melhores cenas de ação acontece nos telhados de Nova Orleans, lembrando, inclusive, “Um Corpo que Cai”, do Hitchcock, dando até um ar interessantemente anacrônico ao filme. Na maioria das vezes, porém, Cruise é salvo por Smoulders, que rouba as cenas sempre que está presente na ação. Assim como nos filmes de espionagem de Hitchcock, também há que se dar pouca importância a certos detalhes relativos à trama. Mesmo levando isso em consideração, não deixa de ser pouco convincente a cena em que Reacher desmascara o grande inimigo, vivido por Robert Knepper, que desde a série “Prison Break” sempre faz papel de vilão. Mas é a tal coisa: só o tempo dirá o quanto “Jack Reacher – Sem Retorno” ficará marcado na memória do público: se como um filme de ação irregular, mas com sequências bem legais, ou se como aquele filme estrelado por Cruise que mais parece um thriller feito para a TV, desses que passam no Supercine.

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    Brie Larson entra em thriller de ação produzido por Martin Scorsese

    13 de março de 2016 /

    Brie Larson, vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack”, entrou no thriller de ação “Free Fire”, que será produzido por Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), informou o site The Hollywood Reporter. Apesar do envolvimento de Scorsese, a direção está a cargo do britânico Ben Wheatley (de “Turistas” e do vindouro “High-Rise”). Ela vai se juntar a um elenco majoritariamente masculino, que já definiu as participações de Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”) e Sharlto Copley (“Elysium”). “Free Fire” gira em torno de um negócio de armas que acaba muito mal. Brie Larson interpreta a mulher responsável por intermediar um encontro, em um armazém abandonado, entre dois irlandeses e uma gangue. O objetivo é a venda de um estoque de armas. Mas quando tiros são disparados durante a reunião, o caos toma conta do lugar. O filme ainda não tem data prevista para estrear nos cinemas mundiais.

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