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    Marvel lança coleção de pôsteres de super-heróis para comemorar uma década de cinema

    2 de março de 2018 /

    O Marvel Studios divulgou uma coleção de pôsteres para comemorar os 10 anos de sua história de sucesso. As artes destacam alguns dos heróis da produtora. Um dos cartazes é uma montagem com diversos personagens, enquanto as demais trazem individualmente Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Hulk (Mark Ruffalo), Thor (Chris Hemsworth), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gamora (Zoe Saldana), Groot (Vin Diesel) e Pantera Negra (Chadwick Boseman). Desde que se estabeleceu como um estúdio, a Marvel já contabiliza 18 longas de super-heróis dos quadrinhos, e passou a ser referenciada pelos concorrentes pela capacidade de compartilhar um rico universo de histórias e personagens. Juntos, os filmes lançados pela companhia ao longo da última década já renderam mais de US$ 14 bilhões em bilheteria. Vale lembrar que a Disney comprou a Marvel (incluindo a editora de quadrinhos) por US$ 4 bilhões em 2009.

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    Vingadores: Guerra Infinita vai começar logo após cena final de Thor: Ragnarok

    30 de dezembro de 2017 /

    Os diretores Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”) revelaram como “Vingadores: Guerra Infinita” se conecta com “Thor: Ragnarok”. Em entrevista ao site ComicBook, a dupla contou que o filme começará logo após a cena final do último lançamento da Marvel, e encontrará Thor em uma situação delicada. “Nós estamos pegando a história dele [Thor], logo após o final de ‘Thor: Ragnarok’, e no final daquele filme, como qualquer fã sabe, o planeta dele, Asgard, foi destruído, e então o personagem está em um novo território” explicou Anthony Russo. Para o diretor, isto oferece uma oportunidade de “transformação radical” no personagem, e ele “estará evoluindo de um modo que não pode mais voltar atrás”. Filme mais esperado de 2018, o terceiro “Vingadores” deve reunir quase todos os heróis que já apareceram nas produções da Marvel para enfrentar a ameaça de Thanos (Josh Brolin). Com direção dos irmãos Russo, a estreia está marcada para 26 de abril no Brasil.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte

    17 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M

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    Viva – A Vida É uma Festa lidera bilheterias da América do Norte pela terceira semana

    10 de dezembro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, batizada como “Viva – A Vida É uma Festa” para sua estreia em janeiro no Brasil, manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pela terceira e última semana consecutiva. A calmaria que proporcionou esta conquista vai acabar nos próximos dias, com a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Sem nenhum grande lançamento pela frente, “Coco”, ou melhor “Viva – A Vida É uma Festa” comandou as bilheterias com uma das mais baixas arrecadações de um líder do ranking deste ano, faturando US$ 18,3M (milhões) nos últimos três dias. Com isso, o filme atingiu US$ 135,5M nos Estados Unidos e Canadá. Em todo o mundo, já são US$ 389,5M. O resto do Top 3 também permaneceu inalterado, com “Liga da Justiça” cruzando a marca total de US$ 212M no mercado doméstico e “Extraordinário” atingindo US$ 100,3M. A maior novidade ficou por conta do desempenho de “O Artista do Desastre”. Críticas positivas e prêmios conquistados por James Franco, por sua interpretação no papel-título, ajudaram a produção indie a tomar o 4º lugar. Dirigido e estrelado por Franco, “O Artista do Desastre” faturou US$ 6,46M e atingiu 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Detalhe: mesmo com a ampliação de sua presença no circuito limitado, o filme tem a menor distribuição de todo o Top 10, em cartaz em cerca de 800 salas, o que torna sua presença na parte de cima do ranking bastante significativa. A estreia está marcada para 25 de janeiro no Brasil. “Thor: Ragnarok” fecha o Top 5 registrando outra marca expressiva. Com os ingressos vendidos no fim de semana, a produção da Marvel se tornou o sexto lançamento de 2017 a faturar mais de US$ 300M no mercado doméstico. A arrecadação mundial do filme do super-herói está em US$ 833,1M, a sétima maior entre as produções deste ano. Confira abaixo os números dos 10 filmes de maior arrecadação no fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 18,3M Total EUA: US$ 135,5M Total Mundo: US$ 389,5M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA: US$ 212M Total Mundo: US$ 613,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA: US$ 100,3M Total Mundo: US$ 129,6M 4. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 6,46M Total EUA: US$ 8M Total Mundo: US$ 9,7M 5. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA: US$ 301,1M Total Mundo: US$ 833,1M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 91,1M Total Mundo: US$ 142,3M 7. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 92,7M Total Mundo: US$ 274,7M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 21,3M Total Mundo: US$ 21,3M 9. Just Getting Started Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 18,3M Total Mundo: US$ 18,3M

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    Viva – A Vida É uma Festa mantém liderança nas bilheterias da América do Norte

    3 de dezembro de 2017 /

    Sem nenhum grande lançamento para enfrentar, o novo longa animado da Pixar, que no mundo inteiro se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, manteve o 1º lugar pela segunda semana consecutiva nos Estados Unidos e Canadá. O filme faturou mais US$ 26,1M (milhões). Assim, chegou a US$ 108,6M no mercado doméstico e já se aproxima dos US$ 300M em todo o mundo, graças a recorde de arrecadação no México e a uma recepção muito positiva do público e da crítica. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. E a nota da crítica também foi bastante elevada: 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, subindo 1% desde a semana passada. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. O resto do Top 5 também se manteve inalterado, trazendo “Liga da Justiça” (2º) “Extraordinário” (3º) “Thor: Ragnarok” (4º) e “Pai em Dose Dupla” (5º). As mudanças no ranking norte-americano só aparecem a partir do destaque obtido pelas produções indies “Lady Bird” (7º) e “Três Anúncios para um Crime” (8º). A repercussão positiva de “Lady Bird”, que foi eleito o melhor filme do ano pela crítica de Nova York e bateu recorde de aprovação no site Rotten Tomatoes, encorajou a distribuidora a aumentar sua exposição, fazendo a comédia finalmente chegar a mais de mil salas. Com isso, sua arrecadação atingiu US$ 4,5M nos últimos três dias e um total de US$ 17M no mercado doméstico. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Para juntar injúria ao descaso, o filme ganhou um subtítulo daqueles. Será chamado de “Lady Bird – É Hora de Voar”. “Três Anúncios para um Crime”, vencedor do Festival de Toronto, está em 300 salas a mais que “Lady Bird”. Mesmo assim, faturou os mesmos US$ 4,5M nos últimos três dias e somou US$ 13,6M no mercado doméstico. Tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e sua estreia nacional também vai demorar. Está marcada somente para fevereiro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes mais assistidos do fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 26,1M Total EUA: US$ 108,6M Total Mundo: US$ 279,9M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA: US$ 197,3M Total Mundo: US$ 567,4M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 100,2M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 9,6M Total EUA: US$ 291,4M Total Mundo: US$ 816,4M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA: US$ 82,8M Total Mundo: US$ 116,8M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 84,7M Total Mundo: US$ 210,9M 7. Lady Bird Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 8. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 13,6M Total Mundo: US$ 13,6M 9. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 27,2M Total Mundo: US$ 29M 10. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 64,M Total Mundo: US$ 97,8M

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    Viva – A Vida É uma Festa derrota Liga da Justiça e lidera bilheterias da América do Norte

    26 de novembro de 2017 /

    A Pixar tem um novo sucesso nas bilheterias. Após quebrar recordes no México, o novo longa animado do estúdio, que se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, enfrentando pouca resistência da “Liga da Justiça”. O filme faturou US$ 49M (milhões) no fim de semana, mas contando os cinco dias do feriadão de Ação de Graças chegou a US$ 71,1M, acima das expectativas, tendo em vista a competição do filme de super-heróis. O valor é a quarta maior abertura de Ação de Graças de todos os tempos, atrás apenas de produções da própria Pixar e de sua proprietária Disney – “Toy Story 2” (1999), “Frozen” (2013) e “Moana” (2016). O faturamento refletiu diretamente a aprovação do público. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. A positividade em torno de “Viva – A Vida É Uma Festa” acabou sendo um grande contraponto às más notícias da semana passada, quando a Pixar foi abalada por denúncias de assédio contra seu fundador, que se afastou da companhia. Não há como negar que havia muito receio na Disney, tanto pela proximidade do escândalo quanto pela temática do desenho, centrado em personagens e na cultura do México. A trama conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”), transformou temas mexicanos numa história de apelo universal, que ressoou em todo o mundo, atingindo faturamento global de US$ 153,3M. Mas no México foi muito mais bem-sucedido que o imaginado, virando um fenômeno. Com arrecadação de US$ 53,4M, “Viva” já é a maior bilheteria de todos os tempos no país. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. Com o sucesso de “Viva”, “Liga da Justiça” acabou caindo para o 2º lugar em seu segundo fim de semana em cartaz. Fez US$ 40,7M no fim de semana, chegando a US$ 60M no feriadão. Assim, o acumulado doméstico de dez dias está em US$ 171,5M, o pior desempenho de um filme do universo compartilhado da DC Comics. Como comparação, “Mulher Maravilha” fez US$ 203M em seus primeiros dez dias na América do Norte. A boa notícia para a Warner é que o filme arrebentou na China, onde foi promovido até com pôsteres piratas, em que os heróis da DC se impunham sobre cadáveres da Marvel. Em todo o mundo, “Liga da Justiça” respira com US$ 481,3M. O Top 3 também continua a registrar a boa vendagem de “Extraordinário”. O filme anti-bullying, que traz Sonia Braga em seu elenco, já faturou US$ 69,4M no mercado doméstico, antes de chegar aos demais países. A estreia no Brasil está marcada para 7 de dezembro. Mas impressionante mesmo é “Thor: Ragnarok”, que continua vendendo muitos ingressos em 4º lugar. Até o próximo fim de semana, a produção da Marvel deverá cruzar a marca de US$ 800M de arrecadação mundial. Para completar, um recorde foi quebrado por um lançamento limitado, logo abaixo do Top 10. O romance gay “Me Chame por Seu Nome”, que vem se destacando nas indicações aos prêmios de final de ano, estreou na sexta (24/11) em apenas quatro salas, e mesmo assim apareceu em 13º lugar no ranking, com US$ 404,8 mil de bilheteria. A média de US$ 101 mil por sala é a maior já registrada por qualquer filme neste ano nos Estados Unidos. “Me Chame por Seu Nome” estreia no Brasil apenas em 18 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 49M Total EUA: US$ 71,1M Total Mundo: US$ 153,3M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 40,7M Total EUA: US$ 171,5M Total Mundo: US$ 481,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 22,3M Total EUA: US$ 69,4M Total Mundo: US$ 70,3M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 277,4M Total Mundo: US$ 790M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA: US$ 72,6M Total Mundo: US$ 73,6M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13M Total EUA: US$ 74,2M Total Mundo: US$ 175,3M 7. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 22M Total Mundo: US$ 22,7M 8. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 59,7M Total Mundo: US$ 92,8M 9. Roman J. Israel, Esq. Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 6,2M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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    Diretor de Thor: Ragnarok agradece cartaz de Liga da Justiça por “promover” Thor

    21 de novembro de 2017 /

    Taika Waititi não resistiu. O diretor de “Thor: Ragnarok” foi ao Twitter destacar e agradecer uma gafe do marketing de “Liga da Justiça”. É que a diagramação do texto do cartaz forma a palavra “Thor”. “Não sei de que forma comentar isso, além de… Obrigado?” O marketing de “Liga da Justiça” foi realmente cego, ignorando Superman em toda a promoção do filme, enquanto a imprensa inteira já antecipava o debate do bigode do ator Henry Cavill. Com a expectativa de marcar época, o filme estreou no fim de semana com a pior arrecadação entre os cinco lançamentos do universo cinematográfico da DC na América do Norte, apesar de liderar as bilheterias. I mean, I don't know how else to comment on this other than… Thanks??#SupportEachOther #SubliminalLove #ThorRagnarok #JLAssemble #Crossover #skuxlife @bradwinderbaum pic.twitter.com/Tl2Kp79ZHk — Taika Waititi (@TaikaWaititi) 21 de novembro de 2017

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    Liga da Justiça estreia em 1º lugar, mas é maior fracasso do universo DC na América do Norte

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” abriu em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, faturando US$ 96M (milhões) em seu fim de semana de estreia. Números imponentes. Mas com um porém ainda maior: os US$ 300 milhões estimados de seu orçamento de produção. Ainda entusiasmados pelo bom resultado de “Mulher-Maravilha”, o público americano foi em massa assistir às pré-estreias e ao primeiro dia de exibição da nova produção de super-heróis da Warner Bros, o que jogou suas estimativas de faturamento para a casa dos US$ 120 milhões. Entretanto, o ímpeto diminuiu no sábado. As vendas de ingresso caíram e o filme, inesperadamente, não conseguiu ultrapassar os US$ 100 milhões. Por “coincidência”, a avaliação do site Rotten Tomatoes só foi liberada na véspera da estreia – de forma controversa – , e a nota foi péssima, oscilando entre 38 e 40% de aprovação. As críticas negativas contribuíram para arrefecer o entusiasmo do público. Ao final, o primeiro filme a juntar os maiores heróis da DC Comics estreou abaixo do longa individual da Mulher-Maravilha. O lançamento da heroína abriu com US$ 103M em junho, na América do Norte. Ainda mais significativo é seu desempenho diante da estreia de “Batman vs. Superman”, que estabeleceu a premissa do universo compartilhado da DC Comics – ao introduzir Mulher-Maravilha e apresentar rapidamente os demais integrantes da futura Liga da Justiça. O borrão sombrio de Zack Snyder abriu com US$ 166M no ano passado. Mas desabou em sua segunda semana, após ser execrado pela crítica – e terminou sua trajetória com quatro prêmios no troféu Framboesas de Ouro, anualmente concebidos aos piores trabalhos do cinema hollywoodiano. Considerando que “Esquadrão Suicida” fez US$ 133M e até “O Homem de Aço” começou com US$ 113M, os números definem “Liga da Justiça” não como o carro-chefe do universo compartilhado da DC Comics, como planejava a Warner, mas como seu maior fracasso. Para chegar em números mais baixos, é preciso lembrar o estado em que estavam as adaptações de quadrinhos há duas décadas, época de “Batman e Robin”, que levaram até “Batman Begins” a ser encarado com desconfiança – e uma bilheteria inicial de apenas US$ 48,7M há 12 anos. Superada esta fase, só “Liga da Justiça” faturou menos de US$ 100M para o catálogo da DC. Para cutucar com vara curta, vale lembrar que “Os Vingadores”, primeira produção a juntar os super-heróis da Marvel, fez mais que o dobro em sua estreia, estabelecendo a arrecadação recorde de US$ 204,7M em 2012 – e a continuação não ficou muito atrás, com US$ 191,3M em 2015. A briga de DC vs. Marvel quase ofuscou os demais lançamentos da semana. Mas é digno de nota o desempenho de “Extraordinário”, que se acomodou no 2º lugar. A história anti-bullying do menino deformado que encontra apoio para superar as dificuldades da vida escolar agradou em cheio, com 82% de aprovação da crítica. A arrecadação de US$ 27M ficou, inclusive, acima das expectativas do mercado, diante da concorrência dos blockbusters dos super-heróis valentões. A estreia no Brasil vai acontecer em 7 de dezembro. Com isso, “Thor: Ragnarok” perdeu duas posições, caindo para 3º lugar após duas semanas no topo. O longa tinha aberto com US$ 122,7M e já tem US$ 247,3M em bilheteria doméstica. Com um detalhe a mais para se vangloriar: custou 60% do preço da “Liga da Justiça”. Abaixo no ranking, a animação “A Estrela de Belém” implodiu com US$ 10M. História do nascimento de Jesus com bichos falantes, o filme foi aprovado pela crítica americana, com 62% no Rotten Tomatoes, e traz sua presepada ao Brasil em 30 de novembro. Destaca-se, ainda, o fenômeno registrado nas exibições limitadas de “Lady Bird” e “Três Anúncios para um Crime”. O sucesso de “Lady Bird” na semana passada fez o filme dobrar a quantidade de telas, chegando em 238 salas. “Três Anúncios para um Crime” está em 53. E ambos se destacam no Top 10 à frente de títulos em cartaz em mais de mil salas. Na verdade, só “Liga da Justiça” faturou mais que os dois por sala neste fim de semana na América do Norte. Mas o público brasileiro só vai vê-los em 2018, após a confirmação de suas indicações para o Oscar. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 96M Total EUA: US$ 96M Total Mundo: US$ 281,5M 2. Extraordinário Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 27M Total Mundo: US$ 27M 3. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 21,7M Total EUA: US$ 247,3M Total Mundo: US$ 738M 4. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 14,85M Total EUA: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 51M 5. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 51,7M Total Mundo: US$ 148,2M 6. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 7. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 50,9M Total Mundo: US$ 77,5M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M 9. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 1M Total EUA: US$ 36,4M Total Mundo: US$ 88,8M

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    Thor: Ragnarok mantém 1º lugar e já supera bilheterias dos dois filmes anteriores da franquia

    12 de novembro de 2017 /

    “Thor: Ragnarok” enfrentou pais em dose dupla e trens expressos sem sair do lugar: o 1º lugar das bilheterias na América do Norte. O blockbuster da Marvel faturou US$ 56,6M (milhões) na estimativa do site Box Office Mojo, em seu segundo fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. É uma arrecadação incomum para uma produção em sua segunda semana, ainda mais por disputar ingressos com duas grandes estreias no período. O sucesso de “Thor: Ragnarok” é tão estrondoso que já superou, em apenas de dez dias, toda a arrecadação conquistada pelos dois longas anteriores da franquia, “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), tanto no mercado doméstico quando em seu faturamento mundial. O lançamento já soma US$ 211,5M na América do Norte e US$ 650M em todo o mundo, ultrapassando “Thor: O Mundo Sombrio”, que fez US$ 206M e US$ 644M em 23 semanas. Entre as estreias, “Pai em Dose Dupla 2” foi a que se saiu melhor. Apesar de ter sido destruída pela crítica, com míseros 16% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a curiosidade de ver Mel Gibson numa comédia, como o pai de Mark Wahlberg, lhe rendeu o 2º lugar no ranking com um faturamento considerável de US$ 30M. Mas “Assassinato no Expresso do Oriente” não ficou muito atrás, com US$ 28,2M. A diferença pode ser creditada às 230 salas a menos que receberam esta produção. Apesar do grande elenco – Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, etc – , o “remake” de Kenneth Branagh não conseguiu atingir a consagração da primeira versão da obra de Agatha Christie, encenada em 1974 e premiada pelo Oscar (Melhor Atriz Coadjuvante, vencido por Ingrid Bergman). Sem empolgar a crítica, conquistou 58% de aprovação e elogios para sua direção de arte. “Pai em Dose Dupla 2” e “Assassinato no Expresso do Oriente” estreiam, respectivamente, em 23 e 30 de novembro no Brasil. A grande sensação da semana, porém, não foi nenhum título do Top 3. De forma inesperada e impressionante, a novidade mais celebrada acabou sendo o filme que fecha o Top 10. “Lady Bird” foi lançado na semana passada em circuito ultra-limitado, apenas em Los Angeles e Nova York, e expandiu suas salas na última sexta (10/11) para atingir um total de 37 cinemas. Mesmo assim, virou um dos dez filmes mais vistos do fim de semana nos Estados Unidos, faturando US$ 1,2M. O valor representa uma arrecadação de US$ 33,7 mil por sala. Para se ter noção, “Thor: Ragnarok” faturou no mesmo tempo US$ 13 mil por sala – mas nem em sua estreia conseguiu tanto (US$ 30 mil). Trata-se de um fenômeno, que transforma “Lady Bird” num dos filmes indies mais bem-sucedidos do ano, além de lhe jogar holofotes na véspera das premiações do cinema americano. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Trata-se de reincidência. Este descaso sempre costuma acontecer quando um grande estúdio (leia-se Universal) assume a distribuição internacional de uma produção indie. Confira, abaixo, o desempenho dos dez filmes de maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 56,6M Total EUA: US$ 211,5M Total Mundo: US$ 650M 2. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 30M Total EUA: US$ 30M Total Mundo: US$ 30M 3. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 28,2M Total EUA: US$ 28,2M Total Mundo: US$ 85,4M 4. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 46,5M 5. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 34,3M Total Mundo: US$ 79M 6. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 2M Total EUA: US$ 45,9M Total Mundo: US$ 46,6M 7. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 199M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 243M 9. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 88,1M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA: US$ 1,7M Total Mundo: US$ 1,7M

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    Thor: Ragnarok fatura US$ 121 milhões em estreia arrasadora na América do Norte

    5 de novembro de 2017 /

    “Thor: Ragnarok” se mostrou onipotente nas bilheterias norte-americanas. Saudado por críticas muito positivas (93% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a produção lotou os cinemas, faturando impressionantes US$ 121M (milhões) em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos e Canadá. O valor é quase o dobro da abertura de “Thor” (2011), o primeiro filme da franquia (US$ 65M), e também muito superior ao desempenho de “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 85M) em 2013. Até então considerado o personagem menos empolgante da Marvel, Thor deu a volta por cima e superou até o badalado “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (abriu com US$ 117M) em 2017. Lançado com uma semana de antecedência em outros países, inclusive no Brasil, o filme já soma US$ 306M no mercado internacional, contabilizando também uma ótima estreia na China, onde fez US$ 55M – recorde de arrecadação para o mês de novembro no mercado chinês. Em todo o mundo, a bilheteria acumulada do super-herói contabiliza US$ 427M, arrecadados em cerca de 10 dias. Um novo sucesso para a Marvel e um empurrão e tanto para a Disney atingir o faturamento mundial de US$ 5B (bilhões) em 2017. A competição se provou desigual para o lançamento de “Perfeita É a Mãe 2”, comédia que também chegou aos cinemas norte-americanos neste fim de semana. O estúdio STX tentou amaciar o golpe antecipando sua estreia em dois dias, para a quarta-feira (2/11). Mas nem com a soma de cinco dias a continuação conseguiu superar a arrecadação do primeiro filme. Enquanto o original faturou US$ 23,8M, a sequência ficou com US$ 21,5M. Se contar apenas os três dias do fim de semana, o valor não passa de US$ 17M. Para piorar, a avaliação da crítica foi negativa. Se o primeiro tinha dividido opiniões, com 58% de aprovação, o segundo virou unanimidade: podre, com 32%. Chega no Brasil em dezembro, para valorizar sua temática natalina. O Top 3 fecha com “Jogos Mortais: Jigsaw”, renascimento da franquia de terror, que tinha aberto em 1º lugar na semana passada. O longa rendeu apenas US$ 6,7 milhões em seu segundo fim de semana. Mas como foi rodado com um orçamento de US$ 10M, deverá cobrir seus custos de produção até o próximo domingo (11/11) apenas com a bilheteria doméstica. A estreia no Brasil esta marcada para o fim do mês. Confira, abaixo, os dez filmes de maior bilheteria no fim de semana na América do Norte, com atenção especial para um trio responsável por grandes prejuízos para os estúdios. O caso mais gritante é o fracasso de “Tempestade – Planeta em Fúria”, orçado em US$ 120M, que fez somente US$ 28,7M em três semanas em cartaz na América do Norte. Além dele, “Blade Runner 2049” e “Only the Brave” também desempenharam muito abaixo das expectativas. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 121M Total EUA: US$ 121M Total Mundo: US$ 427M 2. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 21,5M Total Mundo: US$ 28,2M 3. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 28,8M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 42,9M Total Mundo: US$ 43,3M 5. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 28,7M Total Mundo: US$ 182,3M 6. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 52,9M Total Mundo: US$ 78,3M 7. Thank You for Your Service Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 7,3M Total Mundo: US$ 7,3M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 85,4M Total Mundo: US$ 239,9M 9. Only the Brave Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA: US$ 15,2M Total Mundo: US$ 16,4M 10. Let There Be Light Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA: US$ 4M Total Mundo: US$ 4M

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    Jaimie Alexander explica porque Sif não aparece em Thor: Ragnarok

    4 de novembro de 2017 /

    A atriz Jaimie Alexander explicou porque sua personagem na franquia “Thor”, a deusa Sif, não aparece no novo filme, “Thor: Ragnarok”. Conversando com o Yahoo!, ela explicou que o motivo foi um conflito de agenda com a série “Blindspot”, mas também aproveitou para dar uma cutucada na desorganização da Marvel. “Eles me convidaram, mas as filmagens aconteceriam na mesma época em que ia gravar ‘Blindspot’, então houve um conflito. Esperava ter recebido o convite com mais antecedência para me programar, mas foi algo de última hora. Eles ligaram e disseram: ‘Ei, a propósito, você pode vir fazer isso?”. Respondi que não havia como fazer isso tão rápido, não tinha como. Eles estavam em um continente diferente. Então foi triste. Fiquei chateada”. Mas ela não perdeu muita coisa. Pelo visto, sua participação seria uma figuração, como aconteceu com o personagem Frandal, vivido por Zachary Levi. Ao menos, Sif pode aparecer em outros filmes do universo Marvel. Lançado em 26 de outubro, “Thor: Ragnarok” lidera atualmente as bilheterias do Brasil.

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    Thor Ragnarok é uma piada – no bom sentido

    4 de novembro de 2017 /

    Elementos cômicos caracterizam os filmes da Marvel desde o primeiro “Homem de Ferro” (2008), mas após “Guardiões da Galáxia” (2014) vêm assumindo proporções cada vez maiores, a ponto de “Homem-Formiga” (2015) ser quase uma comédia. A evolução dessa linha narrativa rendeu “Thor: Ragnarok”, a primeira comédia assumida da Marvel. O filme é basicamente uma paródia de super-herói. Isto fica clara nas semelhanças em relação ao primeiro “Thor” (2011). Se o tom contrasta de forma radical com o clima de tragédia épica shakespeareana conjurado pelo diretor Kenneth Branagh há seis anos, a história parte exatamente da mesma premissa: Thor perde seu martelo místico, é exilado e precisava voltar a Asgard para salvar a cidade dos deuses de um inimigo mortal. Mas, como se trata de uma comédia, o caminho de volta é uma sucessão de piadas e não uma jornada de herói. Isto é, ele não precisa aprender humildade, como em “Thor”, apenas fazer gracejos, enquanto abre seu caminho à base de porradas. Ao mesmo tempo, “Thor: Ragnarok” é também o filme mais autoral de toda a linha industrial-cinematográfica da Marvel. Méritos do diretor neozelandês Taika Waititi, que tem comédias insanas e engraçadíssimas no currículo, entre elas o hilário documentário fake sobre vampiros “O Que Nós Fazemos Nas Sombras” (2014), que conseguiu a façanha de vencer a mostra Midnight do Festival de Toronto, dedicada a filmes extremos e assustadores. Se James Gunn abriu as portas com seus “Guardiões”, Taika Waititi derrubou as paredes. O novo “Thor” é um filme típico de Waititi, para rir do começo ao fim. E ele encontrou um aliado importante para realizar seu projeto: o próprio Thor. Ou melhor, o australiano Chris Hemsworth, que já tinha mostrado talento cômico anteriormente – em “Férias Frustradas” (2015) e “Caça-Fantasmas” (2016) – , e que entrega seu melhor desempenho como ator. Até Mark Ruffalo, que incorporava um Hulk atormentado, virou piadista. Pela primeira vez, o Hulk fala num filme da Marvel, apenas para contar piadas. O tom cômico agradou em cheio a maioria do público e até aos críticos de cinema, que consideravam os filmes de “Thor” como os mais fracos de todo o universo “cinemático” da Marvel. Mas irritou ferozmente os blogueiros nerds. Quem procurar por críticas de “Thor: Ragnarok” fora do Rotten Tomatoes pode se assustar com as notas baixas conquistadas pela produção na nerdosfera. Se a grande imprensa achou que o filme vale um 9, geeks irritados não dão nem 2. Isto porque o filme ridiculariza sem dó o gênero das adaptações de quadrinhos, e faz isso de forma consciente, com piadas sobre Tony Stark e outros personagens da Marvel. Mesmo assim, fãs dos quadrinhos não deveriam reclamar da paleta colorida e da extravagância visual dos novos personagens, pois remetem aos desenhos clássicos de Jack Kirby. E há inúmeras referências à tramas famosas da Marvel, de “Planeta Hulk” ao próprio “Ragnarok”. Por outro lado, a destruição de Asgard nas mãos de Hela, uma Cate Blanchett divina, causa tanto impacto quando a quarta explosão da Enterprise nos filmes de “Star Trek”. As piadinhas também fazem com que mortes de personagens conhecidos da franquia não sejam sentidas. E isto num filme intitulado “Ragnarok”, o apocalipse nórdico. A dramaticidade sucumbe sob o peso dos excessos. As nuances não funcionam. O destino dos personagens se torna irrelevante, já que o ritmo leva o público a esperar gags e não tragédias. E ironicamente, mesmo assim, as cenas de ação são muito bem realizadas. Mas o grande fato incontornável é que, sem as piadas, “Thor: Ragnarok” não valeria o ingresso de cinema. Isto porque a produção parte de um roteiro extremamente simplório, apesar de escrito por quatro roteiristas diferentes, e se resume a uma história de transição, criada para anunciar que vem outro filme da Marvel a seguir. Waititi conseguiu um milagre, ao tornar esse comercial gigante de “Vingadores: Guerra Infinita” num passatempo divertido. Para quem não espera nada de um terceiro filme do deus do trovão, “Thor: Ragnarok” pode se revelar uma boa surpresa. Já quem espera muito de qualquer filme da Marvel, a surpresa pode ser descobrir que o estúdio finalmente fez o filme que sempre ensaiou fazer: uma homenagem ao Batman da TV dos anos 1960.

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    Thor: Ragnarok ganha último pôster e vídeo com depoimentos do elenco

    26 de outubro de 2017 /

    Com o filme em cartaz no Brasil, a Marvel divulgou um último pôster e vídeo de “Thor: Ragnarok”, que traz depoimentos do elenco falando de seus personagens e da trama. Há menções que sugerem um filme bem diferente dos anteriores. E, de fato, é uma comédia, em que até o Hulk fala pela primeira vez – para contar piadas. Isto não significa algo negativo. O filme está atualmente com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas o percentual deve diminuir um pouco até a estreia, pois a maioria das críticas publicadas até o momento são de blogs geeks. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” estreou nesta quinta-feira (26/10) nos cinemas brasileiros.

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