George A. Romero (1940 – 2017)
O diretor George A. Romero, que criou o conceito dos zumbis modernos com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (16/7). Ele faleceu durante o sono, enquanto lutava contra um câncer de pulmão, aos 77 anos. Foi Romero quem concebeu a ideia de um apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Para fazer sua estreia como diretor, Romero juntou todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, rodando o filme com apenas US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. “A Noite dos Mortos-Vivos” virou um fenômeno. Mas o diretor não recuperou o investimento. Afinal, o filme foi registrado sob o título original, “The Night of the Flesh-Eaters” (a noite dos canibais). Quando os produtores optaram por um nome menos sensacionalista, os direitos autorais caíram no limbo, colocando o longa em domínio público. Romero nunca viu nenhum centavo dos lançamentos em vídeo. Arrasado, ele resolveu mostrar que era um diretor sério, filmando uma comédia romântica (“There’s Always Vanilla”, em 1971), que foi um fracasso. Também tentou misturar drama e sobrenatural numa história de dona de casa que se envolve com bruxaria (“Season of the Witch”, em 1972). Nenhum desses filmes despertou o mesmo interesse de sua estreia. Assim, decidiu retomar conceitos de seu clássico. Seu quarto filme voltou a lidar com infecção, claustrofobia, ataque de contaminados enraivecidos e a reação desumana do governo federal. “O Exército do Extermínio” (1973) mostrou um vírus que transformava a população de uma cidadezinha da Pensilvânia em assassinos alucinados. Desta vez, porém, não bastava enfrentar os infectados. O terror também vinha dos militares que cercavam o local, forçando uma quarentena para impedir a fuga dos sobreviventes. O longa virou cult e ganhou um remake em 2010 (“Epidemia”), mas na época não rendeu o suficiente para que Romero continuasse a se aventurar no cinema de forma independente. Ele foi, então, dirigir documentários esportivos para a TV. Fez até um filme sobre um jovem esportista em ascensão, chamado O.J. Simpson. Mas só conseguiu ficar cinco anos tempo longe de sua paixão. Ao voltar, fez outro cult, “Martin” (1978), história de um rapaz obcecado por sangue, um serial killer que acreditava ser um vampiro. Tornou-se o filme favorito do diretor, ainda que não tenha feito sucesso nas bilheterias. A esta altura, a influência de “A Noite dos Mortos-Vivos” já tinha chegado ao cinema europeu. Um grupo de investidores italianos procurou Romero, interessado em produzir um novo filme de zumbis, entre eles o cineasta Dario Argento (“Suspiria”). Romero ganhou seu primeiro grande orçamento e carta branca para escrever e dirigir como quisesse. E o resultado foi sua obra-prima visceral. Para “Despertar dos Mortos” (1978), o diretor quis mostrar como a epidemia zumbi afetava um grande centro urbano. Juntou uma produtora de telejornal, um piloto de helicóptero e dois policiais da tropa de choque em fuga de uma metrópole infestada, com zumbis irrompendo em estúdios televisivos, em cortiços superlotados e… num shopping center. Ao concentrar a ação no shopping gigante dos subúrbios de Pittsburgh, o filme estabeleceu um dos cenários mais famosos do terror, ao mesmo tempo em que superou seu próprio gênero, inserindo comentário social de humor negro na materialização de zumbis consumistas, que continuavam a demonstrar fervor materialista após a morte. Perguntado porque os zumbis estavam reunidos ali, um personagem responde: “Algum tipo de instinto. Memória do que costumavam fazer. Este era um lugar importante nas suas vidas”. Foi durante a produção que Romero descobriu que perdera direito ao título “Mortos-Vivos”. Um produtor lançaria uma nova franquia com este nome, referenciando “A Noite dos Mortos Vivos” e espalhando ainda mais o gênero – a partir de “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). O próprio “Despertar dos Mortos” originou outra saga, ao ganhar uma continuação de seus produtores italianos, chamada “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” (1979). Alheio à proliferação dos filmes de zumbis, Romero rodou “Cavaleiros de Aço” (1981), sobre gangues de motoqueiros que se portavam como se fossem cavaleiros medievais, estrelado por Tom Savini – que liderou a gangue de motoqueiros de “Despertar dos Mortos”. A ideia bizarra também virou cult. Para sacramentar sua fama como diretor de terror, ele ainda firmou uma parceria com o escritor Stephen King, que escreveu um de seus raros roteiros originais para o diretor: “Creepshow – Show de Horrores” (1982), uma homenagem aos antigos quadrinhos de terror da editora EC Comics (que publicava, entre outros, “Tales of the Crypt”). Ao perceber que os mortos-vivos tinham virado febre, ele retomou as criaturas em “Dia dos Mortos” (1985), passado num bunker militar. Mais claustrofóbico que nunca e igualmente influente, o filme tratou de mostrar que a ameaça humana podia ser tão ou mais perigosa que o ataque das criaturas, num mundo em que os sobreviventes se tornavam psicopatas. De quebra, o longa rendeu o primeiro trabalho da carreira de Greg Nicotero, futuro produtor da série “The Walking Dead”, como assistente de Tom Savini na criação das maquiagens dos zumbis. A reputação conquistada com a trilogia zumbi levou Romero a produzir uma série de TV, “Galeria do Terror” (Tales from the Darkside), que durou quatro temporadas, e também o aproximou dos grandes estúdios. O thriller “Instinto Fatal” (1988) foi uma produção da Orion, distribuída por Fox e Warner no exterior. Mas a história do macaco que aterrorizava seu dono paraplégico teve mais mídia que público. Ele voltou a colaborar com Dario Argento em “Dois Olhos Satânicos” (1990), que levou às telas dois contos distintos de Edgar Allan Poe – um dirigido por Romero, outro por Argento. E com Stephen King, na adaptação de “A Metade Negra” (1993), outra produção grandiosa para os padrões do diretor. Apesar da expectativa, os filmes não agradaram à crítica e nem renderam as bilheterias esperadas. Assim, Romero não encontrou as mesmas facilidades para realizar novos projetos. Só foi retomar a carreira sete anos depois com “A Máscara do Terror” (2000), uma história original sobre um homem deformado, que não teve impacto algum. Mas lá atrás, em 1990, ele se envolveu em algo que lhe daria dividendos. O próprio Romero produziu e roteirizou o primeiro remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”, desta vez realizado à cores e com um final bem diferente. A produção foi um sucesso e inaugurou a tendência de refilmagens de sua obra. Em 2004, Zack Snyder fez o remake de “Despertar dos Mortos”, lançado no Brasil com o título de “Madrugada dos Mortos”. E a obra fez tanto sucesso que muita gente passou a perguntar porque Romero não fazia mais filmes de zumbis. A própria Universal Pictures, que distribuiu o filme de Snyder, procurou Romero interessada em saber sua disposição para retomar o gênero. O diretor se viu com o maior orçamento de sua carreira para filmar “Terra dos Mortos” (2005). Ele não esqueceu do amigo Dario Argento e convidou a filha do cineasta, Asia Argento, para estrelar a produção, ao lado de astros como o veterano Dennis Hopper, John Leguizamo e Simon Baker. Para completar, diversos figurantes famosos viveram zumbis na produção, como Simon Pegg e o diretor Edgar Wright, que recém tinham feito a comédia zumbi “Todo Mundo Quase Morto” (2004), sem esquecer de Savini e Nicotero. Desta vez, a trama se passava numa cidade-fortaleza, com milionários encastelados e proletários lutando para manter os privilégios da classe dominante. A mensagem não agradou muito o estúdio, que aproveitou a baixa bilheteria para limar o projeto de continuação, que Romero pretendia rodar com os sobreviventes da história. Seria sua primeira sequência a retomar personagens. A febre dos filmes de “found footage” (imagens encontradas) inspirou Romero a produzir mais um filme de zumbis, desta vez com baixíssimo orçamento, como no começo de sua carreira, na base da câmera na mão e um tiro na cabeça. Com “Diário dos Mortos” (2007), ele ainda revisitou os primeiros dias da epidemia. Mas por mais barato que tenha sido, o filme não se pagou. Não rendeu nem US$ 1 milhão na América do Norte. O cineasta rodou um último filme a partir de algo que sempre lhe questionaram: por que os sobreviventes não vão para uma ilha? “A Ilha dos Mortos” (2009) explicou porquê, com direito a uma cena trash fantástica, de luta entre zumbi e tubarão. Apesar de ter retomado os zumbis em seus últimos filmes, ele via com desgosto a popularização do gênero. Não gostava de zumbis velozes, como os mostrados no remake de “Madrugada dos Mortos”. Recusou até um convite para dirigir um episódio de “The Walking Dead”, porque dizia que a série era “uma novela com zumbis” e achava que sua participação poderia “legitimá-la”. Ele também escreveu para videogames e quadrinhos, e buscava tirar do papel seu sétimo filme de zumbis via crowdfunding. Romero chegou a finalizar o roteiro, intitulado “Road of the Dead” (estrada dos mortos), que previa corridas de carros malucas, em que zumbis competiam para a diversão de humanos ricos. A ideia era lançar o filme em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” completaria 50 anos.
Morre dublê que se acidentou no set de The Walking Dead
O dublê americano John Bernecker, que caiu de uma plataforma de quase dez metros de altura durante as gravações da 8ª temporada de “The Walking Dead”, teve a morte declarada, segundo o site TMZ. Ele estava em estado grave e respirava com a ajuda de aparelhos no Atlanta Medical Center desde a tarde de quarta-feira (12/7), quando sofreu o acidente e ficou com uma lesão grave na cabeça. De acordo com o site americano, ele estava rodeado de parentes, amigos e da namorada, Jennifer Cocker, que também é dublê, no momento em que os aparelhos foram desligados. A produtora responsável informou que as gravações foram suspensas após o acidente. O dublê de 33 anos começou a trabalhar há nove anos na profissão, tendo participado de vários sucessos do cinema. Entre eles, estão “Logan”, “Corra!”, “Velozes e Furiosos 8” e três filmes da série “Jogos Vorazes”. Em “Logan”, ele também faz uma pequena aparição como ator, interpretando um policial. O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) informou que vai investigar as causas do acidente fatal. No Facebook, antes da confirmação da morte de Bernecker, a namorada do dublê considerou “injusto” o acidente.
AMC revela emails pesados do criador de The Walking Dead para justificar sua demissão
O site The Hollywood Reporter teve acesso aos emails trocados entre o cineasta, roteirista e produtor Frank Darabont e os executivos e equipe técnica de “The Walking Dead”. Criador da série, Darabont trava uma batalha legal com o canal AMC por ter sido demitido na 2ª temporada da série e revindica uma fortuna em direitos. A correspondência foi usada como prova dos executivos da AMC para justificar sua demissão. Os emails abrangem o período em que Darabont esteve à frente da atração, entre 2010 e 2011, e são repletos de palavrões e ameaças físicas. Sua baixa estima pelos profissionais da série é evidente, mas não há uma linha de reclamação sobre o elenco, demonstrando que seu problema era com a equipe contratada pelo AMC para trabalhar na produção. Ele descreve roteiristas como “malditos idiotas preguiçosos” e “enganadores superpagos” e diz que não deveria “apenas ter demitido, mas caçado e matado os fdp à tijoladas, e depois queimado suas casas”. “Eu falei para os c*zões uma dúzia de vezes. Por que eles não escutam quando EU DIGO a forma de fazer? Entra em um ouvido e sai no outro… É como se eles intencionalmente me dissessem para ir me f*der.” Irritado com um executivo da AMC que insistia em falar dos roteiristas, ele retrucou: “Por favor, pare de falar em sala de roteiristas. Não há sala de roteiristas, o que você sabe tão bem quanto eu. Eu sou a sala dos roteiristas. Os malditos c*zões preguiçosos que supostamente seriam meus showrunners me deixaram essa responsabilidade depois de perderem cinco meses do meu tempo”. A situação acirra ainda mais quando Darabont vê as gravações do começo da 2ª temporada e decide que o material é inutilizável. Após reclamar que tinha dito para limitarem as gravações com câmera na mão, ele percebeu que a maioria das cenas foi filmada com câmera na mão. “Quando eu disse, não era uma sugestão aleatória, e os operadores devem ser dito para manter a p*rra da câmara na mão”, resultando em imagens de “crise epiléptica”, “uma m*rda completamente demente e inutilizável”. “Diga a esses operadores que se eles não conseguem fornecer imagens que funcionem, precisamos substituí-los por pessoas que podem. Por que diabos nós estamos pagando? Ray Charles poderia fazer melhor”, completa. Sobra até para os diretores. “É como se tivéssemos arrancado um garoto sem nenhuma experiência do ensino médio e o colocado para dirigir uma série”, escreveu Darabont. “Melhor acordar logo e prestar a p*rra da atenção. Ou vou começar a matar pessoas e atirar os corpos porta afora”. Num desabafo enviado para a produtora Gale Anne Hurd e outros, ele deixou claro seu estado de espírito: “F*dam-se todos por me dar dores no peito por causa da incrível incompetência, da cegueira absoluta aos momentos importantes e da falta de consideração por tudo o que está escrito e não é exibido no set todos os dias. Eu mereço melhor do que um ataque cardíaco, porque pessoas são muito estúpidas para ler um script e entender as palavras. Alguém está em desacordo comigo? Então juntem-se ao operador de câmera demitido e vá encontrar outro trabalho que não consista em deliberadamente atrapalhar a minha série cena por cena”. Em seu depoimento no processo, Darabont defendeu o tom dos emails, dizendo que eles foram escritos no calor do momento, durante uma produção profundamente conturbada e que suas reclamações eram válidas. “Cada um desses emails deve ser considerado no contexto”, ele explicou. “Eles foram enviados durante um período intenso e estressante de dois anos de trabalho, durante o qual eu estava lutando como uma mãe leoa para proteger essa série – não apenas por mim, mas ironicamente também pelo AMC. Cada um desses emails foi enviado porque um ‘profissional’ demonstrou que sua preguiça, indiferença ou incompetência ameaçava afundar o navio. Meu tom foi o resultado do estresse e da magnitude extraordinária da crise. A linguagem e hipérbole dos meus emails são duras, mas as circunstâncias também eram.” A estratégia do AMC é mostrar que o comportamento de Darabont não condizia com a função que ele deveria exercer e por isso foi justamente demitido. O produtor alega que o canal foi responsável por criar esta situação por economizar os mínimos centavos em tudo, contratando profissionais baratos e incapacitados porque não acreditava no potencial de uma série de zumbis. E como foi ele quem tirou o projeto do papel, graças a muito esforço e comprometimento, deveria ter sido melhor considerado e compensado. O roteirista-produtor Glen Mazzara, que substituiu Darabont na metade da 2ª temporada, testemunhou a favor do cineasta, dizendo que o considerava um “bom showrunner”, trabalhando 24 horas no programa e que o AMC o tratou de forma injusta.
Gravações de The Walking Dead são suspensas após acidente grave com dublê
As gravações da série “The Walking Dead” foram suspensas após um dublê se ferir gravemente numa queda de quase dez metros e machucar a cabeça. Segundo o site Deadline, John Bernecker trabalhava na 8ª temporada da produção, na Georgia, quando caiu diretamente no chão de concreto. Ele está em coma na UTI do Atlanta Medical Center. O dublê começou a trabalhar há nove anos na profissão, tendo participado de vários sucessos do cinema. Entre eles, estão “Logan”, “Corra!”, “Velozes e Furiosos 8” e três filmes da série “Jogos Vorazes”. Em “Logan”, ele também faz uma pequena aparição como ator, como um dos policiais. Sua namorada, a também dublê Jennifer Cocker, escreveu no Facebook que “John merece ser examinado por todo neurocirurgião e médico que existir até que um deles encontre a vida que todos sabemos que ele tem e o traga novamente para nós. Isso não é justo”. O canal AMC divulgou uma nota afirmando que toda assistência está sendo prestada para o ator, enquanto o Sindicato dos Atores afirmou ter dado início a uma investigação sobre as causas do acidente.
8ª temporada de The Walking Dead ganha primeira foto
O canal pago AMC divulgou a primeira foto da 8ª temporada de “The Walking Dead”. A imagem junta Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride), dois dos personagens favoritos do público, que aparecem armados. “The Walking Dead” terminou sua temporada anterior num ponto bastante crítico, com o início do arco dos quadrinhos conhecido como Guerra Total, em que Rick (Andrew Lincoln) e as comunidades aliadas de Alexandria se unem contra Negan (Jeffrey Dean Morgan). Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios, mas geralmente o lançamento acontece em meados de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
Atriz de The Walking Dead vai participar de Vingadores: Guerra Infinita
A atriz Danai Gurira (a Michonne de “The Walking Dead”) vai participar de “Vingadores: Guerra Infinita”. O site Deadline, que apurou a notícia, não conseguiu verificar seu papel, mas não há muitas dúvidas sobre a reprise de sua personagem do filme “Pantera Negra”. Ela inclusive apareceu no primeiro trailer do filme, recém-divulgado, no qual interpreta Okoye, uma das guerreiras de Wakanda. Com direção de Ryan Coogler (“Creed”), “Pantera Negra” estreia nos cinemas em fevereiro, enquanto “Vingadores: Guerra Infinita”, dirigido pelos irmãos Russo, chega logo em seguida, em abril de 2018.
Alienígenas e atriz de The Walking Dead se destacam nos trailers de Star Trek: Discovery
A CBS e a Netflix divulgaram o pôster, fotos e os primeiros trailers da aguardada série “Star Trek: Discovery”, resgate televisivo da cinquentenária franquia espacial, que vai estrear 12 anos após o cancelamento de “Star Trek: Enterprise”. Assim como aquela série, a nova atração também é um prólogo. Os vídeos a situam uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Por isso, um dos personagens que se destacam é Sarek (James Frain, de “Gotham”), o pai do Sr. Spock. Mas o contexto de sua participação não é explicado, muito menos sua relação com a Tenente Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), com quem aparece num flashback no planeta Vulcano. Tampouco há justificativa para o conflito com os klingons ou o clima de rebelião de Burnham diante da Capitã vivida por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”). A ênfase fica para os efeitos que materializam naves espaciais e a variedade de maquiagens dos alienígenas. A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento é aguardado para a temporada americana de outono, com distribuição no Brasil via Netflix. At the edge of the universe, Discovery begins. https://t.co/xIWmNDREAb #StarTrekDiscovery pic.twitter.com/xlpH3Oe238 — Star Trek: Discovery (@startrekcbs) May 17, 2017
Josh McDermitt abandona redes sociais após ameaças de fãs de The Walking Dead
O ator Josh McDermitt apagou todos os seus perfis nas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram) após receber ameaças de morte de fãs de “The Walking Dead”, que não sabem distinguir ficção e realidade. Tudo por causa de seu personagem Eugene, que aparentemente se aliou ao vilão e traiu os “mocinhos” da atração, no final da 7ª temporada. “Não me ameacem de morte, pois vou denunciá-los às autoridades. Estou cansado disso”, disse McDermitt em vídeo publicado nas redes antes do sumiço. “Você pode odiar o Eugene, não ligo. Posso até argumentar que você está errado, mas é seu direito pensar o que quiser. Mas, quando você diz que espera que eu morra, eu não sei se está falando do Joss ou do Eugene. Então, vou denunciá-lo.” Em seguida, o ator deu um conselho aos haters. “Pare de reclamar de tudo na internet. Vá passar um tempo com sua família e amigos.” O ator já tinha feito uma crítica aos comentários indiscriminados na internet em dezembro, durante uma entrevista ao site Huffington Post, lamentando que sua colega de elenco Alanna Masterson tenha sido cruelmente chamada de gorda por internautas – a atriz que interpreta Tara estava grávida e precisou ocultar o fato nos alguns em que apareceu. “A internet é muito frustrante, pois as pessoas sentem que podem falar o que querem de forma anônima. Assim, podem ser racistas e estúpidas atrás de um nickname. Para mim, são extremamente infantis”, ele disse na época.
3ª temporada de Fear the Walking Dead ganha comercial com militares e muitos zumbis
O canal pago americano AMC divulgou um novo comercial da 3ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que revela a presença de militares e uma espécie de base do exército, além de muito mais zumbis que têm aparecido ultimamente em “The Walking Dead”. Segundo a sinopse oficial, os limites territoriais se foram com o fim do mundo e os personagens terão que tentar reconstruir não apenas a sociedade, mas sua família também. Madison (Kim Dickens) se reencontrou com seu parceiro Travis (Cliff Curtis), mas Alicia (Alycia Debnam-Carey) está abalada por ter assassinado Andres. Em sua primeira ação como líder, Nick (Frank Dillane), o filho de Madison que está a meros quilômetros de distância, viu Luciana (Danay Garcia) ser emboscada por uma milícia americana. A dupla escapou da morte, mas Nick não se sente mais intocável. Se recuperando tanto emocional quanto fisicamente, Strand (Colman Domingo) está se focando em tirar vantagem da moeda de troca do novo mundo, enquanto o cativeiro de Ofelia (Mercedes Mason) testará sua habilidade de sobrevivência e mostrará se ela conseguirá evocar a selvageria de seu pai. Entre as novidades da temporada, estão as adições de Sam Underwood (série “The Following”) e Lindsay Pulsipher (série “True Blood”) ao elenco. A 3ª temporada de “Fear The Walking Dead” terá 16 episódios, que serão exibidos a partir de 4 de junho. No Brasil, a série também é disponibilizada pelo canal pago AMC – por enquanto, disponível apenas na operadora Sky.
Produtor diz que The Walking Dead não terá mais episódios lentos ou centrados num único personagem
Os produtores de “The Walking Dead” parecem ter ouvido as reclamações dos fãs. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o showrunner Scott M. Gimple revelou que os episódios da 8ª temporada terão um ritmo mais acelerado, deixando de lado os capítulos focados em personagens, flashbacks ou comunidades. “Em virtude do que a narrativa se tornou, o intenso conflito afetará a estrutura em formas que deixarão tudo ainda mais movimentado e frenético. Não faremos mais episódios inteiros dedicados a uma única história, e sim a dividiremos em pequenas partes ao longo de vários episódios.” A decisão pode resolver um dos maiores problemas da temporada passada, considerada muito arrastada e compartimentada. A 8ª temporada de “The Walking Dead” ainda não tem data de estreia, mas deve ir ao ar no outono norte-americano (entre setembro e novembro). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
Pôster de Fear the Walking Dead transforma Nick numa caveira sangrenta
O canal pago americano AMC divulgou o pôster da 3ª temporada de “Fear the Walking Dead”. A imagem traz o personagem Nick (Frank Dillane) com o rosto pintado de sangue. O desenho sangrento o deixa com as feições de uma caveira, sob um texto que alerta: “Tema o que você se torna”. Segundo a sinopse oficial, os limites territoriais se foram com o fim do mundo e os personagens terão que tentar reconstruir não apenas a sociedade, mas sua família também. Madison (Kim Dickens) se reencontrou com seu parceiro Travis (Cliff Curtis), mas Alicia (Alycia Debnam-Carey) está abalada por ter assassinado Andres. Em sua primeira ação como líder, Nick (Frank Dillane), o filho de Madison que está a meros quilômetros de distância, viu Luciana (Danay Garcia) ser emboscada por uma milícia americana. A dupla escapou da morte, mas Nick não se sente mais intocável. Se recuperando tanto emocional quanto fisicamente, Strand (Colman Domingo) está se focando em tirar vantagem da moeda de troca do novo mundo, enquanto o cativeiro de Ofelia (Mercedes Mason) testará sua habilidade de sobrevivência e mostrará se ela conseguirá evocar a selvageria de seu pai. A 3ª temporada de “Fear The Walking Dead” terá 16 episódios, que serão exibidos a partir de 4 de junho. No Brasil, a série também é disponibilizada pelo canal pago AMC – infelizmente, disponível em poucas operadoras.
The Walking Dead promove três atores para seu elenco fixo
Três atores recorrentes da série “The Walking Dead” foram promovidos a protagonistas na próxima temporada. Dois deles são vilões e uma faz parte do grupo de sobreviventes de Alexandria. Os novos integrantes do elenco fixo são Pollyanna McIntosh, que interpreta Jadis, a líder do lixão, que traiu Rick no final da 7ª temporada, Steven Ogg, que vive Simon, braço direito de Negan, e Katelyn Nacon, a intérprete da adolescente Enid, interesse romântico de Carl. Com isso, o número de personagens fixos da 8ª temporada chega a 19, incluindo os papéis de Andrew Lincoln (Rick), Chandler Riggs (Carl), Norman Reedus (Daryl), Melissa McBride (Carol), Lennie James (Morgan), Lauren Cohan (Maggie), Danai Gurira (Michonne), Alanna Masterson (Tara), Josh McDermitt (Eugene), Christian Serratos (Rosita), Seth Gilliam (Padre Gabriel), Ross Marquand (Aaron), Austin Amelio (Dwight), Tom Payne (Jesus), Xander Berkeley (Gregory) e Jeffrey Dean Morgan (Negan). Vale lembrar que a 7ª temporada começou com 20 integrantes fixos, mas dois morreram no primeiro episódio e mais dois tiveram o mesmo destino ao longo dos demais capítulos. Os atores que saíram da série foram Steven Yeun (Glenn), Michael Cudlitz (Abraham), Austin Nichols (Spencer) e Sonequa Martin-Green (Sasha). A 8ª temporada de “The Walking Dead” tem previsão de estreia para outubro. No Brasil, a série é exibida no canal pago Fox.
Fear the Walking Dead é renovada para sua 4ª temporada
Quase dois meses antes da estreia de sua 3ª temporada, a série “Fear the Walking Dead” foi renovada para seu quarto ano de produção. O canal pago AMC fez o anúncio para revelar que a atração terá nova direção a partir de 2018. A dupla Andrew Chambliss e Ian Goldberg (ambos de “Once Upon a Time”) assumirão como showrunners a partir da 4ª temporada, que contará também com a entrada de Scott M. Gimple, showrunner de “The Walking Dead”, na produção do spin-off. “Estamos muito animados para continuar a jornada de ‘Fear The Walking Dead’, e realmente ansiosos para trabalhar com a equipe talentosa de Andrew Chambliss, Ian Goldberg e Scott Gimple”, disse Joel Stillerman, presidente de programação original e desenvolvimento do AMC. “Estamos muito felizes em nos juntarmos ao Fear The Walking Dead e não poderíamos estar mais empolgados em trabalhar ao lado da maravilhosa equipe da AMC neste show”, disseram Chambliss e Goldberg. “Nós amamos esse universo e somos verdadeiramente honrados por ter a chance de contribuir para ele.” A mudança faz parte de um acordo de desenvolvimento de Dave Erickson, que criou “Fear the Walking Dead” com o autor de quadrinhos Robert Kirkman. Erickson vai trocar o comando da série pela oportunidade de criar novos projetos para o canal AMC, num acordo de produção. A 3ª temporada de “Fear The Walking Dead” começa a ser exibida a partir de 4 de junho. No Brasil, a série também é disponibilizada pelo canal pago AMC – infelizmente, em poucas operadoras.











