Bella Ramsey avisa homofóbicos que “The Last of Us” vai ficar cada vez mais queer
A atriz Bella Ramsey, intérprete da personagem Ellie na série “The Last of Us”, mandou um recado para os trolls da internet que têm reclamado das temáticas LGBTQIA+ apresentadas na série: “Acostumem-se com isso”. A fala de Ramsey foi uma resposta a um caso recente, quando um grupo de ditos “fãs” do game, que originou a atração, bombardeou o site IMDb com avaliações negativas do 3º episódio da série, sobre a relação homossexual entre os personagens Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett). Em entrevista à revista GQ UK, a atriz afirmou que as pessoas precisam se acostumar a ver esse tipo de conteúdo, ou não vão aproveitar a série. Ela disse que visitou a sala dos roteiristas da 2ª temporada de “The Last of Us” e afirmou que a série deve continuar a “seguir de perto o enredo dos jogos”. Isso significa que sua personagem, Ellie, provavelmente terá um relacionamento com uma mulher chamada Dina (conforme acontece no jogo). “Existem algumas partes com Ellie sozinha, provavelmente, mas eu gosto do fato de que ela também tem [Dina] agora”, disse Ramsey sobre a sequência do videogame, “The Last of Us Part II”, que servirá como base para a 2ª temporada da série. A sequência também apresenta um adolescente transgênero chamado Lev. Antecipando uma reação negativa dos trolls, Ramsey disse que não está “particularmente ansiosa com isso”. “Eu sei que as pessoas vão pensar o que quiserem pensar. Mas eles vão ter que se acostumar com isso. Se você não quer assistir à série porque tem histórias gays, porque tem um personagem trans, isso é com você e é você que está perdendo. Não vai me deixar com medo. Eu acho que isso vem de um lugar de desafio”. Ramsey anunciou em uma entrevista ao The New York Times em janeiro passado que se identifica como uma pessoa não-binária. Durante a conversa com a GQ, ela revelou que seu colega de elenco, Pedro Pascal, foi “super favorável” à sua decisão. A irmã de Pascal é transgênero. Ramsey disse que, nos intervalos das filmagens, os dois frequentemente discutiam a identidade sexual. “E nem sempre eram [conversas] profundas”, contou ela. “Elas podem ser engraçadas e bem-humoradas, todo o espectro. Nós éramos muito honestos e abertos um com o outro.” Ramsey acrescentou que aceita todos os pronomes, como “ela” ou “elu”, mas há certas descrições que não suporta. “Isso é o que me incomoda mais do que os pronomes: ser chamada de ‘mulherzinha’ ou ‘jovem poderosa’, ‘jovem mulher’, mas eu não sou [isso]”, disse ela. “[Em] ‘Catarina, a Menina Chamada Passarinha’, eu usava vestidos. [Em] ‘Becoming Elizabeth’, eu estava em um espartilho. E eu me senti superpoderosa nisso. Interpretar essas personagens mais femininas é uma chance de ser algo tão oposto a mim, e é muito divertido.” “The Last of Us” está sendo exibida na HBO e na HBO Max. Veja abaixo o trailer do próximo episódio, que irá ao ar no domingo (19/2).
Joel reencontra irmão no teaser do próximo episódio de “The Last of Us”
A HBO divulgou um teaser do sexto episódio de “The Last of Us”, que mostra o aguardado reencontro de Joel (Pedro Pascal) com o irmão Tommy (Gabriel Luna). Os dois se separaram após o começo da pandemia apocalíptica apresentada no primeiro capítulo da série. E Joel passou os cinco episódios anteriores buscando um modo de ir ao encontro do irmão, acreditando que ele corria perigo por deixar de se comunicar durante uma missão distante. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). O próximo episódio, intitulado “Kin”, será exibido no domingo (19/2) na HBO e na HBO Max.
Vídeo de “The Last of Us” revela química incrível de Pedro Pascal e Bella Ramsey
A HBO Max divulgou um vídeo com Pedro Pascal e Bella Ramsey, intérpretes de Joe e Bella em “The Last of Us”, respondendo perguntas pessoais. Mas em vez de curiosidades, o que o vídeo realmente revela é a química incrível da dupla de atores. Os dois brincam entre si, demonstram curiosidade real sobre a carreira do colega, fazem revelações autodepreciativas e riem o tempo inteiro. O bom relacionamento ajuda a explicar o sucesso da parceria na tela, responsável por fazer a audiência de “The Last of Us” subir sem parar, a cada novo episódio exibido. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). O próximo episódio será exibido no domingo que vem (19/2) na HBO e na HBO Max.
Audiência de “The Last of Us” não para de subir e bate novo recorde
A audiência de “The Last of Us” sobe sem parar nos EUA. De acordo com o levantamento da consultoria Nielsen, o quarto episódio da série foi 17% mais visto que o anterior, que já tinha crescido 12% em relação à exibição do segundo capítulo no canal pago HBO. A exibição do último domingo (5/2) atraiu 7,5 milhões de espectadores ao vivo tanto na HBO quanto na HBO Max nos EUA, superando os 6,4 milhões da semana passada, que já eram superiores aos 5,7 milhões da semana anterior e muito mais que os 4,7 milhões que viram a estreia em 15 de janeiro. Considerando apenas a audiência ao vivo, “The Last of Us” só perde para “A Casa do Dragão” na programação atual da HBO. A média de público da série já ultrapassou “Euphoria” e “The White Lotus”. Vale lembrar que esses números refletem apenas a audiência ao vivo. Com as reprises e visualizações atrasadas em streaming, os dois primeiros episódios já tiveram mais de 21 milhões de views apenas nos EUA. Nesta semana, a HBO optou por antecipar a exibição para sexta (10/2) para evitar a concorrência direta por público com o Super Bowl 2023, final do campeonato de futebol americano que acontece no domingo (12/2) – e costuma render as maiores audiências de todos os anos na TV dos EUA. “The Last of Us” se passa num futuro pós-apocalíptico, após uma pandemia de fungos eliminar a maior parte da civilização. Os episódios seguem o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a doença. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin se juntou ao próprio criador do game, Neil Druckmann, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais para a edição dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). A HBO já renovou “The Last of Us” para sua 2ª temporada.
Próximo episódio de “The Last of Us” é adiantado para sexta
A HBO Max decidiu adiantar o quinto episódio de “The Last of Us”, que será lançado bem antes do esperado. O capítulo chegará na sexta-feira (10/2) no catálogo da plataforma, que divulgou um teaser intenso para anunciar a data. O objetivo da mudança é evitar a competição por público com o Super Bowl 2023, final do campeonato de futebol americano que acontece no domingo (12/2) – e costuma render as maiores audiências de todos os anos na TV dos EUA. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”).
As 10 melhores séries lançadas em janeiro
A maioria dos fãs de séries torce ansiosamente para o domingo chegar logo desde a estreia de “The Last of Us” em 15 de janeiro. Mas com tantas séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, várias atrações com a mesma qualidade podem estar sendo ignoradas por quem poderia gostar delas, simplesmente pelo excesso de oferta. Não dá para acompanhar o ritmo de estreias do mercado. E é pensando nisso que todo mês reforçamos o que de melhor foi lançado no período. Confira abaixo o Top 10 de janeiro. Será que faltou conhecer algum desses destaques? | THE LAST OF US | HBO MAX Uma das séries mais caras já feitas pela HBO, a adaptação do game premiado da Naughty Dog estreou com 97% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e a superação da meta “impossível” de ser melhor que o próprio jogo. E vale apontar que é Neil Druckmann, criador do game original, quem tem rasgado os maiores elogios à produção, envolvido nos bastidores da adaptação. A série de estilo “zumbi” se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). A HBO já renovou “The Last of Us” para sua 2ª temporada. | VIKINGS: VALHALLA 2 | NETFLIX A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. A 2ª temporada encontra os foragidos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), sua irmã Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”) e Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A produção a cargo do showrunner Jed Stuart (roteirista dos clássicos “Duro de Matar” e “O Fugitivo”) introduziu novos personagens importantes na 2ª temporada: Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”). | SERVANT 4 | APPLE TV+ O final do terror produzido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Batem à Porta”) promete revelar a verdade sobre a babá misteriosa, interpretada por Nell Tiger Free (de “Game of Thrones”), originalmente contratada para cuidar de uma criança recém-nascida, que vira salvadora e maldição de uma família, com direito a desfecho apocalíptico. Inicialmente trazida para reforçar a ilusão de uma mãe desesperada, que cuidava de um boneco como se fosse seu bebê morto no parto, sua presença acaba trazendo nova vida para o lar enlutado, na forma de um nascimento, mas também atrai atenção de uma seita potencialmente satânica. Demonstrando poderes que ninguém imagina, ela é capaz de detê-los, mas com isso também consegue assustar a família. Criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”, a produção também destaca em seu elenco Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) como os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o tio do bebê. Além de produzir, Shyamalan também dirige alguns episódios. | A VIDA MENTIROSA DOS ADULTOS | NETFLIX A minissérie baseada no livro mais recente da escritora italiana Elena Ferrante (de “A Amiga Genial”) narra a história da adolescente Giovanna, que enfrenta a dissipação de suas certezas, críticas dos pais à sua aparência e uma iniciação amorosa pouco excitante. Quando é comparada a uma tia excluída da família, Giovanna entra em crise, no que será o estopim para um caminho de descobertas e aproximação dessa tia distante. Assim como a adaptação de “My Brilliant Friend” na HBO, a história é encenada no passado da cidade de Nápoles, focando-se mais uma vez no desabrochar de protagonista feminina. Mas há diferenças claras, como o fato do drama ser mais contemporâneo, situado nos anos 1990, e por avançar sua narrativa por sucessivas decepções com o mundo adulto, que destroem a inocência adolescente. Escrita por Francesco Piccolo, premiado roteirista de “O Traidor” (2019), a produção é estrelada pela jovem Giordana Marengo (“Medici: Mestres de Florença”) e a veterana Valeria Golino (“Rain Man”). | A INGLESA | HBO MAX A minissérie western estrelada por Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”) foi exibida pela Prime Video nos EUA, mas chegou aqui pela HBO Max após conquistar uma aprovação sólida da crítica – 83% no Rotten Tomatoes. Passada na década de 1890, a trama acompanha uma aristocrata inglesa (Blunt), que se une a um scout indígena (Chaske Spencer, de “Banshee”) quando os dois são ameaçados de morte por cowboys arruaceiros. Livrando-se do perigo, fazem um pacto para realizar uma travessia perigosa até a nova cidade de Hoxem, no estado americano de Wyoming, enfrentando obstáculos que testam suas essências, tanto física quanto psicologicamente. Escrita e dirigida por Hugo Blick (“The Honourable Woman”), a série ainda reúne em seu elenco Stephen Rea (“Não Fale Com Estranhos”), Valerie Pachner (“Uma Vida Oculta”), Rafe Spall (“Trying”), Toby Jones (“First Cow – A Primeira Vaca da América”) e Ciarán Hinds (“Belfast”). | LOCKWOOD & CO. | NETFLIX A série sobrenatural que fez a atriz Ruby Stokes abandonar “Bridgerton” é baseada na franquia literária de Jonathan Stroud e segue um trio de caça-fantasmas juvenis de Londres, cidade onde apenas os caçadores de fantasmas mais habilidosos se aventuram para combater espíritos malignos. Stokes vive um dos três protagonistas: Lucy Carlyle, uma jovem dotada de poderes psíquicos, que encontra emprego com Anthony Lockwood e George Karim numa agência semi-amadora de detecção paranormal. Em meio a um mercado dominado por adultos, a empresa comandada pelos jovens tem um único e importante propósito: desvendar um grande mistério que mudará para sempre o curso da História – ou, ao menos, justificará suas carreiras nessa indústria competitiva. Escrita, produzida e dirigida por Joe Cornish, diretor de “O Menino que Queria Ser Rei” e roteirista de “Homem-Formiga”, a atração conta com o estreante Cameron Chapman e Ali Hadji-Heshmati (“Holby City”) no elenco central, respectivamente nos papéis de Lockwood e Karim. | FALANDO A REAL | APPLE TV+ A série de comédia traz Jason Segel (“How I Met Your Mother”) como um terapeuta que se encontra em luto pela morte da esposa, e durante um surto começa a quebrar as regras e a dizer a seus clientes exatamente o que pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes mudanças na vida das pessoas – incluindo na sua – para preocupação de seu mentor, vivido por Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”). Ford interpreta o Dr. Phil Rhodes, um psicólogo realista e pioneiro em terapia cognitivo-comportamental, que também enfrenta seus próprios problemas, tendo sido recentemente diagnosticado com Parkinson. A atração foi criada por Bill Lawrence e Brett Goldstein, produtores de “Ted Lasso”, e pelo próprio Segel, e a equipe ainda conta com o cineasta James Ponsoldt, que dirige episódios da série após comandar Segel no drama “O Fim da Turnê” (2015). | MAKANAI: COZINHANDO PARA A CASA MAIKO | NETFLIX Em sua primeira série para a Netflix, o premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda (“Assunto de Família”) combina gueixas e culinária num drama adolescente sensível e bem diferente do usual. O próprio diretor chegou a dizer, durante a assinatura do contrato, que jamais conseguiria realizar essa produção se a plataforma não tivesse se interessado. A trama acompanha duas amigas inseparáveis, que se mudam para Kyoto decididas a realizarem o sonho de serem maikos – aprendizes de gueixas. Mas ao chegar na casa maiko, uma delas se destaca pela graciosidade, enquanto a outra não causa o mesmo impacto entre as tutoras. Reprovada nos testes, ela resolve se despedir com um jantar para a amiga e demais moradores. Só que sua comida conquista os estômagos e corações de todos, transformando sua vida de forma como ela jamais poderia imaginar. | TODO DIA A MESMA NOITE | NETFLIX A minissérie recria, de forma dramática, uma das maiores tragédias da história do Brasil: o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013. A produção adapta o livro homônimo da jornalista Daniela Arbex sobre a história dos sobreviventes e dos familiares dos jovens mortos na tragédia. A escritora é consultora de roteiro dos cinco episódios, que foram escritos por Gustavo Lipsztein (“O Paciente – O Caso Tancredo Neves”) e dirigidos por Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”). O elenco inclui Erom Cordeiro (“Filhas de Eva”), Paulo Gorgulho (“Segunda Chamada”), Leonardo Medeiros (“A Menina que Matou os Pais”), Thelmo Fernandes (“Sob Pressão”), Bianca Byington (“Boca a Boca”), Débora Lamm (“Amor de Mãe”), Flavio Bauraqui (“Pureza”), Laila Zaid (“Orgulho e Paixão”), Bel Kowarick (“O Rebu”), Nicolas Vargas (“Desalma”) e vários atores gaúchos. O incêndio na Boate Kiss aconteceu em 27 de janeiro de 2013 causado pelo uso de um artefato pirotécnico em ambiente fechado. Além de custar a vida de 242 pessoas, deixou outras 680 feridas. Segundo as investigações, a casa noturna funcionava com mais gente do que a capacidade permitida. Dez anos depois, a luta por justiça continua. | A ILHA DAS SOMBRAS | STAR+ O anime cultuado é mais conhecido por seu título em inglês, “Summer Time Rendering”. Com 25 episódios, a produção do estúdio OLM adapta o mangá homônimo de Yasuki Tanaka, lançado em 2017, e acompanha o jovem Shinpei Ajiro, que, após a morte dos pais, foi criado por outra família e cresceu com as irmãs adotivas Ushio e Mio antes de ir para Tóquio morar sozinho. Dois anos depois, ele retorna à sua cidade natal, a ilha de Hitogashima, para comparecer ao funeral de Ushio, que teria morrido afogada. Mas fica desconfiado diante de marcas de estrangulamento no pescoço da irmã. A situação se complica quando Shinpei se depara com uma cópia psicopata de Mio e o “fantasma” camarada de Ushio, e descobre ter um poder capaz de impedir um exército de “sombras” de duplicarem toda a população da ilha: uma inesperada habilidade de voltar no tempo, toda vez que é assassinado ao se aproximar demais dos segredos daquele lugar. A adaptação possui direção de Ayumu Watanabe (“Komi Can’t Communicate”) e fez tanto sucesso na TV japonesa que vai ganhar uma nova versão, agora em live action e para o cinema.
Homofobia rende ataque recorde contra série “The Last of Us” no site IMDb
O episódio mais recente da série “The Last of Us”, intitulado “Long, Long Time”, recebeu quase 40 mil avaliações negativas (de uma estrela) no IMDb, portal americano de avaliação pública de filmes e séries. O engajamento negativo foi um dos maiores já registrados no site. Elogiadíssimo pela crítica, o episódio provocou a ira de homofóbicos por retratar um casal gay num relacionamento feliz, mesmo diante do apocalipse. Em “Long, Long Time”, a série se afasta da trama principal, envolvendo Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey), para se focar em dois outros personagens: Bill (Nick Offerman, de “Parks and Recreation”) e Frank (Murray Bartlett, de “The White Lotus”). Embora os personagens sejam mencionados no game que deu origem à série, eles são mostrados de maneira diferente na atração. No game, Frank já está morto. Na série, tanto Bill quanto Frank estão vivos, e formam um casal gay. E foi isso que gerou a revolta de uma parte do público. Sempre que uma série ou filme aborda temáticas LGBTQIAP+, os fãs reagem de maneira exagerada, usando a desculpa de que querem uma adaptação mais “fiel” do material de origem. Porém, conforme alguns fãs apontaram, existem diversas menções ao longo do jogo que sugerem que os dois personagens eram, de fato, um casal gay. Neste o caso, então a adaptação foi fiel à origem dos personagens, e os fãs precisariam de outra desculpa para destilarem sua homofobia, em vez de atacar “o politicamente correto que quer que todos sejam gays”. O fato é que, se isso irritou essa parcela radical do público, eles nunca jogaram o game, pois desconhecem que a personagem central, Ellie, é lésbica. Vale lembrar que, para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao próprio criador do game, Neil Druckmann, para escrever e produzir a série – que se passa num mundo pós-apocalíptico após uma pandemia de fungos destruir quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados a ponto de torná-los monstros. Para contra-atacar a tática conhecida como “review bombing”, praticada por fandoms da extrema direita, os fãs da série compareceram em maior número, dando 75 mil notas 10 para “Long, Long Time” no mesmo IMDb. “The Last of Us” já foi renovada para a 2ª temporada e terá seu quarto episódio exibido no domingo (5/2) no canal pago HBO e na plataforma de streaming HBO Max.
Audiência de “The Last of Us” dispara com terceiro episódio
A audiência de “The Last of Us” segue crescendo nos EUA. De acordo com o levantamento da consultoria Nielsen, o terceiro episódio da série aumentou em 12% a sintonia do canal pago HBO em relação ao segundo capítulo. A exibição do último domingo (29/1) atraiu 6,4 milhões de espectadores ao vivo, tanto na HBO quanto na HBO Max nos EUA, superando os 5,7 milhões da semana anterior e abrindo grande folga sobre os 4,7 milhões que viram a estreia em 15 de janeiro. Considerando apenas a audiência ao vivo, “The Last of Us” só perde para “A Casa do Dragão” na programação atual da HBO. A média de público da série já ultrapassou “Euphoria” e “The White Lotus”. Vale lembrar que esses números refletem apenas a audiência ao vivo. Com as reprises e visualizações atrasadas em streaming, os dois primeiros episódios já tiveram mais de 21 milhões de views apenas nos EUA. O sucesso é tanto que a série está influenciando buscas pelas músicas de sua trilha sonora. Após “Long Long Time”, de Linda Ronstadt, tocar no terceiro episódio, o Spotify registrou um aumento de 4.900% na execução da faixa. A canção foi trilha das cenas do casal Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett), numa escolha do diretor e produtor executivo da série, Craig Mazin. Para a adaptação, Craig Mazin se juntou ao próprio criador do game, Neil Druckmann, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais para a edição dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Os episódios se passam num futuro pós-apocalíptico, após uma pandemia de fungos eliminar a maior parte da civilização, e seguem o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a doença. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. A HBO já renovou “The Last of Us” para sua 2ª temporada.
Música viraliza após tocar no terceiro episódio de “The Last of Us”
A procura pela canção “Long Long Time”, de Linda Ronstadt, cresceu 4.900% no Spotify, depois da sua inclusão no 3º episódio da série “The Last of Us”, exibida na noite de domingo (29/1) no canal pago HBO. A canção foi trilha das cenas do casal Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett) e tocou na versão original no final do episódio, numa escolha do diretor e produtor executivo da série, Craig Mazin. Numa postagem em suas redes sociais, o Spotify ainda comentou: “Ah, então todos partimos o coração na noite passada”. A música faz parte do álbum “Silk Purse”, de Linda Ronstadt. O single de 1970 passou 12 semanas na parada Billboard Hot 100 e alcançou a 25ª posição. No ano seguinte, Ronstadt levou uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Vocal Feminina Contemporânea por causa do lançamento. Recentemente, diversas séries tem trazido músicas antigas de volta às paradas de sucesso. Os casos mais recentes foram “Running Up that Hill”, de Kate Bush, e “Master of Puppets”, do Metallica, em Stranger Things, e “Goo Goo Muck”, dos Cramps, em “Wandinha”. Veja uma performance ao vivo de Linda Ronstadt cantando “Long Long Time” em 1972. Oh, so all our hearts were breaking last night… 🍓 #TheLastOfUs pic.twitter.com/upTiav0MLw — Spotify News (@SpotifyNews) January 30, 2023
Annie Wersching, atriz de “24 Horas” e “Star-Trek: Picard”, morre de câncer aos 45 anos
A atriz americana Annie Wersching, que teve destaque na série “24 Horas”, morreu neste domingo (29/1) aos 45 anos, por complicações de um câncer diagnosticado em 2020. Wersching surgiu pela primeira vez nas telas num episódio de 2003 de “Star Trek: Enterprise” e rapidamente chamou atenção pela aparência marcante. Ruiva e sardenta, ela começou a ser vista em diversas atrações nos anos seguintes, de “Angel: O Caça-Vampiros” a “Sobrenatural”. A carreira da atriz mudou de status em 2009, quando ela foi escalada no papel da agente do FBI Renee Walker em “24 Horas”. Assumindo o segundo papel mais importante da 7ª temporada, ela dividiu o protagonismo dos episódios com Keefer Sutherland, e voltou a aparecer no 8º ano para encenar a morte de sua personagem num dos últimos capítulos da série, encerrada em 2010. Depois disso, Wersching passou a interpretar mais papéis constantes. Entre as participações recorrentes, destacam-se a 6ª e 7ª temporadas de “The Vampire Diaries”(2015-16), em que viveu a mãe vampira dos irmãos protagonistas. A atriz também teve papéis recorrentes em “Bosch” (entre 2014 e 2021), “Timeless” (2017-18) e “Rookie” (2019-22), e protagonizou as três temporadas de “Fugitivos da Marvel” (Runaways, 2017–19), na pele de uma das mães malignas dos jovens heróis da trama. Sua última personagem fechou um círculo, trazendo-a de volta à franquia “Star Trek” como a Rainha Borg da 2ª temporada de “Picard”, exibida em 2022. Além das séries que a tornaram conhecida, Wersching fez alguns aparições pequenas no cinema e trabalhou na indústria dos videogames. Seu desempenho mais famoso nesse meio foi como Tess no jogo original de “The Last of Us”. A atrize Jeri Ryan, que trabalhou com ela em “Picard”, lamentou a perda nas redes sociais. “Que luz linda e brilhante perdemos hoje. Tive muita sorte de ter tido a chance de trabalhar e brincar com a incrível Annie Wersching. Meu coração se parte por sua linda família e por todos que tiveram a sorte de conhecê-la.”
“The Last of Us” é renovada para 2ª temporada
A HBO anunciou a renovação de “The Last of Us”, após a série quebrar recordes de audiência nos EUA. Ao atualizar os números de exibição, o canal informou que o episódio de estreia ultrapassou 22 milhões de telespectadores no mercado interno, desde seu lançamento na noite de 15 de janeiro. Os dados incluem o público da HBO Max. Segundo o canal, o público deve ser ainda maior ao final da contabilização do segundo capítulo, que vem registrando o “maior crescimento de audiência numa segunda semana entre todas as séries dramáticas na história da HBO”. A atração também está sendo bastante elogiada pela crítica e, atualmente, tem uma aprovação de 97% no site Rotten Tomatoes. Baseada num game criado por Neil Drukmann e adaptado por Craig Mazin (“Chernobyl”), a série se passa no mundo pós-apocalíptico depois que uma pandemia de fungos destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados a ponto de torná-los monstros. “Craig e Neil, ao lado da produtora Carolyn Strauss, e o restante de nosso elenco e equipe fenomenais, redefiniram o gênero com sua temporada de estreia magistral de ‘The Last of Us’”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado. “Depois de realizar esta 1ª temporada inesquecível, mal posso esperar para ver esta equipe se destacar novamente na 2ª temporada.” Apesar da executiva elogiar toda a temporada, o público só viu até agora os dois primeiros capítulos. Mas a opinião geral, registrada nas redes sociais, parece concordar com os elogios de Orsi. “Sinto-me humilde, honrado e francamente impressionado com o fato de tantas pessoas terem sintonizado e se conectado com nossa releitura da jornada de Joel e Ellie. A colaboração com Craig Mazin, nosso incrível elenco e equipe, e a HBO superou minhas já altas expectativas”, acrescentou o produtor executivo Druckmann. “Agora temos o prazer absoluto de poder fazer isso novamente com a 2ª temporada! Em nome de todos da Naughty Dog e PlayStation, obrigado!” “The Last of Us” segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). Para a adaptação, Craig Mazin se juntou ao próprio criador do game, Neil Druckmann, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais para a edição dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.
Audiência de “The Last of Us” dispara no segundo episódio e bate recorde nos EUA
Depois de virar a terceira estreia mais assistida da HBO em todos os tempos, “The Last of Us” quebrou no último domingo (22/1) um novo recorde para o canal pago nos EUA. De acordo com medições da Nielsen combinadas com dados primários fornecidos pela Warner Bros. Discovery, o segundo episódio da atração atraiu 5,7 milhões de espectadores em exibições lineares na HBO e transmissões na HBO Max durante sua exibição inicial. Isso marca um aumento de 22% em relação à audiência de 4,7 milhões da semana passada. Segundo o canal, a diferença de público ao vivo entre os dois episódios representou o “maior crescimento de audiência numa segunda semana entre todas as séries dramáticas na história da HBO”. Além disso, a HBO também ofereceu uma atualização em relação à audiência da estreia da série, afirmando que “após uma semana inteira de disponibilidade, o episódio 1 chegou a 18 milhões de espectadores, quase 4 vezes mais do que a audiência da noite de estreia”. A popularidade imediata de “The Last of Us” não é surpreendente, já que a série é uma adaptação de um videogame muito popular, que vendeu mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo. A HBO ainda observou que “a audiência de domingo à noite normalmente representa 20% a 40% da audiência bruta total do episódio”. Portanto, pode-se esperar que o episódio 2 de “The Last of Us”, intitulado “Infected”, atinja outro recorde em breve. A atração também está sendo bastante elogiada pela crítica e, atualmente, tem uma aprovação de 97% no site Rotten Tomatoes. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que a pandemia de fungos destrói quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A adaptação ficou a cargo de Craig Mazin (“Chernobyl”) e do próprio criador do game, Neil Druckmann, que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.
“The Last of Us” tem 3ª maior estreia da HBO em todos os tempos
O primeiro episódio série “The Last of Us”, exibido no domingo (15/1), quebrou recordes de audiência. A série foi vista por um total de 4,7 milhões de telespectadores, tornando-se a 3ª maior estreia da história da HBO. Ficou atrás apenas do primeiro episódio de “A Casa do Dragão” (que atraiu incríveis 9,9 milhões de telespectadores) e de “Boardwalk Empire” (vista por 4,8 milhões de pessoas na sua estreia). Existe, porém, uma diferença. Como “Boardwalk Empire” estreou em 2010, a série contabilizou esse número apenas com a exibição no canal pago HBO. Já os números de telespectadores de “A Casa do Dragão” e “The Last of Us” levam em conta também a audiência da HBO Max. E os números de “The Last of Us” tendem a crescer ainda mais, já que a própria HBO disse que a audiência de domingo à noite normalmente representa entre 20% e 40% da audiência total de um episódio. Ou seja, com reprises e exibições em streaming, a audiência do primeiro episódio será muito maior. A atração também está sendo bastante elogiada pela crítica e, atualmente, tem uma aprovação de 99% no site Rotten Tomatoes. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que a pandemia de fungos destrói quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A adaptação ficou a cargo de Craig Mazin (“Chernobyl”) e do próprio criador do game, Neil Druckmann, que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.








