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  • Filme

    Matt Smith vira Charles Manson em trailer dramático sobre seita assassina dos anos 1960

    14 de março de 2019 /

    A IFC Films divulgou quatro pôsteres e o trailer de “Charlie Says”, filme que examina a influência do psicopata Charles Manson sobre sua família de seguidoras e como ele as convenceu a executar um dos crimes mais brutais dos anos 1960. O foco da prévia se concentra na reflexão sobre os assassinatos de 1969, mostrando o antes e o depois da barbárie, que rendeu prisões perpétuas para as integrantes da seita. O destaque das cenas é de Hannah Murray (a Gilly de “Game of Thrones”) como a ingênua levada à extremos. Mas é impossível deixar de reparar em como Matt Smith (o ex-Doctor Who que virou o Príncipe Philip de “The Crown”) magnetiza a tela como Manson. O elenco também inclui Merritt Wever (“Perfeita pra Você”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Annabeth Gish (“A Maldição da Residência Hill”), Chace Crawford (“Gossip Girl”), Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Grace Van Dien (“The Village”) e Marianne Rendón (“Imposters”). O filme tem roteiro de Guinevere Turner e direção de Mary Harron, a dupla que levou às telas outra história famosa de psicopata, o clássico “Psicopata Americano” (2000). A estreia está marcada para 17 de maio nos Estados Unidos, um mês depois do lançamento de “The Haunting of Sharon Tate” (2019), que conta a mesma história sob o ponto de vista da vítima mais famosa de Manson, e um mês antes do filme mais esperado sobre os 50 anos dos assassinatos, “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino.

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  • Filme

    Assassinato de Sharon Tate inspira mais dois filmes além do projeto de Tarantino

    1 de março de 2018 /

    Quentin Tarantino não é o único cineasta desenvolvendo um filme em torno do assassinato da atriz Sharon Tate (é ela na foto acima). O fato de o crime completar 50 anos em 2019 anima mais dois projetos. A produção de maior potencial está a cargo de Mary Herron, a diretora de “Psicopata Americano” (2000). Intitulado “Charlie Says”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, a seita de hippies sanguinários que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada nas três mulheres que foram condenadas à prisão perpétua por levar adiante o assassinato de Tate e outras pessoas. O roteiro, já finalizado, é de Guinevere Turner, com quem Harron trabalhou em “Psicopata Americano”. O ator Matt Smith (ex-“Doctor Who” e “The Crown”) viverá o psicopata americano real e o elenco inclui Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Hannah Murray (série “Game of Thrones”), Odessa Young (“A Filha”), Marianne Rendon (série “Imposters”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Kaylie Carter (série “Godless”) e Merritt Wever (também de “Godless”). Outro projeto em desenvolvimento é “The Haunting of Sharon Tate”, em que Hilary Duff (série “Younger”) interpreta a atriz assassinada. O filme tem roteiro e direção de Daniel Farrands, roteirista de “Halloween 6: A Última Vingança” (1995), produtor de “Evocando Espíritos” (2009) e diretor de diversos documentários sobre franquias de terror. E foi rodado em duas semanas com baixo orçamento. Trata-se de uma história de terror, mas baseada em fatos reais. A trama pretende examinar os últimos dias de vida de Tate e é inspirada por uma entrevista real da atriz, publicada um ano antes de sua morte. Nela, a atriz revelou ter sonhos sobre fantasmas que assombravam sua casa e previu sua própria morte nas mãos de um culto satânico. O elenco também inclui Jonathan Bennett (série “Awkward”), Lydia Hearst (série “South from Hell”) e o estreante Ben Mellish como Charles Mason. Ao contrário de “Once Upon a Time em Hollywood”, o filme de Tarantino que estreia em 9 de agosto de 2019 nos Estados Unidos, exatamente o dia em que se completará 50 anos do assassinato de Sharon Tate, nenhuma das demais produções têm previsão de lançamentos. Vale lembrar que esta história também foi recentemente encenada na série “Aquarius”, que durou duas temporadas, exibidas entre 2015 e 2016.

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  • Filme

    Matt Smith negocia viver Charles Manson no cinema

    20 de janeiro de 2018 /

    O ator Matt Smith (ex-“Doctor Who” e “The Crown”) está negociando o papel do psicopata da vida real Charles Manson no novo filme de Mary Harron, diretora de “Psicopata Americano” (2000). Intitulado “The Family”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, uma seita de hippies assassinos que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada numa estudante que se junta a outras jovens que sofreram lavagem cerebral como parte da seita de Manson. O roteiro, já finalizado, é de Guinevere Turner, com quem Harron trabalhou em “Psicopata Americano”, e se baseia em dois livros: “The Long Prison Journey of Leslie van Houten: Life Beyond The Cult”, escrito por Karlene Faith, e “The Family”, de Ed Sanders, sobre os assassinatos da família Manson. No momento, “The Family” está em processo de escalação de elenco para iniciar suas filmagens na metade do ano, em Los Angeles. Segundo o site Tracking Board, Hannah Murray (da série “Game of Thrones”) e Marianne Rendón (da série “Imposters”) também negociam viver Leslie Van Houten e Susan Atkins, respectivamente. As duas foram condenadas a prisão perpétua. A segunda morreu de câncer na prisão e a segunda teve, neste fim de semana, um novo apelo por liberdade rejeitado pelo Governador da Califórnia. Além do filme de Harron, o novo longa de Quentin Tarantino também lidará com os massacres cometidos pela família de Manson.

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  • Filme

    IndieLisboa chega aos 15 anos apontando tendências

    2 de maio de 2016 /

    Um dos maiores eventos de cinema alternativo de Portugal, o festival IndieLisboa terminou este final de semana sua 15ª edição. Entre curtas e longas-metragens, foram exibidos quase 300 filmes ao longo de 11 dias e em quatro espaços principais. O prêmio principal do júri coube ao filme chinês “The Family”, de Shumin Liu, uma obra com mais de quatro horas de duração que tem sido descrita com uma espécie de versão do clássico de Yasujiro Ozu “Era uma vez em Tóquio”. O brasileiro “Mate-me por Favor”, de Anita Rocha da Silva, também concorria à distinção. Ao longo de 15 anos, o festival deixou para trás sua origem humilde, de pequenos ciclos de cinemas de autor entre entusiastas, organizados num mítico e bolorento espaço hoje desaparecido da capital portuguesa – o Cine Estúdio 222. Hoje, segundo dados de um dos diretores e programadores, Carlos Ramos, o IndieLisboa reúne anualmente entre 30 e 40 mil espectadores, gozando de um hype único na cidade. A homenagem principal, na seção Herói Independente, coube ao holandês Paul Verhoeven, de prestígio recentemente “recuperado” pela (ainda) influente revista Cahièrs du Cinema. Já não era sem tempo: Verhoeven, cujo novo filme terá première mundial no Festival de Cannes, beneficiou-se de uma retrospetiva completa onde se puderam visualizar as ousadias temáticas de um cineasta que nunca deixou de ser “indie”, mesmo com grandes sucessos no mainstream. Mas dada a idade avançada (77 anos) e a estreia de “Elle” em Cannes, que inicia em dez dias, ele não pôde comparecer ao evento. O outro homenageado foi o ator francês Vincent Macaigne, presença assídua na produção alternativa do seu país. Já entre as obras mais “midiáticas” e fora de competição estiveram filmes como a aventura militante-feminista de Mia Hansen-Love “L’Avenir” (filme de encerramento) e uma comédia de época de um dos darlings indies, Whit Stilman, “Love & Friendship” (sessão de abertura). O cinema brasileiro teve boa presença: além do filme citado, os lisboetas lotaram a sala para ver “Boi Neon” (exibido fora de competição), mais um ponto para o espantoso currículo do filme de Gabriel Mascaro estreado em Veneza (setembro de 2015). As coproduções também apareceram, seja em bom nível – com o novo filme de Petra Costa (realizado em parceria com Lea Glob), “O Olmo e a Gaivota” – ou nem tanto, como com “Eu Estive em Lisboa e Lembrei de Você”, de José Barahona, filme com vários momentos de amadorismo. De uma maneira muito geral, as misturas de documentário e ficção (ou “ficção do real”, como chamam alguns por aqui) mostram-se uma das abordagens preferidas do festival – seguindo tendências dos eventos internacionais por onde passaram muitas das obras exibidas – caso de Veneza, Sundance e Berlim (particularmente a seção Fórum). A competição internacional do festival não faz distinção entre ficção e documentário, o que cada vez mais se justifica com a predominância dos docudramas nos últimos anos. Houve obras de não-ficção mais tradicionais: em “Flotel Europa” o bósnio Vladimir Tomic faz uma reconstituição da dramática crise de refugiados da guerra do seu país, em 1992, através das filmagens em VHS utilizadas pelos seus amigos e familiares quando foram alojados pelos dinamarqueses no navio que dá nome ao filme. Já em “Kate Plays Christine”, de Robert Greene, que venceu o Prêmio Especial do Júri, é o próprio trabalho de criação que está em questão, mostrando uma atriz preparando-se para viver a trágica figura de uma apresentadora que se suicidou em pleno ar, em 1974. O filme é feliz no retrato do trabalho da construção de uma personagem, mas falha ao dar enorme tempo a pessoas que não fazem a menor ideia de sobre o que estão falando. A mistura de formatos é mais notória em “O Olmo e a Gaivota”, filme que, curiosamente, recebeu o prêmio de Melhor Documentário no Festival do Rio – quando traz, manifestamente, várias situações e diálogos “inventados” para mostrar os desafios da maternidade da sua protagonista. O fato só demonstra o grande embaralhamento dos formatos. Este retrato agridoce da gravidez ficou na lista final como um dos prediletos do público. Em outro destaque da tendência, “In the Last Days of the City”, o egípcio Tamer el Said filmou os tempos antes, durante e depois a Primavera Árabe no Cairo, misturando memória coletiva com invenção, na trajetória de um diretor que tenta fazer um filme sobre a sua família. Por sua vez, o cineasta Roberto Minervini já anda há muito nesta fronteira – desde seu primeiro filme, o belo “Low Tide” (2012). Em “Lousiana – The Other Side” ela volta a um registo semi-documental mostrando o lado negro da América profunda com os seus junkies e chauvinistas políticos do sul. O resultado é intenso. Os ciganos, uma das minorias étnicas mais excluídas da Europa, surgem também no limite da ficção no drama austríaco “Brüder der Nacht” (os protagonistas são reais) e no registro humorístico “Balada de um Batráquio”, curta-metragem documental de “ação” (os “protagonistas” saem invadindo lojas e quebrando sapos de porcelana, símbolo do preconceito, pelas ruas de Lisboa) que rendeu o Urso de Ouro na categoria na última edição do Festival de Berlim. O prêmio da crítica, porém, foi para o norte-americano “Short Stay”, do estreante Ted Fendt, que repesca as noções do “mumblecore”, um dos patriarcas destas tendências de mesclagem de gêneros (o primeiro filme é de 2002), com pobreza de recursos total e atores não profissionais O IndieLisboa também fez um belo apanhado das novas tendências do terror. Há quem associe cinema de terror com execráveis franquias sem qualquer interesse ou qualidade. Mas os não-neófitos bem sabem que muita coisa de valor pode ser feita sob a gigantesca capa do selo “horror”. Não muito respeitosamente, Anita Rocha foi buscar elementos dos slashers mas, menos obviamente, em filmes de terror onde os signos visuais agressivos (sangue, cadáveres) são espelhos do mundo interior para o seu “Mate-me por Favor” – onde o simbolismo serve para retratar o tumultuado processo de coming-of-age da sua protagonista. Mais sutil é “Evolution”, aliás um filme tão etéreo que beira a evanescência. Aqui a francesa Lucille Hadzihalilovic recupera histórias de crianças sinistras e ilhas semi-desertas para fazer um comentário, justamente, sobre a evolução. “A Bruxa”, de Robert Eggers, há pouco tempo estreado no Brasil, investe pelo caminho da reconstituição histórica e no mergulho na mentalidade de uma época, com cuidados redobrados no trabalho de décor deste antigo diretor de arte. Deu certo: do burburinho de Sundance, a bruxa segue assombrando salas e festivais ao redor do mundo… Uma última menção ainda vale para “Sociedade Indiferente” (título que no Brasil se achou mais interessante que “Um Monstruo de Mil Cabezas”), de Rodrigo Plá: somado a outros filmes, fez parte de uma das sessões mais originais e instigantes do IndieLisboa: a Boca do Inferno! Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados Vencedores do IndieLisboa 2016 Grande Prêmio de Longa Metragem Cidade de Lisboa Jia/The Family, de Shumin Liu (Austrália, China) Prêmio Especial do Júri Kate Plays Christine, de Robert Greene (EUA) Prêmio do Público de Longa Metragem Le Nouveau, de Rudi Rosenberg (França) Grande Prêmio de Curta Metragem Nueva Vida, de Kiro Russo (Argentina, Bolívia) Prêmio do Público – Curta Metragem Small Talk, de Even Hafnor, Lisa Brooke Hansen (Noruega) Menção Especial de Animação Velodrool, de Sander Joon (Estônia) Menção Especial de Documentário La Impresión de una Guerra, de Camilo Restrepo (Colômbia, França) Menção Especial de Ficção Another City, de Lan Pham Ngol (Vietnã) Melhor Longa Metragem Português Treblinka, de Sérgio Tréfaut (Portugal) Melhor Curta Metragem Português The Hunchback, de Gabriel Abrantes, Ben Rivers (Portugal, França) Prêmio Novo Talento Fnac – Curta Metragem Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira (Portugal) Menção Honrosa Viktoria, de Mónica Lima (Alemanha, Portugal) Prêmio FCSH/NOVA para Melhor Filme na secção Novíssimos Maxamba, de Suzanne Barnard, Sofia Borges (Portugal, EUA) Prêmio RTP para Longa Metragem na Secção Silvestre Eva no Duerme, de Pablo Agüero (França) Prêmio FIPRESCI (Primeiras Obras) Short Stay, Ted Fendt (EUA) Prêmio Format Court (Silvestre Curtas) World of Tomorrow, de Don Hertzfeldt (EUA) Prêmio Árvore da Vida para Filme Português Ascensão, de Pedro Peralta, Portugal Prêmio Árvore da Vida – Menção Honrosa Jean-Claude, de Jorge Vaz Gomes (Portugal) Prêmio IndieJúnior Le Nouveau, Rudi Rosenberg (France) Prêmio do Público – IndieJúnior The Short Story of a Fox and a Mouse, de Camille Chaix, Hugo Jean, Juliette Jourdan, Marie Pillier, Kevin Roger (França) Prêmio Amnistia Internacional Flotel Europa, de Vladimir Tomic (Dinamarca, Sérvia) Prêmio Amnistia Internacional – Menção Honrosa Balada de Um Batráquio, de Leonor Teles (Portugal) Prêmio Culturgest Universidades Flotel Europa, de Vladimir Tomic (Dinamarca, Sérvia) Prêmio Culturgest Escolas Le Gouffre, de Vincent Le Port (França) Prêmio IndieMusic Schweppes Sonita, de Rokhsareh G. Maghami (Alemanha, Suíça, Irã)

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  • Filme

    Diretora de Psicopata Americano quer filmar crimes de Charles Manson

    3 de fevereiro de 2016 /

    A diretora Mary Harron e a roteirista Guinevere Turner, que fizeram juntas “Psicopata Americano”, vão retomar a parceria para contar a história de um psicopata americano real, Charles Manson. Intitulado “The Family”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, uma seita de hippies assassinos que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada na estudante Karlene Faith, que se junta a outras jovens que sofreram lavagem cerebral como parte da seita de Manson. O roteiro, já finalizado, é baseado no livro “The Long Prison Journey of Leslie van Houten: Life Beyond The Cult”, escrito por Faith, e também no livro de Ed Sanders, “The Family”, sobre os assassinatos da família Manson. No momento, “The Family” está em processo de escalação de elenco para iniciar suas filmagens na metade do ano, em Los Angeles.

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