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  • Série

    Atores de It: A Coisa vão estrelar série de terror do diretor do filme

    21 de outubro de 2017 /

    Três atores jovens de “It: A Coisa” vão voltar a trabalhar com o diretor do filme, Andy Muschietti, na série de terror “Locke & Key”. Segundo o site Deadline, Jackson Robert Scott (o Georgie) e Megan Charpentier (a Gretta) viverão filhos da personagem de Frances O’Connor (“Invocação do Mal 2”) na produção da plataforma Hulu, enquanto Owen Teague (o Patrick) será Sam Lesser, um adolescente violento e problemático que mata seu próprio pai, vai até a casa dos Locke, mata o pai da família e depois espanca a mãe das crianças. O piloto dirigido por Muschietti começa com este ato violento. Após o brutal assassinato de seu marido, Nina Locke (papel de O’Connor) e seus filhos mudam-se para Keyhouse, a antiga casa da família em Massachusetts. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo de cada um que passa por elas. “Locke & Key” é adaptação de quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. A publicação foi indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, e na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. Por sinal, não é a primeira vez que estes quadrinhos são cotados para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação a Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). O elenco incluía Miranda Otto (série “24: Legacy”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Jesse McCartney (série “Greek”) e Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e o piloto foi dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”). Mesmo assim, a série foi recusada. O detalhe é que o piloto acabou vazando e era excelente. O problema parece ter sido o timing: a produtora Fox lançou no mesmo ano “American Horror Story”, também passada numa casa mal-assombrada, no canal pago FX. Desta vez, o piloto tem texto do próprio Joe Hill e produção de Carlton Cuse (séries “Bates Motel”, “The Strain” e “Colony”), além de direção de Andy Muschietti. Mas para virar série, o piloto precisará ser aprovado.

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  • Série

    Casey Affleck vai estrelar série de terror do diretor de Gravidade

    20 de outubro de 2017 /

    O ator Casey Affleck, vencedor do Oscar 2017 por “Manchester à Beira-Mar”, vai estrelar uma série de terror do cineasta Alfonso Cuarón (“Gravidade”). Segundo o site Deadline, a série vai abordar o ocultismo, mas por enquanto não há maiores detalhes da produção. Cuarón vai escrever e dirigir o piloto, e dividirá a produção com Affleck e a produtora Anonymous Content. O projeto marcará o primeiro papel televisivo do ator e a segunda série desenvolvida por Cuarón. Logo após vencer o Oscar de Melhor Direção por “Gravidade” (2013), ele lançou “Believe”. Mas, após o piloto assinado por Cuarón, a qualidade da série sci-fi desabou e ela foi cancelada após 13 episódios. Por enquanto, a série ainda não tem título nem canal confirmado.

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  • Filme

    Cena inédita e comerciais de Jogos Mortais: Jigsaw destacam as novas torturas da franquia

    19 de outubro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou uma cena inédita e mais três comerciais de “Jogos Mortais: Jigsaw”, que destacam as novas torturas da franquia. Segundo a sinopse, a investigação de uma nova série de assassinatos brutais revela os mesmos requintes de sadismo associados ao serial killer John Kramer. O problema é que o homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década, como os fãs da franquia puderam testemunhar. O roteiro foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a direção está a cargo dos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado” (2014). Já o elenco destaca a atriz Laura Vandervoort (série “Bitten”), Hannah Anderson (série “Shoot the Messenger”), Callum Keith Rennie (série “Battlestar Galactica”) e Mandela Van Peebles (minissérie “Raízes”), além de, claro, Tobin Bell como Kramer/Jigsaw. O primeiro “Jogos Mortais” se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. Wan e Whannell continuam envolvidos com “Jigsaw”, atuando como produtores executivos. A estreia do filme no Brasil está marcada para o dia 2 de novembro, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos (em 27 de outubro).

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  • Filme

    Estreias da semana incluem alguns dos piores e melhores filmes americanos do ano

    19 de outubro de 2017 /

    A quinta (19/10) enxuta tem apenas oito estreias nos cinema, das quais sete são americanas. É consequência da Mostra de São Paulo, que monopolizou o circuito alternativo com uma programação que beira 400 obras neste ano. Apesar disso, entre os americanos há produções indies geniais, que se destacaram no circuito dos festivais internacionais. Mas quem prefere filmes genéricos de Hollywood também estará bem servido, com a opção de assistir alguns dos piores lançamentos do ano. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias da semana. A distribuição mais ampla pertence a “Tempestade – Planeta em Fúria”, que chega ao mesmo tempo nos cinemas dos EUA. Mistura de “O Dia Depois de Amanhã” (2004) e “Armageddon” (1998), é tão fraco que foi escondido da imprensa norte-americana, para não abrir com avaliações podres no Rotten Tomatoes. O filme marca a estreia na direção do roteirista Dean Devlin, que escreveu “Independence Day” (1994), marco do cinema de catástrofe em escala apocalíptica. Na trama, uma rede de satélites criados para controlar o clima é hackeada e passa a desencadear tempestades pelo mundo inteiro, num efeito em cadeia que eventualmente levará à destruição da Terra. O elenco conta com Gerard Butler (“Invasão à Casa Branca”), Abbie Cornish (“Sucker Punch”), Ed Harris (série “Westworld”), Jim Sturgess (“Um Dia”), Katheryn Winnick (série “Vikings”) e Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”). Ainda pior, “Além da Morte” é o terror mais mal-avaliado do ano, com rejeição unânime da crítica – após também ter sido escondido da imprensa. Ele chegou a ter 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes, um consenso absoluto, ficando com avaliação final de 5%. Remake/reboot de “Linha Mortal” (Flatliners), conta a mesma história, mas sem o apelo visual do longa de 1990. Um grupo de médicos residentes – liderados por Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Diego Luna (“Rogue One”) – , decide investigar o que há após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. O resultado é uma versão sobrenatural dos “12 passos” dos Alcoólatras Anônimos, com assombrações do além forçando arrependimentos e pedidos de desculpas por atos cometidos pelos médicos em seus passados. O nível se mantém com a única estreia nacional da semana, “A Comédia Divina”, que lembra a comédia da Globo “Vade Retro”, tanto pelo tema como pela participação da atriz Monica Iozzi. É a primeira comédia de Toni Venturi, que até então tinha feito só filmes sérios como “Cabra-Cega” (2004) e “Estamos Juntos” (2011), além de documentários premiados. Apesar do título, não se trata de uma versão besteirol de “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, mas de outra obra literária, o conto de Machado de Assis “A Igreja do Diabo”, atualizado para os dias de hoje. Murilo Rosa (“Área Q”) vive o diabo, que resolve melhorar sua imagem com o projeto de abrir sua igreja na Terra e ocupar um canal de TV para conquistar mais fiéis. Para isso, conta com a ajuda de uma repórter ambiciosa, vivida por Monica Iozzi, e o samba enredo ainda inclui Zezé Motta (a eterna “Chica da Silva”) no papel de Deus. A programação inclui mais três comédias. A fraquinha “De Volta para Casa” traz Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) como uma mãe divorciada de duas meninas, que resolve comemorar seu aniversário de 40 anos ficando com um rapaz com idade para ser seu filho. Para complicar, sua mãe chega de surpresa e convida o jovem e mais dois amigos para morar com elas. E é claro que o ex-marido também reaparece morrendo de ciúmes. 31% no Rotten Tomatoes. As demais são produções independentes elogiadíssimas. Com 84% de aprovação, “A Guerra dos Sexos” recria os bastidores da partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. O jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King, 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. E foi mesmo uma guerra dos sexos, colocando em jogo duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Os papéis principais são interpretados por Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”), que voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). Já “Doentes de Amor”, escrita e estrelada por Kumail Nanjiani (série “Silicon Valley”), venceu os prêmios do público nos festivais de SXSW e Lonarno. O filme usa o romance como comentário cultural, acompanhando o protagonista paquistanês que, diante do adoecimento da namorada, precisa conviver com a família dela. A aprovação é de impressionantes 98% no Rotten Tomatoes. Curiosamente, há outro filme sobre romance e doença na programação. Mas se trata de um melodrama fraquinho, “Uma Razão para Recomeçar”. Só 40% de aprovação. Completa a lista, o filme mais impressionante da semana: “Bom Comportamento”, que é um banho de adrenalina, com 89% no Rotten Tomatoes. Filmado pelos irmãos Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”) nas ruas de Nova York, numa tática de guerrilha, o thriller traz Robert Pattinson inspiradíssimo – o ator arrancou elogios rasgados por seu desempenho no Festival de Cannes deste ano. Pattinson vive um jovem trapaceiro que usa seu carisma e capacidade de improvisação para se safar em momentos de pressão. Após um roubo a uma agência bancária dar errado, seu irmão e cúmplice com problemas mentais (vivido pelo diretor Ben Safdie) acaba preso e o protagonista precisa correr contra o tempo para levantar dinheiro para a fiança e evitar que ele morra de tanto apanhar na detenção. Conforme o tempo passa, os golpes se acumulam e a ação não para.

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  • Filme

    A Morte Te Dá Parabéns supera trama batida de looping temporal

    17 de outubro de 2017 /

    Uma das grandes vantagens dos filmes de horror para a indústria é que atraem público jovem e ainda costumam custar barato, sem precisar de atores famosos no elenco para conquistar boa bilheteria. Além disso, nem precisam ter uma história tão original assim, como se pode ver pelo sucesso de “A Morte Te Dá Pababéns!”, de Christopher Landon. O filme é uma espécie de versão slasher da comédia romântica “Feitiço do Tempo” (1993), de Harold Ramis, em que Bill Murray acorda indefinidamente no mesmo dia. Outros filmes que também se apropriaram desta brincadeira incluem a sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014), o melodrama teen “Antes que Eu Vá” (2017) e a comédia “Nu” (2017). Todos são filmes de “looping temporal”, que mostram protagonistas lutando para vencer uma situação a partir do conhecimento que adquirem pela repetição do mesmo fatídico dia. São também filmes sobre jornadas de aperfeiçoamento pessoal, de aprender com os próprios erros. Por mais que pareça uma maldição ficar preso no mesmo dia, é também uma chance que o universo está dando para que a pessoa possa, enfim, aparar as arestas no modo como ela trata as pessoas e também, como é o caso de “A Morte Te Dá Parabéns”, descobrir a identidade do próprio assassino para, talvez, conseguir acordar viva no dia seguinte. Na trama do diretor de “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” (2015), Jessica Rothe vive Tree, uma garota universitária que acorda no quarto de um dos rapazes. Pelo visto, um rapaz que ela mal conhecia. Até aí nada de mais, até a hora em que ela vai para uma festa e é surpreendida por um assassino mascarado. No dia seguinte e também nos posteriores, ela sofrerá novas mortes e tentará descobrir o que está acontecendo e o que pode fazer. O suspense em torno da identidade do assassino consegue envolver o público jovem, que talvez nem conheça “Feitiço do Tempo”, a ponto de sugerir uma ressurreição do gênero slasher (se é que dá para chamar de uma ressurreição – talvez não). Os assassinos mascarados tinham ido parar nas séries (“Scream”, “Scream Queens” e “Slasher”), abandonando os filmes de horror recentes. Mas ajuda também o fato da obra não tentar ser muito pretensiosa. É até inocente, em muitos aspectos. A trama é ainda mais feliz do ponto de vista do aperfeiçoamento do caráter da heroína. Logo de início, a protagonista é apresentada como alguém pouco afável e bastante arrogante, além de desinteressada em preservar os sentimentos dos outros. Sem falar em questões familiares pendentes. Isso é muito bem resolvido no filme, principalmente em uma das últimas sequências da narrativa. Na verdade, a história melhora à medida que se aproxima de seu desfecho. Chega a surpreender. E isso é muito mais do que se poderia esperar de uma produção com trama batida, e ajuda a explicar sua boa bilheteria em sua estreia nos Estados Unidos. No mais, vale prestar atenção em Jessica Rothe, a protagonista. Ela esteve em um papel pequeno no premiado “La La Land” (2016) e poderá ser vista em breve encabeçando o remake de “Sonhos Rebeldes” (Valley Girl, 1983) e o romance country “Forever My Girl”. Carisma a moça tem.

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  • Filme

    Keep Watching: Bella Thorne é vítima de psicopata em trailer de terror

    17 de outubro de 2017 /

    A Sony divulgou o trailer e dois pôsteres de “Keep Watching”. A prévia se revela um “Big Brother” da época de “Atividade Paranormal”, ao mostrar uma família trancada na própria casa, que foi transformada num grande cenário de filme de terror, com câmeras espalhadas por todos os cômodos, enquanto um psicopata mascarado tenta matá-los “ao vivo” para os voyeurs/telespectadores da “atração”. O filme é estrelado por Bella Thorne (série “Famous in Love”), Natalie Martinez (série “Under the Dome”), Chandler Riggs (série “The Walking Dead”), Ioan Gruffudd (série “Forever”) e Leigh Whannell (“Sobrenatural”). Dirigido pelo estreante Sean Carter, o filme será exibido nos EUA apenas no dia 31 de outubro, noite de Halloween, e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Diretor de A Culpa É das Estrelas vai adaptar clássico de terror de Stephen King

    16 de outubro de 2017 /

    O diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) vai adaptar “O Talismã”, livro clássico de terror de Stephen King, publicado em 1983. Segundo a revista Variety, ele vai escrever o roteiro, mas ainda não definiu se também irá dirigir o filme. O projeto pode se tornar a terceira adaptação de King desenvolvida pelo cineasta. Ele também está à frente de “Revival”, publicado em 2014, que já tem roteiro pronto, e tem planos de filmar “The Stand – A Dança da Morte”, mas a trama apocalíptica é tão ambiciosa que enfrenta diversos problemas, inclusive financeiros, para sair do papel. Boone é fã assumido de King e chegou a afirmar ter se inspirado no clima dos livros do escritor para dirigir “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Fox. O primeiro trailer da produção confirmou a atmosfera de terror. Em “O Talismã”, um garoto que quer salvar sua mãe da morte, após ela ser diagnosticada com câncer, entra em um mundo paralelo para tentar encontrar um poderoso talismã. O livro foi escrito por King em parceria com Peter Straub e rendeu uma sequência em 2001, “Casa Negra” (Black House), em que o garoto ressurge adulto, 20 anos mais tarde, para tentar solucionar uma série de assassinatos. Os rumores da adaptação para o cinema já tem mais de uma década, mas ainda não há data prevista para o início da produção.

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    Novo trailer de Jogos Mortais: Jigsaw relembra os métodos do psicopata da franquia

    16 de outubro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou um novo trailer de “Jogos Mortais: Jigsaw”, que relembra os métodos do psicopata da franquia com cenas dos primeiros filmes. Diferente de outros serial killers do terror, ele não mata pessoalmente suas vítimas, mas cria armadilhas elaboradas que as forçam a se matarem. Na continuação, a investigação de uma nova série de assassinatos brutais revela os mesmos requintes de sadismo associados ao serial killer John Kramer. O problema é que o homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década, como os fãs da franquia puderam testemunhar. O roteiro foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a direção está a cargo dos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado” (2014). Já o elenco destaca a atriz Laura Vandervoort (série “Bitten”), Hannah Anderson (série “Shoot the Messenger”), Callum Keith Rennie (série “Battlestar Galactica”) e Mandela Van Peebles (minissérie “Raízes”), além de, claro, Tobin Bell como Kramer/Jigsaw. O primeiro “Jogos Mortais” se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. Wan e Whannell continuam envolvidos com “Jigsaw”, atuando como produtores executivos. A estreia do filme no Brasil está marcada para o dia 2 de novembro, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos (em 27 de outubro).

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    Terror As Boas Maneiras vence Festival do Rio 2017

    16 de outubro de 2017 /

    O terror “As Boas Maneiras” foi o grande vencedor do Festival do Rio 2017. O segundo longa realizado em parceria pelos diretores Juliana Rojas e Marco Dutra (de “Trabalhar Cansa”) venceu três troféus Redentor: Melhor Filme, Atriz Coadjuvante (Marjorie Estiano) e Fotografia (Rui Poças). Além disso, conquistou consagrações paralelas, como os prêmios da Crítica Internacional, o Felix, para obras de temáticas LGBT+, e o Petrobrás, que incentiva sua distribuição nos cinemas. O filme já tinha apavorado em festivais internacionais, vencendo o Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suiça, o Prêmio do Público no L’Etrange Festival, de Paris, e o da Prêmio da Crítica no Festival de Sitges, na Espanha – este, considerado o “Cannes do Cinema Fantástico”. Fábula de horror e fantasia, “As Boas Maneiras” parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que a rica Ana (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”) está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara se vê assumindo a maternidade de uma criança diferente das outras. A cerimônia de premiação, realizada no Cine Odeon na noite de domingo (15/10), também destacou “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor, sobre um professor acusado de pedofilia, que venceu em quatro categorias: Melhor Ator (Daniel de Oliveira, em vitória compartilhada com Murilo Benício, de “O Animal Cordial”), Ator Coadjuvante (Marco Rica), Roteiro (Lucas Paraizo) e o Prêmio do Público. “Praça Paris”, de Lucia Murat, conquistou dois troféus: Melhor Direção e Atriz, vencido por Grace Passô no papel de uma moradora do Morro da Providência assombrada pela violência do Rio. E “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral, ficou com o prêmio de Ator já mencionado. Na categoria de Melhor Documentário, o vencedor foi “Piripkura”, de Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge, sobre os últimos sobreviventes do povo indígena Piripkura, após anos de enfrentamento contra madeireiros. Chama atenção o fato de todos os longas premiados serem dirigidos ou codirigidos por mulheres, numa valorização do talento das cineastas brasileiras. Isto acontece em grande contraste com a pequena representação feminina nas seleções dos festivais de prestígio internacional, inclusive o Festival de Cannes, o que já motivou protestos e acusações de sexismo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do Festival do Rio 2017 PREMIÈRE BRASIL MELHOR FILME: “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra MELHOR DIREÇÃO: Lúcia Murat, por “Praça Paris” MELHOR ATRIZ: Grace Passô, por “Praça Paris” MELHOR ATOR: Daniel de Oliveira, por “Aos Teus Olhos”, e Murilo Benício por “O Animal Cordial” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Marjorie Estiano, por “As Boas Maneiras” MELHOR ATOR COADJUVANTE: Marco Rica, por “Aos Teus Olhos” MELHOR FOTOGRAFIA: Rui Poças, por “As Boas Maneiras” MELHOR MONTAGEM: Caroline Leone, por “Alguma Coisa Assim” MELHOR ROTEIRO: Lucas Paraizo, por “Aos Teus Olhos” MELHOR DOCUMENTÁRIO: “Piripkura”, de Mariana Oliva, Renata Terra, Bruno Jorge MELHOR DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva, por Slam: “Voz de Levante” PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “Slam: Voz de Levante” MELHOR CURTA: “Borá”, de Angelo Defanti. MENÇÃO HONROSA EM CURTA: Roberta Gretchen Coppola, por “Vaca Profana” NOVOS RUMOS MELHOR FILME: “A Parte do Mundo que Me Pertence” de Marcos Pimentel MELHOR CURTA: “Atrito”, de Diego Lima PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “Vende-se Esta Moto”, de Marcus Faustini PRÊMIO DO PÚBLICO MELHOR FILME: “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor MELHOR DOCUMENTÁRIO: “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler MELHOR CURTA: “Vaca Profana”, de René Guerra PRÊMIO DA CRÍTICA INTERNACIONAL (FIPRESCI) MELHOR FILME: “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra PRÊMIO FELIX MELHOR FILME: “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra MELHOR DOCUMENTÁRIO: “Queercore: How to Punk a Revolution”, de Yony Leyser. produzido por Thomas Janze MELHOR CURTA: “Sandra Chamando”, de João Cândido Zacharias. produzido por Tatiana Leite

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  • Filme

    A Morte Te Dá Parabéns confirma boa fase do terror ao estrear em 1º lugar na América do Norte

    15 de outubro de 2017 /

    “A Morte Te dá Parabéns” foi o filme mais visto do fim de semana na América do Norte, tomando o 1º lugar das bilheterias de “Blade Runner 2049”, líder por uma semana. Produzido por apenas US$ 4,5M (milhões), o longa arrecadou US$ 26,5M e já se pagou com três dias em cartaz. Trama que junta psicopata mascarado à vítima presa num “looping temporal”, “A Morte Te dá Parabéns” teve boas críticas (média de 67% no Rotten Tomatoes), que aprovaram sua reciclagem de “O Feitiço do Tempo” (1993) num contexto slasher, pela forma como reforça o mistério central sobre a identidade do assassino. O filme é a terceira produção da Blumhouse a fazer sucesso em 2017, após “Fragmentado” e “Corra!”. Não por acaso, o estúdio e o diretor Christopher Landon (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) planejam continuação. Mas o fenômeno não é restrito à Blumhouse. A New Line, divisão especializada da Warner, também colecionou campeões de bilheteria de terror, como “Annabelle 2: A Criação do Mal” e principalmente “It: A Coisa”, que quebrou recordes do gênero em 2017. Lançado há cerca de 50 dias, o filme continua no Top 5 norte-americano (veja abaixo). Até a Dimension, de Bob Weinstein, emplacou “47 Metros Para Baixo”. Vive-se uma nova era de ouro (no sentido financeiro) do terror americano. Já a sci-fi “Blade Runner 2049”, após abrir abaixo do esperado na semana passada, caiu para o 2º lugar com US$ 15,1M, num encolhimento de 53,1% em sua arrecadação. Neste caso, as críticas positivas (89% de aprovação) não fizeram diferença. O longa custou US$ 150 milhões apenas para ser produzido – o marketing teve custo não revelado – e se não estourar na China – como aconteceu com “Planeta dos Macacos: A Guerra” – dará grande prejuízo. O Top 3 se fecha com outra estreia, o thriller de ação “O Estrangeiro”, estrelado por Jackie Chan, que fez US$ 12,8M e registrou 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 26,5M Total EUA: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 31,5M 2. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 15,1M Total EUA: US$ 60,5M Total Mundo: US$ 158,5M 3. O Estrangeiro Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA: US$ 12,8M Total Mundo: US$ 101,2M 4. It: A Coisa Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 314,9M Total Mundo: US$ 630,6M 5. A Montanha Entre Nós Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 30,2M 6. Feito-na-América Fim de semana: US$ 5,48M Total EUA: US$ 40,1M Total Mundo: US$ 112M 7. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA: US$ 89,6M Total Mundo: US$ 286,7M 8. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA: US$ 51,5M Total Mundo: US$ 96,9M 9. My Little Pony: O Filme Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 15,5M Total Mundo: US$ 26,1M 10. Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 40,1M

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    Continuação do terror Os Estranhos ganha primeira imagem

    14 de outubro de 2017 /

    A Aviron Pictures divulgou a primeira foto da continuação do terror “Os Estranhos” (2008), que vai chegar aos cinemas uma década após o longa original. A imagem mostra uma assassina mascarada de faca em punho, aproximando-se de uma nova vítima, vivida por Bailee Madison (série “Good Witch”). O diretor inglês Johannes Roberts (“Do Outro Lado da Porta”) comandar a sequência, que tem roteiro do diretor do primeiro filme, Bryan Bertino, retrabalhado por Ben Ketai (do péssimo “Floresta Maldita”). A sequência ganhou o título original de “Strangers: Prey at Night” e vai contar a história de uma família em viagem que, ao parar num estacionamento de trailers para passar a noite, vira alvo dos já conhecidos psicopatas mascarados. O elenco inclui Christina Hendricks (série “Mad Men”) e Martin Henderson (série “Grey’s Anatomy”). No primeiro filme, as vítimas eram o casal vivido por Liv Tyler e Scott Speedman, que recebiam a visita dos sádicos mascarados em uma casa de campo isolada. Desde que “Os Estranhos” chegou aos cinemas, fala-se em continuar a história, que, embora não fosse totalmente original, inspirou dezenas de produções similares. Ainda não há previsão para a estreia do novo filme.

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    Terror brasileiro As Boas Maneiras é premiado no Festival de Sitges

    14 de outubro de 2017 /

    O terror brasileiro “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, foi premiado no mais famoso festival de Cinema Fantástico do mundo, o Festival de Sitges, na Espanha, com o Prêmio da Crítica e uma menção especial para sua protagonista, Isabél Zuaa. O segundo longa realizado em parceria pela dupla de “Trabalhar Cansa” (2011) já tinha vencido o Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suiça, e o Prêmio do Público no L’Etrange Festival, de Paris. Fábula de horror e fantasia, “As Boas Maneiras” parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que a rica Ana (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”) está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara se vê assumindo a maternidade de uma criança diferente das outras. Além deste longa, outro filme brasileiro, “O Animal Cordial”, estreia na direção de Gabriela Amaral, também teve recepção positiva da crítica no festival, que equivale a Cannes no circuito do cinema fantástico. O vencedor de Sitges foi uma produção húngara, “Jupiter’s Moon”, uma parábola sobre a situação dos refugiados na Europa, dirigida por Kornél Mundruczó (do excelente “White God”).

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    Primeiro trailer de Os Novos Mutantes assume aparência de filme de terror

    13 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro trailer de “Os Novos Mutantes”, em versões legendada e dublada em português. A prévia confirma o que havia adiantado o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”): o clima é de filme de terror. “Não haverá uniformes. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. A opção é curiosa, pois se consegue se diferenciar dos outros filmes de mutantes da Fox, por outro lado as imagens materializadas no vídeo são indistinguíveis de inúmeras produções de terror genéricas, em que um hospital se revela ambiente amaldiçoado – “Aterrorizada”, “A Cura”, etc – ou que uma entidade transforma a realidade em pesadelo – “A Hora do Pesadelo” e até a série “Legion”, que é de mutantes da Fox. Além disso, os protagonistas parecem adolescentes comuns, vítimas de uma assombração, e não super-heróis da Marvel. Feita a ressalva, há indicações de que a trama segue sim uma história clássica dos Novos Mutantes, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos quadrinhos, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus), o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”), creditada como a médica mutante Dra. Cecilia Reyes. É ela, por sinal, quem domina a prévia com sua voz. Mas só na versão legendada. Não é a voz de Alice Braga que se ouve, quando a personagem fala na versão dublada em português. A estreia está prevista para abril de 2018.

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