Elon Musk limita uso do Twitter para usuários gratuitos
O magnata Elon Musk, proprietário da rede social Twitter, voltou a causar controvérsia entre os usuários da plataforma ao implementar um limite temporário na quantidade de tweets que os usuários podem visualizar por dia. A medida foi introduzida para “lidar com níveis extremos de extração de dados e manipulação do sistema”, segundo Musk. Os usuários começaram a encontrar problemas para acessar o site neste sábado (1/7), com muitos recebendo mensagens de erro informando “Limite de taxa excedido” ou “Não é possível recuperar tweets”. Mais de 7 mil pessoas reportaram problemas com o uso do Twitter ao site Downdetector. Novos limites de visualização Musk anunciou em um tweet no sábado que contas verificadas podem visualizar cerca de 6.000 postagens por dia. Mas para contas não verificadas, o número cai drasticamente para 600 postagens por dia. Novos usuários não verificados enfrentam situação ainda pior: acesso a apenas 300 postagens por dia. Em um segundo tweet, Musk divulgou que os limites de taxa logo aumentarão para 8.000 para usuários verificados, 800 para usuários não verificados e 400 para novos usuários não verificados. Ele também fechou as portas para visitantes. Para ter acesso ao Twitter, os usuários precisarão logar em suas contas. Quem não tiver conta, não terá mais acesso à rede. Reação dos Usuários O bilionário, que também é dono da Tesla e SpaceX, descreveu a mudança como temporária. No entanto, muitos usuários do Twitter questionaram se isso poderia marcar o início do fim para a polêmica plataforma de mídia social. Expressões como “Twitter Acabou” e “Fim do Twitter” passaram a liderar a lista de assuntos mais comentados da rede social. Muitos culpam Musk por estragar a rede social com as constantes mudanças que vem promovendo, desde que a comprou no fim do ano passado. Justificativa de Musk Musk justificou a medida, escrevendo: “Várias centenas de organizações (talvez mais) estavam coletando dados do Twitter de forma extremamente agressiva, a ponto de afetar a experiência real do usuário”. Ele acrescentou: “Estávamos tendo tantos dados roubados que isso degradava o serviço para usuários normais”. Embora tenha anunciado em maio que Linda Yaccarino assumiria seu lugar como CEO da plataforma de mídia social, Musk continua à frente das questões tecnológicas do Twitter, como os recentes limites de utilização. Ele explicou que Yaccarino “se concentrará principalmente nas operações de negócios, enquanto eu me concentro no design do produto e na nova tecnologia”. Rate limits increasing soon to 8000 for verified, 800 for unverified & 400 for new unverified https://t.co/fuRcJLifTn — Elon Musk (@elonmusk) July 1, 2023
Schwarzenegger afirma que “Exterminador do Futuro” previu futuro: “Virou realidade”
Arnold Schwarzenegger refletiu sobre as ideias por trás dos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro”. O ator foi o convidado especial de um evento intitulado “Uma Noite com Arnold Schwarzenegger”, organizado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA na última quarta-feira (28/6). Durante a conversa, que teve sua gravação disponibilizada no Youtube, o ator afirmou que o advento da inteligência artificial foi prevista nos filmes de James Cameron: “Virou realidade”. “Hoje, todos têm medo disso, de onde isso vai chegar”, disse Schwarzenegger sobre as preocupações atuais em torno do avanço da inteligência artificial. “E nesse filme, em ‘O Exterminador do Futuro’, falamos sobre as máquinas se tornando autoconscientes e tomando o controle”. Ele ainda elogiou a genialidade do filme de ficção científica de 1984. “Naquela época, nós [tínhamos] apenas arranhado a superfície da inteligência artificial. Pense nisso”, pontuou. “Agora, ao longo das décadas, isso se tornou uma realidade. Então, não é mais fantasia ou algo futurista. Está aqui hoje. E isso é a escrita extraordinária do Jim Cameron”. O filme que previu o futuro Na longa original, o ator interpreta uma máquina assassina conhecida como T-800. Ele é enviado do futuro pela Skynet, inteligência artificial que assumiu o controle de todos os robôs e equipamentos militares, com o objetivo de assassinar a mãe de John Connor, que no seu tempo lidera a resistência humana contra as máquinas. O plano é impedir o nascimento de John, mas esta ação acaba se tornando a razão da gravidez de Sarah Connor (Linda Hamilton). James Cameron escreveu e dirigiu os dois primeiros filmes da franquia, e só voltou como produtor no último longa, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (2019). Em “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”, ele explicou como o governo americano cedeu o controle de sua defesa à Skynet, acreditando que a inteligência artificial seria mais eficiente que as decisões humanas, percebendo apenas tarde demais que o programa tinha se tornado autoconsciente. “Só posso levar crédito pelo personagem que interpretei e pela forma como o interpretei. Mas quero dizer, ele criou esse personagem. Ele o escreveu tão bem, escreveu o filme tão bem, e é por isso que ele é, sabe, o diretor número um do mundo”, exaltou Schwarzenegger.
HBO Max se junta ao Prime Video Channels no Brasil
O Prime Video e a Warner Bros. Discovery anunciaram uma nova parceria que permitirá aos membros Prime no Brasil a acessar o catálogo de filmes e séries da HBO Max através do serviço Prime Video Channels. Com essa novidade, os assinantes terão mais opções de conteúdo em uma única plataforma, podendo também experimentar os serviços gratuitamente por 7 dias. Para quem não sabe, o Prime Video Channels é um serviço disponível dentro da plataforma de streaming da Amazon, que permite o acesso aos catálogos de diversas plataformas, inclusive de concorrentes. Com a inclusão da HBO Max, o catálogo do serviço rival estará disponível para membros Prime por meio de uma assinatura adicional de R$ 34,90 ao mês, tanto em TVs quanto em dispositivos móveis e online, incluindo o Fire TV. Os assinantes terão acesso a uma grande variedade de conteúdo, como a popular série “Game of Thrones” e seu spin-off “House of the Dragon”, além de “The Big Bang Theory”, “The Last of Us” e “Friends”. Filmes como “Shazam! A Fúria dos Deuses” e outros títulos do universo DC Comics também estão disponíveis. Prime Video Channels Em comunicado, Paulo Koelle, diretor do Prime Video América Latina, ressaltou a importância dessa parceria. “Nós acreditamos que os consumidores que amam entretenimento sempre querem mais. Com tantas ofertas de serviços de streaming e TV, tornou-se complicado assinar e aproveitar todo o conteúdo que eles gostam. Agora todos podem aproveitar os conteúdos HBO Max e Prime Video juntos, no mesmo aplicativo, fácil de assinar e navegar, isso reforça nosso compromisso de continuar a oferecer mais opções de entretenimento para os membros Prime em um só lugar.” A plataforma Prime Video também oferece a opção de assinar outros serviços de streaming por meio da seção Channels, com catálogos de outras plataformas como Paramount+, Noggin, Lionsgate+, Looke, MGM, Love Nature, Stingray, Premiere, Discovery+, Adrenalina Pura, Reserva Imovision e Mubi. Tags: Brasil, México, Max
Alok anuncia show gratuito para 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro
Alok anunciou que vai realizar um mega show aberto ao público no Rio de Janeiro. A apresentação acontecerá em comemoração aos 100 anos do hotel de luxo Copacabana Palace. Durante uma entrevista coletiva nesta terça-feira (27/6), o DJ comparou o evento com o Réveillon de Copacabana e ainda prometeu que este será “o maior show do século” da capital carioca, com estimativa de reunir 1 milhão de pessoas. O show gratuito está marcado para o dia 26 de agosto nas areias da praia de Copacabana. Vale mencionar que a data também celebra o aniversário de 32 anos de Alok. “Com certeza, vai ser o aniversário mais especial da minha vida”, disse. Ele ainda revelou que o repertório musical do show terá um aspecto autoral, combinando suas próprias músicas com outros grandes sucessos. Com o propósito de celebrar a cultura carioca, a apresentação ainda terá a participação de escolas de samba. Na ocasião, membros das 12 escolas de samba da Primeira Divisão, como Imperatriz Leopoldinense e Unidos da Tijuca, vão subir ao palco com o DJ. Diante da magnitude do evento, a Prefeitura e o Governo do Rio de Janeiro estão apoiando a organização privada junto as autoridades locais. Segundo Alok, o evento também tem o objetivo de levar a arte e a cultura de forma acessível ao público carioca, além de incentivar a economia da cidade. Show de lasers e palco inédito A apresentação será marcada por inovação e tecnologia que enriquecem a experiência no show eletrônico de Alok. O palco terá um formato de pirâmide inédito com visão de 360º revestido em LEDs de alta definição – e os famosos lasers do DJ não ficarão de fora. O projeto da estrutura é organizado por Abel Gomes, cenógrafo e VP de Criação da agência SRCOM. “Pensei em um palco que pudesse emanar energia para a cidade. Historicamente, o formato geométrico das pirâmides é visto como um portal que se conecta com seu vértice e com a energia cósmica do universo, e distribui essa força a todos ao seu redor, criando uma Egrégora, um alinhamento energético coletivo que propaga pensamentos e sentimentos para o mundo”, revelou Gomes.
Depois do Twitter, Facebook e Instagram também começam a cobrar selo de verificados
Em uma iniciativa similar ao Twitter Blue, lançado recentemente por Elon Musk, o Facebook e Instagram começam na terça-feira (20) a testar o Meta Verified, um pacote de assinaturas que oferece um selo pago de verificação. Este lançamento vem como uma resposta direta à monetização do Twitter. O pacote de assinaturas, que pode ser adquirido por R$ 55 mensais dentro do aplicativo, tanto em dispositivos iOS quanto Android, dá acesso a uma série de benefícios, como verificação de contas com proteção proativa e suporte em inglês. Essa movimentação acontece após testes iniciais bem-sucedidos em países como Austrália, Nova Zelândia, EUA, Reino Unido, Canadá e Índia. Meta Verified versus Twitter Blue Tanto o Meta Verified quanto o Twitter Blue possuem em comum a oferta de funcionalidades exclusivas para seus assinantes. No caso do pacote do Facebook e Instagram, os usuários contam com uso de figurinhas diferenciadas nos Stories e Reels e a possibilidade de apoiar outros criadores de conteúdo. Porém, uma distinção importante entre os dois serviços é que não é possível adquirir uma única assinatura para o Instagram e Facebook; cada plataforma deve ser verificada separadamente. Apesar disso, contas que já possuem o selo de verificação também podem participar do Meta Verified para ter acesso às funcionalidades do programa, sem impacto nos selos gratuitos já existentes. Para aderir ao Meta Verified, os usuários devem acessar a “Central de Contas” nas configurações do aplicativo do Instagram ou Facebook, selecionar “Meta Verified”, configurar o pagamento e tirar uma selfie com seu documento de identidade. A empresa pode solicitar um vídeo-selfie adicional para confirmar a autenticidade. Críticas à iniciativa A decisão de Mark Zuckerberg de cobrar pelo selo de verificação é uma estratégia para tentar gerar lucro adicional para sas empresas, aproveitando a demanda existente e a busca pela autenticidade nas redes sociais. Apesar das funcionalidades oferecidas, o serviço de assinatura vem recebendo críticas nas redes sociais. Assim como ocorreu com o Twitter Blue, usuários de outros países têm contestado a cobrança pelo selo de verificação. A necessidade de assinaturas distintas para o Instagram e o Facebook também tem sido alvo de reclamações. Além disso, a cobrança já levantou discussões sobre a democratização do acesso à verificação.
Bruna Marquezine tem destaque no novo pôster de “Besouro Azul”
A Warner Bros. divulgou novos pôsteres de “Besouro Azul” com uma novidade. Um deles destaca a participação de Bruna Marquezine, que faz sua estreia em Hollywood. Vale lembrar que o primeiro pôster do filme foi divulgado durante a CCXP22, em dezembro do ano passado, com a presença de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”) e Bruna, mas a imagem trazia apenas o super-herói do título. Conheça a história de “Besouro Azul” Na trama, Bruna vive uma mulher misteriosa que entrega o escaravelho – numa embalagem de hamburger – para Jaime Reyes, o personagem de Xolo Maridueña, pedindo para protegê-lo. Mas o rapaz tem uma surpresa ao abrir o pacote em casa e se transformar no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o traje tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do personagem nos quadrinhos, o que torna “Besouro Azul” o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: até o fim”), Damian Alcázar (“O poderoso vitória”), Raoul Max Trujillo (“The Last Manhunt”), George Lopez (“Spare Paris”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”), Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã e a cantora Becky G (“Power Rangers”) como a voz de Khaji-Da, a forma de vida alienígena que serve de traje para o Besouro Azul. A estreia vai acontecer em 17 de agosto no Brasil. BESOURO AZUL! O poster oficial de #BlueBeetle já está entre nós 💙 Reconhecem alguém especial aí? Pode entrar, Bruna Marquezine, a dona do meu coração! 🥺 pic.twitter.com/NOJgENOcCK — Warner Channel Brasil (@WarnerChannelBR) June 8, 2023
Criador de “Black Mirror” escreveu episódio usando ChatGPT
Sucesso da Netflix, a série “Black Mirror” quase teve um de seus episódios escritos por meio do ChatGPT, software que cria conteúdo utilizando inteligência artificial. Charlie Brooker, criador da série, incitou a IA a escrever um episódio. No entanto, para ele o conteúdo gerado ficou longe do padrão do programa. A experiência é a cara da atração. “Black Mirror” é uma série antológica que explora a paranoia tecnológica e todas as possíveis consequências que o consumo excessivo da tecnologia pode gerar na sociedade atual. Enquanto isso, o ChatGPT tem chamado a atenção por toda a sua capacidade de produzir rapidamente qualquer conteúdo. Em entrevista à revista Empire, Brooker afirmou ter brincado um pouco com a IA. “A primeira coisa que fiz foi digitar ‘gerar episódio de ‘Black Mirror’ e apareceu algo que, à primeira vista, parecia plausível, mas, à segunda vista, era uma merd*.” Ele logo percebeu que o que o ChatGPT fez, de fato, foi procurar todas as sinopses da série e misturá-las. “Então, se você cavar um pouco mais fundo, você vai, ‘Oh, não há realmente nenhum pensamento original real aqui’”. Depois de um hiato de quatro anos, a série vai voltar com novos episódios cheios de atores famosos na Netflix. Dentre eles, estão Aaron Paul (“El Caminho: A Breaking Bad Film”), Michael Cera (Nick e Nora: Uma Noite de Amor e Música”), Salma Hayek Pinault (“Magic Mike – A Dupla Explosiva”), Myha’la Herrold (“Morte, Morte, Morte”) e Kate Mara (“Meus Dias e Compaixão”). A 6ª temporada da série estreia em 15 de junho no streaming.
Cantora Becky G entra em “Besouro Azul”
A cantora e atriz Rebecca Marie Gomez (“Power Rangers”), popularmente conhecida como Becky G, virou uma aquisição de última hora do filme do Besouro Azul. O anúncio foi feito pela própria atriz nas redes sociais. O longa, marcado para estrear em 23 de agosto de 2023, é baseado num herói dos quadrinhos da DC Comics. Becky G foi escolhida para dar voz a Khaji-Da, uma forma de vida alienígena em forma de escaravelho, que tem o objetivo de se apossar do corpo de seu usuário para conquistar planetas. Mas um defeito faz com que passe a conviver com Jamie Reyes, seu hospedeiro terrestre, virando uma espécie de traje poderoso com inteligência, que possui a capacidade de analisar amostras, extrair informações, hackear sistemas e tudo o mais. A estrela é conhecida, principalmente, por suas canções “Shower”, bem como pelas canções latinas “Mamiii” e “Mayores”. Como atriz, sua trajetória é tímida, tendo feito uma aparição principal como a ranger amarela no filme “Power Rangers”, de 2017. Ela também participou da série musical “Empire”. Conheça a história de “Besouro Azul” “Besouro Azul” marca a estreia de Bruna Marquezine (“Maldivas”) em Hollywood. Na trama, ela é vive uma mulher misteriosa que entrega o escaravelho – numa embalagem de hamburger – para Jaime Reyes, o personagem de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”), pedindo para protegê-lo. Mas o rapaz tem uma surpresa ao abrir o pacote em casa e se transformar no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o traje tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do Besouro Azul nos quadrinhos, o que torna “Besouro Azul” o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. Esse detalhe faz diferença, como fica claro na piada que encerra a prévia e chama Batman de fascista. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: até o fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“The Last Manhunt”), , George Lopez (“Spare Paris”) e Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã. A estreia acontece em 17 de agosto no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blue Beetle (@bluebeetle)
Revolução: Apple lança visor de realidade virtual que aposenta computador e TV
Após quase uma década sem lançar novos dispositivos, a Apple apresentou seu primeiro visor de realidade virtual, o Vision Pro. A marca, que não trazia novidades ao mercado desde o Apple Watch, entra no universo da realidade virtual com seu headset, que será lançado com um preço inicial de U$S 3499 (cerca de R$ 17.325) nos EUA, a partir do início de 2024 – nos demais países só a partir do final do ano que vem. O anúncio foi feito na Conferência Mundial de Desenvolvedores (WWDC) da Apple, que aconteceu nesta segunda (5/6) na sede da empresa, localizada em Cupertino, Califórnia. No evento, o CEO da marca, Tim Cook, disse que acredita que a realidade aumentada criada pela Apple é uma tecnologia profunda. Segundo ele, o Visio Pro apresentará novas formas de computação espacial e será algo expressivo ao mercado, assim como o iPhone foi um smartphone inovador, que ditou tendências mundiais. Cook explicou ainda que o Visio Pro foi construído por décadas de inovações da Apple. Para o CEO da Apple o projeto está anos à frente de tudo o que já foi criado antes. O Vision Pro tem como premissa uma combinação entre vida real e imagens extraídas de aplicativos e jogos. No lugar da experiência hermética trazida pelos visores disponíveis no mercado atualmente, a Apple promete experiências diferenciadas, que misturam o mundo virtual ao real. Lançamento chama a atenção de outras empresas Durante o evento, o CEO da Disney, Bob Iger, deu a sua opinião sobre o lançamento do Vision Pro, da Apple. Segundo ele, trata-se de uma plataforma revolucionária que irá permitir que as empresas de conteúdo criem histórias profundamente expressivas de forma jamais vista antes. Segundo Iger, o Vision Pro traz conceitos nos quais a própria Disney tem trabalhado. A ideia da gigante do entretenimento é trazer para os usuários a magia da vida real. Por isso, o Disney+ estará disponível no Vision Pro tão logo a plataforma for lançada. Como funciona o Vision Pro Revolucionário, o Vision Pro não é só para games. Ele funciona como um computador, acessando a web a partir dos movimentos dos olhos e das mãos na hora da navegação, via telas que o usuário vê projetadas em seu ambiente. O visur também vira uma tela de TV com a projeção da programação de streaming diretamente diante do usuário. A Apple TV+ é um dos programas nativos do aparelho. O visor inclui a primeira câmera 3D da Apple, que tem como objetivo capturar as imagens em vídeo espacial e fotos, além de servir de cinema pessoal, com uma tela que pode parecer ter 30 metros de largura, com um suporte para projeção de filmes, séries, jogos e outros serviços da própria Apple. Além de toda a tecnologia citada, o Vision Pro também oferece alta resolução, com cerca de 23 milhões de pixels em dois monitores – mais que uma TV 4K. A tecnologia também conta com um áudio espacial recém-projetado. A proposta da Apple é mudar a maneira como todos os usuários interagem com seus aplicativos e desfrutam de tudo o que o mundo virtual pode oferecer. Outra diferença fundamental entre o Apple Vision Pro e seus concorrentes é que você pode ver os olhos das pessoas através do dispositivo, dando ao aparelho uma sensação um pouco mais humana. O exterior preto do Vision Pro torna-se um pouco transparente, permitindo que as pessoas ao seu redor vejam seus olhos. Ao mesmo tempo, se alguém estiver tentando falar com quem estiver usando o equipamento, o usuário poderá vê-lo com mais destaque do que qualquer aplicativo que tenha aberto. Veja o vídeo de apresentação do equipamento.
HBO Max vira oficialmente Max nos Estados Unidos
A HBO Max passou a se chamar Max nos Estados Unidos às 0h desta terça (23/5). A nova plataforma, com visual azul (no lugar do púrpura da HBO Max), oferece uma seleção de novos programas originais (conhecidos como Max Originals) e uma interface de usuários atualizada que inclui conteúdo da HBO e da rede americana HGTV. Os novos títulos trazem ainda as opções dos canais Discovery, incluindo Food Network e TLC. Porém, o streaming Discovery+ não foi descontinuado e continuará a ser oferecido como opção independente. A transição causou alguns problemas relatados pelos usuários entre as 4h e 7h da manhã. No entanto, a implementação continua ocorrendo ao longo desta terça-feira em todo os Estados Unidos. A empresa havia confirmado a mudança em abril, durante um evento na sede da Warner Bros. Discovery em Burbank, Califórnia. Para facilitar, a maioria dos assinantes atuais da HBO Max teve seus aplicativos atualizados automaticamente, embora alguns usuários estejam sendo solicitados a fazer o download do aplicativo Max. Quem já é assinante também terá sua conta migrada para o novo sistema sem precisar fazer nada. A mudança trouxe um novo visual à plataforma, e também maior ênfase na ultra definição, com mais de 1.000 filmes e episódios em 4K UHD no lançamento e a promessa de adicionar novos conteúdos do gênero mensalmente. Com a mudança, até filmes clássicos como “Casablanca” (1942), “Laranja Mecânica” (1971) e “Os Bons Companheiros” (1990) poderão ser vistos em 4k. “Entendemos o valor de oferecer aos nossos usuários uma experiência de visualização cinematográfica e, para esse fim, implementamos fluxos de trabalho de tecnologia mais avançada que nos permitem liberar mais conteúdo 4K de maneira mais rápida e eficiente”, disse Sudheer Sirivara, EVP de plataforma de tecnologia da Warner Bros. Discovery. De acordo com a WBD, todos os novos lançamentos de filmes dos estúdios da empresa chegarão ao serviço disponíveis em 4K UHD. Além disso, o conteúdo mais recente também contará com formatos aprimorados como 60 quadros por segundo — que oferecem imagens mais nítidas e cores mais profundas. Os usuários também terão suporte para Dolby Atmos e Vision para aparelhos capazes de reproduzir essas tecnologias. Os preços também subiram. Confira os valores: Max Com Anúncios: US$ 9,99 por mês (R$ 49) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD 1080p, sem downloads, com anúncios. Max Sem Anúncios: US$ 15,99 por mês (R$ 79) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD, 30 downloads, sem anúncios. Max Ultimate: US$ 19,99 por mês (R$ 99). 4 telas simultâneas, resolução 4K UHD, 100 downloads, sem anúncios. A mudança deve chegar ao Brasil no último trimestre de 2023. A empresa não revelou se pretende alterar o preço dos planos por assinatura atuais no país, mas confirmou que os assinantes do HBO Max terão suas contas migradas automaticamente.
Netflix inicia bloqueios e cobrança para quem compartilhar senhas no Brasil
A Netflix começou, nesta terça-feira (23/5), a cobrar pelo compartilhamento de senhas, inclusive no Brasil. Agora, os usuários precisarão pagar uma taxa de R$ 12,90 por mês para cada pessoa que utilizar a conta fora do endereço domiciliar do assinante. A plataforma passará a bloquear dispositivos que tentarem acessar uma conta sem pagar a taxa. No entanto, os membros da Netflix podem continuar a acessar o serviço enquanto viajam por meio de seus dispositivos pessoais ou ao fazer login em uma nova televisão (como em um hotel ou aluguel de férias). As contas passam a ter uma nova página para “gerenciar acesso e aparelhos”, de modo que o assinante possa controlar quem tem acesso ao seu login. “Todas as pessoas que moram nesta mesma residência podem usar a Netflix onde quiserem, seja em casa, na rua, ou enquanto viajam. Além disso, podem aproveitar as vantagens dos novos recursos como ‘Transferir um Perfil’ e ‘Gerenciar Acesso e Aparelhos”, explicou a plataforma em um comunicado. O monitoramento de acesso ocorre através de uma solução tecnológica, capaz de fazer identificação de IP, endereço Mac e outros marcadores residenciais. Assim, o streaming é capaz de determinar qual é o endereço regular do assinante e quais são aqueles que estão fora das regras. Assim, quem quiser que um amigo compartilhe de sua conta precisará comprar um “assinante adicional” para presentear ao agregado. Porém, essa opção não está disponível para todos os usuários. Como o próprio site da Netflix pontua, as assinaturas feitas através de parceiros, como operadoras de telefonia ou outras plataformas de streaming, não vão oferecer a ferramenta para permitir o compartilhamento da conta. A companhia não explicou qual será o tratamento dado a esses casos. O valor da taxa adicional é apenas um pouco mais barato do que o pacote mais econômico, que cobra R$ 18,90 e possui anúncios. Enquanto isso, a assinatura padrão custa R$ 18,90 e a premium, que permite quatro telas simultâneas, sai por R$ 55,90. O objetivo da medida é combater o compartilhamento ilícito de senhas e obter uma fatia maior do faturamento dos clientes que compartilham suas informações de acesso com amigos e familiares fora de seu domicílio. “Sua conta da Netflix é para você e as pessoas com quem você mora”, afirma a Netflix em comunicado enviado aos clientes que compartilham a conta com quem não mora na mesma residência. A plataforma vem estudando esta providência desde 2019, quando uma reportagem da revista americana Newsweek informou que o streaming perdia US$ 135 milhões por mês com o compartilhamento de senhas. Em países como Canadá, Nova Zelândia, Portugal e Espanha, as novas regras já estão em vigor desde fevereiro. Nos EUA, também começaram a valer nesta terça.
Disney planeja unificar streamings até o final do ano
A Disney anunciou que lançará um aplicativo único para juntar as programações dos streamings Hulu, ESPN+ e Disney+ até o final deste ano nos EUA. Bob Iger, CEO da Disney, descreveu a mudança como uma “progressão lógica” de suas ofertas de serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução) e afirmou que as três plataformas também continuarão disponíveis de forma independente. No Brasil, a empresa opera as plataformas Disney+ e Star+ (a versão internacional da Hulu), que devem seguir a fusão da matriz. Isso já acontece na Europa, onde a Star é uma opção de conteúdo dentro da Disney+. A revelação de Iger acontece dias antes da Warner Bros. Discovery lançar sua nova plataforma Max, que unificará HBO Max e Discovery+. E fortalece uma tendência de consolidação no mercado dos streamings. A unificação num novo app resultará em um aumento do preço dos serviços individuais. Além disso, a Disney pretende produzir menor volume de conteúdo para seus serviços, além de anunciar que vai remover certos títulos à medida em que busca melhorar sua lucratividade. “Estamos confiantes de que estamos no caminho certo para a lucratividade do streaming”, disse Iger. Segundo ele, há oportunidades empolgantes para publicidade no novo aplicativo com os três serviços juntos. Como 40% das unidades domésticas de anúncios da empresa são endereçáveis, os anunciantes podem segmentar espectadores individuais por meio de uma variedade de características. Isso trará maiores oportunidades para os anunciantes, enquanto a unificação oferecerá aos assinantes um acesso a mais conteúdo de forma mais simplificada. A Disney assumiu o controle operacional da Hulu em 2019, após comprar a 21th Century Fox, dona de 30% da plataforma, e adquirir 10% que estavam com a Warner. No próximo ano, a empresa terá que tomar uma decisão de compra/venda contratual sobre os 30% que ainda não lhe pertencem. O negócio obrigatório dará à Disney a oportunidade de comprar o último terço da plataforma, que é da Comcast (dona da Universal Pictures, do canal NBC e da plataforma Peacock). Para fazer a aquisição, a Disney precisará pagar à Comcast pelo menos US$ 9 bilhões, com a avaliação exata a ser determinada por um árbitro. Mas a Comcast também poderá fazer uma oferta pelos 70% do serviço que pertencem ao conglomerado chefiado por Iger. Ainda não ficou claro se a Disney vai fechar um acordo para comprar a última parte da Hulu, mas a empresa teve conversas “construtivas” com a Comcast. “É muito, muito complicado tomarmos grandes decisões sobre nosso nível de investimento, nosso compromisso com esse negócio, queremos entender para onde isso pode ir”, declarou Iger. Com resultados do segundo trimestre deste ano, a Hulu registrou um crescimento de 200 mil assinaturas, totalizando 48,2 milhões de usuários da plataforma. Já o segmento esportivo da ESPN+ aumentou em 2%, alcançando 25,3 milhões de assinantes. Os números superaram as expectativas e apareceram entre os maiores triunfos da empresa no trimestre passado, após uma queda de 4 milhões de assinantes na Disney+ nesse mesmo período. A Disney+ chegou oficialmente no Brasil em novembro de 2020, enquanto a Star+, versão internacional da Hulu, foi disponibilizada em 2021.
Disney+ perde mais de 4 milhões de assinantes
A Disney+ perdeu mais de 4 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2023, marcando sua segunda queda trimestral consecutiva. No final do ano passado, o streaming enfrentou sua primeira queda desde seu lançamento em 2019. Agora, a Disney+ registra 157,8 milhões de assinantes, em comparação aos 161,8 milhões do trimestre passado. Segundo a empresa, a segunda queda foi impulsionada por um declínio sequencial de 4,6 milhões na Disney+ Hotstar, a versão do serviço oferecida na Índia e em partes do Sudeste Asiático. No ano passado, a Disney perdeu os direitos de transmissão dos jogos de críquete da Indian Premier League (IPL), que gera paixões equivalentes ao do Campeonato Brasileiro de Futebol, o que diminuiu a expectativa de crescimento na região. No entanto, a companhia conseguiu reduzir suas perdas de negócios de streaming em US$ 400 milhões, uma queda de 26% ano a ano, graças ao aumento no preço da assinatura do serviço. Apesar da queda no número de assinantes, a Disney superou as expectativas de Wall Street para ganhos e receitas trimestrais, graças ao desempenho impressionante dos parques temáticos da empresa no primeiro trimestre do ano. Inclusive, em Orlando, a Disney encara uma disputa territorial com o governador da Flórida, Rick DeSantis. A empresa de entretenimento abriu um processo em que alega que DeSantis violou seus direitos constitucionais e dificulta o desenvolvimento dos parques temáticos. A empresa também passa por um momento de demissões em massa, que devem afetar cerca de 7 mil funcionários. Em paralelo, ainda enfrenta a greve dos roteiristas nos Estados Unidos, que paralisou produções do estúdio, como o longa “Blade” e a série “Andor”. Os títulos fazem parte das franquias mais lucrativas do estúdio, Marvel e Star Wars, respectivamente. Embora os desafios mencionados e a perda de assinantes da Disney+ sejam marcos negativos, outros serviços da empresa conseguiram obter êxito. A plataforma Hulu, que opera apenas na América do Norte, ganhou 200 mil assinantes no trimestre, ficando em 48,2 milhões, enquanto ESPN+ aumentou em 2%, totalizando 25,3 milhões. Como sempre, a Disney não revelou o desempenho da Star+ (a Hulu da América do Sul). Segundo a empresa, a Disney passa por um momento de mudança, que conduzirá a um processo de revisão de conteúdo de seus serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução). “No futuro, pretendemos produzir volumes menores de conteúdo em alinhamento com essa mudança estratégica”, justificou a CFO Christine McCarthy, num teaser. Vem aí a unificação das plataformas Hulu/Star+ com a Disney+!












