Taylor Swift agradece as boas-vindas do Cristo Redentor: “Não pude acreditar quando vi”
Taylor Swift agradeceu aos fãs em seu primeiro show no Brasil nesta sexta-feira (17/11), no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, pela mensagem de boas-vindas que recebeu do Cristo Redentor. “Eu não pude acreditar quando vi”, disse, arrancando gritos de euforia do público, explicando que duvidou mesmo de seus olhos. “Achei que não era possível aquilo ser real. Devia ser Photoshop, entendem o que eu quero dizer?” “Então eu percebi que vocês, de alguma forma, fizeram com que alguém colocasse a camiseta Junior Jewels, que diz ‘Welcome to Brazil’ no Cristo Redentor”, seguiu, lembrando que a ilustração no Cristo remete à camiseta que ela usou no clipe de “You Belong With Me”. “Vocês fizeram ou não fizeram isso?”, perguntou para a plateia, arrancando mais gritos. “Sinto que não mereço essa honra, mas foi uma das melhores coisas que já fizeram por mim”, completou. Assista abaixo ao agradecimento de Taylor Swift durante show no Rio. Homenagem no Cristo Redentor O famoso monumento carioca recebeu uma projeção em que veste uma camiseta com uma mensagem de boas-vindas à cantora. A homenagem aconteceu após os fãs cumprirem um desafio proposto pelo reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar, para arrecadarem 20 mil panetones e água mineral para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social. Os fãs da cantora imploravam há dias pela projeção e acabaram motivando o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. “Vamos ter a Taylor Swift devidamente homenageada, a sua chegada às terras cariocas. Seja bem-vinda, Taylor Swift. E que seja feliz com os swifties”, ele declarou ao G1. Além do Cristo Redentor, a roda gigante Yup Star, localizada no Porto Maravilha, também entrou na onda e homenageou a cantora com sua própria projeção, dedicadas às letras de músicas de Taylor e símbolos ligados aos seus álbuns. Após dar início às apresentações brasileiras nesta sexta-feira (17/11), ela fará mais dois shows no Rio de Janeiro nos dias 18 e 19 de novembro. Depois, a cantora se apresenta em São Paulo nos dias 24,25 e 26 de novembro. Todos os ingressos estão esgotados. "There's no way this is real! This has to be a montage. I feel completely unworthy of this honor." – Taylor Swift pic.twitter.com/EeEoAksxUV — 𝓪𝓷𝓷𝓲𝓮⸆⸉ 🏈🤍✨ (@chiefstayvis) November 17, 2023
Cristo Redentor dá as boas vindas a Taylor Swift no Brasil
O Cristo Redentor se assumiu swiftie nesta quinta-feira (16/11). Ele vestiu a camiseta de fã numa homenagem à Taylor Swift, que desembarcou no país pela manhã. O famoso monumento carioca recebeu uma projeção mapeada com uma mensagem de boas-vindas à cantora. A homenagem acontece após os fãs cumprirem um desafio proposto pelo reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar, de arrecadação de mais de 20 mil panetones e água mineral para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social. Os fãs da cantora imploravam há dias pela projeção e acabaram motivando o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. “Vamos ter a Taylor Swift devidamente homenageada, a sua chegada às terras cariocas. Seja bem-vinda, Taylor Swift. E que seja feliz com os swifties”, ele declarou ao G1. Além do Cristo Redentor, a roda gigante Yup Star, localizada no Porto Maravilha, também entrou na onda e homenageou a cantora com sua própria projeção, dedicadas às letras de músicas de Taylor e símbolos ligados aos seus álbuns. Taylor Swift dará início as apresentações nesta sexta-feira (17/11) no Rio de Janeiro, onde ela ainda fará mais dois shows nos dias 18 e 19 de novembro. Depois, a cantora se apresenta em São Paulo nos dias 24,25 e 26 de novembro. Todos os ingressos estão esgotados. 🇧🇷| One of the wonders of the world welcoming Taylor, Brazilian Swifties – well done! pic.twitter.com/HKc2OTxwVd — Taylor Swift Updates 🩵 (@swifferupdates) November 17, 2023 🇧🇷| "We did it, Swifties! You were able to demonstrate all your love to Taylor and for others! Thank you to everyone who donated! May these be wonderful days!" — Christ The Redeemer's official account via Instagram pic.twitter.com/lapWk2HH9O — Taylor Swift Updates 🩵 (@swifferupdates) November 17, 2023 🎡| First look at the Yup Star ferris wheel LED display in honor of #TSTheErasTour in Rio de Janeiro!! 🇧🇷 — The display includes guitars, 🫶, 13s, 1989, scarves, seagulls, snakes, "Love's a game, wanna play?", butterflies, cardigans, and stars!! pic.twitter.com/JlGapVNYPZ — Taylor Swift Updates 🩵 (@swifferupdates) November 16, 2023
The Eras Tour | Taylor Swift será homenageada no Cristo Redentor
Taylor Swift desembarcou no Brasil na tarde desta quinta-feira (16/11) para iniciar as seis apresentações da turnê “The Eras Tour”. A cantora receberá uma homenagem especial no Cristo Redentor para celebrar sua chegada no país. Os fãs da cantora imploravam há dias pela projeção no principal ponto turístico do Brasil, um pedido que acabou motivando o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. “Vamos ter a Taylor Swift devidamente homenageada, a sua chegada às terras cariocas. Seja bem-vinda, Taylor Swift. E que seja feliz com os swifties”, ele declarou ao G1. Mas tem um porém! O reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar, lançou um desafio em troca para que a homenagem dos fãs seja realizada no local. O público terá que arrecadar mais de 20 mil unidades de panetone e água mineral para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade até às 21h desta quinta-feira (16/11). A iniciativa prevê a ajuda para mais de 120 instituições de caridade e milhares de pessoas em situação de rua. Caso a meta seja atingida, Taylor Swift será homenageada com uma camiseta vista no videoclipe da faixa “You Belong With Me”. O desenho será projetado pelo diretor de arte Gabriel Dadam, que também é membro de um dos fã-clubes brasileiros da cantora. Taylor Swift dará início as apresentações nesta sexta-feira (17/11) no Rio de Janeiro, onde ela ainda fará mais dois shows nos dias 18 e 19 de novembro. Depois, a cantora se apresenta em São Paulo nos dias 24,25 e 26 de novembro. Todos os ingressos estão esgotados.
Bilheteria | “As Marvels” é filme mais visto do fim de semana no Brasil
A estreia de “As Marvels” no Brasil refletiu o desempenho do filme nos EUA, com um 1º lugar nas bilheterias, mas uma arrecadação abaixo do esperado. Entre quinta-feira e domingo (12/11), o filme somou R$ 9 milhões, atraindo 413 mil espectadores, conforme dados da Comscore. Este resultado, embora represente a liderança no mercado brasileiro, destaca-se por ser um dos piores para um lançamento do Marvel Studios, e foi obtido na base da falta de regulação na distribuição de filmes do país. Sem cota de tela vigente, metade de todos os cinemas do Brasil colocaram o filme em cartaz. Sem esse domínio nos EUA, os números foram os mais baixos da História do estúdio. A recepção morna do público e a arrecadação modesta indicam uma recepção menos entusiástica do que o usual para filmes do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), contrariando as expectativas pelo histórico de sucesso de bilheteria de seus predecessores. O resto da bilheteria Após duas semanas de liderança, “Five Nights At Freddy’s – O Pesadelo sem Fim”, caiu para o 2º lugar, com R$ 4,56 milhões e 229 mil espectadores, enquanto o documentário “Taylor Swift: The Eras Tour” ficou com o 3º lugar, com uma renda de R$ 1,94 milhão e um público de 45 mil pessoas. “Trolls 3 – Juntos Novamente” e “Assassinos da Lua das Flores” completam o Top 5 com arrecadação de R$ 1,35 milhão e R$ 790 mil respectivamente. Já consagrado como filme brasileiro de maior bilheteria em 2023, “Mussum, O Filmis” aparece logo em seguida, em 6º lugar. Os cinemas brasileiros arrecadaram, ao todo, R$ 20,88 milhões e receberam um público de 884 mil espectadores no último fim de semana prolongado.
Taylor Swift altera letra de “Karma” para homenagear o namorado Travis Kelce
Taylor Swift surpreendeu seus fãs após alterar a letra do hit “Karma” para homenagear o namorado, Travis Kelce, durante o segundo show da “The Eras Tour” na Argentina. Na apresentação, a cantora trocou o verso da música “Karma is the guy on the screen, coming straight home to me” (Karma é o cara na tela, vindo direto para casa, para mim) para “Karma is the guy on the Chiefs, coming straight home to me” (Karma é o cara do Chiefs, vindo direto para casa, para mim). O novo trecho faz referência direta para o Kansas City Chiefs, time de futebol americano que Travis participa na liga National Football League (NFL). Após o show, Taylor se despediu do público e deixou o palco correndo para encontrar o namorado. Eles foram flagrados deixando o estádio argentino juntos. A CARA DELE! Reação de Travis Kelce para a mudança na letra de “Karma”! 😂 pic.twitter.com/n42ZBD2FG2 — Taylor Swift Brasil (@taylorswiftbr) November 12, 2023
Bilheteria | “As Marvels” marca pior estreia da Marvel nos EUA
“As Marvels” passou longe de ser uma maravilha nas bilheterias dos EUA e Canadá. Em sua estreia neste fim de semana, o filme que juntou três heroínas do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) arrecadou penas US$ 47 milhões. Trata-se da pior abertura doméstica de uma produção do Marvel Studios em todos os tempos, num contraste notável com o sucesso estrondoso que o estúdio desfrutava até o ano passado. Enquanto a era de ouro do MCU costumava render estreias com mais de US$ 100 milhões nos EUA, “As Marvels” precisou de todo o mercado internacional para atingir a marca, somando mais US$ 63,3 milhões de 51 territórios. Ao todo, o filme orçado em US$ 200 milhões arrecadou US$ 110,3 milhões globalmente em seus primeiros dias de exibição. Antes de “As Marvels”, a pior abertura doméstica do MCU tinha sido “O Incrível Hulk” (US$ 55,4 milhões) em 2008, seguido por “Homem-Formiga” (US$ 57,2 milhões) em 2015. “As Marvels” conseguiu ter pior desempenho, destacando-se com um recorde negativo entre os 33 filmes do MCU. A greve dos atores dos EUA teve um papel significativo na limitação da promoção do filme, impedindo o elenco, incluindo Brie Larson, de participarem ativamente da divulgação. Mas as críticas não ajudaram. O longa dividiu opiniões e atingiu apenas 62% de aprovação no Rotten Tomatoes, e isso graças à resenhas positivas de blogueiros geeks. Entre os chamados críticos top (grande imprensa), a avaliação não passou dos 43%. Para completar, o público também igualou a produção aos piores títulos do MCU ao lhe dar nota B no CinemaScore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA), a mesma obtida por “Os Eternos” e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”. Agora, o estúdio deve rever sua abordagem para evitar desastres maiores. Na sexta (10/11), dia da estreia do filme nos EUA, a Disney já tinha anunciado o adiamento de várias produções da Marvel, deixando apenas um lançamento do estúdio para o próximo ano: “Deadpool 3”. O resto do Top 5 Entre os demais filmes em cartaz, a adaptação do vídeogame “Five Nights at Freddy’s” manteve uma presença forte nas bilheterias. Em seu terceiro fim de semana, o terror arrecadou US$ 9 milhões de 3.624 cinemas, elevando seu total doméstico para US$ 127,2 milhões e o total global para US$ 251,9 milhões. Em 3º lugar, “Taylor Swift: Eras Tour” continuou a atrair os fãs da cantora. O documentário arrecadou aproximadamente US$ 6 milhões de 2.848 locais, acumulando quase US$ 173 milhões só nos EUA e US$ 240,9 milhões mundiais. A cinebiografia “Priscilla”, de Sofia Coppola, atingiu o 4º lugar com a ampliação de seu circuito, faturando US$ 4,8 milhões em 2.361 cinemas. Seu total doméstico é de US$ 12,7 milhões. Inédito no Brasil, o filme que rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Cailee Spaeny no Festival de Veneza só vai chegar por aqui em 4 de janeiro. O Top 5 se completa com “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, que arrecadou mais US$ 4,7 milhões de 3.357 cinemas, totalizando US$ 60 milhões na América do Norte e US$ $137,1 milhões no mundo todo. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | AS MARVELS 2 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM 3 | TAYLOR SWIFT: THE ERAS TOUR 4 | PRISCILLA 5 | ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES
Grammy 2024 | SZA lidera indicações em edição dominada por mulheres
A Academia Nacional de Artes e Ciências da Gravação dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (10/11) a lista dos indicados ao Grammy 2024. A relação foi marcada por forte presença feminina, com destaque para a cantora SZA, reconhecida com nove nomeações. SZA disputa as três categorias principais da premiação ao lado das cantoras Miley Cyrus e Taylor Swift: Álbum do Ano (“SOS”), Gravação do Ano (“Kill Bill”) e Canção do Ano (“Kill Bill”). A cantora Victoria Monét vem logo atrás com sete indicações em categorias como Artista Revelação e Melhor Performance de R&B (“How Does It Make You Feel”). Ela ainda enfrenta as três mais famosas em Gravação do Ano (“On My Mama”). Outra artista que teve sete indicações foi Phoebe Bridgers. Curiosamente, ela vai disputar seis delas com o trio feminino Boygenius. A sétima categoria é Melhor Performance em Dupla (“Ghost in the Machine”), numa parceria com a própria SZA. O blockbuster “Barbie” também obteve destaque nas categorias como Canção do Ano (com duas músicas, “Dance the Night” e “What Was I Made For?”) e Melhor Performance Pop Solo (“What Was I Made For?”). Mas seu grande impacto foi em Melhor Canção para Obra Audiovisual, onde a trilha do filme emplacou nada menos que quatro faixas. A premiação está marcada para 4 de fevereiro de 2024, na Arena Crypto.com, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Veja abaixo a lista dos indicados. Álbum do ano “World Music Radio”, Jon Batiste “The Record”, boygenius “Endless Summer Vacation”, Miley Cyrus “Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd”, Lana Del Rey “”The Age of Pleasure”, Janelle Monáe “Guts”, Olivia Rodrigo “Midnights”, Taylor Swift “SOS”, SZA Gravação do ano “Worship”, Jon Batiste “Not Strong Enough”, boygenius “Flowers”, Miley Cyrus “What Was I Made For?” do filme “Barbie”, Billie Eilish “On My Mama”, Victoria Monét “Vampire”, Olivia Rodrigo “Anti-Hero”, Taylor Swift “Kill Bill”, SZA Canção do ano “A&W”, Lana Del Rey “Anti-Hero”, Taylor Swift “Butterfly”, Jon Batiste “Dance the Night” (De “Barbie: O Álbum”, Dua Lipa) “Flowers”, Miley Cyrus “Kill Bill”, SZA “Vampire”, Olivia Rodrigo “What Was I Made For?” de “Barbie”, Billie Eilish Revelação do ano Gracie Abrams Fred Again Ice Spice Jelly Roll Coco Jones Noah Kahan Victoria Monét The War and Treaty Melhor clipe “I’m Only Sleeping”, The Beatles “In Your Love”, Tyler Childers “What Was I Made For?”, Billie Eilish “Count Me Out”, Kendrick Lamar “Rush”, Troye Sivan Melhor performance pop solo “Flowers”, Miley Cyrus “Paint the Town Red”, Doja Cat “What Was I Made For”, do filme “Barbie”, Billie Eilish “Vampire”, Olivia Rodrigo “Anti-Hero”, Taylor Swift Melhor performance pop solo ou grupo “Thousand Miles”, Miley Cyrus e Brandi Carlile “Candy Necklace”, Lana Del Rey e Jon Batiste “Never Felt So Alone”, Labrinth e Billie Eilish “Karma”, Taylor Swift e Ice Spice “Ghost in the Machine”, SZA e Phoebe Bridgers Melhor álbum pop vocal “Chemistry”, Kelly Clarkson “Endless Summer Vacation”, Miley Cyrus “Guts”, Olivia Rodrigo “- (Subtract)”, Ed Sheeran “Midnights”, Taylor Swift Melhor álbum pop vocal tradicional “To Steve with Love: Liz Callaway Celebrates Sondheim”, Liz Callaway “Pieces of Treasure”, Rickie Lee Jones “Bewitched”, Laufey “Holidays Around the World”, Pentatonix “Only the Strong Survive”, Bruce Springsteen “Sondheim Unplugged (The NYC Sessions), Vol. 3”, (Vários artistas) Melhor performance country solo “In Your Love”, Tyler Childers “Buried”, Brandy Clark “Fast Car”, Luke Combs “The Last Thing on My Mind”, Dolly Parton “White Horse”, Chris Stapleton Melhor performance country em dupla ou grupo “High Note”, Dierks Bentley feat Billy Strings “Nobody’s Nobody”, Brothers Osborne “I Remember Everything”, Zach Bryan feat Kacey Musgraves “Kissing Your Picture (Is So Cold)”, Vince Gill e Paul Franklin “Save Me”, Jelly Roll e Lainey Wilson “We Don’t Fight Anymore”, Carly Pearce feat Chris Stapleton Melhor música de country “Buried”, Brandy Clark “I Remember Everything”, Zach Bryan feat Kacey Musgraves “In Your Love”, Tyler Childers “Last Night”, Morgan Wallen “White Horse”, Chris Stapleton Melhor álbum de country “Rolling Up the Welcome Mat”, Kelsea Ballerini “Brothers Osborne”, Brothers Osborne “Zach Bryan”, Zach Bryan “Rustin’ in the Rain”, Tyler Childers “Bell Bottom Country”, Lainey Wilson Melhor álbum de jazz latino “Quietude” Eliane Elias “My Heart Speaks”, Ivan Lins com a Tblisi Symphony Orchestra “Vox Humana”, Bobby Sanabria Multiverse Big Band “Cometa”, Luciana Souza e Trio Corrente “El Arte Del Bolero Vol. 2”, Miguel Zenón e Luis Perdomo Melhor álbum latino de rock ou alternativo “Martínez” Cabra “Leche De Tigre”, Diamante Eléctrico “Vida Cotidiana”, Juanes “De Todas Las Flores”, Natalia Lafourcade “EADDA9223”, Fito Paez Melhor álbum folk “Traveling Wildfire”, Dom Flemons “I Only See the Moon”, the Milk Carton Kids “Joni Mitchell at Newport (Live)”, Joni Mitchell “Celebrants”, Nickel Creek “Jubilee”, Old Crow Medicine Show “Seven Psalms”, Paul Simon “Folkocracy”, Rufus Wainwright Melhor gravação dance/eletrônica “Blackbox Life Recorder 21F”, Aphex Twin “Loading”, James Blake “Higher Than Ever Before”, Disclosure “Strong”, Romy e Fred again.. “Rumble”, Skrillex, Fred again.. e Flowdan Melhor álbum dance/eletrônica “Playing Robots Into Heaven”, James Blake “For That Beautiful Feeling”, the Chemical Brothers “Actual Life 3 (January 1 – September 9 2022)”, Fred again.. “Kx5”, Kx5 “Quest for Fire”, Skrillex Melhor performance de rap “The Hillbillies”, Baby Keem featuring Kendrick Lamar “Love Letter”, Black Thought “Rich Flex”, Drake & 21 Savage “Scientists & Engineers”, Killer Mike featuring André 3000, Future and Eryn Allen Kane “Players”, Coi Leray Melhor performance de rap melódico “Sittin’ on Top of the World”, Burna Boy featuring 21 Savage “Attention”, Doja Cat “Spin Bout U”, Drake & 21 Savage “All My Life”, Lil Durk e J. Cole “Low” SZA Melhor música de rap “Attention”, Doja Cat “Barbie World” de “Barbie: O Álbum”, Nicki Minaj e Ice Spice feat. Aqua Just Wanna Rock”, Lil Uzi Vert “Rich Flex”, Drake & 21 Savage “Scientists & Engineers,” Killer Mike feat André 3000, Future e Eryn Allen Kane Melhor álbum de rap “Her Loss”, Drake & 21 Savage “Michael”, Killer Mike “Heroes & Villains”, Metro Boomin “King’s Disease III”, Nas “Utopia”, Travis Scott Melhor álbum de pop latino “La Cuarta Hoja”, Pablo Alborán “Beautiful Humans, Vol. 1”, AleMor “A Ciegas”, Paula Arenas “La Neta”, Pedro Capó “Don Juan”, Maluma “X Mí (Vol. 1)”, Gaby Moreno Melhor álbum de música urbana “Saturno”, Rauw Alejandro “Mañana Será Bonito”, Karol G “Data”, Tainy Melhor gravação de pop dance ‘Baby Don’t Hurt Me’, David Guetta, Anne-Marie e Coi Leray ‘Miracle’, Calvin Harris e Ellie Goulding ‘Padam Padam’, Kylie Minogue ‘One in a Million’, Bebe Rexha e David Guetta ‘Rush’, Troye Sivan Melhor álbum de rock ‘But Here We Are’, Foo Fighters ‘Starcatcher’, Greta Van Fleet ’72 Seasons’, Metallica ‘This is Why’, Paramore ‘In Times New Roman…’, Queens of the Stone Age Melhor performance alternativa ‘Belinda Says’, Alvvays ‘Body Paint’, Arctic Monkeys ‘Cool About It’, Boygenius ‘A&W’, Lana Del Rey ‘This Is Why’, Paramore Melhor álbum alternativo ‘The Car’, Arctic Monkeys ‘The Record’, Boygenius ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd’, Lana Del Rey ‘Cracker Island’, Gorillaz ‘I Inside the Old Year Dying’, PJ Harvey Melhor performance de R&B “Summer Too Hot”, Chris Brown “Back to Love”, Robert Glasper feat SiR e Alex Isley “ICU”, Coco Jones “How Does It Make You Feel”, Victoria Monét “Kill Bill”, SZA Melhor performance de R&B tradicional “Simple”, Babyface featuring Coco Jones “Lucky”, Kenyon Dixon “Hollywood”, Victoria Monét feat Earth, Wind & Fire e Hazel Monét “Good morning” PJ Morton feat Susan Carol “Love Language”, SZA Melhor música de R&B “Angel”, Halle “Back to Love”, Robert Glasper feat SiR e Alex Isley “ICU”, Coco Jones “On My Mama”, Victoria Monét “Snooze”, SZA Melhor álbum de R&B progressivo “Since I Have a Lover”, 6lack “The Love Album: Off the Grid”, Diddy “Nova”, Terrace Martin and James Fauntleroy “The Age of Pleasure”, Janelle Monáe “SOS”, SZA Melhor álbum de R&B “Girls Night Out”, Babyface “What I Didn’t Tell You (Deluxe)”, Coco Jones “Special Occasion”, Emily King “Jaguar II”, Victoria Monét “Clear 2: Soft Life EP”, Summer Walker Melhor performance de rap melódico “Sittin’ on Top of the World”, Burna Boy e 21 Savage “Attention”, Doja Cat “Spin Bout U”, Drake e 21 Savage “All My Life”, Lil Durk e J. Cole “Low”, SZA FILMES Melhor filme musical “Moonage Daydream”, David Bowie “How I’m Feeling Now”, Lewis Capaldi “Live From Paris, the Big Steppers Tour”, Kendrick Lamar “I Am Everything”. Little Richard “Dear Mama”, Tupac Shakur Melhor trilha sonora “Barbie” “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” “Os Fabelmans” “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” “Oppenheimer” Melhor canção para obra audiovisual “Barbie World”, de “Barbie” “Dance the Night”, de “Barbie” “I’m Just Ken”, de “Barbie” “Lift Me Up”, de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” “What Was I Made For?”, de “Barbie”
“Five Nights at Freddy’s” supera Taylor Swift e Mussum nos cinemas brasileiras
A liderança das bilheterias de cinema do Brasil permaneceu com “Five Nights at Freddy’s” pelo segundo fim de semana consecutivo. O terror baseado em videogame arrecadou R$ 12,69 milhões e foi visto por 646 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (5/11), segundo dados da consultoria Comscore. Em 2º lugar, ficou a estreia do documentário de show “Taylor Swift: The Eras Tour”, que faturou R$ 4,99 milhões e atraiu 113 mil espectadores. A animação “Trolls 3 – Juntos Novamente” fechou o pódio com renda de R$ 3,99 milhões. “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, fez mais R$ 2 milhões e ficou em 4º, à frente da estreia de “Mussum, O Filmis”, que faturou R$ 1,99 milhão e registrou público de 93 mil pessoas. Ao todo, os cinemas somaram R$ 32,71 milhões de bilheteria e 1,44 milhão de espectadores no fim de semana no Brasil.
Taylor Swift quebra novos recordes com “1989 (Taylor’s Version)”
Taylor Swift quebrou mais um recorde que já era seu com o lançamento de “1989 (Taylor’s Version)”, que alcançou o topo das paradas de discos Billboard 200 nos Estados Unidos nesta semana. A Republic Records, gravadora da artista, informou que o álbum vendeu mais de 1,6 milhão de unidades nos EUA e mais de 3,5 milhões globalmente, o que coroa Taylor Swift como a primeira artista a ter seis estreias de álbuns no Número 1 com mais de 1 milhão de unidades vendidas na História. Vale lembrar que a versão original de “1989”, lançada em 2014, também obteve vendas expressivas na primeira semana, alcançando 1.287 milhões de cópias, o que na época representou a maior semana de vendas para um álbum desde 2002. A regravação superou esses números. Além do sucesso comercial, “1989 (Taylor’s Version)” quebrou recordes na plataforma Spotify, tornando-se a maior estreia de 2023, com 176 milhões de streams, e a segundo maior na História da plataforma, perdendo apenas para si mesma, com as músicas inéditas de “Midnights”. Taylor também estendeu seu recorde no iTunes e Apple Music, acumulando o maior número de hits no topo do iTunes em todos os tempos. Além disso, “1989 (Taylor’s Version)” atingiu o primeiro lugar em 14 países, evidenciando o alcance global da artista. Estratégia de relançamentos O sucesso do disco coroa a estratégia da cantora em relançar seus álbuns antigos. A decisão foi uma reação à compra de suas gravações originais por Scooter Braun, o empresário de Justin Bieber, que aconteceu sem aviso prévio. Toda a sequência de “Taylor’s Versions” – que também inclui “Fearless”, “Red” e “Speak Now” – foi muito bem-sucedida e a cantora ainda tem dois álbuns de seu catálogo esperando reedição: “Taylor Swift (2006)” e “Reputation (2017)”. Os relançamentos contêm todas as faixas originais em novas versões e músicas inéditas. E ao mesmo tempo em que fazem sucesso, desvalorizam os discos originais adquiridos pelo empresário – vendo o prejuízo, ele já vendeu o conteúdo para terceiros.
EMA 2023 | Anitta vence pela segunda vez premiação europeia da MTV
Anitta repetiu seu prêmio de Melhor Artista Latina do EMA (Europe Music Awards), a premiação europeia da MTV. Depois de vencer no ano passado, ela voltou a se consagrar no domingo (5/11), superando artistas como Rosalía e Shakira. A brasileira expressou sua gratidão nas redes sociais: “Sem palavras pra agradecer ao prêmio BEST LATIN no EMA. Muito amor e gratidão a todos.” Originalmente agendada para ocorrer em Paris, a cerimônia foi cancelada pelo clima resultante do conflito entre Israel e Palestina – e após ameaças de bomba no evento. Com isso, os resultados foram simplesmente anunciados nas redes sociais. Os prêmios destacaram Taylor Swift, principal nome da noite, que arrebatou três estatuetas, incluindo Melhor Artista do ano. A premiação também reconheceu o trabalho solo de Jung Kook, do BTS, na categoria de Melhor Artista K-Pop. A lista também incluiu prêmios por país, e o vencedor na categoria de Melhor Artista Brasileiro foi o rapper Matuê, superando Luísa Sonza e Anavitória, entre outros. Confira abaixo a lista dos vencedores. Sem palavras pra agradecer ao prêmio BEST LATIN no EMA. Muito amor e gratidão a todos — Anitta (@Anitta) November 5, 2023 Melhor Artista: Taylor Swift Melhor Artista Ao Vivo: Taylor Swift Melhor Revelação: Peso Pluma Melhor Colaboração: KAROL G and Shakira – “TQG” Melhor Artista Pop: Billie Eilish Melhor Artista de Rock: Maneskin Melhor Artista Hip Hop: Nicki Minaj Melhor Artista de R&B: Chris Brown Melhor Artista Eletrônico: David Guetta Melhor Artista Alternativo: Lana Del Rey Melhor Artista K-Pop: Jung Kook Melhor Artista Latina: Anitta Melhor Artista Afrobeats: Rema Melhor Artista Push: Tomorrow X Together Melhor Música: Jung Kook Featuring Latto – “Seven” Melhor Clipe: Taylor Swift – “Anti-Hero” Melhor Artista – África: Diamond Platnumz Melhor Artista – Ásia: BE:FIRST Melhor Artista – Austrália: Kylie Minogue Melhor Artista – Brasil: Matue Melhor Artista – Canadá: Shania Twain Melhor Artista – Caribe:Young Miko Melhor Artista – Holanda: FLEMMING Melhor Artista – França: Bigflo & Oli Melhor Artista – Alemanha: Kontra K Melhor Artista – Hungria: ajsa luna Melhor Artista – Índia: Tsumyoki Melhor Artista – Itália: Måneskin Melhor Artista – América do Norte: Kenia OS Melhor Artista – América Central: Feid Melhor Artista – América do Sul: Lali Melhor Artista – Nova Zelândia: SIX60 Melhor Artista – Nórdico: Käärijä Melhor Artista – Polonia: Doda Melhor Artista – Portugal: Bispo Melhor Artista – Espanha: Samantha Hudson Melhor Artista – Suíça: Gjon’s Tears Melhor Artista – Reino Unido e Irlanda: Tom Grennan Melhor Artista – Estados Unidos: Nicki Minaj
Bilheteria | “Five Nights at Freddy’s” mantém liderança nos EUA
O terror sem sangue “Five Nights at Freddy’s” manteve a liderança das bilheterias nos EUA pela segunda semana consecutiva, favorecido pela greve dos atores dos EUA. Inicialmente, o fim de semana seria marcado pela estreia de “Duna: Parte Dois”, mas a proibição de promoções por parte dos atores, devido à greve, fez com que este lançamento fosse adiado para 2024. A Legendary Pictures, detentora da franquia “Duna”, entende que o elenco, que inclui Zendaya e Timothée Chalamet, é crucial para promover seu lançamento. Sem rivais de peso, “Five Nights at Freddy’s” arrecadou US$ 19,4 milhões, marcando uma queda assustadora de 76% em relação à semana de estreia, graças à disponibilidade simultânea do filme na plataforma Peacock. Mesmo assim, a adaptação do videogame ultrapassou a marca de US$ 100 milhões em menos de 10 dias. No exterior, onde está disponível apenas nos cinemas, o filme fez expressivos US$ 35,6 milhões, acumulando globalmente US$ 217,1 milhões, um retorno considerável para uma produção de orçamento modesto – custou “apenas” US$ 20 milhões. Com isso, “Five Nights at Freddy’s” tornou-se o segundo título de horror de 2023 a ultrapassar a arrecadação de US$ 200 milhões, seguindo “A Freira 2”, que acumula US$ 265,9 milhões. Outros destaques da bilheteria A arrecadação de “Taylor Swift: Eras Tour” também continua a impressionar. Em 2º lugar, acumulando mais US$ 13 milhões neste fim de semana, o documentário mais visto de todos os tempos já rendeu US$ 165 milhões na América do Norte e US$ 231 milhões mundiais. Em 3º lugar, “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, arrecadou US$ 7 milhões, totalizando uma receita doméstica de US$ 52,3 milhões após três fins de semana. O drama de época, que é uma grande aposta para a temporada de premiações, soma US$ 119 milhões mundiais, mas seu custo foi de US$ 200 milhões (fora despesas de P&A – cópias e publicidade). A biografia de Priscilla Presley dirigida por Sofia Coppola, “Priscilla”, ficou com o 4º lugar ao arrecadar US$ 5,1 milhões, após expansão de seu lançamento limitado para o circuito mais amplo de cinemas em todo o país. Exibida em 1.344 cinemas, bem menos que os demais títulos em cartaz, a produção superou as expectativas da indústria e foi vista majoritariamente por um público jovem e feminino. Apesar do lançamento nos EUA, a produção do estúdio independente A24 ainda vai demorar dois meses para chegar no Brasil – em 4 de janeiro. Finalizando o Top 5 na América do Norte, a dramédia mexicana “Radical”, estrelada e produzida por Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), teve uma estreia de US$ 2,7 milhões em somente 419 cinemas. “Radical” chegou aos EUA após se consagrar como sucesso de bilheteria no México, onde virou um dos filmes mais bem-sucedidos da era pós-pandêmica, com mais de US$ 5 milhões em vendas locais de ingressos, segundo os produtores. Não há previsão de estreia no Brasil. Fracassos da semana A estreia de “O que Acontece Depois”, que marca a volta de Meg Ryan (“Sintonia do Amor”) às comédias românticas, foi um dos fracassos da semana. Sem conseguir atrair um grande público, o filme sobre o reencontro inesperado de um casal de ex-namorados num aeroporto, abriu na 9ª posição com uma receita de US$ 1,5 milhão, proveniente de 1.492 salas de cinema. A produção também não tem previsão para chegar aos cinemas brasileiros. Outro novo lançamento, o thriller psicológico “A Filha do Rei do Pântano” – que já passou pelo Brasil – , teve um desempenho ainda pior. O thriller estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), no papel da filha de um sequestrador que foge da prisão, abriu na 12ª posição, com uma receita desanimadora de US$ 820 mil em 1.055 locais. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM 2 | TAYLOR SWIFT: THE ERAS TOUR 3 | ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES 4 | PRISCILLA 5 | RADICAL
Estreias | Mussum e Taylor Swift são os destaques da programação de cinema
A cinebiografia de Mussum é o maior lançamento desta quinta (2/11) nos cinemas, chegando em mais de 750 salas, mas a programação também destaca o filme da turnê de Taylor Swift, que já quebrou o recorde de maior bilheteria de um documentário em todos os tempos, e um novo terror – com a expectativa de dar continuidade ao sucesso do gênero no país. Confira abaixo também o que entra em circuito limitado, além de todos os detalhes e os trailers de cada título. MUSSUM, O FILMIS Vencedora do Festival de Gramado deste ano, a cinebiografia retrata a vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes (1941-1994), o eterno Mussum. A narrativa é segmentada em três fases da vida do humorista: infância, onde é vivido por Thawan Lucas (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”), juventude, por Yuri Marçal (“Barba, Cabelo e Bigode”), e a fase de sucesso, por Aílton Graça (“Galeria do Futuro”). Dirigido por Sílvio Guindane (“Segunda Chamada”), com roteiro de Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar”), a obra recria vários momentos importantes da vida de Antônio Carlos, desde o momento em que virou Mussum, batizado por Grande Otelo, até a origem de sua marca registrada, as palavras terminadas em “is”, por recomendação de Chico Anysio na “Escolinha do Professor Raimundo”, sem esquecer de sua carreira musical nos Originais do Samba e sua entrada em “Os Trapalhões”. Com o objetivo de exibir um panorama geral, o “filmis” coleciona citações a ícones – além dos citados, Elza Soares e Cartola, entre outros – , e aborda só por alto a relação de Mussum com os Trapalhões, sem aprofundar controvérsias com Renato Aragão ou citar a separação do grupo nos 1980. Mesmo assim, a trama encontra um ponto emocional mais aprofundado na relação do humorista com sua mãe, vivida em fases distintas por Cacau Protásio (“Vai que Cola”) e Neuza Borges (ambas de “Juntos e Enrolados”). Ao contrário de muitas cinebiografias, “Mussum, O Filmis” opta por uma abordagem mais leve e cômica, em vez de focar no drama e na melancolia que muitas vezes acompanham as histórias de vida dos artistas. Por conta disso, evita abordar aspectos mais sombrios da trajetória do comediante, como seu envolvimento com o álcool, resultando mais numa homenagem do que num retrato multidimensional. Vale pela recriação detalhista dos anos 1970 e 1980, pelo desempenho premiado do elenco e pela contagiante sensação de nostalgia que desperta, de uma época que sempre parece muito melhor na ficção. TAYLOR SWIFT – THE ERAS TOUR O documentário mais bem-sucedido de todos os tempos (com US$ 200 milhões arrecadados em 10 dias no mercado internacional) é a materialização cinematográfica da aclamada turnê de Taylor Swift, capturada em três performances no SoFi Stadium de Los Angeles. Não se trata apenas de um registro comum de um show, mas sim de um passeio monumental através das diferentes fases da carreira da artista, embaladas em uma atmosfera eufórica que apenas os grandes espetáculos podem criar. Mesmo menor que os shows, o filme tem quase três horas de duração e oferece uma apresentação vigorosa de mais de três dezenas de canções que marcaram a trajetória da cantora, desde o início até o ápice de sua popularidade. A estrutura do espetáculo é meticulosamente delineada, com segmentos que correspondem aos nove álbuns de Swift, desde “Fearless” (2008) até “Midnights” (2022), cada um com uma identidade visual distinta . A magia da performance ao vivo é recriada com um senso de imersão que faz com que os espectadores, tanto no estádio quanto no cinema, sintam-se parte da experiência. A interação de Swift com o público, as coreografias, e a elaborada produção visual são aspectos que ressaltam o caráter celebrativo do show. O detalhismo com que a câmera capta os momentos – desde os mais grandiosos até os mais sutis – permite uma apreciação profunda do talento e da energia de Swift e de toda a equipe envolvida, inclusive os dançarinos e músicos de apoio. Apesar do filme omitir algumas músicas do setlist original, a essência da apresentação permanece intacta, proporcionando aos fãs uma jornada emocional e nostálgica através das “eras” de Taylor Swift. A direção é de Sam Wrench, conhecido por ter comandado filmes de concertos para outras artistas notáveis como Billie Eilish, Lizzo e Brandi Carlile. Com “Taylor Swift: The Eras Tour”, ele oferece um vislumbre do verdadeiro fenômeno cultural que é Taylor Swift, reafirmando sua posição como uma das vozes mais populares de sua geração. DINHEIRO FÁCIL A comédia conta a história real sobre como nerds manipularam o mercado de ações e ficaram ricos. O longa é dirigido por Craig Gillespie, conhecido pelo seu trabalho em “Eu, Tonya” (2017) e “Cruella” (2021), e mostra os absurdos por trás do esquema que causou um boom nas ações de uma empresa varejista. A trama acompanha Keith Gill (Paul Dano, de “Batman”), que dá início a polêmica história ao investir suas economias nas ações em queda da GameStop em 2021. Logo em seguida, o personagem compartilha sobre o investimento nas redes sociais e as postagens começam a viralizar. Conforme a popularidade aumenta, sua vida e a de todos que o seguem começam a ser afetadas. O que começa com uma dica de investimento se transforma em um gigantesco movimento onde todos enriquecem – até que os bilionários decidem revidar. A narrativa humorística explora as falhas do capitalismo, apresentando uma versão da clássica batalha entre Davi e Golias na era digital. Com um elenco estelar, incluindo Seth Rogen (“Pam e Tommy”) como o grande investidor que enfrenta problemas financeiros com a iniciativa dos nerds, e personagens carismáticos como o irmão desleixado de Gill, interpretado por Pete Davidson (“Morte, Morte, Morte”), a produção consegue entrelaçar humor e comentário social. A trama é bem servida com personagens secundários, como a enfermeira vivida por America Ferrera (“Superstore”) e o caixa da GameStop interpretado por Anthony Ramos (“Transformers: O Despertar das Feras”), que trazem profundidade e humanidade à história, ressaltando o impacto coletivo do esquema de investimento. Para completar, referências culturais contemporâneas, como memes e danças do TikTok, enriquecem a narrativa. Por conta dessa estrutura e abordagem, “Dinheiro Fácil” tem sido comparado a “A Grande Aposta” (2015), outro filme que também desvenda o universo financeiro com humor, crítica e memes. Ambas as obras exploram a engenhosidade e a audácia de indivíduos incomuns no enfrentamento de gigantes financeiros, embora com tons e perspectivas distintas. Enquanto “A Grande Aposta” dissecou a crise financeira de 2008 com uma abordagem mais séria, “Dumb Money” adota uma postura mais leve ao retratar os eventos recentes da saga GameStop. Mas isso também torna o filme de Gillespie o “primo pobre” da obra de Adam McKay, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro. NÃO ABRA! O filme de estreia do indiano Bishal Dutta chama atenção por ser um terror diferente, centrada numa adolescente índio-americana, que precisa se reconectar com suas raízes culturais para sobreviver, após se distanciar delas no ambiente predominantemente caucasiano de uma high school dos EUA. A trama ganha corpo quando uma amiga de infância de Samidha (Megan Suri) apresenta comportamento estranho relacionado a um pote de vidro que carrega, culminando em uma série de eventos sobrenaturais. O que há dentro do pote alimenta a trama, que os trailers já mostraram ser uma entidade demoníaca conhecida como Pishacha. De acordo com a mitologia hindu, este demônio se alimenta de energia negativa e carne humana. E é liberado após o pote ser quebrado. Dutta explora a temática da assimilação cultural e identidade numa narrativa que combina experiência de imigrante com terror sobrenatural. A mensagem é “não esqueça de onde você veio”, indicando que aqueles que se afastam de sua cultura nativa podem atrair ou até merecer tormentos de seus espíritos mitológicos antigos. Mesmo com restrições orçamentárias evidentes, a obra consegue criar cenas inventivas e momentos de tensão, especialmente enquanto Pishacha é mais sugerido do que revelado. E mesmo ao cair nos clichês, não abandona sua premissa provocativa sobre a complexidade da identidade cultural e a necessidade de aceitação, que fazem de “Não Abra!” um filme que vai além do gênero de horror, tocando em questões socioculturais. AFIRE O novo filme do cineasta alemão Christian Petzold (“Fênix”) acompanha Leon (Thomas Schubert), um jovem escritor que viaja com seu amigo Felix (Langston Uibel) para uma casa no campo com o intuito de finalizar seu segundo livro. Ao chegarem, encontram Nadja (Paula Beer) já hospedada no local. Enquanto Felix se deixa seduzir pelo espírito descompromissado do verão, Leon se afunda em ansiedade e amargura, o que é exacerbado pela presença da mulher, que desperta uma mistura de fascinação e irritação nele. A trama se aprofunda na figura de Leon, que, ao contrário de seu amigo, não consegue se desvencilhar de suas inseguranças e do anseio por validação, tornando-se uma figura comicamente trágica. A narrativa não poupa críticas ao ego inflado e à cegueira emocional, que falha em perceber as dinâmicas sociais ao seu redor devido à sua obsessão autoreferente. O filme também explora a relação muitas vezes tensa entre escritores e o mundo ao seu redor, representada pela indiferença de Leon às tensões palpáveis entre os personagens e a ameaça iminente de um incêndio florestal nas proximidades, símbolo de uma crise climática que se avizinha. O cenário de “Afire” flutua entre a comédia sutil e o drama, com momentos de comicidade leve contrapostos por uma atmosfera de desconforto e ameaça latente. Venceu o Urso de Prata/Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim deste ano, ressaltando-se na filmografia premiada do diretor, que já vinha vencido o Prêmio da Crítica no festival com “Undine”. “Afire” é seu terceiro filme consecutivo com Paula Beer, após “Em Trânsito” (2018) e “Undine” (2020). O ÚLTIMO DIA DE YITZHAK RABIN A obra do renomado cineasta israelense Amos Gitai (“Uma Noite em Haifa”) mergulha nos eventos que cercaram o assassinato do Primeiro Ministro Yitzhak Rabin, ocorrido em 4 de novembro de 1995, após um grande comício pela paz em Tel Aviv. Yigal Amir, um estudante de direito extremista, foi o autor do crime que chocou a nação. Gitai combina documentário (entrevistas autênticas e imagens de arquivo) com drama (reencenações). Para criar um retrato detalhado não apenas do dia em questão, mas também do ambiente político e social fervilhante que o precedeu, foram entrevistados o ex-presidente Shimon Peres e a viúva de Rabin, Leah. Seus depoimentos são intercalados com cenas reencenadas dos dias anteriores ao assassinato, a investigação governamental subsequente e as reuniões e rituais que envolveram personagens radicais da época. A narrativa segue um rumo investigativo, com foco em uma comissão de inquérito de três membros, presidida pelo Presidente do Supremo Tribunal, Meir Shamgar, que foi montada para investigar as especificidades do assassinato. Entre as cenas mais marcantes, destaca-se a recriação de um grupo de judeus pronunciando uma maldição, conhecida como Pulsa Dinura, com a intenção de acabar com a vida de Rabin. O filme também destaca os depoimentos do guarda-costas de Rabin e do motorista que demorou entre oito a nove minutos para percorrer o terço de milha do local do tiroteio até o hospital mais próximo. A interpretação de Yogev Yefet como o assassino Yigal Amir, um extremista messiânico, é outro ponto que chama a atenção, proporcionando um olhar sobre a mentalidade de Amir e sua justificativa para o ato cometido. Gitai também explora a polarização da política israelense, mostrando como a retórica radical era contra a disposição pacifista de Rabin, que tentou acabar com os conflitos e negociar com os palestinos. Vale a pena refletir como essa retórica levou ao acirramento cada vez maior contra os palestinos, alimentando as fileiras do Hamas e agora insufla a destruição completa da Faixa de Gaza. O filme foi reconhecido com o Prêmio da Rede de Filmes de Direitos Humanos no Festival de Veneza, ressaltando sua relevância, impacto e suas ramificações profundas. NEFARIOUS Apesar de ser apresentado como terror, “Nefarious” é só um panfleto horroroso de propaganda política. O enredo centra-se em Edward, um assassino condenado interpretado por Sean Patrick Flanery, que,...
“Five Nights at Freddy’s” surpreende com recorde de bilheteria nos EUA
“Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá com uma arrecadação recordista de US$ 78 milhões, superando as expectativas da indústria. A performance surpreendente fez do lançamento a terceira maior abertura de um filme de horror de todos os tempos, atrás apenas dos dois filmes “It”, e a maior abertura de um terror em 2023, superando “Pânico VI”, que arrecadou US$ 44,4 milhões. O mais impressionante é que o filme teve um lançamento simultâneo em streaming pela Peacock, plataforma da Universal que só existe nos EUA, e nem isso impediu seu sucesso. O fenômeno se repetiu no mercado internacional, onde “Five Nights at Freddy’s” abriu em 60 países com estimados US$ 52,6 milhões, totalizando uma arrecadação global de US$ 130,6 milhões contra um modesto orçamento de produção de US$ 25 milhões. A trama da adaptação do videogame homônimo foi destruída pela crítica, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes e reclamações contra o enredo genérico e falta de sangue – foi exibido com classificação para 13 anos nos EUA. Mas o público adorou, dando ao longa nota A- no CinemaScore, uma raridade para filmes do gênero horror. Outros Destaques da Bilheteria O documentário “Taylor Swift: The Eras Tour” também alcançou marcos notáveis, ultrapassando a marca de US$ 200 milhões na bilheteria mundial, um feito inédito para um filme de show e para qualquer documentário já feito. Em 2º lugar em seu terceiro fim de semana de exibição nos EUA, o filme acumulou mais US$ 14,7 milhões domesticamente, alcançando um total de US$ 149,3 milhões na América do Norte e US$ 203 milhões globalmente. A estreia no Brasil vai acontecer na quinta-feira (3/11). “Assassino da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, ficou em 3º lugar com uma arrecadação estimada de US$ 9 milhões. Este resultado representa uma queda acentuada de 61% em relação ao fim de semana de estreia, um sinal preocupante para a Apple e a Paramount, que produziram e distribuíram o filme, respectivamente. Com um orçamento de produção robusto de US$ 200 milhões, “Assassino da Lua das Flores” apostava num desempenho prolongado nas bilheterias ao longo da temporada de premiações, visando recuperar o investimento e alcançar uma posição de destaque no circuito do Oscar. O Top 5 se completa com os US$ 5 milhões da estreia do documentário religioso “After Death”, primeiro lançamento do Angel Studios desde o sucesso de “Som da Liberdade”, e com outro terror da Universal, “O Exorcista: O Devoto”, que fez US$ 3,1 milhões em seu quarto fim de semana de exibição, totalizando US$ 61 milhões domesticamente e US$ 120,4 milhões globalmente. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM 2 | TAYLOR SWIFT: THE ERAS TOUR 3 | ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES 4 | AFTER DEATH 5 | O EXORCISTA: O DEVOTO











