Kenneth Branagh voltará como diretor e detetive na “continuação” de Assassinato no Expresso do Oriente
O remake de “Assassinato no Expresso do Oriente” não estourou as bilheterias nem impressionou a crítica norte-americana, mas agradou o suficiente para o estúdio 20th Century Fox querer repetir a dose, filmando novo livro de mistério de Agatha Christie com o mesmo diretor, Kenneth Branagh. Trata-se de mais uma produção já levada ao cinema com grande elenco: “Morte no Nilo”. A versão mais famosa da história foi lançada em 1978, justamente após o sucesso do então chamado “Assassinato no Expresso Oriente”, de 1974. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, apesar de ainda não ter assinado o contrato, Branagh deve voltar a se dividir entre a direção e o papel do detetive Hercule Poirot no novo filme. Michael Green, autor do roteiro de “Assassinato no Expresso do Oriente”, também vai assinar a nova versão de “Morte no Nilo”. O elenco de 1978 incluía Bette Davis, Mia Farrow, David Niven, Angela Lansbury e Maggie Smith, e a tendência é a Fox emular a escalação estelar com astros atuais. Em “Assassinato no Expresso do Oriente”, por exemplo, a seleção incluiu Penélope Cruz, Johnny Depp, Judi Dench, Willem Dafoe, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley e Josh Gad, entre outros. Mas contratar grandes astros não é o maior problema previsto para a nova produção. A grande dificuldade, assim como aconteceu com “Assassinato no Expresso do Oriente”, será convencer o público a pagar para ver novamente um mistério que de misterioso já não tem nada, uma vez que traz os mesmos suspeitos, o mesmo culpado e o mesmo final bastante conhecidos. “Assassinato no Expresso do Oriente” ainda não estreou no Brasil. O lançamento nacional está previsto para 30 de novembro.
Liam Neeson vai do suspense à ação no trailer do novo filme do diretor de Sem Escalas
A Lionsgate divulgou quatro fotos e mais um trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). A prévia troca a premissa de suspense que vinha sendo explorada nos vídeos anteriores para destacar cenas de ação mirabolantes, com direito a muitas explosões e clima de filme de desastre. No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para apenas identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer de Dark, série de terror da Netflix, mantém o clima de mistério
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Dark”, sua primeira série de terror europeia. Mas mesmo com a prévia estendida, o mistério da trama – uma espécie de “Stranger Things” mais sombria – persiste. Com clima de suspense nórdico, “Dark” é a primeira produção original alemã do serviço de streaming. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Criada pelo cineasta suiço Baran bo Odar e a roteirista Jantje Friese, que fizeram juntos o thriller de hackers “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo” (2014), a atração traz em seu elenco Stephan Kampwirth (também de “Invasores”), Louis Hofmann (“Terra de Minas”), Anna König (“Zonas Úmidas”), Sebastian Hülk (“Hanna”), Jördis Triebel (“A Papisa Joana”) e Peter Schneider (“Duas Irmãs, uma Paixão”). Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, bo Odar disse que teve “liberdade criativa completa”. “A Netflix nos deu um orçamento, alguns avisos e nos deixou em paz para fazermos o que quiséssemos”. “Dark” estreia em 1 de dezembro na plataforma de streaming.
Família de Colin Farrell é vítima de psicopata no trailer legendado de O Sacrifício do Cervo Sagrado
A Diamond Films divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “O Sacrifício do Cervo Sagrado” (The Killing of a Sacred Deer), que volta a juntar Nicole Kidman e Colin Farrell após “O Estranho que Nós Amamos”. A prévia é aflitiva, pela facilidade com que um jovem psicopata se aproxima da família do médico vivido por Farrell, e pela “trilha” desafinada da voz de sua filha (Raffey Cassidy, de “Tomorrowland”), tentando acertar a escala musical, enquanto entoa “Burn”, de Ellie Goulding. Na trama, o personagem de Farrell é um cirurgião carismático que faz amizade com um adolescente (Barry Keoghan, de “Dunkirk”), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma ameaça. Quando os filhos do médico começam a adoecer e demonstrar problemas físicos, o rapaz avisa que todos irão morrer. Segundo longa falado em inglês do diretor grego Yorgos Lanthimos, após “O Lagosta” (2015), também estrelado por Farrell, “The Killing of a Sacred Deer” foi premiado como Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano. O elenco inclui ainda Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”) e Sunny Suljic (“1915”). A estreia está marcada para 3 de novembro nos Estados Unidos e não há previsão para o lançamento no Brasil.
Novo trailer de filme de ação de Liam Neeson troca suspense por explosões e desastre
A Lionsgate divulgou um novo pôster e o terceiro trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). A prévia abandona a premissa de suspense que vinha sendo explorada nos vídeos anteriores para destacar cenas de ação mirabolantes, com direito a muitas explosões e clima de filme de desastre. No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para apenas identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Al Pacino persegue serial killer em trailer de suspense
A Saban Films divulgou o pôster e o trailer de “Hangman”, suspense estrelado por Al Pacino (“O Último Ato”). Na trama, ele vive um detetive policial aposentado, que é trazido para uma investigação ativa quando os crimes de um serial killer mostram relação com um caso de seu passado. Assim como os psicopatas de “Seven” (1995) e “Zodíaco” (2007), o assassino assina seus crimes e se comunicada com a política adotando um método temático – no caso, o jogo da Forca, que dá título ao filme. O elenco também inclui Carl Urban (“Star Trek: Sem Fronteiras”) e Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”) como os policiais que perseguem o serial killer, além de Sarah Shahi (série “Person of Interest/Pessoa de Interesse”), Joe Anderson (série “Outsiders”) e Chelle Ramos (série “Valor”). A direção é do ex-dublê Johnny Martin (“Delirium”) e ainda não há previsão de estreia.
Pressionado por críticas negativas, diretor confessa não ter filmado todo o roteiro de Boneco de Neve
O thriller “Boneco de Neve”, que estreou nesta sexta (20/10) nos Estados Unidos, está sendo considerado uma das grandes decepções do ano, com míseros 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Pressionado pela rejeição, o diretor Tomas Alfredson resolveu contar numa entrevista porque o filme é tão ruim: ele que não conseguiu filmar o roteiro inteiro e tentou “dar um jeito” na edição. A culpa, segundo ele, foi do cronograma de filmagens. “Nosso período de filmagens na Noruega foi muito curto. Não tínhamos ainda toda a história com a gente e quando começamos a editar percebemos que muita coisa ficou faltando. É como quando você está montando um quebra-cabeça e algumas peças estão faltando, então não dá para ver toda a imagem. A decisão de filmar aconteceu muito abruptamente – de repente tivemos a notícia de que tínhamos o dinheiro e poderíamos começar a filmar”, ele contou, em entrevista ao canal norueguês NRK. Segundo as estimativas de Alfredson, faltou filmar cerca de 15% do roteiro. “Boneco de Neve” ainda estava em desenvolvimento quando Alfredson entrou a bordo e o roteiro não estava pronto no começo das filmagens. Entretanto, o projeto era antigo no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro original tinha sido escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”), mas foi descartado por uma nova versão de Hossein Amini (“Drive”), Peter Straughan (que trabalhou com o diretor em “O Espião que Sabia Demais”) e Søren Sveistrup (criador da série “Forbrydelsen”, que rendeu o remake “The Killing”). Pelo que diz Alfredson, o trabalho dos roteiristas não tinha acabado quando os produtores decidiram iniciar as filmagens, provavelmente priorizando a agenda dos atores. Para complicar, também foram tomadas decisões controvertidas, como filmar cenas em locais que não batem com a geografia real – por exemplo, estradas diferentes das citadas de forma explícita na história. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o grande mestre do suspense nórdico. Trata-se da sétima história de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Na trama, ele investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. Curiosamente, a Universal tinha optado por um cineasta escandinavo para dar maior credibilidade ao projeto. O sueco Tomas Alfredson vinha de produções elogiadíssimas, como “Deixa Ela Entrar” (2008) e “O Espião que Sabia Demais” (2011). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada apenas para dezembro no Brasil.
Daniel Brühl, Luke Evans e Dakota Fanning caçam serial killer em trailer da série The Alienist
A TNT divulgou um novo trailer de “The Alienist”, série sobre a caçada ao primeiro serial killer de Nova York, passada no século 19 e com um elenco cinematográfico: Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”). Adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, a série vai acompanhar a investigação dos assassinatos de diversas prostitutas em 1896 por um trio de “especialistas” não convencionais. Daniel Brühl interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theodore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele acaba se juntando ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans, e a secretária da polícia Sara Howard, personagem de Dakota Fanning, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Roosevelt é vivido por Brian Geraghty (série “Chicago P.D.”). A trama evoca vagamente a série britânica “Ripper Street”, ao mesmo tempo em que demonstra preocupação com aspectos históricos, como o desenvolvimento da ciência forense e os primeiros passos da luta pelos direitos das mulheres. A adaptação foi escrita por Hossein Amini (roteirista de “As Duas Faces de Janeiro” e “Drive”) e está sendo desenvolvida desde 2015, quando o diretor Cary Fukunaga (série “True Detective”) apresentou o projeto e assumiu sua produção executiva. Originalmente, ele planejava dirigir a produção, mas acabou se envolvendo em muitas séries simultâneas, como “Maniac” e “Telex from Cuba”. Por conta disso, a direção ficou a cargo do belga Jakob Verbruggen, que já assinou capítulos de “Black Mirror” e “House of Cards”. Com oito episódios, “The Alienist” estreia em 22 de janeiro nos Estados Unidos.
Minissérie Mr. Mercedes vira série com anúncio da produção da 2ª temporada
A minissérie “Mr. Mercedes” virou série. O canal pago americano AT&T’s Audience Network anunciou que a atração, baseada numa trilogia de Stephen King, vai ganhar uma 2ª temporada. De acordo com a emissora, David E. Kelley voltará a escrever a nova temporada de 10 episódios e Jack Bender continuará como diretor. “Estamos emocionados por ‘Mr. Mercedes’ ter ressoado com uma audiência tão ampla”, disse Christopher Long, chefe da Audience Network. “David E. Kelley, Jack Bender, Dennis Lehane e Sonar fizeram um trabalho magistral criando uma série que honrou a obra original de Stephen King. Estamos ansiosos para ter a oportunidade de criar uma 2ª temporada com essa incrível equipe”. “Mr. Mercedes” é o nome do primeiro livro da trilogia, que retorna no terceiro, mas pula o segundo mistério desvendado pelo detetive aposentado Bill Hodges. Na trama exibida, Brady Hartsfield, um motorista de caminhão de sorvete, é secretamente o criminoso conhecido como Assassino do Mercedes, culpado pela morte de oito pessoas, que ele atropelou com seu carro ao avançar sobre uma multidão. O caso ficou sem solução, até ele resolver atormentar o detetive responsável pela investigação, Bill Hodges, que decide abandonar a aposentadoria ao receber uma carta anônima do culpado. A adaptação traz Brendan Gleeson (“O Guarda”) como Hodges e Harry Treadaway (série “Penny Dreadful”) como Brady Hartsfield, papel que chegou a ser negociado com o falecido Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). O personagem de Gleeson retorna nos demais livros de King, “Finders Keepers” e “End of Watch”, mas Hartsfield só reaparece no terceiro. Por isso, não está claro se a produção manterá o título de “Mr. Mercedes” ou se pulará a história diretamente para o terceiro livro. A expectativa é que as gravações da 2ª temporada comecem em fevereiro para uma estreia no final de 2018.
Vídeo do suspense Boneco de Neve destaca Jo Nesbø, o mestre do suspense nórdico
A Universal divulgou um vídeo de bastidores do suspense de “Boneco de Neve”, que destaca o autor do livro original, Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o novo mestre do suspense nórdico. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Nesbø. Trata-se da sétima publicação de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado no filme por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). A diferença desta obra para as demais é, conforme o escritor explica no vídeo, a presença de elementos de terror. Na trama, Hole investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. O projeto esteve em desenvolvimento durante anos no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro é o mesmo desta época, escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e revisado por Hossein Amini (“Drive”). Curiosamente, a Universal acabou optando por um cineasta escandinavo. A direção ficou a cargo do sueco Tomas Alfredson (de “Deixa Ela Entrar” e “O Espião que Sabia Demais”). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada para 2 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos (em 20 de outubro).
Mindhunter: Série de psicopatas com direção de David Fincher ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer de “Mindhunter”, série produzida pelo cineasta David Fincher (“Seven”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”) e a atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que vai contar a história real da primeira equipe de elite do FBI dedicada a investigar serial killers. A prévia mostra a tensão que cerca os encontros do protagonista, vivido por Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”), com serial killers famosos, mesmo eles estando aprisionados. Tudo ao som irônico de “Psycho Killer”, da banda Talking Heads. A produção é baseada no livro de memórias “Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit”, publicado em 1996 pelo agente John Douglas – vivido por Groff na atração. A trama vai mostrar como ele juntou especialistas de várias áreas para estudar a mente de psicopatas, que se encontram encarcerados, e como passou a utilizar esse conhecimento para caçar assassinos soltos. O elenco inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”), Cotter Smith (série “The Americans”), Sonny Valicenti (“A Última Ressaca do Ano”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”). Além de produzir, Fincher também vai dirigir alguns episódios, como fez com “House of Cards”. Serão quatro capítulos na1ª temporada. A estreia está prevista para sexta-feira (13/10).
Dark: Série alemã de terror da Netflix ganha fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou seis fotos e o trailer legendado de “Dark”, sua primeira série de terror estrangeira. Com clima de suspense nórdico, “Dark” é a primeira produção original alemã do serviço de streaming. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta sobrenatural conduz a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Criada pelo cineasta suiço Baran bo Odar e a roteirista Jantje Friese, que fizeram juntos o thriller de hackers “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo” (2014), a atração traz em seu elenco Stephan Kampwirth (também de “Invasores”), Louis Hofmann (“Terra de Minas”), Anna König (“Zonas Úmidas”), Sebastian Hülk (“Hanna”), Jördis Triebel (“A Papisa Joana”) e Peter Schneider (“Duas Irmãs, uma Paixão”). Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, bo Odar disse que teve “liberdade criativa completa”. “A Netflix nos deu um orçamento, alguns avisos e nos deixou em paz para fazermos o que quiséssemos”. “Dark” ainda não teve sua data de estreia oficial divulgada.
Halle Berry ajuda a fazer de O Sequestro um thriller melhor que seu baixo orçamento
Halle Berry é um dos vários casos de atrizes que chegam ao primeiro time de Hollywood, mas são amaldiçoadas pelo Oscar. Ela venceu o troféu da Academia por sua ótima atuação em “A Última Ceia” (2001), de Marc Forster. Isso foi há 16 anos. De lá pra cá, ela esteve presente em alguns filmes da franquia X-Men, fez um filme que todo mundo adora odiar (“Mulher-Gato”), esteve presente como coadjuvante em alguns bons títulos (e outros não tão bons também), fez uma obra de respeito (“Coisas que Perdemos pelo Caminho”) e se especializou em estrelar alguns thrillers de gosto duvidoso, mas que às vezes se mostram uma delícia de assistir. Foram os casos de “Na Companhia do Medo” (2003), de Mathieu Kassovitz, “A Estranha Perfeita” (2007), de James Foley, o pouco visto “Maré Negra” (2012), de John Stockwell, e “Chamada de Emergência” (2013), de Brad Anderson, que é o título que mais se assemelha com o novo “O Sequestro” (2017), devido à tensão constante e o desespero da protagonista para salvar a vida de alguém. No caso, trata-se da vida do próprio filho, que é sequestrado por um casal white trash. No filme, a atriz interpreta uma garçonete que está sofrendo com um divórcio litigioso e leva o filho a um parque de diversões, quando o garoto desaparece. O que parecia um thriller bem ordinário acaba se mostrando uma diversão empolgante logo que a personagem de Berry sai em disparada com o próprio carro perseguindo os bandidos na estrada. Até imagina-se que em algum momento “O Sequestro” vai perder o fôlego, mas não é isso que acontece. Ponto para o diretor Luis Prieto, mais ou menos conhecido por “Contra o Tempo” (2012) remake britânico de “Pusher”, de Nicolas Winding Refn. É um diretor que merece a atenção daqueles que apreciam um bom filme de ação de baixo orçamento. Aliás, muito bom o modo como pintam os vilões. Eles realmente parecem ameaçadores. E isso ajuda o público se colocar no lugar da mãe desesperada, que prefere não esperar pela polícia – que pede para as pessoas preencherem formulários e esperarem sentados. Se há filmes que valorizam a polícia americana, este aqui faz uma crítica, remetendo um pouco aos famosos thrillers de justiceiros que foram moda nos anos 1970 e 1980, como “Desejo de Matar”. Mas “O Sequestro” não é um filme de vingança. A própria protagonista, ao tentar negociar com os sequestradores, afirma que não tem nenhum interesse em entregá-los à polícia, que só quer que eles lhe devolvam o filho. Vale destacar o bem-sucedido clímax, que, por mais que siga a fórmula de outros filmes do gênero, é bastante eficiente na construção de seu suspense e do medo. Pode até passar a impressão de que a última cena, seguida dos créditos, confirma o filme como um legítimo trash. Mas por que não considerar isso como um de seus charmes?










