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    Stargirl: Série conquista crítica, público e cria problema para a Warner

    25 de maio de 2020 /

    A rede The CW tem um novo sucesso em sua programação. E isto é um problema para a Warner. A estreia de “Stargirl”, exibida na terça passada (19/5) nos EUA, conquistou elogios rasgados da crítica e registrou 1,2 milhões de telespectadores ao vivo. O número representa a segunda maior audiência de lançamento de uma série da CW desde “Batwoman” (1,9 milhão) no ano passado. A diferença é que “Stargirl” não era exatamente inédita e tem muito mais público não contabilizado, que a assistiu por outra plataforma. Originalmente uma produção da DC Universe, a série foi lançada um dia antes para os assinantes do serviço de streaming da editora de quadrinhos. Além disso, também foi disponibilizada em streaming gratuito do serviço digital da CW. A soma multiplataformas deve ter superado muito o alcance de “Batwoman”, mas nem a Warner nem a CW revelam o volume de usuários de seus streamings. De todo modo, não resta dúvida de que se trata de um sucesso de audiência, o que cria um problema caseiro para a Warner, porque “Stargirl” é claramente mais cara que as outras produções de super-heróis da DC exibidas pela CW. Os dois episódios já disponibilizados nos EUA parecem filmes, com efeitos visuais de qualidade muito superior aos apresentados em “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, por exemplo. “Stargirl” tem maior orçamento e melhor acabamento porque foi feita para streaming. Mas acabou sendo exibida em TV aberta. Os números de audiência inevitavelmente farão a CW querer manter a série em sua grade de programação por mais temporadas. E assim cria-se um dilema. A CW está canibalizando um atração da DC Universe – oferecendo-a até em streaming gratuito – , o que tende a criar atrito entre as diferentes divisões do conglomerado envolvidas no negócio. Lançar “Stargirl” na TV aberta, um dia depois do streaming, poderia ser apenas uma estratégia da Warner para atrair o público para uma 2ª temporada paga. Por isso, é questionável se a empresa toparia bancar essa 2ª temporada para a CW – uma atração cara, entregue quase de graça para exibição na TV convencional. Será que a CW, que pagou pouco pelos direitos de transmissão – bem menos que os custos de produção – , estaria disposta a bancar a série sem o investimento feito para a DC Universe? E como as séries do Arrowverso lidarão com uma coleguinha glamourosa na programação, que escancara a pobreza de recursos das suas produções? A série rica tem o mesmo produtor das séries pobres de super-heróis, Greg Berlanti. E isso também pode criar saia justa nos bastidores da Berlanti Prods. O fato de ser conteúdo premium de streaming justificava o maior investimento, só que a exibição na CW acabou com essa divisão. O projeto foi desenvolvido por Geoff Johns, co-criador de “The Flash”, maior sucesso do Arrowverse. Ele também é, por sinal, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A trama mostra a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. O clima lúdico, praticamente spielberguiano da atração, encantou a crítica. Extremamente bem-feita, a série também foi sucesso nas avaliações da imprensa americana, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com destaque para a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, além de Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça.

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    Snyder Cut: Intérprete do Ciborgue se emociona ao agradecer versão do diretor de Liga da Justiça

    25 de maio de 2020 /

    A oficialização do lançamento do “Snyder Cut” de Liga da Justiça na HBO Max emocionou o ator Ray Fisher, que interpretou Ciborgue no longa. Ele demonstrou seus sentimentos ao agradecer aos fãs, que fizeram uma campanha nas redes sociais para que a Warner liberasse a versão do diretor Zack Snyder. Em uma live no Twitch, o ator embargou a voz ao falar sobre o significado do lançamento, principalmente para o diretor e sua esposa, a produtora Deborah Snyder, que perderam mais que um filme, uma filha, Autumn, que se suicidou na época da filmagem do longa – motivo usado pela Warner para afastá-los da produção. “Um agradecimento a todos vocês, pelo apoio e especialmente, especialmente, especialmente pelo apoio que vocês deram aos Snyders e à Autumn, e para sua família”, disse o ator. “Eu sei que eles apreciam demais. Significa muito”. Visivelmente emocionado, o ator tirou um momento para retomar o fôlego e continuou: “Significa o mundo, eu sei, para os Snyders. Significa o mundo para mim. Obrigado, obrigado, obrigado”. Veja a gravação da live abaixo.

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  • Filme

    David Ayer confirma ter versão do diretor “quase completa” de Esquadrão Suicida

    25 de maio de 2020 /

    David Ayer confirmou para fãs no Twitter que realmente existe uma versão do diretor de “Esquadrão Suicida”. Não só isso: ela estaria quase pronta para ser exibida. “Claro que existe. E está quase completa, faltando alguns efeitos visuais”, escreveu na rede social. Ele ainda acrescentou: “Minha versão não é uma apoteose da arte cinematográfica, mas é simplesmente melhor que a versão que o público viu – e sim, faria sentido atualizá-la”. Ayer seguiu afirmando que “seria fácil completar” sua versão. “Seria incrivelmente catártico. É exaustivo ter o traseiro chutado por um filme que recebeu o tratamento ‘Edward Mãos de Tesoura’. O filme que eu fiz nunca foi visto”. Os tuítes (parte deles podem ser vistos abaixo) vêm na esteira da oficialização do “Snyder Cut”, a versão do diretor de “Liga da Justiça”, que ganhará lançamento na HBO Max em 2021. Após oficializar a versão de Zack Snyder, a AT&T, empresa que comprou a Warner e está por trás da prioridade dada ao lançamento da plataforma de streaming do estúdio, disse nas redes sociais que também estava aberta a um “Ayer Cut” de “Esquadrão Suicida”, o que fez o diretor se manifestar com uma mensagem, “No aguardo”, e começar a falar obsessivamente sobre isso. Nos últimos dias, Ayer se lançou com tudo na campanha por sua versão de “Esquadrão Suicida”. Mas, nesse processo, tem precisado desmentir a si próprio, negando afirmações que fez na época do lançamento do filme. Muito mal-recebido pela crítica, “Esquadrão Suicida” sofreu intervenção da Warner e foi remontado por um comitê em sua fase de pós-produção, mas como faturou uma fortuna, Ayer evitou criticar o estúdio e só confirmou parte dos bastidores tumultuados, jurando que não existiam cenas extras, muito menos “versão do diretor”. O discurso, agora, é o oposto disso. Passados quatro anos, Ayer finalmente confirmou aquilo que o ator Jared Leto sempre disse (e que ele dizia ser mentira): boa parte das cenas filmadas com o Coringa não foi usada. Leto chegou a afirmar que o material cortado daria um filme solo do Coringa. Agora, o diretor garante até que June/Magia, a personagem vivida por Cara Delevingne, tem mais destaque e é mais bem planejada na sua versão do filme. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O que Ayer dizia na época é que a produção por “seis ou sete” montagens diferentes, mas todo o material foi utilizado. Ele até detalhou algumas versões, que poderiam virar um “Ayer Cut”. “Tínhamos uma versão linear do começo ao fim”, disse em 2016. “Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Na ocasião, porém, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. E ainda afirmou que não existia “uma edição secreta do filme com um monte de cenas do Coringa escondida por aí”. Coube à revista The Hollywood Reporter revelar que, apesar dessa afirmação, a versão final de “Esquadrão Suicida” não foi realmente o filme concebido por Ayer. Sua versão era densa e sombria, e foi modificada por terceiros para se tornar mais leve e engraçada. A reportagem confirmou o que diziam os boatos da época: que todas as piadas do roteiro original estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos – a tal “Versão Dossiê”. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. A mudança deixou a história leve no começo e pesada no fim. Assim, para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Diante da participação do diretor ao longo desse processo, fica claro que o chamado “Ayer Cut” tem uma origem bem diferente do “Snyder Cut” – Zack Snyder foi escanteado e não participou de refilmagens nem da edição final de “Liga da Justiça”. Yes – Enchantress / June Moon were more solidly arced out in my cut. https://t.co/Zoaaug3cTU — David Ayer (@DavidAyerMovies) May 24, 2020 Of course. My cut isn’t the apotheosis of filmmaking. It’s simply better than what the public has seen – and yes it would make sense to update it. https://t.co/vuV0uHcUeM — David Ayer (@DavidAyerMovies) May 25, 2020 This is a good question. My cut would be easy to complete. It would be incredibly cathartic for me. It’s exhausting getting your ass kicked for a film that got the Edward Scissorhands treatment. The film I made has never been seen. https://t.co/FkeHAlNoV0 — David Ayer (@DavidAyerMovies) May 25, 2020

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  • Série

    Agents of SHIELD: Prévia da temporada final mostra personagens nos anos 1930

    24 de maio de 2020 /

    A rede americana ABC divulgou uma cena do começo da 7ª e última temporada de “Agents of SHIELD”. A prévia mostra que, depois de levar os personagens para o futuro, a trama desta vez transcorre no passado, mais precisamente nos anos 1930, com direito a debate sobre “efeito borboleta”, isto é, a possibilidade de um acidente provocado por suas presenças alterar os rumos da História. Criada por Joss Whedon (diretor de “Os Vingadores”), seu irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen, “Agents of SHIELD” foi a primeira série live-action da Marvel Television, lançada em 2013 como derivado de “Os Vingadores”, até então a maior bilheteria de um filme de super-heróis. Ironicamente, será também a última série da produtora, que foi extinta no ano passado, após uma sucessão de fracassos e vexames. O Marvel Studios, responsável pelos filmes, vai passar a realizar as próximas séries adaptadas dos quadrinhos da empresa. Os episódios finais começam a ser exibidos na quarta (27/5) nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Stargirl: Comercial destaca elogios da crítica à nova série de super-heróis

    24 de maio de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo pôster e mais um comercial de “Stargirl”, série de super-heróis da DC Comics, que estreou na terça (19/5) na TV americana. A divulgação agora visa informar que a série também pode ser vista de graça online pela plataforma do canal – em concorrência direta com a DC Universe, que produziu originalmente a atração – , além de chamar atenção para a reação da crítica. O vídeo destaca alguns dos elogios publicados sobre a produção, que encantou a imprensa e atingiu impressionantes 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A série mostra a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics – criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e juntar outros jovens heróis para enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”. Mais que isso, ele também é, justamente, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC.

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    Ator confirma presença de Darkseid na nova versão de Liga da Justiça

    24 de maio de 2020 /

    A nova versão de “Liga da Justiça”, que terá todo o material filmado por Zack Snyder, incluirá o vilão Darkseid. O intérprete do personagem, Ray Porter (“Justified”), confirmou sua participação no lançamento da HBO Max. “Eu agora recebi permissão para dizer… Oi, eu sou Ray. Eu interpreto Darkseid no ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder. É isso. Agora isso é público”, escreveu ele no Twitter. O vilão sempre fez parte do filme na versão do diretor original, mas foi cortado por Joss Whedon (“Os Vingadores”), que substitui Snyder em refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. E vai restituir Darkseid à trama. Perguntado por uma seguidora sobre a sensação de finalmente poder compartilhar isto publicamente, Ray Porter disse que era um “alívio”. Além de receber efeitos visuais e uma finalização técnica, com som, trilha e edição, a nova versão da “Liga da Justiça” contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a produção pode ser dividida em capítulos e lançada como minissérie. A previsão de estreia é apenas para 2021. That said, and because I’ve been given permission…Hi, I’m Ray. I played Darkseid in Zack Snyder’s “Justice League”. There. It’s out now. — Ray Porter (@Ray__Porter) May 22, 2020

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    Zack Snyder revela como convenceu a Warner a lançar sua versão de Liga da Justiça

    23 de maio de 2020 /

    O diretor Zack Snyder e sua esposa, a produtora Deborah Snyder, contaram como convenceram a Warner a transformar o “Snyder Cut” da “Liga da Justiça” em um título oficial da HBO Max. Em uma entrevista para a revista The Hollywood Reporter, eles deram detalhes sobre a produção, revelando que a edição do diretor foi montada como um longa em preto e branco e que o lançamento pode ser dividido em capítulos como uma minissérie. De acordo com o relato dos Snyders, eles receberam uma ligação da Warner após a hashtag #ReleaseTheSnyderCut manter-se entre os principais tópicos do Twitter por meses. Após o contato inicial, eles então prepararam uma apresentação e, ainda em fevereiro, para um grupo de executivos da Warner Bros., da HBO Max e da DC Comics, que foram até sua residência assistir à versão do diretor, em preto e branco. A seleta plateia incluiu nomes como o presidente da Warner Walter Hamada e o quadrinista Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max e será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição. No encontro com os executivos, ele argumentou justamente que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Zack Snyder disse que passou os meses de abril e maio entrando em contato com o elenco do filme, avisando que o lançamento do Snyder Cut iria acontecer e que os serviços deles poderiam ser necessários, revelando inclusive que Ray Fisher, o Ciborgue, foi o primeiro ator que contatou para contar as boas novas. Deborah Snyder revelou que nem mesmo a pandemia do coronavírus foi considerada um problema para a produção. “As pessoas pensaram: ‘Não vai ser possível acelerar esse projeto, talvez isso deva ficar em segundo plano’. Mas nós dissemos: ‘Não, essa é a época certa, porque nossas empresas de efeitos visuais, que dependem tanto de trabalho, estão sem nada, então agora é a hora de fazermos isso.'” Para o casal, o lançamento é uma boa oportunidade de finalmente terminarem um trabalho do qual tiveram que se afastar de maneira abrupta. “Este filme era a culminação da jornada do herói pela qual todos aqueles personagens estavam passando”, disse Deborah Snyder. “E a ideia sempre foi construí-los para serem os heróis que as pessoas esperavam que eles fossem.” Zack Snyder revela também que seu corte irá desenvolver melhor os personagens. “O que é encantador sobre isso é que nós poderemos explorar aqueles personagens de maneiras que não seríamos capazes em uma versão mais curta para o cinema.” O diretor terminou a entrevista agradecendo ao apoio dos fãs e dos executivos da Warner e da HBO Max. “Claramente, isso jamais teria acontecido sem eles. A realização da minha visão singular para o meu filme, neste formato, nesta duração, é sem precedentes. É um movimento corajoso.”

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    Ayer Cut: HBO Max também pode lançar versão do diretor de Esquadrão Suicida

    22 de maio de 2020 /

    Depois da repercussão do anúncio do lançamento do “Snyder Cut”, versão do diretor Zack Snyder para o filme “Liga da Justiça”, a HBO Max pode lançar também uma nova versão de “Esquadrão Suicida”. A sugestão foi feita pela AT&T, empresa que comprou a Time Warner, transformou-a em WarnerMedia e está por trás da prioridade dada ao lançamento da plataforma de streaming do estúdio. Respondendo a um fã no Twitter, que iniciou a campanha pelo “Ayer Cut”, o perfil oficial da AT&T respondeu, primeiro, que “uma coisa de cada vez” e acrescentou: “Tudo é possível, só é preciso um pouco de mágica”, junto de um gif da personagem Magia no filme. Diante da troca de mensagens, David Ayer, o diretor de “Esquadrão Suicida”, resolveu entrar na campanha, comentando o post da AT&T com um simples “no aguardo”. Confira abaixo. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Após ver o filme dilacerado na imprensa, Ayer chegou a comentar que a produção teve “seis ou sete” montagens diferentes. Ele até detalhou algumas versões, que poderiam facilmente virar o “Ayer Cut”. “Tínhamos uma versão linear do começo ao fim”, disse, há quatro anos. “Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Além disso, o ator Jared Leto revelou que o material cortado daria um filme solo do Coringa. Na ocasião, porém, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. E ainda afirmou que não existia “uma edição secreta do filme com um monte de cenas do Coringa escondida por aí”. Mas, de acordo com fontes ouvidas na época pela revista The Hollywood Reporter, a versão final de “Esquadrão Suicida” não foi realmente o filme concebido por Ayer. Sua versão era densa e sombria, e foi modificada por terceiros para se tornar mais leve e engraçada. A reportagem confirmava o que diziam os boatos: que todas as piadas do roteiro original estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos – a tal “Versão Dossiê”. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. A mudança deixou a história leve no começo e pesada no fim. Assim, para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Portanto, qual seria o chamado “Ayer Cut”? Anything is possible. All it takes is a little magic. 💙 pic.twitter.com/Q418GTJodw — AT&T (@ATT) May 22, 2020

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  • Filme

    Jackpot: Showrunner do Arrowverso vai escrever filme de heroína do Aranhaverso

    21 de maio de 2020 /

    A Sony contratou o showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, para escrever um filme do Aranhaverso. Ele foi encarregado de adaptar a heroína Jackpot para o universo cinematográfico baseado nos quadrinhos do Homem-Aranha. A escolha não foi aleatória. Guggenheim já escreveu uma minissérie da personagem nos quadrinhos. Criada em 2007 pelo roteirista Dan Slott com arte de Phil Jimenez, a personagem é o alter ego de Sara Ehret, uma cientista que ganhou superforça e resistência após ser exposta a um vírus que reescreveu seu DNA. Mãe de um bebê, ela reluta em se dedicar à vida de combatente do crime e, após alguns meses de atividade, permite que outra mulher assuma seu uniforme. Mas Alana Jobson não tinha seus poderes e essa história termina de forma trágica. Não há detalhes sobre a trama cinematográfica. Especialista em quadrinhos, Marc Guggenheim também foi um dos responsáveis pelo roteiro de “Lanterna Verde” e está desenvolvendo outra adaptação do gênero para a Sony, baseada no cultuado mangá “GantZ”. Além de Jackpot, a Sony Pictures trabalha em muitos outros projetos do universo do Homem-Aranha, como a sequência de “Venom”, o vindouro “Morbius”. Nesta semana, o estúdio anunciou a contração da diretora S.J. Clarkson (“Jessica Jones”) para comandar um filme estrelado por uma heroína do Aranhaverso. Pode ser a própria produção de “Jackpot”, mas Madame Teia, Teia de Seda (Silk) e Mulher-Aranha também estão entre as personagens visadas pela Sony para o lançamento de longas individuais.

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  • Filme

    Liga da Justiça: “Syder Cut” ganha teaser e coleção de pôsteres

    21 de maio de 2020 /

    Depois de passar três anos negando a existência do “Snyder Cut”, a Warner agora não pára de promovê-lo. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” ganhou uma coleção de pôsteres individuais e até um teaser, com a reação de alguns fãs, durante a revelação do projeto pelo diretor Zack Snyder. Veja abaixo. Oficialmente intitulado, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Será curioso comparar o resultado com o filme exibido em 2017.

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    Diretora de Jessica Jones vai filmar heroína do Aranhaverso

    20 de maio de 2020 /

    A Sony contratou a diretora S.J. Clarkson, que comandou episódios de “Jessica Jones” e “Os Defensores”, para dirigir um filme relacionado ao universo Marvel. O projeto ainda não tem título, mas seria estrelado por uma heroína. Embora a personagem principal não tenha sido anunciada, fontes da revista Variety afirmam que a produção é o filme da Madame Teia, que veio à tona em setembro do ano passado. Na ocasião, os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless (criadores do novo “Perdidos no Espaço”) foram contratados para escrever o roteiro. Eles já estão envolvidos no Aranhoverso por conta do roteiro de “Morbius”, segundo filme derivado dos quadrinhos do Homem-Aranha, previsto para 2021. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia é, na verdade, Cassandra Webb, uma mutante nascida em Salem, Oregon. Ela sofre de uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas desenvolveu ​​poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela perceba eventos futuros. Para completar, a máquina que mantém seu suporte de vida tem a aparência de uma teia gigante. Embora não seja uma das coadjuvantes mais populares, Madame Teia pode ter muita importância no desenvolvimento do universo de filmes do Aranha, já que possui a capacidade de enxergar entre diferentes realidades – e por isso costuma ser comparada ao Oráculo da trilogia “Matrix”. Ele seria a personagem mais indicada para conectar, num filme live-action, o multiverso vislumbrado em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter a se transformarem em super-heroínas. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos. Madame Teia também já apareceu em games e episódios de séries animadas do Homem-Aranha.

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  • Filme

    Liga da Justiça: Elenco vai gravar novos diálogos para o “Syder Cut”

    20 de maio de 2020 /

    A versão de Zack Snyder para “Liga da Justiça”, que chegará à HBO Max em 2021, teve seus primeiros detalhes revelados pela revista The Hollywood Reporter. Segundo apurou a publicação, o mitológico “Snyder Cut” não é uma versão finalizada do longa de 2017. Por conta disso, a Warner Bros. vai desembolsar entre US$ 20 e 30 milhões para trabalhos de pós-produção. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o custo prevê uma volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Também foi revelado o tamanho da produção, que teria 4 horas de duração. O fato de ser tão longo não atrapalha o lançamento em streaming, mas era um dos motivos do desconforto da Warner em relação a seu lançamento nos cinemas. Ainda hoje, essa duração gera discussões sobre o melhor formato para sua exibição. O filme pode ser dividido em episódios e virar minissérie de seis capítulos. Isto ainda não está definido. No momento, Snyder se dedica a reunir sua equipe de pós-produção para finalizar os efeitos do material inédito, mas pretende incluir nesse pacote os efeitos já vistos no cinema, que pretende aprimorar. “Será algo totalmente novo, especialmente para aqueles que já viram o filme. Será uma experiência diferente daquela versão, que tem provavelmente um-quarto do que eu fiz”, ele disse à THR. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder desmentiu o estúdio, afirmando possuir uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova WarnerMedia a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A campanha deu certo, resultando no anúncio do lançamento da produção na HBO Max em 2021.

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  • Série

    Sair de Batwoman não foi decisão exclusiva de Ruby Rose

    20 de maio de 2020 /

    O site TV Line apurou que a saída de Ruby Rose da série “Batwoman” não teria sido uma decisão exclusiva da atriz. Apesar dos comunicados de despedida terem sido marcados por elogios entre as partes, fontes ouvidas pelo editor Michael Ausiello afirmaram que os produtores também teriam interesse de vê-la fora da atração. “Não foi 100% decisão dela”, disse uma fonte citada pela publicação. “Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas por uma série. Representantes da produtora WBTV (Warner Bros. Television) e da rede The CW, que exibe “Batwoman” nos EUA, não quiseram comentar a notícia. Quem fez o anúncio sobre a saída de Ruby Rose foi a própria atriz, que enviou um comunicado para a imprensa, na terça (19/5), sobre a decisão de abandonar a série depois de apenas uma temporada. Nem ela nem os produtores, que se manifestaram em seguida, comentaram o motivo da sua saída. Renovada para a 2ª temporada, a série vai continuar com outra atriz principal. A produtora Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria.

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