Jim Carrey é acusado de ter comprado os remédios que mataram sua ex-namorada
O ator Jim Carrey está sendo acusado de ter facilitado a morte da ex-namorada, a maquiadora Cathriona White, por ter fornecido a ela os remédios que a mataram. De acordo com o site TMZ, a queixa foi registrada nesta segunda-feira (19/9) pelo ex-marido de Cathriona, Mark Burton. Cathriona morreu em setembro do ano passado, aos 28 anos, por conta de uma overdose de remédios. Segundo a denúncia, as substâncias estavam em um frasco com rótulo identificado com o nome Arthur King, que seria um pseudônimo do ator. É ilegal nos EUA comprar remédios com o nome de outra pessoa. Na acusação, Mark também alega que Carrey tentou esconder as evidências após a morte, enviando uma mensagem para ela, perguntando se tinha pego os seus remédios sem permissão. O texto também revela que o ator estava ciente das tendências depressivas e suicidas da Cathriona. Carrey ainda não se pronunciou sobre as acusações. Ele e Cathriona se conheceram em 2012, namoraram por alguns meses e depois e separaram. Em maio do ano passado, o casal voltou a namorar e terminou uma semana antes dela ser encontrada morta. Na época, fontes do TMZ diziam que ela deixou uma carta de suicídio dirigida a Carrey. Declarando-se “chocado” e “profundamente entristecido”, Carrey disse, na ocasião: “Ela era uma flor irlandesa verdadeiramente gentil e delicada, muito sensível para este solo, para quem amar e ser amado era tudo o que importava. Meu coração vai para sua família e amigos e para todos aqueles que amavam e se preocupavam com ela.”
Criador de Breaking Bad desenvolve série sobre Jim Jones, líder da seita do Massacre de Jonestown
O roteirista e produtor Vince Gilligan, criador das séries “Breaking Bad” e “Better Call Saul”, está trabalhando em uma nova série, revelou o site Deadline. Intitulada “Raven”, a atração contará a história do líder religioso Jim Jones, fundador e líder do culto Templo dos Povos. A seita se tornou mundialmente conhecida pelos assassinados de um congressista e repórteres americanos, seguidos pelo ato de suicídio coletivo de mais de 900 de seus integrantes na Guiana em 1978, tragédia batizada pela mídia como Massacre de Jonestown. Prevista para ser uma minissérie, a produção já foi adquirida pelo canal pago HBO e, além de Gilligan, contará com outros três produtores executivos: a diretora Michelle MacLaren (que também trabalhou em “Breaking Bad”), a atriz Octavia Spencer (“A Série Divergente: Convergente”) e o jornalista Tim Reiterman, autor de “Raven: The Untold Story of Jim Jones and His People”, livro que inspira a atração. Gilligan irá escrever, MacLaren dirigir e Spencer deve ter um papel na atração. Foi ela também quem adquiriu os direitos do livro de Reiterman. Por sua vez, o jornalista também é personagem da história e foi ferido pela seita no trágico dia do massacre, em novembro de 1978. Não se sabe até que ponto Gilligan irá explorar as ramificações políticas da seita, que tendem a tornar a produção bastante polêmica. Considerado herói pelas minorias, o político Harvey Milk, que foi endeusado no filme “Milk” (2008), rendendo um Oscar a Sean Penn, era bancado por Jim Jones e chegou a escrever uma carta para o presidente Jimmy Carter defendendo-o como um “homem de grande caráter”.
Kirsten Dunst zoa Esquadrão Suicida com lembrança das Virgens Suicidas
A atriz Kirsten Dunst usou seu Instagram para fazer uma piada com o filme “Esquadrão Suicida”, publicando uma foto de um de seus primeiros sucessos no cinema, “As Virgens Suicidas” (1999). “Só existe um verdadeiro Esquadrão Suicida”, ela comentou sobre a imagem. Para quem não lembra, o primeiro longa dirigido por Sofia Coppola, baseado no livro homônimo de Jeffrey Eugenides, contava a história de um grupo de belas irmãs adolescentes que, cansadas da repressão dos pais, fazem um pacto suicida, para espanto dos vizinhos do subúrbio em que moravam. Além de belíssimo, o filme também teve uma excelente trilha sonora, composta pela dupla francesa Air. ?? Uma foto publicada por Kirsten Dunst (@kirstendunst) em Ago 9, 2016 às 6:42 PDT
The Sea of Trees: Matthew McConaughey se perde em novo trailer de drama vaiado
O estúdio A24 divulgou dois pôsteres e o novo trailer de “The Sea of Trees”, drama estrelado por Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) que recebeu vaias no Festival de Cannes de 2015. A má recepção atrasou o lançamento em mais de um ano. E a nova prévia tenta apresentar um filme diferente das sinopses e do trailer internacional, dando mais destaque ao papel de Naomi Watts (“O Impossível”) e sua luta contra o câncer, em contraste com a trama ainda mais sombria da jornada de um suicida. Escrito por Chris Sparling (“Enterrado Vivo”), o filme conta a história de um suicida americano (McConaughey) e um japonês perdido (Ken Watanabe, de “A Origem”) que se encontram numa floresta japonesa conhecida por ser um lugar onde as pessoas vão para se suicidar. Mas em vez de se matarem, os dois embarcam juntos numa jornada reflexiva, lembrando do passado e reconsiderando a vida. A floresta, por sinal, é a mesma do recente terror “A Floresta Maldita”. Com direção de Gus Van Sant (“Milk”), o filme estreia em 26 de agosto nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Arrow: Stephen Amell aparece descamisado na primeira foto da 5ª temporada
O ator Stephen Amell postou em seu Twitter a primeira imagem da 5ª temporada de “Arrow”, em que aparece descamisado, mostrando seus músculos bem definidos e pingados de sangue, além da peruca quase esquecida de flashbacks passados. Ele aparenta estar numa luta clandestina, no que deve ser justamente uma cena de flashback. A 5ª temporada terá várias novidades, como Josh Segarra (série “Chicago P.D.”) no papel do anti-herói Vigilante, Chad L. Coleman (Tyrese na série “The Walking Dead”), como o vilão Tobias Church, Tyler Ritter (série “The McCarthys”), que foi escalado num papel recorrente como o detetive Malone, Madison McLaughlin (série “Chicago PD”), que retorna, após se disfarçar de Canário Negro no final da temporada passada, para viver a heroína Artemis, e Carly Pope (série “The Tomorrow People”) como Susan Williams, uma jornalista que pretende realizar um perfil sobre Oliver Queen (Stephen Amell). Um detalhe interessante é que, nos quadrinhos, Susan é casada com Jim Jordan, irmão mais novo de Hal Jordan, o Lanterna Verde. A 5ª temporada de “Arrow” estreia em 5 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Arrow: 5ª temporada vai apresentar o herói trágico Vigilante
A produção da série “Arrow” confirmou novos personagens e seus intérpretes na 5ª temporada. Entre eles, destaca-se o Vigilante, um dos heróis mais trágicos dos quadrinhos, que será vivido por Josh Segarra (série “Chicago P.D.”). Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o personagem chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal, com sua morte. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase, cuja família foi assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. A presença do Vigilante significa que “Arrow” se tornará ainda mais sombria, providenciando um espelho distorcido para Oliver Queen, o Arqueiro Verde, do mesmo modo em que o Justiceiro foi utilizado na 2ª temporada de “Demolidor”. As demais novidades do elenco são Tyler Ritter (série “The McCarthys”), que foi escalado para um papel recorrente como o detetive Malone, novo integrante da polícia de Star City, e Carly Pope (série “The Tomorrow People”) como Susan Williams, uma jornalista que pretende realizar um perfil sobre Oliver Queen (Stephen Amell). Um detalhe interessante é que, nos quadrinhos, Susan é casada com Jim Jordan, irmão mais novo de Hal Jordan, o Lanterna Verde. Eles se juntam aos anteriormente confirmados Chad L. Coleman (Tyrese na série “The Walking Dead”), como o vilão Tobias Church, e Madison McLaughlin (série “Chicago PD”), que retorna, após se disfarçar de Canário Negro no final da temporada passada, para viver a heroína Artemis. A 5ª temporada de “Arrow” estreia em 5 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Os Treze Porquês: Ator de Goosebumps vai estrelar série produzida por Selena Gomez e diretor de Spotlight
A série baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, encontrou seus protagonistas. Produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”) para o serviço de streaming Netflix, “13 Reasons Why” será estrelada por Dylan Minnette (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) e a novata australiana Katherine Langford. Na trama, o adolescente Clay (Minnete) recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker (Langford), menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. Além do jovem casal, o elenco de apoio destaca Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador de Hannah. Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”) e Ross Butler (“Teen Beach 2”) completam o elenco. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas a agenda de shows da estrela pop impossibilitou a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, vai dirigir os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série começa a ser gravada neste fim de semana. Ainda não há previsão para sua estreia.
Demon é possuído pelo humor negro
O fato de o cineasta Marcin Wrona ter cometido suicídio na véspera da estreia de “Demon”, desperta uma curiosidade mórbida. A carreira do polonês poderia ter sido gloriosa, se ele não tivesse ido tão jovem, aos 42 anos, e com potencial para grandes filmes, como demonstra esta obra sobre uma festa estranha com gente esquisita. O desaparecimento de Wrona, aliás, acaba encontrando paralelo com o destino do protagonista no terceiro ato do filme, que é o que mais deixa o espectador sem chão. Até lá, principalmente durante toda a sequência da festa de casamento, que representa mais da metade da duração do filme, haja loucura. “Demon”, inclusive, pode ser visto como um dos mais divertidos filmes de casamento já feitos. Com o diferencial do uso de elementos do cinema de horror, numa chave de humor negro. Na trama, Piotr (Itay Tiran, de “Lebanon”) deixa a Inglaterra para se casar com a bela polonesa Zaneta (Agnieszka Zulewska, de “Chemia”). Ele parece ser um rapaz bastante simpático e interessado em abraçar aquela nova cultura, a cultura judaica de sua noiva. Ao chegar ao local, ele descobre uma ossada de restos humanos, o que o deixa bastante intrigado. Principalmente porque esta ossada desaparece quando ele tenta mostrá-la para outras pessoas. Piotr também é assombrado pelo fantasma de uma mulher que aparece no casamento, somente para seus olhos. Não demora para que ele passe da inquietude para a possessão, quando seu corpo se debate pelo salão da festa. O pai da noiva, a essa altura, já quer cancelar o casamento, pois um noivo epilético (primeira impressão do problema) não seria nada bom para sua filha. Um dos pontos positivos de “Demon” é justamente fugir às estruturas convencionais do gênero horror, ainda que não negue ao espectador alguns elementos familiares e até alívios cômicos bem-vindos. Mas até isso contribui para sua estranheza. Em vários momentos, em especial no final, a trama parece um tanto confusa, mas vale a pena se deixar levar pelo andamento louco que Wrona deseja conduzir, passando a impressão de que o filme quer perder-se e fazer com que o espectador o acompanhe. Quem está acostumado com o cinema de horror europeu, que tem menor preocupação com enredo, pode aceitar o jogo imposto pelo diretor numa boa. Já quem espera um filme de sustos, pode se decepcionar um pouco. Mas o fato de o filme ter um senso de humor próprio acaba fazendo com que o que seria ridículo torne-se bem-vindo, interessante, divertido, intrigante. Faz muito bem para o circuito receber obras tão singulares como esta de vez em quando.







