Diretor anuncia novo trailer dos Novos Mutantes, dois anos após a primeira prévia
Mais de dois anos após a divulgação de seu primeiro trailer, “Os Novos Mutantes” vai ganhar sua segunda prévia. A novidade foi compartilhada pelo diretor do filme, Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), nas redes sociais. O lançamento do trailer vai acontecer na próxima segunda (6/1), e o diretor contou que ele foi feito sob sua supervisão. Ele também confirmou a data de estreia do longa, em abril de 2020, encerrando especulações de um possível lançamento apenas em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus). “Os Novos Mutantes” estava no limbo desde que a Disney iniciou as negociações para a compra da Fox. O longa ganhou seu primeiro trailer em outubro de 2017 (que ainda está no ar!), prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas as primeiras sessões de teste revelaram que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, o que levou a Fox a decidir refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Mas isto não levou em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Ver essa foto no Instagram New trailer supervised by myself, co-writer @knatelee and color corrected by the great @peter_deming arrives January 6th. We’re very excited to share it with you! In theaters everywhere April 3rd! Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em 30 de Dez, 2019 às 1:17 PST
Fábio Porchat indica que terrorismo contra Porta dos Fundos foi estimulado por discurso de ódio
O humorista Fábio Porchat, um dos líderes da trupe humorística Porta dos Fundos e autor do visado “A Primeira Tentação de Cristo”, defendeu o Especial de Natal atacado por religiosos e políticos (inclusive no Congresso nacional), e fez relação entre essa reação conservadora e o atentado terrorista que visou o grupo. Em artigo publicado nesta segunda (30/12) no jornal O Globo, Porchat defendeu a liberdade de expressão, criticou a intolerância e sugeriu que discursos de ódio e iniciativas de políticos da extrema direita, que assumiram mandatos em 2019, encorajaram o atentado contra o grupo – e os piores sentimentos dos brasileiros. “O Porta dos Fundos fez Especial de Natal em 2013, 14, 15, 16, 17, 18 e nunca houve nenhuma reação violenta direta. Por que será que, em 2019, algumas pessoas se sentiram à vontade para atirar coquetéis molotovs na nossa porta? O que mudou neste ano especialmente para que pessoas tivessem essa audácia justamente agora? Eu tenho um palpite. E você?”, questionou o humorista. No texto, ele ainda lembrou que fazer piada com religião não é contra a Lei, mas várias atitudes de religiosos – políticos ou não – que atacaram o Especial é criminosa. “Satirizar a bíblia, olhe só, não é contra a lei. Chutar a [imagem de] Nossa Senhora é contra a lei. Depredar centros de umbanda é contra a lei. Dizer que você tem que parar de tomar remédio e só quem cura é Deus é contra a lei. Jogar coquetel molotov em uma produtora porque não gostou do que ela produziu é contra a lei. E, veja, brincar com a imagem de Deus não é intolerância. Intolerância é não querer deixar que brinquem”, escreveu Porchat. A ação terrorista contra o Porta dos Fundos aconteceu após o grupo sofrer ataque virtual de militantes da extrema direita, condenações de políticos conservadores, inclusive da família Bolsonaro, pedidos de explicações do Congresso, campanha de boicote de líderes religiosos, repúdio televisivo da rede Record e até processo judicial por conta do Especial disponibilizado pela Netflix. Segundo os autos do processo contra o Porta dos Fundos, “Jesus é retratado como um homossexual pueril, Maria como uma adúltera desbocada e José como um idiota traído” no especial de Natal, o que seria um ataque à liberdade religiosa e a dignidade da pessoa humana. A tese ganhou apoio de uma promotora carioca, que ainda alegou que “fazer troça aos fundamentos da fé cristã, tão cara a grande parte da população brasileira, às vésperas de uma das principais datas do cristianismo, não se sustenta ao argumento da liberdade de expressão”. O pedido de censura foi rejeitado. “Ao assistir ao filme podemos achar que o mesmo não tem graça, que se vale de humor de mau gosto, utilizando-se de expressões grosseiras relacionadas a símbolos religiosos. O propósito de muitas cenas e termos chulos podem ser questionados e considerados desnecessários, mesmo dentro do contexto artístico criado com a paródia satírica religiosa. Contudo, há que se ressaltar que o juiz não é crítico de arte e, conforme já restou assente em nossa jurisprudência, não cabe ao Judiciário julgar a qualidade do humor, da sátira, posto que matéria estranha às suas atribuições”, avaliou a juíza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura em decisão antológica. Ela concluiu dizendo que “o filme controverso está sendo disponibilizado para exibição na plataforma de streaming da ré Netflix, para os seus assinantes. Ou seja, não se trata de exibição em local público e de imagens que alcancem àqueles que não desejam ver o seu conteúdo. Não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante”. Poucos depois dessa decisão, terroristas encapuzados atiraram três bombas incendiárias de coquetel molotov na sede do Porta dos Fundos. Um vídeo divulgado por um grupo integralista (a extrema direita brasileira, inspirada no nazi-fascismo) registrou o ataque e propagou um manifesto de ódio, pregando a revolução armada pela “espada de Deus” contra os “marxistas culturais” do Brasil. Apesar de comprovar a autenticidade do vídeo, a Polícia Civil do Rio decidiu não enquadrar o caso como terrorismo, mas confirmou que já era o segundo ato de terror do grupo, que ficou impune após atacar um campus universitário e queimar cartazes “de esquerda”.
Depois de boatos de quase morte, Zac Efron afirma que está bem de saúde
Em meio a boatos de que teria quase morrido na véspera de Natal, gravando seu reality show “Killing Zac Efron”, o ator Zac Efron finalmente se pronunciou nas redes sociais sobre seu estado de saúde. Uma semana depois de ser fotografado de óculos escuros numa loja de Los Angeles, o galã de “High School Musical ” e “Baywatch” resolveu confirmar o que todos viram: ele está bem de saúde. Aparentemente, os rumores de sua quase morte foram mesmo exagerados. Segundo uma notícia do jornal The Sunday Telegraph, replicada em todo o mundo neste fim de semana, o ator de 32 anos de idade teria contraído uma doença gravíssima, enquanto gravava a produção de seu reality show de sobrevivência em Papua-Nova Guiné, e precisou ser transportado de helicóptero para a cidade de Brisbane, na Austrália, para ser internado num hospital na véspera do Natal. Questão de “vida ou morte”, afirmaram vários programas de fofocas, jornais, revistas, sites, blogs e plataformas sociais. Desenvolvido para a ainda inédita plataforma Quibi, a produção de “Killing Zac Efron” acompanhava o ator numa aventura “real” na selva em Papua-Nova Guiné. Para protagonizar a atração, o galã se comprometeu a ficar “longe de tudo” numa ilha remota e deserta por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. Foi neste contexto que teria caído doente, diagnosticado com “uma forma de infecção tifoide ou bacteriana semelhante”. Mas, em seu Instagram, Efron contou uma história muito diferente. O ator agradeceu a todos que o procuraram para saber como ele estava, disse que estava em casa para passar o fim do ano com a família e explicou: “Eu fiquei doente em Papua-Nova Guiné, mas melhorei rápido e terminei três semanas incríveis de gravação em P.N.G.” Depois da notícia bombástica da quase morte do ator, que não foi confirmada por nenhuma fonte, a equipe de Efron vinha mantendo silêncio completo sobre o caso. Ele também não disse nada na inauguração em que foi visto há uma semana, época em que estaria morrendo. E este mistério premeditado ajudou a colocar o nome de sua nova série, “Killing Zac Efron”, em evidência. Mesmo com suas explicações, o ator ainda manteve a história bastante vaga, guardando detalhes como chamariz para os episódios. “Killing Zac Efron” ainda não tem data de estreia prevista, mas a plataforma Quibi deverá ser lançada em abril nos Estados Unidos, focada no mercado de conteúdos curtos para celulares. Ver essa foto no Instagram Very thankful to everyone who has reached out. I did get sick in Papua New Guinea but I bounced back quick and finished an amazing 3 weeks in P.N.G. I’m home for the holidays with my friends and family. Thanks for all the love and concern, see you in 2020! Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 29 de Dez, 2019 às 3:47 PST
Sacred Lies: Juliette Lewis investiga crime no trailer fantasmagórico da 2ª temporada
O Facebook divulgou o pôster e o trailer fantasmagórico da 2ª temporada de “Sacred Lies”. Com estrutura de antologia, a série de investigação criminal acompanha uma nova história com personagens diferentes em seus novos episódios, e recebeu um subtítulo para se diferenciar do arco anterior. Chamada de “Sacred Lies: The Singing Bones”, a trama traz Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”) como uma detetive que investiga um caso de garota desaparecida em meio a uma floresta sombria, e foi inspirada pela fábula “O Osso Cantador”, dos irmãos Grimm. Realização da Blumhouse, produtora especializada em terror, a série é uma criação de Raelle Tucker, roteirista-produtora de “True Blood” e “Jessica Jones”, e também traz no elenco de sua 2ª temporada os atores Ryan Kwanten (“True Blood”), Emily Alyn Lind (“Code Black”), Kimiko Glenn (“Orange Is the New Black”) e Siobhan Williams (“Deadly Class”). A estreia dos novos episódios está marcada para 20 de fevereiro no Facebook Watch.
Imprensa quase mata Zac Efron, que fatura publicidade gratuita para seu novo projeto
O ator Zac Efron conseguiu grande cobertura espontânea da mídia para o lançamento de seu reality show “Killing Zac Efron”. Segundo uma notícia do jornal The Sunday Telegraph, replicada em todo o mundo, o ator de 32 anos de idade teria contraído uma doença gravíssima, enquanto gravava a produção de sobrevivência, e precisou ser transportado de helicóptero para a cidade de Brisbane, na Austrália, para ser internado num hospital na véspera do Natal. Questão de “vida ou morte”, afirmaram vários programas de fofocas, jornais, revistas, sites, blogs e plataformas sociais. Desenvolvido para a ainda inédita plataforma Quibi, a produção de “Killing Zac Efron” acompanhava o ator numa aventura “real” na selva- em Papua-Nova Guiné. Para protagonizar a atração, o galã de “High School Musical” e “Baywatch” se comprometeu a ficar “longe de tudo” numa ilha remota e deserta por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. Foi neste contexto que teria caído doente, diagnosticado com “uma forma de infecção tifoide ou bacteriana semelhante”. Apesar da notícia bombástica, nada disso pôde ser verificado. Nenhum jornalista australiano conseguiu confirmar a internação do ator. Nenhum paparazzi registrou fotos de sua passagem pelo St Andrews War Memorial Hospital ou mesmo de sua alta. A única informação com fonte é uma declaração do Dr Glenn McKay, diretor do suposto resgate médico, que disse não poder discutir informação de pacientes, mas confirmou que um “americano de 30 anos anos foi levado de Papua-Nova Guiné para Brisbane para receber atenção médica”. Ninguém da equipe de Efron comenta o caso, o que só aumenta os comentários da mídia. Em suma, nada poderia ser melhor para a divulgação da série, que está guardando todos os detalhes para seus episódios. Apesar de estar à beira da morte e com uma doença letal, Efron apareceu de óculos escuros há alguns dias numa loja de shopping de Los Angeles – fotos de suas “compras” (mais para gifts) apareceram no Instagram há uma semana atrás, época em que supostamente estaria morrendo. “Killing Zac Efron” ainda não tem data de estreia prevista, mas a plataforma Quibi deverá ser lançada em abril nos Estados Unidos, focada no mercado de conteúdos curtos para celulares. Veja abaixo, as imagens de uma semana atrás de Zac Efron fazendo compras. Ver essa foto no Instagram Thank you Z for showing up at our friends and family shopping. Conor you are the man for the magic! 🙏🏻🤘🏻💥 Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 21 de Dez, 2019 às 8:18 PST Ver essa foto no Instagram Look If you had One shot Or one opportunity To seize everything you ever wanted In one moment Would you capture it Or just let it slip? Vejo will capture it in 2020. Happy holidays to everybody. I❤️ my Vejo team. Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 23 de Dez, 2019 às 11:35 PST
Medical Police: Spin-off de Childrens Hospital ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer de “Medical Police”, nova série de comédia da trupe de “Childrens Hospital”. A prévia apresenta a premissa do spin-off, que surge como uma mistura besteirol dos dois gêneros mais populares da TV aberta americana: séries médicas e policiais. Na trama, os protagonistas são médicos e policiais “ao mesmo tempo”, como ressalta o cartaz. Um detalhe curioso é que a trama se passa em São Paulo, no Brasil, onde os médicos de um hospital pediátrico descobrem um vírus que ameaça toda a civilização, sendo recrutados como agentes do governo para investigar e prender os culpados. Erinn Hayes e Rob Huebel estrelam a atração, retomando seus personagens de “Childrens Hospital”, respectivamente a Dra. Lola Spratt e o Dr. Owen Maestro. Quem viu a série original, pode lembrar que Owen era um ex-policial e Lola, por sua vez, ainda é… advogada! Outros integrantes da série clássica do Adult Swim também fazem participações especiais, como Ken Marino, Lake Bell e Rob Corddry, e o novo elenco inclui Sarayu Blue (“I Feel Bed”), Eric Nenninger (“Wet Hot American Summer”) e o veterano Fred Melamed (“Lady Dynamite”). Os produtores-criadores de “Medical Police” também são os mesmos de “Childrens Hospital” – Rob Corddry, Jonathan Stern e David Wain. E a estreia está marcada para 10 de janeiro em streaming.
Star Wars: Diretor de Podres de Ricos quer fazer série de Rose Tico no Disney+
O cineasta Jon M. Chu, diretor de “G.I. Joe: Retaliação” (2013), “Truque de Mestre: O 2º Ato” (2016) e “Podres de Ricos” (2018), ofereceu-se para desenvolver uma série de Rose Tico, personagem de Kelly Marie Tran na nova trilogia “Star Wars”. Ele foi direto ao assunto num post curto publicado no Twitter: “Ok Disney+ (Disney Plus), me coloquem no comando. Vamos fazer essa série acontecer.” A mensagem também incluiu a hashtag #RoseTicoDeservedBetter (Rose Tico Merecia Mais), que os fãs de “Os Últimos Jedi” dispararam após o site Comic Book revelar que a personagem teve apenas 76 segundos de tela em “A Ascensão Skywalker” – filme de 2h20 de duração. Várias críticas de “A Ascensão Skywalker” também condenaram a decisão do diretor e roteirista J.J. Abrams de transformar Kelly Marie Tran em figurante, após a atriz sofrer bullying nas redes sociais de “fãs” contrariados com a escalação de mais uma mulher – e asiática, ainda por cima – na saga. Por este e outros motivos, o novo filme foi considerado “covarde” e um dos piores da franquia – com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, só não é pior que “A Ameaça Fantasma” (53% em 1999). Jon M. Chu é um dos grandes defensores da representatividade asiática em Hollywood. O sucesso de “Podres de Ricos”, estrelado apenas por atores asiáticos e descendentes, provou seu ponto de vista e lhe deu maior visibilidade. Seu próximo filme vai abordar imigrantes de outra etnia – latinos em Nova York. Trata-se do musical “Em um Bairro de Nova York”, que tem estreia marcada para 25 de junho no Brasil. Mas Chu também está envolvido em duas continuações de “Podres de Rico” e na filmagem do drama dos meninos tailandeses que ficaram presos numa caverna em 2018. Ok @disneyplus . Put me in coach. Let’s make this series happen. #RoseTicoDeservedBetter @starwars — Jon M. Chu (@jonmchu) December 27, 2019
The Mandalorian: Jon Favreau anuncia previsão de estreia da 2ª temporada
O diretor Jon Favreau (“O Rei Leão”) aproveitou o final da 1ª temporada de “The Mandalorian”, que foi ao ar nesta sexta (27/12) na plataforma Disney+ (Disney Plus), para anunciar a previsão de estreia do segundo ano da produção. No Twitter, o cineasta revelou que os próximos episódios chegam ao streaming no outono norte-americano, ou seja, entre setembro e novembro de 2020. Veja abaixo. A série é o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), lançada em novembro nos Estados Unidos e Canadá, graças à popularidade inesperada e viral de um de seus coadjuvantes: The Child (a criança), mais conhecido pelo nome dado pelos fãs, “Baby Yoda”. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” foi criada por Favreau, que curiosamente não dirigiu nenhum episódio, deixando a tarefa para Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard (que comandou “Han Solo: Uma História Star Wars”). Odisseia de um caçador de recompensas especial, a série combina perfeitamente tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, ao acompanhar o personagem do título, um nativo do planeta Mandalore – a terra natal de Boba Fett – , que se transforma em alvo dos colegas de profissão ao se recusar a cumprir uma missão contratada: entregar “Baby Yoda” para um representante decadente do antigo Império. O elenco destaca Pedro Pascal (“Narcos”) e seus dublês (entre eles, um neto de John Wayne) no papel-título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi, e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chegue ao Brasil em 2020, provavelmente junto da 2ª temporada da série. Season 2 of #TheMandalorian coming Fall 2020 pic.twitter.com/8VQYLDMQ0V — Jon Favreau (@Jon_Favreau) December 27, 2019
Lucas Grabeel volta a High School Musical em cena da nova série da Disney+ (Disney Plus)
O ator Lucas Grabeel voltou ao universo de “High School Musical”, numa participação especial no novo projeto da franquia, “High School Musical: The Musical: The Series”, série do Disney+ (Disney Plus). A aparição foi antecipada pela divulgação de um vídeo da atração, que mostra seu número musical na íntegra. Veja abaixo. O intérprete de Ryan Evans na trilogia original do Disney Channel aparece como ele mesmo, durante um sonho da professora de teatro (Kate Reinders) da high school da série, ajudando-a a ganhar confiança para produzir a nova adaptação do musical. Durante a participação, Lucas canta e lembra seu papel famoso, citando até “We’re All in This Together”, um dos hits do telefilme original de 2006. Depois de “High School Musical”, o ator viveu Connor Kent (o Superboy) em “Smallville” e estrelou “Switched at Birth”, que durou 5 temporadas e mais de 100 episódios. Atualmente, tem feito dublagens para vários desenhos animados – vivendo, por exemplo, Jiku em “Elena de Avalor” e Pinky Malinky na série homônima. “High School Musical: The Musical: The Series” faz parte do catálogo de novidades exclusivas do Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que só chega ao Brasil em 2020. A crítica norte-americana considerou sua mistura de nostalgia e metalinguagem bastante criativa, merecendo 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Ragnarok: Série de apocalipse nórdico ganha novo teaser legendado
A Netflix divulgou novos pôster e teaser legendado de “Ragnarok”, série norueguesa de temática apocalíptica, baseada na mitologia nórdica. A prévia sugere até o surgimento de um Thor diferente, em meio a muitos trovões, além de outros deuses poderosos. “Ragnarok” gira em torno de um grupo de jovens que começa a perceber sinais da chegada do apocalipse, por meio de mudanças climáticas e acontecimentos estranhos. Passada na pequena e fictícia cidade de Edda, a trama ainda envolve pessoas que não são o que dizem ser. Diz a sinopse: “Quando icebergs derretem em uma questão de dias, e o inverno é quente e seco, um grupo de adolescentes entra em pânico a medida que mudanças drásticas no clima começam a atingir o planeta inteiro. O grupo de amigos não tem dúvida: estes desastres naturais são sinais do apocalipse – ou Ragnarok, no idioma nórdico”. A série terá seis episódios e tem criação, roteiro e produção de Adam Price (criador de “Borgen”). A estreia está marcada para 31 de janeiro na Netflix.
Minha Mãe É uma Peça vai virar série na plataforma Globoplay
Depois do teatro e do cinema, vem aí a série. Paulo Gustavo confirmou que “Minha Mãe É uma Peça – O Filme” vai virar “Minha Mãe É uma Peça – A Série”. E o projeto já prevê a produção de quatro temporadas, que começarão a ser gravadas em maio. O objetivo é gravar duas temporadas de 10 episódios em 2020 e fazer a estreia da atração por volta de setembro, na plataforma Globoplay. Com isso, “Minha Mãe É uma Peça” não deve ganhar um quarto filme e encerrar sua trajetória no cinema. Paulo Gustavo também vai gravar, em 2020, a 4ª temporada de “A Vila” para o Multishow. E essa agenda de produções também deve mantê-lo afastado do cinema no ano que vem.
Dono de rede de cinemas diz que Netflix deu prejuízo para quem exibiu O Irlandês
O presidente-executivo da Cineworld, a segunda maior rede de cinemas do mundo, acusou a Netflix de dar prejuízo aos cinemas que exibiram “O Irlandês”, de Martin Scorsese. Em entrevista ao jornal Financial Times, Mooky Greidinger disse que o filme arrecadou bilheterias “insignificantes”, por ter seu lançamento em streaming programado para poucos dias depois da exibição cinematográfica. A produção da Netflix foi lançada nas salas de cinema dos EUA no dia 1º de novembro e chegou na plataforma em 27 de novembro. “’O Irlandês’ perdeu muita bilheteria. Um trabalho de Scorsese teria gerado boa renda nas salas de cinema”, declarou Greidinger, expondo o impasse entre os proprietários de cinemas e a Netflix. A acusação, porém, não se sustenta. Antes de “O Irlandês”, Scorsese lançou “Silêncio”, sem programação para streaming, que ficou em cartaz por dois meses nos EUA e Canadá, arrecadando apenas US$ 7,1 milhão no mercado doméstico. Foi um dos maiores fracassos de 2016. “Silêncio” tinha 2h41 e foi considerado muito longo pelos exibidores, que abreviaram sua temporada em cartaz. Já “O Irlandês” tem quase uma hora a mais – 3h29, ao todo. Considerando o resultado anterior, é difícil imaginar que “O Irlandês” estourasse as bilheterias. Além disso, ao custo de estimados US$ 159 milhões, devido aos efeitos de rejuvenescimento de seu elenco, dificilmente seria produzido por algum estúdio interessado em fazer dinheiro com a venda de seus ingressos. O motivo é simples. O maior sucesso comercial de Scorsese, o remake “Os Infiltrados” (2006), rendeu US$ 132,2 milhões na América do Norte – menos que o orçamento de seu novo filme. A maior bilheteria mundial do diretor também é incompatível com os gastos no longa de 2019. “O Lobo de Wall Street” (2013) fez US$ 389,8 milhões em todo o mundo, mas “O Irlandês” precisaria de pelo menos US$ 100 milhões a mais para bancar sua produção. Como se vê, há muita falácia nessa briga entre donos de cinema e Netflix, o que apenas dificulta a construção de uma alternativa de convivência – inevitável – entre os dois meios de exibição.
Frente Integralista Brasileira diz ser “contra terrorismo” e que está “todo mundo assustado” com atentado
Ao assumir em vídeo o atentado contra o Porta dos Fundos, o grupo terrorista autodenominado Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira, chamou atenção para um movimento que já tentou realizar um golpe de estado e até matar um presidente da República no Brasil. A Ação Integralista Brasileira, organização fascista e antissemita que atacou o Palácio da Guanabara para eliminar Getúlio Vargas em 1938, foi desmantelada durante o Estado Novo, mas seus integrantes migraram para novos partidos políticos e continuaram pregando suas ideias de extrema direita no Brasil. O grupo tentou voltar à ativa durante a ditadura militar. Mas a redemocratização impediu que sua mensagem divisiva de intolerância prosperasse, levando à fragmentação dos integralistas em vários grupelhos diferentes. Com as mudanças políticas mais recentes do país, o movimento voltou a assumir seu nome real e fazer aparições públicas com o uniforme militarizado das camisas verdes, inspirados nos camisas pretas do fascismo italiano, e restaurar sua saudação análoga ao cumprimento nazista – trocando o Heil Hitler por Anauê, pelo bem do Brasil, com o braço direito estendido ao alto. Seus símbolos também lembram o nazismo, ao fazer a substituição da suástica pela letra grega Sigma em suas bandeiras, distintivos e flâmulas, e a cor vermelha pela azul. Hoje, a Frente Integralista Brasileira (FIB) é uma organização legalmente constituída no país, resultante da união de diferentes agremiações integralistas existentes, que até 2005 eram autônomas. Segundo indica a página oficial da organização, a FIB foi fundada oficialmente em 22 de janeiro de 2005. Em comunicado oficial, a FIB afirmou não ter conexão com os terroristas. “O grupo em questão é desconhecido pelo FIB e não possuímos com ele qualquer relação”, diz a organização. “Não temos certeza sobre a autenticidade do vídeo e, por isso, não descartamos a possibilidade de ter sido um material forjado com o fim de incriminar os integralistas”, acrescenta a nota. Um dos líderes da FIB, o advogado Victor Emanuel Vilela Barbuy, diz contabilizar 8 mil adeptos do integralismo hoje no país, mas afirma que a atuação do movimento é restrita ao mundo virtual. Em entrevista ao jornal O Globo, Barbuy procurou se distanciar da ação radical do Comando terrorista. “O integralismo é contra o terrorismo. Só aceita algum nível de violência em situações extremas, como em legítima defesa, por exemplo. Cobrir o rosto também é algo que nunca fez parte da linha do integralismo. Plínio Salgado já deixava claro que toda nossa ação devia ser de peito aberto, sem máscaras. É até proibido pela FIB que se use o uniforme junto com máscara. Nós também, evidentemente, não concordamos com o vídeo do ‘Porta dos Fundos’. Mas não é este o caminho”. Barbuy, que está à frente da sede paulista do FIB, também contou que os integralistas cariocas ficaram assustados com as consequências do vídeo divulgado pelos terroristas. “Todo mundo assustado. E achando muito estranho, ninguém conhece esse pessoal, acha estranho terem conseguido o uniforme, isso não é fácil”, avaliou. Ele acredita que isso pode atrapalhar o movimento integralista, que vinha em ascendência desde a chegada de Bolsonaro ao poder. “O movimento tem crescido muito nos últimos anos. Primeiro, o próprio PRTB adotou o nosso lema, com nossa autorização, evidentemente, ‘Deus, pátria e família’. Agora o próprio Bolsonaro já pegou também o lema, com a proposta de ‘Aliança pelo Brasil’. Mas eles se consideram – acreditem – à direita de Bolsonaro, chamado a política econômica do governo de “muito liberal e a serviço dos grandes grupos econômicos internacionais” e a política externa “subserviente a certos interesses internacionais”. A Polícia Civil do Rio aparentemente não considera suspeita de envolvimento do grupo. Em entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta (26/12), o delegado Marco Aurélio Ribeiro sugeriu que a nota da FIB já serve de prova ou depoimento sobre o caso. Ele afirmou: “O vídeo é verídico. Não se sabe se foi o grupo que fez. O grupo que se diz integralista diz que não é deles. Já negaram a autoria. Não se sabe se foram eles que colocaram o vídeo”, disse. Não há informações sobre depoimentos no inquérito, muito menos de quebra de sigilo telefônico da FIB. O caso corre em segredo de Justiça, então não está claro se essa linha de investigação foi realmente descartada, sem maior aprofundamento.











