John Boyega vai produzir filmes africanos para a Netflix
O ator inglês John Boyega, astro da nova trilogia “Star Wars”, firmou uma parceria com a Netflix para desenvolver filmes de língua não-inglesa realizados na África. Pelo contrato, a produtora UpperRoom Productions, fundada por Boyega em 2016, fará projetos de filmes baseados em histórias, literatura, mitologia, personagens e outros elementos de países africanos. Os primeiros três filmes da parceria incluem duas produções da Nigéria e uma do Egito. “A África é rica em histórias e, para a Netflix, essa parceria com John e UpperRoom apresenta uma oportunidade para aumentar nosso investimento no continente, trazendo histórias africanas únicas para nossos membros na África e no mundo”, disse David Kosse, vice-presidente de filmes internacionais da Netflix, em comunicado. Filho de nigerianos, Boyega já produziu um filme no continente, o sul-africano “God Is Good”, realizado por sua produtora UpperRoom, que ainda não chegou aos cinemas, nem tem previsão de estreia. Já a Netflix lançou sua primeira série africada em fevereiro passado, “Queen Sono”, produção de espionagem e ação da África do Sul, que foi bastante elogiada pela crítica internacional – tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Estreia de Orange Is the New Black levanta audiência da Band
A rede Band registrou aumento de 27% de sua audiência com a estreia da série “Orange Is the New Black”, produção premiada da Netflix, na noite de sábado passado (7/3). A emissora exibiu os dois primeiros episódios da série de forma consecutiva, das 23h às 0h40, e marcou 3,2 pontos no Ibope, tirando público dos canais rivais, principalmente da rede Record (que caiu 10% no horário). A atração que mais sofreu com a estreia foi “Chicago Fire”. Normalmente líder de audiência, a série de bombeiros americanos registrou 3,8 pontos, numa queda de 12% em comparação ao sábado anterior, quando teve média de 4,3. “Orange Is the New Black” é a primeira série da Netflix a ter uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 e acompanhava a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Por enquanto, apenas a 1ª temporada de “Orange Is the New Black” tem exibição confirmada na Band.
Diretor revela que Os Novos Mutantes nunca passou por refilmagens
O diretor Josh Boone revelou que “Os Novos Mutantes” nunca passou por refilmagens. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele disse que isso nunca aconteceu devido à compra da Fox pela Disney. “Se não tivesse acontecido a fusão, com certeza teríamos feito refilmagens”, contou. Mas com as negociações entre as empresas, a produção foi paralisada. Segundo ele, “quando a fusão foi finalizada e tudo estava pronto, todo o elenco já estava mais velho”, impedindo que até mesmo cenas complementares fossem feitas. A atriz Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) recentemente viu a versão final do filme e disse à EW que ele “é exatamente o que tínhamos nos proposto a fazer”. “Fiquei nervosa quando eles falavam sobre refilmagens e novas edições, mas honestamente é o que a gente queria fazer”, completou. Vale lembrar que o principal motivo do enorme atraso nesse lançamento, que deveria ter chegado aos cinemas há dois anos, foi o resultado das sessões de teste, que revelaram que o público esperava um filme de terror, devido ao marketing inicial. Foi a Fox que decidiu refilmar diversas cenas para, como disse a própria Williams na época, “deixar o filme mais assustador”. Segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Mas a agenda do elenco, repleta de astros de séries, provou-se desafiadora. Ao fim, a dificuldade para reunir todos acabou atropelada pela compra da Fox pela Disney. E, aparentemente, a Disney decidiu lançar o filme como estava. Sem as refilmagens. Maisie Williams diz que chegou a ficar aflita com a falta de notícias sobre a produção. “Eu encontrava a imprensa para outra coisa e sempre me perguntavam sobre ‘Os Novos Mutantes’, mas o estúdio só nos respondia: ‘não saberemos nada até sabermos alguma coisa’.” “Por causa da fusão, foi um silêncio que durou cerca de um ano”, acrescentou Boone. Só depois de finalizar o negócio a Disney o procurou para saber se ele pretendia terminar a edição do filme. “Disseram: ‘Você vem terminar o filme?’ E eu respondi que ‘adoraria terminar o filme!’” A produção foi interrompida sem que os efeitos visuais tivessem sido finalizados, sem efeitos sonoros, edição, trilha e vários outros detalhes. “Voltamos e terminamos. Demorou alguns meses, e foi bom poder voltar. Eu e Knate [Lee], meu co-roteirista, passamos um ano sem ver o filme e esse distanciamento fez com que acrescentássemos um monte de coisas aqui e ali [na pós-produção] que não tínhamos pensado ou notado um ano antes.” Entre os detalhes que não apareceriam se o filme fosse lançado na data original, estão o visual mais elaborado das habilidades místicas de Illyana/Magia, notadamente sua espada de energia, bem como Lockheed, o dragão roxo da personagem. Finalmente prestes a estrear, a produção continua a ser marketada como um filme de terror. Mas acabou recebendo a classificação PG-13 (impróprio para menores de 13 anos), que sugere uma aventura juvenil. Mas o clima está lá, garantiu Williams. “É muito … suspense”, descreveu a atriz. “Eu acho que a natureza de um grupo de adolescentes presos em uma instalação, todos com poderes individuais que eles ainda não sabem usar, isso se presta muito bem a suspense e cenas assustadoras. Tudo é feito de uma maneira muito honesta e realmente vem dos personagens e das situações em que estão. Não é um filme de comédia de super-heróis feliz e otimista. Ele é definitivamente muito sombrio”. Além de Maisie Williams como Lupina, o intérpretes dos Novos Mutantes incluem Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. O elenco se completa com a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A estreia no Brasil está marcada para 2 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Perdidos no Espaço é renovada e cancelada pela Netflix
A Netflix anunciou a renovação de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) para sua 3ª temporada. E também seu cancelamento. A próxima será a última temporada. A notícia foi dada com muita cara de pau nas redes sociais. “Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes”, disse um post da plataforma sobre o final da série. Uma das melhores atrações da Netflix, “Perdidos no Espaço” deu um salto gigante de qualidade em sua 2ª temporada, lançada em 24 de dezembro, graças a efeitos visuais de dar inveja a blockbusters cinematográficos, elenco inspirado e muita ação, em ritmo intenso de aventura. Infelizmente, a Netflix não tem demonstrado interesse em prolongar muito as histórias de suas produções, em contraste com as atrações que importa da TV, que, ao serem exibidas em streaming, lideram sua audiência – como “Friends”, de 10 temporadas, ou “The Office”, de 9. A série renovada e cancelada é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas mesmo esta também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original também durou três temporadas. A diferença é que, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, a nova versão deve dar um final para a viagem da família Robinson, algo que a produção dos anos 1960 nunca ofereceu aos fãs. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi marcada. Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes: Perdidos no Espaço foi renovada pra sua terceira e última temporada. pic.twitter.com/WOpn76n3HP — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 9, 2020
Os Novos Mutantes: Josh Boone anuncia final da pós-produção e revela close do monstro do filme
O diretor Josh Boone publicou um post revelar no Instagram para contar que “Os Novos Mutantes” está oficialmente finalizado. Boone publicou uma foto com parte da equipe, contando que a parte de som foi a última a ser feita. Mas o quem chama atenção não são as pessoas que ele cita e sim a criatura que aparece ao fundo, numa tela de monitor. Trata-se do monstro da trama, num close bem expressivo – é a melhor imagem da criatura, que não está sendo muito destacada no material oficial do filme. O monstro se chama Urso Místico, uma criatura que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra a heroína Miragem. No texto, ao lado da imagem, Boone escreveu: “‘Os Novos Mutantes’ está oficialmente finalizado! Acabamos de finalizar a mixagem de som. Aqui comigo, da esquerda para a direita, estão o grande Don Sylvester, editor de som de ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘Os Novos Mutantes’. Ah, e ele ganhou um Oscar por ‘Ford vs. Ferrari’. Depois, há o extraordinário editor Andrew Buckland, que finalizou o filme comigo enquanto meus editores trabalhavam na série ‘The Stand’. Ah, ele também ganhou um Oscar! Eu sou o idiota no meio com o chapéu. Depois está o engenheiro de som David Giammarco, indicado três vezes. Por último, mas não menos importante, há o editor de música vencedor do Emmy Chris McGeary. Foi uma longa estrada, mas este grande animal está pronto e mal podemos esperar para que todos vocês assistam”. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. O elenco se completa com a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A estreia no Brasil está marcada para 2 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram New Mutants is officially done! We just locked the sound mix! Here with me – from left to right- The great Don Sylvester, sound editor of both The Fault in Our Stars and New Mutants. Psst! He also just won an Oscar for Ford Vs. Ferrari. Next up is editor extraordinaire Andrew Buckland, who I finished the film with me while my editors worked on The Stand. Psst! He just won an Oscar too! I’m the idiot in the middle with the hat. Next up is sound engineer David Giammarco – thrice nominated. Last, but not least is Emmy Award winning music editor Chris McGeary. It was a long road but this roaring beast is done and we can’t wait for you to see it! #newmutants #newmutantsmovie #marvel #marvelcomicsgang Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em 6 de Mar, 2020 às 5:17 PST
2ª temporada de Aruanas vai abordar poluição ambiental
A 2ª temporada de “Aruanas”, da Globoplay, já está sendo gravada em São Paulo. Segundo apurou o colunista Flavio Ricco, do Uol, desta vez a série protagonizada por Taís Araújo, Leandra Leal, Débora Falabella, Camila Pitanga e Thainá Duarte vai abordar os problemas causados pela poluição em uma cidade fictícia. Na trama, a jovem atriz Bella Piero (da novela “O Outro Lado do Paraíso”) será uma vítima da poluição de ar pelas micropartículas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em reportagem da revista Galileu, de 2018, mais de 90% das crianças do planeta respiram ar tão poluído que colocam sua saúde e desenvolvimento em risco. Criada e escrita por Estela Renner e Marcos Nisti, com a colaboração de Carolina Kotscho, “Aruanas” acompanha o trabalho de uma ONG ambiental liderada por mulheres e abordou o desmatamento da Amazônia em sua 1ª temporada. A nova temporada de “Aruanas” também contará com participações de Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) e Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”), e tem gravações agendadas até junho, para lançamento em dezembro deste ano em streaming.
Nada Ortodoxa: Série sobre judia em fuga de comunidade radical ganha trailer legendado
A Netflix divulgou fotos e o trailer da minissérie alemã “Nada Ortodoxa” (Unorthodox), baseada no best-seller “Unorthodox”, escrito por Deborah Feldman. A obra original é um livo de memórias que conta como ela fugiu de sua comunidade ortodoxa de judeus hassídicos em Nova York e se mudou para Berlim, sem dinheiro ou lugar para ficar, ao se rebelar contra um casamento arranjado aos 17 anos e as restrições radicais que a impediam de ler e estudar em inglês. A série é uma adaptação que já começa alterando o nome da personagem principal. A atriz isralense Shira Haas (“Foxtrot”) protagoniza a trama como Esther Shapiro. Outros detalhes também foram mudados – na vida real, ela Feldman fugiu com seu filho. Mas a essência é mantida. Ela começa a fazer amigos, conhecer coisas novas e ter experiências que jamais tinha imaginado. Porém, sua comunidade está em seu encalço para “resgatá-la”. A adaptação é assinada pela roteirista americana Anna Winger (criadora de “Deutschland 83”) e a canadense Alexa Karolinski (“Oma & Bella”), com direção a cargo da alemã Maria Schrader (“Stefan Zweig: Adeus, Europa”). A estreia está marcada para 26 de março.
Revelação de Projeto Flórida é repórter mirim no trailer da série Home Before Dark
A Apple divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Home Before Dark”, série inspirada na história real de Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. A personagem é vivida por Brooklynn Prince, a jovem revelação de “Projeto Flórida” (2017). Na trama, a família de Hilde se muda de Nova York para uma pequena cidade à beira de um lago, e, quando chega lá, descobre um mistério que todos na cidade evitam comentar: o desparecimento do menino que era o melhor amigo de seu pai na infância. Querendo ser jornalismo como seu pai, ela resolve investigar o caso por conta própria. Na vida real, Hilde conseguiu novas pistas e trouxe à tona os implicados no assassinato, denunciando-os num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação da repórter-mirim chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos. A série foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e também destaca em seu elenco Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) como o pai da protagonista, além de Abby Miller (“The Sinner”), Joelle Carter (“Justified”) e Louis Herthum (“Westworld”). Com 10 episódios, a série estreia em 3 de abril na plataforma Apple TV+ e já está renovada para sua 2ª temporada.
Orange Is The New Black: Série premiada da Netflix estreia na Band
A série “Orange Is The New Black”, uma das primeiras produções originais e maiores sucessos da plataforma de streaming Netflix, chega à TV aberta brasileira neste sábado (7/3). A Band vai exibir os 13 episódios da 1ª temporada sem cortes, durante este e os próximos sábados, sempre às 23h. Será a primeira vez que uma série da Netflix terá uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, “Orange Is The New Black” pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Anteriormente, “Stranger Things” chegou a ter um episódio veiculado no SBT, em uma ação comercial da Netflix, que comprou o horário de exibição para promover o lançamento da atração. Desta vez, porém, foi o contrário. A Band adquiriu os direitos de “Orange Is The New Black” para exibir a série integralmente, dentro de sua programação normal. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 na plataforma de streaming, acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling) como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, aprendendo o melhor e o pior da vida de presidiária. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019, mostrando o destino de Piper na conclusão da trama. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Curiosamente, “Orange Is the New Black” não é a primeira série sobre prisioneiras exibida na TV brasileira. O SBT arriscou mostrar a atração australiana “As Prisioneiras” em sua grade dominical, durante 1979, mas jamais completou a trama. Originalmente uma novela, “As Prisioneiras” teve nada menos que 692 capítulos produzidos.
The Mandalorian: Gina Carano anuncia o fim das gravações da 2ª temporada
A atriz Gina Carano confirmou o término de gravações da 2ª temporada de “The Mandalorian”, primeira série live-action do universo de “Star Wars”, com a divulgação de uma foto tirada no set. “Encerramos a produção da 2ª temporada. Eu absolutamente amo esse trabalho e todas as pessoas envolvidas nele”, ela escreveu ao lado da foto, no Instagram. O post também confirma a volta de sua personagem Cara Dune, uma combatente rebelde que, apesar de aparecer em apenas três episódios da 1ª temporada, tornou-se uma das favoritas dos fãs da série nos EUA. A 2ª temporada vai estrelar em outubro na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Ver essa foto no Instagram That’s a wrap on season 2.. I absolutely love this work and the people in it. 🤍 #storytelling ✨#themandalorian Uma publicação compartilhada por G I N A J🌹Y C A R A N O (@ginajcarano) em 6 de Mar, 2020 às 1:36 PST
Jornalismo da Globo vai produzir minisséries documentais para a Globoplay
A Globo definiu uma estratégia inovadora para aproveitar sua forte equipe de jornalismo em seus planos de sinergia – o projeto “Uma Só Globo” – , visando produção de conteúdo para streaming. A minissérie “Marielle – O Documentário”, que será lançada na próxima quinta (12/3) – não confundir com a série de ficção de José Padilha, prevista para 2021 – , inaugura um nova linha de produções de jornalismo para a Globoplay. “Decidimos que o jornalismo da Globo vai produzir documentários para a Globoplay”, disse Erick Brêtas, diretor do serviço de streaming, durante entrevista coletiva desta sexta (6/3), em que anunciou as duas produções focadas no assassinato da vereadora Marielle Franco. Um dia após o primeiro episódio da atração documental ser exibida na rede Globo, a série completa será disponibilizada na Globoplay. Outras atrações jornalísticas deverão se seguir a esse primeiro projeto. Mas a decisão de começar com um famoso caso criminal demonstra a vontade da Globo de avançar num território em que a Netflix vinha reinando sozinha: as series de “true crime”. A plataforma americana chegou até a produzir uma minissérie sobre um caso brasileiro – “Bandidos na TV” – , feita por produtores estrangeiros. A emissora costumava dedicar-se ao jornalismo investigativo de fôlego no programa “Globo Repórter”, antes dessa atividade ser substituída por pautas de turismo e culinária. “Marielle – O Documentário” é dirigido por Caio Cavechini, que trabalhou em outro programa de jornalismo semanal da emissora, “Profissão Repórter”. Veja abaixo um teaser da primeira minissérie documental do Globoplay.
Irmãos Russo e casal Obama vão se juntar em produção da Netflix
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, vão se juntar ao casal Barack e Michelle Obama para produzir para a adaptação de “Exit West”, livro do paquistanês Mohsin Hamid (autor de “O Relutante Fundamentalista”) sobre a crise de refugiados vindos do Oriente Médio. A trama de “Exit West” mistura realismo e fantasia, ao acompanhar um casal do Oriente Médio, que busca deixar seu país em busca de uma vida menos violenta. Para isso, eles usam três portas mágicas que oferecem diferentes opções de asilo: um campo de refugiados lotado na ilha grega de Mykonos; um quarto privado em uma mansão ocupada por nigerianos em Londres; e um local na Califórnia, nos Estados Unidos. A cada escolha, o relacionamento do casal é testado por suas necessidades para sobreviver e pelos obstáculos culturais que enfrentam. O filme é uma coprodução das empresas AGBO, dos Russo, e Higher Ground, dos Obama, e será lançado pela Netflix. Apesar de seu envolvimento na produção, os Russo não vão dirigir o filme. Eles adquiriram os direitos do livro e escalaram Jessica Goldberg (criadora da série “The Path”) para escrever o roteiro e Yenn Demange (do elogiado “71: Esquecido em Belfast”) para assumir a direção. A produção também está negociações avançadas com o ator Riz Ahmed (“Venom”) para assumir o papel principal. “Exit West” ainda não tem data para entrar em produção ou previsão de lançamento.
Kingdom: Zumbis e luta pelo poder marcam o trailer legendado da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Kingdom”, uma série de zumbis passada na Coreia medieval. A prévia mostra os protagonistas cercados por uma horda de mortos-vivos, enfatizando a tensão da trama, ao mesmo tempo em que explora intrigas palacianas e luta pelo poder. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal” – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E cabe ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A série é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, já tinha sido renovada para sua 2ª temporada. A 2ª temporada de “Kingdom” chega ao serviço de streaming em 13 de março.












