PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Filme

    Os 7 de Chicago demonstra que a intolerância do passado ainda é muito atual

    15 de novembro de 2020 /

    Aaron Sorkin adora tribunais. Dentre as obras roteirizadas por ele, são comuns tramas passadas de tribunais (como em “Questão de Honra” e “A Grande Jogada”) ou em meio a discussões jurídicas (“A Rede Social” e a série “The Newsroom”). O motivo é simples: a ambientação serve ao objetivo de Sorkin de destilar seus diálogos ácidos, rítmicos, inteligentes e musicalmente compostos. E nesse sentido, “Os 7 de Chicago”, seu trabalho mais recente, mantém a tradição de narrativas desenvolvidas diante de um juiz, mas com uma diferença essencial. O filme narra a história real do julgamento de sete pessoas acusadas de conspiração pelo governo americano. Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Jerry Rubin (Jeremy Strong), David Dellinger (John Carroll Lynch), Tom Hayden (Eddie Redmayne), Rennie Davis (Alex Sharp), John Froines (Danny Flaherty) e Lee Weiner (Noah Robbins) estavam entre as milhares de pessoas envolvidas em protestos contraculturais e contra a Guerra do Vietnã ocorridos em Chicago, durante a Convenção Nacional Democrata em 1968. Os protestos culminaram em um conflito violento com a polícia e, como resultado, os sete foram presos, juntamente com Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), ativista político e co-fundador dos Panteras Negras, e usados como bodes expiatórios com o intuito de frear qualquer manifestação do tipo em território americano. Os interesses escusos do governo são expostos ao jovem promotor Richard Schultz (Joseph Gordon-Levitt) que aceita, a contragosto, a tarefa de tentar condená-los. Estabelecendo uma aproximação com a contemporaneidade, Sorkin mostra a década de 1960 – e mais especificamente, o ano de 1968 – como um período de constantes conflitos e pouco entendimento. Era uma época divisiva, na qual gerações distintas eram incapazes de estabelecer qualquer tipo de diálogo. Os principais articuladores do protesto, vindos do movimento estudantil e da cultura hippie, eram vistos como um oposto perigoso à cultura conservadora, aqui representada pela figura do juiz do caso (interpretado por Frank Langella), que distorce a lei para atender aos seus próprios preconceitos. Porém, a divisão também acontecia dentro das lideranças. E o diretor/roteirista é hábil ao estabelecer essas diferenças logo de início. Ao apresentar os personagens, Sorkin nos mostra as visões de mundo e o que cada um deles espera daquele protesto. São visões complementares, porém distintas. E nisso se destacam as atuações de Sacha Baron Cohen e Eddie Redmayne. Os dois atores encaram seus personagens como figuras inteligentes, mas opostas. Enquanto Hoffman usa a percepção negativa que as pessoas têm sobre ele a seu favor, Hayden é muito mais pragmático e politizado. Um deseja uma revolução sóciocultural, e o outro uma revolução política. Mais do que o julgamento si, o principal conflito de “Os 7 de Chicago” se dá no confronto entre esses dois. E para priorizar esse conflito, Sorkin manipula a temporalidade do filme, abusando de flashbacks e de uma narrativa fora de ordem. Amplamente utilizados ao longo da sua carreira, esses recursos são um pouco confusos em alguns momentos, mas funcionam ao apresentarem as informações ao público na mesma ordem que elas são introduzidas no tribunal. Além disso, diretor adota um estilo frenético, criando tensão ao misturar imagens reais dos protestos com aquelas captadas em tom igualmente realista. Mas a grande diferença deste filme em relação às demais obras do autor é o tom dos diálogos. Aqui, é visível como o roteirista diminuiu um pouco o seu ritmo, apostando muito mais na compreensão da sua mensagem do que na sonoridade das suas palavras. Os diálogos são mais lentos, pausados e, nem por isso, menos significativos. Embora seja menos objetivo do que Spike Lee (“Destacamento Blood” e “Infiltrado na Klan”) em sua abordagem, Sorkin tem o mesmo alvo: olhar para a década de 1960 como tentativa de compreender o presente. Em particular, os abusos racistas sofridos pelo único réu negro do caso, Bobby Seale, aproximam claramente os protestos de antes e os mais recentes – contra abusos similares que levaram aos assassinatos de George Floyd, Breonna Taylor e outros, fomentando o movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Ao incluir neste quadro o abismo de visões de mundo que cercaram a recente eleição presidencial americana, fica bem demonstrado que o passado apresentado na tela ainda é muito atual.

    Leia mais
  • Filme

    Ryan Murphy revela primeiros detalhes de American Horror Stories

    14 de novembro de 2020 /

    O criador de “American Horror Story”, Ryan Murphy, forneceu as primeiras informações sobre a sua nova série de antologia, “American Horror Stories” (no plural), que é derivada de sua atração de terror. As novidades foram compartilhadas após o produtor divulgar o primeiro pôster da atração em suas redes sociais. Ao comentar a imagem com seguidores, Murphy disse: “Estamos fazendo 16 episódios autônomos de uma hora investigando mitos, lendas e histórias de terror… muitos desses episódios apresentarão estrelas da ‘AHS’ que você conhece e ama. Mais a seguir … ” Na sequência, vários astros de “American Horror Story” e outras produções de Murphy curtiram o cartaz e fizeram breves comentários, incluindo Dylan McDermott, Cody Fern, Billy Porter e Evan Peters. Além deles, Sarah Paulson, que é praticamente um talismã do produtor, também estará envolvida no spin-off, mas não necessariamente na tela. A atriz vencedora do Emmy e do Globo de Ouro adiantou, durante um painel da Netflix para “Ratched”: “Eu estarei dirigindo algo.” O título no plural explica a diferença básica de “American Horror Stories” para a atração de terror que vai para sua 10ª temporada no canal pago FX. O derivado também é uma série de terror em formato de antologia, mas em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. Apesar de derivar de uma atração do canal FX, a produção não deve ser lançada na TV paga, mas em streaming, dentro da aba do FX na plataforma Hulu – batizada de FX on Hulu. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Pequenos Grandes Heróis: Super-heróis mirins de Robert Rodriguez ganham primeiras fotos

    14 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Pequenos Grandes Heróis” (We Can Be Heroes), filme de super-heróis mirins criado pelo cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Na trama, alienígenas sequestraram os super-heróis da Terra, mas seus filhos poderosos se juntam pra salvar seus pais e o planeta. Se a premissa soa familiar, é porque se trata de uma variação de trabalhos anteriores de Rodriguez, como a franquia “Pequenos Espiões” (Spy Kids, 2001). Além disso, o longa se passa no mesmo universo de “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005), primeiro filme estrelado por Taylor Lautner (da franquia “Crepúsculo”). O elenco da produção inclui Pedro Pascal (o “The Mandalorian”), Christian Slater (o “Mr. Robot”), Boyd Holbrook (“Logan”), a cantora Haley Reinhart (“F Is for Family”) e Priyanka Chopra-Jonas (“Quantico”) como pais dos pequenos super-heróis. Além deles, Taylor Dooley vai reaparecer como Lavagirl e a lista de adultos ainda inclui Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Christopher McDonald (“Ballers”) e Adriana Barraza (“Penny Dreadful: City of Angels”). Já o casting infantil selecionou atores experientes para a idade: Hala Finley (“O Chefe da Casa/Man with a Plan”), Akira Akbar (“Capitã Marvel”), YaYa Gosselin (“FBI: Most Wanted”), Vivien Lyra Blair (“Waco”), Dylan Henry Lau (“Here and Now”), Lotus Blossom (“Hotel Du Loone”) e Isaiah Russell-Bailey (“Family Reunion/Reunião de Família”) Com roteiro e direção de Robert Rodriguez, “Pequenos Grandes Heróis” tem estreia marcada para 1 de janeiro de 2021.

    Leia mais
  • Série

    Netflix cancela A Ordem após duas temporadas

    14 de novembro de 2020 /

    A Netflix cancelou a série de terror “A Ordem” (The Order) após duas temporadas, em que a atração formou fãs apaixonados. Por conta da reação previsível dos fãs, a plataforma nem sequer informou sua decisão. O responsável por dar a má notícia foi o criador, roteirista e produtor executivo Dennis Heaton, que revelou o cancelamento no Twitter. “Por duas temporadas, tive a honra de trabalhar com um elenco e equipe incríveis em ‘The Order’, na Netflix. Foi uma das melhores experiências da minha carreira. Infelizmente, não vamos voltar, mas sempre vou valorizar as memórias e os adereços que roubei. Obrigado a todos por assistir”, Heaton escreveu. Imediatamente, o Twitter foi tomado por protestos e lamentações. Um usuário resumiu o problema: “Cara, eu odeio que a Netflix pegou a mania de cancelar séries depois de duas temporadas. Faz com que eu não queira assistir a novos programas, porque sei que eles não vão durar mais do que duas temporadas”. Questionado por fãs sobre o que aconteceria na 3ª temporada, Heaton contou algumas das coisas que tinha planejado, principalmente em relação ao destino da protagonista Alyssa, morta no final da 2ª temporada. “Jack iria definitivamente ressuscitar Alyssa dos mortos, mas ela voltaria errado. Tipo, como em “Cemitério Maldito”. Provavelmente possuído por Zecchia. E um monte de outros cadáveres voltariam com ela”, ele contou. A série era uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”) e sua trama totalmente original girava em torno de Jack, um calouro universitário que faz tudo para entrar numa ordem secreta e se tornar um mágico. Mas apesar de se destacar entre os candidatos, ele chega com um plano secreto de vingança e logo entra em contato com os rivais secretos da ordem mística. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. O elenco de “A Ordem” destacava Jake Manley (o Fisher de “iZombie”) como Jack e Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”) como a bruxa Alyssa, que formam um casal improvável, além de Katharine Isabelle (a lobisomem Ginger de “A Possuída”), Adam DiMarco (o Todd de “The Magicians”), Thomas Elms (“Motherland: Fort Salem”), Devery Jacobs (“Cardinal”), Françoise Yip (“Caçadores das Sombras”), Louriza Tronco (“Make It Pop”) e participações de Matt Frewer (o Dr. Leekie de “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (“Círculo de Fogo”). A 2ª e última temporada foi lançada em junho passado. For two seasons I was honored to work with an incredible cast and crew on The Order for @netflix. It is one of the best experiences of my career. Unfortunately, we aren't returning, but I will always cherish the memories and the props I stole. Thank you all for watching. — Dennis Heaton (@DennisHeaton2) November 14, 2020 PS – Jack was totally going to raise Alyssa from the dead, but she was going to come back wrong. Like, Pet Sematary wrong. Probably possessed by Zecchia. And a whole bunch of other corpses were coming back with her. — Dennis Heaton (@DennisHeaton2) November 14, 2020

    Leia mais
  • Série

    Astro da série Psi será antagonista da 2ª temporada de Irmandade

    14 de novembro de 2020 /

    O ator Emilio de Mello, estrela da série “Psi” (da HBO), será o antagonista da 2ª temporada de “Irmandade”, série estrelada por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) na Netflix. “Irmandade” será a segunda série da Netflix feita por Emilio de Mello. Ele também participou de “Reality Z”. Na atração policial, o ator vai viver um secretário de segurança pública que rivalizará com o protagonista, um presidiário que comando o crime de dentro da cadeia. A série foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção dos episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. A trama acompanha o dilema da advogada Cristina, que é pressionada a se reaproximar do irmão preso Edson, líder da facção conhecida como Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça, passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”) vive Cristina, Seu Jorge é Edson e Pedro Wagner (“Tungstênio”) interpreta Carniça. O elenco também destaca Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    Space Force: Série de Steve Carell é renovada para 2ª temporada

    14 de novembro de 2020 /

    A Netflix renovou a série de comédia “Space Force”, comandada por Steve Carell, para a 2ª temporada. Mas fez mudanças de bastidores. A produção será transferida de Los Angeles para Vancouver, no Canadá, numa tentativa de reduzir o orçamento do programa . Quando a série foi encomendada, em janeiro de 2019, o contrato estabeleceu um recorde de salário para Carell, chegando a US$ 1 milhão por episódio, incluindo pagamentos autorais de co-criação, produção executiva e atuação. A série foi concebida por Carell e Greg Daniels, que trabalharam juntos em “The Office”, inspirando-se num projeto alucinado de Donald Trump para criar a primeira Força Espacial dos EUA. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). A 2ª temporada contará com o ingresso do roteirista Norm Hiscock na produção. Ele atuará como co-showrunner ao lado de Greg Daniels. Colaborador frequente de Daniels, Hiscock foi produtor-roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”, “Parks and Recreation”, “People of Earth” e “King of the Hill”, entre muitos outros créditos. As gravações só começarão em 2021 e ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

    Leia mais
  • Série

    Darkwing Duck vai ganhar nova série animada

    13 de novembro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) encomendou um revival de “Darkwing Duck”, série animada sobre um pato mascarado que parodiava os quadrinhos de super-heróis dos anos 1990. A produção original do Disney Channel teve originalmente três temporadas produzidas, entre 1991 e 1993. O revival será produzido pelo comediante Seth Rogen (“Vizinhos”) e seu parceiro Evan Goldberg, por meio da empresa dos dois amigos de infância, Point Grey Pictures, sob supervisão da Disney Television Animation. Criado por Tad Stones, a série original seguia as aventuras de Darkwing Duck, alter ego super-heróico de Drake Mallard. De dia, ele era um pato comum, que morava em uma casa suburbana despretensiosa com sua filha adotiva Gosalyn. Mas de noite precisava equilibrar o desejo de ser um bom pai para Gosalyn com a atividade de Darkwing, que satisfazia seu ego com fama e atenção, enquanto ajudava a fazer o bem na cidade de St. Canard ao lado de seu companheiro e piloto Capitão Bóing (Launchpad McQuack). O fato de contar com o Capitão Bóing, dublado em inglês por Terry McGovern, qualificou a série original como um spin-off de “DuckTales – Os Caçadores de Aventura” (1987). Por isso, quando “DuckTales ganhou um reboot recente, com nova geração de dubladores, o personagem acabou encontrando o Tio Patinhas e seus sobrinhos em quatro episódios de 2018 e 2019. Um detalhe curioso é que, embora quase todos os dubladores de “DuckTales” tenham mudado (o Pato Donald é a exceção), Darkwing continuou com a mesma voz de sempre, dublado por Jim Cummings. O desenho original foi exibido no Brasil pela Rede Globo, nos antigos programas “Xou da Xuxa”, “TV Colosso”, “Xuxa Park”, “Angel Mix”, “TV Globinho” e “Festival de Desenhos” e também pelo SBT nos extintos “Disney Club” e “Disney CRUJ”.

    Leia mais
  • Série

    Um Maluco no Pedaço: Trailer do especial de reencontro revela surpresas e emoção

    13 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o trailer da reunião do elenco da série clássica “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1990. No vídeo, Will Smith se reúne com a segunda tia Vivian (Daphne Maxwell Reid), Hilary (Karyn Parsons), Geoffrey (Joseph Marcell), Ashley (Tatyana Ali), Jazz (DJ Jazzy Jeff) e Carlton (Afonso Ribeiro) na sala cenográfica da mansão que marcou época na TV. O reencontro celebra os 30 anos da série, que em 1990 lançou a carreira de ator de Will Smith, até então conhecido como o rapper Fresh Prince. “Ninguém nunca me perguntou se eu conseguiria atuar”, conta Smith na prévia, e é complementado por Ribeiro: “E você não conseguiu”. Este clima bem-humorado marca boa parte da prévia, numa edição que inclui muitas cenas originais da série, mas também há momentos emotivos, especialmente nas lembranças do Tio Phill, vivido por James Avery, que morreu em 2013. Destacando o momento em que foi acolhido pelo personagem de Avery, Will revela: “Eu queria que ele pensasse que eu era bom. Quando eu caí nos braços dele no fim daquela cena, ele me segura, a câmera corta, e ele sussurra no meu ouvido: ‘Agora, isso é atuação!’, contou. O reencontro também contará com a atriz Janet Hubert, a primeira tia Vivian, que saiu do elenco em 1993 acusando Will e colegas pela demissão. A troca de ofensas continuou ao longo dos anos e sua presença surpreende os demais, que parecem não ter sido informados da participação. “Eu não poderia celebrar 30 anos de Um Maluco no Pedaço sem a Janet”, diz Will Smith. Fãs da série devem ter ficado loucos com esta apresentação. Não por caso, o astro proclamou, na abertura do vídeo: “Vocês não tem como estar preparados para este trailer”. A exibição do especial “The Fresh Prince of Bel-Air Reunion” está marcada para 19 de novembro nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Estreias online: Top 10 da semana é festival de filmes premiados

    13 de novembro de 2020 /

    Pronto para um festival de cinema em casa? Mais da metade do Top 10 das estreias online da semana destaca obras premiadas e com aprovação superior a 90% no site Rotten Tomatoes – que tira sua média das principais críticas publicadas em inglês (nos EUA, Canadá, Reino Unido e eventualmente Austrália). É praticamente um esboço de lista de melhores do ano, com muitos títulos inéditos nos cinemas brasileiros, num leque de opções melhor que a seleção disponibilizada neste mesmo período nas salas de exibição. Para dar noção, até a diversão leve e natalina da Netflix é bem cotada. Confira abaixo os destaques da programação, acompanhados por seus respectivos trailers. Nunca Raramente Às Vezes Sempre | EUA | 2020 Premiado nos festivais de Sundance e Berlim, e com impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, o terceiro longa escrito e dirigido por Eliza Hittman (após “Parece Amor” e “Ratos de Praia”) é um dos principais destaques do cinema indie americano em 2020 e um dos filmes mais elogiados do ano. Traz Sidney Flanigan, recém-indicada ao prêmio de Revelação no Gotham Awards, como uma garota grávida que parte do interior da Pennsylvania para a cidade de Nova York em busca de auxílio médico para interromper sua gravidez não planejada, contando nessa jornada com apoio apenas de sua prima igualmente adolescente, vivida por Talia Ryder. As duas atrizes principais são estreantes, assim como a cantora Sharon Van Etten, que debuta no cinema. E todas arrebatam com suas performances, partindo os corações do público no processo. Emocionante. Disponível na Apple TV/iTunes O Candidato | Espanha | 2018 Vencedor de sete prêmios Goya (o Oscar espanhol), incluindo Melhor Roteiro, Direção e Ator, o filme de Rodrigo Sorogoyen é um retrato da corrupção política tão conhecida dos eleitores ibero-americanos. Antonio de La Torre (o José Mujica de “Uma noite de 12 anos”) vive um político que banca seu estilo de vida luxuoso com negócios ilícitos e ameaça destruir seu partido quando um jornal denuncia seus crimes. A crítica social é trabalhada em ritmo de thriller político, com um suspense que prende a atenção e justifica os 92% de aprovação entre a crítica norte-americana reunida no Rotten Tomatoes. Disponível na Apple TV/iTunes e Vivo Play Rainha de Copas | Dinamarca | 2019 A jovem cineasta May el-Toukhy dominou as premiações do cinema dinamarquês (o Bodil e o Robert Awards) com seu terceiro filme, também premiado pelo público no Festival de Sundance, que deu muito o que falar por seu tema polêmico. “Rainha de Copas” registra um relacionamento tabu entre uma mulher mais velha e seu enteado adolescente. O drama acaba pendendo para o suspense, ao retratar a protagonista como uma narcisista capaz de tudo para conseguir o que quer, sem pretender abrir mão de nada por isso. Tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, MUBI, NOW, Vivo Play e YouTube Filmes A Camareira | México | 2018 Indicação mexicana ao Oscar de Filme Internacional deste ano, o drama da estreante Lila Avilés concentra-se na vida penosa e frustrante de Eve, uma jovem mãe solteira que trabalha como camareira num hotel de luxo, sem tempo para nada, nem mesmo para seu bebê, cuidado por outra pessoa. Invisível para muitos, ela trava uma luta diária diante da impessoalidade de uma rotina que nada mais é do que uma forma de prisão. Sua maior ambição é cuidar do andar das suites de luxo. Seu sonho é ficar com o vestido vermelho esquecido por uma hóspede. Mas, gradualmente, o descontentamento implícito de Eve com seu status começa a se manifestar de várias maneiras. Chamado de “perfeito” e “obra-prima” pela imprensa internacional, que lhe rendeu 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, “A Camareira” é um filme de “clima”, em que a carga dramática se concentra no olhar da protagonista, vivida com empenho por Gabriela Cartol (“Eu Sonho em Outro Idioma”). Disponível na Vivo Play Rosa e Momo | Itália | 2020 A lendária atriz Sophia Loren não filmava desde o musical “Nine” (2009) e um telefilme de 2010 (“La Mia Casa è Piena di Specchi”), baseado numa obra de sua irmã. Perguntada se tinha se aposentado, a estrela dos clássicos “Duas Mulheres” (1960), “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963) e “Um Dia Muito Especial” (1977) disse que apenas não tinha papéis que a fizessem querer interpretar. Pois aos 86 anos ela encontrou um motivo para voltar a atuar. Sua personagem, a Rosa do título em português, é uma sobrevivente do Holocausto que mantém uma creche em sua casa e encara o desafio de acolher Momo (Ibrahima Gueye), um menino de rua que a assaltou. Tudo o que o menino conhece é o mundo do crime até encontrar o afeto da mulher sofrida e ver a chance de pertencer a um lar pouco convencional. O filme é baseado no best-seller do escritor francês Romain Gary (1914–1980), autor de muitos romances adaptados pelo cinema – e a própria história de “Rosa e Momo” já tinha sido filmada anteriormente, em 1977, com o título brasileiro de “Madame Rosa, A Vida à Sua Frente”, trazendo outra grande atriz no papel principal: Simone Signoret (“As Diabólicas”). A nova versão foi adaptada pelo cineasta Edoardo Ponti (“Desejo de Liberdade”) e encantou a crítica, com 92% no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix Filhos da Dinamarca | Dinamarca | 2019 O thriller dramático aborda o efeito da propaganda de ódio contínua, mostrando diferentes perspectivas e pontos de vista de grupos radicais, numa escalada de violência que só alimenta mais violência. De um lado, terroristas muçulmanos promovem atentados na Europa. Do outro, movimentos neofascistas se fortalecem com discurso racista e anti-imigrantista, até o confronto inevitável. Com um roteiro forte e uma direção impactante, o filme de estreia do cineasta Ulaa Salim venceu o Bodil (o Oscar dinamarquês) e vários outros prêmios em festivais internacionais. Disponível na NOW Uma Invenção de Natal | EUA | 2020 Fantasia musical de Natal, o filme escrito e dirigido por David E. Talbert (que já fez “Um Natal Quase Perfeito”) conta com canções originais de John Legend para acompanhar a história de um lendário fabricante de brinquedos (Forest Whitaker, de “Pantera Negra”), cujas invenções fabulosas recebem muita admiração, até que seu antigo aprendiz, vivido por Keegan-Michael Key (“Meu Nome é Dolemite”), rouba sua criação mais valiosa. Pressionado a inventar algo revolucionário antes de falir, ele é salvo por sua neta, que descobre um brinquedo antigo e abandonado que é pura magia. O elenco ainda inclui Phylicia Rashad (“Creed”), Hugh Bonneville (“Downton Abbey”), Anika Noni Rose (“The Good Wife”), a menina estreante Madalen Mills e Ricky Martin, que dubla um boneco falante. Apesar de açucarado como bolo de Natal, o filme agrada sem enjoar, como demonstram seus 100% de aprovação. Disponível na Netflix A Febre | Brasil | 2019 Exibido pela primeira vez há 15 meses, no Festival Internacional de Locarno, na Suíça, quando Regis Myrupu conquistou o prêmio de Melhor Ator, “A Febre” é o longa de estreia da jovem cineasta Maya Da-Rin e também foi premiado nos festivais de Biarritz (França), IndieLisboa (Portugal), Lima (Peru), Chicago (EUA), Punta del Este (Uruguai), Pingyao (China), Rio e Brasília. Alinhado à tendência do realismo mágico sul-americano, o filme acompanha Justino (Myrupu), um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Muito branco para sua tribo, muito índio para os brancos, desde a morte da sua esposa Justino só tem a companhia da filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Com a expectativa de ficar sozinho, ele é tomado por uma febre forte e passa a acreditar que uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho. Esta dramatização das pressões da vida urbana também foi lançada nos cinemas. Disponível na Now e Vivo Play Baixo Centro | Brasil | 2018 Vencedor da Mostra de Tiradentes 2018, o filme de Ewerton Belico e Samuel Marotta segue a linha experimental que costuma ser celebrada no festival mineiro, levantando questões sobre violência, sociedade e vida urbana, mas sem reflexões profundas, por meio do encontro e separação de um casal. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, NOW, Vivo Play e YouTube Filmes Carlinhos e Carlão | Brasil | 2020 A melhor das comédias do pacote nacional de novembro da Amazon tem pouca sutileza, mas diverte ao mostrar Luis Lobianco como Carlão, um machista homofóbico que se transforma ao entrar num armário novo, virando Carlinhos. Seu problema é que, de dia, ele volta a virar Carlão e precisa lidar com as situações causadas por Carlinhos. O primeiro filme protagonizado pelo humorista do “Vai que Cola” e projetos do Porta dos Fundos tem seus exageros, mas o experiente diretor Pedro Amorim (“Mato sem Cachorro”, “Divórcio”) ajuda a transformar esse “O Médico e o Monstro” LGBTQIA+ numa história necessária para os machões deste “país de maricas”. Disponível na Amazon Além destes títulos, dois destaques da semana passada, “Banana Splits” e “O Mistério de Silver Lake”, foram disponibilizados em mais plataformas (saiba mais sobre os dois filmes aqui).

    Leia mais
  • Série

    Estreias online: The Crown e As Five encabeçam semana de séries imperdíveis

    13 de novembro de 2020 /

    Entre a melhor temporada de “The Crown” e o lançamento de “As Five”, a programação de séries está excepcionalmente caprichada nesta semana, com opções de qualidade para vários gostos. Mas esta qualidade também demanda paciência. Quatro dos títulos da lista estreiam apenas no domingo (15/11). Além disso, metade da lista são produções da Starz Play, Globoplay e HBO Go que chegam a conta-gotas como na TV convencional, no ritmo de um episódio por semana. Confira abaixo mais detalhes do ótimo Top 10 em streaming deste fim de semana. The Crown | Reino Unido | 4ª Temporada A série sobre a família real britânica chega aos anos 1980 de forma impactante, destacando a soberba de Margaret Thatcher, que acredita salvar o Reino Unido enquanto quebra sua economia, e a frustração da princesa Diana ao perceber que seu conto de fadas não termina com um “viveram felizes para sempre”, mas sim com crises de bulimia. Passada entre a ascensão da Primeira Ministra, que chegou ao poder em 1979, e a tragédia da Princesa do Povo, que encanta o país, mas não a monarquia britânica, os novos episódios destacam as estreias de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) no papel de Diana, e voltam a reunir pela última vez Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Josh O’Connor (“Emma.”) como o príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles – antes de uma terceira e última troca completa de elenco, para encerrar a série nos próximos dois anos de produção. Disponível em 15/11 na Netflix As Five | Brasil | 1ª Temporada Drama juvenil derivado de “Malhação: Viva a Diferença”, a série retoma os personagens da mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. Concebido pelo cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”), o spin-off é bem mais adulto e mostra o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da trama exibida entre entre 2017 e 2018 – e recentemente reprisada na rede Globo. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e até o bebê que as juntou cresceu. Tina (Ana Hikari) é uma das poucas que continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado. Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. Felizmente, com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai tentar ajudar a outra. Além de Ana Hikari, o elenco voltará a trazer Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira. Disponível na Globoplay, um episódio por semana Gangs of London | Reino Unido | 1ª Temporada Gareth Evans, o cineasta por trás do fenômeno indonésio “The Raid – Operação Invasão” (2011), marco do cinema de ação do século 21, concebeu “Gangs of London” como um videogame, que chegou a ser lançado sem muito alarde em 2006 pela Sony. Só que a série leva a premissa do jogo a um nível mais brutal, mostrando a luta de várias gangues pelo controle do submundo da capital inglesa. A produção causou furor no Reino Unido pelas cenas violentas, a começar pelo assassinato do chefão criminal mais poderoso de Londres. Quando seu filho e herdeiro deixa os negócios de lado para dar prioridade à vingança, tentando descobrir quem orquestrou o crime, uma variedade multicultural de gangues armadas até os dentes se movimenta para tirar proveito do vácuo repentino no submundo inglês. O papel principal é desempenhado por Joe Cole, que ficou conhecido como John Shelby em “Peaky Blinders”, o que rende algumas comparações entre as duas produções. Ambas são centradas em gângsteres britânicos de diferentes culturas e etnias, embora “Peaky Blinders” seja uma série de época e “Gangs of London” se passe nos dias atuais. O elenco ainda destaca Michelle Fairley e David Bradley (que foram inimigos mortais em “Game of Thrones”) e, além do galês Gareth Evans, os 10 episódios da 1ª temporada são dirigidos por mais dois cineastas: o inglês Corin Hardy (“A Freira”) e o francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”), ambos especialistas em terrores sangrentos. Disponível em 15/11 na Starzplay, um episódio por semana Alex Rider | Reino Unido | 1ª Temporada Baseada nos famosos best-sellers do espião juvenil criado por Anthony Horowitz, a série traz o britânico Otto Farrant (das minisséries “Guerra e Paz” e “The White Queen”) como Alex Rider, substituindo Alex Pettyfer (“Magic Mike”), que viveu o agente secreto juvenil na única vez que o personagem foi levado ao cinema (em “Alex Rider Contra o Tempo”). O personagem é um adolescente de Londres que, sem saber, é treinado desde a infância para fazer parte do perigoso mundo da espionagem. Desenvolvida pelo roteirista Guy Burt (de “Os Borgias” e “Beowulf: Return to the Shieldlands”), a adaptação leva a premissa a sério e trata a trama como um thriller de ação, o que resulta bem melhor que o filme de 2006. Aprovada com 86% de críticas positivas no Rotten Tomatoes, a atração já foi renovada para sua 2ª temporada. Disponível na Amazon The Liberator | EUA | 1 Temporada A minissérie animada, adulta e realista dá vida ao aclamado livro de não-ficção de Alex Kershaw sobre a 2ª Guerra Mundial, em que Bradley James (o Arthur da série “Merlin”) vive Felix Sparks, um oficial do Exército dos EUA, que na vida real liderou um dos primeiros batalhões aliados a desembarcar na Itália e marchar em direção à Alemanha. A marcha durou mais de 500 dias, em meio a tiroteios traiçoeiros e explosões, até a liberação do campo de concentração de Dachau, e a minissérie de quatro episódios recria a árdua missão com auxílio de rotoscópio, que transforma a performance dos intérpretes de carne e osso em desenho. Trata-se da mesma técnica visual aplicada em “O Homem Duplo” (2006), de Richard Linklater, e na recente série “Undone”, da Amazon. A adaptação é assinada pelo veterano roteirista Jeb Stuart (“Duro de Matar”) e dirigida pelo aclamado artista de efeitos visuais Grzegorz Jonkajtys (da equipe de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Vingadores: Guerra Infinita”). Disponível na Netflix Os Favoritos de Midas | Espanha | 1 Temporada O clássico literário “Os Mascotes de Midas” (1901), de Jack London, é trazido para os dias atuais pelo cineasta espanhol Mateo Gil (“As Leis da Termodinâmica”), numa minissérie de suspense sombrio. Na trama, um grupo misterioso passa a matar pessoas desconhecidas e aleatórias para forçar o sentimento de culpa num empresário que é chantageado a pagar US$ 50 milhões em troca da vida dos inocentes. Nem ele nem a polícia tem a menor ideia de quem está por trás desse golpe macabro, mas as mortes se acumulam sem parar. Primeira série criada por Gil após se consagrar como roteirista de filmes cultuados de Alejandro Amenabar – “Morte ao Vivo” (Tesis, 1996), “Preso na Escuridão” (Abre los Ojos, 1997) e “Mar Adentro” (2004) – , a produção é estrelada por Luis Tosar (“Cela 211”, “Enquanto Você Dorme”), três vezes vencedor do Goya (o Oscar espanhol), e também destaca Guillermo Toledo (“Crime Ferpeito”), Marta Belmonte (“Gente que Vai e Volta”), Marta Milans (“White Lines”) e Bea Segura (“O 3º andar – Terror na Rua Malasaña”). Disponível na Netflix Dignidad | Alemanha, Chile | 1 Temporada A série conta a história real da colônia Dignidad, um acampamento alemão comando por um médico nazista, que existiu no Chile durante o governo do ditador Pinochet. As atrocidades cometidas no local já renderam um filme, “Colônia” (2015), estrelado por Emma Watson. A minissérie oferece uma perspectiva diferente, contando a história em dois tempos, durante o auge dos abusos em 1976 e a investigação dos crimes em 1997, quando o líder da colônia, Paul Schäfer, se tornou foragido, acusado de torturar e matar pessoas enviadas ao local pela ditadura e abusar de pelo menos 200 crianças. Criada por Andreas Gutzeit (do vindouro remake televisivo de “Sissi, a Imperatriz”), a produção destaca Götz Otto (“Deu a Louca nos Nazis”) como Schäfer, além de Antonia Zegers (“Uma Mulher Fantástica”) e Marcel Rodriguez (“7 Days Berlin”) como líderes da investigação. Disponível na Amazon Dash & Lily | EUA | 1ª Temporada Comédia romântica juvenil protagonizada por Austin Abrams (“A Química que Há Entre Nós”) e Midori Francis (“Bons Meninos”), a atração é baseada no best-seller “O Caderninho de Desafios de Dash & Lily”, de Rachel Cohn e David Levithan, que também escreveram o livro que virou o filme “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música” (2008). Na trama, os protagonistas do título não se conhecem, mas conversam por meio de um caderno deixado em uma biblioteca, onde propõem desafios um ao outro, todos baseados em temas natalinos – ele com propostas cínicas, ela com uma visão sonhadora. A adaptação está a cargo de Lauren Moon (editora de textos de “Atypical”), tem direção da dupla Brad Silberling (do clássico “Desventuras em Série”) e Fred Savage (o eterno Kevin de “Dias Incríveis”, que há 21 anos é diretor de séries) e produção do cantor Nick Jonas. Não por acaso, a reta final da série inclui um show dos Jonas Brothers. Disponível na Netflix Industry | Reino Unido | 1ª Temporada Focada nos bastidores do mercado financeiro, a série acompanha uma nova geração em busca de sucesso no mundo dos grandes negócios, que sofre pressão e depressão pelo mau desempenho e receio de desemprego. A personagem central é uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold), que acredita que será julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados, mas, ao disputar espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros com a elite jovem de Londres, descobre uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. Criada pelos roteiristas Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), com produção e direção de Lena Dunham (criadora de “Girls”), “Industry” é gravada no Reino Unido e conta com atores pouco conhecidos, entre eles Myha’la Herrold (“Modern Love”), Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”) e Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”). Disponível na HBO Go, um episódio por semana Seduced: Inside the NXIVM Cult | EUA | 1ª Temporada Série documental sobre a jornada real e angustiante de India Oxenberg – filha de uma atriz de Hollywood e descendente da realeza europeia – que foi seduzida pela seita de escravas sexuais NXIVM, onde passou sete anos. Mais de 17 mil pessoas, incluindo India, se inscreveram no “Programa Executivo de Sucesso” da NXIVM, uma fachada para a seita e um campo de caça para o seu líder, o guru Keith Raniere. As mulheres que entravam no DOS, círculo mais privado do suposto grupo de autoajuda, acabavam numa sociedade secreta de escravos, virando vítimas de tráfico sexual e marcadas com ferro de cauterização. Ao contrário da série “The Vow”, da HBO, “Seduced” não perde tempo em preâmbulos, focando a sedução, doutrinação e escravidão de India, a luta de sua mãe para resgatá-la e, finalmente, sua fuga. A produção é assinada pelas cineastas Cecilia Peck e Inbal Lessner, que também fizeram “Brave Miss World”, documentário indicado ao Emmy. Disponível em 15/11 na Starzplay, um episódio por semana

    Leia mais
  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) supera 70 milhões de assinantes antes da estreia no Brasil

    12 de novembro de 2020 /

    A cinco dias de sua inauguração no Brasil e no restante da América Latina, a Disney+ (Disney Plus) festeja a superação da marca de 70 milhões de assinantes mundiais. Chamando a plataforma de um “verdadeiro ponto brilhante” para os negócios da Disney, o CEO do conglomerado de entretenimento, Bob Chapek, destacou o sucesso do streaming em sua apresentação do desempenho da empresa para investidores nesta quinta (12/11). Com um total de 73,7 milhões de assinantes somados, a Disney+ (Disney Plus) superou em muito as projeções mais otimistas do estúdio. Vale lembrar que a meta da Disney era chegar a 60 milhões de assinantes em cinco anos. Tem 13 milhões a mais e nem completou inteiramente seu primeiro ano de atividades. O detalhe mais impressionante é que estes 13 milhões extras foram somados apenas nos últimos três meses, enquanto a projeção da Netflix para o mesmo período foi de 2,5 milhões de novos usuários. O grande atrativo da plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, é sua vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, que só estão disponíveis no serviço. Mas ainda há pouco material criado exclusivamente para o streaming, o que chama atenção em sua comparação inevitável com a Netflix. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”, e os filmes que a Disney redirecionou do cinema durante a pandemia, em especial “Mulan” e “Hamilton”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial e só vão estrear em 2021. O fato é que a Disney+ (Disney Plus) se tornou mais que um “ponto brilhante”, mas o único ponto brilhante de todo o conglomerado Disney. Seu sucesso foi capaz de fazer subir as ações do estúdio em 5% nesta quinta, mesmo com perdas generalizadas em todas as outras áreas. A empresa está tomando um prejuízo estimado em US$ 6,9 bilhões na área que até então representava sua maior fonte de faturamento, os parques temáticos. Fechados ou com grandes limitações de funcionamento, os parques puxam a maior quantidade de demissões na Disney. Nada menos que 28 mil funcionários do setor já foram demitidos e mais cortes devem ser anunciados diante da falta de atividades da Disneylândia na Califórnia. Mas Chapek, que veio do comando dos parques para a chefia de todo o conglomerado, prefere destacar a capacidade demonstrada pela Disney para crescer diante das adversidades. “Mesmo com a interrupção causada pelo covid-19, fomos capazes de administrar nossos negócios de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, tomar medidas ousadas e deliberadas para posicionar nossa empresa para um maior crescimento de longo prazo”, ele disse em um comunicado que acompanhou os números do trimestres. Apesar do otimismo, os números não favorecem o discurso de sucesso, porque o streaming é um negócio que ainda funciona no vermelho. A própria Disney espera que seu investimento na plataforma só comece a dar retorno em 2024. Mas o ritmo de crescimento pode adiantar esse prazo. A Disney planeja revelar mais detalhes sobre a reorganização de seus negócios e como pretende priorizar, impulsionar e investir em seu projeto de streaming em 10 de dezembro, data em que marcou um “Dia do Investidor”. A empresa também tende a usar esse evento para revelar novos detalhes de seu vindouro serviço de streaming internacional, que deverá ter a marca Star – a mesma de uma rede indiana que a Disney adquiriu da Fox.

    Leia mais
  • Série

    American Horror Stories: Nova série de terror ganha primeiro pôster

    12 de novembro de 2020 /

    Depois de compartilhar o cartaz da 10ª temporada de “American Horror Story”, o produtor Ryan Murphy divulgou em seu Instagram o pôster da 1ª temporada de “American Horror Stories”. A nova série tem um título no plural, mas a diferença entre as duas produções é menos sutil. O derivado também é uma série de terror em formato de antologia, contudo, em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. O pôster não revela a data de estreia, trazendo uma arte de horror com o logotipo da série e do canal FX. Apesar de destacar o FX, a produção não deve ser lançada na TV paga, mas em streaming, dentro da aba do FX na plataforma Hulu – batizada de FX on Hulu. Ainda não foram disponibilizadas outras informações, como elenco, equipe e tramas da nova série, muito menos previsão para seu lançamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)

    Leia mais
  • Filme

    David Fincher revela contrato de exclusividade com a Netflix

    12 de novembro de 2020 /

    Durante a divulgação de seu novo filme “Mank”, que chega na Netflix em três semanas, o diretor David Fincher revelou que assinou um contrato de exclusividade com a plataforma de streaming para os próximos quatro anos. Sem divulgar detalhes de futuros lançamentos, o cineasta disse que os próximos projetos dependerão do desempenho de “Mank” “Dependendo da recepção, ou eu vou vê-los timidamente para perguntar o que posso fazer para me redimir, ou tomar a atitude arrogante de fazer mais filmes em preto e branco”, brincou o diretor, em entrevista à revista francesa Première. “Não, eu estou aqui para entregar conteúdo, não importa o que seja. Provavelmente atrair um público da minha pequena esfera de influência”. Fincher tem uma parceria antiga com a Netflix, tendo dirigido e produzido a primeira série premiada da plataforma, “House of Cards”. Ele também desenvolveu “Mindhunter” e produz “Love, Death & Robots”. Mas “Mank” é seu primeiro longa-metragem na plataforma. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. O filme é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. A estreia está marcada para 4 de dezembro.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie