Teaser anuncia quarta e última parte de O Mundo Sombrio de Sabrina
A Netflix divulgou o primeiro teaser da Parte 4 de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que marca o final da série. A prévia mostra a volta de Sabrina (Kiernan Shipka) à high school, acompanhada por pelo menos um novo aluno bruxo, seu namorado Nicholas Scratch (Gavin Leatherwood), além de um novo confronto com forças infernais. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia, tanto que o anúncio do cancelamento foi acompanhado pelas primeiras fotos. Veja abaixo. O final de “Sabrina” é a culminação de uma fase terrível na carreira do criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, que recentemente também perdeu “Katy Keene”, outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021, e também está desenvolvendo um reboot de “Pretty Little Liars” para a plataforma a HBO Max. A Parte 4 de “O Mundo Sombrio de Sabrina” teve a estreia marcada para 31 de dezembro.
Tudo Bem no Natal que Vem: Estreia de Leandro Hassum na Netflix ganha trailer
A Netflix divulgou as fotos, o pôster e o trailer de “Tudo Bem no Natal que Vem”, longa que marca a estreia de Leandro Hassum na plataforma. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes. A estreia está marcada para 3 de dezembro e compõe a programação de Natal mais longa de todos os tempos, ao lado de pelo menos mais uma dezena de produções, que começam a ser exibidas já em novembro na Netflix.
Criador defende clichês exagerados de Emily em Paris
O veterano produtor-roteirista Darren Starr defendeu sua nova série, “Emily em Paris”, que foi destruída pela crítica francesa por apresentar uma visão distorcida e estereotipada da vida na capital da França. Concebida para apresentar uma versão adorável de Paris, a série despertou ódio entre os moradores da cidade. A rádio RTL chegou a lamentar que, em vez de retratar Paris, a série tenha gravado um compêndio hollywoodiano. “Raramente tínhamos visto tantos clichês sobre a capital francesa desde os episódios parisienses de ‘Gossip Girl’ [série americana lançada em 2007] ou do final de ‘O Diabo Veste Prada’ [filme de 2006]”. “Aprendemos que os franceses são ‘todos maus’ (sim, sim), que são preguiçosos e nunca chegam ao escritório antes do final da manhã, que são paqueradores incorrigíveis, que não estão realmente apegados ao conceito de lealdade, que são sexistas e retrógrados e, claro, que têm uma relação duvidosa com o chuveiro. Sim, nenhum clichê é poupado, nem mesmo os mais fracos”, apontou a revista Première. Com sarcasmo, o site Sens Critique acrescentou que “os roteiristas devem ter cogitado por dois ou três minutos enfiar uma baguete debaixo [do braço] de cada francês, ou mesmo uma boina para distingui-los claramente. Por outro lado, todos fumam cigarros e paqueram até a morte”, enquanto Paris é retratada como “uma espécie de cidade-testemunho onde cada rua se torna pitoresca sem o menor lixo, com figurantes vestidos de alta costura e só chove se Lily Collins está triste”. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Starr disse que a visão turística hollywoodiana da série reflete o olhar de sua protagonista, a Emily do título, uma americana que se deslumbra ao ir morar em Paris. “A primeira coisa que ela vê são os clichês, porque este é o ponto de vista dela”, explicou ele, referindo-se à personagem vivida por Lily Collins – que, curiosamente, não é uma atriz americana, mas inglesa, filha do cantor Phil Collins. Por conta disso, ele afirmou “não se lamentar por ver Paris através de lentes glamourosas”. “Queria fazer um programa que celebrasse essa parte de Paris”, acrescentou. O produtor tem feito uma procissão por veículos de imprensa para divulgar a série e tentar diminuir as primeiras impressões negativas ressaltadas pela crítica. Mesmo nos EUA, “Emily em Paris não foi exatamente bem-recebida pela imprensa, com 63% de aprovação no Rotten Tomatoes e medíocres 55% entre os críticos top. A maior reação aos comentários negativos, entretanto, ficou por conta de blogueiros de moda, que começaram, do nada, a fazer elogios à produção, baseando-se apenas nas grifes que aparecem na tela. Esse tipo de campanha combinada de opiniões de “influencers” raramente é espontânea, embora os anunciantes expressem o desejo de que os pagamentos não sejam identificados como propaganda. De todo modo, Starr tem experiência em transformar grifes em chamariz. Uma de suas séries mais conhecidas, “Sex and the City”, foi basicamente uma grande publicidade para os sapatos de Christian Louboutin, que na época da produção viraram obrigatórios nos tapetes vermelhos. Mas, desta vez, a crítica considerou até o aspecto fashionista sufocante. “Comédias românticas são, é claro, fantasias, mas seu charme é que também falam sobre as pessoas. Infelizmente, ‘Emily em Paris’ trata apenas de grifes”, escreveu a revista New Statement. A 2ª temporada ainda não foi confirmada, mas Starr revelou que novos episódios consertariam o que o jornal britânico The Independent chamou de “parque temático parisiense de Westworld”, eliminando a visão afetada da capital francesa. “Emily será mais uma moradora da cidade [na 2ª temporada]”, ele disse à revista de Oprah Winfrey. “Ela vai ter um pouco mais os pés no chão.”
CEO da AT&T “não está otimista” sobre futuro do cinema
Quando lançou “Tenet” nos cinemas, há mais de 50 dias, a Warner tinha seu discurso afinado com os proprietários de cinema, acreditando que o filme seria o grande lançamento capaz de voltar a encher as salas e superar a crise da pandemia de coronavírus. Mas as salas não encheram e a crise se aprofundou após o desempenho do longa – orçado em mais de US$ 200 milhões – não dar o retorno esperado, levando outros estúdios a tirarem seus títulos do calendário de 2020. Agora, John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, diz que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. A fala aconteceu durante uma teleconferência com investidores na quinta-feira (22/10), onde Stankey confessou não saber o que vai acontecer com o mercado cinematográfico. “Essa ainda é uma das coisas sobre as quais não temos grande visibilidade”, ele afirmou. “Fizemos algumas experiências. Fizemos algumas coisas”, continuou. E foi quando fez a comparação esportiva sobre o desempenho de “Tenet” – na verdade, ele usou a expressão “home run”, uma analogia de beisebol, “traduzida” aqui para o gol do futebol visando facilitar a compreensão. O desempenho de “Tenet” deve afetar os próximos lançamentos do estúdio. A Warner tem a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” prevista para dezembro, mas são grandes as apostas de que ela será adiada, já que mantê-la representaria uma nova aposta, enquanto outros estúdios adiam estreias em massa para evitar esse teste. Stankey deu a entender que a Warner não será responsável por novas apostas arriscadas. Ele demonstra que a ordem agora é ter cautela e esperar. “À medida que chegarmos a um ponto onde haja uma situação um pouco mais consistente, talvez possamos fazer um pouco mais”. “Eu diria que a temporada de férias será o próximo grande ponto de verificação para ver o que ocorre e se podemos ou não mover algum conteúdo de volta para a exibição cinematográfica. Teremos que tomar uma decisão com base nisso e no que estiver acontecendo em diferentes geografias e na contagem de infecções no país”, ele afirmou. “Mulher-Maravilha 1984” tem sua estreia marcada para o Natal, que marca o começo das férias de inverno nos EUA. Portanto, antes do “próximo grande ponto de verificação”. No entanto, a produção de conteúdo foi retomada. Stankey observou que existem atualmente 130 produções em andamento, entre filmes e séries da Warner. Normalmente, esse número seria cerca de 180. Em relação a isso, ele considera que “estamos fora de perigo”. Ou seja, o estúdio aprendeu a trabalhar sob as restrições impostas pela pandemia e não terá problemas com falta de material. A questão que se impõe agora, especialmente com o lançamento da plataforma HBO Max, prioridade da AT&T, é onde exatamente exibir esse conteúdo. “Ainda estamos empenhados em tentar colocar parte do conteúdo que consideramos mais importante nas salas de cinema, se isso fizer sentido”, continuou Stankey. Mas sua conclusão não passou uma mensagem muito positiva. “Esperamos que o mercado seja incrivelmente fatiado no próximo ano”, disse, acrescentando que “não está otimista” quanto a uma recuperação significativa nem no início de 2021. Por conta disso, a Warner está “considerando todas as opções”. “À medida que avançarmos e pudermos ter um quadro mais claro, vamos tomar as decisões”, concluiu. Vale observar que o remake de “Convenção das Bruxas”, originalmente previsto para os cinemas, estreou na HBO Max neste fim de semana.
Cinemas vazios nos EUA apontam que crise do setor está longe de passar
O desempenho das bilheterias de cinema nos EUA durante o fim de semana disparou alarmes por todo o mercado, deixando claro que o negócio cinematográfico corre risco de nunca mais se recuperar. O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido com uma arrecadação de US$ 2,35 milhões. Mas esta arrecadação, que nem sequer entraria no Top 10 antes da pandemia, foi a única a superar os US$ 2 milhões entre sexta e domingo (25/10) nos EUA e Canadá. O Top 3 ainda inclui a comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert DeNiro, com US$ 1,8 milhão, e o “blockbuster” da covid-19, “Tenet”, com US$ 1,3 milhão. Diante destes números, o site Deadline publicou um texto atacando a decisão de políticos que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados, além de criticar a Disney por lançar seus principais títulos em streaming (“Hamilton”, “Mulan” e “Soul”) e despejar apenas refugos no circuito cinematográfico. A Disney distribuiu a única estreia de sexta (23/10), o terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), uma produção original de Fox, que chegou sem sessões para imprensa e pouco investimento em divulgação – apesar de incluir o queridinho da Netflix Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. Foi lançado em 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 1,2 milhão, ocupando o 4ª lugar com salas vazias. As poucas críticas publicadas afirmam que se trata realmente de um horror. Entretanto, a performance negativa de “O Mensageiro do Último Dia” não é exceção. Todas as salas de cinema dos EUA estão vazias e a reabertura de Los Angeles e Nova York não mudaria este quadro. Para completar, os sinais são ainda mais desanimadores em relação ao futuro, após a nova onda de coronavírus que varre a Europa. O fato incontornável é que o público está com medo dos cinemas. Os donos das redes não abrem mão de vender refrigerante e pipoca, e com isso o uso “obrigatório” de máscaras de proteção virou falácia nas salas de exibição. Devido a esses sinais contraditórios, os cinemas continuam a ser vistos como inseguros. E os estúdios não pretendem fazer grandes lançamentos enquanto essa visão não for alterada. O negócio cinematográfico mudou, e enquanto alguns buscam alternativas, como a rede AMC, que fechou um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição de filmes em troca de participação nos lucros de streaming, outros preferem simplesmente fechar as portas a negociar ou repensar seu modelo, como a Regal/Cineworld, acreditando que isso servirá de pressão para sensibilizar os estúdios ou os governos. Mas os cinemas voltaram a fechar na Europa. E John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, acaba de vocalizar que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. Ao mesmo tempo em que a Disney anuncia que seu negócio de streaming superou as expectativas, atingindo em meses o alcance previsto para cinco anos, a Sony se adianta aos demais estúdios para adiar um filme esperado para março (“Caça-Fantasmas: Mais Além”), passando-o para julho de 2021. Em outras palavras, são cada vez menores as chances de “Mulher-Maravilha 1984” ser visto nos cinemas em dezembro. Assim como as chances de os cinemas superarem sua maior crise sem uma grande mudança no setor.
Sarah Paulson vive mãe psicopata em trailer de suspense
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Run” (que deve levar o título de “Mamãe” no Brasil). A prévia ilustra a premissa da produção, que explora como o amor materno pode virar uma ameaça para os filhos. O filme traz Sarah Paulson (“Ratched”) como uma mãe amorosa, que se dedica a cuidar da filha adolescente confinada numa cadeira de rodas, enquanto garante que isso não é fardo algum. Mas as aparências são enganosas, como sua filha começa a descobrir, ao perceber pistas de que pode ter se tornado prisioneira de uma mãe psicopata. Escrito e dirigido por Aneesh Chaganty, responsável pelo inovador suspense “Buscando…” (2018), a produção também destaca a estreante Kiera Allen no papel da filha. A estreia está marcada para 20 de novembro em streaming nos EUA.
Servant: Teaser anuncia estreia da 2ª temporada
A Apple divulgou o teaser da 2ª temporada de “Servant”, série de terror produzida pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”). A prévia anuncia a data de estreia dos novos episódios, resume a premissa, destaca elogios – inclusive do cineasta Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) – e insiste que “Servant” é uma série que todos deveriam ver, o que pode indicar que ela não teve a audiência esperada, apesar dos 83% de aprovação da crítica, registrada no site Rotten Tomatoes. A encomenda dos novos episódios foi feita uma semana antes da estreia. A atração foi criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”, e, além da produção, também contou com direção de M. Night Shyamalan. A trama acompanha a chegada de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”), contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a babá irá cuidar de um boneco. Para espanto do pai, ela acha normal e até compactua com a situação, concebida para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas a forma como ela trata o boneco não parece normal. Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) completa o elenco como irmão da personagem de Ambrose. A 2ª temporada estreia em 15 de janeiro na plataforma Apple TV+.
Soul: Trailer dublado reforça que novo desenho da Pixar é exclusivo da Disney+ (Disney Plus)
A Disney divulgou um novo pôster nacional e o trailer dublado em português de “Soul” para ressaltar que a nova animação da Pixar será lançada com exclusividade na sua plataforma de streaming durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser exibida em festivais de cinema a, por isso, recebeu as primeiras críticas. E elas somam 100% de aprovação no Rotten Tomatoes com elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforçou a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a válvula de escape financeiro da companhia, e lançamentos exclusivos de peso fortalecem essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o Disney+ (Disney Plus) chegará ao país em 17 de novembro.
007: Sem Tempo para Morrer teve lançamento negociado em streaming
Netflix, Apple e Amazon teriam tentado comprar os direitos exclusivos de exibição de “007: Sem Tempo para Morrer” para lançamento em streaming. Quem apurou as negociações foi a agência de notícias Bloomberg. E ao ir atrás de confirmação, a revista Variety descobriu que o negócio não aconteceu porque a MGM pediu muito caro: US$ 600 milhões. As empresas de streaming teria buscado a MGM após o primeiro adiamento do filme, que inicialmente estava previsto para abril deste ano e foi atrasado por seis meses em março, tornando-se o primeiro grande lançamento de cinema afetado pela pandemia. No início de outubro, porém, o filme sofreu nova mudança de calendário e agora só será lançado um ano após a data original. Oficialmente, porém, a MGM informou que “Não comentamos boatos”. “O filme não está à venda. O lançamento do filme foi adiado até abril de 2021 para preservar a experiência cinematográfica dos espectadores”, diz um comunicado da empresa. O filme custa mais de US$ 250 milhões para ser produzido e, devido aos adiamentos causados pela pandemia do coronavírus, o estúdio teria desperdiçado mais US$ 50 milhões em campanhas promocionais que não serviram para nada, pois, com a nova data, o filme ainda está longe de estrear. Por outro lado, “007: Sem Tempo para Morrer” tem várias parcerias promocionais para ajudar a abater esses custos – entre elas com os carros Land Rover, relógios Omega e cervejas Heineken. Essas empresas esperam que o filme chegue aos cinemas e poderiam argumentar não ter investido para um lançamento por streaming. A negociação, porém, tem precedentes. Após a pandemia, vários estúdios venderam seus filmes para serviços de streaming. A Sony, em particular, conseguiu aval de seus parceiros publicitários, McDonald’s e Crown Royal, para levar “Um Príncipe em Nova York 2” para a Amazon. “007: Sem Tempo Para Morrer” será o último filme de Daniel Craig como James Bond e trará com Rami Malek como o grande vilão da vez. Com direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), o lançamento está marcado para 1 de abril no Brasil – data que, ironicamente, parece uma pegadinha.
Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco
Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino (“Bruna Surfistinha”) e dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está em fase inicial e não tem nenhum capítulo completamente escrito. Mas a crise também acrescenta mais questionamento à produção, incluindo a prática do “tokenismo”, ou seja, uma ação apenas simbólica (no caso, a contratação de roteiristas negros) destinada a responder à crítica de falta de diversidade racial e inclusão na produção. Além da questão racial, houve muitas críticas ao envolvimento de Padilha no projeto, especialmente após a realização da série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011). A série será lançada na plataforma Globoplay, que teria atravessado a Amazon na negociação do projeto.
Maya Hawke vai ter companhia do irmão na 4ª temporada de Stranger Things
Levon Thurman-Hawke foi fotografado no set de produção da 4ª temporada de “Stranger Things”. O filho de 18 anos dos atores Uma Thurman e Ethan Hawke vai viver o irmão mais novo de Robin, o personagem de sua irmã na vida real, Maya Hawke, de 22 anos. Robin foi introduzida na 3ª temporada como colega de trabalho de Steve (Joe Keery) na sorveteria do shopping center de Hawkins, cidadezinha fictícia em que se passa a série. Seu irmão entra em cena com um visual punk rock/glam metal, conforme pode ser visto nas imagens flagradas por fãs. Enquanto isso, ela assume um visual andrógino nos novos episódios, refletindo o fato de ter se assumido lésbica na trama. Ao contrário de Maya, que já tinha alguma experiência como atriz, “Stranger Things” marcará o início da carreira de Levon como ator. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas em seu começo, atrasando a estreia dos novos episódios. Um dos criadores da série, Ross Duffer, afirmou que este hiato proporcionou tempo para que ele e seu irmão Matt Duffer refletissem mais sobre os caminhos que querem dar para o enredo. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. a new character was spotted filming at the video store pic.twitter.com/Fx0J1lIjC0 — best of stranger things (@sthingstuff) October 22, 2020 more pics of levon hawke on set pic.twitter.com/jP4yypg2kS — best of stranger things (@sthingstuff) October 22, 2020 maya hawke and joe keery on set of stranger things 4 earlier today pic.twitter.com/eQiTbHG8nJ — best of stranger things (@sthingstuff) October 21, 2020
Trailer da volta Animaniacs ironiza reboots e inclui Pinky e Cérebro
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer oficial da volta de “Animaniacs”. Bastante criativo, o vídeo traz os irmãos Warner ironizando os reboots, “sintoma de falta de originalidade”, e mostra o dinheirão que fez os personagens mudarem de discurso para reviver a série. Inspirada nos célebres cartoons “Looney Tunes” da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas da era de ouro da animação, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moram na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. “Animaniacs” também introduziu os populares ratinhos Pinky e Cérebro, que também voltam com a nova animação e, como demonstra a prévia, continuam querendo dominar o mundo. A cultuada série animada dos anos 1990 vai ganhar capítulos inéditos em 20 novembro, data que marca 22 anos da exibição de seu último episódio. A equipe contará com os dubladores originais e o famoso produtor da animação, ninguém menos que Steven Spielberg (“Jurassic Park”).
Ariana Grande rouba “estátua” de Borat em tamanho real
A cantora Ariana Grande entrou na brincadeira. O perfil oficial de Borat no Instagram divulgou um vídeo em que ela aparece roubando um cartaz de papelão com a figura recortada do personagem. Na legenda da postagem, Borat pede que seus seguidores “ajudem a identificar o ladrão cigano responsável por roubar uma estátua minha”. O roubo aconteceu de fato. Foi durante uma première do filme em Los Angeles, em que Ariana brincou muito com a “estátua”, ao lado de Katy Perry e seu marido, Orlando Bloom, além do ator Josh Gad e outros. O alter-ego do comediante Sacha Baron Cohen também compartilhou em seu Instagram uma foto da festa em torno do cartaz, alarmado com “os liberais de Hollywood”. “Acham que me pegaram, mas esses pervertidos estão cometendo ataques sexuais contra uma farsa! Grande sucesso!”, ele escreveu ao lado da imagem. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” foi lançado nesta sexta (23/10) na Amazon, mas já está nos trending topics do Twitter desde a véspera, devido a uma cena polêmica, envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais. O filme de Sacha Baron Cohen é o mais comentado dos últimos dias e atingiu 83% de aprovação entre os críticos, segundo a média do Rotten Tomatoes. Pelas resenhas publicadas, é possível deduzir que os 17% que não gostaram votam em Trump. A aposta agora é para ver se o lançamento se torna o maior sucesso da Amazon Prime Video em todos os tempos. Ver essa foto no Instagram Please help identify this Gypsy criminal responsible for theft of statue of me during night. Approach him with caution!! Uma publicação compartilhada por Borat (@boratsagdiyev) em 22 de Out, 2020 às 1:26 PDT Ver essa foto no Instagram Hollywood liberals think they catch me, but these perverts actual committing sex attack on a fake! Great success! Uma publicação compartilhada por Borat (@boratsagdiyev) em 19 de Out, 2020 às 9:42 PDT












