Natasha Lyonne estrelará série criada pelo diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi
A plataforma Peacock encomendou a produção da primeira série criada por Rian Johnson, o cineasta de “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Entre Facas e Segredos”. A atração vai se chamar “Poker Face” e será estrelada por Natasha Lyonne (de “Orange Is the New Black” e “Boneca Russa”). “Estou muito animado para mergulhar no tipo de diversão focada em personagens recorrentes e mistério da semana que assistia desde a infância”, disse Johnson em um comunicado. “É o meu lugar feliz. Ter Natasha como parceira no crime é um sonho, e encontramos o lar perfeito na Peacock. ” Além de criador, Johnson será roteirista e diretor da série, que não teve detalhes revelados. Embora “Poker Face” seja a primeira série criada por Johnson, ele já trabalhou em produções televisivas, tendo dirigido três episódios importantes da série “Breaking Bad”. Não há previsão para a estreia da nova atração.
Intérprete de Loki vai estrelar série da Apple TV+
O ator britânico Tom Hiddleston (o Loki da Marvel) vai estrelar uma nova minissérie da Apple TV+ ao lado de Claire Danes (“Homeland”). Eles viverão os protagonistas de “The Essex Serpent”, que já começou a ser gravada. Originalmente, Keira Knightley (“Colette”) teria o papel principal, mas ela abandonou a produção em outubro passado, citando a dificuldade de lidar com o longo período de afastamento das filhas para participar da produção. A produção de época é baseada no romance “A Serpente do Essex” de Sarah Perry, vencedor do prêmio de Livro do Ano de 2016 no Reino Unido, e está sendo desenvolvida pela roteirista Anna Symon (“Sra. Wilson”), com direção da cineasta Clio Barnard (“O Gigante Egoísta” e “Dark River”). A trama gira em torno de Cora, que, ao se tornar viúva e encerrar um casamento abusivo na Londres vitoriana, muda-se com o filho para o pequeno vilarejo de Aldwinter em Essex. Lá, fica intrigada com a superstição local de que uma criatura mítica conhecida como a serpente de Essex voltou para a área. Naturalista amadora sem interesse por superstições ou questões religiosas, Cora se empolga com a ideia de que aquilo que as pessoas da região tomam por uma criatura sobrenatural possa, na realidade, ser uma espécie ainda não descoberta. Claire Danes tem o papel de Cora e Tom Hiddleston interpretará Will Ransome, o líder da pequena comunidade inglesa. Hiddleston será visto a seguir na série “Loki”, que tem estreia prevista para 11 de junho na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Falcão e o Soldado Invernal ganha último trailer legendado antes da estreia
A Disney Plus Brasil divulgou o último trailer legendado da série “Falcão e o Soldado Invernal” (The Falcon and the Winter Soldier). Repleta de ação, brigas e explosões, a prévia destaca a importância do legado (e do escudo) do Capitão América para a trama, além de explorar a dinâmica dos dois personagens do título. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também destaca personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear na sexta-feira (19/3) na Disney+ (Disney Plus) com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Crítica internacional se divide sobre a nova Liga da Justiça
A crítica internacional já viu a versão de Zack Snyder da “Liga da Justiça” e, embora as opiniões sejam muito diferentes entre si, o longa, que chega em VOD no Brasil nesta quinta-feira (18/3), atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se de uma grande evolução em relação à versão de Joss Whedon. O filme exibido em 2017 teve apenas 40% de aprovação. Longe de revelar uma obra-prima, muitos críticos afirmaram que a trama continua rasa, cansativa pela longa duração e dispersiva pela inclusão de cada take filmado. Pior: nem mesmo as quatro horas de duração mudam a impressão de que “Liga da Justiça” não passa de preparação para uma sequência que nunca vai existir. O arco do Ciborgue, interpretado pelo ator Ray Fisher, foi o mais elogiado. Segundo Joshua Rivera, do Polygon, o personagem “às vezes, até parece o protagonista”. A performance do ator também foi aclamada. Um contraste com a versão de Whedon, que diminuiu consideravelmente o papel do Ciborgue no cinema. Após a estreia, Fisher denunciou Whedon por abusos nos bastidores da produção. A inclusão de inúmeras cenas paralelas, que servem basicamente apenas como easter eggs, teria deixado o filme com problemas de ritmo, coerência e causado até repetições, como dois acidentes de carros parecidos, além de reprisar desnecessariamente elementos de “O Homem de Aço”. Em compensação, o tom foi considerado consistente e uma grande evolução em relação ao desastre cinematográfico. Também não faltou reconhecimento à sacada de apresentar os super-heróis como deuses. Tom Jorgensen, do IGN, considerou que “ainda que nem todas as adições sejam totalmente necessárias e que alguns novos efeitos visuais se destacam por sua falta de polimento, é difícil exagerar o quanto esta versão de Liga da Justiça é mais agradável” em comparação à que foi para os cinemas em 2017. Já crítico da Entertainment Weekly, Darren Franlch, preferiu concluiu que “esta versão não é pior do que a anterior, mas certamente é mais longa.” A longa duração também foi abordada por Matt Singer, do Screen Crush: “O filme parece incluir cada pedacinho de cena gravado por Snyder, não importa o quão supérflua seja para a história. Isso vai deliciar os fãs mais hardcore de Snyder. Mas não sei como os espectadores mais casuais vão reagir a uma versão mais longa e mais sombria de um filme que eles já viram e não gostaram”. Matt Zoller, do RogerEbert.com, concordou que o filme “é um pouco exagerado” até para o padrão dos fãs de quadrinhos. E que ele “deve tanto a shows de rock, videogames e instalações multimídia quanto deve ao cinema narrativo comercial”. Alonso Duralde, do The Wrap, concluiu que isso representa “o estilo particular de Snyder de contar histórias. Seu design de som, edição e sensibilidade visual impregnam todo o filme.” “O filme é tanto uma ‘versão dos fãs’ quanto é uma ‘versão do diretor’, com toda a indulgência que essa noção presume”, acrescentou Rodrigo Perez, do site The Playlist. Salientando que “‘Liga da Justiça’ de Snyder é consistente em seu tom, enquanto o de Whedon não era”, Mae Abdulbaki, do Screen Rant considerou que “o filme se esforça para contar uma história coesa, e o esforço funciona.” “O filme de Snyder pode ser exaustivo, mas é cativante”, acredita Peter Bradshaw, do The Guardian Os críticos também se dividiram entre elogios à nova trilha sonora, que foi completamente trocada, e reclamações sobre a resolução 4:3. Pensada para as telas de formato IMAX, o formato quadrado acabou impactando a exibição em telas widescreen e evocando um vídeo do Instagram. Veja o trailer final da produção abaixo.
Malcolm X de “Uma Noite em Miami” será vilão da Marvel
O ator Kingsley Ben-Adir, que viveu Malcolm X em “Uma Noite em Miami”, foi escalado como o principal vilão de “Invasão Secreta” (Secret Invasion), uma das próximas séries da Marvel na Disney+ (Disney Plus). Ele vai se juntar a Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Ben Mendelsohn (Talos), anteriormente anunciados na produção. Ainda sem sinopse nem data de estreia definida, “Invasão Secreta” compartilha o título de uma popular saga dos quadrinhos, em que uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose que apareceu em “Capitã Marvel”) tentam se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra. A próxima série da Marvel na Disney+ é “Falcão e o Soldado Invernal”, que estreia nesta sexta (19/7).
Veja duas cenas completas de Falcão e o Soldado Invernal
A Marvel divulgou duas cenas completas da série “Falcão e o Soldado Invernal” (The Falcon and the Winter Soldier), que exploram a dinâmica divertida entre os dois personagens do título. Uma delas tem uma comparação impagável entre Gandalf e Doutor Estranho. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também destaca personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear na próxima sexta-feira (19/3) na Disney+ (Disney Plus) com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Liga da Justiça ganha trailer final com aparição de um Lanterna Verde
A HBO Max divulgou um novo trailer do relançamento de “Liga da Justiça”, que investe no clima épico e empilha participações de heróis e vilões. Desta vez, a maior novidade é a aparição de um Lanterna Verde. Mas não é um integrante terrestre da Tropa, como os fãs gostariam de ver. A prévia também reforça a importância de Darkseid na nova versão. Ausente no filme exibido nos cinemas em 2017, o supervilão se apresenta como a principal ameaça na edição do diretor Zack Snyder. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, o filme retorna com quatro horas de duração, incluindo cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e com edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho desenvolvido até então. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos da WarnerMedia, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar que se trata de uma obra-prima quase perdida… ou apenas outro filme de Zack Snyder. O dia da verdade está cada vez mais próximo: “Zack Snyder’s Justice League” estreia na quinta (18/3), com lançamento em diversas plataformas de VOD no Brasil.
Raya e o Último Dragão mantém 1º lugar nos EUA
“Raya e o Último Dragão” se manteve em 1º lugar pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando US$ 5,5 milhões em 2,1 mil salas. São 100 salas a mais que na semana passada e uma queda de apenas 35% de faturamento em relação à estreia. O desempenho melhor que o esperado reflete a reabertura, em ritmo lento, dos cinemas nos EUA. Mas os valores podiam ser maiores. Além da pandemia, o filme da Disney tem enfrentado boicote de algumas redes de cinema norte-americanas, que se recusam a exibi-lo com preço de lançamento exclusivo, quando também está disponível em streaming. A Warner, que adotou a mesma tática com “Tom & Jerry – O Filme”, 2º lugar nas bilheterias com US$ 4 milhões, aumentou a fatia percentual dos exibidores, mas a Disney não aceitou negociar. Em dez dias, Raya e o Último Dragão” só rendeu US$ 15,8 milhões no mercado interno, menos da metade do que arrecadou no exterior. Somando tudo, a animação tem uma arrecadação global de US$ 52,6 milhões. Além desses valores, entram na conta o aluguel no Disney Plus, o serviço de streaming da empresa, que cobra uma taxa extra de US$ 30 para quem quiser ver o filme online nos EUA. Mas a Disney não revela o quanto isso tem rendido. Os dias de lançamentos simultâneos, porém, podem estar contados. O mercado deve começar a voltar ao normal na próxima semana, após a liberação dos cinemas de Los Angeles, que se juntam aos cinemas recém-abertos de Nova York. Os dois maiores circuitos cinematográficos dos EUA ficaram fechados por praticamente um ano inteiro. Cerca de 50% dos cinemas do país já estão abertos neste fim de semana, de acordo com a Comscore, um grande incremento em relação ao mês passado, quando havia apenas 35% das telas recebiam o público. “O negócio está se recuperando lentamente”, disse Paul Dergarabedian, analista de mídia sênior da Comscore, à revista Variety. “Com a reabertura de grandes cidades como Nova York e Los Angeles, felizmente estamos no limiar do ressurgimento da experiência da tela grande.” Os exibidores agora esperam que a reabertura dos cinemas em Nova York e Los Angeles incentive os estúdios a abandonar os adiamentos consecutivos e os lançamentos simultâneos em streaming. “Viúva Negra” da Disney e “Um Lugar Silencioso – Parte II” da Paramount estão mantendo suas estreias para maio.
Claire Foy vai estrelar minissérie sobre escândalo da aristocracia britânica
A atriz Claire Foy vai voltar à aristocracia britânica. A intérprete da Rainha Elizabeth II nas duas primeiras temporadas de “The Crown” vai estrelar a minissérie “A Very British Scandal”, uma espécie de sequência temática de “A Very English Scandal”, ao lado de Paul Bettany (o Visão de “WandaVision”). A série de três episódios gira em torno do divórcio do Duque (Bettany) e da Duquesa de Argyll (Foy), um dos casos legais mais notórios, extraordinários e brutais do século 20. O caso dos anos 1960 ficou famoso por incluir acusações de falsificação, roubo, violência, uso de drogas, gravações secretas, suborno e até uma foto Polaroid de sexo explícito. A série examinará como a Duquesa se recusou a sair de cena em silêncio quando foi traída por seus amigos e publicamente envergonhada por uma sociedade que se deleitou com sua queda em desgraça. “A Very British Scandal” é uma coprodução da BBC e da Amazon desenvolvida pela roteirista-produtora Sarah Phelps (“Dublin Murders”) e dirigida pela norueguesa Anne Sewitsky (“Black Mirror”). “Escrever a história da vida de Margaret e os eventos que antecederam e incluíram seu divórcio do duque tem sido um projeto apaixonado para mim desde 1993, quando ouvi seu nome pela primeira vez e comecei a aprender sobre ela”, disse Phelps. “Senti muito fortemente que ela tinha sido punida por ser mulher, por ser visível, por se recusar a recuar e ser uma boa menina e sumir em silêncio. Este drama é minha homenagem a ela. ” Sarah Phelps também assinou “A Very English Scandal” (junto com Russell T. Davies) em 2018, que envolveu outro caso midiático, o assassinato do amante gay (Ben Whishaw) do líder do Partido Liberal Britânico, Jeremy Thorpe (Hugh Grant). Ben Whishaw ganhou o Emmy, o Globo de Ouro e o BAFTA TV pela performance. As gravações acontecerão no Reino Unido ainda este ano.
Kaley Cuoco será Doris Day em minissérie biográfica
A atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) já tem um novo projeto após o sucesso de sua nova série “The Flight Attendant”, renovada para a 2ª temporada, e da atração animada “Harley Quinn”, sobre a vilã Arlequina, da DC Comics. Ela vai continuar na HBO Max para estrelar uma minissérie biográfica sobre a atriz e cantora Doris Day, a eterna “namoradinha da América”. A produção será baseada no livro de memórias “Doris Day: Her Own Story”, escrito por AE Hotchner em 1976, com base numa série de entrevistas com a loira de voz diáfana, que estrelou várias comédias românticas de sucesso nos anos 1950 e 1960, muitas delas fazendo par com o gay enrustido Rock Hudson – como “Confidências à Meia-Noite”, que lhe rendeu indicação ao Oscar. A obra conta vários detalhes de bastidores de seus filmes e revela dificuldade de sua vida pessoal, sendo considerada uma autobiografia. Cuoco interpretará Day, que morreu aos 97 anos em 2019, após uma carreira repleta de clássicos, além de muitos altos e baixos. Embora seja mais lembrada por comédias e musicais, Doris Day também foi uma loira hitchockiana. E ironicamente lançou sua música de maior sucesso, “Que Sera, Sera”, em “O Homem que Sabia Demais”, de Alfred Hitchcock. Apesar do sucesso, a atriz teve azar no amor. Ela se casou quatro vezes, e seu terceiro marido perdeu todo seu dinheiro, deixando-a endividada quando morreu em 1968. Foi apenas graças a uma nova carreira na televisão, que ela detestava, que evitou a ruína financeira. A estrela também se dedicou à defesa dos direitos animais a partir dos anos 1970, uma causa que Cuoco também compartilha. Além de estrelar, Cuoco também vai produzir a série, via sua produtora Yes, Norman, em parceria com a Berlanti Productions e a Warner Bros. Television. Trata-se da mesma configuração criativa de “The Flight Attendant”.
Atriz de Sabrina vai estrelar série derivada de The Boys
Conhecida pelo papel de Roz em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, a atriz Jaz Sinclair foi escalada para protagonizar um projeto derivado de “The Boys”. Jaz Sinclair e Lizze Broadway (“Here and Now”) são os primeiros nomes anunciados no elenco da produção, que ainda não tem título definido. As duas devem viver super-heroínas adolescentes. A produção da Amazon é ambientada em uma faculdade americana exclusiva para jovens super-heróis. O projeto é descrito como uma comédia irreverente que irá explorar os “limites físicos, sexuais e morais dos personagens, enquanto eles competem pelos melhores contratos nas melhores cidades”. O projeto está sendo desenvolvido pelo roteirista Craig Rosenberg (“O Mistério das Duas Irmãs”), que faz parte da equipe de “The Boys”, e contará com produção do showrunner da série principal, Eric Kripke (que também criou “Supernatural”), além da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (criadores de “Preacher”). Embora ainda não tenha sido oficialmente encomendado, o spin-off deve ser confirmado pela Amazon em breve, tendo em vista a repercussão e boa audiência de “The Boys”. Por sinal, a Amazon Studios já começou a gravar a 3ª temporada de “The Boys”, que contará com participação de Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”).
Star Trek: Strange New Worlds completa elenco e começa gravações
A plataforma Paramount+ completou o elenco de sua nova série “Star Trek”. Com as gravações oficialmente em andamento em Toronto, no Canadá, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores com as inclusões de Babs Olusanmokun (“Black Mirror”), Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”), Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps “) e Melissa Navia (“Billions”) à produção. Eles se juntam a Ethan Peck, Anson Mount e Rebecca Romijn, que reprisarão seus papéis da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, respectivamente como Sr. Spock, Capitão Pike e Número 1. “Star Trek: Strange New Worlds” é um spin-off da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e acompanha as aventuras da tripulação original da nave Enterprise, conforme apresentada no piloto da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) em 1964. Criado por Gene Roddenberry, o piloto inicial acabou rejeitado, mas o produtor refez o projeto com outra tripulação e elenco e conseguiu emplacar a série em 1966. Apenas o Sr. Spock foi aproveitado da primeira versão. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”), produtores executivos da série. Goldsman também vai dirigir o capítulo inaugural, que ainda não tem previsão de estreia. Welcome to the #StarTrekFamily! Babs Olusanmokun, @ChrissyChong, Celia Rose Gooding, Jess Bush, and @melissaCnavia will be joining @ansonmount, @ethangpeck, and @rebeccaromijn on the U.S.S. Enterprise in #StarTrekStrangeNewWorlds, coming to @ParamountPlus in the US. pic.twitter.com/Xkc8bXglYB — Star Trek on Paramount+ (@StarTrekOnPPlus) March 12, 2021
Globoplay libera série de Marielle Franco de graça no aniversário de sua morte
A plataforma Globoplay abrirá “Marielle, O Documentário” para não assinantes exclusivamente neste domingo (13/3). A data marca três anos do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, que ainda não teve o mandante revelado. Lançada há um ano, a minissérie documental inaugurou um nova linha de produções de jornalismo para a Globoplay, que tem rendido alguns dos melhores conteúdos da plataforma, como a série chocante sobre os crimes de João de Deus e a história do bicheiro Castor de Andrade, o Poderoso Chefão brasileiro. Escrita e dirigida por Caio Cavechini (dos documentários “Entre os Homens de Bem” e “Cartas para um Ladrão de Livros”), “Marielle, O Documentário” poderá ser vista de graça por todos os que acessarem a plataforma a partir das 0h. O Globoplay também está preparando uma série de ficção sobre a vereadora. A previsão era que as roteiristas Maria Camargo e Mariana Jaspe entregassem o texto da trama à direção da Globo em janeiro, mas desde que elas assumiram em outubro passado, após uma crise de bastidores, não há maiores informações sobre o projeto.












