“Jungle Cruise” estreia abaixo de “Viúva Negra” nos cinemas e no streaming
A Disney repetiu a estratégia de “Viúva Negra” e divulgou os números de streaming do fim de semana de estreia de “Jungle Cruise”. Líder das bilheterias dos EUA e Canadá em seu fim de semana de estreia, com faturamento de US$ 34,2 milhões em vendas de ingressos para o cinema, o filme estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e Emily Blunt faturou outros US$ 30 milhões no Disney+. Em ambas as frentes, o desempenho foi bastante inferior à estreia de “Viúva Negra” – US$ 80 milhões nos cinemas e US$ 60 milhões na Disney+. E mesmo com a melhor estreia de toda a pandemia, Scarlett Johansson processou a Disney por perder dinheiro com a iniciativa de lançamento simultâneo em streaming. No mercado internacional, “Jungle Cruise” arrecadou ainda menos, US$ 27,6 milhões de 47 países diferentes. Com isso, sua bilheteria mundial de cinema ficou em US$ 61,8 milhões. Somando os US$ 30 milhões da plataforma digital, ficou com US$ 91,8 milhões de todas as fontes – número abaixo da meta de US$ 100 milhões. Para uma produção orçada em US$ 200 milhões, trata-se de uma grande decepção – um filme com esse preço normalmente teria que gerar pelo menos US$ 500 milhões para se pagar. Mas a pandemia mudou percepções do que representa um sucesso, especialmente para empresas como a Disney e a Warner que optaram por transformar seus lançamentos em estratégia para gerar tráfego em seus serviços de streaming. A velocidade com que a Disney+ atingiu 100 milhões de assinantes demonstra que o lucro pode chegar de outras formas, além dos ingressos vendidos. Em meio à disputa legal com Johansson, que pode marcar mudanças na forma como astros-produtores são compensados por seus trabalhos, a estreia híbrida de “Jungle Cruise” encerra o ciclo de lançamentos simultâneos anunciados pela Disney. Mas o estúdio pode retomar a estratégia diante do aumento de casos de contaminação de covid-19 criados pela variante delta. Analistas de bilheteria dizem que o público norte-americano está mais receoso do cinema por causa da nova onda da pandemia, o que explicaria a dificuldade dos títulos mais recentes repetirem o impacto de “Viúva Negra”. A tese será confrontada na semana que vem com outra estreia de adaptação de quadrinhos, “O Esquadrão Suicida”, da DC Comics. O 2º lugar da bilheteria foi palco de uma disputa acirrada, graças ao desempenho acima do esperado de outra estreante, a fantasia medieval “O Cavaleiro Verde”. Elogiadíssima pela crítica, com 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme estrelado por Dev Patel fez US$ 6,78 milhões em apenas 2,7 mil telas, superando o líder da semana passada, “Tempo”, terror de M. Night Shyamalan que sofreu uma queda de 60% e ficou com US$ 6,76 milhões arrecadados de 3,3 mil locais. “Viúva Negra” aparece num próximo 4º lugar, somando mais US$ 6,1 milhões para atingir US$ 166 milhões na América do Norte e US$ 343,6 milhões globalmente. Mesmo com a pandemia (e sem contar os valores da Disney+), estes números já deixam para trás a pior bilheteria da Marvel, registrada em “O Incrível Hulk”, e se aproximam bastante de “Capitão América: O Primeiro Vingador”. O Top 5 se completa com “Stillwater”, drama estrelado por Matt Damon, que faturou US$ 5,12 milhões em 2,5 mil salas ao apresentar como ficção a história de Amanda Knox, uma estudante americana presa por assassinato na Itália. A própria Knox “divulgou” a produção, ao atacá-la no Twitter por usar sua história sem autorização. A recepção entre a crítica ficou em 75%, de acordo com o Rotten Tomatoes. “Jungle Cruise” e “Tempo” estrearam neste fim de semana no Brasil, onde devem se juntar a “Viúva Negra” no ranking das maiores bilheterias. Já “Stillwater” só chega em setembro e “O Cavaleiro Verde” não tem ainda previsão para os cinemas brasileiros.
Diretores de “Vingadores: Ultimato” finalizam novo filme
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores do blockbuster “Vingadores: Utimato”, anunciaram nas redes sociais a conclusão das filmagens de seu novo filme, “The Gray Man”, após quatro meses de trabalhos. Veja abaixo. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” reúne um elenco grandioso e é considerada uma das produções mais caras da história da Netflix, com orçamento estimado em US$ 200 milhões. A trama gira em torno de um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência. O personagem principal, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias, o que pode transformar o filme numa franquia. O papel principal é desempenhado por Ryan Gosling (“La La Land”) e seu antagonista é vivido por Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”). O resto do elenco inclui o brasileiro Wagner Moura (“Wasp Network”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”), Billy Bob Thornton (“Fargo”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Dhanush (“Karnan”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Além de dirigir, os Russos escreveram o roteiro, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel – de “Capitão América: O Soldado Invernal” a “Vingadores: Ultimato”. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers)
Personagens LGBTQIAP+ de novelas serão tema de série documental da Globoplay
A Globoplay prepara uma série documental com depoimentos de atores e atrizes da rede Globo que interpretaram personagens LGBTQIAP+ em novelas. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, as entrevistas estão sendo feitas nos estúdios da emissora, mas sem figurinos ou encenações. A lista de intérpretes deve incluir muitos astros heterossexuais, que antigamente costumavam assumir papéis LGBTQIAP+, mas também artistas transexuais de obras mais recentes. Será curioso ver como a plataforma de streaming da Globo irá abordar a inclusão e a representatividade com esta perspectiva. O material está adiantado e deve começar a ser editado em breve.
Disney é criticada por “ataque de gênero” contra Scarlett Johansson
As organizações Women in Film, ReFrame e Time’s Up emitiram uma declaração conjunta neste sábado (31/7) chamando a caracterização de Scarlett Johansson feita pela Disney, em nota sobre o processo aberto pela atriz, de um “ataque de gênero”. A declaração das organizações que atuam na defesa dos direitos das mulheres na indústria do entretenimento diz: “Embora não tomemos posição sobre as questões de negócios no litígio entre Scarlett Johansson e a The Walt Disney Company, nos posicionamos firmemente contra a declaração recente da Disney que tenta caracterizar Johansson como insensível ou egoísta por defender os direitos de seu contrato de negócios. Esse ataque de gênero não tem lugar em uma disputa de negócios e contribui para um ambiente no qual mulheres são percebidas como menos capazes do que os homens de proteger seus próprios interesses sem enfrentar críticas ad hominem”. Scarlett Johansson iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que seu contrato estipulava que a Disney só poderia lançar “Viúva Negra” no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz era “triste” e representava um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou o cachê da estrela, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, o que demonstra o tamanho de sua insatisfação. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” A nota da Disney também irritou o empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando-o de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, Lourd comentou em comunicado. Para piorar, Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que até Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar simultaneamente no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$ 30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em Premier Access – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais.
Vingança Sabor Cereja: Nova série de terror da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer legendado de “Vingança Sabor Cereja” (Brand New Cherry Flavor), minissérie de terror estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Ela vive Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que após ser abusada por um produtor famoso embarca em uma jornada de vingança sobrenatural. O elenco também conta com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. A estreia está marcada para 13 de agosto.
Chefão da Marvel se decepciona e empresário de Scarlett Johansson detona Disney
O processo movido por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, ao lançar “Viúva Negra” simultaneamente no cinema e em streaming, esquentou os bastidores de Hollywood. Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. Mas a Disney não quis saber e só se manifestou após Johansson entrar com um processo na quinta-feira (29/7). A empresa emitiu um comunicado duro, divulgando o salário da atriz e chamando sua ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″. A resposta a esta nota ficou a cargo do empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando a Disney de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, ele comentou em comunicado. O empresário ainda reforçou a queixa da atriz, afirmando que a Disney “violou deliberadamente o contrato” firmado com ela, “movendo todos os lucros [de ‘Viúva Negra’] para seu serviço do streaming e deixando os seus parceiros artísticos e financeiros fora da equação”. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+ – , mas não está claro se este valor conta como bilheteria nos termos previstos para a divisão de lucros do contrato de Johansson. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.
“The Crown” apresenta nova intérprete da rainha Elizabeth II
A Netflix divulgou a primeira imagem da 5ª temporada de “The Crown”, que traz Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como nova e última intérprete da rainha Elizabeth II na série. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também será alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo ainda Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles, Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana e Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip. Esta troca de atores será a última realizada pela série, que vai acabar em seu 6º ano. Apesar da liberação da primeira imagem de Staunton na produção, a data de estreia dos próximos episódios ainda não foi anunciada. Se preparem pra reverência, a nova Rainha Elizabeth II de The Crown tá passando na timeline. Pode entrar, Imelda Staunton. 👑 pic.twitter.com/f87P1rn4Mw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 30, 2021
Emma Stone também pode processar Disney por streaming
O processo aberto por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, devido ao lançamento de “Viúva Negra” simultaneamente em streaming, está sendo observado de perto por outros artistas-produtores famosos. Matt Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, soube que Emma Stone também está considerando processar a Disney por lançar “Cruella” da mesma forma – na plataforma Disney+ junto do cinema. Em sua newsletter, o jornalista disse que a estrela de “Cruella” está “avaliando suas opções”. O argumento para os processos é que o lançamento simultâneo prejudica a arrecadação das bilheterias — o que seria uma quebra de contrato, já que cláusulas estipulam remuneração baseada na vendas de ingressos a artistas que também são produtores das obras, casos de Johannson e Stone. A bilheteria mundial de “Cruella” foi de aproximadamente US$ 225 milhões, bem abaixo do esperado. Mas a Disney se comprometeu em realizar uma continuação. Ao fazer a revelação do interesse de Stone em seguir Johansson, o jornalista lembrou que a Disney é “famosa por ser difícil de lidar” em questões como essa. A empresa não gosta de ser contrariada e, após o processo de Johansson, divulgou o salário da atriz, chamando a ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″.
Séries online: A geração de “The O.C.” encontra “Outer Banks” nas maratonas da semana
As maratonas da semana permitem uma comparação curiosa entre duas gerações de juventude caiçara americana, os privilegiados de “The O.C.” e os pobretões de “Outer Banks”. Os primeiros são os herdeiros que moram nas mansões da praia de North Beach, Califórnia (“here we come”), enquanto os outros trabalham para os boas-vidas de uma ilha da Carolina do Norte. Ricos ou pobres, todos parecem modelos, mas enquanto o sol ilumina diferentes tons de peles em “Outer Banks”, “The O.C.” permite vislumbrar o verdadeiro apartheid que existia na TV americana até recentemente, sem espaço para talentos negros ou latinos – até seu menino pobre (“o estranho no paraíso” do subtítulo nacional) era loiro. A TV passou por uma revolução desde que Josh Schwartz transformou o elenco de “The O.C.” (Misha Barton, Ben McKenzie, Adam Brody, Rachel Bilson e até Olivia Wilde!) em celebridades. O próprio Schwartz evoluiu, criando a seguir “Gossip Girl” e um império televiso – Fake Empire, como batizou sua empresa de produção – , pelo qual lançou mais recentemente “Nancy Drew” e o reboot de “Gossip Girl”, ambas com elencos integrados. Enquanto isso, “Outer Banks” vem se transformando no “The O.C.” da era do streaming, com cada integrante de seu elenco de biquíni e calção de banho conquistando seu próprio fã-clube dedicado. A lista também tem despedidas: temporadas finais de “iZombie”, “Blindspot” e, até nova revisão, “The Manifest” – interrompida sem desfecho na TV americana, a série pode voltar após se tornar um fenômeno em streaming. Entre as dicas, destacam-se ainda duas séries documentais interessantíssimas: sobre John DeLorean, criador do carro eternizado em “De Volta para o Futuro”, e uma atração musical em que Mark Ronson explora a tecnologia responsável pela sonoridade de hits dos Beatles aos Beastie Boys, com conversas com artistas que marcaram a história do pop/rock/hip-hop anglo-americano. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. The O.C. | EUA | 1ª a 4ª Temporada (Globoplay) Outer Banks | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Como Vender Drogas Online (Rápido) | Alemanha | 3ª Temporada (Netflix) Starstruck | Reino Unido | 1ª Temporada (HBO Max) The Manifest | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) iZombie | EUA | 5ª Temporada (Globoplay) Blindspot | EUA | 5ª Temporada (Betflix) Transformers: War for Cybertron | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Watch the Sound with Mark Ronson | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Mito e Magnata: John DeLorean | EUA | Minissérie (Netflix)
Filmes online: “Jungle Cruise” e outras opções de cinema em casa
Último filme da Disney (até o momento) com previsão de lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming, “Jungle Cruise” é o maior atrativo das plataformas online para assistir sob as cobertas. Similar a “Piratas do Caribe”, que também é baseado num passeio da Disneylândia, tem ritmo de ação e aventura de época, mas seu principal mérito é a química dos astros Dwayne Johnson e Emily Blunt, que distrai da trama mirabolante. É uma Sessãozona da Tarde, que chega na Disney+ com custo tamanho família. As opções populares incluem ainda o fraquinho “Mundo em Caos”, com o apelo dos astros Tom Holland (o Homem-Aranha) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”), e um par de lançamentos da Netflix, em particular o surpreendente “O Último Mercenário”, em que Jean-Claude Van Damme volta à boa forma dos anos 1990, entre cenas de ação e comédia. A lista tem também uma boa comédia e um belo romance LGBTQIAP+, respectivamente o brasileiro “Quem Vai Ficar Com Mário?” e o francês “Verão de 85”. Este último é do mestre François Ozon e explora uma vibe de “Me Chame pelo Seu Nome”. Para os cinéfilos que não podem viver sem a dose semanal de cinema europeu, as dicas são a dramédia islandesa “A Sombra da Árvore”, que faz humor mórbido sobre rivalidades entre vizinhos e levou 16 prêmios em festivais, além do festejado documentário romeno “Coletiv”, que teve o dobro exato de prêmios, 32, sem esquecer duas indicações ao Oscar. Por sinal, seu tema é indicadíssimo para quem está acompanhando a novela em tempo real da CPI da Covid, já que revela uma investigação chocante de corrupção no sistema de saúde romeno, responsável por mortes de cidadãos inocentes. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas nas plataformas digitais nesta semana. Jungle Cruise | EUA | Aventura (Disney+) O Último Mercenário | EUA | Ação (Netflix) Samurai X: A Origem | Japão | Ação (Netflix) Mundo em Caos | EUA | Sci-Fi (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Quem Vai Ficar Com Mário? | Brasil | Comédia (Amazon Prime Video) Verão de 85 | França | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Unpregnant | EUA | Comédia (HBO Max) Sugar Daddy | Canadá | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) A Sombra da Árvore | Islândia | Dramédia (Reserva Imovision) Colectiv | Romênia | Documentário (HBO Max)
Disney ataca Scarlett Johansson após processo: “Triste” e “desrespeito cruel”
A Walt Disney Co. disparou um comunicado contra o processo de Scarlet Johansson por quebra de contrato relativo à “Viúva Negra”. A atriz iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que a Disney só poderia lançar o filme no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz é “triste” e representa um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou que ela já recebeu US$ 20 milhões pelo filme – uma exposição oficial de cachê, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, que demonstra o tamanho da insatisfação do estúdio com a estrela. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais. O processo de Scarlett Johannson foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.
Série do herói Gavião Arqueiro ganha data de estreia
A plataforma Disney+ anunciou a data de estreia da série “Hawkeye”, do herói Gavião Arqueiro. A atração da Marvel estrelada por Jeremy Renner e Hailee Steinfeld vai chegar ao streaming no dia 24 de novembro. Na série, Renner reprisa seu papel como Clint Barton, o Gavião Arqueiro dos Vingadores, enquanto Steinfeld interpreta Kate Bishop, sua discípula, que nos quadrinhos também se torna sua substituta e integrante dos Jovens Vingadores. O elenco também inclui Vera Farmiga (“Bates Motel”), Tony Dalton (“Better Call Saul”), Fra Fee (“Les Misérables”) e Zahn McClarnon (“Longmire”). Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), a trama vai dar sequência ao desfecho do filme “Viúva Negra” e contará ainda com participação de Florence Pugh no papel de Yelena Belova. O encontro não será nada amistoso, já que ela está sendo levada a crer que Barton foi responsável pela morte de sua irmã Natasha (a Viúva Negra) e busca vingança. “Hawkeye” também vai introduzir Eco (Echo), heroína surda e nativo-americana, que será interpretada pela estreante Alaqua Cox. A personagem Maya Lopez, conhecida como Echo, tem a capacidade de copiar perfeitamente os movimentos ou estilo de luta de outra pessoa, tornando-a uma oponente formidável num combate corpo-a-corpo. Nos quadrinhos da Marvel, ela cruza o caminho de heróis como Demolidor, Cavaleiro da Lua e os Vingadores. Echo também foi a primeira pessoa a usar o codinome de Ronin, antes de passá-lo para Clint Barton, o Gavião Arqueiro, e deve ganhar sua própria série, atualmente em desenvolvimento pelo casal Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e Emily Cohen.
“Expresso do Amanhã” é renovada para 4ª temporada
O canal pago americano TNT renovou a série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer) para sua 4ª temporada com bastante antecedência. A notícia foi dada pelo ator Daveed Diggs durante o encerramento das gravações do terceiro ano da atração, que ainda não tem previsão de estreia. Veja o vídeo abaixo. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”), que pode ter saído da série no final da 2ª temporada. A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 1ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a chegada de um segundo trem que transportava outros passageiros, incluindo o criador supostamente morto do trem Expresso original, o misterioso Sr. Wilford, interpretado por Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”), Alison Wright (série “The Americans”) e, desde a 2ª temporada, Rowan Blanchard (“Garota Conhece o Mundo”). A atração é disponibilizada no Brasil pela Netflix.












