Ben Kingsley vai reprisar papel de “Homem de Ferro 3” na série do herói Magnum
O ator Ben Kingsley vai reprisar o papel de Trevor Slattery, introduzido em “Homem de Ferro 3” (2013), na vindoura série do herói Magnum (Wonder Man), desenvolvida para o serviço de streaming Disney+. Slattery era um ator fracassado que foi contratado para interpretar o papel do vilão Mandarim em vídeos ameaçadores, a mando do vilão Aldrich Killian (Guy Pearce). Depois disso, o personagem foi visto no curta-metragem “All Hail the King” (2014), que o mostrou sendo libertado da prisão por um dos associados do verdadeiro Mandarim, e mais recentemente em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), quando foi encontrado por Shang-Chi, o filho do Mandarim. Produzida por Destin Daniel Cretton (diretor de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), “Wonder Man” (título original) ainda não tem previsão de estreia. O herói da série não é dos mais famosos, mas possui uma trajetória bastante interessante. Criado em 1964 por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck, Simon Williams (a identidade de Magnum) surgiu como capanga do Barão Zemo, mas foi reconfigurado nos anos 1970 como herói (e um dos Vingadores), até passar a usar sua superforça para trabalhar como dublê e astro de filmes de ação de Hollywood. Enquanto estava nos Vingadores, o personagem também desenvolveu fortes laços com Visão e Wanda, a Feiticeira Escarlate. Histórias chegaram a sugerir que Magnum e Visão era praticamente irmãos. Ele ainda desenvolveu sentimentos por Wanda, depois que o Visão foi desmantelado. Ainda não está claro qual fase do personagem a série da Disney+ vai abordar. Mas vale lembrar que “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chegou a filmar – e posteriormente descartar – uma cena cheia de pôsteres de cinema em que o ator Nathan Fillion (“Castle”, “The Rookie”) aparecia como o astro Simon Williams. Fillion acabou encarnando o personagem apenas como dublador, na série animada “M.O.D.O.K” – que não faz parte oficialmente do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ben Kingsley tem diversos projetos prestes a estrear, entre eles a fantasia “A Escola do Bem e do Mal”, que chega em 21 de outubro na Netflix, e o drama “Dalíland”, cinebiografia do pintor Salvador Dalí, que fará a sua première no Festival de Toronto.
“Inventando Anna” rende processo de difamação contra Netflix
A Netflix está envolvida em um processo de difamação por causa da sua minissérie “Inventando Anna”. O processo foi movido por Rachel Williams, que aparece como uma personagem na série, retratada como uma aproveitadora que traiu a melhor amiga em benefício próprio. Segundo Williams, a Netflix deturpou a sua representação. “Inventando Anna” foi criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e narra a história real da vigarista Anna Delvey (também conhecida como Anna Sorokin). Na série, a protagonista consegue se infiltrar na alta sociedade de Nova York afirmando ser uma herdeira alemã e comete fraudes milionárias como forma de financiar o seu estilo de vida. A atração se define da seguinte maneira: “Esta história é completamente verdadeira. Exceto pelas partes que são totalmente inventadas”. E, aparentemente, a personagem de Williams entrou na lista dessas invenções. Williams trabalhou como editora de fotos na revista Vanity Fair e publicou um artigo sobre o tempo que passou com Sorokin. Mas ela alega que sua representação na minissérie se difere da realidade. Alexander Rufus-Isaacs, advogado de Williams, aponta uma entrevista de Shonda Rhimes, na qual ela supostamente admite aquilo que o processo está afirmando. “Queríamos saber o que estávamos inventando”, disse Rhimes na entrevista. “Nós não queríamos inventar coisas só por inventar. Queríamos intencionalmente ficcionalizar momentos em vez de apenas acidentalmente ficcionalizá-los”. Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Rhimes admitiu que “houve coisas que inventamos porque precisavam ser inventadas para fazer a história realmente engrenar e ser o que deveria ser.” A atriz Katie Lowes, que interpreta Williams na minissérie, também disse durante uma entrevista que sua personagem quer agradar as outras pessoas. “Ela é jovem, ingênua e teve uma vida privilegiada. Não acho que isso seja necessariamente verdade para a Rachel Williams da vida real; eu acho que isso é verdade para a personagem que Shonda escreveu e para o que Shonda precisava que a personagem fosse na série.” O advogado de Williams afirma que declarações como estas constituem uma admissão. Para ele, a Netflix sabia que as ações da personagem eram falsas, mas ainda assim optou por retratá-la como a vilã da história, inclusive usando o nome de Williams. Entretanto, o processo não cita nem Rhimes nem a produtora Shondaland. O alvo é a própria Netflix. “Esta ação vai mostrar que a Netflix tomou uma decisão deliberada para fins dramáticos ao mostrar Williams fazendo ou dizendo coisas na série que a retratam como uma pessoa gananciosa, esnobe, desleal, desonesta, covarde, manipuladora e oportunista”, afirma a queixa, apresentada no tribunal federal de Delaware. Na minissérie, Williams aceita os presentes e as viagens de Sorokin, mas trai a sua amiga, entregando-a às autoridades assim que descobre que ela mentiu sobre sua fortuna. Na ação, Williams cita momentos específicos da minissérie, como as cenas em que um advogado força a personagem baseada nela a admitir que Sorokin sempre pagava a conta quando as duas saíam juntas. A intenção dessa cena é mostrá-la como uma aproveitadora. Mas Williams afirma que, na verdade, ela pagou a conta várias vezes e em outras ocasiões as duas dividiram. Em outro momento, Williams é mostrada abandonando Sorokin no Marrocos depois que o cartão de crédito de Sorokin foi recusado em um resort de luxo. Segundo Williams, ela havia dito a Sorokin antes da viagem que ela teria que voltar numa data específica porque já tinha agendado uma viagem de trabalho para França. “Williams não deixou de ser amiga de Sorokin porque Sorokin estava tendo problemas no Marrocos, mas porque ela posteriormente descobriu em seu retorno a Nova York que Sorokin era uma mentirosa e uma vigarista cujas declarações e promessas falsas haviam induzido Williams a incorrer em passivos de cerca de US$ 62 mil em nome de Sorokin, e ela só a reembolsou em US$ 5 mil, apesar das inúmeras promessas de reembolsar seus US$ 70 mil para compensar a dívida total e quaisquer taxas atrasadas”, afirma o processo. Williams terá uma longa batalha pela frente, já que, para que um processo de difamação seja bem sucedido, é preciso comprovar que as declarações difamatórias foram feitas com real intenção de malícia. Ou seja, é preciso que haja o conhecimento prévio de que as alegações feitas são falsas e de que houve a intenção de prejudicar a pessoa retratada. “A Netflix usou propositalmente meu nome real e aspectos reais da minha vida para criar uma caracterização totalmente falsa e difamatória de mim”, disse Williams em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A verdade importa e retratar pessoas reais requer uma responsabilidade real. Estou entrando com este processo para responsabilizar a Netflix por sua imprudência deliberada.” O advogado de Williams vai ainda mais longe, afirmando que a motivação de Netflix deve-se, em parte, ao fato de Williams ter vendido os direitos da sua matéria escrita para a Vanity Fair e do seu livro ainda não publicado para a HBO. “A razão pela qual tivemos que entrar com esse processo é porque a Netflix usou o nome real de Rachel e detalhes biográficos, e a fez parecer uma pessoa horrível, o que ela não é. O dano devastador à reputação dela poderia ter sido evitado se a Netflix tivesse usado um nome fictício e detalhes diferentes. Por que eles não fizeram isso por ela, quando fizeram por tantos outros personagens da série? Talvez o motivo tenha sido que ela escolheu jogar no outro time, ou seja, HBO.” Assista abaixo ao trailer de “Inventando Anna”.
Eugênio Derbez, do vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”, passa por cirurgia após acidente
O ator mexicano Eugenio Derbez, do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”, será submetido a uma cirurgia complicada após sofrer um acidente. A informação foi divulgada pela esposa do ator, a atriz e cantora Alessandra Rosado, em um comunicado publicado na noite de segunda (29/8) em seu Instagram. Sem entrar em detalhes a respeito do acidente, Rosado afirmou que Derbez está bem, mas que as “lesões que ele sofreu são delicadas e exigirão que ele seja submetido a uma cirurgia complicada nas próximas horas”. Segundo ela, a recuperação será “longa e difícil” e exigirá “muitas semanas de descanso e reabilitação”. Rosado também agradeceu aos fãs pelo apoio e disse que sente que “todas as boas energias que estão nos enviando, com a ajuda de Deus, vão ajudar o Eugénio a recuperar em breve”. Derbez será visto em breve em “Acapulco”, série da Apple TV+ que ele produz e estrela. A 2ª temporada já foi inteiramente gravada e estreia em 21 de outubro. Ele também filmou “Aristotle and Dante Discover the Secrets of the Universe”, que terá a sua première no Festival de Toronto. Devido à sua recuperação, Derbez não deve participar dos eventos de promoção dessas atrações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alessandra Rosaldo (@alexrosaldo)
Joseph Gordon-Levitt entra na sequência de “Um Tira da Pesada”
A continuação de “Um Tira da Pesada” ganhou título oficial e acrescentou dois atores ao seu elenco: Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) e Taylour Paige (“Zola”). O quarto filme vai se chamar “Um Tira da Pesada: Axel Foley” (Beverly Hills Cop: Alex Foley). Eddie Murphy vai voltar ao papel de Alex Foley, o policial de Detroit que, até aqui, viajou três vezes a Los Angeles para resolver casos ao longo da franquia. Os papeis dos novos atores não foram divulgados. O projeto faz parte de um acordo firmado em 2019 entre a Netflix e a Paramount, e só chegou ao streaming depois que tentativas anteriores de relançar a franquia foram frustradas – desde o piloto de uma série rejeitada até um filme que seria dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”) em 2016. “Um Tira da Pesada: Axel Foley” vai retomar a história interrompida há 28 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video, mas ainda não tem previsão de estreia.
Diretora de “Aves de Rapina” desenvolve série baseada no anime “Paprika”
O anime “Paprika” vai virar série live-action com produção e direção de Cathy Yan, a diretora de “Aves de Rapina”. Lançado em 2006, o longa animado foi o quarto e último trabalho do visionário diretor Satoshi Kon (“Padrinhos de Tóquio”) antes de sua morte prematura por câncer em 2010, aos 46 anos, e chamou atenção pela beleza e riqueza de detalhes, chegando a vencer seis prêmios internacionais. Embora o desenhos sejam inevitavelmente a principal lembrança de “Paprika”, a trama original foi publicada num romance de 1993 de Yasutaka Tsutsui (autor também de “A Garota que Conquistou o Tempo”). A história gira em de um dispositivo futurista usado por terapeutas para entrar nos sonhos de seus clientes, com o objetivo de tratar suas doenças psicológicas. Mas a tecnologia é roubada por um criminoso desconhecido, que passa a usar o dispositivo para controlar mentes. Uma terapeuta e sua equipe correm contra o tempo para identificar o ladrão e impedir uma tragédia. A produção está sendo desenvolvida para a Prime Video, plataforma de streaming de Amazon, e ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo o trailer do anime.
Jennifer Connelly vai estrelar nova série sci-fi
Jennifer Connelly vai continuar na ficção científica após o final da série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer). Ela fechou contrato para estrelar “Dark Matter”, uma trama de multiverso que será lançada em nove capítulos na plataforma de streaming Apple TV+. A produção é uma adaptação do livro homônimo de Blake Crouch, o autor de “Wayward Pines”, que está assinando o roteiro da nova série. A trama gira em torno de Jason Dessen, um físico, professor e pai de família que, enquanto caminha para casa nas ruas de Chicago, é sequestrado por uma versão alternativa de si mesmo. Quando tenta retornar à sua vida, ele se vê jogado num multiverso de realidades alternativas. Perdido num labirinto de dimensões alucinantes, ele faz de tudo para encontrar sua verdadeira família e salvá-la do inimigo mais aterrorizante e imbatível que consegue imaginar: ele mesmo. Dressen será vivido pelo ator Joel Edgerton (“Treze Vidas: O Resgate”) e Connelly vai interpretar sua esposa, Daniela. A atriz, que atualmente pode ser vista nos cinemas e em VOD no blockbuster “Top Gun: Marverick”, está encerrando seu trabalho em “Expresso do Amanhã”, que vai terminar em sua vindoura 4ª temporada – prevista para estrear em 2023.
Evan Rachel Wood é Madonna no trailer da biografia de “Weird” Al Yankovic
A plataforma americana Roku divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Weird: The Al Yankovic Story”, que traz Daniel Radcliffe (o Harry Potter) como o comediante “Weird Al” Yankovic. A prévia mostra que o filme é uma paródia de cinebiografias musicais, com vários clichês do gênero apresentados de forma exagerada. O que é perfeito para um artista que fez sucesso parodiando músicas. Quase tudo é invenção, como o relacionamento de Yankovic com Madonna, interpretada de forma tão convincente por Evan Rachel Wood (“Westworld”), que chega a roubar as cenas do vídeo. Conhecido por lançar clipes com versões engraçadinhas de músicas de sucesso, Yankovic virou o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. O filme pseudobiográfico foi escrito pelo próprio Yankovic em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta em 2010 para o canal “Funny of Die” contando uma versão fictícia da vida do comediante, que na ocasião foi interpretado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também assina a direção o filme, que tem produção do Funny or Die. “Weird: The Al Yankovic Story” terá première no Festival de Toronto em setembro, antes na chegar na Roku em 4 de novembro. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Megan Thee Stallion vai aparecer na série da Mulher-Hulk
A rapper Megan Thee Stallion entrou no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ela fará uma participação na série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, de acordo com informações do site The Cut, da revista New York, que publicou um perfil da estrela nesta segunda-feira (29/8). Sobre o papel e outras incursões na atuação, ela disse: “Eu não sinto que vou ser apenas uma atriz – eu sinto que também vou ser uma diretora e produtora”. Megan acrescentou que admira os caminhos traçados por Queen Latifah e Ice Cube em Hollywood. Por hora, a Marvel Studios não confirmou a informação, porém o site afirma que a artista estará no quarto episódio da produção, que vai ao ar no dia 8 de setembro na plataforma Disney+. Não há nenhum detalhe disponível sobre sua participação. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. A série foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”.
Netflix comemora 25 anos de atividade
A Netflix está completando 25 anos. Fundada em 29 de agosto de 1997 por Reed Hastings e Marc Randolph, a Netflix surgiu como um serviço de locação e compras de filmes pelo correio, bem antes de virar a plataforma líder do streaming mundial. Para marcar a data, a empresa divulgou um vídeo em tom nostálgico, que registra sua evolução desde a época em que entregava DVDs pelo correio. O vídeo também destaca a diversidade de suas produções originais, como as séries “Orange Is the New Black”, “Stranger Things” e “Round 6”. Segundo a lenda, a ideia para o serviço surgiu quando Hastings recebeu uma multa de US$ 40 pelo atraso na devolução do filme “Apollo 13” (1995) que ele havia alugado na locadora Blockbuster. Ele passou a imaginar, então, um modelo de negócios em que não haveriam multas por atraso de devolução. Em busca de patrocínio, ele e o sócio conseguiram um capital inicial de US$ 1,9 milhões para lançar o que, a princípio, seria apenas uma loja online para compra e aluguel de filmes. Mas o modelo não gerava lucro. Os DVDs eram caros, os custos com correios muito altos e o retorno era mínimo. Os fundadores chegaram a considerar a possibilidade de vender a Netflix para a Amazon – e para a própria Blockbuster – , mas resolveram insistir com outra ideia: um serviço com mensalidades fixas. Foi o que salvou a empresa, atraindo mais de 200 mil assinantes. Em 2002, o número de assinantes ultrapassou os 600 mil e, com os avanços em velocidade e a queda na instabilidade da internet, o serviço de streaming foi introduzido em 2010. Isso possibilitou um crescimento astronômico. Um ano após virar serviço de streaming, o número de assinantes da Neflix nos EUA chegou aos 20 milhões. Com o lançamento de “Lilyhammer” em 2012, a plataforma deu outro passo, iniciando a exibição de conteúdos exclusivos e originais. Logo aconteceu a expansão para outros países. E, durante uma década, a Netflix dominou sozinha o mercado de streaming, tornando-se sinônimo de filmes vistos na internet. Foi só recentemente que a empresa começou a perder o seu reinado, com perda de quase 1 milhão de usuários no trimestre passado. Confira o vídeo comemorativo.
Criminosos cercam set e ameaçam matar equipe de série de Natalie Portman nos EUA
A série “Lady in the Lake”, estrelada por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”), teve sua produção suspensa na sexta (26/8) em Baltimore, cidade mais populosa do estado americano de Maryland, após vários criminosos cercarem a produção e ameaçarem os produtores, informou a polícia local. Um porta-voz do Departamento de Polícia de Baltimore disse que a equipe estava gravando por volta das 16h no centro da cidade quando os produtores foram abordados por várias pessoas. O grupo alegou que, se não parassem de gravar, voltariam e atirariam em alguém, disse a polícia. Segundo a polícia, o problema não seria relacionado à temática específica da produção, mas diria respeito a uma “taxa territorial”. Os criminosos avisaram que nenhuma violência ocorreria com a equipe e os artistas se eles recebessem uma quantia para garantir a “proteção” de todos. A polícia não informou o montante exigido, mas a agência de notícias local The Baltimore Banner informou que os criminosos tentaram extorquir US$ 50 mil, que os produtores se recusaram a pagar. Em vez de ceder à chantagem, a equipe decidiu interromper as gravações e procurar um novo local para realizar o trabalho. “Lady in the Lake” é a primeira série da carreira da atriz Natalie Portman e se baseia no romance best-seller homônimo da jornalista Laura Lippman (“Um Passado Sombrio”), publicado em 2019. A trama se passa em Baltimore na década de 1960, onde um assassinato não resolvido leva a dona de casa e mãe Maddie Schwartz (Portman) a se reinventar como repórter investigativa. Sua nova vocação a coloca em rota de colisão com uma militante negra, Cleo Sherwood, que concilia a maternidade, vários empregos e um compromisso com a agenda progressista da cidade. O papel de Cleo Sherwood é vivido por Moses Ingram, que recentemente atraiu a ira de racistas e elogios da crítica ao viver a Terceira Irmã em “Obi-Wan Kenobi”. A série tem direção da cineasta Alma Har’el (“Honey Boy”), que também compartilha os roteiros com uma equipe que inclui Boaz Yakin (“Truque de Mestre”) e Zach Shields (“Godzilla vs. Kong”). O lançamento é esperado para 2023 na plataforma Apple TV+.
J.K. Rowling diz porque não foi à reunião de “Harry Potter” na HBO Max: “Não quis”
A ausência de J.K. Rowling, escritora que criou Harry Potter, do especial de reencontro dos filmes da franquia chamou muita atenção quando “Harry Potter: De Volta a Hogwarts” foi exibido em janeiro passado na HBO Max. Não faltaram especulações sobre o motivo, com muitos lembrando que Rowling se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter” por suas opiniões transfóbicas, disfarçadas de feminismo, nas redes sociais. De forma pública, o trio de atores centrais da franquia, Daniel Radcliffe, Emily Watson e Rupert Grint renegaram falas da criadora de seus personagens, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Sem querer aprofundar a polêmica, Rowling contou que não houve restrição à seu nome por parte da Warner Bros., apesar do clima que o encontro com os atores pudesse criar. Mas ela pesou os prós e contras e decidiu, por conta própria, não participar. “Eu fui convidada e decidi que não queria fazer aquilo”, disse. “Eu pensei que se tratava, verdadeiramente, de um evento mais sobre os filmes do que sobre os livros. Era sobre isso aquele aniversário”, contou a escritora, numa participação na Virgin Radio, da Inglaterra, neste fim de semana. Ela ainda acrescentou: “Ninguém me disse para não [ir]… Me pediram para participar e decidi não ir”. Foi a primeira vez que a escritora falou abertamente sobre sua ausência. Na época em que o programa foi divulgado, fontes ligadas à autora falaram à revista Entertainment Weekly que ela considerava o uso de suas falas de arquivo como suficientes e “adequadas para o programa”. Na atração, ela aparece apenas em gravações feitas na época do lançamento dos filmes. Durante a entrevista de rádio, Rowling também foi perguntada sobre sua relação com o elenco de Harry Potter. Ela também saiu pela tangente, afirmando que mantém contato com alguns. “Eu tenho uma relação com eles. Com alguns é mais próxima do que com outros. É sempre assim, você conhece alguns melhor do que outros”, afirmou.
Netflix revela teaser e data de estreia do final de “Manifest”
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da 4ª temporada de “Manifest”, que reúne cenas antigas e trechos inéditos para anunciar a data de estreia dos capítulos finais. O mais interessante é que não será uma data qualquer. Os últimos episódios de “Manifest” vão chegar em 4 de novembro, dia importante na trama, porque foi quando os personagens desembarcaram de seu voo no episódio inaugural, após ficarem cinco anos desaparecidos. A série vai chegar na plataforma com exclusividade, após ser exibida na Globo e na Globoplay, porque foi cancelada em seu endereço televisivo original nos EUA, e a Netflix negociou seu salvamento com condições especiais, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar. A plataforma encomendou 20 capítulos inéditos, que darão um final à trama. De outro modo, a série acabaria sem fim em sua 3ª temporada. Assim, a 4ª será a maior temporada de toda a série, que geralmente tinha 13 episódios por ano. Mas isto também sugere que a Netflix pode dividir a exibição em duas partes. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, entre eles o célebre cineasta Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Matt Long (“Helix”), Daryl Edwards (“Demolidor”) e Holly Taylor (“The Americans”). Já Athena Karkanis (série “Zoo”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”), integrantes das três temporadas originais, não vão voltar devido aos fatos vistos no final do último capítulo exibido.
Trailer de “The Handmaid’s Tale” anuncia data da 5ª temporada no Brasil
A plataforma Paramount+ divulgou o trailer nacional da 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que destaca o acirramento da rivalidade entre June (Elisabeth Moss) e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes), e anuncia a data de estreia dos novos capítulos no Brasil. A prévia explora o contraste entre o destino das duas antagonistas. Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar o governo extremista. Só que ela também se torna alvo prioritário da vingança de seus inimigos. A 5ª temporada estreia em 18 de setembro no Brasil, exclusivamente na Paramount+.












