“Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” é renovada para 2ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” para sua 2ª temporada. A série agradou a crítica, atingindo 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com um reinvenção considerada até melhor que a “Pretty Little Liars” original, graças à elementos de terror slasher introduzidos pelo criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, e sua parceira de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. A trama gira em torno de um grupo de garotas adolescentes atormentado por um agressor desconhecido por culpa de segredos de suas mães. Refletindo a tendência dos últimos anos, o elenco é mais diversificado que o da série de 2010, destacando Bailee Madison (da série “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de gêmeas malvadinhas da escola. Com personalidades bastante distintas, as personagens envolvem rapidamente o espectador, especialmente Tabby (Kinney), a cinéfila, que encaixa inúmeras citações a diretores e filmes em suas frases – o que alinha a atração ao estilo referencial de “Pânico” – enquanto as protagonistas tentam descobrir quem é o misterioso A. “Estamos muito orgulhosos da incrível resposta da crítica e dos fãs recebida por ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max. “Os espectadores abraçaram nossa nova geração de Liars, além de Roberto e Lindsay, brilhantemente sombrios e cheios de terror, nesta franquia icônica. Junto com [as produtoras] Alloy e Warner Bros. Television, estamos entusiasmados em continuar o legado de ‘Pretty Little Liars’.” Com a renovação, “Um Novo Pecado” se tornou o primeiro derivado da série original a ir além da temporada inaugural. Adaptação de best-seller de Sarah Shepard, “Pretty Little Liars” durou sete temporadas, de 2010 a 2017, período em que ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e servir de ponte para sua transformação no Freeform – além de deslanchar a carreira dos principais membros de seu elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das belas mentirosinhas originais. Apesar do sucesso, a produtora da atração, I. Marlene King, não conseguiu o mesmo resultado com o lançamento de dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), que foram cancelados na 1ª temporada, sem público. Por isso, a HBO Max decidiu buscar outros criadores para comandar o terceiro spin-off. Roberto Aguirre-Sacasa e Lindsay Calhoon Bring comemoram com entusiasmo a renovação. “Estamos muito animados para continuar contando histórias com nosso incrível grupo de pequenas mentirosas – explorando suas amizades, seus romances, seus segredos e seus status de supremas rainhas do grito!”, disseram em comunicado conjunto. “Agradecimentos eternos aos fãs que abraçaram esta nova versão de terror de ‘Pretty Little Liars’ – que continuaremos, é claro – bem como aos nossos parceiros da HBO Max, Warner Bros. Television e Alloy Entertainment. Como Tabby diria, ‘há uma sequência a caminho!’” Só não há previsão de estreia para os novos episódios. Veja abaixo um vídeo com alguns dos momentos assustadores da 1ª temporada, divulgado junto do anúncio da renovação nas redes sociais. Foi aqui que pediram renov🅰️ção de #PLLUmNovoPecado? Pois fiquem calmos, porque nossas meninas vão voltar pra segunda temporada 🖤 https://t.co/El2n3gWGKA — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) September 7, 2022
Criador de “The Boys” se une a Erin Moriarty contra trolls: “Não assistam a série”
Eric Kripke, o criador de “The Boys”, se solidarizou com a atriz Erin Moriarty, intérprete da heroína Starlight na série, após ela desabafar sobre o ódio que vem sofrendo nas redes sociais. O produtor publicou uma mensagem forte contra os trolls que têm assediado Moriarty com mensagens “misóginas”. “Olá trolls! Primeiro, isso [misoginia] é literalmente o oposto da mensagem do programa”, Kripke twittou. “Dois, você está causando dor a pessoas reais com sentimentos reais. Seja amável. Se vocês não podem ser gentis, então vão comer um saco de caralh*s, vão se f*der e não assistan ‘The Boys’, nós não queremos você.” Na última terça (6/9), Moriarty compartilhou no seu Instagram uma postagem que abordava essa questão. Escrito pela usuária @butcherscanary, o post tinha o seguinte título: “#EuEstouComStarlight?: A traição de Erin Moriarty pelos ‘fãs’ de ‘The Boys'”. Em seguida, a usuária apresentou um problema comum entre fãs da cultura geek: a incapacidade de enxergar o subtexto daquele material que eles tanto amam. “Como se pode ver, você pode dedicar uma temporada inteira de uma série para explorar como a toxicidade da masculinidade esmaga e controla as mulheres, e aparentemente a maioria do público ainda não empregará as lições aprendidas – ou pior, não reconhecerá que sequer havia uma mensagem.” Na legenda do post, @butcherscanary também falou que “o tratamento de Erin Moriarty realmente me irritou. É um reflexo de como a misoginia na ‘cultura do fandom’ está sendo normalizada, o que só vai piorar se a negligenciarmos, se não protegermos ela e uns aos outros.” A postagem de @butcherscanary servia para divulgar um artigo que ela escreveu para o site Medium, no qual expôs melhor essa problemática da maneira como o público tem tratado a atriz Erin Moriarty. Segundo a autora, “o assédio é ainda pior devido ao contexto de seu papel como Starlight na série, uma mulher silenciada e sexualizada, tratada como uma tela de celebridade para os outros se projetarem, em vez de um ser humano com seus próprios pensamentos e sentimentos”, diz o artigo. “Mas Annie é fictícia e Erin não. O tormento não termina para ela após os créditos da série, porque não há desligamento.” Além de compartilhar a postagem, Moriarty também inseriu a sua própria opinião na legenda, falando de como ela já se sentiu “silenciada” e “desumanizada” por causa das muitas críticas relacionadas à sua personagem e à sua aparência. “Eu me sinto silenciada. Eu me sinto desumanizada. Eu me sinto paralisada. Eu coloquei sangue, suor e lágrimas nesse papel (repetidas e repetidas vezes)”, disse Moriarty. “Então, com isso eu digo: a) obrigada a @butcherscanary b) isso parte meu coração – eu abri uma veia para esse papel e esse tipo de trollagem é exatamente contra o que essa personagem (Annie) se posicionaria, e c) todos estão passando por suas próprias batalhas; não vamos adicionar ódio a isso. Eu nunca iria intencionalmente (e ESPECIALMENTE) adicionar ódio publicamente à sua batalha.” A postagem da atriz rendeu comentários de alguns dos seus colegas de elenco. Antony Starr, intérprete do vilão Capitão Pátria (Homelander), comentou: “Apoio você e o que você disse aqui 100%. Bem colocado. Seu trabalho na série é e sempre foi estelar e você é linda por dentro e por fora. Continue brilhando.” O protagonista Jack Quaid também postou um comentário. “Amo você Erin. Estamos todos aqui para você. Você é uma força da natureza incrível e talentosa e me considero incrivelmente sortudo por conhecê-la. Continue brilhando. Deixe os trolls conosco. Nós te protegemos”, disse ele. As três primeiras temporadas de “The Boys” estão disponíveis no serviço de streaming Prime Video, da Amazon. A 4ª está atualmente em produção. Hi trolls! One, this is literally the opposite of the show's fucking message. Two, you're causing pain to real people with real feelings. Be kind. If you can't be kind, then eat a bag of dicks, fuck off to the sun & don't watch #TheBoys, we don't want you. #TheBoysTV https://t.co/ZQmRlljyS6 — Eric Kripke (@therealKripke) September 7, 2022
Hobbits de “O Senhor dos Anéis” apoiam elfos, anões e pés-peludos de todas as cores
Os intérpretes originais dos hobbits da trilogia “O Senhor dos Anéis” uniram-se numa manifestação de apoio à série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” baseada na franquia. Elijah Wood, Dominic Monaghan e Billy Boyd posaram juntos com camisetas iguais, ilustradas com estampas de orelhas de várias criaturas mágicas da obra de JRR Tolkien, todas apresentando cores diferentes, enquanto Sean Astin apareceu numa foto individual com um boné com o mesmo desenho. Publicadas nas redes sociais dos atores, as fotos foram acompanhadas por uma legenda curta e significativa: “Vocês são todos bem vindos”. A mensagem é uma reação contra o racismo de um grupo de geeks estridentes, que chegou a lançar uma campanha para sabotar a nota da série nos sites de avaliação aberta ao público. No Metacritic, a nota do público chegou a 1,9 (de 10) contra 71% de aprovação da crítica, enquanto no Rotten Tomatoes a diferença bateu em 37% de aprovação do público contra 84% da crítica. Sem a preocupação de esconder sua motivação, os inconformados com a série deixam claro como suas peles os comentários carregados de menções pesadas à raça de alguns personagens (negros e latinos) e à decisão de dar protagonismo para uma mulher (Galadriel, interpretada por Morfydd Clark). Os comentários chamam Galadriel de “Karen”, apelido criado por homens de perfil “incel” para mulheres “reclamonas”, e reclamam da inclusão de “todas as minorias” na trama, afirmando que não existiam elfos negros e latinos na obra de Tolkien nem nos filmes que adaptaram “O Senhor dos Anéis”. Para estes, a Terra Média da fantasia é baseada na Europa medieval, onde a população era majoritariamente branca, e a série peca por incluir outras raças na história. A Europa também não tinha dragões, elfos ou orcs, mas isso é detalhe no argumento racista. Além de um elfo negro e latino (Ismael Cruz Cordova), há um hobbit/”pé-peludo” negro (Lenny Henry), uma princesa negra (Sophia Nomvete) e uma rainha negra (Cynthia Addai-Robinson), entre outros personagens não brancos na produção bilionária da Amazon. Além da foto, os hobbits originais estão apoiando uma loja online onde os fãs podem comprar suas próprias camisetas com o design de suas camisetas., além de moletons e mais peças de vestuário com o mesmo grafismo, com 50% de todos os rendimentos revertidos para uma instituição de caridade que apoia “pessoas de cor”. “Os Anéis do Poder” estreou logo após “A Casa do Dragão” também sofrer críticas por destacar atores negros, e a atriz Moses Ingram ser alvo de ódio por sua participação na série “Obi-Wan Kenobi”. O que esses ataques demonstram é que o racismo virou um problema grave na comunidade geek, que não pode mais ser ignorado nem tolerado. You Are All Welcome Here @LOTRonPrime @DonMarshall72 #RingsOfPower https://t.co/8txOhlHa2f pic.twitter.com/nWytILT0zG — Elijah Wood (@elijahwood) September 7, 2022 You are all welcome here.#RingsOfPower @LOTRonPrime #MiddleEarth #Samwise @ElijahWood @BillyBoydActor @DomsWildThings @DonMarshall72 https://t.co/w2tdZ4nFwN pic.twitter.com/f4RsBKE9an — Sean Astin (@SeanAstin) September 7, 2022
Animação “Abominável” vira série. Veja o trailer
A Dreamworks Animation divulgou o pôster e o trailer da nova série “Abominable and the Invisible City”, que é uma continuação do filme “Abominável”, animação sobre o Abominável Homem das Neves. A prévia mostra a volta do Yeti aos EUA, após todo o trabalho da garotinha Yi e seus amigos para levá-lo, numa aventura ao redor do mundo, à segurança do Himalaia. A explicação para seu retorno também é a missão que serve de premissa da série: ajudar outras criaturas mágicas a encontrar segurança longe das ameaças da civilização. Os personagens foram criados por Jill Culton, que escreveu a história original de “Monstros S.A.” (2001) e dirigiu “O Bicho Vai Pegar” (2006), e a adaptação está a cargo de Tiffany Lo e Ethel Lung, roteiristas da série de aventuras “Blood & Treasure”. Já o elenco de dubladores mantém as vozes do filme original, com destaque para Chloe Bennet (a Tremor da série “Agents of SHIELD”), que dubla a menina Yi. “Abominable and the Invisible City” será lançado nos EUA nas plataformas Hulu e Peacock no dia 5 de outubro, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Intérprete de Starlight reclama da misoginia dos fãs de “The Boys”
A atriz Erin Moriarty, que interpreta a super-heroína Starlight na série “The Boys”, se manifestou a respeito da misoginia expressada por muitos dos fãs da atração em comentários nas redes sociais. Na última terça (6/9), Moriarty compartilhou no seu Instagram uma postagem que abordava essa questão. Escrito pela usuária @butcherscanary, o post contém o seguinte título: “#EuEstouComStarlight?: A traição de Erin Moriarty pelos ‘fãs’ de ‘The Boys'”. Em seguida, a usuária apresentou um problema comum entre fãs da cultura geek: a incapacidade de enxergar o subtexto daquele material que eles tanto amam. “Como se pode ver, você pode dedicar uma temporada inteira de uma série para explorar como a toxicidade da masculinidade esmaga e controla as mulheres, e aparentemente a maioria do público ainda não empregará as lições aprendidas – ou pior, não reconhecerá que sequer havia uma mensagem.” Na legenda do post, @butcherscanary também falou que “o tratamento de Erin Moriarty realmente me irritou. É um reflexo de como a misoginia na ‘cultura do fandom’ está sendo normalizada, o que só vai piorar se a negligenciarmos, se não protegermos ela e uns aos outros.” A postagem de @butcherscanary servia para divulgar um artigo que ela escreveu para o site Medium, no qual expôs melhor essa problemática da maneira como o público tem tratado a atriz Erin Moriarty. Segundo a autora, “o assédio é ainda pior devido ao contexto de seu papel como Starlight na série, uma mulher silenciada e sexualizada, tratada como uma tela de celebridade para os outros se projetarem, em vez de um ser humano com seus próprios pensamentos e sentimentos”, diz o artigo. “Mas Annie é fictícia e Erin não. O tormento não termina para ela após os créditos da série, porque não há desligamento.” Além de compartilhar a postagem, Moriarty também inseriu a sua própria opinião na legenda, falando de como ela já se sentiu “silenciada” e “desumanizada” por causa das muitas críticas relacionadas à sua personagem e à sua aparência. “Eu me sinto silenciada. Eu me sinto desumanizada. Eu me sinto paralisada. Eu coloquei sangue, suor e lágrimas nesse papel (repetidas e repetidas vezes)”, disse Moriarty. “Então, com isso eu digo: a) obrigada a @butcherscanary b) isso parte meu coração – eu abri uma veia para esse papel e esse tipo de trollagem é exatamente contra o que essa personagem (Annie) se posicionaria, e c) todos estão passando por suas próprias batalhas; não vamos adicionar ódio a isso. Eu nunca iria intencionalmente (e ESPECIALMENTE) adicionar ódio publicamente à sua batalha.” Ao final, Moriarty afirmou que “isso só fortaleceu meu músculo de empatia e, para todos que vêm até mim: eu vejo vocês, eu não os odeio, eu só simpatizo e os perdoo.” A postagem da atriz rendeu comentários de alguns dos seus colegas de elenco. Antony Starr, intérprete do vilão Capitão Pátria (Homelander), comentou: “Apoio você e o que você disse aqui 100%. Bem colocado. Seu trabalho na série é e sempre foi estelar e você é linda por dentro e por fora. Continue brilhando.” O protagonista Jack Quaid também postou um comentário. “Amo você Erin. Estamos todos aqui para você. Você é uma força da natureza incrível e talentosa e me considero incrivelmente sortudo por conhecê-la. Continue brilhando. Deixe os trolls conosco. Nós te protegemos”, disse ele. As três primeiras temporadas de “The Boys” estão disponíveis no serviço de streaming Prime Video, da Amazon. A 4ª está atualmente em produção.
Tulsa King: Veja o trailer da primeira série estrelada por Sylvester Stallone
A Paramount+ divulgou o trailer legendado de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.
Eddie Redmayne é serial killer no trailer de “O Enfermeiro da Noite”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Enfermeiro da Noite” (The Good Nurse), suspense estrelado por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e Jessica Chastain (“A Grande Jogada”). O filme gira em torno da história real do assassino Charlie Cullen (personagem de Redmayne), um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Chastain vive uma enfermeira com quem ele trabalhava e que, confrontada com a verdade pela polícia, arriscou tudo para conseguir provas e incriminá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marcará a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. O elenco ainda conta com Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Noah Emmerich (“The Americans”) e Nnamdi Asomugha (“When the Street Lights Go On”). A produção é do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”). A estreia está marcada para 26 de outubro na Netflix.
Os 200 anos da independência do Brasil em filmes, séries e novelas
Neste 7 de setembro que marca os 200 anos da proclamação da Independência, preparamos uma lista com 10 opções de filmes, séries e novelas que tratam, direta ou indiretamente, do tema da independência do Brasil, com diferentes títulos sobre o período histórico em suas diversas abordagens ao longo do tempo. Há obras disponíveis de graça no YouTube, outras em plataformas de assinatura, um filme em cartaz nos cinemas e uma série que estreia nesta data na TV aberta. Figuras históricas como Dom Pedro I têm destaque nessas obras, que também encontram espaço para outras personalidades importantes da independência, como Maria Leopoldina, Tiradentes e até a Marquesa de Santos, amante de Dom Pedro. Confira abaixo. | INDEPENDÊNCIA OU MORTE | YOUTUBE Filme brasileiro lançado em 1972 para celebrar os 150 anos da declaração da independência, “Independência ou Morte” é a versão chapa branca da História, com direito à recriação do quadro homônimo de Pedro Américo, além de mostrar outros eventos focados na figura da Marquesa de Santos (Glória Menezes, de “A Favorita”), amante de Dom Pedro I (Tarcísio Meira, de “A Lei do Amor”). Por isso, o final, com o exílio de Dom Pedro, só faz sentido quando se vê “A Viagem de Pedro”. O elenco também é formado por Dionísio Azevedo (“Eternidade”) no papel de José Bonifácio, Kate Hansen (“O Portador”) como a Imperatriz Leopoldina, Manuel de Nóbrega (criador do programa “A Praça da Alegria”) interpretando o Rei João VI e Heloísa Helena (“Roque Santeiro”) como Carlota Joaquina. A direção é de Carlos Coimbra (“Os Campeões”). | A VIAGEM DE PEDRO | NOS CINEMAS Cauã Reymond (“Alemão”) vive Dom Pedro I nesse drama histórico dirigido por Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”) que acompanha o imperador brasileiro em sua viagem de exílio, após ser expulso do país que ele fundou. Destronado, depressivo e doente, ele busca encontrar forças durante a travessia do Atlântico para enfrentar seu irmão, que usurpou seu trono em Portugal, enquanto recorda seu período no Brasil, desde a chegada na colônia à proclamação da independência. O elenco ainda destaca a alemã Luise Heyer (da série “Dark”) como a imperatriz Leopoldina, a artista plástica Rita Wainer, que estreia como atriz no papel de Domitila de Castro, a Marquesa de Santos, o irlandês Francis Magee (“Into the Badlands”), o guineense Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”) e vários atores portugueses, com destaque para Luísa Cruz (“As Mil e uma Noites”), João Lagarto (“O Filme do Bruno Aleixo”) e Victória Guerra (“Variações”). | O QUINTO DOS INFERNOS | GLOBOPLAY Criada por Carlos Lombardi (autor da novela “Kubanacan”) e com direção geral de Wolf Maya (“Amor à Vida”), a série “O Quinto dos Infernos” (2002) mistura comédia e erotismo ao contar a história da vinda da família real para o Brasil. Com uma narrativa que se estende por algumas décadas, a série focou primeiro na figura do rei Dom João (interpretado por André Mattos, de “Narcos”) e depois foi protagonizada por Dom Pedro I (Marcos Pasquim, de “Juntos e Enrolados”). O grandioso elenco ainda conta com Luana Piovani (“A Mulher do Meu Marido”), Caco Ciocler (“Simonal”), Danielle Winits (“Tudo Bem No Natal Que Vem”), Humberto Martins (“Esquadrão Antissequestro”), Betty Lago (“Vidas em Jogo”), Bruna Lombardi (“A Vida Secreta dos Casais”), Cláudia Abreu (“Desalma”), Nair Bello (“Kubanacan”), Eva Wilma (“Verdades Secretas”), José Wilker (“O Maior Amor do Mundo”), Taís Araújo (“Aruanas”) e Lima Duarte (“O Outro Lado do Paraíso”). | FILHOS DA PÁTRIA | GLOBOPLAY Criada por Alexandre Machado (“Shippados”) e Bruno Mazzeo (“E Aí… Comeu?”), essa série de comédia tem início em 1822 e explora a promessa de mudança alimentada pela recém-proclamada independência do Brasil. Entretanto, a série mostra que muitos dos problemas comuns à sociedade contemporânea já estavam presentes desde o início do país. O elenco é formado por Fernanda Torres (“Os Normais”), Alexandre Nero (“Império”), Matheus Nachtergaele (“Big Jato”), Johnny Massaro (“Verdades Secretas”) e Karine Teles(“Bacurau”). “Filhos da Pátria” teve duas temporadas, disponíveis no Globoplay. | NOVO MUNDO | GLOBOPLAY Exibida em 2017, “Novo Mundo” é uma novela criada por Thereza Falcão e Alessandro Marson (ambos de “A Regra do Jogo”) que tem como pano de fundo o período anterior à declaração da independência. A trama tem início em 1817, e acompanha Anna Millman (Isabelle Drummond, de “Turma da Mônica: Lições”), uma inglesa que trabalha como professora de português e se envolve com um ator português, Joaquim Martinho (Chay Suede, de “Minha Fama de Mau”), durante uma viagem para o Brasil. O motivo dessa viagem é o casamento do imperador Dom Pedro (Caio Castro, de “A Dona do Pedaço”) com a princesa de origem austríaca Maria Leopoldina (Letícia Colin, de “Entre Irmãs”). O elenco ainda conta com Ingrid Guimarães, Caco Ciocler (“Simonal”), Júlia Lemmertz (“Pequeno Segredo”), Felipe Camargo (“Além do Tempo”) e Babu Santana (“Tim Maia”). | MARQUESA DE SANTOS | YOUTUBE A amante de Dom Pedro I também é tema da minissérie “Marquesa de Santos”, produzida e exibida na extinta TV Manchete em 1984. Criada por Wilson Aguiar Filho (“Os Imigrantes”), a minissérie narra a história da independência a partir do olhar de Domitila de Castro Canto e Melo, que posteriormente ganharia o título de Marquesa de Santos. “Marquesa de Santos” foi estrelada por Maitê Proença (“Me Chama de Bruna”), Gracindo Júnior (“Magnífica 70”), Edwin Luisi (“Na Corda Bamba”) Maria Padilha (“A Regra do Jogo”), Leonardo Villar (“Chega de Saudade”) e Beth Goulart (“Vitória”). A direção ficou a cargo de Ary Coslov (“Guerra dos Sexos”). | O NATAL DO MENINO IMPERADOR | YOUTUBE Especial de Natal produzido pela Rede Globo em 2008, “O Natal do Menino Imperador” mostra Dom Pedro II (Sérgio Britto, de “O Maior Amor do Mundo”) aos 65 anos contando ao neto Antônio (Rafael Miguel, de “Cama de Gato”) algumas das passagens mais marcantes de sua vida. Dentre as histórias contadas por Dom Pedro II, destaca-se a sua relação com pai, Dom Pedro I (Reynaldo Gianecchini, de “Bom Dia, Verônica”). O programa tem narração de Fernanda Montenegro (“O Outro Lado do Paraíso”) e o elenco ainda conta com Luiz Carlos Vasconcelos (“Marighella”), Aracy Balabanian (“Sai de Baixo: O Filme”), Guilherme Weber (“O Negócio”) e o cantor Lenine. A direção foi dividida entre Allan Fiterman (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”), Flávia Lacerda (“Chapa Quente”), Luiz Henrique Rios (“Pega Pega”) e Denise Saraceni (também de “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”). | CARLOTA JOAQUINA, PRINCESA DO BRAZIL | CLARO VIDEO Principal título da retomada do cinema brasileiro, “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil” (1995) é outra obra que conta a história da vinda da família real portuguesa para o Brasil, desta vez pelo de Carlota Joaquina de Bourbon (interpretada por Marieta Severo, de “A Grande Família”), esposa do rei D. João VI (Marco Nanini, também de “A Grande Família”). Dirigido por Carla Camurati (“Irma Vap – O Retorno”), o filme explorou a temática histórica através de uma abordagem cômica, o que agradou as plateias e transformou o filme em um grande sucesso nacional. O elenco ainda conta com Maria Fernanda (“Olho por Olho”) como a Rainha Maria I, Marcos Palmeira (“Pantanal”) como Dom Pedro I e Beth Goulart (“Vitória”) como a Princesa Maria Teresa de Bragança. | OS INCONFIDENTES | YOUTUBE Co-produção brasileira e italiana lançada em 1972, “Os Inconfidentes” é o melhor filme sobre a história do movimento separatista conhecido como Inconfidência Mineira, prelúdio da independência, que foi reprimido pela Coroa portuguesa em 1789 e culminou na execução do líder do movimento, Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes (que no filme é interpretado pelo saudoso José Wilker, de “O Maior Amor do Mundo”). O elenco ainda conta com Luís Linhares (“O Homem do Pau-Brasil”), Paulo César Peréio (“Magnífica 70”), Fernando Torres (“S.O.Z: Soldados o Zombies”) e Carlos Kroeber (“Barriga de Aluguel”). Dirigido por Joaquim Pedro de Andrade (“Macunaíma”), “Os Inconfidentes” figura na lista dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos, realizada pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). | INDEPENDÊNCIAS | TV CULTURA Criada por Luiz Fernando Carvalho em parceria com Luís Alberto de Abreu (ambos de “Capitu” e “Hoje É Dia de Maria”), “Independências” é uma série estruturada em cima do conceito de “Nova historiografia”. Trata-se de uma releitura histórica a partir de uma abordagem alternativa, com personagens que normalmente não aparecem na história “convencional”, mas que tiveram importância no desenrolar dos eventos históricos. A série aponta, por exemplo, a importância de mulheres no processo independência, destacando, entre outras, a participação de Maria Leopoldina, esposa de Dom Pedro I – quem realmente assinou a recomendação de independência do Brasil. O grandioso elenco é composto por Antonio Fagundes (“Deus É Brasileiro”), Daniel de Oliveira (“Aruanas”), Isabél Zuaa (“As Boas Maneiras”), Ilana Kaplan (“A Vila”), Gabriel Leone (“Dom”), Maria Fernanda Candido (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Marat Descartes (“Trabalhar Cansa”) e as cantoras Fafá de Belém e Margareth Menezes. “Independências” tem um total de 16 episódios episódios, que começam a ser exibidos nesta quarta (7/9), na TV Cultura.
Mila Kunis vive “Uma Garota de Muita Sorte” em trailer dramático
A Netflix divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Uma Garota de Muita Sorte” (Luckiest Girl Alive), drama estrelado pela atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”). A prévia mostra a protagonista vivendo uma vida de sonhos, até que segredos de seu passado começam a desmantelar essa ilusão. Adaptação do best-seller de Jessica Knoll, a trama gira em torno de Ani FaNelli, uma nova-iorquina de língua afiada que parece ter de tudo: uma posição importante em uma revista sofisticada, um guarda-roupa matador e um casamento dos sonhos no horizonte. Mas quando o diretor de um documentário de true crime a convida a revelar um chocante incidente que aconteceu quando ela era adolescente numa escola prestigiosa, ela é forçada a enfrentar uma verdade sombria que ameaça desmontar sua vida meticulosamente elaborada. A própria escritora, que usou sua experiência como ex-editora da revista Cosmopolitan como inspiração para a história, assina o roteiro. Já a direção está a cargo de Mike Barker, que volta a filmar longa-metragens após 14 anos dedicados a séries como “The Handmaid’s Tale” e “Fargo”. Além de Kunis, o elenco destaca Finn Wittrock (“American Horror Story”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”), Connie Britton (“The White Lotus”), Jennifer Beals (“The L Word: Generation Q”), Justine Lupe (“Maravilhosa Sra. Maisel”) e Chiara Aurelia (“Cruel Summer”). A estreia está marcada para 7 de outubro.
Eddie Redmayne é serial killer em fotos de “O Enfermeiro da Noite”
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “O Enfermeiro da Noite” (The Good Nurse), suspense estrelado por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e Jessica Chastain (“A Grande Jogada”). As fotos destacam os dois atores como funcionários de um hospital. Além disso, a personagem de Chastain é vista sozinha, cuidando dos filhos e conversando com a polícia. O filme vai narrar a história real do assassino Charlie Cullen (personagem de Redmayne), um enfermeiro que era considerado um bom marido, pai, amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Chastain vive uma enfermeira com quem ele trabalhava e que arriscou tudo para capturá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marcará a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. O elenco ainda conta com Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Noah Emmerich (“The Americans”) e Nnamdi Asomugha (“When the Street Lights Go On”). A produção é do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”). “O Enfermeiro da Noite” estreia 26 de outubro na Netflix.
Atriz de “Sabrina” vai estrelar filme com The Rock
A atriz Kiernan Shipka, estrela de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, entrou no elenco de “Red One”, novo filme de ação estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. Depois de fazer o “Red Alert” (Alerta Vermelho) na Netflix, Johnson vai estrelar e produzir o “Red One” na Amazon Prime Video. O elenco também inclui Chris Evans, o Capitão América da Marvel. Detalhes sobre o enredo de “Red One” e os papéis do elenco estão sendo mantidos em sigilo. Mas o projeto é anunciado como uma comédia de ação e aventura que percorre o mundo e se passa na temporada de férias de fim de ano. O projeto foi concebido por Hiram Garcia, sócio de Johnson na produtora Seven Bucks. O roteiro final foi escrito por Chris Morgan, responsável pelos filmes mais bem-sucedidos da franquia “Velozes e Furiosos” – inclusive o derivado “Hobbs & Shaw”, estrelado por Johnson. E a direção está a cargo de Jake Kasdan, que também trabalhou com Johnson nos dois filmes recentes de “Jumanji”. A produção será filmada ainda em 2022 e tem previsão de estreia para o final de 2023. Desde a morte de Sabrina, no cancelamento da série da Netflix, Shipka tem se mantido bastante ocupada. Ela até ressuscitou Sabrina para participar de dois episódios de “Riverdale”, gravou as minisséries “Swimming with Sharks” do Roku Channel e “The White House Plumbers” da HBO, além de ter filmado quatro longas. Um deles, “Wildflower”, com Alexandra Daddario e Jean Smart, terá première mundial no Festival de Toronto na próxima segunda (12/9).
Neil Gaiman ironiza Elon Musk por criticar “O Senhor dos Anéis”
O escritor Neil Gaiman, criador de “Sandman”, retrucou a crítica negativa de Elon Musk sobre “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, da Amazon. Em um tuite publicado nesta terça-feira (6/9), Gaiman ironizou: “Elon Musk não me pede conselhos sobre como deixar de comprar o Twitter, e eu não o procuro para críticas de cinema, TV ou literatura”. O comentário foi uma resposta de Gaiman a comentários curtos e negativos do bilionário sobre a série que chegou ao Prime Video na noite de quinta-feira (1/9). “Tolkien está se revirando em seu túmulo”, Musk escreveu num primeiro post, citando o autor dos livros originais de “O Senhor dos Anéis”. E, em seguida, fez sua justificativa: “Quase todo personagem masculino até aqui é um covarde, um idiota ou ambos. Apenas Galadriel é corajosa, inteligente e simpática”. Como toda generalização, o comentário não corresponde à verdade, mas pega carona numa campanha misógina e racista contra a série, que encontra eco entre os trolls do Twitter. De todo modo, a motivação de Musk não é o de um suposto fã de Tolkien, mas é resultado de uma rixa com o fundador da Amazon, Jeff Bezos, que nada tem a ver com a série. A briga entre os dois se deve à rivalidade entre a Space X, de Musk, e a Blue Origin, de Bezos. As duas companhias espaciais chegaram a se processar em 2014, devido a disputas de patentes e contratos com a NASA. E desde então os dois travam guerras de narrativas. Em 2020, Musk chegou até a incentivar o enquadramento da Amazon como monopólio para que sofresse sanções do governo dos EUA. Esperar que o bilionário elogie um lançamento da Amazon é o mesmo que esperar que Bolsonaro elogie Lula. Independentemente da opinião de Musk, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” é um sucesso para o Prime Video, visto por mais de 25 milhões de espectadores em seu primeiro dia. Isso respresenta o melhor desempenho para uma produção original da Amazon de todos os tempos. A 1ª temporada de oito episódios segue sendo disponibilizada às sextas na plataforma, até 14 de outubro. Elon Musk doesn't come to me for advice on how to fail to buy Twitter, and I don't go to him for film, TV or literature criticism. https://t.co/WpyXhQlqIh — Neil Gaiman (@neilhimself) September 6, 2022
Nova animação do diretor de “Coraline” ganha trailer sinistro
A Netflix divulgou o trailer de “Wendell and Wild”, nova animação em stop-motion dirigida por Henry Selick. A prévia mantém o clima sinistro dos desenhos anteriores do diretor, os impressionantes “Coraline” (2009) e “O Estranho Mundo de Jack” (1993) A trama acompanha dois irmãos demônios, Wendell e Wild, que contam com a ajuda de Kat Elliot, uma adolescente de 13 anos, para fazer uma conjuração que os permita entrar na Terra dos Vivos. O roteiro foi escrito pela dupla Jordan Peele (o diretor de “Não! Não Olhe”) e Keegan Michael-Key (ator de “A Bolha”), que retomam a parceria da série “Key and Peele” (2012-2015). Além disso, eles dublam os personagens do título. A atriz Lyric Ross (“This Is Us”) faz a voz de Kat e o elenco de dubladores ainda inclui Angela Bassett (“Pantera Negra”), Ving Rhames (“Missão: Impossível”), James Hong (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), Ramona Young (“Eu Nunca…”) e Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”). O vídeo também revela que a estreia vai acontecer em 28 de outubro. Veja abaixo o trailer em duas versões: dublada em português e com as vozes originais.












