Bruno Gagliasso compartilha imagens de nova série da Netflix
“Santo” mal estreou e Bruno Gagliasso já está no elenco de outra atração da Netflix. Nesta quarta (28/9), ele compartilhou duas imagens dos bastidores de “Candelária”, que terá quatro episódios e retrata a Chacina da Candelária, no Rio de Janeiro. As imagens incluem o roteiro do segundo episódio e um registro de mãos unidas, com colares de miçangas usadas por devotos do candomblé. “Eu seguro minha mão na sua para que juntos possamos fazer aquilo que eu não posso fazer sozinho. Orgulho de fazer parte desse projeto”, escreveu Gagliasso ao lado das imagens, adicionando o nome da produção. O crime conhecido como Chacina da Candelária aconteceu na noite de 23 de julho de 1993, pouco antes da meia-noite, quando um táxi e um Chevette com placas cobertas pararam em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para seus ocupantes atirarem contra dezenas de pessoas, a maioria adolescentes, que estavam dormindo na região. Oito pessoas morreram, incluindo crianças, e as investigações descobriram que os autores dos disparos eram milicianos. A produção tem como showrunner o cineasta Luis Lomenha (“Luto como Mãe”), que também divide a direção dos episódios com Marcia Faria (“Me Chama de Bruna”), e vai acompanhar as 36 horas que antecedem a tragédia pelo ponto de vista de quatro crianças. Lomenha é uma das mãos retratadas na imagem divulgada por Gagliasso. As outras são da atriz e dançarina Valeria Monã e do ator Patrick Congo. O elenco da série ainda inclui o veterano Antônio Pitanga, o cantor Péricles, Leandro Firmino, Maria Bopp e Stepan Nercessian. “Candelária” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)
Canal americano e plataforma de streaming Epix vira MGM+
O canal pago americano e serviço de streaming Epix vai se chamar MGM+. Anunciada nesta quarta (28/9), a mudança serve como forma de alinhar a marca à seu dono, MGM, depois que o estúdio comprou o Epix em 2017 pelo valor de US$ 1 bilhão, e segue a tendência – vislumbrada neste mesmo dia com a transformação da Starzplay em Lionsgate+ – de plataformas com nomes de estúdios seguidos pelo sinal de “plus”. Apesar da mudança, o streaming da nova MGM+ vai continuar a operar nos EUA por meio do serviço Prime Video (uma vez que a MGM foi comprada pela Amazon no ano passado). A Amazon já oferece a assinatura da MGM dentro de seu pacote de “canais” de streaming no Brasil. Esse canal deve passar a adotar a nova nomenclatura, MGM+, e incluir algumas novidades da programação do Epix. A mudança de nome passará a valer a partir de 15 de janeiro, mesmo dia da estreia da 3ª temporada da série “Godfather of Harlem”, produção original do Epix/MGM+. Outras séries exclusivas do serviço incluem “Billy the Kid”, “From”, “Rogue Heroes” e “Belgravia”. “A MGM é uma das marcas mais icônicas e amadas da era de ouro do entretenimento”, disse Michael Wright, chefe da MGM+. “Esta nova marca é uma promessa para os espectadores novos e existentes de que a MGM+ será o lugar para encontrar a televisão que reflete e celebra o legado da icônica marca MGM. Uma programação cinematográfica com narrativa sofisticada que diverte, encanta, surpreende e transporta. A MGM é a televisão para os amantes do cinema.” A mudança será acompanhada por novas produções do serviço, como a série “Hotel Cocaine”, criada por Chris Brancato (“Godfather of Harlem”), um thriller policial ambientado no início dos anos 1980, que deve estrear em 2023. Outra novidade foi o anúncio da 2ª temporada de “Belgravia”. Intitulada “Belgravia: The Next Chapter”, a temporada vai se passar em 1865, 25 anos após os eventos mostrados anteriormente, e vai acompanhar a história de Frederick Trenchard e seu novo interesse amoroso, Clara Dunn. Entre as produções de não-ficção, serão realizados um documentário sobre os assassinatos da casa mal-assombrada de Amityville, que inspiraram uma famosa franquia de terror, e outro sobre a cena musical psicodélica de São Francisco entre 1965 e 1975 – este último terá produção da Amblin, de Steven Spielberg. Além disso, a MGM+ contará com o catálogo da MGM, incluindo as franquias “James Bond” e “Rocky”, além de filmes elogiados como “O Silêncio dos Inocentes” (1991), “Casa Gucci” (2021) e “Licorice Pizza” (2021), entre muitos outros. Nos EUA, o canal Epix também opera uma rede de canais alternativos e streamings, que serão todos renomeados para refletir o foco na MGM. O Epix 2 se tornará MGM+ Hits, o Epix Hits se tornará MGM+ Marquee, e o Epix Drive-In vai se chamar MGM+ Drive-In.
Saiba porque “Blonde” virou o filme mais proibido da Netflix
O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, chegou à Netflix nessa quarta (28/9) com a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming. Para se ter ideia, “Blonde” foi considerado mais impróprio que o drama erótico “365 Dias” (2020), que recebeu “apenas” a classificação indicativa “R” (equivalente a 16 anos no Brasil), devido ao seu forte conteúdo sexual. Embora a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, não divulgue as cenas específicas que motivaram a censura etária, é possível supor que isso se deva à combinação de diferentes temáticas e imagens mostradas no filme. Um dos motivos considerados foi o excesso de cenas de nudez, incluindo nudez frontal masculina e feminina. Marilyn, interpretada pela atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”), é vista nua durante boa parte do filme. “Blonde” também apresenta cenas de violência contra mulheres e até contra criança. E, se isso ainda não fosse suficiente, há ainda uma cena de aborto mostrada em close-up. Mas o diretor Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) acredita que uma cena em particular tenha impressionado mais os censores. Em determinado momento, a Marilyn de Ana de Armas aparece masturbando o presidente Kennedy (interpretado por Caspar Phillipson, de “Jackie”). Como não consegue atingir o clímax, o presidente então força a atriz a fazer sexo oral nele. A cena é filmada em close, mostrando o sofrimento e o desconforto da atriz. Em entrevista ao CinemaBlend, Dominik destacou que a cena “provavelmente” foi o fator determinante da classificação elevada. “Mas é difícil dizer, porque eles são um cofre. Eles não explicam, eles só dão dicas sobre o que pode ser problemático”, acrescentou. “Acho que tem muito a ver com quem está (na cena). Mas, por outro lado, as pessoas parecem estar chateadas com o filme ou sofrendo gatilhos com o filme. Então, talvez ele seja mais eficaz do que eu pensava.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. Essa classificação é quase um certificado de óbito para um filme que precisa ser exibido nos cinemas, uma vez que limita demais o seu público. O filme “Showgirls” (1995) até tentou capitalizar em cima da curiosidade gerada por seu rótulo de “NC-17”, mas só arrecadou US$ 20 milhões nas bilheterias. Desde então, os realizadores normalmente optam por fazer cortes nas cenas polêmicas para conseguir uma classificação mais branda. Foi o que aconteceu com “Coração Valente” (1995), “Pânico” (1996), “American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível” (1999), “Team America: Detonando o Mundo” (2004) e “King’s Man: A Origem” (2021), entre outros. Entre os filmes que receberam a classificação “NC-17” e ainda assim mantiveram a edição original, destacam-se “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), de David Cronenberg, “Os Sonhadores” (2003), de Bernardo Bertolucci, e “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche. Andrew Dominik chegou a revelar que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por manter tudo o que quis e por colocar seu filme na lista dos “proibidões”. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Apesar disso, a atriz Ana de Armas não concordou com a classificação. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde’”, disse ela à revista francesa L’Officiel. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. Mas apesar dos elogios à interpretação corajosa da atriz cubana, longamente aplaudida durante a première do filme no Festival de Veneza, o longa dividiu a crítica e chegou à Netflix com apenas 50% de aprovação da crítica, conforme a média calculada pelo portal americano Rotten Tomatoes. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Assista ao trailer.
Plataforma de streaming Starzplay vira Lionsgate+
O estúdio Lionsgate, dono do canal pago Starz e da plataforma Starzplay, anunciou nesta quarta (28/9) que seu serviço de streaming mudou de nome. A Starzplay passa a partir de agora a se chamar Lionsgate+, refletindo a tendência de Hollywood de batizar seus streamings com o nome do estúdio seguido pelo símbolo de “plus”. É o que acontece, por exemplo, com a Disney+. A ironia é que a Lionsgate chegou a travar uma briga jurídica com a Disney no Brasil para impedir que a empresa batizasse seu segundo serviço de Star+, alegando semelhança de nomes. Chegou a vencer na Justiça, travando a campanha de lançamento da Star+, o que forçou a Disney a fechar um acordo extrajudicial em agosto do ano passado, no valor de R$ 50 milhões, para estrear a plataforma no país. Agora, R$ 50 milhões mais rica, a Starzplay simplesmente decidiu mudar de nome. A iniciativa, porém, é mundial. Além do Brasil, a plataforma vai virar Lionsgate+ em 34 países da América Latina, Europa e Ásia. “Operar internacionalmente sob o Lionsgate+ traz uma identidade distinta e diferenciada em um mercado internacional cada vez mais concorrido e se baseia no valor da marca no nome Lionsgate, que nossa extensa pesquisa provou ser forte em todo o mundo. Mesmo com a separação da Starz e do negócio de estúdios da Lionsgate, a marca Lionsgate continuará sendo valiosa para o sucesso contínuo de nossa plataforma internacional”, disse Jeffrey Hirsch, presidente e CEO da Starz, em comunicado à imprensa. A menção à separação da Starz se deve à intenção da Lionsgate de vender o canal pago americano e até o próprio estúdio, mas separadamente. Por isso, o ato de rebatizar a plataforma sugere que o estúdio pretende manter o streaming, caso venda o canal. Por outro lado, isto também dificulta a venda do Starz e deixa indefinido, para possíveis interessados na aquisição, se a plataforma está atrelada ao estúdio ou ao canal, porque nos EUA a Starzplay não mudou de nome. O agora Lionsgate+ internacional tem diversas séries originais exclusivas, como a franquia “Power”, “The Great”, “The Girl From Plainville”, “Gangs of London” e “The Serpent Queen”, entre muitas outras. A assinatura do streaming custa R$ 14,90 por mês no Brasil e também pode ser adquirida em combos de TV por assinatura ou de outras plataformas de streaming, como o Prime Video, Globoplay e Star+. Confira abaixo o vídeo que anuncia a mudança de nome.
Tim Maia narra sua própria história em série da Globoplay
O serviço de streaming Globoplay lança nessa quarta (28/9) a série documental “Vale Tudo com Tim Maia”, no dia em que o cantor completaria 80 anos. Morto em 1998, aos 55 anos, Tim Maia é reconhecido até hoje como um dos maiores cantores do Brasil, e a série documental visa celebrar sua vida e carreira por meio de uma abordagem diferente. A história de Tim Maia já foi narrada em diferentes mídias, como no filme de ficção “Tim Maia” (2014), dirigido por Mauro Lima, e no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta. Em ambos os casos, porém, foi contada por outras pessoas. Na série da Globoplay, é ele quem conta a sua história. Dirigida pelo próprio Nelson Motta em parceria com o documentarista Renato Terra (“Narciso em Férias”), “Vale Tudo com Tim Maia” mostra a história do cantor por meio de seus próprios depoimentos, complementando sua trajetória por meio de imagens de arquivo, entrevistas e shows. A escolha por esse ponto de vista único, do próprio cantor, tem um motivo muito claro. “Ninguém conta melhor a sua história do que ele, com a sua linguagem, comédia e barbaridades”, explicou Motta à imprensa. “E Tim era um comediante nato, nós reforçamos isso nele como narrador.” “A série é um mergulho na originalidade e genialidade musical do Tim. Não há análises ou especialistas. O jeito que ele conta as histórias é de chorar de rir. A série é uma espécie de stand up comedy dançante. É aumentar o som e se preparar para rir, se emocionar e dançar”, completa Terra. Para compor o material da série, os realizadores contaram com o auxílio de Carmelo Maia, filho de Tim, que disponibilizou todo o seu acervo de fitas VHS e rolos de filme super-8, que mostram o cantor na sua intimidade. O resultado foram quase 30 minutos de cenas exclusivas, nunca vistas pelo público. O acesso a essas imagens, porém, não foi fácil. Carmelo Maia precisou vencer uma briga judicial com o irmão de criação, Leo Maia. Além destes registros de bastidores, a série também é composta por arquivos da TV Globo e de outras emissoras e rádios. “Vale Tudo com Tim Maia” contém três episódios. O primeiro narra a infância do cantor na Tijuca, a sua ida aos Estados Unidos e o começo do sucesso com os primeiros álbuns. O segundo episódio mostra o seu sucesso e as participações em programas de TV. Por fim, o terceiro episódio é dedicado aos seus momentos íntimos. Além disso, a série é embalada pelos maiores hits do cantor.
Netflix desiste de produzir série baseada nos quadrinhos de “Grendel”
A Netflix desistiu de produzir a série baseada em “Grendel”, quadrinhos cultuados da editora Dark Horse Comics. O projeto fazia parte de um contrato fechado há três anos com a editora, após o lançamento bem-sucedido da adaptação de “The Umbrella Academy”. A decisão foi tomada com a produção em andamento. “Grendel” chegou a gravar a maior parte de seus oito episódios iniciais sob comando de Andrew Dabb, que desenvolveu a recentemente cancelada “Resident Evil: A Série”. Mas não foi concluída. Com a decisão, os produtores vão levar o projeto para outros interessados. “Grendel” seria estrelada por Abubakr Ali (“Katy Keene”), o primeiro ator árabe muçulmano a interpretar um protagonista de uma série baseada em quadrinhos. O elenco também contava com Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”) como a paixão do protagonista, Jocasta Rose, e Julian Black Antelope (“Tribal”) como o antagonista Argent, um lobisomem nativo-americano que passa a caçar Grendel para impedir seus crimes brutais. Além deles, a menina Emma Ho (“Code 8: Renegados”) tem papel importante para o desfecho da trama, como a órfã Stacy Palumbo. Criado por Matt Wagner em 1982, o título reúne várias histórias sobre diferentes personagens que vivem Grendel, mas todas ligadas de uma forma ou outra a Hunter Rose, um escritor famoso, que se revela um habilidoso assassino após a morte da mulher que amava. Agindo à princípio como vigilante, ele logo muda de lado e se torna o chefão do crime de sua cidade. Mas sua história é curta. Outras pessoas assumem seu lugar e a trama prossegue até um futuro distópico, onde a história de Grendel se confunde com contos de terror sobre o diabo. Além de “The Umbrella Academy”, a Netflix tem apenas outra adaptação da Dark Horse em seu catálogo: uma série animada baseada em “Usagi Yojimbo”, o coelho samurai de Stan Sakai. Veja abaixo capas de diferentes fases da publicação de “Grendel”, inclusive da minissérie em que o vilão enfrenta Batman.
Robert Cormier, ator de “Slasher” e “Heartland”, morre aos 33 anos
O ator canadense Robert Cormier, que estrelou a série de terror “Slasher”, morreu na última sexta-feira (23/9), aos 33 anos, em um hospital em Etobicoke, Ontário (Canadá), após sofrer ferimentos numa queda. Nascido em Toronto em 14 de junho de 1989, Cormier estudou economia na Universidade de York, mas voltou a Toronto para estudar atuação em 2014. Dois anos depois, ele conseguiu uma participação especial em “Designated Survivor”, série estrelada por Kiefer Sutherland, que marcou sua primeira aparição nas telas. Seu papel mais proeminente foi o do malfadado Kit Jennings na 3ª temporada de “Slasher”, disponibilizada em 2019 na Netflix. No mesmo ano, ele também trabalhou em “Ransom”, que foi ao ar na rede CBS nos EUA, naquele ano. Suas participações mais recentes foram nas séries “Deuses Americanos” (American Gods), na Amazon Prime Video, e “Heartland”, também disponibilizada na Netflix. O perfil oficial de “Heartland” se manifestou sobre a perda: “Estamos profundamente tristes ao saber da morte de Robert Cormier. Ele era um membro amado do elenco de ‘Heartland’ nas duas últimas temporadas. Em nome do elenco e da equipe de ‘Heartland’, nossos pensamentos estão com ele e sua família durante esse período difícil”. Sua família também emitiu um comunicado: “Robert era um atleta, ator e um grande irmão. Ele tinha uma paixão por ajudar os outros e estava sempre procurando alcançar mais. Ele gostava de noites de cinema com sua família e admirava muito seu pai. Ele impactou muitas pessoas ao longo de sua vida, seja família, companheiros de equipe e amigos. A memória de Rob viverá através de sua paixão pela arte e cinema, bem como por suas três irmãs, que significaram o mundo para ele.” We are deeply saddened to learn of the passing of Robert Cormier. He was a beloved member of the Heartland cast the last two seasons. On behalf of the Heartland cast and crew, our thoughts are with him and his family during this difficult time. — Heartland (@HeartlandOnCBC) September 27, 2022
Astros de “Teen Wolf” e “Star Trek” entram na adaptação de “Avatar, a Lenda de Aang”
A plataforma Netflix anunciou uma nova leva de interpretes da série live-action de “Avatar: A Lenda de Aang”. Os novos nomes destacam Arden Cho (“Teen Wolf”) como June, George Takei (“Star Trek”) como Koh, Danny Pudi (“Community”) como Mecânico, Amber Midthunder (“Predador: A Caça”) como Princesa Yue, Momona Tamada (“Para Todos os Garotos”) como Ty Lee, Utkarsh Ambudkar (“Free Guy”) como Rei Bumi, Thalia Tran (“Council of Dads”) como Mai e James Sie reprisando o papel de Homem dos Repolhos que ele dublou na animação original. Eles se juntam a Gordon Cormier (“The Stand”) como o jovem Aang, mestre dos quatro elementos e guardião do equilíbrio e da paz no mundo, Kiawentiio (“Anne With an E”) como Katara, Ian Ousley (“13 Reasons Why”) como Sokka, e Dallas Liu (“PEN15”) como Zuko. Juntos, eles precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai, vivido por Daniel Dae Kim (“Havaí Cinco-0”), para encerrar a guerra contra a Nação do Fogo e salvar o mundo. Inspirada por animes japoneses, a série original de Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko se tornou uma das animações mais populares do canal pago infantil Nickeledeon. Além do sucesso nas telas, também venceu um Emmy e vários prêmios prestigiados, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards ao longo de suas três temporadas completas. Apesar da série ter conclusão, suas histórias continuam em quadrinhos até hoje, além de ter dado origem a outro sucesso televisivo, “A Lenda de Korra”, atração derivada da história principal que durou mais quatro temporadas. Os próprios criadores do desenho estavam à frente da adaptação, mas se desentenderam com a Netflix e abandonaram a produção no ano passado, sendo substituídos por Albert Kim (“Sleepy Hollow”). A Netflix também revelou que as gravações já começaram, mas a série ainda não tem previsão de estreia. Com eles ❤️https://t.co/euDYNR8gqd — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2022
“Dahmer: Um Canibal Americano” vira um dos maiores sucessos da Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), acumulou mais de 196 milhões de horas assistidas em sua primeira semana de exibição. Trata-se de uma das maiores audiências da Netflix desde que o serviço de streaming mudou a contabilização da audiência, em 2021. Para se ter uma ideia, o número de horas só ficou abaixo dos sucessos “Round 6”, “All of Us Are Dead”, da 4ª temporada de “Stranger Things” e da 2ª temporada de “Bridgerton”, todos recordistas de audiência. De todo modo, é difícil comparar esse desempenho com outras séries desenvolvidas por Ryan Murphy para a Netflix, como “The Politician” (lançada em setembro de 2019), “Hollywood” (maio de 2020), “Ratched” (setembro de 2020) e “Halston” (maio de 2021), uma vez que todas estrearam antes da plataforma mudar sua contabilização de dados. Mas é possível que este seja o maior sucesso do produtor no serviço de streaming. Os números de “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornam ainda mais impressionantes quando comparados à série que ficou em segundo lugar, a 2ª temporada da série “Fate: A Saga Winx”, que acumulou “apenas” 60 milhões de horas assistidas, seguida pela 5ª temporada de “Cobra Kai”, com 38 milhões de horas. Ou seja, “Dahmer: Um Canibal Americano” dominou a Netfix. A série mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada média pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 47% de aprovação. Assista abaixo ao trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”.
“The Witcher: A Origem” terá apenas quatro episódios
A minissérie “The Witcher: A Origem”, que servirá como prólogo de “The Witcher”, terá apenas quatro episódios. Originalmente prevista para durar seis capítulos, a produção passou por uma reformulação para, de acordo com o cocriador Declan de Barra, garantir o “fluxo de história ideal”. Em entrevista ao site Collider, o produtor explicou que a estrutura dos quatro episódios “aconteceu organicamente” e eles puderam alterar o projeto sem enfrentar entraves. Para ele, esta é uma das vantagens de não trabalhar em uma emissora de TV, mas em um serviço de streaming. “Queria que [a minissérie] fosse um soco na cara do qual você não consegue tirar os olhos”, concluiu. The Witcher: A Origem é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos da série principal, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e os eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). No recente evento Tudum, a Netflix também revelou que a atriz Minnie Driver (“Speechless”) se juntou ao elenco. A estreia está marcada para 25 de dezembro.
Atriz de “Jackie Brown” vai estrelar 2ª temporada de “Eles”
A atriz Pam Grier, ícone do cinema blaxpoitation e protagonista do filme “Jackie Brown” (1997), vai estrelar a 2ª temporada da série “Eles” (Them), desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. Intitulada em inglês “Them: The Scare”, a nova temporada vai contar uma história diferente, com novos personagens. Passada em 1991, a trama vai acompanhar a detetive Dawn Reeve, que precisa investigar um assassinato horrível. Porém, à medida que ela se aproxima da verdade, algo malévolo se apodera dela e da sua família. A detetive será interpretada por Deborah Ayorinde, que também estrelou a 1ª temporada de “Eles”, mas que aqui viverá uma personagem diferente. Grier será Athena, a mãe da protagonista, descrita como uma personagem inteligente e orgulhosa, mas cheia de segredos. O elenco ainda conta com Luke James (“The Chi”) no papel de um ator iniciante e sensitivo, Joshua J. Williams (“Manto e Adaga”) como o filho de Reeve, Jeremy Bobb (“The Outsider”) interpretando um detetive corrupto, e Wayne Knight (“12 Órfãos Poderosos”) como o supervisor da protagonista. Além deles, a série também contará com as participações de Carlito Olivero (“Step Up: High Water”), Charles Brice (“À Tona”) e Iman Shumpert (“The Chi”), “Eles” foi criada por Little Marvin, que também vai escrever a 2ª temporada e atuar como produtor e showrunner da atração. Ainda não há previsão de estreia. Pam Grier tem outros projetos encaminhados, como a sequência de “Cemitério Maldito” e o suspense “Cinnamon”, ambos já filmados, mas ainda sem data de lançamento.
Netflix fará série sobre um dos mais famosos atores de filmes adultos
A Netflix está desenvolvendo a série “Supersex”, que vai narrar a história de vida de Rocco Siffredi, um dos mais famosos atores de filmes adultos em atividade, que já fez mais de 1500 produções do gênero – a maioria como produtor. Criada por Francesca Manieri (“We Are Who We Are”) a série vai narrar a juventude do italiano bem dotado, sua relação com a família e a sua carreira nos filmes adultos. Embora a indústria do entretenimento adulto seja criticada pela maneira como trata as mulheres, a série deve ter uma abordagem distinta. “‘Supersex’ é a história de um homem que leva sete episódios e 350 minutos para dizer ‘eu te amo’, para aceitar que o demônio em seu corpo é compatível com o amor. Para fazer isso, ele deve expor a única parte dele que nunca vimos: sua alma”, explicou Manieri, em comunicado oficial. A série vai ser estrelada por Alessandro Borghi (“Devils”) no papel de Siffredi, e ainda contará com Jasmine Trinca (“O Franco-Atirador”), Adriano Giannini (“Emma e as Cores da Vida”) e Saul Nanni (“Amor & Gelato”). A direção dos episódios ficará a cargo de Matteo Rovere (“Veloz Como o Vento”), Francesco Carrozzini (“The Hanging Sun”) e Francesca Mazzoleni (“Succede”). “Supersex” deve estrear em 2023, na Netflix. A carreira de Rocco Siffredi já foi retratada antes no documentário “Rocco”, dirigido por Thierry Demaiziere e Alban Teurlai, que teve première no Festival de Veneza de 2016. Além do seu trabalho no cinema adulto, Rocco Siffredi também já participou de dois filmes de ficção: “Romance” (1999) e “Anatomia do Inferno” (2004), ambos de Catherine Breillat.
Malala vai produzir filme com diretor de “Não Olhe para Cima”
A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, pessoa mais jovem a ser laureada com um prêmio Nobel, vai produzir o filme “Disorientation” em parceria com o cineasta Adam McKay (“Não Olhe Para Cima”). O projeto será desenvolvido para a plataforma de streaming Apple TV+. Baseado no livro homônimo de Elaine Hsieh Chou, o filme vai contar a história de Ingrid Yang, uma estudante de doutorado de 29 anos que está desesperada para terminar sua tese sobre o falecido poeta Xiao-Wen Chou. Mas depois de anos de pesquisas, ela não tem muita coisa para mostrar. Até que Yang acidentalmente tropeça em uma nota curiosa nos arquivos do poeta e acaba fazendo uma descoberta explosiva. O projeto faz parte de uma parceria de programação entre a Apple TV+ e Malala Yousafzai, por meio da produtora da ativista, Extracurricular. A plataforma fechou um contrato de vários anos com Malala, que prevê o desenvolvimento de diversos programas originais para a plataforma. Além de “Disorientation”, outro projeto em desenvolvimento por meio dessa parceria é uma adaptação do livro “Fifty Words for Rain”, de Asha Lemmie, sobre uma mulher em busca de aceitação no Japão depois da 2ª Guerra Mundial, e um documentário sobre a sociedade matriarcal de pescadoras idosas de Haenyeo, na Coreia do Sul. Ambos os projetos de ficção serão estrelados por minorias. A protagonista de “Disorientation” é de origem taiwanês/americana, e a personagem principal de “Fifty Words for Rain” é negra/asiática. A ideia de trazer maior representatividade faz parte do objetivo de Malala com esses projetos. “O que eu espero trazer para a mesa são as vozes de mulheres não brancas, de roteiristas estreantes, e de cineastas e roteiristas muçulmanos”, disse a ativista à revista Variety. “Espero que possamos ter uma ampla gama de perspectivas e que desafiemos alguns dos estereótipos que mantemos em nossas sociedades. E também espero que o conteúdo seja divertido e que as pessoas se apaixonem pelos personagens e se divirtam juntos.” Nenhum dos projetos tem previsão de estreia. Adam McKay atualmente está envolvido no filme “Bad Blood”, sua nova parceria com a atriz Jennifer Lawrence (que estrelou “Não Olhe Para Cima”), que também não tem data de lançamento.












