Lily Collins vai estrelar série da Amazon
A atriz Lily Collins (“Emily em Paris”) vai produzir e estrelar a série “The Accomplice”, adaptação do livro de Lisa Lutz desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. A série vai acompanhar Luna Gray e Owen Mann, dois melhores amigos de faculdade, unidos para sempre por uma morte inexplicável dentro do seu círculo social, cujas vidas são novamente abaladas anos depois, quando a esposa de Owen é brutalmente assassinada. A adaptação está a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”), que também vai produzir a atração ao lado de Collins. “The Accomplice” ainda não tem previsão de estreia. Lily Collins será vista a seguir na 3ª temporada de “Emily em Paris”, que deve estrear em breve na Netflix. Ela também está envolvida no drama “Halo of Stars” e no suspense “Titan”, ambos sem previsão de estreia.
Anne Hathaway e Salma Hayek vão estrelar comédia de ação do autor de “Trem-Bala”
As atrizes Anne Hathaway (“WeCrashed”) e Salma Hayek (“Os Eternos”) vão estrelar a comédia de ação “Seesaw Monster”, baseada no livro de mesmo nome de Kotaro Isaka (o autor de “Trem-Bala”). “Seesaw Monster” batiza uma coleção de contos de Isaka, então há muitas maneiras pelas quais o livro pode ser adaptado. Mas uma história chama atenção por ser focada em duas mulheres com a idade das atrizes. Na trama, uma mulher questiona o passado misterioso de sua sogra e descobre segredos que colocam em risco sua família. As duas não se dão bem, mas acabam forçadas a trabalhar juntas após o passado da sogra se tornar uma ameaça. A Netflix, que está desenvolvendo o filme, descreve a obra como uma comédia de ação focada na parceria entre as personagens de Hathaway e Hayek. Além de estrelarem, as duas estrelas também vão produzir a obra. A adaptação ficou a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”) mas, até o momento, nenhum diretor foi contratado para comandar o filme, que ainda não tem previsão de estreia. Além de ter escrito o livro “Maria Beetle”, que deu origem ao filme “Trem-Bala” (2022), Kotaro Isaka também é autor do livro “Three Assassins”, que também já foi adaptado para o cinema, no filme “Grasshopper” (2015). Anne Hathaway tem diversos projetos pela frente, entre eles a comédia dramática “She Came to Me”, co-estrelada por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), sem previsão de estreia. E Salma Hayek será vista a seguir no filme “Magic Mike’s Last Dance”, terceiro filme da franquia “Magic Mike”, que é esperado em 2023 na HBO Max.
Olhar Indiscreto: Teaser quente apresenta nova série brasileira
A Netflix divulgou o teaser quente de “Olhar Indiscreto”, uma nova série brasileira de suspense, protagonizada por Débora Nascimento (“Pacificado”) e Emanuelle Araújo (“Samantha!”). O título entrega de cara a inspiração em “Janela Indiscreta”, mas a prévia com cenas tensas – e de outro tipo de tensão – sugere mais Brian De Palma (“Dublê de Corpo”) que Hitchcock. Seguindo a linha de suspense sensual, a produção traz Débora Nascimento como Miranda, uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Ela gosta de espiar pela janela a vida de Cléo (Emanuelle Araújo), uma prostituta de luxo e moradora do prédio em frente. Quando Cléo bate à sua porta e pede para Miranda cuidar de seu cachorro enquanto faz uma viagem, a vida da hacker muda para sempre e ela conhece o homem dos seus sonhos. No entanto, nada é exatamente o que parece. O elenco também destaca Nikolas Antunes (“A Vida Invisível”) e o português Ângelo Rodrigues (“Golpe de Sorte”). Escrita por Marcela Citterio (“Heidi, Bem-Vinda à Casa”) e com direção de Fabrizia Pinto (“Menino Maluquinho 2: A Aventura”) e Letícia Veiga (“Bem Me Quer”), “Olhar Indiscreto” ainda não tem previsão de estreia.
Record encurta “A Fazenda”. Fracasso da edição?
A Record TV surpreendeu peões e público na noite de quarta (9/11) ao informar que a próxima eliminação de “A Fazenda 14” será dupla. Todos esperavam uma roça falsa para compensar o fato de que o programa está com dois integrantes a menos, devido às expulsões de Tiago Ramos e Shayan Haghbin numa briga. Entretanto, ao anunciar uma eliminação dupla, a produção foi no caminho oposto, encurtando o programa. Seguindo o cronograma, caso não haja maiores surpresas, o reality vai acabar três semanas antes do prazo original. A decisão foi anunciada dias após correrem boatos de que “A Fazenda” estaria perdendo patrocinadores em meio ao clima tóxico da edição. Originalmente apresentada com pompa como patrocinadora da competição, a Netflix não está mais junto do programa e até os peões notaram, em conversa transmitida pelo Play Plus. Na terça (8/11), Ruivinha de Marte disse que o reality perdeu o patrocínio “daquele app de filme que não pode mais falar o nome, o que começa com ‘N'”, durante uma conversa com Bárbara Borges. Na época do anúncio da parceria com a Record, correu a informação de que a Netflix faria três ações de conteúdo em “A Fazenda” para divulgar produções nacionais. No prática, porém, foi só uma, sobre a série “Só Se For por Amor”, protagonizada por Lucy Alves, atualmente no ar na novela “Travessia”. Isso ocorreu logo no início do reality, antes do nível desandar. Como golpe de misericórdia, a vilã do programa, Deolane Bezerra, recusou-se a participar de uma ação patrocinada da edição nessa semana, dizendo que a Record teria que pagar mais pra ela se sujeitar a esse tipo de merchan. A advogada acabou obrigada a participar da dinâmica por questões contratuais, mas a má vontade com o patrocinador foi registrada. O público, por sinal, não entende a proteção exercida pela produção em relação a Deolane e seu grupo. Responsáveis por sabotar a edição com violência, ameaças e baixo nível, têm sido protegidos em várias ocasiões. O próprio Tiago Ramos, antes de ir pra cima de Shayan, fez tudo o que daria desclassificação, pedindo para sair e até abandonando o cenário do programa. Mesmo assim, recebeu aval para voltar e prejudicar a edição. Deolane, por exemplo, parece autorizada a dizer que vai “amassar” ou “pegar” os rivais fora do programa porque Adriane Galisteu não lhe chama – nem jamais chamou – atenção contra suas ameaças físicas, normalizando a agressividade da “Doutora”. O aviso da eliminação dupla também causou surpresa por não ter sido antecipado ao público, numa ação de falta de transparência, que tem rendido muitas críticas pelo timing, que caiu sob medida para prejudicar o grupo B, rival de Deolane. A comparação com o “BBB” tem sido cruel para a equipe de Rodrigo Carelli, uma vez que todas as regras de paredão do reality da Globo são antecipadas ao público, num regime de total transparência, que não permite casuísmos e a manipulação que o público de “A Fazenda” tem acusado os produtores de fazer nesta edição. O pior é que teria sido tão simples fazer uma boa edição. Bastaria eliminar Tiago no começo do programa, seguindo as próprias regras, e alertar Deolane de que baixarias não podem ser toleradas na televisão. Do jeito que está, parece que Deolane é a chefe de Carelli. Ela até espalhou que era dona de uma marca patrocinadora do programa – e não foi contestada por Galisteu – , como se isso fosse normal.
Vídeo apresenta escola sobrenatural da série “Wandinha”
A Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores da série “Wandinha” (Wednesday), que destaca a escola Nevermore, um internato exclusivo para adolescentes sobrenaturais. Junto de depoimentos do elenco e equipe, a prévia revela a arquitetura e as tribos do local, divididas entre vampiros, lobisomens e até sereias, todos com seus uniformes listrados tradicionais. A série vai retratar a filha caçula da Família Addams pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade mórbida. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para a tal Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais). A trama vai mostrá-la se relacionando com os novos colegas, alguns tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. O elenco destaca Jenna Ortega (“Pânico 5”) no papel-título, Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). A estreia está marcada para 23 de novembro.
Netflix revela novo trailer do “Pinóquio” de Guillermo del Toro
A Netflix divulgou um novo trailer da animação “Pinóquio” produzida pelo cineasta Guillermo del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”). Há mais de uma década em desenvolvimento – as primeiras imagens dos bonecos dos personagens foram divulgadas em 2011 – , a animação em stop-motion conta uma versão altamente estilizada da fábula de Carlo Collodi (1826–1890), que é descrita como uma história de amor e desobediência, mostrando como Pinóquio luta para corresponder às expectativas de seu pai Gepeto. Para fazer o filme, Del Toro se juntou com Mark Gustafson, animador de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), com quem divide a direção. A produção, por sua vez, conta com parcerias com a Jim Henson Company (“O Cristal Encantado: A Era da Resistência”) e a ShadowMachine (“BoJack Horseman”), e ainda tem fantoches criados pela produtora Mackinnon and Saunders (“Noiva Cadáver”). A versão dublada em idioma inglês conta com o estreante Gregory Mann como a voz de Pinóquio, Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) como o Grilo Falante e David Bradley (“Game of Thrones”) como Gepeto, além de Cate Blanchett (“Carol”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Ron Perlman (“Hellboy”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), John Turturro (“Transformers”) e Burn Gorman (“The Expanse”). O filme terá lançamento limitado nos cinemas em novembro, antes de chegar ao streaming em 9 de dezembro.
Ator de “Vikings” entra no elenco da série derivada de “Duna”
O ator Travis Fimmel (o Ragnar Lothbrok de “Vikings”) entrou no elenco de “Dune: The Sisterhood”, série derivada do blockbuster “Duna” (2021). Fimmel se junta às atrizes Emily Watson (“The Third Day”) e Shirley Henderson (“T2: Trainspotting”), anteriormente confirmadas na atração. A série vai se passar 10 mil anos antes dos eventos de “Duna” e é baseada no romance “Sisterhood of Dune”, escrito por Brian Herbert (filho de Frank Herbert, autor de “Duna”) e Kevin J. Anderson. A trama vai acompanhar as Irmãs Harkonnen (Watson e Henderson) enquanto elas combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem a lendária seita conhecida como Bene Gesserit. As Bene Gesserit possuem habilidades extraordinárias e total controle de sua mente e corpo. Após uma série de maquinações políticas e objetivos misteriosos, as Bene Gesserit são levadas até o planeta Arrakis, chamado por seus habitantes de Duna. Fimmel vai interpretar o papel de Desmond Hart, descrito como “um soldado carismático com um passado enigmático, que busca ganhar a confiança do Imperador às custas da Irmandade”. O elenco ainda conta com as adições de Indira Varma (“The Capture”), Sarah-Sofie Boussnina (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”), Shalom Brune-Franklin (“The Tourist”), Faoileann Cunningham (“O Homem do Norte”), Aoife Hinds (“Normal People”) e Chloe Lea (“Fundação”). “Dune: The Sisterhood” foi criada por Diane Ademu-John (produtora de “A Maldição da Mansão Bly”), que também vai produzir a atração e dividir a função de showrunner com Alison Schapker (produtora de “Westworld”). O cineasta Denis Villeneuve (diretor de “Duna”) também produz a série, cujo episódio piloto será dirigido por Johan Renck (“Chernobyl”). “Dune: The Sisterhood” está sendo desenvolvida para o serviço de streaming HBO Max e ainda não tem previsão de estreia. O projeto marcará o retorno de Travis Fimmel à HBO Max, depois de ele ter estrelado a série “Raised by Wolves”. Seus projetos futuros incluem a minissérie policial “Black Snow”, que estreia em janeiro de 2023.
4ª temporada de “Manifest” estreia em 1º lugar na Netflix
A estreia da primeira metade da 4ª temporada da série “Manifest”, que chegou ao catálogo da Netflix na última sexta (4/11), ficou em 1º lugar entre as séries em inglês mais vistas no serviço de streaming. Ao todo, a série acumulou mais de 57 milhões de horas assistidas em apenas três dias de exibição. O sucesso foi tanto que até mesmo a 1ª temporada de “Manifest” retornou ao Top 10 semanal da Netflix, ficando na 10ª posição. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. A atração não era uma produção original da Netflix. Mas a plataforma decidiu salvá-la do cancelamento, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar, uma vez que a série sempre manteve boas audiências em streaming. O 2º lugar do Top 10 semanal ficou com “Inside Man”, série criada por Steven Moffat (“Sherlock”) e estrelada por David Tennant (“Doctor Who”). A atração acumulou 52,9 milhões de horas asssistidas, seguida de perto pela série “Recomeço”, romance com Zoe Saldana, que acumulou mais de 50 milhões de horas assistidas durante a sua terceira semana de exibição. Fechando o Top 5 estão a 3ª temporada do reality show “Casamento às Cegas”, que segue um sistema de lançamento diferente (com blocos de episódios estreando semanalmente) e teve 47 milhões de horas assistidas, e “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro”, com 38 milhões de horas assistidas. Os números semanais mostram o enfraquecimento do domínio das séries de Ryan Murphy, que durante semanas lideraram as listas de séries mais assistidas. Embora “Bem-Vindos à Vizinhança” e “Dahmer: Um Canibal Americano” ainda apareçam na lista, em 6º e 8º lugar, com 35 e 28 milhões de horas assistidas, respectivamente, as séries não monopolizam mais os números semanais como costumavam fazer. Em vez das discrepâncias de números apresentadas antes, foi possível notar nessa semana uma divisão muito mais equilibrada entre as atrações. Vale destacar também que entre as séries internacionais, ou seja, não faladas em inglês, o 1º lugar ficou com a atração colombiana “Til Money Do Us Part”, que também acumulou incríveis 52,2 milhões de horas assistidas. Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “Manifest 5” 2. “Inside Man” 3. “Recomeço” 4. “Casamento às Cegas 3” 5. “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro” 6. “Bem-Vindos à Vizinhança” 7. “O Filho Bastardo do Diabo” 8. “Dahmer: Um Canibal Americano” 9. “Sally: Fisiculturismo e Assassinato” 10. “Manifest 1”
Disney supera Netflix com 235 milhões de assinantes no streaming
A Disney atingiu o número de 235 milhões assinantes nos seus serviços de streaming, que incluem Disney+, Hulu/Star+ e ESPN+. Com isso, o conglomerado abriu distância para a Netflix, que contabilizou 223,1 milhões de assinantes no trimestre passado. O carro-chefe da empresa, a Disney+, superou as expectativas de Wall Street, adicionando 12,1 milhões de assinantes e totalizando 164,2 milhões no último trimestre. Os números do Disney+ são impressionantes quando comparados aos do Hulu (que adicionou apenas 1 milhão de inscritos) e do ESPN+ (com mais 1,5 milhão). Mas a contabilidade não menciona os números da Star+ na América Latina. E vale apontar que na Europa o conteúdo de Hulu/Star+ é oferecido dentro da plataforma Disney+. Apesar do crescente número de assinaturas, as perdas financeiras, ligadas ao custo do streaming, também continuam a crescer, quase dobrando em relação ao ano passado. Nesse momento, a Disney já soma um prejuízo de US$ 1,47 bilhão entre despesas de produção de conteúdo, operação e ampliação de suas plataformas. Em um comunicado sobre a projeção de ganhos para o quarto trimestre fiscal da empresa, o CEO da Disney, Bob Chapek, sugeriu que as perdas no streaming atingiram o seu pico e que a empresa está caminhando em direção à lucratividade já a partir do ano fiscal de 2024. “O rápido crescimento do Disney+ em apenas três anos desde o lançamento é um resultado direto da nossa decisão estratégica de investir fortemente na criação de conteúdo incrível e lançar o serviço internacionalmente, e esperamos que nossas perdas operacionais diminuam no futuro e que a Disney+ ainda possa alcançar lucratividade no ano fiscal de 2024, supondo que não vejamos uma mudança significativa no clima econômico”, disse Chapek. Caso isso aconteça, a Disney será apenas a segunda empresa a atingir lucro com o streaming. Atualmente, apenas a Netflix contabiliza receitas positivas nesse mercado, após mais de uma década de prejuízo. Durante o seu comunicado com acionistas, Chapek disse que as perdas de streaming entraram num “ponto de virada” e delineou um plano de três frentes para atingir lucratividade: aumento no preço das assinaturas e plano com anúncios, “racionalização significativa” dos gastos com marketing, e conteúdo mais eficiente. Chapek enfatizou o modelo de assinatura com anúncios nessa estratégia. “Ao realinhar nossos custos e perceber os benefícios dos aumentos de preços e nosso plano com anúncios do Disney+ em 8 de dezembro, acreditamos que estamos no caminho para alcançar um negócio de streaming lucrativo que impulsionará o crescimento contínuo e gerará valor para os acionistas no futuro.” Segundo o CEO, a empresa já tem contratos com mais de 100 anunciantes para o seu plano de assinatura com anúncios. Por conta disso e dos relatórios dos rivais, Wall Street já está começando a prever a lucratividade no streaming, apontando que a guerra por assinantes estaria se aproximando do fim. A receita geral da Disney foi de US$ 20,1 bilhões no trimestre, abaixo das expectativas de Wall Street, com lucro operacional de US$ 1,6 bilhão. No segmento de mídia, a receita direta ao consumidor foi de US$ 4,9 bilhões no trimestre, representando um aumento de 8% ano a ano, enquanto a receita de redes lineares (TV aberta e paga) foi de US$ 6,3 bilhões, numa queda de 5% ano a ano. A receita operacional, no entanto, aumentou 6% nas redes lineares, refletindo melhores resultados na TV por assinatura e ganhos “modestos” no segmento de transmissão aberta. A empresa também comunicou que sua divisão de Parques, Experiências e Produtos teve seu melhor ano de todos os tempos, com US$ 7,4 bilhões em receita no trimestre e US$ 28,7 bilhões no ano fiscal de 2022.
Netflix cancela séries “Hierarquia” e “Imperfeitos”
A Netflix cancelou as séries “Hierarquia” (Partner Track) e “Imperfeitos” (The Imperfects) depois de apenas uma temporada. O cancelamento se deve ao fato de as séries não terem atingido grandes números de audiência. Enquanto “Imperfeitos” chegou a ficar no 3º lugar entre as séries mais assistidas da Netflix na sua semana de estreia, “Hierarquia” não passou da 4ª posição. Nenhuma das duas ficou mais do que três semanas no Top 10 semanal do serviço de streaming. Criada por Georgia Lee (roteirista de “The Expanse”) com base no livro de Helen Wan, “Hierarquia” acompanhava Ingrid Yun (Arden Cho, de “Teen Wolf”), uma advogada asiática jovem e idealista que tentava conseguir uma promoção num escritório de advocacia de Nova York dominado por homens brancos, ao mesmo tempo que travava uma batalha pessoal para não abandonar suas próprias convicções. A Netflix tinha grandes expectativas para “Hierarquia”, um drama romântico estrelado por uma protagonista asiática-americana. A 1ª e agora única temporada da série terminou com um grande cliffhanger, o que indicava a confiança dos realizadores na renovação. Não só isso, mas a equipe de roteiristas já estava trabalhando em ideias para uma possível 2ª temporada, antes mesmo da estreia da atração. Outro ponto que alimentava a esperança de renovação era o fato de a série ter um orçamento modesto, já que as decisões de renovação da Netflix são baseadas numa equação de custo versus audiência. No final das contas, nada disso foi suficiente. Já “Imperfeitos” foi criada por Shelley Eriksen e Dennis Heaton (criadores de “A Ordem”), e girava em torno de três jovens que se transformavam em monstros após passarem por uma terapia experimental. Com ajuda de uma cientista que também possuía seus próprios segredos, o trio decide caçar o responsável por sua transformação e forçá-lo a torná-los humanos novamente. A série era estrelada por Rhianna Jagpal (“Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”), Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), Morgan Taylor Campbell (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Italia Ricci (“Designated Survivor”). Apesar do cancelamento, Arden Cho e Iñaki Godoy vão continuar trabalhando na Netflix, ambas em adaptações de animes. Cho vai estrelar a série em live-action de “Avatar: The Last Airbender” e Godoy a adaptação de “One Piece”. Assista abaixo aos trailers das duas séries canceladas.
Novos protagonistas falam das polêmicas de “The Crown”: “Incomodando muita gente”
Os atores Dominic West e Elizabeth Debicki, intérpretes do príncipe Charles e da princesa Diana na 5ª temporada da série “The Crown”, sabem o tamanho do desafio que tem pela frente. Não apenas por assumir papéis que renderam vários prêmios para seus antecessores, Josh O’Connor e Emma Corrin. Mas também pelas polêmicas envolvendo a produção da Netflix. Ambos aceitaram falar sobre as controvérsias ao jornal The New York Times. E foram direto ao ponto. “A série parece estar incomodando muita gente”, resumiu West. “Se alguém acredita que não sentimos uma tremenda responsabilidade, essa pessoa estaria errada”, completou Debicki. Lançada nesta quarta (9/11) em streaming, a 5ª temporada de “The Crown” se passa na década de 1990, quando o então Príncipe Charles teve um caso extraconjugal com Camilla Parker-Bowles, que levou ao fim eu casamento com a Princesa Diana. O fato de a série retratar esse momento em específico, que ainda divide opiniões no Reino Unido, tem rendido muitas críticas de personalidades britânicas que afirmam que a Netflix estaria fazendo um “desserviço” ao público, passando a ideia de que a atração é um retrato genuíno da família real. Afinal, a série faz muitas suposições e inventa diálogos para contar uma história com reflexos na realidade, mas que é pura ficção. “Você está sempre muito consciente de que todos têm uma opinião forte sobre o que aconteceu, e as pessoas sabem de que lado elas estão. É um campo minado, até certo ponto”, disse West, quando questionado a respeito da responsabilidade de representar uma história conhecida do público. Debicki, por sua vez, enxerga o desafio como algo positivo. Segundo ela, isso representa “um exercício realmente interessante porque as pessoas trazem sua memória viva para essa história. Eu nunca tinha feito parte de qualquer coisa parecida”. Um dos motivos de “The Crown” estar sendo tão criticada é por causa da recente morte da Rainha Elizabeth II. Talvez em respeito à memória da rainha, parte do público britânico não quer vê-la representada de maneira negativa na atração. Quando questionado sobre a impacto da morte da rainha na série, West disse: “me lembro de sentir o quanto aquela morte tinha sido incrível, que efeito incrível ela teve, e que figura mundial maravilhosa e única a rainha foi. Mas outra coisa interessante foi que boa parte da 5ª temporada girava em torno do debate se Charles um dia se tornaria rei.” O ator ainda afirmou que, “na década de 1990, muita gente dizia que ‘não acho que ele seja o cara certo’. Mas a hora chegou, e foi incrível como todos o aceitaram rápida e instantaneamente como o novo rei — e sem questionar. Parece que boa parte daquele período tumultuado que tínhamos representado para Charles, de se ele viria ou não a cumprir seu destino, teve uma resposta naqueles poucos dias”. “Sempre me surpreende a rapidez com que a história se move, a rapidez que as mudanças acontecem”, afirmou Debicki. “Isso choca um pouco. Ficamos todos muito tristes e fizemos uma pausa nas gravações. E em seguida aquela linda fila começou a se formar, composta por todas aquelas pessoas com idades, modos de vida e capacidades tão diferentes, todas passando diante do caixão. Foi muito triste para mim.” Falando sobre a sua proximidade com o papel da Princesa Diana, Elizabeth Debicki disse que “minha primeira lembrança desse período, como acho que a de muitas pessoas da minha idade, foi testemunhar as reações dos meus pais ao funeral dela. É uma lembrança muito clara para mim.” West foi ainda mais longe, dizendo que “eu observo a família real desde que os dois se casaram. Eu era obcecado por Diana. Ainda sou. Eu devia ter dez ou 11 anos. Eu me lembro de planejar com dois amigos sobre tentarmos acampar do lado de fora do palácio para tentar vê-la – é triste me lembrar disso agora.” Entre as pessoas que criticaram a série, destacam-se o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série. Ele acusou “The Crown” de apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou usurpar o trono. Outro ex-primeiro ministro britânico, Tony Blair, apontou que muitas cenas em que aparecem na temporada nunca aconteceram na vida real, assim como falas de impacto da trama nunca foram ditas por ele. Um exemplo seria uma suposta reunião em que o Príncipe Charles buscaria pavimentar o caminho para se casar com sua amante Camilla. Enfurecido, ele chamou a produção de “um lixo completo e absoluto”. Acabou ecoando a atriz Judi Dench (“Belfast”), que escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A Netflix atendeu parcialmente o pedido, incluindo o aviso de “dramatização fictícia” abaixo da descrição do trailer da 5ª temporada. “As pessoas dizem ‘por que precisamos mexer de novo com essas coisas?’. Na época, não havia perspectiva. O divórcio e até mesmo a morte de Diana – precisamos de 25 anos ou qualquer que tenha sido o tempo que passou a fim de processar”, explicou West. “E é interessante o que pensamos agora, e a maneira pela qual podemos ser muito mais equilibrados em nossa visão desse assunto. É o benefício de ver a situação em retrospecto”. Ele acrescentou que “Charles é um personagem bastante controverso, na forma como ele é retratado”. Mas que tem experiência própria com o agora Rei para admirá-lo. “Eu estive envolvido na [instituição de caridade] Prince’s Trust e realmente admiro o trabalho que ele faz com essa organização. Não queria de forma alguma comprometer isso. Mas estou cada vez mais convencido de que a série não põe esse trabalho em risco e tampouco põe em risco qualquer coisa relacionada com a família real”, concluiu. Assista abaixo ao trailer da nova temporada.
Disney+ estuda lançar série de Indiana Jones
A Disney+ estaria estudando uma forma de adaptar a franquia cinematográfica de Indiana Jones numa série de streaming. De acordo com a Variety, a Lucasfilm tem feito reuniões com roteiristas para explorar ideias. Até o momento, no entanto, não há nenhum nome atrelado ao projeto e nenhuma premissa vislumbrada para a produção. Vale lembrar que Indiana Jones já teve uma série nos anos 1990, “O Jovem Indiana Jones” (1992–1993), que foi estrelada por Sean Patrick Flanery e contou com participação de Harrison Ford num episódio. Ford, que interpreta Indy desde 1981, já anunciou que não voltará a viver o arqueólogo aventureiro após o quinto longa da franquia, já filmado e que será lançado em 2023. Lembre abaixo a série “O Jovem Indiana Jones”.
Jason Momoa diz que seu “projeto dos sonhos” da DC vai sair do papel
Jason Momoa revelou que está bastante animado com os novos encarregados das produções da DC Comics. Com as mudanças na Warner Bros. Discovery, que trouxeram o cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-criado DC Studios, o intérprete de Aquaman adiantou que seu “projeto dos sonhos” finalmente sairá do papel. “Estou muito animado com Peter Safran e o Sr. Gunn agora no comando da DC”, disse o ator em entrevista ao programa Entertainment Tonight. “Há muitas coisas legais que estão por vir e um dos meus projetos dos sonhos será realizado sob a vigilância deles, então fique atento”, continuou sem dar mais detalhes sobre o eventual projeto. Momoa já terminou de filmar a aguardada sequência de “Aquaman”, “Aquaman e o Reino Perdido”, que estreia nos cinemas no Natal de 2023. Então, ele pode estar se referindo a “Aquaman 3” ou outro projeto ao estilo de “Liga da Justiça”. A gestão de Gunn e Safran no DC Studios começou há uma semana, e eles supervisionarão não apenas os filmes, mas também os projetos televisivos com personagens da DC. Following news that #HenryCavill will be returning as #Superman, @thisiscarlosb chats with #Aquaman himself, #JasonMomoa, who teases that his "dream" DC project is currently in the works: "Stay tuned"👀 https://t.co/v7ySfrMbOZ pic.twitter.com/I9TnnmW4LO — ET Canada (@ETCanada) November 7, 2022












