Kubo e as Cordas Mágicas: Vídeo de bastidores revela a complexidade criativa da animação em stop-motion
A Universal divulgou um vídeo legendado dos bastidores de “Kubo e as Cordas Mágicas”, que traz depoimentos do elenco de dubladores e da equipe técnica da produção, além de revelar a complexidade criativa por trás da animação em stop-motion, com personagens esculpidos, em vez de desenhados, e completados por figurino e cenários de verdade. A nova animação do estúdio Laika preserva a técnica stop-motion que marcou seus ótimos filmes anteriores, “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), além de compartilhar com eles uma temática mais sombria que a média da animação americana. Desta vez, ainda há influência dos animes, como a própria ambientação japonesa indica. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura que pertenceu a seu pai, um samurai, com a ajuda de um macaco falante e um besouro guerreiro. A direção é de Travis Knight, que estreia na função após trabalhar como animador principal dos três longas anteriores do estúdio. Já a dublagem original, que não deve ser ouvida nos cinemas brasileiras, reúne um superelenco: Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) dubla o macaco, Matthew McConaughey (“Interestellar”) faz a voz do besouro, Rooney Mara (“Peter Pan”) é o espírito vingativo, o jovem Art Parkinson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) dá vida ao personagem-título, e ainda há papeis para Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), George Takei (da série original “Jornada nas Estrelas”) e Brenda Vaccaro (“O Espelho Tem Duas Faces”). “Kubo e as Cordas Mágicas” chega aos cinemas brasileiros em 13 de outubro, dois meses depois de estrear nos EUA.
Rogue One: Curta animado cria aventura com os brinquedos do novo filme da franquia Star Wars
A linha de brinquedos do vindouro filme “Rogue One: Uma História Star Wars” ganhou uma divulgação diferenciada, com o lançamento de uma série de curtas de animação, que dão vida aos bonecos e naves num merchandising em stop-motion. Os vídeos foram criados por fãs da franquia, em parceria com a rede criativa Tongal, e não refletem a história do filme. O primeiro episódio já está disponível no canal oficial de “Star Wars” no Youtube e novos episódios serão postados ao longo de setembro. A Disney espera que a iniciativa ajude a vender produtos e também alimente o interesse pelo lançamento do filme, que estreia em 15 de dezembro no Brasil. Já a linha completa dos brinquedos de “Rogue One – Uma História Star Wars” será lançada no mundo todo em 30 de setembro.
Kubo e as Cordas Mágicas: Nova animação em stop-motion ganha pôster e novo título nacional
A Universal divulgou um novo pôster de “Kubo e as Cordas Mágicas”, que serve para apresentar o novo título nacional da produção. Anteriormente chamado de “Kubo e a Espada Mágica”, a nova denominação reflete melhor o título original (Kubo and the Two Strings) e a própria trama. A nova animação do estúdio Laika preserva a técnica stop-motion que marcou seus ótimos filmes anteriores, “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), além de compartilhar com eles uma temática mais sombria que a média da animação americana. Desta vez, ainda há influência dos animes, como a própria ambientação japonesa indica. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura que pertenceu a seu pai, um samurai, com a ajuda de um macaco falante e um besouro guerreiro. A direção é de Travis Knight, que estreia na função após trabalhar como animador principal dos três longas anteriores do estúdio. Já a dublagem original, que não deve ser ouvida nos cinemas brasileiras, reúne um superelenco: Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) dubla o macaco, Matthew McConaughey (“Interestellar”) faz a voz do besouro, Rooney Mara (“Peter Pan”) é o espírito vingativo, o jovem Art Parkinson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) dá vida ao personagem-título, e ainda há papeis para Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), George Takei (da série original “Jornada nas Estrelas”) e Brenda Vaccaro (“O Espelho Tem Duas Faces”). Além do novo título, “Kubo e as Cordas Mágicas” também ganhou nova data de estreia. Anteriormente esperada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, agora a animação só chegará aos cinemas brasileiros dois meses depois, em 13 de outubro.
Kubo e a Espada Mágica: Nova animação em stop-motion ganha trailer legendado
A Universal divulgou novos pôsteres e um trailer legendado de “Kubo e a Espada Mágica”, animação do estúdio Laika, que preserva a técnica stop-motion que marcou seus ótimos filmes anteriores, “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), além de compartilhar com eles uma temática mais sombria que a média da animação americana. Desta vez, ainda há influência dos animes, como a própria ambientação japonesa indica. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura e uma espada mágica, que pertenceu a seu pai, um samurai, com a ajuda de um macaco falante e um besouro guerreiro. A direção é de Travis Knight, que estreia na função após trabalhar como animador principal dos três longas anteriores do estúdio. Já a dublagem original, que não deve ser ouvida nos cinemas brasileiras, reúne um superelenco: Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) dubla o macaco, Matthew McConaughey (“Interestellar”) faz a voz do besouro, Rooney Mara (“Peter Pan”) é o espírito vingativo, o jovem Art Parkinson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) dá vida ao personagem-título, e ainda há papeis para Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), George Takei (da série original “Jornada nas Estrelas”) e Brenda Vaccaro (“O Espelho Tem Duas Faces”). “Kubo e a Espada Mágica” estreia em 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Radiohead lança clipe animado com referência ao terror cult O Homem de Palha
A banda britânica Radiohead criou clima, tirando suas páginas oficiais do ar, para voltar à vida de forma impactante, oito anos após seu último álbum, com o lançamento de “Burn the Witch”. A nova música veio acompanhada de um clipe, que é praticamente um curta animado. Feito com massinhas e animado por meio da técnica de stop-motion, o vídeo replica o estilo do clássico programa infantil “Camberwick Green”, de Gordon Murray, produção de 1966 que se passava numa vila pitoresca. O detalhe é que a vila do clipe demonstra-se particularmente sinistra para seu visitante, um funcionário do governo que toma notas, enquanto é introduzido pelo prefeito às atrações, artes e produtos típicos do lugar, como arranjos florais de forcas, balanços para afogamentos e brincadeiras de roda em torno de mulheres amarradas. Ao final, ele é levado a inaugurar a maior atração do festival local, um gigantesco boneco de madeira, no qual é aprisionado e supostamente queimado vivo. Trata-se, na verdade, de uma recriação da vila e do desfecho do terror “O Homem de Palha” (1973), filme cultuadíssimo da produtora Hammer, estrelado por Christopher Lee, sobre uma comunidade pagã que seguia os rituais celtas de sacrifícios humanos. A direção é do cineasta Chris Hopewell (“Um Fantástico Medo de Tudo”), que já tinha trabalhado com a banda em 2003 no clipe de “There There”, utilizando outro tipo de animação. A música, por sua vez, incluiu um arranjo de cordas que remete às orquestrações minimalistas de Steve Reich, obtendo um efeito tétrico sobre a melodia, como trilha de filme de terror. O single será lançado oficialmente na quarta-feira (4/5), já pelo novo selo da banda, Dawn Chorus, LLP.
Kubo e a Espada Mágica: Nova animação em stop-motion da Laika ganha trailer dublado
A Universal divulgou o trailer dublado de “Kubo e a Espada Mágica”, nova animação do estúdio Laika, que também ganhou três pôsteres internacionais de seus personagens. A produção preserva a técnica stop-motion, de animação de bonecos quadro-a-quadro, que marcou os ótimos filmes anteriores da Laika, “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), além de compartilhar com eles uma temática mais sombria que a média da animação americana. Desta vez, ainda há influência dos animes, como a própria ambientação japonesa indica. E vale ainda destacar a citação musical que acompanha a prévia, uma versão orquestral de “While My Guitar Gently Weeps”, dos Beatles, que faz referência ao poder do garoto de fazer origamis ganharem vida com o toque de seu Shamisen – instrumento tradicional de três cordas, que ele toca apenas com duas. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura e uma espada mágica, que pertenceu a seu pai, um samurai. A direção é de Travis Knight, que estreia na função após trabalhar como animador principal dos três longas anteriores do estúdio. Já a dublagem original, que não será ouvida nos cinemas brasileiras, reúne um superelenco: Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) dubla o macaco, Matthew McConaughey (“Interestellar”) faz a voz do besouro, Rooney Mara (“Peter Pan”) é o espírito vingativo, o jovem Art Parkinson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) dá vida ao personagem-título, e ainda há papeis para Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), George Takei (da série original “Jornada nas Estrelas”) e Brenda Vaccaro (“O Espelho Tem Duas Faces”). “Kubo and the Two Strings” estreia em 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Nova animação em stop-motion da Laika ganha primeiro trailer
O estúdio de animação Laika divulgou o primeiro pôster e o trailer de seu novo longa-metragem, “Kubo and the Two Strings”, ainda sem título em português. A produção preserva a técnica stop-motion, de animação de bonecos quadro-a-quadro, que marcou os ótimos filmes anteriores do estúdio, “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), além de compartilhar com eles uma temática mais sombria que a média da animação americana. O novo trabalho é ainda mais audacioso que os anteriores, com batalhas épicas e “efeitos especiais”. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo resolve fazer com que todos os deuses e monstros o persigam. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura mágica, que pertenceu a seu pai, um samurai. As vozes originais são dignas de superprodução. Os personagens são dublados, em inglês, por Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”), Rooney Mara (“Peter Pan”), Matthew McConaughey (“Interestellar”), Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), George Takei (da série original “Jornada nas Estrelas”) e o jovem Art Parkinson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) como o personagem-título. A direção é de Travis Knight, que estreia na função após trabalhar como animador principal dos três longas anteriores do estúdio. “Kubo and the Two Strings” estreia em 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Anomalisa: Animação de Charlie Kaufman ganha trailer legendado e vídeo de bastidores
A Paramount Pictures divulgou um trailer legendado e um vídeo de bastidores da produção de “Anomalisa”, aposta do estúdio para o Oscar de Melhor Animação. Já premiado no Festival de Veneza e indicado a vários prêmios no Annie (o Oscar da animação) e no Spirit Awards (o Oscar indie), o trabalho impressiona pelo realismo. Totalmente artesanal, o filme se utiliza de bonecos e da técnica do stop motion, com animação quadro a quadro, num trabalho exaustivo, que fez com que os diretores Duke Johnson (responsável pelos episódios animados da série “Community”) e Charlie Kaufman (“Sinédoque, Nova York”) levassem três anos para chegar ao resultado final. Apesar de ter sido realizado como uma animação, o filme é um drama e acompanha um homem amargurado pelo cotidiano mundano, que descobre como a vida pode ser extraordinária ao se apaixonar. “Anomalisa” estreia em 30 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 28 de janeiro, no Brasil.
Shaun, O Carneiro é um filme mudo que diz muito
A grande beleza de “Shaun, O Carneiro” não é ser uma espécie de filme mudo para crianças. Mas o fato de usar como arma uma falsa inocência para manipular como quiser a garotada e os adultos. Seja para fazer rir ou passar a mensagem sobre a principal mudança que podemos fazer em nossas vidas, que não é necessariamente sair de casa ou ir a lugares diferentes. A animação prega que a mudança de atitude é o que mais importa; logo, a felicidade está dentro de nós mesmos. A mensagem sobre mudança de atitude é importante para os pequenos, mas ela é sutil. Talvez não seja notada até mesmo por adultos, afinal não está desenhadinha e, claro, jamais é explicada através de palavras. Mas com elegância, e indo direto ao ponto, “Shaun, O Carneiro”conseguiu “dizer” isso bem mais rápido que uma produção badalada e consagrada como “Madagascar”, que levou três filmes para chegar a essa conclusão. É mais uma bela diversão em stop motion do estúdio Aardman, que nos brindou anteriormente com “Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005) e o maravilhoso “A Fuga das Galinhas” (2000). Valorizando truques básicos da narrativa da época do cinema mudo, a versão para o cinema da série britânica de mesmo nome aposta em inspiradas gags para contar a história de Shaun, um carneirinho que cresceu numa fazenda e não aguenta mais viver a rotina no piloto automático. Numa tentativa de subverter positivamente o local e se divertir um pouco, algo dá errado pelo caminho e seu dono vai parar na cidade grande. E com amnésia. Resta a Shaun ir até lá e resgatá-lo. Ok. Não é exatamente um silent movie, porque os personagens emitem certos barulhinhos, mas a essência está presente em cada frame. Vale tropeçar, escorregar, trombar, transmitir emoções pelo olhar e manter as mesmas expressões faciais do início ao fim, inclusive a hilária risadinha de lado. Então Shaun e seus amigos são representações de Buster Keaton? Bom, por que não? Para um filme sob esse tipo de influência, a música tem um papel fundamental. E a trilha sonora de “Shaun, O Carneiro” é um capítulo à parte. Destaque para o tema “Feels Like Summer”, de Tim Wheeler, Ilan Eshkeri e o ex-Kaiser Chiefs Nick Hodgson, cujo significado traduz o espírito do próprio filme. Se a falsa inocência gera gargalhadas surpreendentes – e o filme é genuinamente engraçado –, o artifício permite mascarar referências. A aventura é repleta de menções a grandes produções do cinema, mas nenhuma delas quer chamar mais atenção que a própria história, como acontece em “Shrek”. De forma discreta, o cinéfilo é capaz de reconhecer citações a filmes que devem passar bem longe das crianças, como “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e “Cabo do Medo” (1991). Tem até referência ao clássico “A Revolução dos Bichos”, livro de 1945 de George Orwell (com os porcos dentro de casa), e aos Beatles na Abbey Road. Pena que a animação não seja discreta o tempo todo, caindo na tentação das piadas grosseiras, incluindo flatulências e uma cabeça presa na bunda de um Cavalo de Troia. Bem light, de todo modo, porque a criançada adora.








