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  • Série

    Carla Gugino vai estrelar série baseada no clássico de terror A Assombração da Casa da Colina

    18 de julho de 2017 /

    A atriz Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) entrou no elenco da série “The Haunting Of Hill House”, baseada no clássico de terror “A Assombração da Casa da Colina”. Ela vai se juntar a Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), primeiro nome anunciado na produção da Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). Ainda não há previsão para a estreia da série.

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  • Filme

    Quem realmente dirigiu Poltergeist? Integrante do filme diz que foi Steven Spielberg

    18 de julho de 2017 /

    Uma velha teoria da conspiração dos cinéfilos teria sido confirmada, após anos de contestação. Os rumores de que “Poltergeist: O Fenômeno” teve o diretor Tobe Hooper substituído por Steven Spielberg, produtor e roteirista do clássico de terror de 1982, foram confirmados por um integrante da equipe técnica do filme. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), que trabalhou como primeiro assistente de câmera em “Poltergeist”, resolveu contar “a verdade” em entrevista ao podcast Shock Waves. “Foi um filme muito intenso, muito divertido e muito técnico para se trabalhar. Tinha muita coisa acontecendo. E, francamente… Steven Spielberg dirigiu aquele filme. Não há dúvidas”, garantiu Leonetti. “No entanto, eu adoro Tobe Hooper. Eu amo aquele homem demais”. “Hooper era muito simpático e estava apenas feliz por participar daquilo. Criativamente, ele também fez diferença”, continuou o cineasta. “Steven desenvolveu o filme, e era ele quem deveria dirigir, mas havia a possibilidade de o sindicato reclamar. Então, ele foi ‘o produtor’, mas, na realidade, Steven dirigiu o filme sem usar seu nome, e Tobe estava tranquilo quanto a isso”. “Não foi nada contra Tobe. De vez em quando, Steven realmente saía do set e deixava Tobe fazer algumas coisas. Mas, na realidade, Steven foi o diretor”, concluiu. Ou seja, Leonetti confirmou aquilo que os fãs sempre alegaram: que “Poltergeist” tem visual de filme de Spielberg e pouco a ver com a filmografia de Tobe Hooper, que antes tinha feito um terror sangrento – e igualmente clássico – , “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). Vale observar, porém, que Hooper enveredou pela sci-fi logo depois de “Poltergeist”, fazendo o também cultuado “Força Sinistra” (1985) e o “spilberguiano” “Invasores de Marte” (1986).

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  • Filme

    Nova sci-fi de Steven Spielberg tem primeira foto divulgada

    14 de julho de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da adaptação de “Jogador Número 1” (Ready Player One), nova sci-fi de Steven Spielberg. A imagem mostra o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) em uma velha van (seu “esconderijo”) coberta por quadrinhos antigos, recortes de jornais e outros artefatos dos anos 1980. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do século 20. Além de Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Bloodline”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Número 1” tem estreia marcada para 5 de abril de 2018 no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Steven Spielberg vai ganhar documentário da HBO

    12 de julho de 2017 /

    O cineasta Steven Spielberg vai ganhar um documentário da HBO, que pretende abordar sua vida e sua vasta filmografia. A obra será dirigida por Susan Lacy, que venceu um Emmy pela série de documentários “American Masters”. Ela conduziu mais de 30 horas de entrevistas com Spielberg para a produção. O documentário também incluirá cenas inéditas de bastidores de diversos longas do diretor, além de conversas com familiares, amigos, atores e outros realizadores, incluindo J.J. Abrams, Francis Ford Coppola e George Lucas. Considerado um dos mais cineastas mais importantes de Hollywood, Steven Spielberg é o diretor que possui mais títulos na prestigiada lista dos 100 melhores longas de todos os tempos organizada pelo American Film Institute. Entre seus grandes sucessos estão “Tubarão” (1975), “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” (1977), “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), “ET – O Extraterrestre” (1982), “Jurassic Park” (1993), “A Lista de Schindler” (1993) e “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). Os dois últimos foram premiados com o Oscar de Melhor Direção. A estreia do documentário está prevista para 7 de outubro na HBO.

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  • Filme

    Spielberg reúne destaques das séries americanas no elenco de seu próximo filme

    6 de junho de 2017 /

    O cineasta Steven Spielberg fechou o elenco de seu próximo filme. E os papéis coadjuvantes de “The Post”, drama de época que será estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”) e Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), foram preenchidos por destaques de algumas das séries mais premiadas da TV americana recente. A seleção de talentos inclui Sarah Paulson (série “American Crime History – The People Vs. O.J Simpson”), Bob Odenkirk (série “Better Call Saul”), Carrie Coon (série “The Leftovers”), Alison Brie (série “Community”), David Cross (série “Arrested Development”), Bruce Greenwood (série “American Crime History – The People Vs. O.J Simpson”), Tracy Letts (série “Homeland”), Jesse Plemons (séries “Breaking Bad” e “Fargo”), Matthew Rhys (série “The Americans”), Michael Stuhlbarg (série “Fargo”), Bradley Whitford (série “Transparent”) e Zach Woods (série “Silicon Valley”). “The Post” vai dramatizar o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, um documento ultra-secreto de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título é uma referência ao jornal The Washington Post. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, viverá o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da publisher Kay Graham. Os dois desafiaram o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Os papéis trouxeram à tona revelações embaraçosas sobre a ofensiva americana no Vietnã, que tinham sido omitidas pelo governo, desmascarando mentiras deslavadas e afetando a opinião publica. Além das consequências políticas da publicação das reportagens, os Papéis do Pentágono também geraram um debate sobre a liberdade de imprensa que chegou até a Suprema Corte dos EUA. Graças às denúncias, o então Presidente Nixon desistiu dos planos de ampliar a participação dos EUA no conflito. Três anos depois, ele precisou renunciar à presidência dos EUA, envolvido em outro escândalo: Watergate, também revelado pelo Washington Post. Mas só em 1975 as tropas americanas foram retiradas do Vietnã, numa derrota humilhante. O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). A prioridade dada à “The Post” tirou da frente a produção de “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que seria o próximo longa-metragem do diretor e acabou escanteado. Spielberg está atualmente dando retoques na pós-produção da sci-fi “Ready Player One”, que estreia em 5 de abril de 2018.

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  • Série

    Terror clássico A Assombração da Casa da Colina vai virar série da Netflix

    11 de abril de 2017 /

    Clássico da literatura de terror, “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House) vai virar série da Netflix. Segundo o site Deadline, a plataforma de streaming encomendou uma temporada de 10 episódios para o roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). A produção é da Amblin, empresa de Steven Spielberg, marcando a primeira parceria do cineasta com a Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura.

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  • Filme

    Spielberg acelera produção de seu filme com Tom Hanks e Meryl Streep para tentar o Oscar 2018

    11 de março de 2017 /

    Envolvido em várias produções, o cineasta Steven Spielberg decidiu priorizar “The Post”, drama político de época que será estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”) e Meryl Streep (“A Dama de Ferro”). As filmagens foram adiantadas e marcadas para começar em maio. Com isso, o diretor pretende realizar um lançamento em dezembro, visando qualificar o longa para o Oscar 2018. “The Post” vai dramatizar o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, um documento ultra-secreto de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título é uma referência ao jornal The Washington Post. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, viverá o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da publisher Kay Graham. Os dois desafiaram o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Os papéis trouxeram à tona revelações embaraçosas sobre a ofensiva americana no Vietnã, que tinham sido omitidas pelo governo, desmascarando mentiras deslavadas e afetando a opinião publica. Graças às denúncias, o então Presidente Nixon desistiu dos planos de ampliar a participação dos EUA no conflito. Três anos depois, Nixon renunciou, envolvido em outro escândalo: Watergate, também revelado pelo Washington Post. Até que, em 1975, as tropas americanas foram retiradas do Vietnã, numa derrota humilhante. O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). A prioridade dada à “The Post” fará com que a produção de “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que seria o próximo longa-metragem do diretor, seja adiada. Ele está atualmente dando retoques na pós-produção da sci-fi “Ready Player One”, que estreia em 5 de abril de 2018, e se prepara para filmar.

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    Spielberg vai dirigir Tom Hanks e Meryl Streep em filme sobre escândalos da Guerra do Vietnã

    6 de março de 2017 /

    Steven Spielberg reuniu uma dupla de peso para estrelar seu próximo filme: os atores Tom Hanks e Meryl Streep. Intitulado “The Post”, o filme vai dramatizar o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, um documento ultra-secreto de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título “The Post” é uma referência ao jornal The Washington Post. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, viverá o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da publisher Kay Graham. Os dois desafiaram o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos no jornal em 1971. Os papéis trouxeram à tona revelações embaraçosas sobre a ofensiva americana no Vietnã, que tinham sido omitidas pelos governo, inclusive mentiras deslavadas, e acabaram afetando a opinião publica, pressionando o então Presidente Nixon a desistir de ampliar a participação dos EUA no conflito. Três anos depois, Nixon renunciou, envolvido em outro escândalo: Watergate, também revelado pelo Washington Post. E em 1975 as tropas americanas foram retiradas do Vietnã, numa derrota humilhante. O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). Spielberg está atualmente dando retoques na pós-produção da sci-fi “Ready Player One”, que estreia em 5 de abril de 2018, e se prepara para filmar “The Kidnapping of Edgardo Mortara”.

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  • Filme

    Documentário celebra cinco mestres de Hollywood que filmaram a 2ª Guerra Mundial

    3 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Five Came Back”, um série de documentários que todo cinéfilo deveria assistir. A produção reflete sobre o surgimento da propaganda política, sob o nazismo, e a reação de Hollywood, com o alistamento de cinco dos maiores cineastas que os EUA já produziram, para lutar no front com luzes, câmeras e ação. O filme conta a história destes mestres, que produziram documentários sobre a guerra real, com cenas heroicas, mas também imagens chocantes. E, ao retornarem dessa experiência, devotaram suas energias para criar os melhores filmes de suas carreiras, verdadeiras obras-primas. “Five Came Back” é a história da luta de Frank Capra (“A Felicidade Não se Compra”), John Ford (“No Tempo das Diligências”), George Stevens (“Os Brutos Também Amam”), John Huston (“O Tesouro de Sierra Madre”) e William Wyler (“Ben-Hur”) na 2ª Guerra Mundial, com imagens rodadas por eles mesmos, e comentada por cinco mestres contemporâneos, Steven Spielberg, Francis Ford Coppola, Paul Greengrass, Guillermo del Toro e Lawrence Kasdan. De quebra, ainda há a narração de Meryl Streep para alinhavar a história. Com direção de Laurent Bouzereau (“Roman Polanski: A Film Memoir”), os três episódios de “Five Came Back” estreiam em 31 de março.

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    Sam Mendes e Steven Spielberg desistem de filmar polêmico livro voyeur de Gay Talese

    26 de novembro de 2016 /

    O diretor Sam Mendes (“007 Contra Spectre”) e o produtor Steven Spielberg (“Ponte dos Espiões”) desistiram de adaptar o livro “The Voyeur’s Motel”, do célebre escritor Gay Talese (“A Mulher do Próximo”, “Honra Teu Pai”). Segundo o site Deadline, o motivo foi a produção de um documentário sobre os fatos supostamente reais relatados na obra. Mas a história do livro já tinha sido desautorizada pelo próprio autor. “The Voyeur’s Motel” tem sido uma causa interminável de polêmicas desde que o primeiro trecho foi publicado na revista New Yorker, causando ultraje. Nele, Talese conta a história de Gerald Foos, o homem que decidiu comprar e gerenciar um motel no Colorado em 1966 para satisfazer seu voyeurismo, assistindo a seus hóspedes fazerem sexo e descrevendo os atos num diário mantido até 1995. Só que ele acabou vendo bem mais que isso – como, por exemplo, um assassinato, que suas próprias ações precipitaram. O furor causado pela revelação da história fez a produtora DreamWorks, de Spielberg, adquirir os direitos da obra por cerca de US$ 1 milhão, antes mesmo do livro chegar às livrarias. Mas logo o jornal The Washington Post começou a encontrar furos na história, revelando que pelo menos parte do relato de Foos tinha sido inventado. Diante do questionamento de sua fonte, Talese resolveu renegar a obra, assumindo-se enganado pelo homem que ele transformou em protagonista, cujos relatos foram tidos como verdadeiros. Em comunicado, Talese afirmou, de forma dramática, que não ajudará a promover seu livro. “Eu não deveria ter acreditado no que ele me contou”, escreveu. “Como posso promovê-lo, quando sua credibilidade está no esgoto?” Como se não bastasse esse problema, dois documentaristas, Myles Kane e Josh Koury (de “Journey to Planet X”), já estavam de olho na polêmica, tendo entrevista Talese e Foos antes do livro virar projeto de filme. Sam Mendes viu o trabalho que eles realizaram e decidiu jogar a toalha, lamentado o tempo perdido. “O que sobrou disso, foi um relacionamento muito bom com uma jovem roteirista (Krysty Wilson-Cairns), que se mostrou extremamente talentosa e promissora. Ela fez um grande trabalho, o que torna tudo ainda mais frustrante, porque sentimos que desperdiçamos nosso tempo. Foi uma situação muito, muito incomum, que nenhum de nós poderia ter antecipado”, disse Mendes ao Deadline. “Ninguém nos informou sobre o documentário”, lamentou o diretor. “Ninguém disse à DreamWorks, ninguém me disse. E ele estava acontecendo todo esse tempo. Eles trabalharam no documentário durante pelo menos um ano antes da publicação do livro, e esta é uma das razões porque é um trabalho tão forte. Mas ninguém nunca nos informou, simples assim, o que é frustrante. É difícil falar sobre isso sem lamentar que o documentário seja tão maravilhoso, ao questionar quem realmente é o voyeur: Gerald Foos, que comprou o motel, ou Gay Talese, que escreveu sobre isso com muitos detalhes para milhões de leitores?” “O livro que compramos não é em absoluto a versão definitiva da história como garantia ser. Para contar a história completa, real, com autenticidade, seria preciso envolver o time do documentário, que é realmente parte da história”, ele continuou. “Talvez isso rendesse um filme até mais interessante, mas não era o roteiro que fizemos e nem seria algo fácil de fazer numa estrutura narrativa de ficção, algo meio ao estilo de Charlie Kaufman. Mais importante que isso, o próprio documentário já lidava com estas questões de forma muito bem definitiva. Achei brilhante o trabalho deles, tão bom que matou nosso filme”.

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    Ghost in the Shell: Scarlett Johansson surge em novo teaser da adaptação do mangá cultuado

    7 de novembro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo teaser de “Ghost in the Shell”, que destaca a atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) usando uma camuflagem cibernética do futuro. O filme é uma adaptação do cultuado mangá cyberpunk criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”), que deu origem a uma franquia de animes. E já tem gente reclamando que, apesar da fidelidade visual das prévias já vislumbradas, Scarlett não é, obviamente, japonesa como sua personagem, a major Mokoto Kusanagi, que no filme não terá esse nome para não provocar ainda mais. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção tem supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    O Poderoso Chefão lidera lista dos 100 filmes favoritos de Hollywood, que ainda tem Pulp Fiction, E.T. e Star Wars

    26 de setembro de 2016 /

    De tempos em tempos, publicações resolvem eleger os melhores filmes de todos os tempos. Os critérios de cada eleição são sempre determinados por grupos específicos: crítica, público, etc. Mas para sua lista, publicada no domingo (25/9), a revista The Hollywood Reporter buscou uma visão diferente, apresentando o resultado como os 100 filmes favoritos de Hollywood. Para chegar na seleção, a publicação ouviu 2120 membros da indústria, a maioria deles votantes na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, dentre os quais muitos vencedores do Oscar e até os chefes dos grandes estúdios. A lista revelou que o filme favorito de Hollywood é “O Poderoso Chefão” (1972), seguido de “Mágico de Oz” (1939) e “Cidadão Kane” (1941). São produções que também costumam disputar o favorecimento da crítica. Mas há surpresas no Top 5 como “Um Sonho de Liberdade” (1994), de Frank Darabont, e “Pulp Fiction” (1994), de Quentin Tarantino. E não é só. O fato de ter sido votada por Hollywood deixou de fora muitos clássicos absolutos do cinema internacional, como “Os Incompreendidos” (1959) e “A Doce Vida” (1960), por exemplo. Em compensação, sucessos comerciais como “De Volta para o Futuro” (1985), “Guerra nas Estrelas” (1977) e “Forrest Gump” (1994) aparecem entre os 25 filmes preferidos na votação. E há um excesso de produções de Steven Spielberg, com “”E.T. O Extraterrestre” (1982), “A Lista de Schindler” (1993) e “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) entre os mais bem colocados. Confira abaixo os 20 favoritos de Hollywood e a lista completa aqui. 1. “O Poderoso Chefão” (1972) 2. “O Mágico de Oz” (1939) 3. “Cidadão Kane” (1941) 4. “Um Sonho de Liberdade” (1994) 5. “Pulp Fiction: Tempo de Violência” (1994) 6. “Casablanca” (1942) 7. “O Poderoso Chefão – Parte 2” (1974) 8. “E.T. O Extraterrestre” (1982) 9. “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968) 10. “A Lista de Schindler” (1993) 11. “Guerra nas Estrelas” (1977) 12. “De Volta Para o Futuro” (1985) 13. “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) 14. “Forrest Gump. – O Contador de Histórias” (1994) 15. “Gone With the Wind” (1939) 16. “O Sol é Para Todos” (1962) 17. “Apocalypse Now” (1979) 18. “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) 19. “Os Bons Companheiros” (1990) 20. “A Felicidade Não Se Compra” (1946)

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    Ghost in the Shell: Scarlett Johansson surge em cinco teasers impressionantes da adaptação do mangá cyberpunk

    22 de setembro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou cinco teasers de “Ghost in the Shell”, que destacam a atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”)como uma policial cibernética do futuro. As cenas curtas impressionam por seguirem muito de perto o visual do mangá cyberpunk criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”). Mas já tem gente reclamando que, apesar da fidelidade, Scarlett não é, obviamente, japonesa como sua personagem, a major Mokoto Kusanagi, que no filme não terá esse nome para não provocar ainda mais. Vale observar que, numa das prévias, ela interage com uma atriz negra, a inglesa Danusia Samal (série “Tyrant”), que pode estar interpretando uma personagem que é loira no original – o corpo hospedeiro do Puppet Master (Mestre das Marionetes) – , mas, como a sinopse não foi detalhada, não é possível afirmar com certeza. De todo modo, a cultura nipônica está bem representada nos vídeos, que ainda registram uma cena com o ator japonês Takeshi Kitano (“Zatoichi”), intérprete do chefe da Major (o nome pelo qual Scarlett será chamada no filme). A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção tem supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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