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  • Série

    The Stand: Série baseada em clássico de Stephen King ganha 9 fotos

    20 de maio de 2020 /

    A CBS All Access divulgou as primeiras 9 fotos de “The Stand”, minissérie baseada no clássico de terror “The Stand – A Dança da Morte”. As imagens mostram o clima apocalíptico da produção, que gira em torno de uma pandemia mortal, e os principais intérpretes. Um dos destaques é Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”) no papel de Randall Flagg, um dos mais famosos vilões de King, que é nada menos que o anticristo. O resto do elenco inclui Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), James Marsden (“Westworld”), Amber Heard (“Aquaman”), Whoopi Goldberg (“Instinct”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“13 Reasons Why”). “The Stand – A Dança da Morte” se passa num futuro distópico e acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório, a luta pela sobrevivência dos poucos que sobrevivem à pandemia e a descoberta de que o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. A batalha final se concentra entre os grupos liderados por Flagg e Mãe Abagail, uma sábia de 108 anos de idade, representante “do bem”, que na minissérie é vivida por Whoopi Goldberg. A adaptação terá 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). O cineasta estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. Caso fosse fazer um filme, ele afirmou que precisaria de quatro longa-metragens. 10 capítulos têm basicamente a mesma duração. Não por acaso, o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. Com apoio de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção, “The Stand” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Remake de Colheita Maldita está sendo filmado em plena pandemia

    10 de maio de 2020 /

    Nem todas as produções foram paralisadas devido à pandemia de coronavírus. O site The Hollywood Reporter apurou que o remake de “Colheita Maldita” (Children of the Corn) conseguiu contornar a suspensão de suas filmagens ao adotar medidas de proteção para a equipe, em conjunto com as autoridades da cidade australiana em que está sendo rodado. O diretor Kurt Wimmer (“Ultravioleta”), responsável pela nova versão do conto de Stephen King, readaptou o planejamento das filmagens com a ajuda das autoridades locais e do produtor Lucas Foster (“Ford vs Ferrari”). A equipe foi reduzida e tem seguido todas as regras estipuladas pelo governo australiano para o período de isolamento social. Segundo a organização Screen NSW, os realizadores têm “mantido a polícia local informada de sua operação”. Essa será a terceira versão do livro a chegar às telas. A estrela de “Exterminador do Futuro”, Linda Hamilton, protagonizou a primeira versão em 1984. Depois de sete continuações, a história ganhou seu primeiro remake em 2009, feito para TV, que, por sua vez, rendeu mais duas sequências – a última em 2018. Apesar da continuidade das filmagens, o novo “Colheita Maldita” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Mike Flanagan
    Filme

    Diretor de Doutor Sono vai adaptar novo terror de Stephen King

    9 de maio de 2020 /

    A adaptação do romance sobrenatural “Revival”, de Stephen King, mudou de mãos. O projeto foi iniciado por Josh Boone, diretor de “A Culpa É das Estrelas” e do vindouro “Os Novos Mutantes”, que escreveu um roteiro em 2016. Mas depois da confusão entre Disney e Fox, que adiou infinitamente “Os Novos Mutantes” e paralisou a carreira do diretor, a adaptação acabou a cargo de Mike Flanagan, que já filmou duas obras de Stephen King – “Jogo Perigoso” em 2017 e “Doutor Sono” em 2019. A princípio, Flanagan vai escrever e produzir a adaptação, mas seu contrato prevê a opção de dirigir o longa. Um dos mais recentes livros de King, publicado em 2014, “Revival” foi lançado no Brasil com o título original e segue o pregador Charles Jacobs, que perde sua fé após sua esposa e filho morrerem em um acidente. Ele logo se torna obcecado em encontrar o poder da cura, transformando-se num curandeiro. Um de seus primeiros milagres ajuda um jovem, que combate seus próprios demônios, e é aliciado por Jacobs para auxiliá-lo em sua cruzada. Unidos por uma obsessão secreta, a parceria chega ao fim após o pregador ser banido da cidade. Mas anos depois a dupla se reencontra, num período em que o garoto vive uma vida de rockstar com sua banda. Apesar de perder o projeto, Boone continua envolvido com o universo de Stephen King. Ele está trabalhando na produção de “The Stand – A Dança da Morte”, minissérie da plataforma CBS All Access sobre o livro mais famoso do escritor jamais adaptado para o cinema. Esta trama, por sinal, ganhou ainda mais atualidade devido à pandemia do novo coronavírus, como o próprio Stephen King admitiu.

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  • Etc

    Stephen King pede desculpas por ter previsto coronavírus e Donald Trump

    6 de maio de 2020 /

    O escritor Stephen King pediu desculpas por ter “previsto” o novo coronavírus e a reação à crise sanitária do presidente dos EUA, Donald Trump, em dois dos seus livros mais famosos, respectivamente em “A Dança da Morte” (The Stand) e “Zona Morta” (Dead Zone). O autor disse ao apresentador Stephen Cobert, em entrevista por vídeo no “The Late Show”, que muitos fãs passaram a perguntar sobre suas previsões recentemente. “Eu escrevi um livro chamado ‘Zona Morta’, que tinha um personagem, um comediante popular, que dizia aos americanos que conseguiria resolver o problema da poluição ‘mandando ela toda para o espaço'”, relembrou King, comparando o plano a declarações de Trump em relação à covid-19. “Eu acho que, comparado a dizer para as pessoas injetarem desinfetante para curar o coronavírus, aquele plano de enviar a poluição para o espaço parece bem sensato”, brincou. Outra publicação de King bastante lembrada durante a pandemia é “A Dança da Morte”, onde um vírus misterioso devasta o planeta e causa transformações profundas na sociedade, antecipando o apocalipse. A obra, inclusive, vai ganhar nova versão em breve, como minissérie na plataforma CBS All Access. “Eu escrevi ‘A Dança da Morte’ em 1976 e ainda estou pedindo desculpas por isso, porque mais de 40 anos depois as pessoas falam, atrás de suas máscaras, que estão vivendo num livro de Stephen King. Minha resposta é: ‘Me desculpe por isso'”, relatou. “Quando escrevi aquele livro, tinha acabado de acontecer um vazamento químico em Utah [nos EUA]. Eu fui a um médico que eu conhecia e perguntei: ‘Como seria se um vírus matasse 98% da população da Terra?’. Os olhos dele se iluminaram. Médicos adoram projetar esses cenários apocalípticos, quando eles são hipotéticos, é claro”, completou. Stephen King ainda fez uma previsão aterradora sobre a pandemia. “Meu medo é que, com o coronavírus, as coisas voltem lentamente ao normal e o vírus sofra uma mutação e retorne”. Ele acrescenta: “O cenário de pesadelos, que para é onde a minha mente vai – desculpem! – , é que ele retorne mais letal que nunca”. Veja a íntegra da entrevista no vídeo abaixo.

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  • Filme

    Salem’s Lot: Nova adaptação de Stephen King terá diretor de Annabelle 3

    13 de abril de 2020 /

    A Atomic Dog, produtora do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), definiu Gary Dauberman como diretor da adaptação cinematográfica de “Salem’s Lot”, livro de vampiros de Stephen King. Dauberman já estava no projeto como roteirista. A adaptação será seu segundo longa como diretor, após assinar “Annabelle 3: De Volta Para Casa” (2017), também produzido por Wan, e sua segunda adaptação de um livro de King, seguindo o sucesso de “It: A Coisa” (2018) e “It: Capítulo Dois” (2019) – duas partes da mesma obra literária. O livro de 1975 foi publicado como “A Hora do Vampiro” no Brasil, mas ganhou nome diferente quando virou telefilme e saiu em VHS no pais: “Os Vampiros de Salem” (1979). Este filme teve até continuação, que virou “Os Vampiros de Salem: O Retorno (1987)”, um ano depois de “Aliens: O Retorno”. Para completar, sua transformação em minissérie foi batizada como “A Mansão Marsten” em 2004. Apesar da dificuldade dos tradutores brasileiros, a história é sempre a mesma: um escritor retorna para sua cidade de origem, apenas para descobrir que todos ali se tornaram vampiros. O telefilme original e sua continuação foram dirigidos por mestres do terror, respectivamente Tobe Hooper (“Poltergeist”) e Larry Cohen (“Nasce um Monstro”), ambos recentemente falecidos. A New Line, produtora dos filmes de terror do grupo WarnerMedia, vai lançar a produção no cinema, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Etc

    Stephen King lamenta censura à livro de Woody Allen: “O próximo é sempre mais fácil”

    7 de março de 2020 /

    O escritor Stephen King lamentou a decisão do Hachette Book Group de cancelar o lançamento do livro de memórias de Woody Allen, cedendo aos grupos de pressão da internet. Ele publicou alguns posts sobre o assunto, dizendo que a decisão o fazia se sentir “muito desconfortável”. “A questão não é sobre ele. Não dou à minima para o Sr. Allen. Mas quem será o próximo é que me preocupa”, escreveu o autor de best-sellers. “Uma vez que você começa [a censurar], o próximo é sempre mais fácil”, acrescentou. A posição de King, claro, recebeu críticas. Muitas pessoas se manifestaram, defendendo um ponto de vista “politicamente correto” que justificaria a censura ao livro do cineasta e o cerceamento de sua liberdade de expressão. King respondeu a um dos comentários. “Se você acha que ele é pedófilo, não compre o livro. Não vá aos filmes dele. Não o ouça tocar jazz no Carlyle. Manifeste-se com sua carteira… mantendo-a fechada. Nos EUA, é assim que fazemos”, disse, defendendo o direito do cineasta de escrever e filmar, e também o do público de não pagar para ver. A Hachette anunciou na sexta-feira (6/3) que não lançaria mais o livro do diretor de cinema, previsto para abril, após sofrer pressão do filho do diretor, Ronan Farrow, que renegou seu contrato com a empresa, e protesto de seus funcionários, que abandonaram o trabalho na tarde de quinta para manifestar sua contrariedade com a decisão. A manifestação ganhou apoio de muitos escritores e até de editoras rivais. O caso representa uma importante manifestação no mundo real da prática do “cancelamento” virtual. O repúdio contra Woody Allen se deve à uma acusação de abuso sexual que ele teria cometido contra a filha Dylan Farrow nos anos 1990. As acusações foram verificadas por um tribunal de justiça na época, com direito a duas investigações diferentes de seis meses. Ambas concluíram não ter havido abuso sexual. Allen alega que a denúncia foi fruto de raiva da ex, numa batalha legal pela guarda dos filhos, vencida por Farrow, que a teria manteve viva com o passar dos anos por lavagem cerebral promovida em Dylan Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão do diretor. Dez anos mais velho que Ronan Farrow, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima – da manipulação da mãe, Mia Farrow. Tomando as dores da irmã, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e um contrato para livros com o grupo Hachete, que ele decidiu renegar após saber do livro do diretor – iniciando a campanha que resultou na censura. Muito do atual repúdio contra Allen se deve à campanha nas redes sociais comandada por Dylan, que resolveu retomar a acusação de abuso no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem de seu irmão sobre Weinstein. No auge do #MeToo, ela fez questão de comparar Allen com Weinstein, e suas denúncias conseguiram criar uma reação de “cancelamento” contra o diretor, apesar de não trazerem nenhum fato novo à tona. Mia Farrow tomou ódio de Allen porque ele a trocou pela filha adotiva dela (mas não dele), Soon-Yi Previn. O diretor e Soon-Yi se casaram e estão juntos até hoje. O casal adotou duas filhas, que já são jovens adultas com 20 e 21 anos, e jamais denunciaram Allen por qualquer comportamento. Também vale observar que algumas mensagens raivosas, postadas nas redes sociais nos últimos dias contra a reputação do diretor, aludem ao fato de que uma nova reportagem-denúncia estaria prestes a emergir contra Woody Allen. Pode ser que sim, o que ajudaria a explicar a decisão inesperada da Hachette – o surgimento de fatos mudariam o entendimento da desistência. Entretanto, não seria a primeira vez que fake news viram munição de detratores de Allen, que acusaram até “Um Dia de Chuva em Nova York” de ser uma apologia à pedofilia, antes do mundo poder assistir ao filme. The Hachette decision to drop the Woody Allen book makes me very uneasy. It's not him; I don't give a damn about Mr. Allen. It's who gets muzzled next that worries me. — Stephen King (@StephenKing) March 6, 2020 Once you start, the next one is always easier. — Stephen King (@StephenKing) March 6, 2020 If you think he's a pedophile, don't buy the book. Don't go to his movies. Don't go listen to him play jazz at the Carlyle. Vote with your wallet…by withholding it. In America, that's how we do. https://t.co/znGZu0wJEF — Stephen King (@StephenKing) March 7, 2020

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  • Etc

    Stephen King deleta conta no Facebook em protesto contra fake news

    4 de fevereiro de 2020 /

    O escritor Stephen King surpreendeu seus seguidores nas redes sociais ao anunciar que está deixando o Facebook. O famoso autor de clássicos do terror moderno, como “O Iluminado” e “It: A Coisa”, disse que estava se sentindo desconfortável com a quantidade de fake news espalhadas em sua timeline pela rede social de Mark Zuckerberg, bem como pela falta de segurança transmitida pelo serviço. “Estou saindo do Facebook. Não me sinto confortável com a enxurrada de informações falsas permitidas em sua política de publicidade, nem estou confiante em sua capacidade de proteger a privacidade de seus usuários. Siga-me (e Molly, também conhecida como A Coisa do Diabo) no Twitter, se quiserem”, escreveu, em sua despedida. Ao contrário do Twitter e do Spotify, que decidiram banir todo o tipo de anúncios políticos, ou do Snapchat, que faz verificação das informações transmitidas, o Facebook não anunciou medidas do tipo. Em vez disso, Mark Zuckerberg insistiu, em dezembro passado, na defesa do direito de qualquer um espalhar as mentiras que quiser. Segundo ele, “as pessoas devem ser capazes de julgar por si mesmas o caráter dos políticos”, comparando o veto aos anúncios e posts mentirosos à censura. O discurso deve mudar se outros influenciadores seguirem o gesto de Stephen King.

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  • Série

    Marianne: Netflix cancela sua melhor série de terror

    23 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou o cancelamento de “Marianne”, produção francesa considerada a melhor série de terror de 2019 pela Pipoca Moderna, além de ter sido elogiada por Stephen King e contar com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O anúncio foi feito pelo criador da série, Samuel Bodin, em seu Instagram. Ele escreveu e dirigiu todos os oito episódios da 1ª e única temporada, que acompanhou Emma (Victoire Du Bois), uma escritora de terror que passa a ser assombrada por seu passado e por suas criações. O cancelamento causou uma profusão de protestos nas redes sociais. Mas não chega a surpreender. A plataforma praticamente não divulgou “Marianne”. A atração teve apenas um trailer disponibilizado no Brasil – e nada mais – , em contraste com a atenção seletiva que a plataforma dedica a outras atrações. Ver essa foto no Instagram There won’t be a second season for MARIANNE. We are very sorry and sad about that. But we will see you in other stories… Uma publicação compartilhada por Samuel Bodin (@samuel.bodin) em 17 de Jan, 2020 às 2:33 PST

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  • Filme

    Stephen King polemiza ao defender “qualidade” sobre diversidade no Oscar

    14 de janeiro de 2020 /

    O escritor Stephen King causou polêmica nas redes sociais ao decidir opinar sobre o que muitos chamam de “mimimi” da diversidade no Oscar 2020. Neste ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA voltou a sofrer críticas por indicar poucos atores de “cor” (negros, latinos, asiáticos, etc) e poucas mulheres em áreas de maior impacto criativo. “Como um escritor, eu posso ser indicado em apenas três categorias: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, e Melhor Roteiro Original. Para mim, o problema da diversidade – da forma que se aplica aos atores e diretores individualmente – não surgiu. Dito isto, eu nunca consideraria a diversidade quando o assunto é arte. Somente a qualidade. Para mim, fazer o contrário é errado”, ele escreveu. O post dividiu opiniões. Angie Thomas, autora do livro “O Ódio Que Você Semeia”, foi uma das milhares de questionou o colega de profissão. “E quem determina o que é qualidade?”, ela ponderou. Outra seguidora escreveu: “Com todo respeito, eu acho que isso é injusto. Quando filmes criados por pessoas de cor são constantemente ignorados por instituições que são predominantemente formadas por homens brancos, há uma parcialidade explícita.” “Como sua fã, é doloroso ler isso vindo de você. Isso implica que diversidade e qualidade não podem ser simultâneas. Estes não são conceitos separados. Qualidade está em todo lugar, mas a maioria das indústrias só acredita na qualidade de uma parcela da população”, questionou outra. A escritora brasileira Bel Rodrigues também se manifestou, obtendo quase 5 mil curtidas em sua mensagem: “É fácil considerar só a qualidade quando você consegue se ver em todos os trabalhos de arte que existem.” Diante da reação, King resolveu mudar a abordagem, esquecendo o posicionamento conservador anterior e partindo para uma visão de mundo liberal. “A coisa mais importante que podemos fazer como artistas e pessoas criativas é garantir que todos tenham as mesmas chances, independentemente de sexo, cor ou orientação sexual”, escreveu o autor. “Neste momento, estas pessoas estão muito mal representadas, e não apenas nas artes. Ninguém consegue ganhar prêmios se estiver excluído do jogo”, completou Stephen King, sem sugerir soluções. Uma dessas soluções, quem diria, é fazer exatamente aquilo que ele considerava “errado” no tuíte anterior: chamar atenção para a injustiça social de indicações que priorizam obras de homens brancos aos trabalhos artísticos dos demais segmentos da sociedade, tão bons quanto e muitas vezes melhores que os das classes privilegiadas. Conservadores não gostam disso, porque afeta os privilégios de que usufruem, como homens e/ou brancos. Neste ano, Lupita Nyong’o (em “Nós”) e Awkwafina (“A Despedida”) deram shows de interpretações e foram totalmente ignoradas pela Academia, assim como os diretores de seus filmes, respectivamente Jordan Peele e Lulu Wang, porque não têm a cor da qualidade. Já Martin Scorsese fez um longa que, mesmo com 3h30 e a ambição de cobrir décadas da história dos EUA, dá voz apenas a homens brancos. Com essa visão preconceituosa de mundo, “O Irlandês” recebeu 10 indicações ao Oscar!

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  • Filme

    Doutor Sono tenta equilibrar os irreconciliáveis Stephen King e Stanley Kubrick

    22 de dezembro de 2019 /

    Terá sido uma escolha feliz de Mike Flanagan aceitar a missão de fazer uma continuação de “O Iluminado” (1980), de Stanley Kubrick? Como “Doutor Sono” (2019) é a adaptação de um novo livro de Stephen King, que dá seguimento à vida, agora adulta, do garoto iluminado Dan Torrence (Ewan McGregor), parece haver uma tentativa de agradar tanto ao romancista – que não gosta do filme de Kubrick – quanto aos fãs do filme. As duas visões, porém, são irreconciliáveis. Até então, Flanagan só havia trabalhado em produções mais modestas, mas de qualidade, que lhe renderam acólitos como um dos melhores cineastas novos do terror. Filmes como “Absentia” (2011), “O Espelho” (2013), “Hush – A Morte Ouve” (2016), “O Sono da Morte” (2016), “Ouija – Origem do Mal” (2016) e “Jogo Perigoso” (2017) têm uma elegância formal admirável, além de uma obsessão por lidar com questões familiares, que apresentam um autor respeitável. Um autor que fez a sua obra-prima em formato de minissérie, “A Maldição da Residência Hill” (2018), que conta histórias de pessoas de uma mesma família tendo que lidar com traumas do passado, numa trama narrada em três eixos temporais. Diante desse currículo admirável, “Doutor Sono” acaba decepcionando quem esperava que fosse o grande terror do ano, ainda que os problemas pareçam ter mais relação com a origem literária – uma história muito confusa – do que com a adaptação. Por isso, Flanagan talvez tivesse feito melhor se recusasse a oferta tentadora de dirigir uma produção com tanta visibilidade e com tantas cascas de banana. O lançamento fracassou nas bilheterias. Mas nem tudo é ruim em “Doutor Sono”. Na verdade, há grandes qualidades que merecem ser ressaltadas. Temos dois filmes em um: o que pretende ser a continuação direta de “O Iluminado” e o que parece algo totalmente novo, apresentando um grupo de vampiros de energia, liderados por uma elegante Rebecca Ferguson. Essas histórias se entrecruzam, já que esse grupo de vampiros tem um interesse especial nos iluminados. Uma das primeiras cenas do filme mostra Rose Cartola, a personagem de Ferguson, seduzindo uma garotinha para matá-la. Algumas cenas de assassinato desses iluminados, inclusive, são bem violentas e perturbadoras, já que esses vampiros vão se alimentando da dor e do medo. E isso é um ponto positivo do filme. Para muitos, porém, o momento mais interessante de “Doutor Sono” talvez seja o retorno de Dan ao famoso hotel em que se passa “O Iluminado”, com direito a reinterpretações de cenas do primeiro filme com atores diferentes – outra solução questionável e que torna este trabalho de Flanagan/King ainda mais bizarro. Devido a tantos problemas, as qualidades e a elegância na direção de Flanagan têm pouco espaço para se sobressaírem. Uma pena. Mas “Doutor Sono” vai ganhar uma segunda versão, com cerca de 30 minutos a mais, totalmente reeditada por Flanagan para o lançamento em Bluray. Quem sabe, assim, resulte num filme mais iluminado, capaz de resolver os conflitos de sua concepção.

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  • Série

    Novos livros de Stephen King vão virar séries: Carrie e Jerusalem’s Lot

    21 de dezembro de 2019 /

    Stephen King vai ter novos livros transformados em série. O canal pago Epix desenvolve a produção de “Jerusalem’s Lot” e o FX estaria em estágio inicial de negociações para produzir uma adaptação de “Carrie, a Estranha”. O projeto de “Carrie” chama mais atenção, mas é o que possui menos detalhes conhecidos. Segundo apurou o site Collider, para se diferenciar das adaptações anteriores do célebre romance – duas no cinema, duas na TV – a personagem seria interpretada por uma atriz negra ou transexual, visando evidenciar o preconceito que ela sofre. Vítima de bullying, Carrie se vinga de toda sua escola com poderes telecinéticos, num dos finais mais famosos do terror moderno. Por sua vez, o conto “Jerusalem’s Lot” nunca foi adaptado anteriormente – apesar do título ser parecido com o do romance “Salem’s Lot”, já filmado duas vezes. Esta produção está em processo avançado e já escalou seu protagonista. O ator Adrien Brody, vencedor do Oscar por “O Pianista”, vai estrelar a atração no papel do capitão Charles Boone. Passada nos anos de 1850, a trama segue Boone, que se muda com sua família para a pequena e aparentemente monótona cidade de Preacher’s Corners, no Maine, depois que sua esposa morre em um acidente marítimo. No entanto, Charles logo terá que enfrentar os segredos da sórdida história de sua família e lutar para acabar com a escuridão que atormenta os Boones há gerações. Nenhuma das duas produções tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Doutor Sono vai ganhar versão estendida com 3 horas de duração

    21 de dezembro de 2019 /

    O filme “Doutor Sono” vai ganhar uma versão estendida do diretor Mike Flanagan, com 180 minutos – isto é, três horas de duração! Isto representa quase meia hora a mais de filme, em relação ao que foi exibido no cinema. O anúncio foi feito pelo próprio Flanagan em seu Twitter, com a capa do lançamento. Veja abaixo. Chamada de “edição do diretor”, a nova versão será lançado apenas em vídeo e streaming. A versão digital estará disponível em 21 de janeiro nos Estados Unidos, enquanto o bluray sai em 4 de fevereiro, num box que também incluirá uma versão em 4K da edição dos cinemas. Continuação do clássico “O Iluminado” (1980), “Doutor Sono” foi um dos filmes de terror mais elogiados do ano, com 77% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. Agradou muito mais que as outras duas adaptações cinematográficas de obras do escritor Stephen King em 2019, “It: Capítulo 2” (63%) e “Cemitério Maldito” (57%). Entretanto, rendeu muito menos nas bilheterias. Com apenas US$ 71 milhões de arrecadação mundial, “Doutor Sono” se tornou um dos grandes fracassos do cinema em 2019. Teorias para o fracasso incluem desde a saturação de adaptações de Stephen King – além das citadas, houve várias produções para streaming e até séries – , o título muito ruim e o fato de remeter a um filme com 39 anos, que a maioria dos frequentadores atuais de cinema não lembra ou nem sequer assistiu. Por isso, o lançamento de uma versão estendida chega a surpreender. Logicamente que a Warner não vai colocá-la no cinema após o desempenho original. Mas é interessante que tenha financiado mais tempo de pós-produção para um fracasso, em vez de conter o prejuízo. Assim, o diretor tem a chance de mostrar a verdadeira extensão de sua visão, cortada para acomodar um tempo de exibição mais rentável, dando ao público uma edição ainda melhor de um filme que já é muito bom. Para quem perdeu no cinema, o longa traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. E Mike Flanagan chega a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (a estreante Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). The Director’s Cut of #DoctorSleep (TRT 180 mins) lands on Digital (4K streaming) 1/21, and on Blu-ray (with 4K UHD Theatrical Cut) on 2/4. Hope you enjoy! pic.twitter.com/3hxyr6kCEk — Mike Flanagan (@flanaganfilm) December 19, 2019

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  • Série

    The Outsider: Novo trailer da adaptação de Stephen King capricha na tensão

    9 de dezembro de 2019 /

    A HBO divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “The Outsider”, minissérie baseada no livro mais recente (da fonte inesgotável) de Stephen King. A prévia é extremamente tensa. Começa como uma investigação criminal comum, mas logo as pistas começam a entrar em contradição e apontar para o impossível. Publicado no Brasil em junho como “Outsider” (sem o “The”), o livro foi adaptado por Richard Price (criador de “The Night of”) e gira em torno da investigação do assassinato de um menino 11 anos, encontrado morto num parque. Testemunhas e impressões digitais apontam como principal suspeito uma das figuras mais conhecidas da cidade – o treinador da Liga Infantil de beisebol, que também é professor, casado e pai de duas filhas. Entretanto, ele tem um álibi que o coloca bem longe da cena do crime no momento do assassinato. Conforme a investigação policial avança, mais situações inexplicáveis começam a aparecer. É quando entra em cena uma detetive diferente, especializada no paranormal. O elenco destaca Ben Mendelsohn (“Rogue One”) como o detetive policial, Jason Bateman (“A Noite do Jogo”) como o principal suspeito e Cynthia Erivo (“As Viúvas”) como a investigadora paranormal, além de Bill Camp (“Coringa”), Mare Winningham (“American Horror Story”), Paddy Considine (“A Morte de Stalin”), Julianne Nicholson (“Àlbum de Família”), Summer Fontana (“The Originals”), Derek Cecil (“House of Cards”), Michael Esper (“Trust”), Max Beesley (“Mad Dogs”) e Marc Menchaca (“Ozark”). Além de estrelar, Jason Bateman também dirigiu os dois primeiros episódios da série, que serão exibidos simultaneamente no dia 12 de janeiro.

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