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  • Filme

    Desenhista dos quadrinhos da Torre Negra assina novos pôsteres do filme

    30 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou dois novos pôsteres de “A Torre Negra”, adaptação da fantasia épica de Stephen King. O detalhe é que as artes são assinadas por Jae Lee e coloridos por Jane Chung. Os dois trabalharam na adaptação de quadrinhos da obra para a Marvel. Além de Idris Elba (“Beasts of No Nation”) no papel do protagonista Roland Deschain, também conhecido como o Pistoleiro, e Matthew McConaughey (“Interestelar”) como Walter Padick, o Homem de Preto, o elenco também inclui Tom Taylor (série “Doctor Foster”), Katheryn Winnick (a guerreira Lagertha da série “Vikings”), Jackie Earle Haley (“RoboCop”), Fran Kranz (“O Segredo da Cabana”), Claudia Kim (série “Marco Polo”) e Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O roteiro original foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”). A direção é do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), em sua estreia em Hollywood. O filme chega aos cinemas brasileiros em 24 de agosto, 20 dias após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Palhaço do mal volta a atacar no novo trailer legendado de It: A Coisa

    27 de julho de 2017 /

    A Warner divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado da versão cinematográfica de “It”, clássico da literatura de terror de Stephen King, que chega no Brasil com o título de “It: A Coisa”. A prévia mostra o medo das crianças que estrelam a produção, quando se deparam com o palhaço Pennywise, que literalmente come criancinhas. Publicado em 1986, o romance é um dos mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas, e será adaptado em dois filmes distintos. A trama gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que assume a forma de um palhaço. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também como adultos. O confronto adulto ficará para o segundo filme. Entre as crianças do primeiro filme, destaca-se Finn Wolfhard, o Mike de “Stranger Things” (quase irreconhecível atrás de óculos de grau). Ele estará acompanhado de Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”), Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”) e Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) como Pennywise. “It: A Coisa” tem roteiro de Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti (“Mama”). A estreia está marcada para 7 de setembro no Brasil.

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  • Filme

    Novo teaser do terror It: A Coisa assusta as criancinhas

    25 de julho de 2017 /

    A Warner divulgou um novo teaser da versão cinematográfica de “It”, clássico da literatura de terror de Stephen King, que chega no Brasil com o título de “It: A Coisa”. A prévia mostra o susto das crianças que estrelam a produção, quando se deparam com a imagem do palhaço Pennywise, que literalmente come criancinhas – e serve para antecipar o próximo trailer completo. Publicado em 1986, o romance é um dos mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas, e será adaptado em dois filmes distintos. A trama gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que assume a forma de um palhaço. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também como adultos. O confronto adulto ficará para o segundo filme. Entre as crianças do primeiro filme, destaca-se Finn Wolfhard, o Mike de “Stranger Things” (quase irreconhecível atrás de óculos de grau). Ele estará acompanhado de Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”), Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”) e Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) como Pennywise. “It: A Coisa” tem roteiro de Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti (“Mama”). A estreia está marcada para 7 de setembro no Brasil.

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  • Filme

    Comercial de A Torre Negra destaca referências a It, O Iluminado e outras obras de Stephen King

    25 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou um comercial de “A Torre Negra”, no qual o destaque não é o duelo interdimensional entre o último Pistoleiro (Idris Elba, de “Beasts of No Nation”) e o Homem de Preto (Matthew McConaughey, de “Interestelar”), em luta pelo destino da Torre Negra, capaz de liberar o inferno na Terra. Na verdade, o que aparece com mais proeminência é aquilo que normalmente é escondido num filme: os easter eggs. São as referências a outras obras. No caso, outras criações de Stephen King. É possível ver um letreiro de circo sucateado com o nome de Pennywise, o palhaço assassino de “It”, uma foto do Overlook Hotel, de “O Iluminado”, o livro de “Louca Obsessão”, o aviso para ter cuidado com o cachorro de “Cujo”, o milharal de “Colheita Maldita”, um carrinho de brinquedo idêntico a “Christine, O Carro Assassino”, e assim por diante. O roteiro do filme foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”), e a direção está a cargo do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), em sua estreia em Hollywood. “A Torre Negra” chega aos cinemas brasileiros em 24 de agosto, 20 dias após o lançamento nos EUA.

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    George A. Romero (1940 – 2017)

    17 de julho de 2017 /

    O diretor George A. Romero, que criou o conceito dos zumbis modernos com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (16/7). Ele faleceu durante o sono, enquanto lutava contra um câncer de pulmão, aos 77 anos. Foi Romero quem concebeu a ideia de um apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Para fazer sua estreia como diretor, Romero juntou todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, rodando o filme com apenas US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. “A Noite dos Mortos-Vivos” virou um fenômeno. Mas o diretor não recuperou o investimento. Afinal, o filme foi registrado sob o título original, “The Night of the Flesh-Eaters” (a noite dos canibais). Quando os produtores optaram por um nome menos sensacionalista, os direitos autorais caíram no limbo, colocando o longa em domínio público. Romero nunca viu nenhum centavo dos lançamentos em vídeo. Arrasado, ele resolveu mostrar que era um diretor sério, filmando uma comédia romântica (“There’s Always Vanilla”, em 1971), que foi um fracasso. Também tentou misturar drama e sobrenatural numa história de dona de casa que se envolve com bruxaria (“Season of the Witch”, em 1972). Nenhum desses filmes despertou o mesmo interesse de sua estreia. Assim, decidiu retomar conceitos de seu clássico. Seu quarto filme voltou a lidar com infecção, claustrofobia, ataque de contaminados enraivecidos e a reação desumana do governo federal. “O Exército do Extermínio” (1973) mostrou um vírus que transformava a população de uma cidadezinha da Pensilvânia em assassinos alucinados. Desta vez, porém, não bastava enfrentar os infectados. O terror também vinha dos militares que cercavam o local, forçando uma quarentena para impedir a fuga dos sobreviventes. O longa virou cult e ganhou um remake em 2010 (“Epidemia”), mas na época não rendeu o suficiente para que Romero continuasse a se aventurar no cinema de forma independente. Ele foi, então, dirigir documentários esportivos para a TV. Fez até um filme sobre um jovem esportista em ascensão, chamado O.J. Simpson. Mas só conseguiu ficar cinco anos tempo longe de sua paixão. Ao voltar, fez outro cult, “Martin” (1978), história de um rapaz obcecado por sangue, um serial killer que acreditava ser um vampiro. Tornou-se o filme favorito do diretor, ainda que não tenha feito sucesso nas bilheterias. A esta altura, a influência de “A Noite dos Mortos-Vivos” já tinha chegado ao cinema europeu. Um grupo de investidores italianos procurou Romero, interessado em produzir um novo filme de zumbis, entre eles o cineasta Dario Argento (“Suspiria”). Romero ganhou seu primeiro grande orçamento e carta branca para escrever e dirigir como quisesse. E o resultado foi sua obra-prima visceral. Para “Despertar dos Mortos” (1978), o diretor quis mostrar como a epidemia zumbi afetava um grande centro urbano. Juntou uma produtora de telejornal, um piloto de helicóptero e dois policiais da tropa de choque em fuga de uma metrópole infestada, com zumbis irrompendo em estúdios televisivos, em cortiços superlotados e… num shopping center. Ao concentrar a ação no shopping gigante dos subúrbios de Pittsburgh, o filme estabeleceu um dos cenários mais famosos do terror, ao mesmo tempo em que superou seu próprio gênero, inserindo comentário social de humor negro na materialização de zumbis consumistas, que continuavam a demonstrar fervor materialista após a morte. Perguntado porque os zumbis estavam reunidos ali, um personagem responde: “Algum tipo de instinto. Memória do que costumavam fazer. Este era um lugar importante nas suas vidas”. Foi durante a produção que Romero descobriu que perdera direito ao título “Mortos-Vivos”. Um produtor lançaria uma nova franquia com este nome, referenciando “A Noite dos Mortos Vivos” e espalhando ainda mais o gênero – a partir de “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). O próprio “Despertar dos Mortos” originou outra saga, ao ganhar uma continuação de seus produtores italianos, chamada “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” (1979). Alheio à proliferação dos filmes de zumbis, Romero rodou “Cavaleiros de Aço” (1981), sobre gangues de motoqueiros que se portavam como se fossem cavaleiros medievais, estrelado por Tom Savini – que liderou a gangue de motoqueiros de “Despertar dos Mortos”. A ideia bizarra também virou cult. Para sacramentar sua fama como diretor de terror, ele ainda firmou uma parceria com o escritor Stephen King, que escreveu um de seus raros roteiros originais para o diretor: “Creepshow – Show de Horrores” (1982), uma homenagem aos antigos quadrinhos de terror da editora EC Comics (que publicava, entre outros, “Tales of the Crypt”). Ao perceber que os mortos-vivos tinham virado febre, ele retomou as criaturas em “Dia dos Mortos” (1985), passado num bunker militar. Mais claustrofóbico que nunca e igualmente influente, o filme tratou de mostrar que a ameaça humana podia ser tão ou mais perigosa que o ataque das criaturas, num mundo em que os sobreviventes se tornavam psicopatas. De quebra, o longa rendeu o primeiro trabalho da carreira de Greg Nicotero, futuro produtor da série “The Walking Dead”, como assistente de Tom Savini na criação das maquiagens dos zumbis. A reputação conquistada com a trilogia zumbi levou Romero a produzir uma série de TV, “Galeria do Terror” (Tales from the Darkside), que durou quatro temporadas, e também o aproximou dos grandes estúdios. O thriller “Instinto Fatal” (1988) foi uma produção da Orion, distribuída por Fox e Warner no exterior. Mas a história do macaco que aterrorizava seu dono paraplégico teve mais mídia que público. Ele voltou a colaborar com Dario Argento em “Dois Olhos Satânicos” (1990), que levou às telas dois contos distintos de Edgar Allan Poe – um dirigido por Romero, outro por Argento. E com Stephen King, na adaptação de “A Metade Negra” (1993), outra produção grandiosa para os padrões do diretor. Apesar da expectativa, os filmes não agradaram à crítica e nem renderam as bilheterias esperadas. Assim, Romero não encontrou as mesmas facilidades para realizar novos projetos. Só foi retomar a carreira sete anos depois com “A Máscara do Terror” (2000), uma história original sobre um homem deformado, que não teve impacto algum. Mas lá atrás, em 1990, ele se envolveu em algo que lhe daria dividendos. O próprio Romero produziu e roteirizou o primeiro remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”, desta vez realizado à cores e com um final bem diferente. A produção foi um sucesso e inaugurou a tendência de refilmagens de sua obra. Em 2004, Zack Snyder fez o remake de “Despertar dos Mortos”, lançado no Brasil com o título de “Madrugada dos Mortos”. E a obra fez tanto sucesso que muita gente passou a perguntar porque Romero não fazia mais filmes de zumbis. A própria Universal Pictures, que distribuiu o filme de Snyder, procurou Romero interessada em saber sua disposição para retomar o gênero. O diretor se viu com o maior orçamento de sua carreira para filmar “Terra dos Mortos” (2005). Ele não esqueceu do amigo Dario Argento e convidou a filha do cineasta, Asia Argento, para estrelar a produção, ao lado de astros como o veterano Dennis Hopper, John Leguizamo e Simon Baker. Para completar, diversos figurantes famosos viveram zumbis na produção, como Simon Pegg e o diretor Edgar Wright, que recém tinham feito a comédia zumbi “Todo Mundo Quase Morto” (2004), sem esquecer de Savini e Nicotero. Desta vez, a trama se passava numa cidade-fortaleza, com milionários encastelados e proletários lutando para manter os privilégios da classe dominante. A mensagem não agradou muito o estúdio, que aproveitou a baixa bilheteria para limar o projeto de continuação, que Romero pretendia rodar com os sobreviventes da história. Seria sua primeira sequência a retomar personagens. A febre dos filmes de “found footage” (imagens encontradas) inspirou Romero a produzir mais um filme de zumbis, desta vez com baixíssimo orçamento, como no começo de sua carreira, na base da câmera na mão e um tiro na cabeça. Com “Diário dos Mortos” (2007), ele ainda revisitou os primeiros dias da epidemia. Mas por mais barato que tenha sido, o filme não se pagou. Não rendeu nem US$ 1 milhão na América do Norte. O cineasta rodou um último filme a partir de algo que sempre lhe questionaram: por que os sobreviventes não vão para uma ilha? “A Ilha dos Mortos” (2009) explicou porquê, com direito a uma cena trash fantástica, de luta entre zumbi e tubarão. Apesar de ter retomado os zumbis em seus últimos filmes, ele via com desgosto a popularização do gênero. Não gostava de zumbis velozes, como os mostrados no remake de “Madrugada dos Mortos”. Recusou até um convite para dirigir um episódio de “The Walking Dead”, porque dizia que a série era “uma novela com zumbis” e achava que sua participação poderia “legitimá-la”. Ele também escreveu para videogames e quadrinhos, e buscava tirar do papel seu sétimo filme de zumbis via crowdfunding. Romero chegou a finalizar o roteiro, intitulado “Road of the Dead” (estrada dos mortos), que previa corridas de carros malucas, em que zumbis competiam para a diversão de humanos ricos. A ideia era lançar o filme em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” completaria 50 anos.

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  • Série

    Minissérie de terror Mr. Mercedes ganha trailer ao som de clássico da banda King Crimson

    16 de julho de 2017 /

    O canal pago americano Audience divulgou um banner e o primeiro trailer de “Mr. Mercedes”, nova minissérie baseado num romance de terror de Stephen King. A prévia explora o confronto psicológico dos protagonistas, mas o que chama atenção é a trilha, já que é a primeira vez que um clássico progressivo da banda King Crimson (“21st Century Schizoid Man”, de 1969) aparece num comercial do gênero – ainda que num cover moderno da banda Fuzz. A trama gira em torno de Brady Hartsfield, um motorista de caminhão de sorvete que, secretamente, é o criminoso conhecido como Assassino do Mercedes, culpado pela morte de oito pessoas, que ele atropelou com seu carro ao avançar sobre uma multidão. O caso ficou sem solução, até ele resolver atormentar o detetive responsável pela investigação, Bill Hodges, que decide abandonar a aposentadoria ao receber uma carta anônima do culpado. A adaptação do livro de 2014 traz Brendan Gleeson (“O Guarda”) como o detetive Bill Hodges e Harry Treadaway (série “Penny Dreadful”) como Brady Hartsfield, papel que chegou a ser negociado com o falecido Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). O elenco coadjuvante inclui Mary-Louise Parker (série “Weeds”), Kelly Lynch (série “Magic City”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), Scott Lawrence (série “Legion”), Breeda Wool (série “UnReal”), Ann Cusack (“O Abutre”), Justine Lupe (série “Cristela”) e Holland Taylor (série “Two and a Half Men”). Os roteiros estão a cargo de David E. Kelley (da minissérie “Big Little Lies”) e os dez episódios serão dirigidos por Jack Bender (séries “Lost” e “Game of Thrones”). Kelley e Bender também dividem a produção da minissérie, que estreia em 9 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo trailer de A Torre Negra destaca duelo entre Idris Elba e Matthew McConaughey

    10 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “A Torre Negra”, que destaca o duelo interdimensional entre o último Pistoleiro (Idris Elba, de “Beasts of No Nation”) e o Homem de Preto (Matthew McConaughey, de “Interestelar”), em luta pelo destino da Torre Negra, capaz de liberar o inferno na Terra. A maioria das imagens – inclusive a frase de efeito dita por Elba – já tinham sido vistas em vídeos anteriores. O elenco também inclui Tom Taylor (série “Doctor Foster”), Katheryn Winnick (a guerreira Lagertha da série “Vikings”), Jackie Earle Haley (“RoboCop”), Fran Kranz (“O Segredo da Cabana”), Claudia Kim (série “Marco Polo”) e Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O roteiro original foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”), e a direção está a cargo do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), em sua estreia em Hollywood. O filme chega aos cinemas brasileiros em 24 de agosto, 20 dias após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Idris Elba e Matthew McConaughey ilustram novos pôsteres de A Torre Negra

    4 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou dois novos pôsteres de “A Torre Negra”, adaptação da fantasia épica de Stephen King. As imagens reúnem Idris Elba (“Beasts of No Nation”) no papel do protagonista Roland Deschain, também conhecido como o Pistoleiro, e Matthew McConaughey (“Interestelar”) como Walter Padick, o Homem de Preto. O elenco também inclui Tom Taylor (série “Doctor Foster”), Katheryn Winnick (a guerreira Lagertha da série “Vikings”), Jackie Earle Haley (“RoboCop”), Fran Kranz (“O Segredo da Cabana”), Claudia Kim (série “Marco Polo”) e Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O roteiro original foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”). A direção é do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), em sua estreia em Hollywood. O filme chega aos cinemas brasileiros em 24 de agosto, 20 dias após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Atriz de O Homem nas Trevas vai estrelar a nova série de terror Castle Rock

    26 de junho de 2017 /

    A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) será a protagonista feminina de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”) e o escritor Stephen King (“A Torre Negra”). A série é inspirada pelo universo literário de King, e trará Levy como uma mulher obcecada pelas mortes e acontecimentos sobrenaturais da cidade do título. Ela vai contracenar com André Holland (“Moonlight”), intérprete de um advogado com clientes condenados à pena de morte, e Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original), professora aposentada e mãe adotiva do personagem de Holland. Não há mais informações sobre a trama, além das descrições destes personagens. Mas o site The Hollywood Reporter especula que se trata de uma série de antologia, ao estilo de “Fargo” e “American Horror Story”, em que cada temporada contaria uma história diferente e com personagens diferentes, conectadas pelo mesmo universo ficcional. King concebeu a cidade fictícia de Castle Rock no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertaiment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. A produção será disponibilizada no site de streaming Hulu, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Vídeo de bastidores explica como a série baseada no terror O Nevoeiro, de Stephen King, se diferencia do filme

    12 de junho de 2017 /

    O canal Spike TV divulgou um vídeo dos bastidores de “The Mist”, série baseada em “O Nevoeiro”, obra de Stephen King que já virou filme em 2007. Na prévia, o criador da versão televisiva, Christian Torpe (responsável pela série dinamarquesa “Rita”), explica como a série amplia o universo da obra de King. A produção usou referências presentes no livro e no filme, além da mitologia criada em torno de Arrowhead, o projeto militar onde tudo começou. Na trama original, um grupo de pessoas se abrigava num supermercado após um nevoeiro sinistro baixar em sua cidade, simultaneamente a uma invasão de monstros de outra dimensão, que a névoa escondia de forma mortal. Na prévia, os abrigos são um shopping e uma igreja. A versão televisiva destaca em seu elenco Alyssa Sutherland (série “Vikings”), Frances Conroy (série “American Horror Story”), Isiah Wheitlock Jr. (série “The Wire”), Darren Pettie (série “Madam Secretary”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 22 de junho nos EUA.

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  • Filme

    Idris Elba e Matthew McConaughey duelam em três comerciais de A Torre Negra

    5 de junho de 2017 /

    A Sony divulgou dois mais pôsteres e três comerciais de “A Torre Negra”, que destacam o duelo interdimensional entre o último Pistoleiro (Idris Elba, de “Beasts of No Nation”) e o Homem de Preto (Matthew McConaughey, de “Interestelar”), em luta pelo destino da Torre Negra, capaz de liberar o inferno na Terra. O elenco também inclui Tom Taylor (série “Doctor Foster”), Katheryn Winnick (a guerreira Lagertha da série “Vikings”), Jackie Earle Haley (“RoboCop”), Fran Kranz (“O Segredo da Cabana”), Claudia Kim (série “Marco Polo”) e Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O roteiro original foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”), e a direção está a cargo do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), em sua estreia em Hollywood. O filme chega aos cinemas brasileiros em 24 de agosto, 20 dias após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série baseada no terror O Nevoeiro, de Stephen King, ganha fotos e novo trailer

    5 de junho de 2017 /

    O canal pago americano Spike (que em 2018 vai virar Paramount) divulgou 32 fotos e um novo trailer de “The Mist”, série baseada no terror “O Nevoeiro”, de Stephen King. Diferente da primeira prévia, o novo vídeo apresenta cenas de diferentes partes da narrativa, desde os abrigos improvisado (desta vez, num shopping e numa igreja) até a tentativa de fuga pela névoa espessa. Na trama original, um grupo de pessoas se abrigava num supermercado após um nevoeiro sinistro baixar em sua cidade, simultaneamente a uma invasão de monstros de outra dimensão, que a névoa escondia de forma mortal. O livro já foi adaptado num excelente filme de terror, “O Nevoeiro” (2007), escrito e dirigido por Frank Darabont, que logo depois criou o fenômeno “The Walking Dead” com alguns atores do próprio longa. Darabont não participa da nova adaptação, que foi criada por Christian Torpe, responsável pela série dinamarquesa “Rita”, atualmente em sua 4ª temporada. A versão televisiva destaca em seu elenco Alyssa Sutherland (série “Vikings”), Frances Conroy (série “American Horror Story”), Isiah Wheitlock Jr. (série “The Wire”), Darren Pettie (série “Madam Secretary”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 22 de junho nos EUA.

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    Mr. Mercedes: Nova minissérie de terror de Stephen King ganha 30 fotos e primeira prévia

    4 de junho de 2017 /

    O canal pago americano Audience divulgou 30 fotos e a primeira prévia de “Mr. Mercedes”, nova minissérie baseado num romance de terror de Stephen King. Além de cenas da produção, o vídeo traz o elenco e os produtores explicando a premissa. A trama gira em torno de Brady Hartsfield, um motorista de caminhão de sorvete que, secretamente, é o criminoso conhecido como Assassino do Mercedes, culpado pela morte de oito pessoas, que ele atropelou com seu carro ao avançar sobre uma multidão. O caso ficou sem solução, até ele resolver atormentar o detetive responsável pela investigação, Bill Hodges, que decide abandonar a aposentadoria ao receber uma carta anônima de Hartsfield identificando-se como o culpado. A adaptação do livro de 2014 será protagonizada por Brendan Gleeson (“O Guarda”) como o detetive Bill Hodges e Harry Treadaway (série “Penny Dreadful”) como Brady Hartsfield, papel que chegou a ser negociado com o tragicamente falecido Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). O elenco coadjuvante inclui Mary-Louise Parker (série “Weeds”), Kelly Lynch (série “Magic City”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), Scott Lawrence (série “Legion”), Breeda Wool (série “UnReal”), Ann Cusack (“O Abutre”), Justine Lupe (série “Cristela”) e Holland Taylor (série “Two and a Half Men”). Os roteiros estão a cargo de David E. Kelley (da minissérie “Big Little Lies”) e os dez episódios serão dirigidos por Jack Bender (séries “Lost” e “Game of Thrones”). Kelley e Bender também dividem a produção da minissérie, que estreia em 9 de agosto nos Estados Unidos.

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