Ridley Scott decide tirar Kevin Spacey de Todo o Dinheiro do Mundo com o filme já pronto para a estreia
Diante da perspectiva de ter o lançamento de “Todo o Dinheiro do Mundo” adiado indefinidamente, devido à participação do ator Kevin Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, o diretor Ridley Scott tomou uma decisão sem precedentes. Vai apagar Spacey do filme, por meio de sua substituição por outro ator. A solução é dispendiosa, já que envolve não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro. O escolhido para substituir Spacey foi Christopher Plummer, vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor” (2010). O intérprete veterano tinha sido a primeira escolha de Scott, mas a Sony queria um nome mais célebre e o vetou, optando por Spacey. Scott vai refilmar as cenas do filme com Plummer e os principais atores da produção. Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), ambos já concordaram em voltar ao trabalho. Mas para economizar tempo e dinheiro, Scott vai inserir digitalmente o rosto de Plummer sobre o de Spacey em várias cenas externas, rodadas em locações na Europa e Oriente Médio. Ele já tinha feito isso quando a tecnologia não era tão avançada. O ator inglês Oliver Reed sofreu um ataque cardíaco e morreu algumas semanas antes de rodar suas cenas finais no filme “Gladiador”. Scott filmou outro ator e aplicou digitalmente o rosto de Reed, extraído de cenas anteriores, sobre o figurante. Ele acabou vencendo o Oscar de Melhor Direção. Caso Scott volte a obter êxito, sua ideia vai aumentar a pressão sobre os atores, que passarão a ser facilmente substituídos em caso de confusões ou escândalos. A grande ironia é que Ridley Scott já tinha rodado o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.
Novo filme de Ridley Scott estrelado por Kevin Spacey pode ser adiado indefinidamente
“Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), o novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”), não deve mais chegar aos cinemas neste ano. Segundo o site da revista Variety, a Sony já cancelou a première do filme e deve tirá-lo de seu cronograma de lançamentos, visando, na melhor das hipóteses, lançá-lo ao longo de 2018. O adiamento se deve ao escândalo sexual que envolve um de seus protagonistas, o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”), que apareceu irreconhecível no trailer liberado, sob maquiagem de envelhecimento. A grande ironia é que Ridley Scott rodou o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Antes ameaçada por “Todo o Dinheiro do Mundo”, os papéis se inverteram e agora a produção televisiva é que pode inviabilizar o êxito do filme. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A história é real e o elenco do filme também destaca participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes. Resta saber se esta data será mantida ou se acompanhará o adiamento indefinido dos Estados Unidos.
Filho do ator Richard Dreyfuss diz que foi assediado por Kevin Spacey aos 18 anos
O ator e escritor Harry Dreyfuss, filho do vencedor do Oscar Richard Dreyfuss (“A Garota do Adeus”, “Tubarão”), aumentou a lista de homens que estão acusando o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) de assédio sexual. Em depoimento publicado no Buzzfeed, mesmo site em que Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) fez a primeira denúncia contra Spacey, ele contou detalhes do episódio, que aconteceu em 2008, quando tinha 18 anos. Na época, seu pai estava atuando na peça “Complicit”, dirigida por Spacey em Londres. De acordo com o jovem, os três estavam em uma sala discutindo o roteiro do espetáculo, e em certo momento, mesmo com a presença de Dreyfuss, Kevin Spacey colocou a mão na coxa do adolescente e não tirou ela de lá tão cedo. “Nunca me ocorreu que Kevin estaria interessado em mim”, escreveu. “Ele era um homem adulto, um herói meu, o chefe do meu pai. Não estava no meu radar de pessoas dispostas a realizar interações sexuais”, continuou. “Além disso, pensei: com certeza ele não está dando em cima de mim na frente do meu pai. Mas sua mão permaneceu lá.” Em seu relato, Harry Dreyfuss afirma que, pela pouca idade, simplesmente não conseguiu processar o que estava ocorrendo. “Meu pai e eu estávamos fingindo ser amantes em uma peça enquanto Kevin Spacey tentava me seduzir, e na vida real eu era um virgem hétero infeliz que só queria se tornar uma ator famoso.” “Não pensei que houvesse algo que eu pudesse fazer para alertar meu pai sobre o que estava acontecendo. Eu não queria começar uma briga entre eles e não queria que a peça fosse ameaçada.” Desde a última segunda (30/10), quando Spacey se desculpou pelo assédio sexual ao ator Anthony Rapp, vários outros homens revelaram casos semelhantes envolvendo o astro de “House of Cards”. Com a repercussão negativa, a Netflix suspendeu a produção da 6ª temporada da série política e divulgou que não trabalhará mais com o ator.
Netflix demite Kevin Spacey da série House of Cards
Kevin Spacey não faz mais parte do elenco de “House of Cards”. A Netflix demitiu o ator oficialmente na noite de sexta-feira (3/11). A decisão foi tomada após as denúncias de assédio sexual contra ele, inclusive de integrantes da produção da própria série. “A Netflix não estará envolvida com qualquer outra produção de “House of Cards” que inclua Kevin Spacey”, informou a plataforma em um comunicado. A produção da 6ª temporada de “House of Cards” foi suspensa na terça-feira (31/10), dois dias após Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por Spacey em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. A decisão teria sido tomada após o time de advogados da produtora MRC (Media Rights Capital) e da Netflix examinarem o contrato de Spacey, que tem créditos de produtor de “House of Cards”, para ver quais seriam os custos de tirá-lo da série. No anúncio, a empresa também comentou que está trabalhando com a MRC “para avaliar os rumos da série”. Isto significa que há planos para continuar a produção, nem que seja para concluir a história na 6ª e potencialmente última temporada da atração. Mas também há rumores sobre um projeto de spin-off centrado em outros personagens da série. A verdade é que não havia mais ambiente para o retorno de Spacey às gravações, após acusações de comportamento “predatório” no set, especialmente em relação a funcionários mais jovens da equipe. Mas simplesmente cancelar a séria deixaria os mesmos funcionários desempregados. Atualmente, cerca de 300 profissionais trabalham em “House of Cards”. A revista Variety ouviu de fontes do set que os dois primeiros episódios da temporada já foram gravados. E que a paralisação dos trabalhos teria o objetivo de dar tempo aos roteiristas de encontrar uma forma de reescrever a trama sem a participação de Spacey. Segundo a publicação, a morte de Frank Underwood, personagem de Spacey, estaria sendo considerada a melhor solução narrativa para justificar o sumiço do ator, deixando a responsabilidade de protagonizar o final da história nas mãos de sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright. A atriz Jessica Chastain foi a primeira a sugerir esta mudança nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, ela escreveu no Twitter. Quase 500 pessoas responderam positivamente, propondo até formas de matar Frank Underwood. Vale lembrar que “House of Cards” é inspirada numa produção britânica de mesmo nome, e na trama original o protagonista morreu – o que levou também ao final da série. Além de Kevin Spacey, outro astro da Netflix enfrenta acusações de abuso sexual, inclusive mais graves. Danny Masterson, da série de comédia “The Ranch”, está sendo investigado pela promotoria de Los Angeles pelo estupro de quatro mulheres no começo da década de 2000.
Produtores de House of Cards planejam matar personagem de Kevin Spacey
Os produtores de “House of Cards” estão inclinados a matar o protagonista da série, Frank Underwood, após seu intérprete ter seu nome associado a denúncias de assédio e abuso sexual por diversas pessoas, inclusive integrantes da equipe da produção. Não há ambiente para o retorno de Spacey às gravações, após acusações de comportamento “predatório” no set, especialmente em relação a funcionários mais jovens da equipe. Mas cancelar agora a atração deixaria os mesmos funcionários desempregados. Atualmente, cerca de 300 profissionais trabalham no desenvolvimento da 6ª temporada da série. Segundo o site da revista Variety, a morte de Underwood está sendo considerada a melhor solução, deixando a responsabilidade de protagonizar o final da história nas mãos de sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright. A atriz Jessica Chastain foi a primeira a sugerir esta mudança nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, ela escreveu no Twitter. Quase 500 pessoas responderam positivamente, propondo até formas de matar Frank Underwood. Vale lembrar que “House of Cards” é inspirada numa produção britânica de mesmo nome, e na trama original o protagonista morreu – o que levou também ao final da série. Com a produção da 6ª temporada suspensa por tempo indeterminado, a produtora Media Rights Capital e a Netflix estão “avaliando a situação atual”. A Variety ouviu de fontes do set que os dois primeiros episódios da temporada já foram gravados. E que a paralisação dos trabalhos teria o objetivo de dar tempo aos roteiristas de encontrar uma forma de reescrever a trama sem a participação de Kevin Spacey. Enquanto isso, o time de advogados da MRC e da Netflix estão examinando o contrato do ator, que também tem créditos de produtor na atração, para ver se podem levar adiante seus planos e quais seriam os custos de tirá-lo da série.
Tyrese Gibson decide encerrar briga pública com Dwayne Johnson
O ator Tyrese Gibson decidiu encerrar sua briga pelas redes sociais com Dwayne Johnson. Ele usou o Instagram para revelar que teve uma conversa franca com um dos representantes de Johnson, mais conhecido como The Rock, e que não falaria mais disso em público, mas também não vai retirar nada do que já tinha falado. “Eu tive uma conversa séria com um dos sócios de Dwayne, e nós nos resolvemos”, ele escreveu. As “pazes” foram seladas para preservar o ambiente nas vindouras filmagens de “Velozes e Furiosos 9”, que juntará os dois atores. Gibson até se mostrou animado para voltar à franquia, uma vez que o diretor Justin Lin também confirmou seu retorno, após “pular” as partes 6 e 7 da saga. “Justin está de volta no banco do motorista, e isso significa que nossa família vai estar toda junta novamente”, ele escreveu. “Quando vemos Justin, vemos Paul”, completou, referindo-se ao falecido ator Paul Walker. Justin Lin dirigiu quatro filmes da franquia: “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). Mas antes de “Velozes e Furiosos 9” chegar aos cinemas em 2020, a Universal vai lançar um spin-off centrado em Hobbs, o personagem de Dwayne Johnson. E este foi o motivo do desentendimento entre os atores, pois Gibson acusou Johnson de ter pressionado por um filme solo, que teria levado ao adiamento de “Velozes e Furiosos 9” em um ano. “Parabéns para The Rock e seu cunhado e parceiro na 7 Bucks produções, Hiram Garcia, por fazer a franquia ‘Velozes e Furiosos’ ser sobre vocês – e como você, Dwayne, mesmo que me ligue eu não vou tirar esse post do ar. Fãs, vejo vocês em 2020, família Velozes, ok? Não.. É tudo sobre Dwayne, egoísta”, escreveu Gibson, logo após a confirmação do spin-off, no começo de outubro. “Diversidade, amor, multi-étnico e multi-geracional… Família Velozes… Até Dwayne aparecer. Acho que, durante todo esse tempo, ele teve um problema porque não era o único nos cartazes dos filmes. Acho que os sonhos se tornam realidade, parabéns para Hiram Garcia e The Rock”, arrematou Gibson, furioso. Want you guys to know I️ had a real Heart to Heart with one of Dewayne’s associates and this will be my last post about him…….. I️ repeat my last…. I️ respect the associate who called.. My story will never change I️ was never DJ’s Co-Star… I’m Shayla’s Father first…. Justin Lin is back in the driver seat that’s exciting cause it going to feel like the true #FastFamily all over again….. When we see Justin we see Paul….. Uma publicação compartilhada por TYRESE (@tyrese) em Nov 2, 2017 às 2:24 PDT
Jessica Chastain lança campanha para Robin Wright virar protagonista de House of Cards
A atriz Jessica Chastain (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) sugeriu no Twitter que a Netflix continue a produzir a série “House of Cards” com Robin Wright como protagonista, em vez de cancelar a atração. E centenas de seguidores a apoiaram, praticamente iniciando uma campanha nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, escreveu Chastain na rede social. Quase 500 pessoas responderam positivamente ao tuíte, sugerindo formas de matar Frank Underwood, o personagem de Spacey, e manter a série em produção com Robin Wright – e Neve Campbell – como protagonista. A discussão acontece no momento em que a Netflix e a produtora Media Rights Capital decidiram suspender a produção da 6ª e potencialmente última temporada da atração por tempo indeterminado, para “avaliar a situação atual”, após o protagonista da série, Kevin Spacey, ser acusado de inúmeros assédios – inclusive por integrantes da equipe de “House of Cards”. Can #RobinWright just be the lead of @HouseofCards now? We're ready for it. — Jessica Chastain (@jes_chastain) November 3, 2017
Série 24 Horas pode ganhar novo spin-off com protagonista feminina
A série “24 Horas” pode ganhar um novo spin-off protagonizado por uma mulher. Segundo o site Deadline, o projeto, ainda em desenvolvimento pela Fox, recriaria a ideia da “luta contra o relógio” a cada episódio. Entretanto, a personagem principal lutará para desmascarar uma conspiração, em vez de combater uma organização terrorista. A abordagem está sendo escrita por Jeremy Doner (produtor-roteirista de “The Killing”) em parceria com Howard Gordon, produtor da série original. Os detalhes oficiais são escassos, mas o Deadline descreve a trama como sendo focada numa promotora que descobre uma conspiração jurídica, e tem que correr contra o tempo para salvar um condenado à morte que enfrenta execução iminente, justamente alguém que ela ajudou a processar, mas pode ser inocente. A ideia é que a história faça parte de um projeto de antologia, que a cada temporada abordaria uma história nova, com personagens diferentes, ligados apenas pelo formato do tempo real e a corrida contra o relógio. O projeto de uma antologia já tinha sido mencionado pelos executivos da Fox em junho, quando anunciaram o cancelamento do spin-off “24: Legacy”, após apenas uma temporada. Mas há quem defenda uma abordagem diferente. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, foi um enorme sucesso. O problema é que a audiência não se repetiu com a série derivada, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. E a culpa disso seria a falta de personagens conhecidos, já que o spin-off apresentou um elenco muito diferente do que o público estava acostumado. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Keifer Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Mas um projeto de protagonista feminina poderia mostrar aventuras da filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”, Chloe O’Brian (a expert em computação vivida por Mary Lynn Rajskub), que é a segunda personagem mais importante da franquia, ou até mesmo Kate Morgan (Yvonne Strahovski, que está em alta graças à série vencedora do Emmy, “The Handmaid’s Tale”), a agente da CIA que se destacou na minissérie recente “24: Live Another Day”. Saudada como revolucionária, tanto por sua narrativa em tempo real quanto por capturar o zeitgeist do começo do século, chegando às telas seis meses após a queda das Torres Gêmeas, “24 Horas” acabou ficando datada, após “Homeland” redefinir as séries de combate ao terrorismo. Mas, curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E a Fox está contando com a ajuda dele para repaginar a franquia.
Produção da 6ª e última temporada de House of Cards é suspensa indefinidamente
A produção da 6ª temporada de “House of Cards” foi suspensa indefinidamente nesta terça (31/10), um dia após os executivos da produtora Media Rights Capital e da plataforma Netflix viajarem até Baltimore, onde as gravações estavam em andamento. Na ocasião, a Netflix e a MRC emitiram uma declaração dizendo que eles estavam “profundamente preocupados” com as alegações contra o protagonista e produtor da série, Kevin Spacey, mas também queriam tranquilizar elenco e equipe, após o ator ser acusado de assédio sexual por Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) quando este tinha 14 anos de idade. A repercussão negativa do pedido de desculpas de Spacey, que rebateu a acusação de assédio com uma revelação de que era gay, e o cancelamento de homenagens que ele receberia do Emmy Internacional, somaram-se ao desconforto e, agora, os produtores emitiram um novo comunicado, afirmando que o trabalho foi interrompido para que possam avaliar que rumo tomar. “A MRC e a Netflix decidiram suspender a produção na 6ª temporada de ‘House of Cards’ até novo aviso, para nos dar tempo para avaliar a situação atual e resolver quaisquer preocupações de nosso elenco e equipe”, diz a nota curta. Fontes ouvidas pelos principais sites de notícias de entretenimento dos Estados Unidos já tinham adiantado que a Netflix tinha cancelado “House of Cards”, mas completaria uma última temporada, usando os episódios remanescentes para concluir sua história. Roteiristas podem ter recebido ordem de reescrever a trama, o que também explicaria a suspensão da gravação, para dar tempo para os capítulos finais serem reescritos. Além disso, a revista Variety afirmou que a plataforma estaria considerando produzir um spin-off, que acompanharia alguns personagens de “House of Cards”, sem a presença de Kevin Spacey.
Netflix estaria considerando fazer um spin-off de House of Cards sem Kevin Spacey
A Netflix estaria considerando desenvolver um spin-off da série “House of Cards”, apurou o site da revista Variety. De acordo com a publicação, há várias ideias sendo tratadas entre os executivos da plataformas. Uma delas é centrar a nova história no personagem Doug Stamper (Michael Kelly), com roteiro escrito pelo produtor Eric Roth. Ainda sem título, a nova série aconteceria sem a participação de Frank Underwood, o personagem vivido por Kevin Spacey, que além de estrelar também é produtor de “House of Cards”. O projeto teria o objetivo de preservar o prestígio da atração ao eliminar a participação de Spacey, que é o mais recente membro da indústria americana do entretenimento a ser atingido por um escândalo sexual. Após Spacey ser acusado de tentar abusar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, a Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”. Produtores da série e executivos se encontraram no set e procuraram acalmar elenco e equipe a respeito do futuro da produção. A princípio, as gravações da 6ª temporada estão mantidas, mas seriam os últimos episódios da série. Rapp disse ao BuzzFeed News que conheceu Spacey em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.
Karen Page é destaque em pôster individual e novas fotos da série do Justiceiro
A Netflix divulgou novos fotos e um pôster da série do “Justiceiro”, que destaca Deborah Ann Woll, repetindo o papel de Karen Page de “Demolidor”. A imagem reforça a relação das duas séries, uma vez que o ator Jon Bernthal assumiu o papel de Frank Castle/Justiceiro na 2ª temporada de “Demolidor”. Além deles, a série contará ainda com Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente federal que entra em conflito com o Justiceiro numa investigação, Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw) e Paul Schulze (série “Suits”) como William Rawlins, o ex-chefe e atual perseguidor de Castle. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e estreia em 17 de novembro.
Justin Lin vai voltar a dirigir a franquia Velozes e Furiosos
O ator Vin Diesel, protagonista e produtor da franquia “Velozes e Furiosos”, anunciou pelo Facebook que o diretor Justin Lin voltará para dirigir os próximos dois filmes. O cineasta, a quem Diesel chamou de “progenitor” da saga, o “arquiteto” do seu sucesso e o “responsável pelo renascimento” da franquia, dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida: “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). “Vocês queriam que o nono e o décimo fossem incríveis. Ouvimos os comentários de vocês sobre a saga e sobre o que precisa acontecer nos capítulos finais”, disse o ator em vídeo em que aparece ao lado de Lin. Veja abaixo. Diesel também anunciou o retorno à franquia da atriz Jordana Brewster, que interpretava a irmã de Dominic e se ausentou em “Velozes e Furiosos 8” (2017). Ela é casada com o personagem de Paul Walker e seu sumiço tem a ver com o fato do ator ter falecido em meio à produção de “Velozes e Furiosos 7”. “Velozes e Furiosos 9” chegará aos cinemas americanos apenas em 10 de abril de 2020, durante o feriado da Páscoa. Antes disso, a franquia ganhará seu primeiro spin-off, centrado nos personagens de Dwayne Johnson e Jason Statham, com estreia agendada para julho de 2019. Publicado por Vin Diesel em Quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Gabrielle Union pode estrelar spin-off televisivo da franquia Bad Boys
Após sucessivos adiamentos nos planos de um terceiro filme, a franquia “Bad Boys” pode render um spin-off televisivo. Segundo o site Deadline, um projeto nesse sentido está sendo desenvolvido em torno da personagem Syd Burnett, que foi interpretada por Gabrielle Union em “Bad Boys 2” (2003). Para quem não lembra, a personagem é irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence) e trabalha para o Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas. O elenco da franquia também inclui Will Smith, como o detetive Mike Lowrey. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. De acordo com o site, várias emissoras já demonstraram interesse no projeto, que deverá contar com a própria Gabrielle Union no papel principal.












