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    Governo americano autoriza aquisição da Paramount pela Skydance

    24 de julho de 2025 /

    FCC aprova transferência das licenças de transmissão e libera compra do grupo, incluindo CBS, Paramount+, MTV e Nickelodeon

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    Paramount considera proposta de aquisição bilionária de ex-chefe da Warner

    21 de agosto de 2024 /

    Oferta na última hora. leva à extensão do prazo de negociação enquanto a Paramount avalia possíveis alternativas

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  • Filme

    Produtora Skydance adquire a Paramount em negócio bilionário

    8 de julho de 2024 /

    Negociação histórica transforma o cenário do entretenimento global ao incluir estúdio de cinema, plataforma de streaming e diversos canais de TV

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  • Etc

    Warner e Paramount estão discutindo fusão

    20 de dezembro de 2023 /

    A Warner Bros. Discovery e a Paramount Global estão em negociações preliminares para uma possível fusão. O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, reuniu-se com o CEO da Paramount Global, Bob Bakish, e com Shari Redstone, da National Amusements Inc., que possui uma participação controladora na Paramount. O acordo possibilitaria a união de ativos para enfrentar a competição da Disney, Comcast (NBCUniversal) e Netflix no mercado do entretenimento. A fusão potencial envolveria combinar ativos em TV, cinema, esportes e streaming, incluindo os serviços de streaming Max e Paramount+. As conversas acontecem num momento em que as duas empresas enfrentam dificuldades financeiras. A Paramount Global tem uma dívida de longo prazo de US$ 15,6 bilhões, enquanto a Warner Bros. Discovery tem uma dívida de US$ 43,5 bilhões. Em termos de valor de mercado, entretanto, a Warner Bros. Discovery tem um valor maior de mercado, avaliada em US$ 28,4 bilhões, comparado aos US$ 10,3 bilhões da Paramount Global. desenvolvimentos corporativos A Warner Bros. Discovery foi formada pela aquisição da WarnerMedia pela Discovery Inc., concluída em abril de 2022, enquanto a Paramount Global resultou da fusão da CBS com a Viacom, liderada por Shari Redstone, finalizada em dezembro de 2019. A fusão das duas empresas criaria um novo conglomerado poderoso, que poderia combinar conteúdos dos serviços de streaming Max e Paramount+, fortalecendo a concorrência com Netflix e Disney+. No cinema, franquias como “Batman”, “Transformers”, “Missão: Impossível”, “Harry Potter”, “Exterminador do Futuro”, “Duna”, “Godzilla”, “Mortal Kombat” e “Star Trek” ficariam num único estúdio, enquanto as operações de TV também seriam combinadas, integrando canais como HBO, TNT, TBS, Discovery Channel, Cartoon Network, Food Network, HGTV, TLC, CBS, Comedy Central, MTV, Nickelodeon e BET. Vale apontar que a Warner não tem um canal de TV aberta, como a Paramount, dona da CBS. A revista Variety apurou que há urgência em avançar com a fusão entre Warner Bros. Discovery e Paramount Global, que seria parcialmente motivada pelo interesse do estúdio Skydance em adquirir a participação de Shari Redstone na National Amusements Inc. (NAI). Caso isso aconteça, a Paramount pode ser dividida em duas, como era antes da fusão da CBS com a Viacom (dona original dos estúdios de cinema e de alguns canais).

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    Sumner Redstone (1923 – 2020)

    12 de agosto de 2020 /

    O magnata Sumner Redstone, dono da Paramount e um dos homens mais poderosos da indústria do entretenimento, morreu na tarde de terça (12/8) aos 97 anos, de causas naturais. Sua filha Shari Redstone, atual administradora da ViacomCBS, confirmou a notícia à imprensa. “O meu pai teve uma vida extraordinária, que não só deu forma ao entretenimento como o conhecemos hoje, mas também criou um legado familiar incrível. Durante tudo o que passamos, nunca deixamos para trás o amor que existia entre nós. Ele era um pai, avô e bisavô maravilhoso. Tenho orgulho de ser filha dele, e sentirei sua falta”, disse, em comunicado. Redstone começou sua relação com a indústria do entretenimento no pequeno cine drive-in de seu pai. Quando ele tinha 18 anos em 1941, trabalhou no bar do Sunrise Drive-In Theatre, o primeiro drive-in de Nova York, que seu pai, um atacadista de bebidas e dono de uma casa noturna, construiu em 1938. Ele deixou aquele emprego (e a Universidade de Harvard) durante a 2ª Guerra Mundial, quando serviu numa unidade de inteligência do Exército dos EUA, que decifrou os códigos militares japoneses. Após a guerra, ele se formou em Direito na Harvard, assumiu empregos públicos no Departamento de Justiça, exerceu a advocacia (o mafioso Bugsy Siegel tentou contratá-lo, mas Redstone recusou) e em 1954 voltou suas atenções ao cinema que aprendeu a amar na adolescência. Mas seu olhar já era de empreendedor. Enquanto a maioria das redes exibidoras alugava espaços em shopping centers, sua empresa, a National Amusements, comprava terrenos e construía multiplexes. No começo dos anos 1980, ele já tinha 250 salas e uma participação de 5% nas ações da 20th Century Fox. Redstone tinha decidido investir na companhia em 1977, após assistir “Guerra nas Estrelas” (Star Wars). As continuações daquele filme valorizaram suas ações a ponto dele possuir dinheiro suficiente para comprar uma participação na Columbia Pictures (que vendeu para a Coca-Cola com um lucro de US$ 48 milhões) e o colocou no caminho para seu primeiro megadeal: a compra da Viacom por US$ 3,2 bilhões em 1987. Ao assumir o controle da Viacom, o empresário se tornou responsável por alavancar marcas importantes do entretenimento, como os canais pagos MTV, Showtime e Nickelodeon. Mas o negócio que realmente o colocou no centro das atenções foi a aquisição da Paramount em 1993. Redstone turbinou a Viacom com a compra da Paramount, mas não parou nisso. No final da década, deu início a planos ainda mais ambiciosos, acrescentando ao grupo os canais atualmente chamados de Paramount Newtork, CMT (a MTV country), BET (a MTV negra) e Comedy Central, mas principalmente realizando uma fusão com a rede CBS, que originou o conglomerado batizado de ViacomCBS. Em meio a brigas de bastidores envolvendo o ex-poderoso da CBS Les Moonves – anos depois demitido por assédio sexual – e executivos da Viacom, a fusão foi provisoriamente revertida em 2006. Na época, a separação das duas empresas foi vista como sinal de que tinha chegado a hora da aposentadoria de Redstone. Mas ele permaneceu na companhia até 2016, com 93 anos e bastante doente, garantindo nesse meio tempo sua sucessão pela filha. Com Shari Redstone à sua frente, a Viacom aproveitou o escândalo envolvendo Moonves, apontou o que estava acontecendo no mercado, com a aquisição da Fox pela Disney, e pressionou pelo retorno do pacto original com a CBS. A nova fusão se deu em 2019 com foco na reestruturação do conglomerado, para melhor explorar franquias de sua livraria de títulos e reforçar a iniciativa de streaming da CBS, a plataforma CBS All Access, que deve se tornar internacional em 2021. Segundo estimativa da Forbes, Sumner Redstone acumulava fortuna de US$ 4,8 bilhões em 2018, antes da nova fusão – mesmo aposentado, ele continuava acionista da empresa. A fortuna agora irá para um fundo familiar que inclui Shari e outros membros do clã Redstone. Para felicidade da família, Sumner tinha recém-vencido uma longa batalha judicial contra um ex-protegido profissional, Philippe Dauman, que exigia controle de parte dos bens dele, e de ex-namoradas, como Manuela Herzer e Sydney Holland, que disputavam bens e revelaram detalhes escandalosos do dia a dia na casa dos Redstone. Segundo Herzer, Sumner exigia “uma dieta diária de carne vermelha e sexo” até pelo menos 2015, mesmo estando confinado a sua cama, sendo alimentado por um tubo e incapaz de falar.

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  • TV

    CBS e Viacom se unem para formar nova empresa de TV, cinema e streaming

    13 de agosto de 2019 /

    A rede CBS e o conglomerado de mídia Viacom anunciaram sua fusão encerrando anos de conversas entre os gigantes da mídia americana. O acordo cria uma nova potência do cinema, televisão e streaming, a ViacomCBS, com receita de US$ 28 bilhões. “Um grupo que ocupa posições de líder nos EUA, Europa, América Latina e Ásia”, segundo comunicado conjunto. Além da rede de TV que a batiza, a CBS também é dona do canal pago Showtime, de metade da rede CW (joint venture com a Warner), da plataforma CBS All Access e do estúdio CBS Films, enquanto a Viacom controla o estúdio Paramount Pictures e os canais pagos MTV, Nickelodeon, BET, Comedy Central e Paramount TV, divisões digitais como AwesomenessTV e Pluto TV, entre outras propriedades. Como curiosidade, a Viacom também detém 51% dos direitos do grupo brasileiro de comédia Porta dos Fundos. O acordo, que será feito com troca de ações, restabelece a união das empresas, que são controladas pelo mesmo fundo de investimento, a National Amusements, da família Redstone. As empresas foram separadas há 13 anos pelo magnata Summer Redstone, mas o advento da guerra dos streamings fez sua herdeira rever a decisão. Shari Redstone, que será CEO da empresa combinada, pressionou durante anos pela reunificação, mas enfrentava resistência de Les Moonves. O antigo CEO da CBS achava que a Viacom era deficitária. Até que sua queda em setembro passado, após acusações de assédio sexual, abriu caminho para a reunificação. A nova empresa terá o diretor executivo da Viacom, Bob Bakish, como presidente-executivo. Foi ele quem oficializou a fusão em comunicado para os funcionários de ambas as companhias. “Nós unimos nossos recursos e capacidades complementares e nos tornamos uma das poucas empresas com a amplitude e profundidade de conteúdo e alcance para moldar o futuro de nossa indústria”, disse Bakish no texto. Além de contar em seu catálogo com de mais de 140 mil episódios de televisão e 3,6 mil filmes, as duas empresas gastaram US$ 13 bilhões em novos conteúdos nos últimos 12 meses. A fusão agora será apreciada pelo governo nos EUA, que não deve se opor ao processo, já que volta a reunir empresas que pertenciam ao mesmo grupo. Mas os efeitos práticos do negócio só poderão ser sentidos após o aval federal.

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