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    Atriz mirim de “Emergence” será filha de Charlotte no revival de “Sex and the City”

    27 de julho de 2021 /

    A jovem atriz Alexa Swinton, de 12 anos de idade, entrou no revival de “Sex and the City” da HBO Max, intitulado “…And Just Like That”. Ela é conhecida por ter vivido Piper, a protagonista mirim da série sci-fi “Emergence”, e coadjuvar “Billions” como a filha do personagem de Paul Giamatti. Swinton também está no elenco no terror “Tempo”, de M. Night Shyamalan, que estreia nesta quinta (29/7) no Brasil. Em “…And Just Like That”, ela viverá Rose Goldenblatt, a filha de Charlotte York Goldenblatt (Kristin Davis) e seu marido Harry (Evan Handler). A participação não foi anunciada oficialmente, mas os detalhes vieram à tona após a menina ser fotografada no set da série, ao lado de seus “pais” e da novata Cathy Ang (dubladora de Fei Fei em “A Caminho da Lua”), que fontes da imprensa americana sugerem ser Lily, a filha mais velha dos Goldenblatt. O elenco de crianças da atração também inclui Niall Cunningham (da série “Life in Pieces”) como Brady Hobbes, o filho de Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) e seu marido Steve (David Eigenberg). Todos estes personagens, mais Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Stanford Blatch (Willie Garson) e Anthony Marentino (Mario Cantone) foram reunidos na gravação de uma cena festiva no exterior da Escola de Música de Manhattan nos últimos dias, que originou as informações.

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    Revival de “Sex and the City” ganha primeira foto oficial

    10 de julho de 2021 /

    A HBO Max divulgou a primeira foto oficial do revival de “Sex and the City”, intitulado “And Just Like That…”. A imagem traz Sarah Jessica Parker (Carrie), Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte) caminhando juntas pelas ruas de Nova York. A minissérie vai seguir as três estrelas da atração dos anos 1990 enquanto lidam com a evolução de suas vidas após completarem 50 anos. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Além disso, o elenco masculino voltará em peso, com destaque para Chris Noth, que reprisará seu papel como Mr. Big, mas sem esquecer Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry). A principal novidade será a introdução de Sara Ramirez (a Dr. Callie Torres de “Grey’s Anatomy”) como uma personagem não-binária na trama. A atração terá 10 episódios. Sarah Jessica Parker revelou em seu Instagram que o primeiro vai se chamar “Hello, It’s Me” (veja abaixo), mas ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)

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    Produção do revival de “Sex and the City” já começou

    12 de junho de 2021 /

    O revival de “Sex and the City”, intitulado “And Just Like That…”, começou a ser produzido. A atriz Sarah Jessica Parker (a Carrie) publicou fotos no Instagram da primeira leitura coletiva de roteiros, do retorno ao prédio de sua personagem e do reencontro com suas duas coprotagonistas na atração, Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte). “Juntas de novo”, ela comentou. Nixon também publicou a imagem do trio, escrevendo ao lado da foto que “a amizade nunca sai de moda”. Os posts sugerem que as gravações propriamente ditas ainda não começaram. “Lendo juntas nossos primeiros episódios. Junto dos amigos e dos novos integrantes do elenco”, escreveu Parker na legenda de uma foto, acrescentando em outra que os principais intérpretes masculinos da série também estarão de volta no revival. Além de Chris Noth, que reprisará seu papel como Mr. Big, também estão confirmadas as participações de Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry), além da novidade de Sara Ramirez, que viverá uma personagem não-binária na trama. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cynthia Nixon (@cynthiaenixon)

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    Chris Noth reprisará papel de Mr. Big no revival de “Sex and The City”

    26 de maio de 2021 /

    O ator Chris Noth, até hoje lembrado como o Mr. Big de “Sex and The City”, voltará ao papel no revival da série na HBO Max. Após diversas especulações, a participação do ator foi confirmada em “And Just Like That…”, nome que recebeu a continuação da série em streaming. “Estou animado para trabalhar com Chris de novo em ‘And Just Like That…’. Como poderíamos fazer um novo capítulo da história de ‘Sex and The City’ sem o nosso Mr. Big?”, disse Michael Patrick King, produtor da série, em comunicado. As gravações da nova produção estão previstas para ocorrer entre junho em agosto, em Nova York, mas não está claro se o intérprete do interesse amoroso – e agora marido – de Carrie (Sarah Jessica Parker) terá participação fixa na série de 10 episódios ou apenas participará de um capítulo como convidado. Ele integra atualmente o elenco da série “The Equalizer”, renovada para a 2ª temporada pela rede americana CBS. O revival contará com o retorno de três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Ela ficou fora da nova produção.

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    Atriz de “Grey’s Anatomy” viverá personagem não-binária no revival de “Sex and the City”

    19 de maio de 2021 /

    A atriz Sara Ramirez (a Callie de “Grey’s Anatomy”) é a primeira novidade confirmada no revival de “Sex and the City”. E põe novidade nisso. Ela interpretará a primeira personagem não-binária a aparecer na franquia. Ramirez interpretará Che, que usará os pronomes neutros (em inglês) “they/them” por não se ver nem como homem nem como mulher. Comediante de stand-up, Che também apresenta um podcast, no qual Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma convidada frequente. “Com uma grande personalidade e um coração ainda maior, um bom humor irrepreensível e uma visão progressista e humanitária dos papéis de gênero, Che é muito popular no mundo dos podcasts e da comédia”, diz a descrição da personagem. Vale lembrar que a própria Sara Ramirez revelou, em 2020, que se identifica como uma pessoa não-binária. Em “Grey’s Anatomy”, sua personagem viveu um triângulo amoroso com pessoas de sexo diferentes. Ela também se destacou na série “Madam Secretary”, onde passou a adotar uma aparência mais masculina. A atriz mostrou seu entusiasmo com a opção dos produtores com um post do roteiro do revival no Instagram. A inclusão de uma personagem não-binária demonstra que “Sex and the City” vai voltar bem diferente na plataforma HBO Max. Não por acaso, até o título será outro: “And Just Like That…”, uma frase usada por Carrie na série original. Ainda sem data de estreia definida, o reboot terá 10 episódios e vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sara Ramirez (@therealsararamirez)

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    Volta de Sex and the City vai abordar a pandemia em Nova York

    31 de janeiro de 2021 /

    A volta de “Sex and The City” vai incorporar a pandemia de covid-19 em sua trama. A informação foi dada pela estrela Sarah Jessica Parker em entrevista à revista Vanity Fair. Após dizer que está aguardando “ansiosamente” os roteiros, ela afirmou que, como o cenário da série é Nova York, será imprescindível as consequências do vírus nas relações da cidade. “Obviamente será parte da história, porque essa é a cidade em que [esses personagens] vivem”, disse ela. “E como isso mudou os relacionamentos depois que as amigas desapareceram? Tenho muita fé que os escritores vão examinar tudo.” Não é só fé. Ela é produtora da série e pode determinar os rumos da trama. A atriz ainda celebrou que o time de novos escritos da série “é incrivelmente diverso de uma forma realmente emocionante” e que eles irão trazer uma nova “experiência de vida, visões de mundo políticas e visões de mundo social” para o programa. As personagens da série (menos Samantha) vão voltar num revival com 10 episódios na plataforma HBO Max, intitulado “And Just Like That…”. A minissérie vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker.

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    Destino de Samantha na volta de Sex and the City vira aposta online

    20 de janeiro de 2021 /

    Depois que a HBO Max anunciou que retomaria a série “Sex and the City” numa minissérie centrada nas melhores amigas Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis), mas sem Samantha (Kim Cattrall), muitos fãs da atração original dos anos 1990 passaram a especular nas redes sociais como os roteiristas explicariam a ausência de uma personagem importante do quarteto central. No mundo real, a ausência se deve a uma conhecida rivalidade de longa data entre Cattrall e Parker. Mas como a série terá que encontrar uma forma narrativa de abordar a falta de Samantha no revival, que vai se chamar “And Just Like That…”, uma casa de apostas online resolveu colocar a questão para seus apostadores. O resultado foi surpreendente. Um porta-voz do site Bovada disse ao Hollywood Reporter que as apostas sobre o destino de Samantha se tornaram uma das populares de seus negócios. Dentro do universo da ficção, só perde por enquanto para as apostas sobre quem ficaria com o Trono de Ferro no final de “Game of Thrones”. As opções mais apostadas para o destino de Samantha incluem morte, mudança para longe de Nova York, a presença vagamente mencionada ou nenhuma menção de forma alguma e até o aprisionamento numa cadeia ou instituição de qualquer espécie – inclusive clínica de reabilitação. A resolução por meio de morte da personagem é a aposta que promete pagar melhor aos interessados, dando um retorno em torno de 30% sobre o valor empenhado. A empresa planeja deixar as apostas correrem até que a série comece a ser gravado na primavera, mas pode adiar o fechamento se, até a data de estreia (ainda não anunciada), nenhum spoiler for revelado. Até o momento, a única declaração sobre a ausência de Cattrall no revival vieram de Parker no Instagram, onde ela respondeu a um seguidor, dizendo: “Samantha não faz parte desta história. Mas ela sempre fará parte de nós. Não importa onde estamos ou o que fazemos.”

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    Estrelas de Sex and the City terão cachê milionário para retomar série

    11 de janeiro de 2021 /

    As protagonistas da série clássica “Sex and the City”, Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, vão receber um cachê milionário para participar do revival da série. A revista americana Variety apurou que cada uma das protagonistas vai receber mais de US$ 1 milhão por episódio. Além de atuar, o trio principal também terá créditos como produtoras executivas da nova atração, que terá 10 episódios com exibição prevista para a plataforma de streaming HBO Max. Procurados para confirmar as cifras, representantes das três atrizes não responderam os pedidos da publicação. Mas a Variety não considerar os valores supreendentes, já que esse cachê virou referência para projetos de elenco cobiçado nos últimos anos. Nicole Kidman, Jeff Bridges e Reese Witherspoon, entre outros, estão entre os atores que fecharam contratos nesse valor para realizar séries na própria HBO, além da Netflix e Hulu. Intitulada “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original, a nova trama acompanhará as personagens Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. A produção deve começar a ser gravada em Nova York ainda no primeiro semestre de 2021.

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    Continuação de Sex and the City é oficializada na HBO Max

    11 de janeiro de 2021 /

    “Sex and the City” está oficialmente voltando para a televisão. As estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), anunciaram no domingo (10/1) que voltarão numa minissérie na HBO Max, que se chamará “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original. Veja o teaser oficial abaixo. A nova trama acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Michael Patrick King, que ganhou um Emmy por seu trabalho de direção da série e escreveu e dirigiu os dois filmes, também está de volta na produção executiva do projeto, que terá 10 episódios. Já Darren Star, criador da série original, que tem um rico contrato geral com a ViacomCBS, não está envolvido. Uma busca por um showrunner está atualmente em andamento, visando começar a produção no final da primavera (depois de março) em Nova York. “Eu cresci com essas personagens e mal posso esperar para ver como sua história evoluiu neste novo capítulo, com a honestidade, a pungência, o humor e a cidade amada que sempre as definiu”, disse Sarah Aubrey, diretora da originais na HBO Max, em comunicado. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)

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    Sex and the City pode voltar como minissérie na HBO Max

    23 de dezembro de 2020 /

    “Sex and the City” pode ganhar continuação. O jornal New York Post apurou que a HBO Max estaria perto de um acordo para produzir um revival da atração clássica, na forma de uma nova série limitada. A produção contaria com a volta das protagonistas Sarah Jessica Parker, Kristin Davis e Cynthia Nixon a seus papéis, respectivamente como Carrie, Charlotte e Miranda. Já Kim Cattrall, que se envolveu em brigas de bastidores com as colegas, tornou público seu desejo de deixar a franquia, o elenco e sua personagem Samantha para trás e não deve se envolver no projeto. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo.

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    Phyllis Somerville (1943 – 2020)

    17 de julho de 2020 /

    A atriz Phyllis Somerville, conhecida pelos filmes “Pecados Íntimos” e “As Rainhas da Torcida”, morreu na quinta (16/7) de causas naturais em sua casa, na cidade de Nova York, aos 76 anos. Ainda criança, Somerville teve uma pequena aparição na série “Guiding Light”, em 1952, mas seguiu carreira no teatro e só foi reaparecer nas telas três décadas depois, como figurante na comédia de sucesso “Arthur, o Milionário Sedutor”, lançada em 1981. Ela esperou mais uma década antes de decidir se focar no audiovisual, atuando em episódios de várias séries a partir dos anos 1990, como “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), “Sex and the City”, “Família Soprano” (The Sopranos) e até em três títulos da franquia “Lei & Ordem”: a “Law & Order” original, “Law & Order: SVU” e “Law & Order: Criminal Intent”. Somerville também acumulou participações em filmes famosos, entre eles “Fé Demais Não Cheira Bem” (1992), “Adoráveis Fantasmas” (1998), “Simplesmente Irresistível” (1999) e “Vivendo no Limite” (1999), até que começou a se destacar, alcançando papéis importantes em “Pecados Íntimos” (2006), de Todd Field, como a mãe do pedófilo vivido por Jackie Earle Haley, e em “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), de David Fincher, como a vovó da versão mirim da personagem de Cate Blanchett. Após seus melhores filmes, ela entrou no elenco de “The Big C”, série de 2010 da HBO sobre a luta de uma mulher com câncer, em que viveu a vizinha suicida da protagonista Laura Linney. Ainda atuou em um episódio de “House of Cards”, antes de virar a mãe do Rei do Crime em “Demolidor” (em 2015), a líder da comunidade alternativa de “Outsiders” (de 2016) e Meemaw no sucesso da Netflix “The Unbreakable Kimmy Schmidt” (em 2017). Nos últimos anos, Sommerville apareceu no suspense “Segredos de Sangue” (2013), estreia do sul-coreano Park Chan-wook em Hollywood, no romance “Nossas Noites” (2017), que voltou a reunir o casal Robert Redford e Jane Fonda, no drama “A Vida de Diane” (2018), premiado no Festival de Tribeca, e na comédia “As Rainhas da Torcida” (2019), onde teve um de seus maiores destaques como uma das personagens do título – um time de cheerleaders da Terceira Idade que também incluía Diane Keaton, Jacki Weaver e Pam Grier. O último papel da atriz foi na série de detetive “Mare of Easttown”, prevista para estrear na HBO em 2021.

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    Lynn Cohen (1933 – 2020)

    15 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Lynn Cohen, veterana de musicais da Broadway que também estrelou a série “Sex and the City” e o filme “Jogos Vorazes: Em Chamas”, morreu na sexta (14/2) aos 86 anos. A causa da morte não foi revelada. Nascida em Kansas City em 1933, Lynn Cohen construiu uma vasta carreira em musicais da Broadway, chegando ao cinema após convite de Woody Allen para participar de “Um Misterioso Assassinato em Manhattan” (1993), parceria que repetiu ainda em “Desconstruindo Harry” (1997). Entre os dois longas, filmou “Tio Vanya em Nova York” (1994), versão do clássico de Anton Chekhov dirigida pelo francês Louis Malle, e de alguns dos primeiros filmes da atual geração de cineastas femininas dos EUA, como “Um Tiro para Andy Warhol” (1996), de Mary Harron, e “Amigas Curtindo Adoidado” (1996), de Nicole Holofcener. Por essa época, também começou a fazer TV, recebendo um papel recorrente na série “Lei & Ordem”, como a juíza Elizabeth Mizener, que interpretou da 4ª à 16ª temporada da atração (entre 1993 e 2006). Muito mais notável, porém, foi seu papel em “Sex and the City” como Magda, a governanta de Miranda (Cynthia Nixon). A personagem, que chegou a ser considerada a quinta integrante da trupe feminina, foi concebida originalmente para aparecer em apenas um episódio. Mas seu conservadorismo divertiu tanto o público progressista da série, que se tornou perfeito para piadas recorrentes. Afinal, logo de cara Magda substituiu o vibrador de Miranda por uma estátua da Virgem Maria e ainda disse que ela precisava aprender a cozinhar se quisesse arranjar um namorado. Cohen acabou aparecendo em 13 episódios da série (2000-2004) e também nos dois filmes da franquia (em 2008 e 2010). No cinema, ainda coadjuvou em vários filmes dirigidos por atores, como “O Agente da Estação” (2003), estreia na direção de Tom McCarthy (que depois faria o vencedor do Oscar “Spotlight”), “Um Amor Jovem” (2006), de Ethan Hawke, e “Quando Me Apaixono” (2007), de Helen Hunt. Após se especializar em filmes indies, entre eles o primeiro longa dirigido pelo roteirista Charlie Kaufman, “Sinédoque, Nova York” (2008), acabou fazendo a transição para os blockbusters com o thriller “Munique” (2005), de Steven Spielberg, no qual interpretou a Primeira Ministra de Israel, Golda Meir, emendando em seguida o filme de ação “Controle Absoluto” (2008), de DJ Caruso. Mas o filme que lhe deu mais atenção foi “Jogos Vorazes – Em Chamas” (2013), onde viveu Mags, tributo veterana do Massacre Quaternário (edição especial dos Jogos com vencedores do passado), que se sacrifica para salvar a heroína Katniss (Jennifer Lawrence). Seus trabalhos mais recentes foram registrados em episódios das séries “A Maravilhosa Sra. Maisel” (Marvelous Mrs. Maisel), “Blue Bloods”, “The Affair” e “God Friended Me”.

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    Sylvia Miles (1924 – 2019)

    12 de junho de 2019 /

    A atriz Sylvia Miles, duas vezes indicada ao Oscar de Melhor Coadjuvante – por “Perdidos na Noite” (1969) e “O Último dos Valentões” (1975) – , morreu nesta quarta-feira (12/6) em sua casa em Nova York, aos 94 anos. Miles era nova-iorquina, filha de um fabricante de móveis, e estudou no célebre Actors Studio antes de fazer sua estréia como atriz numa peça off-Broadway em 1956. Ela chegou a gravar o piloto da série de comédia “The Dick Van Dyke Show”, mas perdeu o papel para Rose Marie quando a produção foi aprovada. Assim, foi aparecer primeiro no cinema, em pequenos papéis em “Assassinato S.A.” (1960) e “No Vale das Grandes Batalhas” (1961), antes de virar coadjuvante do episódio da semana de inúmeras séries televisivas. Já tinha 45 anos quando ganhou o papel que mudou sua carreira, embora ele parecesse igual a muitos outros. Na pele de uma prostituta chamada Cass, Miles apareceu apenas em seis minutos de “Perdidos na Noite”, drama pesado de John Schlesinger em que Jon Voight (o pai de Angelina Jolie) interpretava um garoto de programa em Nova York. A cena que chamou atenção envolvia sexo com Voight, e em uma entrevista de 2006 para o jornal The Scotsman, ela contou que os dois ensaiaram muito para o resultado ser convincente – como de fato foi – e contribuíram com ideias próprias. “Jon vinha para o meu apartamento no Central Park South vestido com chapéu de cowboy, jeans e botas [como seu personagem]. Meus vizinhos achavam que eu tinha esse cowboy toyboy. Ah, se fosse verdade!” Sua segunda indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante foi por um papel com mais tempo em cena. Em vez de seis, ela apareceu em oito minutos de “O Último dos Valentões”, novamente como uma mulher durona, que esconde um grande segredo do célebre detetive noir Philip Marlowe (em interpretação de Robert Mitchum). Entre uma indicação e outra, ela ficou conhecida por sua personalidade extravagante. Em um incidente famoso, jogou um prato cheio de comida no crítico de teatro John Simon, que havia detonado uma de suas performances, após encontrá-lo em uma festa. Festeira, ela era figura frequente nas baladas da era das discotecas, descrita em diversas reportagens da época como a juba loira que adornava os principais eventos de Nova York. Nesse contexto, acabou se aproximando da entourage de Andy Warhol na lendária Factory, e topou estrelar “Heat” (1972), filme cultuadíssimo em que aparecia nua e tinha uma cena de sexo com o jovem Joe Dallesandro sob direção de Paul Morrissey. Incentivada por Warhol, o produtor, ela atuou sem roteiro, inventando cada linha de seu diálogo filmado. Sua filmografia pouco convencional também inclui participação no drama contracultural “O Último Filme” (1971), de Dennis Hopper, um papel de zumbi lésbica alemã enlouquecida no terror “A Sentinela dos Malditos” (1977), de Michael Winner, a interpretação de uma cartomante assassinada no terror “Pague para Entrar, Reze para Sair” (1981), de Tobe Hooper, uma performance inesquecível como a agente imobiliária agressiva de Charlie Sheen em “Wall Street: Poder e Cobiça” (1982), de Oliver Stone e a senhoria vulgar de uma casa de striptease em “Go Go Tales” (2007), de Abel Ferrara. Ela também apareceu na série “Sex and the City”, como uma velhinha excêntrica que enfeita seu sorvete de chocolate com comprimidos anti-depressivos. Seu último papel foi sua única continuação, em “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme”, que encerrou sua carreira em 2010. Sofrendo com a idade, ela vivia num asilo de artistas, mas pediu para sair nos últimos meses. Não queria morrer num lugar de velhos.

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