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  • Série

    Fotos apresentam os novos personagens de Hawaii Five-0

    29 de agosto de 2017 /

    A rede americana CBS divulgou as primeiras imagens oficiais da 8ª temporada de “Hawaii Five-0”, que apresenta os novos personagens da série. A nova versão da atração vai trocar metade do elenco original, justamente a metade asiática. Daniel Dae Kim e Grace Park, que interpretavam Chin Ho e Kono, deixaram a série neste ano, após terem o pedido de igualdade salarial com os colegas brancos recusados. No lugar dos dois, foram escalados Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”). Rath foi escalada num papel previamente anunciado, como Tani Ray, personagem que é recrutada por McGarrett (Alex O’Loughlin) depois de perder sua candidatura na Academia de Polícia. Já Koale vai interpretar Junior Reigns, um ex-oficial da Marinha que retorna para casa depois de servir no exterior e pede uma vaga na Five-0 para McGarrett (Alex O’Loughlin). Os dois vão estrear no primeiro episódio da 8ª temporada, que também deve revelar o destino de Kono Kalakaua (Park), após decidir perseguir traficantes sexuais por conta própria, e Chin Ho Kelly (Kim), que foi convidado a chefiar uma unidade policial de San Francisco. Além desses novos integrantes da equipe, o ator Ian Anthony Dale foi promovido ao elenco regular. Ele tinha participação recorrente como o marido de Kono, Adam, e agora será o principal representante asiático do elenco, que também perdeu recentemente Masi Oka. Entre outras novidades da temporada, a agente criminal Alicia Brown (papel de Claire Forlani) vai retornar no oitavo ano – e possivelmente explorar sua química com McGarrett. A 8ª temporada de “Hawaii Five-0” estreia no dia 29 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Young Sheldon: Spin-off de The Big Bang Theory ganha novo comercial

    29 de agosto de 2017 /

    A rede CBS divulgou um novo comercial de “Young Sheldon”, spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância de Sheldon Cooper, o personagem vivido por Jim Parsons. O elenco destaca um prodígio real, o jovem Iain Armitage, que interpreta o prodígio da ficção. Grande achado da produção, Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Ele também foi visto recentemente na minissérie “Big Little Lies”, interpretando o filho de Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). Mas o casting mais curioso é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, a mãe do Sheldon adulto na série original. A família Cooper ainda inclui Lance Barber (série “The Comeback”) como o pai e as crianças Raegan Revord (vista em dois episódios de “Modern Family”) e o estreante Montana Jordan como os irmãos de Sheldon. Críticos americanos dizem que Raegan rouba as cenas e que a série deveria ser sobre ela. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). A série estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Novo trailer de The Deuce evoca os anos 1970 e o início da indústria pornô

    29 de agosto de 2017 /

    A HBO divulgou o pôster e um novo trailer de “The Deuce”, série que mostra o início da indústria pornográfica na Nova York dos anos 1970. A prévia é atmosférica, focada em evocar a época, ao som de Marvin Gaye, mas nada da trama. Criada por David Simon (autor de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), a atração é estrelada por James Franco (“A Entrevista”) em papel duplo. E além de atuar, ele também dirige dois episódios. Na trama, Franco interpreta os irmãos Vincent e Will Seefried. O primeiro é um bar tender, enquanto o outro é um estudante da Universidade de Nova York (NYU). Ambos cresceram no wild side de Nova York, onde impera a violência e o sexo, e acabaram cruzando com algumas das pessoas mais influentes e perigosas da nascente indústria pornô. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) como Candy, uma garota de programa que leva seu “espírito empreendedor” das ruas para a pornografia, além de Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). Como curiosidade, a produção forma uma espécie de trilogia não oficial com as já canceladas “Vinyl” e “The Get Down”, ao se passar no mesmo lugar e na mesma época. O primeiro episódio de “The Deuce” já está disponível na HBO Now americana. A estreia televisiva está marcada para 10 de setembro nos Estados Unidos e, com uma semana de atraso, em 17 de setembro no Brasil.

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  • Série

    The Shannara Chronicles revela trailer e fotos de sua 2ª temporada

    29 de agosto de 2017 /

    Demorou, mas a 2ª temporada de “The Shannara Chronicles” ganhou seu primeiro trailer e fotos. E também uma justificativa para tanto atraso em sua divulgação. A série simplesmente mudou de canal. Saiu da MTV e entrou no canal pago americano Spike, que vai se chamar Paramount a partir de 2018. A MTV, que exibiu a 1ª temporada entre janeiro e março de 2016, chegou a anunciar a renovação da atração, mas tudo mudou após uma reformulação geral da Viacom, dona dos canais MTV e Spike. A palavra mágica é “rebranding”. A Viacom quer transformar o Spike, pós-relançamento como Paramount, numa vitrine para séries baseadas em franquias conhecidas. “The Shannara Chronicles” é uma tentativa de lançar um “Game of Thrones” teen. A série é a adaptação de uma franquia literária escrita desde 1977 pelo escritor Terry Brooks, o 2º autor de fantasia mais vendido no mundo, atrás apenas de J.K. Rowling (“Harry Potter”). E foi desenvolvida pelos criadores de “Smallville” Al Gough e Miles Millar, em parceria com o diretor Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”). Enquanto a 1ª temporada adaptou o segundo livro, intitulado “The Elfstones Of Shannara”, a trama dos novos episódios foi criada especialmente para a série. O motivo é que a trama salta décadas na coleção literária, passando a se focar nos filhos dos personagens introduzidos na história anterior. A 2ª temporada, porém, registrará apenas a passagem de um ano, após o fim da trama inaugural. Mesmo assim, muita coisa terá mudado. As Quatro Terras estão no caos. O ressurgimento da magia deixou o povo aterrorizado, e uma organização chamada The Crimson está caçando usuários de magia, usando medo e intimidação para semear a discórdia entre as raças. O protagonista Wil Ohmsford (Austin Butler), que é metade humano e metade elfo, ainda está amargurado pelo sacrifício da princesa Amberle (Poppy Drayton) e por sua separação de Eretria (Ivana Baquero), e abandonou seu destino mágico para se tornar um curandeiro. Mas quando uma mulher misteriosa chamada Mareth o salva Wil de um ataque do Crimson, ele é forçado a se juntar à luta. A prévia dá esperanças para um retorno de Amberle, que aparece rapidamente numa cena – apesar de ter morrido no final da temporada inaugural. Mas a extensão da participação ainda é sigilosa. Entre os que tiveram a volta confirmada na 2ª temporada estão Manu Bennett (Allanon), Marcus Vanco (Bandon) e Aaron Jakubenko (o agora rei Ander). Já as novidades são Malese Jow (série “The Flash”), Vanessa Morgan (série “Finding Carter”), Gentry White (série “UnReal”), Caroline Chikezie (“Everly”) e Desmond Chiam (série “NCIS: Los Angeles”). Malese Jow será a mencionada Mareth, uma jovem volátil e imprevisível que tem habilidades mágicas. Vanessa Morgan vai interpretar Lyria, uma bela e misteriosa jovem que está romanticamente ligada à Eretria. Gentry White interpretará Garet, um caçador de recompensas hábil, carismático e conhecido nas Quatro Terras como “Mestre das Armas”. Caroline Chikezie ficou com o papel da Rainha Tamlin, a poderosa e astuciosa Rainha de Leah, o único reino humano nas Quatro Terras. Desmond Chiam será o General Riga, um antigo General do exército de Eventine, que se torna o líder do grupo extremista de soldados elfos conhecido como The Crimson. Os novos episódios de “The Shannara Chronicles” estreiam no dia 11 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Bruce Wayne vira vigilante mascarado no novo trailer legendado de Gotham

    29 de agosto de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou o novo trailer da 4ª temporada de “Gotham”. Legendada por fãs, a prévia revela Bruce Wayne (David Mazouz) adotando máscara e capuz pretos para se tornar um vigilante de Gotham City, dando sequência à sua transformação em Batman. Segundo o ator Ben McKenzie (intérprete de James Gordon), a segunda parte da temporada irá adaptar “Batman: Ano Um” (Batman: Year One), de Frank Miller e David Mazzucchelli, que lida justamente com o começo da carreira de Batman – e da Mulher-Gato. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do Comissário Gordon, em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato (Camren Bicondova), do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Hera Venenosa (Maggie Geha), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Final de temporada de Game of Thrones bate recorde de audiência da TV paga dos EUA

    28 de agosto de 2017 /

    O final da 7ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde histórico de audiência da TV paga americana. Exibido no domingo, o episódio “The Dragon and the Wolf” foi assistido ao vivo por 16,5 milhões de espectadores nos Estados Unidos. De acordo com dados da consultoria Nielsen, 12,1 milhões assistiram pela TV paga, enquanto o restante viu por streaming. O número supera com folga o recorde anterior da série, 10,7 milhões registrados há duas semanas. Além disso, é quase o dobro da audiência do último episódio da temporada passada, visto por 8,9 milhões de pessoas O crescimento do público foi constante, aumentando de episódio a episódio. O dado impressionante é que, quando computadas as reprises, gravações digitais e streamings atrasados, cada capítulo atinge um espantosa média de 31 milhões de espectadores. A estimativa da HBO é que 90% de seus assinantes nos Estados Unidos assistiram à 7ª temporada da série. Os números são inéditos na história da HBO. E na história da TV paga dos Estados Unidos. Nem “The Walking Dead” supera. Em termos de comparação, o final da última temporada da série de zumbis foi visto por 11,3 milhão de pessoas em abril. Em 2015, “Game of Thrones” superou “Os Sopranos” como a série mais vista da HBO de todos os tempos, ultrapassando a marca de 18,2 milhões de espectadores em todas as plataformas. Ou seja: a 7ª temporada de “Game of Thrones” superou os números já surpreendentes de “Sopranos” em 60%. Com o aumento crescente de fãs da série, a expectativa é de que a vindoura 8ª e última temporada consiga aumentar ainda mais os recordes da atração. Mas também é preciso considerar que este ano “Game of Thrones” contou com incentivadores inesperados, graças aos esforços de hackers, piratas e até funcionários ineptos, que divulgaram spoilers, roteiros, trechos em vídeo e capítulos inteiros antes da exibição oficial. Os recordes atingidos comprovam que tudo o que conseguiram foi alardear ainda mais a produção, aumentando a curiosidade e o interesse do público pelos episódios originais.

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  • Filme

    Tobe Hooper (1943 – 2017)

    28 de agosto de 2017 /

    O diretor de cinema Tobe Hooper, conhecido pelos clássicos de terror “Poltergeist” (1982) e “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), morreu na Califórnia aos 74 anos. A causa da morte, que ocorreu na cidade de Sherman Oaks, não foi informada. Nascido em Austin, no estado americano do Texas, Hooper era professor universitário e produtor de documentários antes de virar diretor de longa-metragens. Ele estreou com o terror indie “Eggshells” (1969), sobre hippies numa floresta maligna, antes de criar um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos. Hooper rodou “O Massacre da Serra Elétrica” em 1974 por menos de US$ 300 mil, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu, e contou com atores que nunca tinham feito cinema antes. Gunnar Hansen, por exemplo, queria ser poeta, mas precisava de dinheiro e foi fazer o teste para o filme que estava sendo produzido na sua região. Em seu livro de memórias, ele recorda que o diretor explicou rapidamente o personagem, dizendo que tinha problemas mentais e, apesar de parecer aterrador, sofria abusos de sua própria família insana. As sequelas traumáticas de sua infância impediram seu desenvolvimento, inclusive a fala, levando-o a apenas grunhir como um porco. Além disso, era tímido a ponto de viver sob uma máscara. O gigante islandês foi escalado para dar vida a um dos monstros mais famosos do terror moderno, Leatherface, o canibal rural que esconde o seu rosto atrás de uma máscara feita de pele humana e brande feito louco uma motosserra capaz de dilacerar instantaneamente os membros de suas vítimas. O personagem era um dos muitos assassinos brutais da família canibal do filme de 1974 e foi inspirado no serial killer Ed Gein. A cena final do longa, em que ele agita sua serra furioso numa estrada, é das mais icônicas do cinema. Mas o filme também eternizou outros takes perturbadores, como os close-ups extremos nos olhos da protagonista, amarrada numa mesa para jantar com canibais. Em busca de realismo, Hooper filmou até sangue real, quando Marilyn Burns se cortou inteira ao esbarrar em arbustos durante a perseguição mais famosa da trama, com Leatherface tocando o terror em seu encalço. Em 1999, a revista Entertainment Weekly elegeu “O Massacre da Serra Elétrica” como o segundo filme mais assustador de todos os tempos, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). Mas, na época em que foi lançado, o filme perturbou muito mais que a superprodução do diabo, sendo proibido em diversos países. No Reino Unido e na Escandinávia, por exemplo, só foi liberado no final dos anos 1990. Mesmo assim, tornou-se uma das produções americanas independentes mais rentáveis nos anos 1970, segundo a Variety. “O Massacre da Serra Elétrica” foi lançado antes da febre das franquias de terror, quando qualquer sucesso ganhava continuação. Por isso, Hooper emendou a produção com outro filme similar, estrelado pela mesma atriz e passado na mesma região, mas com um psicopata e enredo diferentes. Em “Eaten Alive” (1976), um caipira que cuida de um hotel decadente no interior do Texas mata todo mundo que o incomoda e ainda aproveita os pedaços das vítimas para alimentar seu crocodilo gigante de estimação. “Eaten Alive” também marcou o início de uma tradição de brigas entre Hooper e seus produtores, que geralmente terminavam com ele sendo substituído na direção dos filmes. O diretor de fotografia do longa é creditado por parte das filmagens. Mas isto não foi nada comparado ao resultado de seu filme seguinte, “The Dark”, em que Hooper simplesmente abandonou o set no primeiro dia de filmagens. Era para ser um filme de zumbis, mas virou uma sci-fi com alienígenas, com uma trama e um elenco de pseudo-celebridades que dariam orgulho nos responsáveis por “Sharknado”. Desgastado, Hooper foi fazer um telefilme. E com “A Mansão Marsten” (1979), adaptação do romance “Salem’s Lot”, de Stephen King, voltou a mostrar sua capacidade de criar terror com baixo orçamento, desde que o deixassem em paz. Ele seguiu esse projeto com “Pague Para Entrar, Reze Para Sair” (1981), filme relativamente bem-sucedido sobre outro psicopata mascarado, numa época em que os psicopatas mascarados, novidade introduzida com Leatherface, tinham virado a norma do gênero. Mas todas as brigas com produtores de seu passado alimentaram inúmeras especulações a respeito de seu filme seguinte. Com o maior orçamento de sua carreira e o melhor resultado, tanto nas bilheterias como na própria qualidade da produção, “Poltergeist – O Fenômeno” (1982) não parecia com nada que Hooper tinha feito antes. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), era assistente de câmera do longa e recentemente deu força à teoria de conspiração, ao dizer que o filme, escrito e produzido por Steven Spielberg, também tinha sido dirigido pelo cineasta, após divergências com Hooper. O fato é que “Poltergeist” virou, como dizia seu subtítulo nacional, um fenômeno. Assim como “O Massacre da Serra Elétrica”, originou várias cenas icônicas, reproduzidas à exaustão por imitadores que o sucederam. Referências à casas construídas sobre cemitérios indígenas, estática televisiva, consultoria de médium, objetos que se movem sozinhos e o terror focado em famílias com crianças pequenas subverteram o gênero e se tornaram elementos básicos de uma nova leva de terror, a começar pelo evidente “A Casa do Espanto” (1985) até chegar em marcos contemporâneos como “O Chamado” (2002) e “Sobrenatural” (2010). Hooper ganhou os créditos pelo filme e aproveitou. Assediado, brincou de gravar videoclipes (é dele o famoso “Dancing with Myself”, de Billy Idol) e recebeu outro grande orçamento para se afirmar entre os mestres do gênero. Mas “Força Sinistra” (1985), sobre vampiros espaciais, acabou fracassando nas bilheterias. Ainda assim, ganhou sobrevida em vídeo e se tornou cultuadíssimo, transformando em sex symbol a francesa Mathilda May, nua na maior parte de suas cenas. Ele voltou ao território de Spielberg com “Invasores de Marte”, remake de um clássico de 1953 reescrito por Dan O’Bannon (o gênio por trás de “Alien” e “A Volta dos Mortos-Vivos”). Mas nem a escalação da icônica Karen Black como uma professora do mal ajudou o filme a escapar do reducionismo de um “Invasores de Corpos para crianças”. Na trama, o pequeno Hunter Carson (o menino de “Paris, Texas”) tentava impedir marcianos de tomarem os corpos dos pais e professores de sua cidade. Novamente, foi cultuado em vídeo. Frustrado com a promessa de um futuro que não aconteceu, Hooper voltou ao passado. Ele decidiu fazer “O Massacre da Serra Elétrica 2” (1986), juntando os integrantes originais da família canibal e um Dennis Hopper ainda mais alucinado que eles, em busca de vingança pela morte de seu parente no primeiro filme. Com jorros de sangue e muita violência, o filme dividiu opiniões. Ao mesmo tempo em que apontou como “O Massacre da Serra Elétrica” se tornaria uma franquia mais duradoura que os populares “Halloween” e “Sexta-Feira 13”, também demonstrou a estagnação da carreira de seu diretor. A partir daí, Hooper foi para a TV, retomando a parceria com Spielberg na série “Histórias Maravilhosas” (1987). Ele também dirigiu episódios de “A Hora do Pesadelo — O Terror de Freddie Krugger” (1988), “Contos da Cripta” (1991) e até “Taken” (2002), outra produção de Spielberg, o que demonstra que os boatos de briga entre os dois eram infundados. Seu último clássico foi justamente uma obra televisiva, “Trilogia do Terror” (1993), em que dividiu as câmeras com outro mestre, John Carpenter (“Halloween”). Em seu segmento, Hooper dirigiu Mark Hammill (o Luke Skywalker) como um atleta que perde um olho num acidente e, após um transplante, passa a ser assombrado por visões. A produção ganhou notoriedade por também incluir em seu elenco as cantoras Sheena Easton e Debbie Harry. Ao mesmo tempo, Hooper deixou de chamar atenção com seus trabalhos cinematográficos. Embora ainda estivesse ativo, escrevendo e dirigindo filmes como “Combustão Espontânea” (1990), “Noites de Terror” (1993) e “Mangler, O Grito de Terror” (1995), parecia ausente dos cinemas, tão minúsculas e mal vistas tinham se tornado suas produções. Não demorou a entrar no mercado dos lançamentos feitos diretamente para DVD, com “Apartamento 17” (1999), “Crocodilo” (2000), “Noites de Terror” (2004) e “Mortuária” (2005). Até que uma série de TV fez com que muitos refletissem sobre o que tinha acontecido com os grandes mestres do terror dos anos 1970 e 1980. Intitulada, justamente, “Mestres do Terror”, a série de antologia tirou a poeira de vários profissionais famosos do gênero, alguns já considerados aposentados. Hooper dirigiu dois episódios nas duas temporadas da atração, exibidas em 2005 e 2006. Animado com a repercussão, tentou voltar ao cinema. Fez um filme de zumbis, “Destiny Express Redux” (2009), que foi exibido apenas no festival South by Southwest de 2009 e nunca mais voltou à tona. A carreira acabou encerrada no lançamento seguinte, “Djinn” (2013), com a mesma premissa de “Poltergeist” – uma casa construído sobre um terreno maldito – , só que estrelado por atores do Oriente Médio e falado em árabe. Um final paradoxal para a filmografia do responsável por revolucionar o terror americano.

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  • Série

    Room 104 é renovada para a 2ª temporada

    27 de agosto de 2017 /

    A HBO renovou a nova série de antologia “Room 104”, criação dos irmãos Mark e Jay Duplass, que atualmente está na metade de sua 1ª temporada. Bastante elogiada pela crítica (84% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a série tem como peculiaridade passar-se inteiramente dentro de quatro paredes. Na verdade, os personagens adentram sempre o mesmo quarto, em dias variados. Isto porque cada episódio mostra as histórias dos diferentes hóspedes do típico quarto de motel americano que dá título à atração. Como o elenco muda a cada episódio, a atração conta com vários atores famosos, entre eles Nat Wolff (“Cidade de Papel”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”), James Van Der Beek (“CSI: Cyber”), Philip Baker Hall (“Os Pinguins do Papai”), Hugo Armstrong (série “Stitchers”), Melonie Diaz (“Fruitvalle Station”), Amy Landecker (“Doutor Estranho”) e o próprio Jay Duplass, entre outros. “Room 104” é a segunda série dos irmãos Duplass para o canal pago americano. Anteriormente, eles desenvolveram “Togetherness”, que foi cancelada no ano passado, após a 2ª temporada.

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  • Série

    Pôsteres registram clima sombrio da 2ª temporada de Riverdale

    27 de agosto de 2017 /

    A rede CW divulgou dois pôsteres da 2ª temporada de “Riverdale”, que reflete o clima sombrio dos novos episódios, após a tentativa de assassinato do pai de Archie (K.J. Kapa). Ambas as artes destacam o Diner onde o assalto aconteceu em cenas noturnas. Um dos cartazes reúne o elenco à frente da lanchonete e o outro mostra o local depredado. A 2ª temporada da série que dominou o Teen Choice Awards 2017, estreia em 11 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Produtor explica começo diferente da 3ª temporada de Lucifer, que ganhou novo comercial

    27 de agosto de 2017 /

    A rede Fox divulgou um novo comercial da 3ª temporada de “Lucifer”, que mostra o que acontece após o protagonista (Tom Ellis) recuperar suas asas. Mas apesar do que o vídeo sugere, os novos capítulos não vão retomar imediatamente a sequência da trama. O showrunner Joe Henderson explicou que os próximos quatro episódios são histórias independentes, que deveriam ter sido exibidas na temporada passada, após a Fox aumentar a quantidade de capítulos da produção. Mas depois que os episódios foram produzidos, o canal americano voltou atrás e diminuiu a temporada de “Lucifer” e, assim, os quatro episódios extras ficaram para o terceiro ano. “Há um episódio centrado na personagem Maze (Lesley-Ann Brandt), que é como a nossa versão de James Bond, se o agente 007 fosse uma assassina de demônio – assim, quando esses episódios forem ao ar, nós vamos começar várias histórias de Maze”, contou o produtor Joe Henderson para o site TV Line. Da mesma forma, outro episódio será sobre um caso que leva Lucifer e Ella (Aimee Garcia) para Las Vegas, e que vai servir para iniciar um linha narrativa para Ella e para Chloe (Lauren German). Um terceiro episódio vai apresentar a Dra. Linda (Rachael Harris) passando por algo bastante dramático, enquanto o quarto episódio independente é um flashback dos primeiros dias de Lúcifer em Los Angeles. Segundo os produtores, esses episódios serão apresentados para “ativar” as histórias dos personagens e dar algo novo para eles “reagirem”. Henderson contou ainda que “quando descobrimos que faríamos isso, nós dissemos à Warner Bros. e à Fox: ‘Nós vamos fazer algo um pouco maluco. Vamos quebrar um pouco o formato’, e o resultado foram os episódios mais interessantes que já fizemos”. De acordo com o produtor, esses episódios são como aqueles casos isolados estranhos de “Arquivo X” – que parecem esquisitos, mas que ainda fazem parte do universo da série. A 3ª temporada de “Lucifer” estreia no dia 2 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Orlando Bloom vai estrelar sua primeira série, uma produção de fantasia sobrenatural

    27 de agosto de 2017 /

    O ator Orlando Bloom (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vai protagonizar sua primeira série. Intitulada “Carnival Row”, a produção da Legendary TV é uma fantasia sobrenatural que terá oito episódios e será exibida na Amazon. A trama se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Bloom viverá um inspetor de polícia chamado Rycroft Philostrate, que, ao investigar um assassinato descobre o surgimento de um serial killer de fadas. Além de atuar, Bloom também trabalhará como produtor, ao lado do criador da série, Rene Echevarría (criador também de “The 4400”) e do roteirista Travis Beacham (“Círculo de Fogo”). Echevarria adaptou a concepção original, a partir de um roteiro não filmado de Beacham, que figurou na Black List de 2005. O roteirista imaginou a história como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (também de “Círculo de Fogo”). De Toro não está envolvido na série, que, por sinal, terá seu piloto dirigido por outro cineasta: Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”).

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  • Série

    Elenco aparece assustado em 12 novos pôsteres de Stranger Things

    27 de agosto de 2017 /

    A Neflix divulgou 12 novos pôsteres de “Stranger Things”, que trazem os personagens centrais da série fazendo caras assustadas. Além dos atores que retornam da 1ª temporada, as imagens destacam duas novidades: Sadie Sink (série “American Odissey”) e Dacre Montgomery (série “Power Rangers”). Os dois interpretarão irmãos nos novos episódios. A 2ª temporada estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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  • Série

    Fleabag é renovada para a 2ª temporada, que só estreia em 2019

    27 de agosto de 2017 /

    A série de comédia ”Fleabag”, parceria entre a BBC e a Amazon, foi renovada para sua 2ª temporada. A informação foi divulgada por Phoebe Waller-Bridge, criadora e estrela da atração, durante o Festival de TV de Edimburgo. Apesar da continuidade do programa, a produção só retornará em 2019! A razão para o longo hiato é o comprometimento de Waller-Bridge com o longa do Han Solo e a série dramática “Killing Eve”. Adaptação de uma peça criada pela atriz, “Fleabag” mostra o cotidiano de uma jovem que sofre com seus relacionamentos transitórios e a família disfuncional, enquanto tenta viver como uma mulher moderna em Londres. A série rendeu o BAFTA de Melhor Atriz de Série de Comédia Britânica para sua protagonista.

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