Roswell, New Mexico: Remake da série sci-fi dos anos 1990 ganha banners e sinopse estendida
A rede The CW divulgou os primeiros banners e a sinopse estendida do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. A sinopse oficial diz: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e de ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior bad-boy de rebeldia e conexões casuais. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” Ou seja, é basicamente a mesma história, com algumas mudanças pontuais, como a transformação dos personagens em adultos. Para quem não lembra, a série clássica foi desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”) e era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto de 1999 antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também explora o passado de Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. Mas busca atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e da vindoura “Legacies”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.
Legacies: Spin-off de The Originals ganha primeiros banners e sinopse estendida
A rede The CW divulgou os banners e uma sinopse estendida de “Legacies”, spin-off da série “The Originals”. As artes confirmam que a atração será centrada na versão adolescente de Hope Mikaelson, introduzida na atual, 5ª e última temporada de “The Originals”, e em Alaric Saltzman, personagem de “The Vampire Diaries”, unindo os universos das duas séries. A sinopse oficial diz: “Na última década, os heróis e vilões icônicos de ‘The Vampire Diaries’ e ‘The Originals’ cativaram o público em todo o mundo. Eles deixaram um legado duradouro de amor e família em seu rastro, que continua em ‘Legacies’, um novo drama emocionante que conta a história da próxima geração de seres sobrenaturais na Escola Salvatore para Jovens Superdotados. É aqui que a filha de Klaus Mikaelson, Hope Mikaelson, de 17 anos, os gêmeos de Alaric Saltzman, Lizzie e Josie Saltzman, e outros jovens adultos – incluindo o descendente de político MG e o misterioso Landon Kirby – amadurecem da maneira mais anticonvencional possível, formados para serem as melhores versões de si mesmos… apesar de seus piores impulsos. Essas jovens bruxas, vampiros e lobisomens se tornarão os heróis que eles querem ser – ou os vilões que nasceram para ser? Enquanto lutam para proteger seu segredo, sua cidade de Mystic Falls e, eventualmente, o mundo, eles terão que confiar no folclore antigo e nos contos para aprender a lutar contra seus inimigos de longo alcance”. Além dos intérpretes de Hope e Alaric, o elenco inclui Kaylee Bryant (“Santa Clarita Diet”) e Jenny Boyd (“A Jornada dos Vikings”) como as irmãs Saltzman, além de Aria Shahghasemi (“No Alternative”) e Quincy Fouse (“The Goldbergs”). Criada por Julie Plec, responsável pelo universo vampírico inaugurado em “The Vampire Diaries”, “Legacies” vai estrear já no outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos, logo em seguida ao final de “The Originals”, previsto para agosto.
Charmed: Irmãs bruxas viram latinas nas imagens e primeiro trailer do remake
A rede The CW divulgou as primeiras fotos, banners, uma cena e o trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Após a morte trágica de sua mãe, duas irmãs muito unidas descobrem que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam que possuíam. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, também roteiristas de “Jane the Virgin”. Vale lembrar que, por causa dessa série, a rede CW teria abrido mão de produzir “Chilling Adventures of Sabrina”, reboot de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, que acabou na Netflix, para não ter duas séries de bruxas na sua programação. “Charmed” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
All American: Série que mistura drama colegial e futebol americano ganha trailer e imagens
A rede The CW divulgou as primeiras imagens, banner, cena e o trailer de “All American”, série que mistura drama adolescente e esportes. A prévia sintetiza a premissa como um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. Entretanto, sua trama é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”), que é mais um ator britânico escalado em papel de afro-americano (para aumentar o desgosto de Samuel L. Jackson contra a prática). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Uma curiosidade dos bastidores é que a série tem produção de um atleta de outro tipo de futebol, Robbie Rogers, da equipe de “soccer” Los Angeles Galaxy, em parceria com Spencer Paysinger, com o megaprodutor Greg Berlanti (que produz todas as séries de super-heróis da DC Comics) e com a roteirista April Blair (criadora de “Jane by Design”), a autora do pr O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”). “All American” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
Red Line: Série de denúncia social produzida pela diretora de Selma ganha primeiras fotos
A rede CBS divulgou as primeiras fotos de “Red Line”, série dramática produzida pela cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Uma Dobra no Tempo”) e pelo megaprodutor Greg Berlanti (de todas as séries de super-heróis da DC Comics) Criada por Caitlin Parrish (roteirista-produtora de “Supergirl”) e Erica Weiss, que dirigiram juntas o drama indie “The View from Tall” (2016), a série lida com tramas paralelas e acompanhará as histórias de três famílias conectadas por incidente. Um dos personagens é um professor gay de ensino médio, vivido por Noah Wyle (das séries “E.R.” e “The Librarians”), cujo marido, um médico negro, é assassinado por um policial de Chicago. A tragédia o deixa viúvo e tendo que cuidar sozinho da filha recém-adotada pelo casal, de dois anos. O elenco também destaca Noel Fisher (da série “Shameless”) como o policial branco que atira por engano no marido de Wyle, e tem a própria vida destruída pelas consequências de seu ato. Outros personagens são vividos por Emayatzy Corinealdi (série “Ballers”), Aliyah Royale (série “Man and Wife”), Michael Patrick Thornton (série “Private Practice”) e Howard Charles (série “The Musketeers”). A série segue a linha da denúncia social, que liga preconceito à violência policial, refletindo a campanha “Black Lives Matter”. Mas as duas produções que a precederam nesta tendência, “Shots Fired” na Fox e “Seven Seconds” na Netflix, foram canceladas nas primeiras temporadas. “Red Line” vai estrar na midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.
Fam: Série de comédia estrelada por Nina Dobrev ganha primeiras fotos
A rede CBS divulgou as primeiras fotos de “Fam”, série de comédia que marca a volta de Nina Dobrev à TV, após o final de “The Vampire Diaries”. “Fam” é diminutivo de “família”, e a série criada por Corinne Kingsbury (roteirista de “Newsroom”) gira em torno de duas irmãs adultas que voltam a viver sob o mesmo teto. A caçula Shannon (Odessa Adlon, da série “Nashville”) resolve se mudar para a casa da meia-irmã Clem (Dobrev), que mora com o noivo (Tone Bell, de “Disjointed”), para escapar de seu desastroso pai. E assim tira o sossego e a privacidade do casal. Não só isso. Quando a irmã se muda, o noivo descobre algumas verdades sobre Clem. Para começar, o pai dela está vivo, embora Clem diga para todos que ele morreu. Os dois não se veem há 10 anos, porque ela o considera uma grande vergonha. E graças à irmã, ela terá que lidar com a desconfiança de quem acreditou na sua mentira, sem contar com a possibilidade do pai aparecer em sua casa. Nina Dobrev saiu de “The Vampire Diaries” em 2015, durante a 6ª temporada da série, mas voltou para participar do episódio final no ano passado. Nos três anos em que ficou ausente da TV, ela equilibrou sucessos e fracasso no cinema, como, respectivamente, o filme de ação “xXx: Reativado” e o terror “Além da Morte”, ambos em 2017. Ela ainda tem quatro filmes em pós-produção. A série de comédia estreia na midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.
Murphy Brown: Vídeo anuncia revival da série clássica como reação à eleição de Donald Trump
A rede CBS divulgou um vídeo de apresentação do revival de “Murphy Brown”, que atualiza o público sobre o que aconteceu com os antigos funcionários do programa de notícias (fictício) “FYI” nos últimos 20 anos, e como a eleição de Donald Trump para presidente virou catalisador para o reencontro da turma. Após os depoimentos dos personagens, o vídeo também relembra momentos clássicos da série original – destacando que já nos anos 1990 Murphy fazia piadas contra Trump. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal, que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Essa premissa acabou rendendo 17 troféus Emmy para a produção, tornando-a uma das séries mais premiadas da CBS. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o elenco original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco Emmys de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Com ela, retornam Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana), Grant Shaud (Miles Silverberg) e, segundo a prévia, até Dena Dietrich (Phyllis), que fez três participações na série. Além destes, há duas novas adições confirmadas: Nik Dodani (da série “Atypical”) como Pat Patel, um jovem que tem a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21, e Jake McDorman (astro de “Limitless”) como o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se tornou muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Vale lembrar que o intérprete original do menino seguiu carreira de ator, mas os produtores não o convidaram para reprisar o papel porque seu tipo físico se tornou bem diferente do idealizado para o personagem. O Avery mais crescido da série foi vivido por ninguém menos que Haley Joel Osment, que após o fim de “Murphy Brown” foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. O revival vai estrear em setembro nos Estados Unidos.
Magnum: Remake da série dos anos 1980 ganha fotos e primeiro trailer
A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer do remake de “Magnum, P.I.”. E a nova versão não pode ser mais diferente da série original. Não é apenas Higgins que está irreconhecível, graças à mudança de sexo, mas o próprio Magnum parece sofrer de crise de identidade. A versão de 2018 é latina, não segue o figurino de camisas floridas e nem cultiva o bigodão clássico, que representava praticamente metade da personalidade do protagonista em 1980. A paisagem, porém, continua a fazer propaganda turística do Havaí, assim como permanece inalterado o marketing do carrão, sempre conversível, vermelho e da marca Ferrari. Jay Hernandez, intérprete do vilão El Diablo no filme do “Esquadrão Suicida”, vive a nova versão do detetive particular eternizado por Tom Selleck ao longo de oito temporadas de sucesso televisivo, enquanto a atriz galesa Perdita Weeks, que interpretou uma caçadora de vampiros na última temporada de “Penny Dreadful”, reinventa o papel de Higgins. Na nova versão, Jonatham Higgins, o personagem esnobe originalmente vivido por John Hillerman, virou Juliet Higgins ex-agente secreta do MI:6, que divide a ação com Magnum e mais dois coadjuvantes, vividos por Zachary Knighton (série “L.A. to Vegas”) e Stephen Hill (série “Boardwalk Empire”). Já a premissa segue próxima da criação de Donald P. Bellisario e Glen A. Larson. Assim como Selleck, Hernandez também será um ex-militar. Enquanto o primeiro Magnum era veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã, seu substituto lutou no Afeganistão. Ao voltar, ele decide usar suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos. O remake de “Magnum” é o terceiro consecutivo desenvolvido por Peter Lenkov, responsável pelas voltas de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”. Desta vez, ele assina o roteiro ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). Já as cenas de destruição de carros foram dirigidas por um especialista, Justin Lin, diretor da franquia “Velozes e Furiosos”. Ele também dirigiu o piloto do remake de “S.W.A.T.” no ano passado. A estreia do novo “Magnum” vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
F.B.I.: Nova série do criador de Law & Order ganha imagens e primeiro trailer
A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer de “F.B.I.”, nova série procedimental do veterano produtor Dick Wolf, criador das franquias “Law & Order” e “Chicago”. Cada episódio vai contar um caso diferente resolvido pela equipe de agentes federais da atração, e a prévia já mostra de forma rápida os clichês do primeiro, com a vantagem de chegar à resolução em 4 minutos. Apesar de seu destaque evidente no trailer, a atriz Connie Nielsen (a mãe da Mulher-Maravilha no cinema) não tem seu nome incluído entre os protagonistas apresentados no vídeo. A razão disso se deve à sua saída da produção, após a gravação do piloto. O papel da chefe dos protagonistas ainda não foi reescalado. Infelizmente, a saída de Connie Nielsen significa que o episódio inaugural, dirigido por Niels Arden Oplev (“Além da Morte”), precisará ser todo ou parcialmente regravado. Assim, o trailer pode não ser realmente representativo do tom da produção. Além disso, a perda da atriz mais famosa aumentou ainda mais o protagonismo de Missy Peregrim, que volta ao serviço policial após estrelar seis temporadas de “Rookie Blue”. Ao menos, acumulou experiência, porque não é mais uma novata, mas uma agente de campo. A ênfase dada a sua personagem no vídeo divulgado praticamente transforma todos os demais em coadjuvantes – vividos por Zeeko Zaki (série “Valor”), Jeremy Sisto (que chegou a estrelar a “clássica” “Law & Order”) e Ebonee Noel (série “Still Star-Crossed”). A estreia de “F.B.I.” vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
The Neighborhood: Série que junta astro de New Girl e “mãe” de Todo Mundo Odeia o Chris ganha primeiro trailer
A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer de “The Neighborhood”, série de comédia à moda antiga, que tem como premissa uma inversão de papéis. A prévia resume o conflito central, ao exibir a chegada de novos moradores num bairro de classe média habitado por famílias negras. O detalhe é que os Johnsons são brancos simpáticos, o que causa desgosto no patriarca da família da casa ao lado, Calvin, um negro orgulhoso de sua raça, mas, por outro lado, isso diverte seus filhos adultos, que veem no choque cultural uma chance de zoar o pai intransigente. Vale observar que as fotos divulgadas não trazem a família branca. É que o papel principal foi reescalado. Em vez do ator visto no trailer (Josh Lawson, de “House of Lies”), Dave Johnson será vivido por Max Greenfield (da série “New Girl”) nos episódios oficiais – o que significa que o primeiro capítulo precisará ser regravado. Ele se junta a Cedric the Entertainer (o barbeiro Eddie da trilogia “Um Salão do Barulho”), que vive Calvin, Tichina Arnold (a mãe de “Todo Mundo Odeia o Chris”), Sheaun McKinney (série “Vice Principals”), Dreama Walker (série “Apartment 23”) e Marcel Spears (série “The Mayor”). Gravada em estúdio diante de uma plateia, como as sitcoms clássicas, “The Neighborhood” foi criada por Jim Reynolds, roteirista de mais de 100 episódios de “The Big Bang Theory”, e teve seu piloto dirigido pelo veterano James Burrows, responsável por mais de 200 episódios de “Will & Grace”. A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
God Friended Me: Deus contata ateu por Facebook no trailer da nova série do astro de The Mayor
A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer de “God Friend Me”, série dramática, disfarçada de comédia, sobre um ateu militante que recebe um pedido de amizade de Deus no Facebook e tem a vida completamente alterada após aceitar o convite. A premissa do ateu escolhido para um destino divino já rendeu inúmeras séries, de “Eli Stone” à recentemente cancelada “Kevin (Probably) Saves the World”. Mas a prévia faz um bom trabalho em vender a ideia como se fosse novidade, em parte devido à atualização tecnológica da mensagem de Deus, mas também pela empatia do ator Brandon Micheal Hall, astro da também recentemente cancelada “The Mayor”. Na série, ele vive Miles, filho de um pastor que renega Deus após a morte de sua mãe. Para desgosto da família, Miles tem um programa de rádio que usa como plataforma para desacreditar religiosos. Por conta disso, ele acha que o pedido de amizade de Deus, em seu celular, é uma pegadinha. Mas aceitar o convite é apenas o começo de uma série de incidentes que o levam a salvar um desconhecido e fazer amizade com uma garota que nunca tinha visto na vida, e que se revela filha da enfermeira de seu parto. As muitas reviravoltas acabam colocando seu ceticismo em cheque. Além de Brandon Micheal Hall no papel principal, a produção também destaca o veterano Joe Morton (série “Eureka”) como o pai de Miles, Javicia Leslie (série “MacGyver”) como sua irmã, Violett Beane (a Jesse Quick de “The Flash”) como sua mais nova amiga, uma jornalista que o ajuda a tentar desvendar quem está por trás do misterioso perfil social de Deus, e Suraj Sharma (o Pi de “As Aventuras de Pi”) no papel de seu melhor amigo e hacker que se junta à missão. “God Friend Me” foi criada pela dupla Steven Lilien e Bryan Wynbrandt, criadores da série sci-fi “Alcatraz”, que teve vida curta, e produtores-roteiristas de “Hawaii 5-0” e “Gotham”. Eles produzem a série em parceria com o cineasta Marcus Siega (do cult “Garotas Malvadas”), que também dirigiu o piloto – seu segundo da temporada, incluindo “The Passage” na Fox. A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
Eloísa Mafalda (1924 – 2018)
Morreu Eloísa Mafalda, a Dona Nenê da versão original da série “A Grande Família” e atriz que marcou época na TV brasileira. Ela faleceu aos 93 anos em casa, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (16/5) de causas naturais. A veterana atriz foi, ao longo de meio século de atividade, a grande mãe da TV brasileira, intérprete de inúmeras figuras maternas que embalaram séries e novelas da Globo. Mas Mafalda Theotto, que nasceu em 1924, em Jundiaí, interior de São Paulo, podia ter se tornada famosa por outro talento que possuía e que nada tinha a ver com interpretação. Em 1936, aos 12 anos de idade, foi convidada a integrar o time olímpico brasileiro, como atleta de natação. Porém, seu pai não deixou. Em vez disso, incentivou-a a trabalhar como costureira e auxiliar de escritório nas Emissores Associadas para ajudar nas contas da família. Assim que o irmão conseguiu emprego como locutor de rádio no Rio de Janeiro, ela aproveitou seus contatos para fazer um teste de elenco e acabou estreando nas radionovelas da Rádio Nacional. Ao se destacar com sua voz, ambicionou mais e conseguiu figurar num filme em 1950, arranjando em seguida trabalho como atriz no “Teledrama” da TV Paulista, onde ficou até a emissora ser vendida para a TV Globo. Eloísa Mafalda estrelou a primeira “novela das oito” da Globo, “O Ébrio”, em 1965. E já na época não era uma donzela, com 41 anos. Pela idade, acabou se especializando nos papéis de mãe, quase sempre da classe trabalhadora, da qual Dona Nenê é a maior representante. Isto lhe dava enorme identificação com o público alvo da emissora, as então chamadas “donas de casa”, que tinham nas telenovelas seu principal passatempo. Não por acaso, a maioria de seus personagens se chamou “dona”: dona Consolação (“O Astro”, 1977), dona Mariana (“Paraíso”, 1982), dona Pombinha (“Roque Santeiro”, 1985), dona Delfina (“Meu Bem Querer”, 1991), etc. Mas não eram mulheres fracas. E a mais forte de todas dispensava reverências simbólicas, por ser dona de si mesma: a fantástica cafetina Maria Machadão (“Gabriela”, 1975). Versátil, apesar da insistência com que foi escalada como mãezona, também interpretou papel oposto, como a beata Gioconda (“Pedra sobre Pedra, 1992). Sua última novela foi “O Beijo do Vampiro”, de 2001, onde interpretou mais uma dona de sua galeria: Dona Carmem. Os dramaturgos da emissora a amavam e gostariam que ela fosse mãe eterna de seus personagens. Mas Mafalda decidiu por conta própria se aposentar, porque já na época da última novela encontrava dificuldades para decorar os textos, lutando contra a perda de memória. Mesmo assim, acabou convencida a fazer um curta em 2010 pelo ator (e diretor da obra) Giancarlo Di Tommaso, “Obrigada!”, em que aparecia numa cadeira de rodas. Foi seu último trabalho. Ela fez poucos filmes, embora tenha começado a carreira cinematográfica em 1950, como figurante de “Somos Dois”. Outros trabalhos incluem participações nas antologias “Os Mansos” (1976) e “O Ibraim do Subúrbio” (1976), nos dramas “O Mau-Caráter” (1974), de Jece Valadão, e “Beijo 2348/72” (1990), de Walter Rogério, e na comédia infantil “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), escrita e estrelada por Renato Aragão. Foram muitos papéis, mas ela será sempre lembrada como a Dona Nenê, personagem que virou título até de música dos Titãs. Dona Nenê foi a mãe que simbolizou as famílias brasileiras no pior momento do país, entre 1972 e 1975, fazendo de tudo para manter todos unidos contra as inúmeras adversidades, como crises financeiras e de relacionamento, num Brasil de inflação desenfreada, censura e repressão. Bem diferente do país do remake, que até chegou colorido, quando lançado em 2001.
Happy Together: Série de comédia inspirada e produzida pelo cantor Harry Styles ganha trailer
A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer de “Happy Together”, nova série de comédia que tem como produtor ninguém menos que o cantor Harry Styles (ele mesmo, visto no cinema em “Dunkirk”). A razão do envolvimento do ídolo musical britânico tem a ver com o tema da produção. A trama é inspirada pela vida real de Styles, que, nos primeiros anos da boy band One Direction, viveu na casa de seu amigo Ben Winston, que morava nos subúrbios de Londres com sua esposa. Winston, que atualmente é produtor-roteirista do programa “The Late Late Show with James Corden”, também terá crédito como produtor da atração. A história de como um cantor pop adolescente resolve se mudar inesperadamente para a casa de um casal de conhecidos foi transformada em série pela dupla Tim McAuliffe (roteirista de “The Last Man on Earth”) e Austen Earl (roteirista de “The Millers”). Perseguido por paparazzi após se separar da namorada atriz, o astro (fictício) Cooper resolve se esconder na casa de seu funcionário mais convencional: um contador, que, de uma hora para outra, vê sua rotina e seu relacionamento com a namorada atropelados pelo estilo de vida de um popstar. Peter, o contador, é vivido por Damon Wayans Jr. (série “New Girl”), a namorada Claire é interpretada por Amber Stevens West (das séries “Greek” e “Ghosted”) e o popstar Cooper por Felix Mallard (série “Neighbours”). O elenco ainda inclui Tim Meadows (série “The Goldbergs”), Stephnie Weir (série “Crazy Ex-Girlfriend”) e Chris Parnell (série “Grown-ish”). A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.












