Peggy Pope (1929 – 2020)
Peggy Pope, atriz veterana que participou da série “Soup” e do grande sucesso de cinema “Como Eliminar seu Chefe”, morreu na quarta passada (27/5), em Fort Collins, Colorado (EUA), aos 91 anos. A causa da morte não foi revelada. Nascida em Nova Jersey, Florence Pope (seu nome real) fez sua estréia na Broadway em 1959, aos 30 anos, e teve longa carreira nos palcos de Nova York, trabalhando ao lado de astros como James Stewart e Sam Waterston. A atriz começou a fazer séries em 1966. Entre participações em atrações como “A Feiticeira”, “Rhoda”, “Barnaby Jones” e “Fama”, acabou entrando para o elenco de duas produções de curta duração da rede CBS, vivendo uma colega de trabalho de James Coco em “Calucci’s Department” (1973) e a mãe frustrada de Steve Guttenberg em “Billy” (1979). Mas ela é mais lembrada por um papel bem menor: a sra. David, que apareceu em seis episódios de “Soup” (1977–1981), onde, depois de conhecer o personagem gay de Billy Crystal, admitiu à filha que ele tinha sido seu “primeiro homo”. Seu destaque cinematográfico também foi como uma personagem secundária, a engraçada secretária Margaret, que incentivava suas colegas de trabalho (interpretadas por Dolly Parton, Lily Tomlin e Jane Fonda) a levar adiante os planos que batizaram a comédia “Como Eliminar seu Chefe” (1980). Ela até participou da série derivada do filme, em 1982. Seu currículo ainda incluiu filmes como “Tudo em Família” (1981), “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), “Procura-se Rapaz Virgem” (1985), “O Substituto” (1996) e “Choke – No Sufoco” (2008). Em 2011, Pope publicou sua autobiografia, “Atta Girl”, e dois anos depois se aposentou das telas, com a comédia “Amigas Inseparáveis” (2013).
Episódio de Black-ish sobre violência policial vai ganhar reprise especial nos EUA
A rede americana ABC vai reprisar um episódio de 2016 de “Black-ish” que lida com a violência policial. O criador da série, Kenya Barris, disse que fica com “o coração partido” por o episódio ainda ser relevante hoje. Intitulado “Hope”, o episódio acompanha as reações da família Johnson a um caso judicial envolvendo um adolescente afro-americano que supostamente foi vítima de violência policial. Quando as crianças começam a fazer perguntas sobre isso, Dre (Anthony Anderson) e Bow (Tracee Ellis Ross) tem um conflito sobre como abordar a questão. Dre e seus pais (interpretados por Laurence Fishburne e Jenifer Lewis) querem oferecer uma visão envernizada sobre como o sistema jurídico trata os negros, enquanto Bow opta por uma mensagem mais esperançosa sobre como poderia ser. “Faz 1,562 dias desde que compartilhamos esse episódio com o mundo e fico com o coração partido por esse episódio parecer tão oportuno quanto antes e estranhamente premonitório sobre o que está acontecendo hoje com os negros neste país”, Barris disse, nas redes sociais. Quando “Hope” foi originalmente ao ar, em fevereiro de 2016, Barris dizia: “Só espero que seja bem recebido e espero que realmente inicie uma conversa, porque acho que é uma conversa que precisamos ter”. O episódio será exibido nesta terça-feira (2/6) nos EUA, junto com “Juneteenth”, a estréia da 4ª temporada da série, que apresenta números musicais sobre o feriado que marca o fim da escravidão no Texas. Ambos os capítulos ganharão tratamento de “especial” para refletir os movimentos antirracistas que eclodiram nos EUA na última semana, após o assassinato de George Floyd, sufocado por policias brancos. Vale lembrar ainda que Barris teve problemas com a própria ABC em 2018, quando a rede descartou um episódio de “Black-ish” em que Dre contava ao filho uma história de ninar que incluía diálogos e imagens consideradas anti-Trump. Barris contou à revista The Hollywood Reporter que, depois de tentar fazer cortes no capítulo, ele e a rede concordaram mutuamente em arquivá-lo, porque “o resultado não era uma representação verdadeira do que pretendíamos fazer”. O episódio censurado seria uma reação a um ataque de Donald Trump contra a série. O presidente dos EUA chamou “Black-ish” de racista, acusação que já tinha desferido contra o cineasta Spike Lee e congressistas negras. Em compensação, é bem mais difícil lembrar um tuíte de Trump que acuse algum branco de racismo. Após a polêmica, Barris acabou assinando um contrato de exclusividade com a Netflix.
Mais atores negros de Glee sugerem que Lea Michele tinha atitudes preconceituosas
Depois que Samantha Marie Ware revelou ter sido maltratada por Lea Michele nos bastidores de “Glee”, outros atores negros da série se manifestaram, sugerindo que a estrela tinha atitudes preconceituosas. Tudo começou quando Lea Michele tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee”, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário da atriz teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam estímulo ao confronto. Veja abaixo. Até o momento, Michele não respondeu aos comentários no Twitter. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020 GIRL YOU WOULDNT LET ME SIT AT THE TABLE WITH THE OTHER CAST MEMBERS CAUSE “I DIDNT BELONG THERE” FUCK YOU LEA https://t.co/s4NoLdtqRs — Dabier (@OfficialDabier) June 2, 2020 https://t.co/80ohlWM4Yd pic.twitter.com/tcfQyhgiGP — Alex Newell (@thealexnewell) June 2, 2020 pic.twitter.com/mgq6Vtcmgm — Amber Patrice Riley (@MsAmberPRiley) June 2, 2020
Perry Mason volta aos anos 1930 em novo trailer do reboot da HBO
A HBO divulgou um pôster e o novo trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia mostra Mason nos anos 1930 e antes de se tornar o tal advogado famoso, como detetive que investiga um sequestro sórdido envolvendo políticos e religiosos. O clima é totalmente noir. Com oito episódios, a série limitada recontextualiza Perry Mason em seus primeiros anos de atividade como investigador particular durante o pós-guerra em Los Angeles. O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros -os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), “Perry Mason” será lançada em 21 de junho.
NOS4A2: Veja o trailer da 2ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “NOS4A2” (lê-se “Nosferatu”), que se passará oito anos após os eventos da 1º temporada. De acordo com a sinopse, Vic McQueen (Ashleigh Cummings) continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx (Zachary Quinto), enquanto Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão. Baseada no livro de mesmo nome do autor Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”), a série acompanha a luta de Vic, uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx, um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. O elenco também inclui Olafur Darri Olafsson (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Virginia Kull (“Sneaky Pete”) e Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”). A adaptação é assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e também é transmitida no Brasil pelo canal pago AMC. A estreia da 2ª temporada está marcada para 21 de junho.
I May Destroy You: Veja o trailer da nova série britânica da HBO
A HBO divulgou o pôster e o trailer da nova série britânica “I May Destroy You”. A provocativa série de meia hora traz sua criadora, a atriz Michaela Coel (criadora e estrela da aclamada série de comédia “Chewing Gum”), como uma escritora feminista em ascensão e segura de si que tenta reconstruir sua memória fragmentada depois de uma noite bebendo com os amigos. As coisas tomam um rumo dramático quando ela percebeu que alguém pode ter batizado sua bebida com uma droga de estupro. Em busca de saber se foi agredida sexualmente naquela noite, ela assume que, para entender os fatos, precisa reconstruir todos os elementos de sua vida. O piloto tem direção de Sam Miller, que já foi indicado ao Emmy por “Luther”, e o elenco também inclui Ann Akin (“Trigonometry”), Lewis Reeves (“Unforgotten”), Franc Ashman (“Na Companhia de Estranhos”) e Layo-Christina Akinlude (“The End of the F***ing World”). “I May Destroy You” tem estreia marcada para 7 de junho na HBO americana.
Atriz de Glee acusa Lea Michele de atormentá-la durante gravações da série
A atriz Samantha Marie Ware acusou sua ex-colega Lea Michele de tê-la atormentado durante as gravações de “Glee”, tornando sua estreia na TV um “inferno” devido a “microagressões traumáticas”. Ware ligou a declaração ao racismo, ao comentar um tuíte de Michele com a hashtag #BlackLivesMatter. Michele tuitou sobre a morte de George Floyd, sufocado por policiais brancos, durante o fim de semana. E Ware replicou ao post, ironizando a declaração (“LMAO”) e revelando que a estrela de “Glee” ameaçou “defecar” na peruca afro, que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. Ware participou de 11 episódios da 6ª temporada de “Glee”, no papel recorrente de Jane Hayward. Depois da estreia na série, ela seguiu carreira, estrelando “Margot vs. Lily” no YouTube e “Dilema” (What/If) na Netflix, e acaba de entrar em “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) da DC Universe/HBO Max. Já Michele protagonizou todas as seis temporadas de “Glee” e depois fez “Scream Queens” na rede Fox e “The Mayor” na ABC. Os representantes de Ware e Michele não retornaram imediatamente pedidos de comentários da imprensa sobre as declarações. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020
Estado Zero: Veja trailer e fotos da série australiana criada e estrelada por Cate Blanchett
A Netflix começou a divulgação da série australiana “Estado Zero” (Stateless), criada, produzida e estrelada pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A promoção inclui a tradução nacional e as primeiras imagens liberadas pela plataforma. Originalmente exibida em março pela emissora australiana ABC, a série foi adquirida pela Netflix para exibição mundial em streaming, com estreia prevista para o dia 8 de julho. A trama quatro pessoas que se veem envolvidas ao terem suas vidas afetadas pelo serviço de imigração. Os personagens centrais são uma aeromoça em fuga de uma seita, um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua família, um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver e um burocrata preso entre ambições profissionais e um escândalo nacional. Cada um deles enfrentam questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente, e todos acabam se cruzando em um centro de detenção de imigrantes no meio do deserto. Além de Blanchett, o elenco conta com Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), Dominic West (“The Affair”), Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”), Asher Keddie (“Em Prantos”), Fayssal Bazzi (“6 Dias”) e Marta Dusseldorp (“A Place to Call Home”). Blanchett criou a série em parceria com os roteiristas Tony Ayres (criador da atração sci-fi “Glitch”, também disponível na Netflix) e Elise McCredie (criadora de “Jack Irish”), e a direção dos episódios é dividida por Emma Freeman (“Glitch”) e a cineasta Jocelyn Moorhouse (“A Vingança Está na Moda”). Além das imagens da Netflix, veja abaixo também o trailer australiano da atração, que já terminou de ser exibida pela rede ABC, arrancando elogios rasgados da imprensa do país – 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Hellbound: Diretor de Invasão Zumbi fará série de terror para a Netflix
O diretor Yeon Sang-ho, responsável pelo fenômeno “Invasão Zumbi”, vai produzir uma série de terror para a Netflix. Intitulado “Hellbound”, o projeto é uma adaptação do webtoon (quadrinhos digitais) sul-coreano “Hell”. Além de produzir, Yeon também dirigirá a série e trabalhará no roteiro com o ilustrador Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. A trama se passa em meio ao caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso passa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Devido à suspensão das atividades da indústria do entretenimento em todo o mundo, a série ainda não tem previsão de estreia. Mas, assim que os cinemas voltarem, o público poderá ver o novo filme de Yeon, “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do blockbuster de 2016. Veja o trailer legendado aqui.
2020 – Japão Submerso: Adaptação animada de sci-fi clássica ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “2020 – Japão Submerso” (Japan Sinks: 2020), série animada que adapta o best-seller homônimo escrito por Sakyo Komatsu em 1973. A trama cataclísmica descreve um futuro (2020!) em que todo o Japão começa a afundar no mar, acompanhando uma família que tenta sobreviver em meio ao caos e a destruição causados por terremotos. A obra é considerada um clássico da sci-fi japonesa e já foi adaptada anteriormente para o cinema, no filme “A Submersão do Japão” (1973), e também ganhou uma série live-action em 2006. Esta é a primeira vez que “2020 – Japão Submerso” obra é transformado em animação. O anime tem produção estúdio Science SARU, responsável por “Devilman Crybaby”, e o diretor é Masaaki Yuasa, justamente do aclamado “Devilman Crybaby”. A estreia em streaming está marcada para 9 de julho.
Série sobre Leonardo Da Vinci ganha primeiro teaser com astro de Poldark
A série “Leonardo”, em que Aidan Turner (o “Poldark”) vive Leonardo Da Vinci, ganhou o primeiro teaser. Criada por Frank Spotnitz (“O Homem do Castelo Alto”) e Steve Thompson (roteirisa de “Doctor Who”), “Leonardo” pretende desvendar o mistério de uma dos maiores gênios da História, cuja obra é mundialmente conhecida, mas de quem pouco se sabe realmente. Passada no final do século 15, a trama encontra Leonardo Da Vinci acusado de assassinato e colocado sob vigília de um policial, que tenta desenterrar o passado do pintor para conectá-lo à investigação. É assim que a infância solitária do filho ilegítimo de um notário na cidade rural de Vinci, na Toscana, entra em foco, revelando porque ele desenvolveu um desejo implacável e quase sobre-humano de pesquisar e descobrir tudo o que pudesse dar sentido ao mundo ao seu redor. Spotnitz já abordou esse universo antes em “Medici: Mestres de Florença”, que durou três temporadas, entre 2016 e 2019, e “Leonardo” tem os mesmos parceiros, as produtoras Lux Vide, Big Light Productions e os canais RAI, na Itália, France Télévisions, na França, e RTVE, na Espanha. A distribuição internacional está a cargo da Sony. Além de Turner, o elenco inclui Giancarlo Giannini (“Catch-22”) como o mestre Andrea del Verrocchio, Matilda De Angelis (“The Undoing”) como a musa Caterina da Cremona e Freddie Highmore (“The Good Doctor”) como Stefano Giraldi, um jovem detetive do Podestà encarregado de resolver o mistério central. A previsão de estreia é apenas para 2021.
Atriz de Manto & Adaga vai estrelar série produzida por Jessica Biel
A atriz Olivia Holt, que viveu a heroína Adaga na série “Manto & Adaga” (Cloak & Dagger), cancelada com o desmonte da Marvel Television pela Disney, vai continuar na programação do canal pago americano Freeform. Seu novo projeto é “Cruel Summer”, série que conta com a atriz Jessica Biel (“The Sinner”) entre seus produtores executivos. A trama vai se passar durante três verões diferentes – de 1993, 1994 e 1995 – em uma pequena cidade do Texas, e refletir o desaparecimento misterioso de uma adolescente bonita e popular (Holt). Ao mesmo tempo, a garota estranha do colégio (Chiara Aurelia, de “Tell Me Your Secrets”) se torna a mais popular. Mas isso só dura dois verões. Em 1995, ela será a pessoa mais odiada de todo o país. Criada por Bert V. Royal (“Caminho da Recuperação”), a série já teve o piloto aprovado, mas durante as gravações originais o papel de Kate, a garota desaparecida, foi vivido por Mika Abdalla (“Project Mc²”). Holt vai substituí-la em regravações no capítulo inaugural, que ainda não tem previsão para ir ao ar.
Diretor de Chernobyl vai comandar minissérie do roteirista do filme Judy
O diretor Johan Renck, vencedor do Emmy por “Chernobyl”, vai comandar uma nova minissérie. Ele próprio indicou o tema, ao escrever “Algo está vindo” junto da capa de um livro no Instagram. Trata-se da adaptação de “The Magus”, escrito por John Fowles (“O Colecionador”). No livro, o jovem professor inglês Nicholas Urfe se muda para uma ilha grega a trabalho e vê envolvido nos jogos mentais de um enigmático milionário recluso no local, cada vez mais complexos e perigosos. Publicada em 1965, a obra já ganhou uma adaptação para os cinemas em 1968, batizada no Brasil de “Mago – O Falso Deus”. Adaptado pelo próprio Fowles, o filme estrelado por Michael Caine e Anthony Quinn dividiu opiniões na época de seu lançamento. O roteiro da adaptação está a cargo de Tom Edge, que escreveu o filme “Judy”, pelo qual Renée Zellweger venceu o Oscar de Melhor Atriz. Edge também trabalhou em vários episódios de “The Crown”, entre eles “Paterfamilias”, que rendeu o Emmy de Melhor Diretor para Stephen Daldry. Para completar, a produtora responsável pelo projeto é a Neal Street Productions, empresa do cineasta Sam Mendes, que realizou o premiado longa “1917”, vencedor de três Oscars. Como é praxe entre os contratos assinados durante a pandemia de coronavírus, não há cronograma de produção nem previsão de estreia para a minissérie. Ver essa foto no Instagram Something is brewing 🌚 Uma publicação compartilhada por Johan Renck (@johanrenck) em 27 de Mai, 2020 às 10:18 PDT












