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    Y: The Last Man e spin-off de American Horror Story viram conteúdo de streaming

    22 de junho de 2020 /

    Mais duas séries que estavam sendo desenvolvidas para a TV, visando lançamento no canal pago FX, vão estrear diretamente em streaming, na seção FX on Hulu, criada para as atrações da emissora na plataforma de conteúdo adulto da Disney. As séries que serão exclusivas do serviço de streaming são a aguardada adaptação de quadrinhos “Y: The Last Man” (“Y: O Último Homem” nas bancas brasileiras) e o spin-off de “American Horror Story”, a antologia “American Horror Stories”, que contará uma história de terror completa por episódio. Lançada no ano passado com as séries “Mrs. America” e “Devs”, a FX on Hulu faz parte de uma estratégia da Disney para valorizar sua plataforma digital e também vai receber em breve “A Teacher”, com Nick Robinson e Kate Mara, e “The Old Man”, estrelada por Jeff Bridges. A mudança foi comunicada nesta segunda-feira (22/6) durante o “upfront” digital da Hulu. A apresentação da programação em desenvolvimento para a próxima temporada revelou que a seção FX on Hulu ampliou em 130% o alcance da programação do FX. A alteração de endereço também correspondeu a mais uma reviravolta na longa jornada para trazer “Y: The Last Man” às telas. A produção está em desenvolvimento há cerca de cinco anos e chegou a ter uma foto oficial divulgada em fevereiro de 2019. Mas desde então tudo mudou. O piloto não agradou e a série voltou à estaca zero com a saída dos responsáveis pela adaptação, Michael Green (“Logan”) e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”), que se demitiram após uma crise criativa com o FX. No lugar deles, entrou Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”), que encomendou mudanças no piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna), visando retirar da série elementos que causaram a crise com os showrunners anteriores. Entretanto, as mudanças também levaram à desistência do protagonista previamente escalado, fazendo com que todo o primeiro episódio precise ser inteiramente regravado. O material original, concebido por Brian K. Vaughan e Pia Guerra, é repleto de situações de potencial polêmico, que podem ser consideradas até inapropriadas para a TV. Mas não há declarações oficiais sobre o que teria sido excessivo a ponto de levar roteiristas conceituados como Green e Kroal a abandonar a produção. Por outro lado, em streaming o material poderá ser mais ousado. A verdade é que a ideia inicial de adaptar “Y” tem bem mais de uma década e até agora não conseguiu sair do papel. O projeto chegou a ser considerado um possível filme pela Warner em 2007 e foi levado até a HBO, por se tratar de uma propriedade da DC Comics, mas, ao contrário de “Watchmen”, jamais superou a fase inicial de desenvolvimento de roteiro, originando sua fama de ser arriscada demais. Para quem não conhece, “Y: O Último Homem” é um dos quadrinhos mais cultuados do antigo selo adulto da DC, Vertigo, que venceu nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e se tornou a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, Vaughan e a desenhista Pia Guerra contaram a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand foram as únicas exceções. Quando grupos de mulheres descobrem que ele é o último homem do planeta, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas justamente na plataforma Hulu. Já “American Horror Stories” é um projeto recentíssimo, que veio à tona no mês passado. Com produção de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”), a série trará “episódios contidos” de uma hora de duração. Isto é, em vez de contar uma história por temporada como a série original, terá histórias de horror completas e diferentes em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”, no plural. As duas atrações ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    4ª temporada de The Handmaid’s Tale só vai estrear em 2021

    22 de junho de 2020 /

    O lançamento da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” foi adiado para 2021. O anúncio foi feito nesta segunda (22/6) durante o “upfront” digital da Hulu, plataforma de streaming responsável pela exibição original da série nos EUA. Em sua apresentação da programação em desenvolvimento para a próxima temporada, a Hulu revelou que a 4ª temporada da série premiada só terá uma data de estreia definida após as gravações serem retomadas. A produção dos novos episódios tinha sido iniciada em março, mas em seguida foi paralisada, devido ao avanço da pandemia de coronavírus. Não há previsão para a volta aos trabalhos.

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  • Filme

    Joel Schumacher (1939 – 2020)

    22 de junho de 2020 /

    O cineasta Joel Schumacher, de “Batman Eternamente” (1995) e “Batman e Robin” (1997), faleceu nesta segunda-feira (22/6) aos 80 anos, enquanto enfrentava um câncer. Schumacher teve uma longa carreira em Hollywood, iniciada como figurinista de “O Destino que Deus Me Deu”, dramédia estrelada por Tuesday Weld em 1972. Ele chegou a Los Angeles após ter trabalhado como desenhista de roupas e vitrinista em Nova York, e se estabeleceu rapidamente na indústria cinematográfica, quebrando o galho até como cenografista em “Abelhas Assassinas” (1974). Após assinar figurinos de filmes de Woody Allen – “O Dorminhoco” (1973) e “Interiores” (1978) – , foi incentivado pelo cineasta a escrever e, eventualmente, tentar a direção. O incentivo rendeu os roteiros da famosa comédia “Car Wash: Onde Acontece de Tudo” (1976) e do musical “O Mágico Inesquecível” (1978), versão de “O Mágico do Oz” com Diana Ross e Michael Jackson, dois sucessos absurdos dos anos 1970. Com essas credenciais, conseguiu aval para sua estreia na direção, que aconteceu na comédia sci-fi “A Incrível Mulher que Encolheu” (1981), logo seguida por “Taxi Especial” (1983), produção centrada na popularidade do ator Mr. T (da série “Esquadrão Classe A”). O trabalho como diretor começou a chamar atenção a partir do terceiro filme, quando Schumacher demonstrou seu raro talento para escalar atores. No drama “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (1985), ele juntou uma turma jovem que marcou a década de 1980: Demi Moore, Rob Lowe, Emilio Estevez, Judd Nelson, Andrew McCarthy e Ally Sheedy – apelidados de “brat pack” pela mídia. O sucesso comercial veio com dois terrores inventivos, que viraram exemplos da chamada “estética MTV” no cinema. Ele usou elementos de clipes para dar uma aparência juvenil aos temas sobrenaturais. Em “Os Garotos Perdidos” (1987), filmou uma história de vampiros delinquentes, reunindo pela primeira vez os atores Corey Haim e Corey Feldman, que formariam uma dupla inseparável ao longo da década, ao mesmo tempo em que explorou a imagem de Jim Morrison, cantor da banda The Doors, como referência para uma juventude vampírica que se recusava a envelhecer. Em “Linha Mortal” (1990), juntou o então casal Kiefer Sutherland (seu vilão em “Os Garotos Perdidos”) e Julia Roberts num grupo de estudantes de Medicina (com Kevin Bacon, William Baldwin e Oliver Platt) que decide colocar a própria saúde em risco para descobrir se havia vida após a morte. Os dois filmes tornaram-se cultuadíssimos, a ponto de inspirarem continuações/remakes. Entre um e outro, ele ainda explorou o romance em “Um Toque de Infidelidade” (1989), remake do francês “Primo, Prima” (1975), com Isabella Rossellini, e “Tudo por Amor” (1991), com Julia Roberts. E assinou clipes de artistas como INXS, Lenny Kravitz e Seal – a tal “estética MTV”. Já tinha, portanto, uma filmografia variada quando se projetou de vez com o thriller dramático “Um Dia de Fúria” (1993), um dos vários filmes estrelados por Michael Douglas que deram muito o que falar no período – durante sete anos, entre “Atração Fatal” (1987) e “Assédio Sexual” (1994), o ator esteve à frente dos títulos mais controvertidos de Hollywood. O longa mostrava como um cidadão dito de bem era capaz de explodir em violência, após o acúmulo de pequenos incidentes banais. A projeção deste filme lhe rendeu status e o convite para dirigir o terceiro e o quarto longas de Batman. Mas o que deveria ser o ponto alto de sua trajetória quase acabou com ela. O personagem dos quadrinhos vinha de dois filmes muito bem-recebidos por público e crítica, assinados por Tim Burton, que exploraram uma visão sombria do herói. Schumacher, porém, optou por uma abordagem cômica e bem mais colorida, chegando a escalar o comediante Jim Carrey como vilão (o Charada) e introduzindo Robin (Chris O’Donnell) e até Batgirl (Alicia Silverstone). Ele também deu mais músculos ao traje usado por Val Kilmer em “Batman Eternamente” (1995) e mamilos ao uniforme de George Clooney em “Batman e Robin” (1997) – o que até hoje rende piadas. Abertamente homossexual, Joel Schumacher acabou acusado por fanboys de enfatizar aspectos homoeróticos de Batman. Diante do fiasco, a Warner se viu obrigada a suspender a franquia, que só voltou a ser produzida num reboot completo de 2005, pelas mãos de Christopher Nolan. Em meio à batcrise, o diretor também filmou dois dramas de tribunal, “O Cliente” (1994) e “Tempo de Matar” (1996), inspirados por livros de John Grisham, que tampouco fizeram o sucesso imaginado pelo estúdio, aumentando a pressão negativa. Sem desanimar, ele realizou o suspense “8mm: Oito Milímetros” (1999), juntando Nicolas Cage e Joaquin Phoenix, e ainda foi responsável por lançar Colin Ferrell em seu primeiro papel de protagonista no drama “Tigerland – A Caminho da Guerra” (2000). Ambos receberam avaliações positivas. Mas entre cada boa iniciativa, Schumacher continuou intercalando trabalhos mal-vistos, o que fez com que diversos momentos de sua carreira fossem considerados pontos de “retorno” à melhor fase. O elogiadíssimo suspense “Por um Fio” (2002), por exemplo, com Colin Ferrell basicamente sozinho numa cabine telefônica, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e assinalou o momento mais claro de “renascimento”. Só que em seguida veio o fracasso dramático de “O Custo da Coragem” (2003), com Cate Blanchett e – novamente – Ferrell, fazendo com que o trabalho seguinte, a adaptação do espetáculo da Broadway “O Fantasma da Ópera” (2004) fosse visto como mais uma chance de recuperação. Cercado de expectativa, o musical estrelado por Gerard Butler e Emmy Rossum se provou, contudo, um fiasco tão grande quanto as adaptações de quadrinhos, encerrando o ciclo de superproduções do diretor. O terror “Número 23” (2007), com Jim Carrey, foi a tentativa derradeira de recuperar a credibilidade perdida. E acabou-se frustrada. Schumacher nunca superou as críticas negativas a esse filme – 8% de aprovação no Rotten Tomatoes – , que tinha conceitos ousados, mas foi recebido como sinal evidente de fim de linha. Ele ainda fez mais três filmes de baixo orçamento, dois deles para o mercado europeu, abandonando o cinema ao voltar a Hollywood para seu último fracasso, “Reféns” (2011), estrelado por Nicolas Cage e Nicole Kidman. Na TV, ainda comandou dois episódios da 1ª temporada de “House of Cards”, ajudando a lançar o projeto de conteúdo original da Netflix em 2013. De forma notável, dezenas de pessoas que trabalharam com Schumacher, nos sucessos e nos fracassos, mobilizaram-se nas últimas horas para lembrar no Twitter que ele não é só o diretor dos piores filmes de Batman. O cineasta foi “uma força intensa, criativa e apaixonada” nas palavras de Emmy Rossum. “Ele viu coisas mais profundas em mim que nenhum outro diretor viu”, apontou Jim Carrey. “Ele me deu oportunidades e lições de vida”, acrescentou Kiefer Sutherland, concluindo que sua “marca no cinema e na cultura moderna viverão para sempre”. Muitos ainda lembraram dele como mentor e amigo. O roteirista Kevin Williams contou como foi convidado para ir a um set por Schumacher e recebeu conselhos que considera importantes para sua carreira. E Corey Feldman revelou, sem filtro, que “ele me impediu de cair nas drogas aos 16 anos”, citando como foi enquadrado e quase demitido pelo cineasta em “Os Garotos Perdidos”. “Pena que eu não escutei”.

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  • Filme

    Atriz de Anne with an E se assume bissexual “acidentalmente”

    22 de junho de 2020 /

    A atriz Amybeth McNulty, protagonista da série “Anne with an E”, revelou “acidentalmente” que é bissexual. A confirmação ocorreu após ela curtir e republicar em seu Instagram Stories um vídeo feito por um fã, na qual ela própria aparece com uma placa dizendo “Anne Shirley é bi”, referindo-se à sua personagem na série da Netflix. “Bom, eu acho que acidentalmente saí do armário (risos). Feliz Mês do Orgulho LGBTQIA+”, escreveu McNulty em seu perfil no Twitter, após o vídeo e fotos em que aparece enrolada na bandeira do arco-íris viralizarem. “Anne with an E” foi gravada entre 2017 e 2019. A 3ª e última temporada foi lançada na Netflix em janeiro passado. Amybeth McNulty tinha 15 anos quando a série surgiu e está atualmente com 18. Ela será vista a seguir no terror sobrenatural “Maternal”, que tem uma curiosidade para os fãs da personagem Anne Shirley. Amybeth interpretará a filha de Megan Follows, atriz que viveu Anne Shirley em minisséries e telefilmes de 1985 ao ano 2000. Megan Follows também assina a direção do longa, que ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram a legend of bicon 🏳️‍🌈 kinda late but happy pride month cc selenatimothee ac voidgold for everyone✨ ~ –🎵: Drake – Nice for what dt @sweetblythee @blossxm.mills @blythesvsp @shirley.amp @theworld.ofantasy @xqueenofenglandx 💙 AMYBETH LIKED AND REPOSTED I AM DEAD PERSON NOW AND AMYBETH TWITTED ABOUT SHE IS BI I AM SCREAMING Uma publicação compartilhada por 𝒑𝒍𝒖𝒗𝒊𝒂 🦋 (@plxvia) em 17 de Jun, 2020 às 6:44 PDT ❤💛💚💙💜I love you and I'm proud of you, anyway! Congrats! pic.twitter.com/GwI8VPr1ni — sam ⚔ (@schreavebeauty) June 17, 2020 Well, I think I just accidentally came out hahaha happy pride month lovelies🏳️‍🌈❤️ — Amybeth (@AmybethMcnulty) June 17, 2020

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  • Série

    Cobra Kai: Série derivada de Karatê Kid troca YouTube pela Netflix

    22 de junho de 2020 /

    “Cobra Kai”, série que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”, trocou o YouTube, sua casa original, pela Netflix. O YouTube abandonou completamente seu projeto de criar uma seção premium no portal, com conteúdo pago em streaming, e suspendeu todas as produções que vinha desenvolvendo. A série “On Becoming a God in Central Florida”, por exemplo, foi parar no canal pago Showtime. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. Para facilitar o negócio, o YouTube até abriu mão da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar no YouTube em 2018 e 2019, estrearão na Netflix ainda neste ano. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, deve chegar na plataforma logo em seguida. A série era o maior sucesso dentre as atrações originais do YouTube. O primeiro episódio, liberado no portal, foi visto mais de 80 milhões de vezes. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer oficial da série.

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  • Filme

    O Clube das Babás: Nova série teen da Netflix ganha trailer legendado

    22 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “O Clube das Babás”, nova série que adapta os livros escritos por Ann M. Martin. A atração é a primeira série teen da plataforma sem crimes ou maldades, finalmente refletindo o sucesso de seus filmes de garotas apaixonadas. Curiosamente, a prévia parece um filme, com começo, meio e fim – tem até conclusão ao estilo “moral da história” no vídeo. E, de fato, esta história já foi filme, lançado em 1995 – e com Rachael Leigh Cook entre as jovens. Também já foi uma série fracassada, que durou 13 capítulos em 1990 produzidos pela HBO e reprisados pelo Disney Channel. A nova versão começa com uma 1ª temporada de 10 episódios e tem um elenco muito mais jovem que as adaptações anteriores, com atrizes mais próximas da idade das personagens. A trama gira em torno de um grupo de cinco melhores amigas adolescentes da cidade de Stoneybrook que trabalham como babás. Apesar de iniciarem o negócio visando retorno financeiro, elas logo descobrem que o clube tem outro tipo de impacto em suas vidas, refletindo em autoconfiança, namoros e evolução pessoal, graças à sororidade que promove entre as envolvidas. A adaptação está a cargo de Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”) e inclui a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) na direção dos episódios. Já o elenco destaca as meninas Shay Rudolph (a Maya de “Máquina Mortífera”), Momona Tamada (a versão mirim de Laura Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”), Malia Baker (“Flash”), Sophie Grace (“Terror in the Woods”) e Xochitl Gomez (“Gentefied”), além de de Alice Silverstone (a eterna Cher de “Patricinhas de Beverly Hills”) e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”). A estreia está marcada para 3 de julho.

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  • Série

    Lucifer: Vídeo com “momentos quentes” anuncia data da 5ª temporada

    22 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com “os momentos mais quentes” de “Lucifer” para anunciar a data de estreia da 5ª temporada. Depois de mostrar várias cenas do ator Tom Ellis descamisado, envolvido em orgias e exibindo o bumbum, a “prévia” revela que a série retorna no dia 21 de agosto. O vídeo não dá maiores detalhes, mas os planos da Netflix previam dividir a 5ª temporada em duas partes. Só que esses planos já foram alterados, visto que consideravam o lançamento da primeira leva de episódios em maio e o cancelamento da série ao final da segunda parte. Não só maio já passou como “Lucifer” deve ter 6ª temporada – falta apenas o anúncio para oficializar. A reta final de “Lucifer” também teria inicialmente 10 episódios, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. De fato, o último episódio gravado foi batizado de “Uma Chance de Final Feliz”, e sua sinopse diz: “O último episódio de ‘Lucifer’, a última briga com o pai [Deus]”. Mas a Netflix se arrependeu de encerrar a produçãoe já renegociou com a WBTV (Warner Bros. Television), os produtores e o elenco para a série continuar por pelo menos mais um ano. Os fãs agradecem.

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  • Etc

    Emicida incentiva carreira de atriz de Ludmilla após polêmica

    21 de junho de 2020 /

    Após a atriz Samantha Schmutz criticar a escolha de Ludmilla, uma “não atriz”, para integrar o elenco da 2ª temporada da série “Arcanjo Renegado”, a cantora acabou no centro de discussões acaloradas. Vendo a onda de críticas, o rapper Emicida resolveu se solidarizar, defendendo a amiga. “C*raio Ludmilla, eu torço demais por você e tô sempre mandando aquele axé daqui, porque vou te contar viu, os bico não consegue ver você vencer mesmo, era só ignorar, mas eles simplesmente não conseguem, precisam falar alguma bosta… Continua que tá lindo e você não está sozinha”, declarou ele. A publicação fez muito sucesso, recebendo mais de 50 mil curtidas e 3 mil retuítes, além de a própria Ludmilla responder à publicação. “Vou seguir fazendo a minha parte, nunca foi fácil e não vai ser agora que será. Tá cada dia mais difícil, mas essa força que tô recebendo é fundamental, ler isso de você me faz bem. Quanto mais eles batem, mais forte a gente fica!”, disse ela. Pra quem não lembra, a polêmica começou quando Ludmilla comemorou em seu Instagram o convite para atuar em “Arcanjo Renegado” e foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha Schmutz, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, atravessou a atriz, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.

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  • Etc

    The Last of Us: Part 2 encanta crítica e desperta ódio de gamers homofóbicos

    21 de junho de 2020 /

    O aguardado lançamento do game “The Last of Us: Part 2” na sexta passada (19/6) encantou a crítica, mas também demonstrou mais uma vez o lado negro da força do universo geek. O jogo atingiu 95% de aprovação na média das avaliações críticas consideradas pelo site Metacritic. Mas apenas nota 3,7 (de 10) entre o público no mesmo site. No IMDb, a nota ficou em 5,3. O resultado da suposta decepção do público é fruto de uma campanha de um grupo pequeno mas ruidoso nas redes sociais, que usa robôs para manipular as votações. A tática é tão descarada que Neil Druckmann, criador do game, chegou a ironizar no Twitter: “Nossa… em poucas horas de lançamento já temos quase o dobro do número de críticas de usuários obtido pelo primeiro jogo… em sete anos! Adoro essa paixão!”. A mesma tática foi usada anteriormente e por motivos similares contra os filmes “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e a recente trilogia “Star Wars”, todas produções da Disney que se tornaram blockbusters, demonstrando quão minoritários são os descontentes. O motivo do descontentamento é o fato de “The Last of Us: Part 2” não ser conservador. Gamers homofóbicos odiaram o fato de a protagonista Ellie ter se tornado uma lésbica assumida, envolver-se com uma mulher e enfrentar outra, que é “puro músculo, um caminhão”, nas palavras da roteirista do game, Halley Gross. Para completar, a trama também inclui um personagem trans em fuga de uma seita de fanáticos religiosos e a presença de muitas mulheres boas de briga em posições de comando. Nas redes sociais, os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”, denominação da extrema direita para qualquer visão de visão de mundo fora da heteronormatividade. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão com o autor do game, Neil Druckmann. A trama começa cinco anos após a dupla Joel e Ellie iniciar sua jornada pelo que restou dos Estados Unidos, agora destruído por uma pandemia causada por um fungo zumbi. Se no primeiro game o foco era na relação quase de pai e filha entre os dois protagonistas, em “The Last of Us Part 2” Ellie já tem 19 anos e deixa claro que é sexualmente ativa – com outras mulheres. Enquanto as críticas da imprensa usam adjetivos como “perfeito”, “cinematográfico” e “excelente” – o jornal The Guardian achou o game “inovador e poderoso”, enquanto o Washington Post o chamou de “um dos melhores videogames já criados” – , as resenhas dos “fãs” se resumem a repetir que “lésbicas no apocalipse f****** a saga”. Em meio à polêmica, a intérprete de Ellie (via captura de movimentos), a atriz Ashley Johnson, disse que se sentia “incrivelmente orgulhosa de interpretar essa personagem”, numa reportagem feita pela BBC. “Eu amo Ellie e acho muito importante que as pessoas vejam personagens como ela nos videogames. Ter uma jovem líder feminina que é gay faz com que o jogo pareça mais real”, ela apontou. Disse mais: “Eu acho que é essencial ter representação feminina e LGBTQIA+ em todas as mídias, precisamos disso em todos os formatos. As coisas estão começando a mudar lentamente, mas adoraria chegar logo a um ponto no entretenimento em que isso não seja mais considerado algo ousado”. Na mesma reportagem, Neil Druckmann afirmou que sua produtora, Naughty Dog, está numa situação confortável, graças a uma série de sucessos comerciais que lhes “permite arriscar”. “Se ‘The Last of Us: Part 2″ for bem sucedido, e alguém quiser fazer um novo game com um elenco semelhante, pelo menos as equipes de marketing poderão olhar e ver: ‘Bem, isso funcionou’, então o medo [de preconceituosos] deixará de ser entrave para que possamos refletir mais as pessoas à nossa volta”. Veja o impressionante trailer legendado do game abaixo.

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  • Etc

    Steve McQueen diz que excesso de brancura em filmes e séries britânicas é “racismo descarado”

    21 de junho de 2020 /

    O diretor Steve McQueen, do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”, chamou de “racismo descarado” o fato de que filmes e séries britânicas tenham poucos profissionais não brancos, tanto atuando na frente das câmeras como – e principalmente – atrás delas. Ele deu um depoimento ao jornal inglês The Guardian em que comparou sua experiência de trabalhar nos EUA, onde comandou três longas – o mais recente, “Viúvas”, foi estrelado por Viola Davis, Michelle Rodriguez e Elizabeth Debicki – , e na indústria audiovisual britânica. “No ano passado, visitei um set televisivo em Londres. Parecia que eu tinha saído de um ambiente, a Londres que me cercava, para outro, um lugar que era estranho para mim. Eu não podia acreditar na quantidade de brancura naquele cenário. Fiz três filmes nos Estados Unidos e parece que nada mudou para valer neste período na Inglaterra. O Reino Unido estão muito atrás em termos de representatividade, é vergonhoso”, escreveu. “Toda a cultura da indústria tem que mudar. Isso não é saudável. Está errado. E, no entanto, muitas pessoas na indústria concordam com isso, como se isso fosse normal. Isso não é normal. É tudo menos normal. É ofensivo, obviamente errado. É racismo descarado. Fato. Eu cresci com isso”, completou. O desabafo de Queen reflete a iniciativa de profissionais de minorias étnicas (grupo chamado de BAME no Reino Unido, que inclui também asiáticos e “outros”) que enviaram neste fim de semana uma carta de protesto ao governo britânico contra a falta de iniciativas para enfrentar a falta de diversidade nas representações culturais. McQueen contou que, durante a produção de “Small Axe”, série sobre a comunidade negra britânica que ele está desenvolvendo para a rede BBC, deparou-se com diversas dificuldades para contratar minorias. “Tivemos incentivos fiscais, apoio financeiro, mas as únicas pessoas da comunidade BAME contratadas foram os motoristas e um eletricista. A dura realidade é que não há infraestrutura para apoiar e contratar essas pessoas”, afirmou. Para ele, toda a indústria precisa mudar. Ele questionou o número de negros trabalhando em produções recentes da BBC e em filmes como “Harry Potter”. “Não se trata apenas de negros trabalhando em filmes negros, mas de negros trabalhando em cinema e televisão, ponto final”. Ele descreve como a cultura pode mudar. “A questão fundamental é que precisamos acelerar o treinamento e o acesso às artes para todas as crianças talentosas, e não apenas para as crianças brancas talentosas”. O cineasta conclui: “Sim, estou farto. Não quero ouvir ninguém dizer: ‘Ah, sim, é terrível’ novamente. Eu já ouvi isso milhares de vezes. Todos concordam, mas nada é feito. O que eu quero é ver a mudança, não ouvir desculpas. Estou totalmente indignado com a falta histórica de esforço. Agora é a hora da mudança real”.

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  • Etc,  Série

    Ludmilla e Samantha Schmutz brigam por causa de papel em série

    20 de junho de 2020 /

    A cantora Ludmilla e a atriz Samantha Schmutz trocaram farpas nas redes sociais, durante a sexta-feira (19/6), por causa de uma série da Globoplay. Ao comemorar em seu Instagram o convite para integrar o elenco da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, Ludmilla foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, confessou a artista, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.

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  • Série

    Globoplay disponibiliza as séries The Originals e Legacies

    20 de junho de 2020 /

    A Globoplay disponibilizou neste fim de semana as cinco temporadas completas de “The Originals” e o primeiro ano de “Legacies”. Ambas se passam no mesmo universo, inaugurado por “The Vampire Diaries”, e foram criadas por Julie Plec. Primeiro spin-off de “TVD”, “The Originals” acompanha a família dos vampiros mais antigos do mundo. Introduzidos como vilões na série dos irmãos Salvatore, eles mostram mais nuances na atração própria, a partir da decisão de Klaus Mikaelson (Joseph Morgan) de criar raízes em Nova Orleans para o nascimento de sua filha, um milagre que só foi possível por ele ser híbrido de lobisomem – também o primeiro de uma raça rara. “Legacies” é a história da filha de Klaus, Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell), descendente da mais antiga linhagem de vampiros, lobisomens e bruxas, e com poderes das três espécies sobrenaturais. Levada ainda criança para aprender a lidar com seu legado numa escola para crianças especiais, ela se torna a estudante mais poderosa entre outras jovens de enorme capacidade destrutiva. São adolescentes que poderiam virar monstros, mas só pensam em passar de ano, namorar, se divertir e, nas horas vagas, salvar o mundo, graças à educação que receberam de um dos mais famosos caça-vampiros da saga, Alaric Saltzman (Matthew Davis). Atualmente renovada para sua 3ª temporada, “Legacies” surpreendeu por atingir o nível de “Buffy: A Caça-Vampiros”, a icônica produção teen sobrenatural dos anos 1990 que todas as sucessoras falharam em imitar. A série também é exibida no canal pago Warner no Brasil. Veja abaixo os trailers das primeiras temporadas das duas séries.

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    Stranger Things: 4ª temporada já está toda escrita

    20 de junho de 2020 /

    A 4ª temporada de “Stranger Things” já está toda escrita. O Twitter da sala de roteiristas da série divulgou uma foto com a pilha completa de scripts. E com um detalhe extra: a imagem revela que a temporada contará com nove episódios inéditos. Veja abaixo. Isto representa um episódio a mais que a 3ª temporada e que os próprios planos originais dos irmãos Duffer para o novo ciclo. Em 2019, eles alegaram que o quarto ano teria oito capítulos. Ter um conjunto completo de scripts também representa uma mudança de ritmo para o programa. “Stranger Things” costuma trazer o produtor Shawn Levy para dirigir episódios no meio da temporada para que os Duffers possam terminar os roteiros da segunda metade. A mudança foi ocasionada pela pandemia de covid-19. A produção chegou a reunir o elenco para a leitura coletiva do primeiro roteiro em março e estava no começo de suas gravações quando houve a suspensão de todos os trabalhos como prevenção contra o coronavírus. Ainda não há previsão para retomada das gravações, nem para a estreia dos novos episódios de “Stranger Things”. Stranger Things 4: the complete season. #ST4 pic.twitter.com/DAjQFnPVGq — stranger writers (@strangerwriters) June 18, 2020

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