PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Etc,  Série

    Billie Hayes (1924-2021)

    4 de maio de 2021 /

    A atriz Billie Hayes, que interpretou a bruxa maléfica Wilhelmina W. Witchiepoo na série clássica infantil “A Flauta Mágica”, morreu na quinta-feira (29/4) de causas naturais no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Ela tinha 96 anos. Hayes foi cantora de big band, excursionando com a orquestra de Vince Genovese durante sua época de faculdade, nos anos 1940. Depois de se mudar para Nova York, fez um teste para a lenda do teatro JJ Shubert e acabou conquistando os papéis principais em três operetas modernas: “O Príncipe Estudante”, “A Viúva Alegre” e “Blossom Time”. Aos poucos, começou a se destacar no teatro musical. Sua estreia no cinema foi uma reprise de um desempenho teatral. Ela viveu Mammy Yokum, a mãe caipira e enfezada de “As Aventuras de Ferdinando”, de 1959. Hayes tinha interpretado o papel nos palcos da Broadway. Apesar do filme ser baseado nos quadrinhos originais de Ferdinando (chamado de Li’l Abner nos EUA), criados por Al Capp e publicado em tiras diárias de jornais desde 1934, a adaptação era realmente inspirada pelo sucesso do espetáculo, com apenas duas integrantes do elenco teatral ausentes da versão cinematográfica. A atriz acabou identificada com o papel e ainda voltou a viver a mãe de Ferdinando num telefilme da rede ABC de 1971. Preferindo continuar nos palcos, ela não deu sequência à carreira nas telas, reaparecendo apenas em 1967 num episódio de “Os Monkees”, dois anos antes de assumir seu papel mais conhecido. Hayes foi a grande antagonista dos heróis da série psicodélica infantil “A Flauta Mágica” (HR Pufnstuf), criada por Sid e Marty Krofft em 1969. A trama acompanhava um menino náufrago chamado Jimmy (Jack Wild), que era convencido a viajar com uma flauta falante chamada Freddy em um misterioso barco, com a promessa de viver aventuras na maluca Ilha Viva, lar de árvores falantes e sapos cantantes. Só que o barco era possuído e controlado pela bruxa malvada Wilhelmina W. Witchiepoo, que pretendia aprisionar Jimmy e usar Freddy para seus propósitos malignos. A série durou apenas 17 episódios, mas foi reprisada à exaustão e até ganhou um filme em 1971. As reprises se tornaram tão populares que a atriz ainda apareceu como Witchiepoo num especial de TV da banda The Bay City Rollers em 1978. Sua parceria com os irmãos Krofft continuou em outros projetos, principalmente com um papel em “Lidsville” (1971), mais um programa infantil psicodélico, sobre um garoto que vai parar num mundo mágico de chapéus falantes. Desta vez, ela viveu uma aliada do protagonista, Weenie, uma gênia incompetente. Para completar, ainda apareceu num episódio de “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug) em 1976. Mas a fama de bruxa nunca a abandonou. Seu sucesso como Witchiepoo rendeu convites para interpretar outras feiticeiras malvadas, a começar pela vilã da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel) num capítulo da série “A Feiticeira”, exibido em 1971. A Disney também a convocou para dublar a gananciosa bruxa Orgoch em “O Caldeirão Mágico”, e a participação no desenho de 1986 lhe abriu as portas para uma carreira bem-sucedida na animação. Ela também dublou bruxas no cultuado “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e no sucesso “Shrek para Sempre” (2010), além de inúmeros personagens em séries animadas da Disney, Nickelodeon, Discovery Kids e DC/Warner. As quatro temporadas de “Transformers: Rescue Bots” (2011–2016) foram seus últimos trabalhos.

    Leia mais
  • Série

    Pais por Acidente: Nova série latina da Disney+ começa a ser gravada

    13 de abril de 2021 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou nesta terça (13/4) o início das gravações da série mexicana “Pais por Acidente” (Papás por Encargo), que traz em seu elenco atores conhecidos de produções da Disney. O anúncio foi acompanhado pela divulgação das primeiras fotos das gravações, que podem ser vistas abaixo. Protagonizada por Jorge Blanco (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”) e Lalo Brito (“Buscando a Timbiriche: La Nueva Banda”), junto com a jovem Farah Justiniani (“La Voz Kids”), a nova série apresenta a viagem de uma garota de 13 anos (Justianini) junto com seus três pais adotivos, após sua mãe lhe enviar as chaves de uma antiga van. A jornada tem o objetivo de encontrar a mãe, que desapareceu misteriosamente há muito tempo no interior do México. Os pais adotivos não estão muito convencidos da ideia, mas ela sente que essa viagem os levará à felicidade: ela finalmente poderá ver sua mãe e por fim eles estarão todos juntos para sempre. Gravada em várias cidades mexicanas, como Zacatecas, Mazatlán, Pátzcuaro, La Paz e Durango, a produção ao estilo “Três Homens e uma Pequena Dama” pretende celebrar a família em toda a sua diversidade, além de destacar o valor da identidade cultural. A produção está alinhada com o objetivo da The Walt Disney Company de desenvolver conteúdo local, em parceria com produtoras latinas e protagonizado por talentos reconhecidos da região, para promover o crescimento da Disney+ na América Latina. Realizada pela pela BTF Medi e escrita por Ana Sofia Clerici (“El Jeremías”), “Pais por Acidente” vai estrear na Disney+ no início de 2022.

    Leia mais
  • Etc

    Hannah Montana manda mimos e mensagens para estrelas da série

    25 de março de 2021 /

    A personagem Hannah Montana enviou bilhetes e presentes a várias celebridades que participaram da sua série, durante as comemorações dos 15 anos da produção. Entre os artistas que receberam mimos e/ou mensagens escritas a mão, com a caligrafia da atriz e cantora Miley Cyrus, estão os Jonas Brothers, Emily Osment, Selena Gomez, Corbin Bleu, Jake Ryan, Cody Linley e o grupo Migos, que em 2013 lançou uma música chamada “Hannah Montana” (“adoro a música”, ela escreveu). A brincadeira começou com uma carta de Miley endereçada à personagem no dia do aniversário, que foi comemorado na quarta-feira (24/3). O amor agora se expandiu. E continua rendendo declarações. Ao lembrar uma frase que disse para Mikayla (a personagem de Selena Gomez), Hannah agora trocou o comentário negativo do episódio clássico por uma afirmação positiva: “‘O ódio te deixa feia'”, que bom que eu te amo!”. Selena respondeu com um “eu te amo” também. Veja abaixo algumas das mensagens. 💕 @selenagomez pic.twitter.com/yjHe3tFvfo — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 pic.twitter.com/Jc5zFUBqiY — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 pic.twitter.com/IokicSeXWV — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 @Migos pic.twitter.com/sOKWqyZdId — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021

    Leia mais
  • Filme

    Jonathan Groff dublará boneco de pano em nova série infantil da Netflix

    10 de março de 2021 /

    O ator Jonathan Groff voltará a fazer uso de suas habilidade de dublador, após fazer sucesso como a voz original de Kristoff em “Frozen”, em uma nova nova produção infantil. Ele vai estrelar “Lost Ollie”, nova série da Netflix inspirada no livro “Ollie’s Odissey”, de William Joyce. Na produção, Groff dublará o personagem-título Ollie, um boneco de pano feita a mão, que vai parar em uma loja de penhores por acidente e se lança numa odisseia para tentar regressar ao seu lar. O elenco também também inclui Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Jake Johnson (“New Girl”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e o menino Kesler Talbot (“Nancy Drew”). A série tem roteiro de Shannon Tindle (“Kubo e as Cordas Mágicas”), direção de Peter Ramsey (“Homem-Aranha no Aranhaverso”) e produção de Shawn Levy (“Stranger Things”). Ainda não há previsão para a estreia. JONATHAN GROFF (Frozen, Hamilton) will voice Ollie, a handmade toy rabbit stitched together from odds and ends. He’s been Billy’s best friend forever, until he ends up in a resale shop with no way home. Though he’s afraid, Ollie bravely sets off to find Billy. pic.twitter.com/YertQrThux — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021 TIM BLAKE NELSON (Watchmen, O Brother, Where Art Thou?) will voice Zozo, a clown doll who is an old toy and an even older soul. Zozo is a true gentleman with a good sense of humor, and after meeting Ollie and hearing his story, he agrees to help Ollie on his journey. pic.twitter.com/uF79PKkK8S — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021 KESLER TALBOT (50 States of Fright) will play Billy, a young boy bursting with creativity. He shares a bond with his toy Ollie, a homemade rabbit made by his beloved mother, who joins him on all of his adventures. When Ollie gets lost, Billy embarks on a mission to find him. pic.twitter.com/FtTilHmbmF — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021 The series is Executive Produced by the brilliant minds @ShannonTindle_1, @pramsey342, and @ShawnLevyDirect’s 21 Laps Entertainment. (https://t.co/OfszrUTPeS) — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021

    Leia mais
  • Filme

    Patrick Estrela vai protagonizar série derivada de Bob Esponja

    4 de março de 2021 /

    A Nickelodeon vai produzir um novo spin-off de Bob Esponja, desta vez centrado em Patrick Estrela. Intitulado em inglês “The Patrick Star Show”, a série é o segundo spin-off da franquia animada. Nesta quinta (4/3), o streaming Paramount+ (Paramount Plus) lançou o spin-off “Kamp Koral”, que mostra a infância do Bob Esponja. Assim como “Kamp Koral”, “The Patrick Star Show” terá como foco uma versão mais jovem do personagem, que apresenta um programa de TV e vive com sua família. Bill Fagerbakke, dublador de longa data do personagem, continuará no papel principal. Fãs podem esperar por ainda mais derivados, segundo o chefe da Nickelodeon, Brian Robbins. “Há possibilidades ilimitadas de histórias para se contar nesta franquia. Vocês verão filmes estrelados por personagens coadjuvantes, além de mais séries como ‘Patrick’, e também shows ao vivo. Quando você pensa no elenco que temos, é uma fonte inesgotável”, disse Robbins em entrevista à revista Variety. A série de Patrick Estrela vai estrear no próximo verão norte-americano, entre junho e agosto.

    Leia mais
  • Série

    Canal Viva vai exibir versão clássica do Sítio do Pica-Pau Amarelo

    23 de fevereiro de 2021 /

    O canal pago Viva vai resgatar a primeira versão do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, com exibição de três “temporadas” que marcaram época: “Memórias da Emília” (1978), com 18 episódios, “O Minotauro” (1978), também com 18, e “Reinações de Narizinho” (1982), com 10 capítulos. A reprise do programa, uma adaptação das obras infantis de Monteiro Lobato, irá ao ar em março, de segunda a sexta-feira, a partir das 10h45m. Uma pena que o Viva tenha decidido pular os episódios de “origem”, com a chegada de Pedrinho ao Sítio e a apresentação de cada um dos personagens. A série clássica foi originalmente exibida na rede Globo de 1977 a 1986, com direção de Geraldo Casé. Inicialmente, participaram Dirce Migliaccio (Emília), Rosana Garcia (Narizinho), Zilka Sallaberry (Dona Benta), André Valli (Visconde de Sabugosa), Júlio César Vieira (Pedrinho), Samuel Santos (Tio Barnabé), Canarinho (Garnizé), Tonico Pereira (Zé Carneiro), Dorinha Duval (Cuca), Romeu Evaristo (Saci-Pererê), mas, ao longo desse período, o elenco foi sendo modificado. A Cuca, por exemplo, ganhou nova intérprete (Stela Freitas) já no segundo ano da produção.

    Leia mais
  • Série

    Novo Clube do Terror retorna com trailer assustador

    9 de janeiro de 2021 /

    O Nickelodeon divulgou o trailer da 2ª temporada do revival de “Clube do Terror” (Are You Afraid of the Dark?). A prévia introduz os personagens e apresenta a nova assombração, além de deixar claro que a nova versão da série tem clima bem mais assustador que o da atração original, exibida na década de 1990 pelo canal pago infantil. Criado por D.J. MacHale e Ned Kandel, “Clube do Terror” acompanhava um grupo de adolescentes, autodenominado de Sociedade da Meia-Noite (Midnight Society), que se reunia de noite, em volta de uma fogueira, para contar histórias assombrosas. O revival troca os diferentes sustos semanais dos anos 1990 por uma história completa anual, numa proposta de antologia nos moldes de “American Horror Story”. A história da 2ª temporada é intitulada em inglês “Curse of the Shadows” (maldição das sombras) e segue um grupo diferente de crianças da Sociedade da Meia-Noite, que aprendem sobre a terrível maldição lançada sobre sua pequena cidade à beira-mar e são assombrados por uma criatura misteriosa conhecida como Shadowman (Homem-Sombra). Os protagonistas são Bryce Gheisar (“The Astronauts”), Beatrice Kitsos (“iZombie”), Malia Baker (“O Clube das Babás”), Dominic Mariche (“See”), Parker Queenan (“Andi Mack”) e o estreante Arjun Athalye. Os seis episódios de “Are You Afraid of the Dark? Curse of the Shadows” contam com direção e produção do cineasta Jeff Wadlow (“A Ilha da Fantasia” e “Verdade ou Desafio”) e têm estreia marcada para 12 de fevereiro nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Julie e os Fantasmas vira Julie and the Phantoms no trailer do remake americano

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer de seu remake da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. Num caso de marketing bizarro, a plataforma decidiu lançar a série no Brasil com o título em inglês da produção, “Julie and the Phantoms”, mas disponibilizou o vídeo apenas em versão dublada em português. Na adaptação americana, a história ganhou ares de “High School Musical” assombrado, o que também tem relação com seu diretor e produtor, Kenny Ortega, o mentor da franquia do Disney Channel. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que perde a vontade de tocar quando a mãe morre. Até que redescobre o prazer musical quando encontra mortos da sua idade, isto é, uma banda formada por três fantasmas, mortos nos anos 1990. Só que o encontro não inspira o rock grunge que estava no auge na época citada, muito menos rock gótico, que teria a ver com o tema, mas um pop teen comum do Disney Channel do fim dos anos 2000, que passa longe de assombrar. O elenco destaca Madison Reyes, que antes só tinha figurado num curta-metragem, no papel de Julie (interpretada por Mariana Lessa no Brasil). Já os músicos da banda fantasma são Charlie Gillespie (visto em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt”), Jeremy Shada (dublador de Finn em “A Hora da Aventura”) e Owen Patrick Joyner (de “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”). Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) vive o pai de Julie, que nesta versão é viúvo, e o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) é o irmão mais novo da protagonista. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A produção da Netflix estreia em 10 de setembro.

    Leia mais
  • Música,  Série

    Remake de Julie e os Fantasmas ganha clipe musical da Netflix

    4 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou um clipe do remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. A prévia mostra os atores escolhidos, após vários testes, interpretando a música “Edge of Great”, um pop adolescente sem um pingo de rebeldia, no estilo pasteurizado que o Disney Channel popularizou na década passada. Vale registrar que o vídeo traz os atores-músicos isolados socialmente, cada um num local diferente, reunidos por telechamada. A escolhida para o papel principal é a estreante Madison Reyes, que só tinha figurado num curta-metragem antes de assumir o papel de Julie, interpretado por Mariana Lessa no Brasil. Já os músicos da banda fantasma têm bastante experiência em produções adolescentes. Charlie Gillespie apareceu em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt” (2020), ao lado de Cameron Boyce. Jeremy Shada trabalha como dublador desde criança – é dele a voz de Finn em “A Hora da Aventura”, por exemplo. E Owen Patrick Joyner estrelou “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”. Os três substituirão os brasileiros Bruno Sigrist, Fabio Rabello e Marcelo Ferrari. Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) foi contratado para o papel de pai de Julie, que nesta versão é viúvo – no Brasil, os pais da jovem foram interpretados por Will Prado e Camila Raffanti. E o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) será o irmão mais novo da protagonista – vivido por Vinícius Mazzola por aqui. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes” do Disney Channel, é o responsável por esta escalação e vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a Netflix. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, mortos há 25 anos. Só que o encontro não rende rock gótico – o que renderia série bem diferente… – , mas um popzinho teen. Veja abaixo.

    Leia mais
  • Série

    Vídeo e fotos apresentam intérpretes americanos do remake de Julie e os Fantasmas

    21 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser, o pôster e as primeiras fotos do remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. A prévia mostra os atores escolhidos, após vários testes, revelando uma mudança racial no papel principal. A Julie americana é uma latina negra. A escolhida para o papel principal também é uma estreante. Madison Reyes só tinha figurado num curta-metragem antes de assumir o papel de Julie, interpretado por Mariana Lessa no Brasil. Já os músicos da banda fantasma têm bastante experiência em produções adolescentes. Charlie Gillespie apareceu em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt” (2020), ao lado de Cameron Boyce. Jeremy Shada trabalha como dublador desde criança – é dele a voz de Finn em “A Hora da Aventura”, por exemplo. E Owen Patrick Joyner estrelou “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”. Os três substituirão os brasileiros Bruno Sigrist, Fabio Rabello e Marcelo Ferrari. Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) foi contratado para o papel de pai de Julie, que nesta versão é viúvo – no Brasil, os pais da jovem foram interpretados por Will Prado e Camila Raffanti. E o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) será o irmão mais novo da protagonista – vivido por Vinícius Mazzola por aqui. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes”, foi o responsável por esta escalação e vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a plataforma de streaming. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, Daniel, Martim e Félix, mortos há 25 anos. Essa premissa será mantida com os atores americanos, mas os nomes dos personagens mudaram. Foram americanizados para Luke, Reggie e Alex. Intitulada em inglês “Julie and the Phantoms”, a versão americana terá roteiros e produção da dupla Dan Cross e David Hoge (criadores de “Os Thundermans” e “Par de Reis”), enquanto os criadores da série original, Hugo Janeba e João Daniel Tikhomiroff, serão creditados como produtores da adaptação. A produção gringa tem estreia marcada para 10 de setembro na Netflix.

    Leia mais
  • Etc

    Nickelodeon celebra orgulho LGBTQIA+ sugerindo que Bob Esponja é gay

    14 de junho de 2020 /

    A Nickelodeon deixou a Internet em frenesi no sábado (13/6), quando postou um tuíte para celebrar o mês do orgulho LGBTQIA+, acompanhado por imagens de três de seus personagens. Foi o suficiente para Bob Esponja ser consagrado como ícone gay. “Comemorando o #Orgulho com a comunidade LGBTQIA+ e seus aliados neste mês e em todos os meses”, disse o post, ao lado das imagens de cor de arco-íris. Um dos personagens em destaque, Korra, da série animada “A Lenda de Korra”, é definitivamente bissexual. Os criadores da animação, Michael DiMartino e Bryan Konietzko, que também criaram “Avatar: A Lenda de Aang”, confirmaram a identidade sexual de Korra em uma série de histórias em quadrinhos publicadas após as quatro temporadas da série original. O segundo personagem apresentado é Schwoz Schwartz, do programa infantil “Henry Danger”. Ele é interpretado pelo ator canadense Michael D. Cohen, que se revelou transexual em uma entrevista em maio de 2019 à revista Time. O personagem de Schwartz em “Harvey Danger” também acabou se revelando trans. “As pessoas não entendem. Eles acham que isso tem a ver com sexualidade e não. Eles acham que isso tem a ver com empurrar uma agenda para as crianças e não é o caso”, disse Schwartz à Time sobre a decisão de tornar sua transição pública. “O que isso significa é enviar uma mensagem às crianças de que, sejam elas quem forem, como elas se identificam, isso também é valorizado e positivo.” O terceiro personagem é, claro, a esponja submarina favorita de todo mundo, o que levou os fãs a supor que a Nickelodeon estava tentando dizer que Bob Esponja é gay. Na verdade, o Sr. Calça Quadrada é, bem, uma esponja, portanto assexuado. Isso é corroborado pelo próprio criador do personagem, o falecido Stephen Hillenburg, que disse à revista People em 2005 que esponja não tem sexo. Para a comunidade LGBTQIA+, isso significa que ele é não binário. Ou queer. E isso é um bom motivo para celebrar Bob Esponja no mês da diversidade sexual. Celebrating #Pride with the LGBTQIA+ community and their allies this month and every month 🌈 ⁣(🎨: by @ramzymasri) pic.twitter.com/pENmTaQB0h — Nickelodeon (@Nickelodeon) June 13, 2020

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Flávio Migliaccio (1934 – 2020)

    4 de maio de 2020 /

    O ator Flávio Migliaccio, visto recentemente na novela “Órfãos da Terra”, foi encontrado morto na manhã desta segunda (4/5) em seu sítio em Rio Bonito, no Rio de Janeiro, aos 85 anos. Junto com o corpo, o caseiro do sítio encontrou uma carta escrita pelo ator. A notícia foi confirmada pelo 35º BPM de Rio Bonito, delegacia que ainda investiga a causa da morte. Flávio nasceu no Brás, em São Paulo, em 15 de outubro de 1934, e teve uma longa carreira. Sua estreia como ator aconteceu no teatro, ainda nos anos 1950, ao lado da irmã, Dirce Migliaccio (1933-2009). Os dois participaram de diversas montagens do Teatro de Arena. Décadas depois, Dirce acabou virando a Emília, do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, e também uma das irmãs Cajazeira, de “O Bem Amado”. Do teatro, Flávio foi para as telas. E embora sua carreira televisiva tenha sido notável, seus filmes foram ainda mais impressionantes. A lista incluiu clássicos absolutos como “O Grande Momento” (1958), de Roberto Santos, precursor do Cinema Novo, a antologia “Cinco vezes Favela” (1962), no segmento de Marcos Farias, “Fábula” (1965), de Arne Sucksdorff, “A Hora e Vez de Augusto Matraga” (1965), trabalhando novamente com Santos, “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), de Domingos de Oliveira, “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha, “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, “O Homem que Comprou o Mundo” (1968), de Eduardo Coutinho, “O Homem Nu” (1968), outra parceria com Roberto Santos, “Pra Frente, Brasil” (1982), de Roberto Farias, só para citar alguns, inscrevendo seu nome na história do Cinema Novo e da comédia contemporânea brasileira. Ele também foi cineasta. Escreveu e dirigiu nada menos que sete comédias, de “Os Mendigos” (1963) até uma produção dos Trapalhões, “Os Trapalhões na Terra dos Monstros” (1989). Paralelamente, deu início à carreira televisiva na antiga rede Tupi, encontrando grande sucesso em 1972 com o papel de Xerife, na novela “O Primeiro Amor”. O personagem se tornou tão popular que ganhou derivado, “Shazan, Xerife e Cia”, série infantil que Flávio estrelou com Paulo José (o Shazan). A atração marcou época. O ator se tornou muito popular com as crianças dos anos 1970, tanto pelo Xerife quanto pelo Tio Maneco, papel que ele criou e desempenhou no cinema e na TV. O primeiro filme, “Aventuras com Tio Maneco” (1971), virou fenômeno internacional, vendido para mais de 30 países. Sua criação ainda apareceu em “O Caçador de Fantasma” (1975) e “Maneco, o Super Tio” (1978), antes de ganhar série, “As Aventuras do Tio Maneco”, exibida pela TVE entre 1981 e 1985. A estreia na rede Globo aconteceu com a novela de comédia “Corrida do Ouro”, em 1974. E vieram dezenas mais, como “O Casarão” (1976), “O Astro” (1977), “Pai Herói” (1979), “Chega Mais” (1980), “O Salvador da Pátria” (1989), “Rainha da sucata” (1990), “A Próxima Vítima” (1994), “Torre de Babel” (1998), “Vila Madalena” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “América” (2005), “Caminho das Índias” (2007), “Passione” (2010), “Êta! Mundo Bom” (2017) e a recente “Órfãos da Terra”, exibida no ano passado, em que viveu o imigrante Mamede. Ele também fez muitas séries, com destaque para “Tapas & Beijos” (2011–2015), ao lado de Andréa Beltrão e Fernanda Torres. E se manteve ligado ao universo infantil por toda a carreira, aparecendo nos filmes “Menino Maluquinho 2: A Aventura” (1998), de Fernando Meirelles, e “Os Porralokinhas” (2007), de Lui Farias. A lista enorme de interpretações de Flávio Migliaccio ainda inclui dois dos melhores filmes sobre futebol já feitos no Brasil, “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998) e a continuação “Boleiros 2: Vencedores e Vencidos” (2006), ambos com direção de Ugo Giorgetti. Em 2014, ele foi homenageado no Festival de Gramado com um Troféu Oscarito honorário pelas realizações de sua carreira. Seus últimos trabalhos foram a minissérie “Hebe”, da Globoplay, e o filme “Jovens Polacas”, de Alex Levy-Heller, lançado em fevereiro passado.

    Leia mais
  • Etc

    Elenco do Castelo Rá-Tim-Bum se reúne em vídeo para incentivar isolamento social

    13 de abril de 2020 /

    O elenco do programa “Castelo Rá-Tim-Bum”, um dos maiores sucessos televisivos infantis dos anos 1990, gravou um vídeo para incentivar o isolamento social durante a pandemia do novo coronavírus. A publicação foi feita no perfil do jornalista Marcelo Tas, que dava vida ao personagem Telekid na atração da TV Cultura. “Vamos aproveitar esse tempo em casa para brincar muito e ensinar os pais a brincar também”, diz Tas em um trecho da gravação “Puxa, puxa, que chato… todo mundo preso dentro de casa e não tem nada pra fazer. Imagine eu, preso dentro de um castelo por 300 anos”, brinca Nino, interpretado pelo ator Cássio Scapin. Também aparecem no vídeo os atores Sérgio Mamberti (Doutor Vitor), Angela Dipp (Penélope) e Alvaro Petersen, que deu vida aos bonecos Celeste, a serpente do castelo, e Godofredo, um monstro que vivia nos encanamentos. Criador de “Castelo Rá-Tim-Bum”, Cao Hamburger também deu sua contribuição: “Vilões querem que você saia de casa, mas não caia nessa. Fique em casa”. Nos últimos dias, a música “Lavar as Mãos”, que na série clássica já ensinava a importância da higiene contra doenças, multiplicou-se em versões na internet, evocando a atualidade do programa para enfrentar a crise sanitária. Ver essa foto no Instagram Recadinho dos moradores #casteloratimbum Uma publicação compartilhada por Marcelo Tas 👽 (@marcelotas) em 12 de Abr, 2020 às 7:58 PDT

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie