Prisioneiras: Produtora de Coisa Mais Linda vai transformar livro de Drauzio Varella em série
A Prodigo Films será a produtora responsável por transformar o livro “Prisioneiras”, escrito pelo médico Drauzio Varella, numa série. A empresa anunciou que a produção começará em 2020. Lançado em 2017, o livro conta a experiência de 11 anos do médico no atendimento voluntário em uma penitenciária feminina de São Paulo, e encerra uma trilogia dedicada ao sistema prisional brasileiro, que já rendeu um filme (“Carandiru”) e uma série (“Carcereiros”) anteriores. “Prisioneiras” será produzida por Beto Gauss e Francesco Civita, sócios da Prodigo. A produtora ainda está fase de negociações sobre o canal ou plataforma em que a obra estreará. Há um ano o projeto estava sendo apreciado pela Globoplay, mas a Prodigo Films é a parceira da Netflix na produção de “Coisa Mais Linda”, que foi renovada para a 2ª temporada, e também de “Cidade Invisível”, de Carlos Saldanha, prevista para 2020. A adaptação tem sido comparada a “Orange Is the New Black”, da Netflix, por acompanhar o dia-a-dia e a dura realidade de um grupo de prisioneiras brasileiras.
Política Cultural: Liberação das verbas de 2019 da indústria audiovisual fica para 2020
O governo federal deu, com enorme atraso, o primeiro passo para destravar o financiamento da indústria audiovisual. A duas semanas do fim do ano, o orçamento de 2019 para produções de filmes, séries e games nacionais foi finalmente confirmado e encaminhado, mas teve sua liberação adiada para 2020, em reunião do Comitê Gestor do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), realizada na tarde desta terça-feira (17/12). A decisão permite, ao menos, a alocação de R$ 703,7 milhões do fundo, arrecadado por meio da taxa Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) entre as empresas de cinema, TV e telefonia. O PAI (Plano Anual de Investimento) de 2019, porém, é diferente da versão que teria sido aprovada em regime de urgência, por votação eletrônica, mas com mais votos, em novembro passado. A nova versão é um acordo genérico que não tem iniciativas do texto anterior, como mecanismos de aprovação automática de financiamento por performance artística e interesse comercial, que dava ao mercado a opção de privilegiar algumas produções, independente do tema. Pelo texto aprovado, 47,9% dos recursos (cerca de R$ 336.925 milhões) serão alocados no Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Cinema Brasileiro (Prodecine), 42,4% (R$ 298.075 milhões) no Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav) e 9,8% (R$ 68,7 milhões) no Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Infraestrutura do Cinema e do Audiovisual (Proinfra). O Prodecine abarca produções de cinema, o Proav é destinado a obras audiovisuais como um todo e o Proinfra tem foco no investimento em tecnologia, tanto de produção quanto de exibição. Apesar da planilha apresentada, este dinheiro só será liberado a partir da regras que ainda foram definidas. O PAI anterior, que o governo simplesmente está ignorando, já trazia regras para agilizar o acesso aos recursos. Os representantes do comitê confirmaram que as discussões que vão além do destravamento dos recursos ficarão para janeiro, quando serão conhecidos os “filtros” que Bolsonaro planeja implementar na Ancine. “A proposta anterior focava muito no detalhamento de como o dinheiro seria alocado, então. Como houve muita resistência àquela proposta, a gente achou mais inteligente aprovar primeiro a divisão entre Prodecine, Prodav e Infraestrutura”, defendeu André Sturm, que participou da reunião, mas ainda não assumiu oficialmente a Secretária do Audiovisual, em comunicado da Ancine (Agência Nacional de Cinema). A reunião foi realizada no Ministério da Cidadania, em Brasília, apesar de a Secretaria de Cultura ter sido transferida para o Ministério do Turismo, e também contou com a presença do secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, do diretor-presidente da Ancine, Alex Braga, do superintendente da Ancine e do gestor do Fundo Setorial do Audiovisual, o pastor Edilásio Barra “Tutuca”. As fotos oficiais da reunião registraram apenas os quatro (dos seis) integrantes do governo no comitê. Não há informação a respeito da participação dos três representantes da sociedade civil, mas seus nomes não foram citados no comunicado da Ancine. São eles o diretor da rede Record Hiran Silveira, o roteirista de filmes Paulo Cursino (de “Até que a Sorte nos Separe”, cujo pôster ilustra esse texto) e o presidente da programadora Box Brazil, Cícero Aragon. O comitê, que deveria ter sido nomeado no começo de 2019, foi formado apenas em outubro passado, razão pela qual todo o dinheiro encontra-se bloqueado desde o início do ano. Apesar disso, o presidente da Ancine, Alex Braga, aproveitou a reunião para dizer que “a ideia de que a política de fomento ao audiovisual está paralisada é totalmente equivocada”. Braga enfatizou que, em 2019, foram contratados 635 projetos, totalizando mais de R$ 526 milhões em desembolsos. Na verdade, porém, os editais de produção do FSA que foram publicados neste ano eram referentes a investimentos de 2018. A primeira linha referente aos recursos de 2019 foi aprovada nesta terça, mas ainda não liberada, deixando bastante comprometida a capacidade de produção para conteúdos que deveriam chegar às telas em 2020. Na prática, em vez de maior financiamento, o que se viu foram verbas para diversos programas de apoio da Ancine serem cortadas em 2019, inclusive para a campanha do filme escolhido para representar o Brasil no Oscar e para incentivar a participação de filmes brasileiros em festivais internacionais. A justificativa? Falta de dinheiro. Em setembro, a Ancine emitiu comunicado dizendo que “todos os apoios previstos no Programa de Apoio a Festivais Internacionais estão sendo reavaliados”, concluindo que “o apoio condiciona o aporte à disponibilidade orçamentária”. A falta completa de dinheiro, ocasionada pela indefinição do comitê gestor do FSA, também foi evocada pelo ministro Osmar Terra para suspender um edital de séries de temática LGBTQIA+, que o presidente Jair Bolsonaro afirmou que mandaria “para o saco”. O ministro da Cidadania publicou uma portaria no Diário Oficial da União (DOU) em 21 de agosto, afirmando que não poderia cumprir o edital devido a necessidade de recompor o Comitê Gestor do FSA, que até então ainda não tinha sido nomeado, e que só depois do PAI ser aprovado poderia destinar a verba para a produção das séries. Na prática, já era uma confissão do estado de paralisação completa do financiamento do setor audiovisual brasileiro. A falta de investimento não está afetando apenas o lançamento de produções nacionais, como também cerca de 300 mil empregos diretos e indiretos. A Buriti Filmes, por exemplo, encolheu 30% nos últimos meses, o que causou a demissão de alguns funcionários. O produtor e diretor Luiz Bolognesi (“Ex-Pajé”), dono da Buriti, revelou em agosto que três longas da produtora estavam parados por falta de aporte da Ancine – “Viajantes do Bosque Encantado”, de Alê Abreu (indicado ao Oscar pela animação “O Menino e o Mundo”), “Pedro”, de Laís Bodanzky (diretora de “Como Nossos Pais”), e “Entre Deuses e Inimigos”, do próprio Bolognesi. Segundo ele, as produções receberam a maior parte dos recursos de 2018, foram filmadas, mas aguardavam aportes para finalização que deveriam ter sido liberados no começo do ano. “Não é falta de recurso, o dinheiro está lá parado há cerca de dez meses, não se sabe por qual motivo”, reclamou o cineasta ao UOL. O motivo foi a falta de nomeações para o Comitê Gestor do FSA por parte do governo de Jair Bolsonaro. Levantamento do Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual revela que atualmente há cerca de 800 produções à espera da liberação financeira dos editais da Ancine, que, sim, ainda está paralisadas. Por conta disso, existe até um risco real de que as cotas de programação nacionais não possam ser cumpridas pelos programadores de TV em 2020. Infelizmente, isto pode apenas reforça tendência do governo de, conforme adiantou o ministro Osmar Terra, acabar com as cotas que ajudaram a dar impulso ao conteúdo nacional na TV paga – que, ao contrário do que possam afirmar, tem tanta qualidade que é premiado no mundo inteiro.
Meses depois da Pipoca Moderna, grande imprensa “revela” que Bolsonaro paralisou setor audiovisual brasileiro
A grande imprensa brasileira, por meio do jornal Folha de S. Paulo, descobriu nesta segunda (16/12) aquilo que a Pipoca Moderna vem alardeando desde agosto: toda a verba federal de financiamento do setor audiovisual brasileiro está paralisada desde janeiro por ação deliberada do governo de Jair Bolsonaro. Produtores ouvidos pela Folha disseram que os impasses na pasta da Cultura frearam a produção audiovisual do país. Uma das principais causas seria a retenção dos recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), que é especialmente importante para a estímulo de produções independentes. A Pipoca Moderna revelou isso em agosto, sem precisar ouvir terceiros. A constatação veio do argumento usado pelo ministro da Cidadania Osmar Terra para suspender o edital que permitiria a produção de séries LGBTQIA+ atacadas pelo presidente Jair Bolsonaro numa live daquele mês. Para impedir a produção das séries LGBTQIA+, encomendadas pelo governo anterior, o ministro publicou uma portaria no Diário Oficial da União (DOU) em 21 de agosto, dando como justificativa a necessidade de recompor o Comitê Gestor do FSA, que ainda não tinha sido nomeado. Na prática, isto era uma confissão do estado de paralisação completa do financiamento do setor audiovisual brasileiro, causada por ineficiência assumida do governo federal. O impasse foi criado por um paradoxo burocrático: se a decisão sobre a destinação do dinheiro do FSA para a produção de filmes e séries depende de aval do comitê gestor, a formação deste mesmo comitê também dependia de indicações do próprio governo, que não se mobilizou nesse sentido, paralisando todo o financiamento audiovisual por inércia. Uma vez que o edital não poderia ser cumprido por não existir um comitê responsável pela distribuição das verbas do FSA, isso significava que nenhum financiamento tinha sido ou poderia ser autorizado em 2019, ao menos até a regularização deste comitê. Além da Pipoca Moderna, o ex-ministro da Cultura e deputado Marcelo Calero também chamou atenção para a armadilha preparada pelo governo para travar o investimento no audiovisual brasileiro, denunciando o que estava por trás da suspensão do edital. “É uma das justificativas mais estapafúrdias que eles podiam dar porque cabe justamente a eles definir esses comitês”, afirmou Calero ao jornal carioca O Globo. “Estão usando uma inação deles como justificativa para uma medida extrema que estão tomando”. A grande imprensa, porém, concentrou-se no caso específico das séries LGBTQIA+ suspensas, deixando passar batido o problema mais grave da paralisação completa do setor. Mesmo assim, a pressão criada em torno do tema, com direito a processo aberto pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro contra o ministro Osmar Terra, exigindo a conclusão do concurso, acabou fazendo com que o governo se visse forçado a acabar com a pantomina e finalmente nomear, com dez meses de atraso, os integrantes do comitê gestor do FSA. No final de outubro, antes de tirar a Secretaria da Cultura do Ministério da Cidadania – ela foi parar no Ministério do Turismo – , o governo finalmente nomeou seus representantes no Comitê Gestor do FSA – que, ao todo, é composto por seis membros do governo e três representantes da indústria do audiovisual. Uma vez definidos, os membros do Comitê se reuniram em 6 de novembro para destravar o FSA. Marcaram um novo encontro em 25 de novembro para aprovação do PAI (Plano Anual de Investimentos), com as diretrizes para o destino dos R$ 703,7 milhões disponíveis no fundo. O valor é proveniente da taxação do Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) e já foi arrecadado entre as empresas de cinema, TV e telefonia – ainda cobrada, a taxa renderá mais dinheiro para 2020. No entanto, no dia seguinte à primeira reunião, o presidente Jair Bolsonaro lançou uma nova trava. Com uma canetada, transferiu a Secretaria da Cultura para o Ministério do Turismo, colocando em dúvidas o cargo de presidente do comitê, que pertencia ao Ministro da Cidadania. Com isso, os integrantes do comitê consideraram urgente adiantar o processo e votar o PAI – ou seja, a liberação da verba – antes da oficialização da transferência com publicação no DOU. Para tanto, optaram por uma votação eletrônica, que aprovou o PAI de 2019. E o que fez o governo? Questionou a votação por meio do Conselho Superior de Cinema, comitê presidido pelo Ministro da Casal Civil, Onyx Lorenzoni. Com isso, os recursos permaneceram paralisados. Assim, o governo Bolsonaro está prestes a completar um ano de paralisação no investimento do setor audiovisual, com o dinheiro taxado por meio do Condecine parado e se desvalorizando nos cofres federais. Como a verba não pode ter destinação diferente da prevista na legislação, Bolsonaro encontrou uma solução criativa para impedir seu uso. Levantamento do Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual revela que atualmente há cerca de 800 produções à espera da liberação de editais da Ancine, que estão paralisados. Desde que o FSA foi criado, em 2006, seus recursos vinham sendo liberados no máximo até maio, com a aprovação do PAI. Mas o que acontece se o ano virar sem que o PAI seja considerado aprovado? Há o risco de que esses recursos se percam, porque o governo trabalha para aprovar no Senado lei que flexibiliza o uso dos fundos públicos. O Congresso, por outro lado, tem buscado o oposto: controlar os gastos que o executivo pode fazer – ao mesmo tempo em que também busca tirar dinheiro de outros setores para aumentar descabidamente o fundo eleitoral. O fato é que “maldades” estão sendo praticadas contra os produtores de cinema, séries e até games brasileiros que utilizam o FSA para gerar conteúdo – e empregos. É possível especular que Bolsonaro possa estar apostando em quebrar de vez o setor, retirando-lhe toda a verba para sua subsistência – uma tese defendida por “liberais” da extrema direita. Mas também pode estar “apenas” querendo “dobrar” a indústria audiovisual à sua vontade. Em ambos os casos, os planos seriam frustrado pelo PAI aprovado às pressas, que liberava financiamento sem “filtros” conservadores, colocando o mercado como responsável pelas escolhas – 30% da verba, por exemplo, iria automaticamente para obras de performance artística e comercial garantida, independente do tema. O gabinete de Onyx Lorenzoni percebeu e tratou de impedir. Mas a justificativa para a nova paralisação não se sustenta. Em 2009, por exemplo, o PAI também foi aprovado por votação eletrônica. Uma nova reunião foi marcada para terça (17/12) para apreciação de um plano anual diferente, redigido pelo pastor Edilásio Barra, mais conhecido como Tutuca, evangélico recentemente nomeado para a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Este PAI substituiria o aprovado, contendo vários “filtros”. Ou seja, o governo aceitaria liberar a verba, desde que nos limites de um novo PAI, com “filtros” já mencionados por Bolsonaro – com o objetivo de não financiar produções com temas LGBTQIA+, que contenham “pornografia”, drogas ou elementos contrários à religião (cristã), às famílias (brancas e heterossexuais) ou ao próprio governo (sem menções negativas ao Estado e suas instituições, inclusive na época da ditadura). Bolsonaro anunciou esse plano em julho, quando disse que pretendia extinguir ou censurar a Ancine. “Vai ter filtro, sim, já que é um órgão federal. Se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine. Privatizaremos ou extinguiremos. Não pode é dinheiro público ficar usado para filme pornográfico”, afirmou, na ocasião. Um mês depois, o então secretário da Cultura, Henrique Pires, demitiu-se e acusou o governo de planejar impor censura à expressão artística no Brasil por meio da implantação de “filtros” para a liberação de verbas e incentivos fiscais.
Desalma: Cássia Kis é uma bruxa no trailer da nova série de terror da Globoplay
A Globoplay divulgou as fotos primeiro trailer de “Desalma”, que traz Cássia Kis (“Redemoinho”) como bruxa e Cláudia Abreu (“Berenice Procura”) como mãe de um menino assombrado por espíritos do mal. A prévia assume o clima de terror, com ênfase em gravações noturnas em florestas da região Sul do Brasil, mas não evita alguns clichês do gênero – em especial, cenas que parecem sair da franquia “O Chamado” e dos mais recentes “A Bruxa” e “Midsommar”. A trama se passa numa comunidade rural parada no tempo, onde fenômenos sobrenaturais assombram a população de imigrantes ucranianos ao longo de décadas. Os roteiros são de Ana Paula Maia (“Deserto”) e a direção está a cargo de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”). O elenco também conta com Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”), Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei É para Todos”), Alexandra Richter (“Minha Mãe É uma Peça”), Isabel Teixeira (“Os Amigos”) e Gabriel Muglia (“Histórias Estranhas”), misturados a atores jovens. Ainda não há previsão para a estreia.
Onde Está Meu Coração: Nova série da Globoplay ganha trailer impactante
A Globoplay divulgou o primeiro trailer de “Onde Está Meu Coração”, nova série em streaming da plataforma. Tenso, dramático e realmente impactante, o vídeo resume a história de uma forma que parece mais cinema que produção serializada. A trama gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. A série tem 10 episódios com roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). A produção também destaca Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Completam o elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2020, em data ainda não marcada.
As Five: Série derivada de Malhação ganha primeiro trailer
A Globoplay divulgou o primeiro trailer de “As Five”, série teen derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, que vai continuar a história mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) assina o spin-off, que vai mostrar o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da novelinha. As cinco vão se encontrar “três anos, seis meses e dois dias” depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença” (que foi ao entre entre 2017 e 2018). Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e o até o bebê que as juntou cresceu, mas o motivo do reencontro, segundo tem sido divulgado, será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina (Ana Hikari). Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. Além de Ana Hikari, o elenco voltará a trazer Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira. Com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai tentar ajudar a outra. Ainda sem data oficial de estreia, “As Five” tem previsão de lançamento já no começo de 2020 no Globoplay.
Jeremias: Personagem da Turma da Mônica vai ganhar série live-action
A MSP (Mauricio de Sousa Produções) anunciou que prepara uma série live-action do Jeremias, um dos mais queridos personagens da “Turma da Mônica”. Ainda sem data de estreia, a produção passará por uma escolha de elenco parecida com a de “Turma da Mônica: Laços”, que teve um processo aberto aos fãs. Lançado em 1960, Jeremias foi ganhar maior projeção graças a uma graphic novel recente, criada por Rafael Calça e Jefferson Costa, que venceu o Prêmio Jabuti 2019 na categoria de Melhor História em Quadrinhos. Veja a capa abaixo. A historia vai ter continuação e também deverá inspirar a série, segundo anúncio feito na CCXP 2019. Como o projeto ainda está em fase inicial, ainda não há maiores informações.
Globoplay anuncia lançamento de 16 produções “originais” em 2020
A plataforma Globoplay anunciou que pretende lançar 16 novas produções originais para 2020. Mas, por enquanto, só liberou o título de sete. Todas já tinham sido antecipadas, como as aguardadas “Desalma”, terror com Cássia Kis e Cláudia Abreu, “Onde está Meu Coração”, com Letícia Colin e Fábio Assunção, “As Five”, spin-off de “Malhação: Viva a Diferença”, a adaptação do podcast criminal “Caso Evandro”, a cargo do diretor Aly Muritiba (“Ferrugem”), e a 2ª temporada de “Aruanas”, todas produzidas pelos Estúdios Globo. Em parceria com produtoras independentes, o serviço de streaming também prepara “Arcanjo Renegado” e a 2ª temporada de “A Divisão”, duas séries de ação ambientadas no Rio de Janeiro. Além destas, a conta inclui a transformação dos filmes “Hebe” e “Chacrinha” em minisséries e o relançamento de “O Auto da Compadecida” – que não são produções “originais”. As demais atrações serão reveladas durante a CCXP 2019, que começou nesta quinta (5/12) e se estende até domingo em São Paulo.
Amazon anuncia a produção de seis séries brasileiras
O Amazon Prime Video anunciou nesta quarta (4/12) a produção de seis séries originais brasileiras. O pacote inclui realities e tramas de ficção, entre elas uma série produzida por Marcelo D2 sobre as experiências de mães que vivem em favelas, um reality show ao estilo “De Férias com o Ex”, com a participação de Pabllo Vittar, e um drama desenvolvido por Breno Silveira (o diretor de “Gonzaga, de Pai para Filho”). As produções fazem parte da estratégia da Amazon para expandir seu alcance internacional. A plataforma já faz, atualmente, séries originais da Índia, Japão e Austrália. “Desde o lançamento do Prime Video em todo o mundo, a Amazon continua focada em oferecer aos clientes conteúdos locais, impulsionados pelas melhores vozes do país”, disse James Farrell, Head de Desenvolvimento de Conteúdo Internacional do Amazon Prime Video, em comunicado. “Estamos entusiasmados com o anúncio das nossas seis primeiras Originais Amazon brasileiras e muitos outros projetos que seguirão, e por poder fazer parcerias com inúmeros talentos nacionais, entre escritores, diretores, produtores e atores da enorme comunidade criativa deste país, para encantar nossos públicos aqui e ao redor do mundo”. As séries em desenvolvimento são: “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, uma atração documental, anunciada originalmente em julho, que já chega datada, ao focar os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América 2019. O clima da seleção mudou radicalmente desde então. “Soltos em Floripa”, um reality tipo MTV, que junta oito jovens de diferentes lugares do Brasil em uma casa de praia exuberante em Florianópolis, com episódios comentados por um grupo de celebridades encabeçado por Pabllo Vittar. “Dom”, a série dramática criada por Breno Silveira, é novamente (como os filmes do diretor “Gonzaga, de Pai para Filho” e “2 Filhos de Francisco”) uma história de pai e filho. Gira em torno de um pai policial, que acompanhou a guerra contra as drogas desde seu início, e que tem de lidar com um filho entregue ao vício. O pai será vivido por Flávio Tolezani (da novela “O Outro Lado do Paraíso”), enquanto o filho será interpretado por Gabriel Leone (o Roberto Carlos de “Minha Fama de Mau”). “Setembro”, uma comédia dramática sobre uma mulher trans, chamada Cassandra, que um dia, recebe uma visita inusitada em seu apartamento: a de um menino que busca o pai que nunca conheceu. A criação das roteiristas Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”) e Alice Marcone (da vindoura “Noturnos”, do Canal Brasil) tem a mesma premissa do filme “Transamérica” (2005). “Lov3”, outra comédia, desta vez criada por Felipe Braga (criador de “Samantha!” e “Sintonia” na Netflix), promete explorar as várias formas de amor e de relacionamentos por meio de três irmãos, cada um deles atravessando um momento diferente de suas vidas. Por fim, ainda há um projeto sem título do cantor Marcelo D2, que retratará a realidade de mães que vivem em favelas.
Kondzilla vai lançar série sobre MC Fioti no Facebook Watch
A equipe do produtor Konrad Dantas, conhecido pelo nome artístico KondZilla, vai lançar uma nova série documental no Facebook Watch sobre a trajetória e ascensão do funkeiro MC Fioti no mundo. Ao longo de oito episódios, os fãs de funk conhecerão mais sobre o artista e como ele se transformou em um artista internacional. O programa vai mostrar como o intérprete de “Bum Bum Tam Tam” ultrapassou barreiras e se tornou o primeiro funkeiro a se apresentar no festival Tomorrowland da Bélgica, além de acompanhar o passo a passo da gravação do seu novo videoclipe em Dubai. A atração estreia em 4 de dezembro, com novos episódios todas às quartas-feiras e sextas-feiras seguintes. Para assistir aos episódios, basta seguir a página de Kondzilla na rede social, e as produções serão adicionadas à sua “Lista para Assistir” no Facebook Watch. Depois, é só tocar no ícone do Facebook Watch ou acessar diretamente a página quando os vídeos dos episódios estiverem disponíveis. Além de “MC Fioti: Um Funkeiro Pelo Mundo”, a página de Kondzilla também produz outras atrações semanais, entre elas um talk show apresentado por MC Lan, um programa com Dani Russo sobre as diversas vertentes do funk pelo Brasil e a série “Criando um Hit”, em que artistas do funk (MC JottaPê, Kevinho e MC Kekel) mostram as etapas para a criação de um sucesso nas paradas.
Zodíaca: Atrizes brasileiras encarnam seus signos em trailer de série
A plataforma Hysteria, divisão feminina da Conspiração Filmes, divulgou o trailer da série “Zodíaca – O Monólogo Definitivo de cada Signo”, que será lançada nesta quinta-feira (13/11). A produção vai apresentar, em episódios de 20 minutos, 12 atrizes brasileiras interpretando a persona do seu próprio signo. Entre elas, Fabíula Nascimento, Mariana Ximenes, Cris Vianna, Fernanda Paes Leme, Maria Flor e Maria Ribeiro. A temática astrológica não foi escolhida por acaso. Segundo a produtora, dados da Tubular Labs, líder mundial em análise de vídeos em social media, mostram que a busca por conteúdo de astrologia no YouTube aumentou 67%. No Facebook, a procura pelo termo cresceu 116% e, no Twitter, houve um pico de 300% no mesmo período. A exibição dos capítulos será feita no canal da Hysteria no YouTube.
Ninguém Tá Olhando: Série de anjos com Kéfera Buchmann ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Ninguém Tá Olhando”, série de comédia brasileira que destaca em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”) e Projota (“Carcereiros”). A prévia, porém, é centrada no personagem de Victor Lamoglia (do canal “Parafernalha”). Na trama, ele é o mais novo integrante da repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. Tudo é absolutamente burocratizado. Até que o personagem de Lamoglia decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, e decide ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. Sua atitude acaba contagiando outros colegas. Os oito episódios da série, criada e dirigida pelo cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), também inclui no elenco Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”) como anjos. “Ninguém Tá Olhando” é uma criação de Rezende em parceria com Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Além do cineasta, Fernando Fraiha (“Choque de Cultura”) e Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”) dirigem alguns episódios. A estreia está marcada para o dia 22 de novembro.
Turma da Mônica Jovem: Série animada tem abertura e data de estreia reveladas
A série animada da “Turma da Mônica Jovem”, inspirada nos quadrinhos de mesmo nome, teve sua abertura (veja abaixo) e data de estreia revelada. A atração da Mauricio de Sousa Produções, que traz Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali como adolescentes, terá uma 1ª temporada de 13 episódios, que estreia na quinta-feira que vem (7/11), às 19h45, no Cartoon Network. A partir daí, os episódios serão exibidos semanalmente, sempre no mesmo horário. “Turma da Mônica Jovem” acompanha os personagens clássicos de Mauricio de Sousa numa época mais complicada de suas vidas, quando precisam conviver com as mudanças trazidas pela adolescência, como estudos, hormônios e romance.









