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  • Música

    Morre Vânia Cavalera, mãe dos irmãos Cavalera e figura-chave do começo do Sepultura

    5 de julho de 2023 /

    Vânia Cavalera, mãe dos fundadores da banda Sepultura, Iggor e Max Cavalera, faleceu aos 80 anos. A notícia foi divulgada pelos irmãos nesta quarta-feira (5/7) no perfil do Instagram da nova banda da dupla, Cavalera Conspiracy. Segundo eles, a mãe foi a principal incentivadora na formação da famosa banda de heavy metal brasileira, formada pelos irmãos ao lado de Paulo Xisto Jr, Wagner Lamounier e Jairo Guedez. “É com o coração pesado que anunciamos o falecimento de nossa matriarca Vania Cavalera. A maior alegria da Vania na vida foi criar e amar seus três filhos Max, Iggor e Kira, e ser a Vovó de seus 14 netos”, escreveram, sem divulgar a causa da morte. “Nossa família pede privacidade durante esse período difícil de luto enquanto honramos os desejos de nossa mãe e o seu legado ao continuar celebrando sua jornada de amor, força, espiritualidade e metal que durou 80 anos”. Formada em 1984, na cidade de Belo Horizonte, a banda recebeu um apoio fundamental de Vânia, que era apaixonada por rock e metal. Nos primeiros anos, ela cedeu espaço para a banda ensaiar e incentivou os filhos a se dedicarem à música. “Eles criavam as músicas na minha sala e ensaiavam na casa do [baixista] Paulo Xisto. Enviavam fitas para todas as rádios e gravadoras. Cheguei a acompanhá-los em shows para cinco, dez pessoas”, disse ela em entrevista à revista Trip em 2009.   Homenagens dos membros da banda Com o falecimento de Vânia, outros membros do Sepultura vieram a público para lamentar a partida. “A despedida de Vânia Cavalera nos traz um misto de emoções. Apesar das diferenças e das disputas que marcaram nossa história, é inegável o papel fundamental que Vânia teve no surgimento e na trajetória do Sepultura”, escreveu Andreas Kisser, guitarrista da Sepultura de 1987 até hoje. “Ela foi uma figura importante e influente nos primórdios da banda, fornecendo suporte e apoio incondicionais. Neste momento de perda, prestamos nossas condolências à família Cavalera e desejamos que encontrem conforto e paz neste momento difícil”, completou. Outro que homenageou Vânia foi Jairo Guedz, guitarrista anterior a Andreas na banda. “Adeus minha querida Vânia Cavalera. Hoje me despeço de uma parte da minha história. Uma mulher de fibra, que carregou uma banda inteira nas costas, fez das tripas coração para que nosso sonho se tornasse realidade quando começamos o Sepultura”, declarou. O texto foi publicado junto a uma foto do músico abraçando Vânia, mostrando que eles continuaram próximos mesmo após sua saída da banda. “Obrigado pelo carinho, pelo respeito, pela força e pelos momentos que cuidamos um do outro! Vá em paz”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Iggor & Max Cavalera Official (@cavaleraconspiracy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andreas Kisser (@andreaskisser) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JAIRO GUEDZ (@jguedz)

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    Sepultura lança clipe ambientalista contra devastação da Amazônia

    20 de setembro de 2020 /

    A banda Sepultura voltou às suas raízes (ou “roots bloody roots”) com o lançamento do clipe de “Guardians of the Earth”, música que integra o novo álbum “Quadra”, lançado em fevereiro passado. O vídeo dirigido por Raul Machado (que trabalhou com Anitta) a partir de imagens cedidas por ONGs, retoma a célebre temática amazônica do álbum “Roots” (1996), último disco da formação clássica, ao juntar uma letra de temática ambientalista com imagens da devastação da floresta, queimadas e povos indígenas. Mas o som é completamente diferente, resultado da mudança de integrantes, mais progressivo que tribal. “Quadra” é o 15º álbum do Sepultura, que na formação atual conta com Derrick Green nos vocais, Andreas Kisser na guitarra, Paulo Jr. no baixo e Eloy Casagrande na bateria e percussão.

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    Recuperado do coronavírus, Di Ferrero lança clipe para confortar fãs na pandemia

    12 de abril de 2020 /

    Uma das primeiras celebridades brasileiras a pegar o novo coronavírus, o cantor Di Ferrero transformou a experiência em uma música: “Vai Passar”. Gravada de forma caseira, a canção ganhou até clipe neste fim de semana, feito durante a quarentena, com participação de amigos famosos e anônimos, que se juntaram à distância, via vídeo. O pop acústico, que traz Di Ferrero ao violão, inclui em seu coro sutil, registrado em volume baixo, as vozes de vários amigos de Instagram, gente tão diferente quanto o guitarrista do Sepultura Andreas Kisser, o rapper Rael, o ex-Titãs Paulo Miklos, os cantores Paulo Ricardo, Simoninha e Vitor Klay, o humorista Maurício Meirelles, os apresentadores Marcos Mion e Serginho Groisman, as atrizes Camila Queiroz e Fernanda Souza, além de sua esposa, a modelo Isabeli Fontana, entre muitos outros. “Eu fiz essa música logo que eu consegui voltar a cantar. Eu fiquei um pouco rouco por causa do vírus e no momento que eu voltei a cantar eu comecei a tocar e comecei a escrever sobre tudo o que está acontecendo, não só comigo, mas com as pessoas em volta de mim, com o mundo”, contou o cantor, que permanece isolado em sua casa no sul do país. A ideia de gravar a música surgiu depois de tocá-la numa live com os fãs. Para a produção, Di Ferrero aproveitou recursos caseiros para garantir uma boa acústica. “Acabei gravando com meu celular dentro do armário cheio de roupas, para fazer uma acústica legal”, revelou. “Me senti bem pra caramba quando acabei a música, fiquei feliz. E decidi lançar pra ser uma música para confortar as pessoas, como ela me confortou naquele momento”. Depois de mostrar a gravação para os amigos e receber os vídeos de suas interpretações, tudo foi editado num clipe e lançado nas redes sociais do cantor – inclusive no YouTube, como pode ser conferido abaixo.

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    Baywatch e Um Tio Quase Perfeito são as estreias mais amplas em semana repleta de comédias

    15 de junho de 2017 /

    Após estreias consecutivas de blockbusters em mais de mil telas, o parque exibidor assumiu a saturação ao reservar apenas 450 salas para o maior lançamento desta quinta (15/6). Pesa na decisão o fato de “Baywatch” ter fracassado nos EUA, onde foi lançado há um mês. A Paramount apostava que tinha uma nova franquia ao estilo “Anjos da Lei”, mas a versão comédia da série “SOS Malibu” se provou outro “CHiPs”. A aprovação de 19% no Rotten Tomatoes recebeu a culpa pelo péssimo desempenho nas bilheterias, um dos piores da carreira do astro Dwayne Johnson. Mas a produção serviu para algo: acabou com a ânsia dos estúdios de avacalhar séries clássicas no cinema. Quem quiser rir, tem mais três opções no circuito. Segunda maior estreia da semana, “Um Tio Quase Perfeito” é uma espécie de tupiniquização de “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (1989), clássica Sessão da Tarde de John Hughes: um tio sem noção acaba tendo que cuidar dos sobrinhos – uma adolescente e duas crianças pequenas. O humorista Marcus Majella (“Tô Ryca!”) desempenha o papel de John Candy e a direção é de Pedro Antonio, que no ano passado tupiniquizou “Chuva de Milhões” (1985), também estrelado por Candy, em “Tô Ryca!” (2016). Num tom mais surreal, “Colossal” faz uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, entra em depressão profunda. A maluquice começa quando ela vê a notícia de que um monstro gigante está destruindo a cidade de Seoul e gradualmente percebe que está conectada àquele evento. A direção é de Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especialista em sci-fis bizarras como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011), que são cultuadíssimas. Sua estreia em inglês atingiu 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A quarta e melhor comédia também vem da Espanha, mas, diferente das demais, é bem picante. “Kiki – Os Segredos Do Desejo” explora os fetiches sexuais, num remake do australiano “A Pequena Morte” (2014). Seu clima caliente seduziu a crítica americana, com 85% no Rotten Tomatoes, e até a Academia de Cinema Espanhol, recebendo quatro indicações ao Goya (o Oscar espanhol). Se, em vez de rir, a vontade for de chorar, a programação dos shoppings oferece “Tudo e Todas as Coisas”. O filme pertence a outra tendência que conta os minutos para se esgotar: o romance juvenil de doença. A culpa não é das estrelas, é da mania de copiar “tudo e todas as coisas”. No caso específico, copiar “O Rapaz da Bolha de Plástico” (1976), da época em que John Travolta era adolescente, mudando o sexo da personagem protegida de forma hermética, que daria a vida por um beijo cheio de germes. O resultado é mesmo de chorar, como atestam os 49% de aprovação no Rotten Tomatoes. Quatro documentários brasileiros completam a relação de estreias. “Sepultura Endurance” tem a maior distribuição, narrando a versão sem Cavaleras da história do Sepultura. No outro extremo, “Os Transgressores” resume a trajetória de quatro personalidades com formato de programa de TV educativa. Mas é o terceiro registro biográfico que rende abordagem mais original, ao focar uma desconhecida, como estabelece seu título, “Quem É Primavera das Neves”. O cineasta Jorge Furtado ficou intrigado com o nome paradoxal, ao encontrá-lo pela primeira vez em “Alice no País das Maravilhas”, identificando a tradutora do livro, e quis descobrir sua história. Uma belíssima história, por sinal. Por fim, “Cidades Fantasmas” venceu o festival É Tudo Verdade deste ano. Com direção de Tyrell Spencer, aborda o destino de quatro cidades latino-americanas que foram prósperas e hoje estão abandonadas e consumidas pelo tempo. Catástrofes naturais, motivações econômicas, embates políticos e guerras são algumas das condições que levaram esses lugares ao total despovoamento, rendendo imagens fantasmagóricas. Enfim, clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias. E bom fim de semana.

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    Documentário do Sepultura ganha trailer repleto de estrelas do rock pesado

    2 de junho de 2017 /

    A O2 divulgou o pôster e um novo trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha das participações de Lars Ulrich (Metallica), Scott Ian (Anthrax), Dave Ellefson (Megadeath), Phil Anselmo (Pantera) e Corey Taylor (Slipknot). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), “Sepultura Endurance” foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Mesmo assim, não conta com participação ou apoio dos irmãos Cavalera, que inclusive vetaram a utilização de suas músicas, demonstrando como o racha entre os membros foi grave e duradouro. Algumas das faixas proibidas estão entre as mais conhecidas do grupo, como “Roots” e “Attitude”. Na premiére realizada em Los Angeles, trechos em que as duas músicas apareciam, tocadas pela atual formação, foram exibidos sem som. No Brasil, o documentário estreia no dia 14 de junho.

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    Documentário do Sepultura ganha trailer pauleira

    10 de dezembro de 2016 /

    A O2 divulgou o trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha de Phil Anselmo (Pantera), Scott Ian (Anthrax), Phil Campbell (Motorhead), Corey Taylor (Slipknot), Dave Ellefson (Megadeath) e João Gordo (Ratos de Porão). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), o documentário foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Intitulado “Sepultura Endurance”, tem previsão de estreia para junho de 2017.

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    Documentário do Sepultura vai mostrar “lado da história” dos que ficaram na banda

    3 de dezembro de 2016 /

    Não dá pra negar que gostar de heavy metal hoje em dia é ser um pouco geek. Por isso, os integrantes da banda Sepultua escolheram a Comic-Con Experience (CCXP) para adiantar um trailer e comentar o lançamento do documentário que vai contar a história dos 32 anos de carreira do grupo, símbolo do metal brasileiro. “Vocês me viram dizendo no trailer que a gente não perdeu só o vocalista com a saída do Max Cavalera, mas a estrutura da banda toda. A gente quer mostrar o nosso lado da historia, mas a intenção não é lavar roupa suja”, comentou o guitarrista Andreas Kisser, sobre o conteúdo do filme. Dirigido por Juliana Ferraz e Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), o documentário foi filmado ao longo de sete anos, planejado originalmente para comemorar os 25 anos da banda. “Mas agora já são 32”, disse Juliano, que chegou a ficar 30 dias na estrada com o Sepultura durante uma turnê na América do Norte. “Ficou um registro completo porque tem show, backstage, o dia a dia da família deles e os fãs”, resumiu Juliana, sobre as mais de mil horas de imagens captadas Há 20 anos como vocalista do grupo, Derrick ouviu Kisser relembrar a sua chegada à banda, dizendo que o entrosamento só aconteceu depois que eles resolveram ir acampar na praia. “O cara está há 20 anos arrebentando e ainda chamam de o novo vocalista do Sepultura.” Com depoimentos de diferentes personalidades como Serginho Groisman e João Gordo, o documentário vai se chamar simplesmente “Sepultura” e tem previsão de estreia para maio de 2017.

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