Trailer da 3ª temporada de The Path é repleto de reviravoltas e cheio de tensão
Uma das melhores séries do serviço de streaming Hulu, “The Path” ganhou o pôster e o trailerde sua 3ª temporada, repleto de reviravoltas e cenas de pura tensão. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a atração é estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”). A trama gira em torno da crise de fé do casal, integrante de um culto controverso. Os capítulos mais recentes trouxeram Paul se rebelando contra a seita, que ainda mantém o controle de sua mulher, mas a prévia mostra um milagre, que muda tudo. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita, além de Emma Greenwell (série “Shameless”) e Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”). E nos novos episódios passará a contar também com Sarita Choudhury (série “Homeland”) e Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”). A 3ª temporada estreia em 17 de janeiro nos Estados Unidos.
Taylor Kitsch e Michael Shannon se confrontam no trailer da minissérie Waco, sobre massacre de seita
A Paramount divulgou um novo trailer da minissérie “Waco”, sobre o massacre real de uma seita religiosa durante uma invasão mal-planejada do FBI nos anos 1990. A prévia destaca o nervosismo de Michael Shannon (“Animais Noturnos”) como o negociador da polícia e a impressionante transformação de Taylor Kitsch (série “True Detective”) no papel do líder da seita. A minissérie contará, em seis episódios, a história real do cerco à seita Branch Davidians, que durou 51 dias em 1993 e foi encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas. Comandada por David Koresh, a seita vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita. O elenco também destaca John Leguizamo (“American Ultra”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”), Julia Garner (“A Fita Azul”), Rory Culkin (também de “A Fita Azul”), Paul Sparks (minissérie “The Night Of”) e Shea Whigham (série “Agent Carter”). A minissérie foi criada pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados em dois livros: “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, vivido na minissérie por Culkin, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, do agente Gary Noesner, personagem de Shannon. A direção é de John Erick Dowdle e Dennie Gordon (série “Kingdom”), e a produção era da Weinstein Company, que teve seus créditos eliminados da divulgação – o que também deve acontecer na exibição – após o escândalo sexual de Harvey Weinstein. A estreia vai acontecer em janeiro para lançar o canal pago Paramount nos Estados Unidos, que ocupará o lugar do Spike, numa operação de rebranding do conglomerado Viacom.
Atriz de Smallville é denunciada como líder de seita de escravas sexuais
A atriz Allison Mack, que interpretou Chloe Sullivan, a melhor amiga de Clark Kent na série “Smallville”, foi apontada como líder de um culto sexual nos Estados Unidos. Ela é acusada de ser a principal responsável por recrutar mulheres para servirem à sociedade secreta DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), cujas práticas incluem agressão, fome e escravidão. O jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização. Segundo o jornal, Keith Raniere, o fundador do grupo, seria também o “mestre supremo” da irmandade, e Mack, seu “braço direito”. Mas o jornal não publicou o nome da atriz. Na reportagem, ela é descrita como uma “atriz ganhadora do Emmy”. Sua identidade foi revelada pelos jornais britânicos Sun e Daily Mail. Segundo o jornalista Frank Parlato, que foi o primeiro a denunciar a organização no seu site, Frank Report, “Allison é tanto uma vítima como uma torturadora. Ela é uma vítima porque sofreu lavagem cerebral de Ranier e é ‘escrava’ dele.” A sociedade secreta atrai mulheres com discurso de empoderamento feminino, mas acaba realizando o contrário. O problema é que, uma vez que entram, as vítimas não conseguem sair. Isto porque, como prova de sua vontade de servir ao grupo, as candidatas devem fornecer materiais comprometedores sobre si, como fotos nuas. Ex-membros contaram ao The New York Times que, posteriormente, as informações são usadas como chantagem para que elas não denunciem as atrocidades a que são submetidas. A primeira barbaridade acontece logo que as mulheres são aceitas no grupo. O ritual de iniciação inclui serem marcadas à ferro abaixo da cintura com as iniciais de Alisson Mack e Keith Raniere. O procedimento seria conduzido por uma médica, que usava um instrumento de cauterização — quando um metal quente é forçado sobre a pele da pessoa –, que deixava nas “pacientes” uma grossa cicatriz. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita, como em um esquema de pirâmide. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A origem do culto é um grupo de auto-ajuda, chamado NXIVM, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Apenas as mulheres mais bonitas são recrutadas para o DOS. Parlato, que trabalhou para o NXIVM por vários meses em 2007 até ser demitido por investigar suas finanças, diz que o grupo é financiado pelas herdeiras milionárias Clare e Sara Bronfman, cuja mãe Georgiana é casada com o ator britânico Nigel Havers (“Carruagens de Fogo”, “O Império do Sol”). Clare Bronfman é vice-presidente de operações da organização. De acordo com a revista Vanity Fair, Raniere “engoliu mais de US$ 150 milhões” da fortuna da família, herdeira dos destilados Seagram. No início desta semana, a atriz Catherine Oxenberg, estrela da série clássica “Dinastia”, afirmou que sua filha, India, seria parte da irmandade e estaria sendo chantageada.
Waco: Minissérie sobre massacre de seita ganha fotos e primeiro trailer
A Paramount divulgou o primeiro trailer da minissérie “Waco”, sobre o massacre real de uma seita religiosa durante uma invasão mal-planejada do FBI nos anos 1990. A prévia destaca o nervosismo de Michael Shannon (“Animais Noturnos”) como o negociador da polícia e a transformação de Taylor Kitsch (série “True Detective”) como o líder da seita. A minissérie contará, em seis episódios, a história real do cerco à seita Branch Davidians, que durou 51 dias em 1993 e foi encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas. Comandada por David Koresh, a seita vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. O elenco também destaca John Leguizamo (“American Ultra”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”), Julia Garner (“A Fita Azul”), Rory Culkin (também de “A Fita Azul”), Paul Sparks (minissérie “The Night Of”) e Shea Whigham (série “Agent Carter”). A minissérie foi criada pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados nos livros “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, vivido na minissérie por Culkin, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, do agente Gary Noesner, personagem de Shannon. A direção é de John Erick Dowdle e Dennie Gordon (série “Kingdom”), com produção da Weinstein Company. A estreia vai acontecer em janeiro para lançar o canal pago Paramount, que ocupará o lugar do Spike nos Estados Unidos.
Conheça mais cinco séries e os próximos projetos da plataforma Hulu
A vitória de “The Handmaid’s Tale” como Melhor Série de Drama no Emmy 2017 jogou luz sobre a Hulu, plataforma até então considerada a terceira força entre os gigantes do streaming americano. A repercussão da vitória de sua série mais famosa deve aumentar o número de assinantes e de projetos do serviço, que, ao contrário de seus concorrentes Netflix, Amazon e até Crackle, não está disponível no Brasil. Assim como o canal Paramount já anunciou ter adquirido “The Handmaid’s Tale”, várias outras atrações da plataforma começam a chegar ao país de forma avulsa, pelo Fox Premium. Conheça abaixo o que mais, além de “The Handmaid’s Tale”, o serviço oferece ao público americano. THE PATH Assim como “The Handmaid’s Tale” é uma série sobre opressão, aclamada pela crítica (76% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e com grande repercussão nas redes sociais devido a sua temática polêmica, e foi recentemente renovada para a 3ª temporada. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a atração é estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”) e gira em torno da crise de fé do casal, integrante de um culto controverso. Os capítulos mais recentes mostraram Paul se rebelando contra a seita, que ainda mantém o controle de sua mulher. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita. Inédita no Brasil. CHANCE A série traz Hugh Laurie de volta ao papel de médico após o final de “House” e também é batizada com o nome do protagonista, o Dr. Eldon Chance. Mas as semelhanças acabam aí. Enquanto “House” era uma drama hospitalar, “Chance” é um thriller policial, que enfatiza o suspense e o clima noir, sem perder tempo com os diagnósticos médicos. Na atração, Chance é um neuropsiquiatra forense de São Francisco que mergulha numa espiral de violência, após decidir se envolver no caso de uma paciente que sofre nas mãos do marido abusivo. Sem poder denunciar o caso, já que o suspeito também é um cruel detetive da polícia, ele se alia a um homem com histórico de violência (Ethan Suplee, da série “My Name Is Earl”) para “lidar com a situação” por conta própria. A 2ª temporada começa em outubro com uma nova história da dupla dinâmica. Baseada no livro homônimo de Kem Nunn (criador da série “John from Cincinnati”), que também assina a adaptação, a série tem episódios dirigidos pelo cineasta Lenny Abrahamson (do elogiado “O Quarto de Jack”) e 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Faz parte da programação da Fox Premium. HARLOTS Série de época que também lida com empoderamento feminino e objetificação, “Harlots” traz a atriz Jessica Brown Findlay (Lady Sybil em “Downton Abbey”) como uma prostituta de luxo da Londres do século 18 e tem impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração acompanha Margaret Wells (Samantha Morton, de “John Carter”), suas filhas e seu esforço para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel. Quando seu negócio sofre o ataque de uma rival (Lesley Manville, de “Malévola”), Margaret resolve contra-atacar, mesmo que isso signifique colocar sua família em risco. Brown Findlay interpreta Charlotte, a filha mais velha de Margaret e cortesã mais cobiçada da cidade. Encontra-se renovada para a 2ª temporada e faz parte da programação da Fox Premium. CASUAL Com três temporadas disponíveis, é a série de comédia original mais bem-sucedida do Hulu – que ainda exibe “The Mindy Project” desde seu cancelamento na Fox. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). Além de ter sido indicada ao Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia do ano passado, tem 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Inédita no Brasil. SHUT EYE Passada no submundo dos médiuns e cartomantes, a história gira em torno de um mágico e golpista fracassado (Jeffrey Donovan, da série “Burn Notice”), que supervisiona os negócios místicos de Los Angeles para uma família de ciganos cruéis e poderosos. Envolvido em trapaças sem fim, ele tem sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ser reais, numa reviravolta que o faz questionar tudo em que acredita. Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), a série inclui em seu elenco Isabella Rossellini (“Veludo Azul”) como uma matriarca cigana vingativa. Os primeiros episódios não entusiasmaram a crítica americana (só 38% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas após um começo incerto, a guinada da trama rumo a mais violência e tensão inspirou o Hulu a apostar em seu potencial, renovando-a para sua 2ª temporada. Estreia na Fox Premium em 10 de outubro. E MAIS… Antes mesmo da vitória de “The Handmaid’s Tale”, a Hulu tinha alinhado uma nova safra de séries, que começam a chegar em sua programação no final do ano. Entre elas está “Future Man”, cuja prévia “de bastidores” pode ser conferida acima. Nova produção da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista” e criadores da série “Preacher”, a atração gira em torno de Josh Futturman (Josh Hutcherson, de “Jogos Vorazes”), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ao ultrapassar o último nível de Cybergeddon, descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento e que ele fora selecionado para viajar no tempo para salvar o mundo. A Hulu também está desenvolvendo a série de terror “Locke & Key”, adaptação dos quadrinhos de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King, que terá direção e produção do cineasta Andy Muschietti (“It: A Coisa”), e uma minissérie sobre o político americano Robert F. Kennedy, que será estrelada e produzida pelo ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”).
Jaume Collet-Serra vai dirigir filme sobre o massacre de Waco
A Annapurna contratou o diretor Jaume Collet-Serra (“Águas Rasas”) para dirigir “Waco”, filme sobre o massacre da seita de David Korsh em 1993. O roteiro foi escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura”) e Marc Haimes (“Kubo e as Cordas Mágicas”). E em entrevista ao site Deadline, Boal traçou paralelos entre a história trágica e os rumos do governo de Donald Trump nos Estados Unidos. “Waco foi um ponto de virada histórica na batalha entre o FBI e a extrema direita da América”, disse Boal. “É uma colisão entre uma facção militante, a Segunda Emenda e o direito à liberdade religiosa. Muitos disseram que esta seita não estava incomodando ninguém, mas o filme será sobre o que o FBI e o Departamento de Justiça percebem como uma ameaça, e por que e como decidiram esmagá-la”. Comandada por David Koresh, a seita Branch Davidians vivia em um rancho em Waco, interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o cerco policial, que durou 51 dias em 1993. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. A expectativa é que as filmagens comecem no fim do ano. Entretanto, a produção contará com concorrência de uma minissérie, que já escalou seu elenco. Também intitulada “Waco”, a minissérie será estrelada por Michael Shannon (“Animais Noturnos”), Taylor Kitsch (série “True Detective”) e Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”), e estreia em janeiro no lançamento do canal pago Paramount (atual Spike) nos Estados Unidos.
Estrela de Supergirl vai liderar seita religiosa em minissérie sobre o massacre de Waco
A atriz Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”) se juntou ao elenco da minissérie sobre o massacre de Waco, que será estrelada por Michael Shannon (“Animais Noturnos”) e Taylor Kitsch (série “True Detective”). Intitulada “Waco”, a minissérie contará, em seis episódios, a história real da tragédia resultante de um cerco do FBI a uma seita religiosa, que durou 51 dias em 1993 e foi encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas. Comandada por David Koresh, a seita Branch Davidians vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. Melissa viverá a mulher do líder da seita, Rachel Koresh, considerada a matriarca dos Davidians, enquanto Taylor Kitsch viverá David Koresh e Michael Shannon interpretará Gary Noesner, agente do FBI encarregado das negociações durante o cerco. Além do trio, o elenco de “Waco” inclui ainda Julia Garner (“A Fita Azul”), John Leguizamo (“American Ultra”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Rory Culkin (também de “A Fita Azul”), Paul Sparks (minissérie “The Night Of”) e Shea Whigham (série “Agent Carter”). A minissérie está sendo desenvolvida pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados nos livros “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, vivido na minissérie por Culkin, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, de Noesner, o personagem de Shannon. As gravações já começaram, com direção de John Erick Dowdle e produção da Weinstein Company, visando lançar o canal pago Paramount (ex-Spike), em janeiro de 2018. “Waco” é a segunda produção em desenvolvimento sobre uma tragédia real relacionada a uma seita religiosa. O criador de “Breaking Bad” Vince Gilligan está trabalhando em “Raven”, que contará a história do líder religioso Jim Jones, fundador e líder do culto Templo dos Povos, que levou mais de 900 de seus integrantes ao suicídio coletivo na Guiana em 1978.
Série The Path, estrelada por Aaron Paul, é renovada para a 3ª temporada
O serviço de streaming Hulu anunciou a renovação de “The Path” para a 3ª temporada. O anúncio foi divulgado no dia da exibição do último episódio da 2ª temporada, disponibilizado nesta quarta (12/4) na plataforma. Embora o Hulu não divulgue números de audiência, a produção é uma de suas séries mais comentadas: foi aclamada pela crítica (80% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e rendeu grande repercussão nas redes sociais devido a sua temática polêmica. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a atração é estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”). A trama gira em torno da crise de fé do casal, integrante de um culto controverso. Os capítulos mais recentes trazem Paul se rebelando contra a seita, que ainda mantém o controle de sua mulher. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita, Emma Greenwell (série “Shameless”), Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”) e Amy Forsyth (série “Defiance”).
The Path: Aaron Paul se rebela contra a seita no trailer da 2ª temporada
O serviço de streaming Hulu divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Path”. A prévia traz Aaron Paul (série “Breaking Bad”) se rebelando contra a seita que ele próprio seguia, e que ainda mantém o controle de sua família. Embora o Hulu não divulgue números de audiência, a renovação é uma de suas mais comentadas: foi aclamada pela crítica (80% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e rendeu grande repercussão nas redes sociais devido a sua temática polêmica. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a trama da 1ª temporada acompanhou a crise de fé de um casal (Paul e Michelle Monaghan, da série “True Detective”) integrante de um culto controverso. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita, Emma Greenwell (série “Shameless”), Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”) e Amy Forsyth (série “Defiance”). A 2ª temporada estreia em 25 de janeiro nos EUA, com produção de Jason Katims (também de “Friday Night Lights”), mas, como o Hulu ainda não atua no Brasil, não foi lançada nem tem previsão de chegar por aqui.
Taylor Kitsch e Michael Shannon vão estrelar minissérie sobre massacre verídico de seita religiosa
O canal Spike TV anunciou a produção de “Waco”, minissérie sobre a tragédia que aconteceu em 1993 na cidade do Texas que lhe dá título, quando agentes do FBI e a polícia local mantiveram um cerco a membros de uma seita religiosa por 51 dias, encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas A minissérie está sendo desenvolvida pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra Como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados nos livros “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, de Gary Noesner, agente do FBI encarregado das negociações, durante o cerco. A produção será estrelada por Taylor Kitsch (“John Carter”), que viverá o líder da seita, David Koresh, e Michael Shannon (“O Homem de Aço”), intérprete de Noesner. Comandada por David Koresh, a seita Branch Davidians vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. As filmagens terão início no primeiro semestre de 2017, com direção de John Erick Dowdle. “Waco” é a segunda produção em desenvolvimento sobre uma tragédia real relacionada a uma seita religiosa. O criador de “Breaking Bad” Vince Gilligan está trabalhando em “Raven”, que contará a história do líder religioso Jim Jones, fundador e líder do culto Templo dos Povos, que levou mais de 900 de seus integrantes ao suicídio coletivo na Guiana em 1978.
Criador de Breaking Bad desenvolve série sobre Jim Jones, líder da seita do Massacre de Jonestown
O roteirista e produtor Vince Gilligan, criador das séries “Breaking Bad” e “Better Call Saul”, está trabalhando em uma nova série, revelou o site Deadline. Intitulada “Raven”, a atração contará a história do líder religioso Jim Jones, fundador e líder do culto Templo dos Povos. A seita se tornou mundialmente conhecida pelos assassinados de um congressista e repórteres americanos, seguidos pelo ato de suicídio coletivo de mais de 900 de seus integrantes na Guiana em 1978, tragédia batizada pela mídia como Massacre de Jonestown. Prevista para ser uma minissérie, a produção já foi adquirida pelo canal pago HBO e, além de Gilligan, contará com outros três produtores executivos: a diretora Michelle MacLaren (que também trabalhou em “Breaking Bad”), a atriz Octavia Spencer (“A Série Divergente: Convergente”) e o jornalista Tim Reiterman, autor de “Raven: The Untold Story of Jim Jones and His People”, livro que inspira a atração. Gilligan irá escrever, MacLaren dirigir e Spencer deve ter um papel na atração. Foi ela também quem adquiriu os direitos do livro de Reiterman. Por sua vez, o jornalista também é personagem da história e foi ferido pela seita no trágico dia do massacre, em novembro de 1978. Não se sabe até que ponto Gilligan irá explorar as ramificações políticas da seita, que tendem a tornar a produção bastante polêmica. Considerado herói pelas minorias, o político Harvey Milk, que foi endeusado no filme “Milk” (2008), rendendo um Oscar a Sean Penn, era bancado por Jim Jones e chegou a escrever uma carta para o presidente Jimmy Carter defendendo-o como um “homem de grande caráter”.
Colonia: Novo trailer traz Emma Watson convertendo-se a uma seita sinistra
A Screen Media Films divulgou o novo trailer do filme “Colonia”, estrelado por Emma Watson (“Noé”) e Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”). Diferente das anteriores, a prévia se foca na conversão da personagem de Watson numa estranha seita, comandada por um nazista(Michael Nyqvist, de “Missão Impossível – Protocolo Fantasma”) exilado no Chile nos anos 1970, e a forma como ele usa brutalidade para controlar seus seguidores, ao mesmo tempo em que revela as segundas intenções da jovem, que visa usar a seita como forma de reencontrar seu namorado (Bhrul), “desaparecido” durante o golpe militar chileno. Baseada em fatos verídicos, o filme tem direção do alemão Florian Gallenberger (“Sombras do Passado”) e estreou na quinta (18/2) na Alemanha. A produção só chega aos cinemas americanos em abril, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Diretora de Psicopata Americano quer filmar crimes de Charles Manson
A diretora Mary Harron e a roteirista Guinevere Turner, que fizeram juntas “Psicopata Americano”, vão retomar a parceria para contar a história de um psicopata americano real, Charles Manson. Intitulado “The Family”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, uma seita de hippies assassinos que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada na estudante Karlene Faith, que se junta a outras jovens que sofreram lavagem cerebral como parte da seita de Manson. O roteiro, já finalizado, é baseado no livro “The Long Prison Journey of Leslie van Houten: Life Beyond The Cult”, escrito por Faith, e também no livro de Ed Sanders, “The Family”, sobre os assassinatos da família Manson. No momento, “The Family” está em processo de escalação de elenco para iniciar suas filmagens na metade do ano, em Los Angeles.












