Netflix fará ficção científica com Bruno Gagliasso
A Netflix anunciou nesta terça-feira (22/11) a produção de seu primeiro filme brasileiro de ficção científica. “Biônicos” tem direção de Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e, durante o evento “Mais Brasil na Tela”, a plataforma revelou que o projeto já está em desenvolvimento há três anos. “Passamos três anos tentando chegar na melhor versão dessa história, uma concepção visual mais apurada, e o melhor elenco que a gente pudesse conseguir”, explicou Adrien Muselet, diretor de filmes para o Brasil na Netflix. Este elenco é encabeçado por Bruno Gagliasso, nome que vazou em agosto passado sem ser contestado. Outro nomes ventilados são Jéssica Córes (“Cidade Invisível”) e Gabz (“As Seguidoras”), mas a Netflix ainda não oficializou as informações nem liberou nomes adicionais. Em post nas redes sociais, a plataforma divulgou a seguinte sinopse: “Quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas, Maria sonha em competir contra a irmã. Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência”. As filmagens devem começar em fevereiro e ainda não há previsão de estreia. Se preparem para Biônicos, meu novo filme de ação e ficção científica nacional. 👀 Quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas, Maria sonha em competir contra a irmã. Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Novos pôsteres destacam personagens de “Matrix Resurrections”
A Warner Bros. divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “Matrix Resurrections”. A lista inclui Neo (Keanu Reeves), Trinity (Carrie-Anne Moss), Morpheus rejuvenescido (em interpretação de Yahya Abdul-Mateen II, de “Watchmen) e os novas personagens vividos por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Eréndira Ibarra (“Sense8”), Priyanka Chopra (“Quantico”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) e Jonathan Groff (“Mindhunter”). Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme também traz de volta Lambert Wilson como Merovingian, Jada Pinkett Smith como Niobe e Daniel Bernhardt como o agente Johnson, além de incluir Christina Ricci (“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”) e mais três atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA.
Storyboard da versão nunca filmada de “Duna” nos anos 1970 é vendido por R$ 16 milhões
O lendário storyboard da versão nunca filmada de “Duna” nos anos 1970 foi arrematado nesta segunda-feira (22/11) num leilão em Paris por 2,66 milhões de euros (cerca de R$ 16,72 milhões) Trata-se de um roteiro detalhado com imagens do que deveria ter sido o filme, juntando os argumentos do diretor chileno Alejandro Jodorowsky, mestre do surrealismo, com desenhos do gênio dos quadrinhos franceses Moebius e do artista plástico suíço H.R. Giger. O filme, que deveria ser estrelado por David Carradine (na época, astro da série “Kung Fu”), o cantor Mick Jagger, o cineasta Orson Welles, e o artista plástico Salvador Dali, nunca saiu do papel, mas sua produção se tornou lendária e rendeu até um documentário premiado em 2013. O material desenvolvido para o storyboard foi o ponto de partida para Giger ser convidado, logo em seguida, para criar o visual de “Alien”, dirigido em 1979 por Ridley Scott. Já a parceria entre Jodorowsky e Moebius continuou nos quadrinhos, com a criação da saga sci-fi do “Incal” em 1980, que agora também vai virar filme com direção de Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). “Duna”, por sua vez, acabou chegando aos cinemas em 1984, com direção de David Lynch, voltando novamente em 2021, na primeira parte de um franquia desenvolvida por Denis Villeneuve. Veja abaixo o trailer do documentário “Duna de Jodorowsky”, com imagens do caríssimo storyboard.
Ridley Scott confirma série live-action de “Blade Runner”
Ridley Scott revelou em entrevista à BBC que está desenvolvendo uma série live-action de “Blade Runner”, clássico de ficção científica de 1982. De acordo com o cineasta, o piloto já está escrito e a 1ª temporada terá dez episódios. “Já escrevemos o primeiro episódio, e também já finalizamos a bíblia para a temporada completa, as primeiras 10 horas”, afirmou o diretor. Neste caso, a “bíblia” se refere das anotações que detalham o que vai acontecer ao longo dos episódios, elaborada para orientar o trabalho dos roteiristas. Ele não mencionou para qual canal está desenvolvendo a atração, mas uma aposta certa seria a HBO Max, tendo em vista se tratar de uma propriedade intelectual da Warner Bros. e o fato da produtora do cineasta, Scott Free, já ter uma parceria com a plataforma com sua série “Raised by Wolves”. Além do filme clássico dos anos 1980, o universo de “Blade Runner”, inspirado num conto do escritor Philip K. Dick, já rendeu a continuação “Blade Runner 2049” (2017) e a recente série animada “Blade Runner: Black Lotus”, atualmente em exibição nos EUA pelo Adult Swim. Durante a entrevista, Scott também lembrou que já está em andamento uma série inspirada em “Alien”. “‘Alien’ se encontra no mesmo estágio, com o piloto sendo escrito”, ele mencionou. Esta série tem mais detalhes. Noah Hawley, criador de “Fargo” e “Legion”, é o responsável por adaptar a franquia para o canal pago FX e a plataforma Hulu, e a trama da atração será a primeira história de “Alien” ambientada na Terra – isto é, sem contar os dois filmes “Alien vs. Predador”.
“Ghostbusters: Mais Além” estreia em 1º lugar nos EUA
“Ghostbusters: Mais Além” estreou em 1º lugar no fim de semana na América do Norte com US$ 44 milhões de arrecadação. O valor é similar à abertura de “Caça-Fantasmas”, a malvista versão feminina da franquia de 2016. A diferença é que o novo lançamento teve que enfrentar a pandemia, o que faz seus números parecerem muito maiores na comparação. Embora o filme da Sony tenha causado menos impacto no mercado internacional – US$ 16 milhões em 31 países para uma soma mundial de US$ 60 milhões – , o público gostou do que viu, dando uma nota A- no CinemaScore, a pesquisa de opinião feita na saída dos cinemas dos EUA. Já a crítica se dividiu com menos empolgação. A média foi de 61% de aprovação na avaliação geral do Rotten Tomatoes, mas apenas 40% entre os críticos top (dos jornais e imprensa tradicional). A outra grande novidade do fim de semana foi a estreia do filme biográfico “King Richard: Criando Campeãs”, que só chega no Brasil em 2 de dezembro. Entretanto, o drama estrelado por Will Smith como pai das campeãs do tênis Serena e Venus Williams fez somente US$ 5,7 milhões, um valor decepcionante para uma produção exibida em 3,3 mil cinemas. Também disponível em HBO Max, o filme da Warner ficou em 4º lugar no ranking das bilheterias. A boa notícia para o estúdio é que o público deu nota A no CinemaScore e a crítica cobriu a obra de elogios – 92% no Rotten Tomatoes geral e 93% entre os jornalistas top. São ventos favoráveis para impulsionar “King Richard” durante a temporada de premiações. A Warner vai investir numa campanha para tentar o Oscar para Will Smith. Entre os remanescentes da programação, “Eternos” caiu para o 2º lugar em seu terceiro fim de semana, com US$ 10,8 milhões. Isto resulta num total doméstico de US$ 135,8 milhões e um total mundial de US$ 336,1 milhões. Ainda inédito no Brasil, “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” ficou em 3º com US$ 8,1 milhões em sua segunda semana, totalizando US$ 33,5 milhões nos EUA e Canadá. O filme infantil só vai chegar em 2 de dezembro no país. “Duna” fecha o Top 5 com US$ 3,1 milhões em seu quinto fim de semana, impulsionando seus números para US$ 98,2 milhões na América do Norte e US$ 367 milhões mundiais. Para completar a contabilização do fim de semana, um lançamento limitado chamou a atenção por registrar um recorde. “Sempre em Frente” (C’mon, C’mon), filme do estúdio indie A24 estrelado por Joaquin Phoenix, registrou a maior arrecadação por sala de toda a pandemia, ao faturar US$ 134.447 em apenas cinco cinemas. Sua média de US$ 26,8 mil por tela supera o fim de semana inaugural de “A Crônica Francesa”, o antigo recordista com US$ 25,9 mil. Filmado em preto e branco por Mike Mills (“Mulheres do Século 20”), “Sempre em Frente” traz Phoenix como um documentarista que decide entrevistar crianças sobre a situação do mundo, enquanto estabelece um relacionamento transformador com seu sobrinho de 8 anos. O filme só estreia em fevereiro no Brasil.
Steve Aoki remixa trilha de “Cowboy Bebop”
A Netflix divulgou um clipe com uma versão remix da música-tema de “Cowboy Bebop”. Criada, tocada e introduzida no vídeo pelo DJ Steve Aoki, a nova versão de “Tank!” troca o jazz original de Yoko Kanno pelas batidas eletrônicas da house music, preservando apenas sopros esparsos da gravação original. “Tank!” foi criada por Kanno e a banda Seatbelts especificamente para a série animada original de 1998, que a Netflix refez em live-action numa produção lançada na sexta-feira (19/11) em streaming. Confira e compare abaixo o remix e o original, em vídeos com cenas da nova série e da animação clássica.
Mother/Android: Chloe Moretz enfrenta robôs assassinos em trailer de sci-fi
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Mother/Android”, sci-fi apocalíptica estrelada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). Na trama, Moretz vive uma mulher grávida que foge com o namorado (Algee Smith, de “Judas e o Messias Negro”) quando androides (robôs de aparência humana), até recentemente usados em serviços gerais, declaram guerra contra a humanidade. O casal tenta se esconder dos ataques brutais na floresta, com a esperança de encontrar um lugar seguro para dar a luz. O filme, que sugere um mix de “O Exterminador do Futuro: A Salvação” e “Um Lugar Silencioso”, tem direção de Mattson Tomlin, mais conhecido por seu trabalho como roteirista de “Power” (o filme da Netflix) e do novo longa de Batman. Por curiosidade, Tomlin também desenvolve uma série de animação sobre “O Exterminador do Futuro” na Netflix, que ainda não tem previsão de estreia. A produção é do diretor de “Batman”, Matt Reeves, e a estreia está marcada para 17 de dezembro nos EUA, sem previsão para o Brasil.
4ª temporada de “Manifest” começa a ser produzida
A série “Manifest” começou sua segunda vida na Netflix. O criador da atração, Jeff Rake, revelou na quinta-feira (18/11) nas redes sociais que as gravações da 4ª temporada já começaram. “E estamos de volta”, ele tuitou, ao lado de uma imagem da equipe em locação externa. O elenco também comemorou o retorno ao trabalho. Josh Dallas publicou uma foto da capa do roteiro, enquanto JR Ramirez postou uma selfie no Instagram diante de seu camarim. O intérprete do detetive Jared Vasquez ainda refletiu sobre a oportunidade de retomar a trama de onde ela parou, quando foi cancelada na NBC. Ele elogiou o elenco e a equipe “colaborativos e dedicados” e também agradeceu aos fãs por seu apoio e pela campanha insistente para que a Netflix resgatasse a série “É apenas o primeiro dia e você já pode sentir o Nível de Apreciação que este grupo tem pela Viagem Mágica que é Manifesto!”, escreveu ele. “A realidade é que TODA essa Magia está acontecendo por causa de VOCÊS!. Vocês fizeram isso acontecer”. A Netflix salvou a série dois meses após o cancelamento pela rede americana NBC. A plataforma encomendou 20 capítulos inéditos, que darão um final à trama, interrompida sem fim em sua 3ª temporada. Com isso, a 4ª temporada será a maior de toda a série, que geralmente tinha 13 episódios por temporada. Mas a Netflix deve dividir a exibição em duas partes. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, chega ao aeroporto de seu destino como se fosse um voo normal. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, entre eles o célebre cineasta Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Matt Long (“Helix”), Daryl Edwards (“Demolidor”) e Holly Taylor (“The Americans”). Já Athena Karkanis (série “Zoo”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”) não vão voltar devido aos fatos vistos no final da 3ª temporada. Ainda não há previsão para a estreia da série na Netflix. AND WE’RE BACK!#Manifest pic.twitter.com/HpSpeKI0I2 — Jeff Rake (@jeff_rake) November 18, 2021 Something is happening. #manifest season 4 has begun!! Nothing will ever be the same. Coming soon to @netflix!! #manifest ✈️ pic.twitter.com/3JhSfReIuw — joshdallas (@JoshDallas) November 19, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por J.R. Ramirez (@jr8ramirez)
Pôster e prévia de “Matrix Resurrections” destacam cinco personagens principais
A Warner Bros. divulgou o pôster oficial e uma nova prévia com cenas de ação de “Matrix Resurrections”. O cartaz chama atenção por destacar cinco personagens principais. Com Neo (Keanu Reeves) em primeiro plano, a arte também destaca Trinity (Carrie-Anne Moss), Morpheus rejuvenescido (em interpretação de Yahya Abdul-Mateen II e figurino nas cores clássicas do Coringa) e as novas personagens vividas por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”) e Eréndira Ibarra (“Sense8”). Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme também traz de volta Lambert Wilson como Merovingian e Daniel Bernhardt como o agente Johnson, além de incluir Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Priyanka Chopra (“Quantico”), Christina Ricci (“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”) e mais três atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA. It’s time to re-enter The Matrix. ♥️ this tweet and receive weekly directives. #TheMatrix pic.twitter.com/avwboYGudH — The Matrix Resurrections (@TheMatrixMovie) November 17, 2021
Final de “The Expanse” ganha trailer épico
A plataforma Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado da 6ª e última temporada de “The Expanse”, que revela a escala épica do desfecho da atração. Repleta de ação, a prévia mostra cenas de uma guerra espacial contra a facção terrorista de Marco Inaros (Keon Alexander), após ataque que deixou a Terra dizimada. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” adapta a saga literária inaugurada por “Leviatã Desperta”, de James S.A. Corey (pseudônimo de Daniel Abraham e Ty Franck), que se passa daqui a 200 anos no futuro, acompanhando uma nave de rebeldes durante uma crise política da Terra com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A série é caríssima e foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy ao final de sua 3ª temporada. Com o novo e agora definitivo cancelamento, a Amazon iguala a quantidade de episódios produzidos no Syfy, mas dá aos criadores a oportunidade de escolher como terminar a história. O detalhe é que a série chegará ao fim bem antes da trama literária, que já tem nove volumes, mas pelo menos concluirá o arco literário original – a partir do sétimo livro, a história dá um salto cronológico de 28 anos, que levaria a uma troca de intérpretes. O elenco da atração inclui Steven Strait (“O Despertar”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (“Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), Keon Alexander (“Tyrant”) e Jasai Chase Owens (“Loserville”). A temporada final estreia em 10 de dezembro.
Disney+ revela primeira foto de Malu Mader em nova série
A Disney+ divulgou a primeira foto de Malu Mader na série “Mila no Multiverso”. Na produção de sci-fi infantil, ela vive Elis, um mulher que sumiu no multiverso e que é mãe da protagonista. A Mila do título é uma adolescente de 16 anos que ganha de presente um dispositivo que pode levá-la a percorrer universos paralelos e usa esse aparelho para procurar sua mãe desaparecido. No entanto, ela percebe que este sumiço é só o começo de sua história, já que Elis, ao descobrir a existência de múltiplos universos, passa a ser perseguida por um grupo misterioso chamado Os Operadores. A atriz Laura Luz (que estreou num curta de Joel Zito Araujo) tem o papel de Mila e o elenco também destaca os novatos Dani Flomin, João Victor e Yuki Sugimoto como amigos que ajudam a adolescente a procurar sua mãe. A premissa lembra “Uma Dobra no Tempo”, clássico literário de Madeleine L’Engle que virou filme da própria Disney em 2018. A 1ª temporada terá oito episódios, cada um com 30 minutos de duração. “Mila no Multiverso” é a primeira série de Malu Mader desde que deixou a Globo em 2018, após três décadas. Mas antes da estreia, ainda sem data prevista, ela poderá ser vista em “Turma da Mônica: Lições”, próximo filme baseado nos quadrinhos de Maurício de Sousa, com lançamento marcado para 30 de dezembro. Ateriormente, a Disney+ tinha revelado outras fotos, destacando os demais integrantes do elenco. Veja abaixo. Um mistério que precisa ser resolvido, no multiverso, na primeira série sci-fi brasileira do #DisneyPlus! ⏳ E sim, temos a Malu Mader neste elenco maravilhoso! 😍 #MilaNoMultiverso, uma Série Original. Estreia em 2022. pic.twitter.com/zPoQT39sRj — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) October 28, 2021
Crítica norte-americana detona “Cowboy Bebop”
A Netflix fez muito barulho para divulgar a versão live-action de “Cowboy Bebop”, mas não conseguiu mudar a impressão negativa da crítica, estabelecida desde que anunciou a escalação do elenco da atração. A série baseada no popular anime dos anos 1990 chegou no Rotten Tomatoes com apenas 40% de aprovação. “Qual o sentido de adaptar ‘Cowboy Bebop’ numa série live-action”, chega a questionar a crítica da revista The Hollywood Reporter. “Em um aparente esforço para cortejar os fãs do original, a série é fiel além da conta”, continua o texto. “Mas não precisava ter necessariamente o mesmo enredo de cada história, imitar os mesmos enquadramentos e acompanhar o mesmo ritmo narrativo ao som das mesmas melodias da trilha de Yoko Kanno”. Criticando a sensação de cópia inferior, a crítica completa: “O maior pecado da série é que mesmo que ela siga fielmente os caminhos de seu predecessor, ela não captura a mesma magia. O ritmo ágil se tornou pesado, os visuais belíssimos foram reduzidos a efeitos especiais turvos, o humor divertido foi transformado em risadas falsas e a aridez do anime foi substituída por sets de má qualidade”. A Entertainment Weekly reforçou que “a nova adaptação convida a comparações ao constantemente recriar momentos do anime”. “A nova série não tem muitas tramas originais, além das expansões das histórias pregressas dos personagens. Quase todo episódio é baseado na trama dos episódios originais, com pequenos ajustes”. A revista Empire, por sua vez, apontou que, além de ser uma cópia, é uma cópia inferior, que não compreende o que fez o original ser considerado original em primeiro lugar. “Desde o começo, ‘Cowboy Bebop’ parece não compreender o estilo e o subtexto de seu antecessor, se apoiando apenas em seus elementos menos interessantes”, afirma o texto, antes de definir o remake de carne e osso como “uma reencenação vazia, que continuamente convida à comparação com o original, em seu próprio detrimento”. Resumindo, a Slant definiu o esforço como caricato. “A série parece mais cartunesca que o anime que a inspirou”. Mas houve elogios, especialmente dos críticos nerds. As notas positivas foram focadas no elenco central, que “fazem com que valha a pena acompanhar essa jornada”, segundo o site IGN. “John Cho, em particular, é tão descolado sem precisar se esforçar, que é inimaginável o porquê de Hollywood não tê-lo testado mais vezes em papéis de protagonista”, destacou a revista Rolling Stone. Apesar disso, os poucos elogios não foram suficientes para evitar que a produção acabasse recendo o selo de “podre” no Rotten Tomatoes. Baseado no anime cultuadíssimo de Shinichirō Watanabe, que estreou no Japão em 1998, a atração gira em torno das aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. O elenco traz John Cho (“Procurando…”) como o protagonista Spike Spiegel, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como a femme fatale Faye Valentine e Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e estreia na sexta (19/11) em streaming.
Série baseada no game “Halo” ganha primeiro teaser
A Paramount+ revelou o primeiro teaser da série baseada no game “Halo”, em desenvolvimento há quase uma década. A prévia é curta e revela pouco, mostrando Pablo Schreiber (“American Gods”) de costas, sem mostrar seu visual como o supersoldado Master Chief. O teaser mostra suas costas com cicatrizes e o personagem vestindo seu equipamento, além de anunciar que a série estreia em 2022. Os games da franquia “Halo” são focados na luta da humanidade contra uma aliança alienígena e já renderam uma websérie em 2014, “Halo: Nightfall”, estrelada por Mike Coulter (o Luke Cage). Este projeto visava inaugurar um serviço de streaming da Microsoft, que nunca foi adiante. A nova atração é inspirada no jogo original, lançado em 2001. A concepção é de Kyle Killen (criador das séries “Lone Star”, “Awake” e “Mind Games”, todas canceladas na 1ª temporada) e Steven Kane (criador de “The Last Ship”), que foram demitidos sem alarde, com a produção passando a ser liderada por Otto Bathurst, cineasta de “Robin Hood: A Origem”, que dirigiu alguns episódios. Mas o nome mais forte dos bastidores é o de Steven Spielberg, via sua produtora Amblin, que entrou no projeto após uma iniciativa de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e Neill Blomkamp (“Elysium”) falhar em encontrar financiamento para ser lançada no cinema. Diante da complexidade da trama, Spielberg passou a negociar a transformação de “Halo” em série e as conversas com o canal Showtime começaram há pelo menos sete anos. Com o lançamento da Paramount+, a produção acabou ganhando outro destino. O elenco inclui ainda Natascha McElhone (“Designated Survivor”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Shabana Azmi (“Os Filhos da Meia-Noite”), Yerin Ha (“Reef Break”), Bentley Kalu (“No Limite do Amanhã”), Natasha Culzac (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Kate Kennedy (do telefilme “A Midsummer Night’s Dream”), Olive Gray (“Save Me”) e Charlie Murphy (“Peaky Blinders”).












