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    Capitão América: Guerra Civil ganha comerciais repletos de cenas inéditas

    28 de abril de 2016 /

    A Marvel divulgou dois novos pôsteres e três comerciais repletos de cenas inéditas de “Capitão América: Guerra Civil”. Os comerciais estão reunidos num único vídeo abaixo e evidenciam os confrontos entre os super-heróis. Um deles ainda traz o Homem-Aranha (Tom Holland) admitindo ser fã do Capitão América (Chris Evans). O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal (Sebastian Stan), que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia nesta quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Scarlett Johansson vai estrelar cinebiografia de Zelda Fitzgerald

    27 de abril de 2016 /

    A atriz Scarlett Johansson vai viver a romancista e socialite americana Zelda Fitzgerald na cinebiografia “The Beautiful and The Damned”, informou o estúdio Millennium Films. O drama pretende contar a história do tumultuado casamento dos escritores Zelda e Scott Fitzgerald, durante os loucos anos 1920. Recheado de ciúmes e drama, a união terminou de forma trágica, mas rendeu muita inspiração para ambos. Conhecida como “a primeira melindrosa americana” (título que ganhou do marido), Zelda foi ícone da era do jazz e musa de vários romances de Scott Fitzgerald, como “Os Belos e Malditos” (1922), cujo título original em inglês é o mesmo do filme. Zelda, por sua vez, levou sua vida pessoal para o romance “Esta Valsa é Minha” (1932), um olhar semi-autobiográfico para o próprio casamento, que enfureceu Scott Fitzgerald a ponto dele acusá-la de plágio, menosprezar seu talento e revidar com o livro “Suave É a Noite” (1934). Os dois romances oferecem visões contrastantes sobre o relacionamento fracassado do casal. Posteriormente, ela foi diagnosticada com esquizofrenia e admitida em um sanatório. Veio a perecer num incêndio no hospital de Asheville, na Carolina do Norte, oito anos após a morte de Fitzgerald, deixando várias pinturas e manuscritos inacabados de seu segundo romance, jamais publicado. Sua trajetória acabou resgatada numa biografia de 1970, que deu uma nova perspectiva a seu papel de “melindrosa”. Ao retratá-la como vítima de um marido autoritário, o livro a transformou em ícone feminista. “The Beautiful and the Damned” tem roteiro de Hanna Weg (da recente animação “O Profeta”, ainda inédita no Brasil), mas ainda não definiu o resto de sua equipe técnica. Não há previsão de estreia para a produção.

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    Ave, César é homenagem dos irmãos Coen à velha Hollywood

    27 de abril de 2016 /

    Os irmãos Coen sempre tiveram um interesse muito grande pela História do Cinema, em especial pelos gêneros clássicos de Hollywood. Eles começaram a carreira fazendo um film noir sujo (“Gosto de Sangue”), seguiram com filmes de gângster (“Ajuste Final”), policial (“Fargo”), musical (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”), western (“Bravura Indômita”), etc. Inclusive, já tinham tratado dos bastidores da indústria cinematográfica dos anos 1940, no delirante “Barton Fink” (1991). “Ave, César!” é praticamente uma síntese dessa obsessão, uma obra em esquetes que procura homenagear vários gêneros, com um registro cômico quase sempre satisfatório, sobre a Hollywood dos anos 1950, considerada a última década da Era de Ouro dos estúdios. O fio que liga as tramas é a história do produtor (Josh Brolin) que precisa manter seus astros na linha, ao mesmo tempo em que recebe uma proposta indecente para mudar de emprego. Entre os astros de seu estúdio estão o protagonista de um épico cristão (George Clooney), que é sequestrado por comunistas, uma diva desbocada de filmes de balé aquático (Scarlett Johansson), um ator de musicais com sapateado (Channing Tatum) e um caubói com pouco talento que integra o elenco de um melodrama (Alden Ehrenreich, que acaba sendo a melhor surpresa do filme). A cena em que Ehrenreich treina como deve dizer uma fala, sob comando do diretor afetado vivido por Ralph Fiennes, é uma das melhores do filme, numa homenagem ao cinema melodramático de Douglas Sirk. A trama também explora a indústria da fofoca (representada pelas jornalistas gêmeas vividas por Tilda Swinton) e a tentativa dos produtores de evitar que certas verdades vazassem para a mídia. Eram tão bem sucedidos no resguardo da intimidade dos astros da época, que pouco se sabia sobre suas verdadeiras orientações sexuais – embora houvesse burburinhos. O problema é que, por ser conduzido por esquetes, “Ave, César” tende à irregularidade e, mesmo se mostrando afiado, nem sempre seu humor resulta engraçado. A impressão é que os Coen fizeram o filme pelo prazer de recriar as cenas (caprichadas) de balé aquático e de coreografia de sapateado (com marinheiros dançando), que homenageiam de maneira explícita a Era de Ouro de Hollywood. São os momentos que enchem os olhos dos cinéfilos. Tão bem feitos que até devem entrar em futuras antologias sobre a história do Cinema.

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    Homem-Aranha enfrenta Soldado Invernal em novo comercial de Capitão América: Guerra Civil

    26 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou um novo comercial legendado de “Capitão América: Guerra Civil”, que mostra o Soldado Invernal (Sebastian Stan) em luta contra o Homem-Aranha (Tom Holland). O destaque é o tom bem-humorado do aracnídeo, entre o elogio e a zoação. O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América (Chris Evans) defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia na quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Ghost in the Shell: Após sofrer patrulha ideológica, Scarlett Johansson ganha defensores

    24 de abril de 2016 /

    A divulgação da primeira foto de Scarlett Johansson na sci-fi “Ghost in the Shell” virou tempestade em copo d’água, nesses tempos de patrulha ideológica politicamente correta nos EUA. Tudo porque ela não é japonesa como a personagem original do mangá em que o filme se baseia. Aliás, já não era japonesa antes da foto ser feita, mas a tentativa dos produtores de deixarem-na com o visual dos quadrinhos aumentou o ressentimento. O óbvio: o filme “Ghost in the Shell” é uma produção americana baseada no famoso mangá e anime. E quem protesta contra uma estrela americana numa adaptação de produto japonês parece ignorar que remakes de filmes americanos no exterior, como, por exemplo, as versões chinesas de clássicos de Martin Scorsese e dos irmãos Coen, não são estreladas por americanos. Mas nem sempre o óbvio é claro o suficiente para quem se alista na patrulha estelar. Diante da fumaça, Sam Yoshiba, diretor executivo da editora Kodansha, que publicou o mangá, deu uma entrevista ao site The Hollywood Reporter em que comemorou a escalação de Johansson. “Olhando para a carreira dela até agora, Scarlett Johnsson é uma escolha de elenco muito boa. Ela tem uma coisa meio cyberpunk, sabe. E, desde o começo, nós nunca imaginamos que seria uma atriz japonesa”, manifestou-se. Yoshiba também exaltou o fato de que o longa permitirá ao mundo conhecer algo culturalmente relevante que foi criado no Japão. E se isso não for suficiente para ajustar a perspectiva de quem acha que Hollywood deve ser um microcosmo do planeta e representar o mundo inteiro, o roteirista Max Landis (“Victor Frankenstein”) postou um vídeo no YouTube em que explica, de forma didática, como funciona a cultura americana, eximindo, inclusive, a indústria cinematográfica da escolha. Dizendo que os patrulheiros estão “bravos com a pessoa errada”, ele conclui que, sem Scarlett, o filme jamais seria feito. Vale a pena, para quem domina inglês, ouvir seus argumentos sensatos (veja abaixo). Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Capitão América: Guerra Civil ganha novo comercial japonês e 12 pôsteres chineses

    24 de abril de 2016 /

    A Marvel divulgou um novo comercial japonês e uma coleção de pôsteres chineses de “Capitão América: Guerra Civil”, dividindo os super-heróis em dois times. Os cartazes destacam, individualmente, o time do Capitão América (Chris Evans), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), além do time de Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle) e Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”). Ficaram faltando apenas o Homem-Formiga (Paul Rudd) e o novo Homem-Aranha (Tom Holland, de “No Coração do Mar”). O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Além dos heróis citados, ainda há uma lista notável de coadjuvantes de luxo, como Sharon Carter (Emily VanCamp), General Ross (William Hurt, retomando seu papel de “O Incrível Hulk”), Pepper Potts (Gwyneth Paltrow, retornando à Marvel após “Homem de Ferro 3”) e o agente do governo Everett Ross (Martin Freeman, de “O Hobbit”), sem esquecer dos vilões Barão Zemo (Daniel Brühl, de “Rush – No Limite da Emoção”) e Ossos Cruzados (Frank Grillo, visto em “Soldado Invernal”). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=Ts2VSZgkuis

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    Soldado Invernal enfrenta Os Vingadores em cena de Capitão América: Guerra Civil

    21 de abril de 2016 /

    A Marvel divulgou uma nova cena de ação de “Capitão América: Guerra Civil”, que mostra o Soldado Invernal (Sebastian Stan) numa luta contra os vingadores Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), a agente Sharon Carter (Emily VanCamp) e o novato Pantera Negra (Chadwick Boseman) O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Ghost in the Shell: Veja Scarlett Johansson na primeira foto da adaptação do mangá futurista

    15 de abril de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou a primeira foto da produção de “Ghost in the Shell”, que traz a Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) de perfil. De cabelo escuro e cortado como a personagem dos quadrinhos, a atriz evoca o visual da Major Mokoto Kusanagi, heroína do mangá futurista em que a trama se baseia. Confira em versão maior abaixo deste texto (clique na imagem para ampliar). Além da foto, o estúdio divulgou um press release da produção, que contém uma sinopse. Nela, Motoko Kusanagi é referida apenas como a Major. O que não deixa de ser um artifício interessante para preservar a personagem sem se referir a sua etnia original. Afinal, Johansson pode pintar e cortar o cabelo, mas claramente não é japonesa. A sinopse diz: Baseado na obra de ficção científica internacionalmente aclamada, “Ghost in the Shell” acompanha a Major, uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera uma força-tarefa de elite: a Seção 9. Dedicada a deter os mais perigosos criminosos e extremistas, a Seção 9 enfrenta um inimigo, cujo objetivo é exterminar os avanços da Hanka Robotic na tecnologia cibernética. Curiosamente, as filmagens não estão acontecendo no Japão, mas num país vizinho: em Wellington, na Nova Zelândia. O elenco também inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro de Kusanagi, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Considerado uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história de Shirow também influenciou a animação mundial ao ser transformada em longa animado em 1995 – lançado no Brasil como “Fantasma do Futuro” – , surpreendendo a crítica com uma trama adulta de ficção científica, num período em que abundavam, no mercado americano, produções de desenhos infantis medíocres. A trama tem ritmo de thriller futurista. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. O lançamento está marcado para 13 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Disney já está preparando continuação de Mogli: O Menino Lobo

    11 de abril de 2016 /

    “Mogli: O Menino Lobo” ainda nem estreou, mas a Disney está tão confiante no sucesso da produção que já está desenvolvendo sua sequência. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o estúdio abriu negociações com o diretor Jon Favreau e o roteirista Justin Marks para um novo filme com os personagens clássicos, criados pelo escritor Rudyard Kipling no século 19. O contrato do ator Neel Sethi, que faz sua estreia no cinema aos 10 anos de idade, já possui cláusula de retorno para uma continuação, mas a volta dos dubladores originais dos bichos falantes, que são criados na tela por computação gráfica, precisará ser renegociada caso a caso. Entre as feras da dublagem, estão Idris Elba, Scarlett Johansson, Ben Kingsley, Bill Murray e Lupita Nyong’o. “Mogli: O Menino Lobo” é uma nova adaptação de “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias filmes, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. Kipling escreveu diversas histórias de Mogli depois de contar sua origem. A continuação, por sinal, deve tirar sua trama de “The Second Jungle Book”, publicado originalmente em 1895, que contém cinco aventuras distintas de Mogli. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para a sequência, mas o filme “Mogli: O Menino Lobo” poderá ser visto nos cinemas a partir desta quinta (14/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Mogli: O Menino Lobo ganha cinco pôsteres chineses

    11 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou cinco pôsteres chineses de “Mogli – O Menino Lobo”, que destacam o menino Neel Sethi, de 10 anos de idade, ao lado dos animais falantes da produção, criados por computação gráfica. Menos realistas que os trailers, os cartazes evocam as artes de antigas publicações de pulp fiction. Nas imagens, Mogli (Sethi) aparece ao lado da loba Raksha (dublada em inglês por Lupita Nyong’o), do urso Balu (Bill Murray), da pantera Baguera (Ben Kingsley), do tigre Shere Khan (Idris Elba) e da serpente Kaa (Scarlett Johansson). O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias filmes, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e lançamento marcado para quinta-feira (14/4) no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Novo comercial explora os filmes de Capitão América e Homem de Ferro como preparação da Guerra Civil

    7 de abril de 2016 /

    A Marvel divulgou um novo comercial épico de “Capitão América: Guerra Civil”, que resgata cenas dos filmes anteriores de Capitão América, Homem de Ferro e Vingadores para explorar as motivações, as emoções conflituosas e o confronto dos dois personagens centrais, destacando as interpretações de Chris Evans e Robert Downey Jr. ao longo de diferentes produções como os icônicos heróis. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Capitão América enfrenta Pantera Negra em novo comercial de Guerra Civil

    4 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou dois novos comerciais de “Capitão América: Guerra Civil”. A maior curiosidade encontra-se no final dos vídeos. Um deles traz o Capitão América (Chris Evans) enfrentando o Pantera Negra (Chadwick Boseman), enquanto o outro apresenta a luta entre Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), vista anteriormente apenas num trailer japonês. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Mogli: Veja um vídeo de bastidores e duas cenas que destacam o realismo da produção

    27 de março de 2016 /

    A Disney divulgou um vídeo de bastidores e duas cenas de “Mogli – O Menino Lobo”. O vídeo demonstra a influência da animação clássica de 1967 na nova versão, com depoimentos do diretor Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e seu elenco de dubladores famosos, enquanto as cenas mostram o impressionante realismo dos animais do filme, que preservam o espírito de suas contrapartes animadas, como a ironia cômica do urso Balu e a presença ameaçadora do tigre Shere Khan. No filme, o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, intérprete de Mogli, é o único ator real da produção. Os demais personagens foram criados por computação gráfica. Mas em contraste ao apuro com que eles se movimentam e interagem, a trama mantém o principal elemento de fantasia da história clássica: os bichos são falantes. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Revolution”) e Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”). O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, entre elas a animação-referência “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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