Ghost in the Shell: Reveja o trailer do filme recriado com cenas do anime
O site IGN recriou o trailer do filme “Ghost in the Shell” usando cenas do anime clássico de 1995, da continuação “Ghost in the Shell: Inocence” (2004) e da série “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” (2002 – 2005). O resultado dá a dimensão do impressionante trabalho de direção de arte da produção hollywoodiana, que traz para o mundo real o universo criado pelo artista Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”). E com Scarlett Johansson absolutamente perfeita, assumindo o espírito (ghost) da protagonista em seu invólucro (shell) de carne e osso. Mas a montagem também demonstra como o filme se apropria de diferentes fontes da franquia para originar sua história, que não deve ser uma transcriação literal do primeiro anime. Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” foi criado como mangá em 1989 por Masamune Shirow. O sucesso da obra deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders, mas é importante destacar também a supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. O elenco ainda inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro de Kusanagi, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia do filme, que foi “traduzido” como “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”, está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ghost in the Shell: Novos vídeos destacam trilha sonora e cena de Scarlett Johansson nua
O lançamento do primeiro trailer de “Ghost in the Shell” aconteceu num evento midiático no Japão, que teve direito à performance de Kenji Kawai, o compositor da trilha do anime original, e a exibição de uma cena, aparentemente da abertura do filme, projetada junto do show. Tanto a apresentação ao vivo quanto a cena podem ser conferidas abaixo. A cena revela a criação do invólucro da Major, personagem cibernética vivida por Scarlett Johansson. A prévia mostra como o metal sintético ganha curvas e vida, apresentando o resultado final com a atriz completamente nua. Já a parte musical inclui duas composições diferentes. A abertura tribal, tocada por tambores poderosos, é inédita, mas a canção seguinte, acompanhada por um coral de japonesas, é conhecida dos fãs do anime. Chama-se “Making of Cyborg” e faz parte da trilha sonora da animação de 1995. O terceiro vídeo abaixo apresenta o evento completo, que durou 40 minutos com entrevistas do diretor Rupert Sanders, Scarlett e do ator/diretor japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”), que vive Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, divisão que combate o terrorismo vitual. O elenco ainda inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro da Major, Kitano a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, cientista que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” foi criado como mangá em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A estreia do novo filme está marcada para 13 de abril no Brasil, com o título “traduzido” como “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”.
Ghost in the Shell: Trailer impressionante dá vida às cenas icônicas do anime clássico
A Paramount divulgou novas fotos, o pôster e o trailer (legendado e dublado) de “Ghost in the Shell”. A produção também ganhou título nacional, “traduzido” como “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”, que é pior que o péssimo nome do longa animado no Brasil – “O Fantasma do Futuro”. Por falar no anime, o que mais chama atenção na prévia é a forma impressionante com que o cineasta Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) deu vida às cenas icônicas do clássico desenho japonês de 1995. Não foi à toa que Mamoru Oshii deu um depoimento se dizendo arrebatado pela adaptação americana. E Scarlett Johansson está absolutamente perfeita neste contexto, assumindo o espírito (ghost) da protagonista em seu invólucro (shell) de carne e osso. Os produtores até mudaram o nome da personagem, Motoko Kusanagi, para Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, em meio à acusações de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. Mas não há como ver o filme sem pensar imediatamente na origem japonesa de tudo o que é mostrado. O visual é lindo, arrebatador e irretocável, num futurismo que abrange desde biotecnologia até a arquitetura urbana, como convém à temática cyberpunk do mangá que originou todas as adaptações. A sensação é basicamente um upgrade no deslumbramento causado por “Blade Runner” (1982), via influência do anime e da computação digital, que ainda não tinham se disseminado na época do precursor do cyberpunk cinematográfico. Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” foi criado como mangá em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders, mas é importante destacar também a supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. O elenco ainda inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro de Kusanagi, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Scarlett Johansson vai estrelar suspense produzido por George Clooney
A atriz Scarlett Johansson vai estrelar o suspense psicológico “Tangerine”. Segundo o site da revista Variety, a produção está a cargo do também ator George Clooney e seu sócio produtor Grant Heslov. Baseado no romance homônimo escrito pela estreante Christine Mangan, o filme vai se passar no Marrocos, durante os anos 1950, e acompanhar duas mulheres cujos destinos, ao se cruzarem, coincidem com as perdas de seus maridos. Ainda não há roteirista nem diretor definido, o que significa que a produção ainda vai demorar para sair do papel. Scarlett Johansson será vista, em breve, na adaptação do mangá “Ghost in the Shell”, que estreia em março.
Ghost in the Shell: Diretor do anime rasga elogios para a adaptação estrelada por Scarlett Johansson
A Paramount divulgou um vídeo de bastidores da sci-fi “Ghost in the Shell”. Ainda sem legendas, ele destaca os elogios do diretor Mamoru Oshii, diretor do cultuado anime que inspira o filme. Além de fazer comentários positivos sobre o visual da adaptação, ele trata de destacar a atuação de Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”), que teria ido muito além do que ele imaginava. O vídeo é peça de marketing importante, dentro da tática de abafar protestos contra a escalação da atriz americana num papel originalmente japonês. Até Oshii chama a personagem de Motoko, embora os americanos tenham suprimido o nome para não acirrar o ultraje. Ela virou apenas Major, seu posto militar. Scarlett, obviamente, não é japonesa, mas seu visual ficou bastante próximo da personagem do mangá e do anime, o que muitos viram como afronta, enquanto os autores da obra consideram dedicação. Embora “Ghost in the Shell” seja baseado num mangá, do mestre Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”), sua adaptação animada de 1995 é igualmente considerada marcante, a ponto de ser citada ao lado de “Akira” como uma das realizações mais influentes da animação japonesa contemporânea. Vale observar que Oshii não foi o único integrante da franquia a visitar as filmagens e elogiar a produção. Kenji Kawai, que compôs a trilha sonora do anime clássico, e Kenji Kamiyama, que escreveu e dirigiu toda a série derivada “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, também devem aparecer em novos vídeos futuramente. Além de Johansson, o filme inclui um elenco de multiétnico, com o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o americano Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) e os japoneses Takeshi Kitano (“Zatoichi”), Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”) e Yutaka Izumihara (“Invencível”). A previsão de lançamento é para 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Sing: Fiuk, Sandy e Wanessa Camargo dublam o trailer brasileiro da animação dos bichos cantores
A Universal divulgou o primeiro trailer dublado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, após diversos vídeos legendados darem a impressão de que o lançamento ocorreria com as vozes originais. Afinal, o desenho é praticamente um karaokê, com muitas músicas conhecidas do pop americano. Mas a nova prévia revela que o estúdio optou mesmo por contratar vozes locais. Algumas, até cantam de verdade. Os dubladores nacionais incluem os cantores Sandy, Wanessa Camargo e Fiuk, além dos atores Marcelo Serrado e Mariana Ximenes. A trama segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também sabem cantar. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Uma curiosidade é que apenas Wanessa Camargo vai cantar de verdade no filme, já que a sua personagem, a porco-espinho Ash, apresentará uma música autoral na competição. Todos os outros personagens vão ganhar apenas as vozes dos brasileiros nas falas e manter o áudio original na hora das canções, como se pode ver pelo trailer. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Ghost in the Shell: Scarlett Johansson surge em novo teaser da adaptação do mangá cultuado
A Paramount Pictures divulgou um novo teaser de “Ghost in the Shell”, que destaca a atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) usando uma camuflagem cibernética do futuro. O filme é uma adaptação do cultuado mangá cyberpunk criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”), que deu origem a uma franquia de animes. E já tem gente reclamando que, apesar da fidelidade visual das prévias já vislumbradas, Scarlett não é, obviamente, japonesa como sua personagem, a major Mokoto Kusanagi, que no filme não terá esse nome para não provocar ainda mais. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção tem supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Sing: Animais cantores emocionam com histórias “humanas” em novo trailer legendado da animação
A Universal divulgou o novo trailer legendado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Curiosamente, o vídeo não tem versão dublada. Isto provavelmente se deve ao tema da produção, que traz muitas músicas conhecidas do pop americano. A prévia chama atenção pelo desenvolvimento dos personagens e capacidade de envolver e emocionar com suas histórias muito “humanas”. Tem cara de novo sucesso do estúdio Illumination, que, filme a filme, vem avançando na disputa com a DreamWorks pela vaga de principal rival da Disney/Pixar. A trama, por sinal, segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também sabem cantar. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”) esperando se livrar de sua perigosa família; e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”) em busca de recuperar a autoestima. Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Sing: Fotos da nova animação trazem personagens ao lado de seus dubladores famosos
O estúdio Illumination divulgou novas imagens da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que traz os personagens ao lado de seus dubladores famosos. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. Mas além de falar, os animais do novo desenho também cantam. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Seis candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”); e um porco muito convencido (Nick Kroll, da série “The League”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o rumo de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Sing: Nova animação ganha coleção de pôsteres fofos de animais cantores
O estúdio Illumination divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens fofos da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. Mas além de falar, os animais do novo desenho também cantam. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Seis candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”); e um porco muito convencido (Nick Kroll, da série “The League”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o rumo de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Mark Ruffalo promete ficar pelado para pedir votos contra Donald Trump
O ator Mark Ruffalo, intérprete do Hulk nos filmes da Marvel, está prometendo ficar nu em troca de votos. A promessa faz parte de uma campanha bem-humorada, criada pelo diretor Joss Whedon, que comandou Ruffalo em dois filmes dos “Vingadores”, visando aumentar o interesse do público votante na eleição presidencial americana e, em mais uma luta contra supervilões, tentar impedir a vitória de Donald Trump. Intitulada “Save the Day”, a campanha reuniu diversos atores famosos, entre eles quatro Vingadores e dois agentes da SHIELD, para pedir votos. A escalação inclui, além de Ruffalo, Scarlett Johansson, Robert Downey Jr., Don Cheadle, Cobie Smulders, Clark Gregg, Julianne Moore, James Franco, Jesse Williams, Keegan-Michael Key, Neil Patrick Harris, Nathan Fillion, Stanley Tucci, Martin Sheen e outros. “A questão é fazer as pessoas votarem, porque é assustadora a apatia com que elas estão tratando a eleição mais crucial de suas vidas”, explicou Whedon ao site The Hollywood Reporter. “Ver alguém famoso chama atenção do cara”, continua. “Ver algo divertido faz a pessoa parar. Ver algo com emoção também. Essas são as maneira de atingi-las”. No vídeo, sem citar diretamente os nomes de Hillary Clinton e Donald Trump, os atores condenam o discurso de ódio propagado pelo candidato republicano, e o perigo apocalíptico que sua vitória representa. “Vamos dar uma arma nuclear para um homem cuja palavra de ordem é ‘fired'”, dizem, usando o duplo sentido do inglês. “Fire” não é só fogo, mas disparar e também demitir, como na placa que Scarlett Johansson segura, com o desenho de um míssil nuclear e a frase ‘You’re fired!’, que Trump dizia no reality show “O Aprendiz”. E, no fim, fazem uma promessa: “Se vocês votarem e ajudarem essa país a se proteger do medo e da ignorância, Mark Ruffalo vai fazer uma cena de nudez em seu próximo filme”. Para quem não percebeu, ele faz muitas cenas de nudez no cinema. Até como Hulk. Mas desta vez irá mais longe. “Mark colocará seu pênis para fora. Nu frontal total”, completa Robert Downey Jr. “Faça Mark ficar pelado. Faça sua marca em 8 de novembro”, finalizam os astros. O vídeo já foi visto mais de 5 milhões de vezes no YouTube. Veja mais uma abaixo.
Scarlett Johansson canta cover do New Order em coletânea beneficente
A atriz Scarlett Johansson voltou a atacar de cantora. Ela gravou com sua banda feminina, Sugar for Sugar, um cover para “Bizarre Love Triangle”, do New Order, que pode ser ouvido logo abaixo. Além da voz que já ganhou um prêmio de Melhor Atriz no Festival de Roma (por “Ela”), Sugar for Sugar é formada por Julia Haltigan, Holly Miranda, Kendra Morris e Este Haim. À exceção da última, que faz parte da banda Haim (com suas irmãs), as demais têm carreira solo como cantoras-compositoras. A faixa compõe a coletânea “The Time Is Now”, criada para arrecadar fundos para a amfAR, uma fundação para pesquisa da cura da Aids, que será lançada no dia 7 de outubro. O álbum reúne diversos artistas gravando covers variados, inclusive Bebel Gilberto, numa surpreendente versão do hit new wave “Rio”, do Duran Duran.
Ghost in the Shell: Scarlett Johansson surge em cinco teasers impressionantes da adaptação do mangá cyberpunk
A Paramount Pictures divulgou cinco teasers de “Ghost in the Shell”, que destacam a atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”)como uma policial cibernética do futuro. As cenas curtas impressionam por seguirem muito de perto o visual do mangá cyberpunk criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”). Mas já tem gente reclamando que, apesar da fidelidade, Scarlett não é, obviamente, japonesa como sua personagem, a major Mokoto Kusanagi, que no filme não terá esse nome para não provocar ainda mais. Vale observar que, numa das prévias, ela interage com uma atriz negra, a inglesa Danusia Samal (série “Tyrant”), que pode estar interpretando uma personagem que é loira no original – o corpo hospedeiro do Puppet Master (Mestre das Marionetes) – , mas, como a sinopse não foi detalhada, não é possível afirmar com certeza. De todo modo, a cultura nipônica está bem representada nos vídeos, que ainda registram uma cena com o ator japonês Takeshi Kitano (“Zatoichi”), intérprete do chefe da Major (o nome pelo qual Scarlett será chamada no filme). A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção tem supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.











