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  • Filme

    Exibição de Carrossel – O Filme dá 1º lugar ao SBT

    13 de julho de 2016 /

    A exibição do longa infantil “Carrossel”, inspirado na novela de mesmo nome, levou a rede SBT ao 1º lugar absoluto na audiência televisiva na noite de terça-feira (12/7). O filme foi exibido em horário incomum para seu público alvo, entre as 23h19 e 0h50, e se tornou o programa mais visto em São Paulo durante sua duração. Além disso, atraiu mais público que qualquer outro programa exibido durante todo o dia no canal de Silvio Santos, marcando 12,3 pontos de média e share de 25,4%. Ou seja, um em cada quatro aparelhos de TV ligado na Grande SP estava sintonizado no filme “Carrossel – O Filme” foi ainda a maior audiência da sessão “Cine Espetacular” desde abril de 2010, quando a emissora exibiu “A Hora do Rush 3” (2007), superando no confronto direto os programas “Jornal da Globo” e “Programa do Jô”, na Globo, “Batalha dos Confeiteiros”, na Record, e “Masterchef”, na Band. No horário da exibição do filme, a Globo ficou em 2º lugar com 9,5 pontos. Programado de forma estratégica, o sucesso da produção deve ajudar a bilheteria de sua continuação, que estreia nesta semana. “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” chega aos cinemas brasileiros na quinta (14/7).

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  • Série

    A Garota da Moto: Vídeos apresentam a primeira série de ação do SBT

    11 de julho de 2016 /

    A rede SBT divulgou três vídeos de sua nova série, “A Garota da Moto”. Apesar da baixa definição dos vídeos (oficiais!), as prévias transmitem uma ideia da trama, que combina ação e melodrama, ao acompanhar a rotina perigosa de uma motogirl nas ruas paulistanas. A trama gira em torno de Joana (Chris Ubach, de “Malhação”), mãe de Nico (Enzo Barone), de 8 anos, fruto de um relacionamento com um milionário casado, que acaba morrendo. Perseguida pela viúva do homem, Joana acaba se mudando do Rio para São Paulo. A vilã, que tem ares de psicopata, não admite dividir a herança. “A Garota da Moto” será a primeira série brasileira exibida em horário nobre pela emissora. Com 26 episódios diários, a atração foi gravada ao longo de sete meses nas ruas de São Paulo, com produção da Mixer e direção de João Daniel Tikhomiroff (série “O Negócio”). A estreia está marcada para quarta (13/7), às 21h30.

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  • Série

    Orange Is the New Black: Vídeo mostra vilã da novela Maria do Bairro presa na série

    22 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o vídeo em que a atriz mexicana Itatí Cantoral revive Soraya Montenegro, vilã da novela “Maria do Bairro”, para promover a 4ª temporada de “Orange Is The New Black”. O vídeo é uma montagem de cenas antigas da série (algumas personagens que aparecem até já morreram), em que Itatí “contracena” com o elenco da produção. Na verdade, trata-se de um truque de montagem, que coloca a famosa personagem atrás das grades, no presídio de Litchfield. Exibida pela primeira vez em 1995 no México, “Maria do Bairro” chegou ao Brasil em 1997, exibida pelo SBT e fez tanto sucesso que não parou de ser reprisada, virando um fenômeno. Desde a primeira reprise, levada ao ar poucos meses após a exibição original, “Maria do Bairro” já passou seis vezes no SBT – a mais recente, entre outubro de 2015 e fevereiro deste ano. Não por acaso, até hoje os fãs lembram da clássica cena de Soraya Montenegro durante uma briga com sua enteada, quando a chamou de “Maldita aleijada”. A frase virou bordão de memes e é repetido no vídeo do Netflix. A nova temporada de “Orange Is The New Black” já está disponível no serviço de streaming desde sexta-feira (17/6).

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  • Etc,  TV

    Ator de Carrossel dá lição em internauta que o chamou de viado

    20 de junho de 2016 /

    O ator mirim e apresentador Matheus Ueta, de 12 anos, deu uma lição de moral a um internauta mal intencionado, que havia comentado “Você parece um viado” no post de uma foto (acima) da revelação da novela “Carrossel” no Facebook. “Aff. Qual o seu problema? Eu não teria o menor problema em ser ou não ‘viado’. Mas você tem problema, perde seu tempo em achar coisas sobre mim. Vá estudar e ser alguém na vida”, replicou o ator. Revelado em 2012 na novela “Carrossel”, Ueta tem mais de 1,5 milhão de seguidores em seu Facebook e sua página costuma ser gerenciada por sua mãe, que garante que o comentário em questão foi feito pelo próprio Matheus: “Foi ele, com minha total aprovação”, publicou posteriormente. É a segunda mensagem ofensiva que a ala infantil do SBT recebe virtualmente em menos de dez dias. No domingo retrasado (12/6), Maísa Silva publicou uma ameaça de morte que recebeu de um perfil na internet. “O que aquele fã da Ana Hickmann tentou fazer com ela, vou fazer com você”, dizia a mensagem, ao que a atriz rebateu: “Só temo a Deus. Oro por essas pessoas”.

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  • Filme

    Vilã da novela Maria do Bairro será presa na série Orange Is the New Black

    14 de junho de 2016 /

    A atriz mexicana Itatí Cantoral revelou que irá reviver a personagem Soraya Montenegro, vilã da novela “Maria do Bairro”, para vídeos promocionais da 4ª temporada de “Orange Is The New Black”. “Vão colocar a vilã mexicana mais importante na cadeia, adaptada ao tom da série e transformando-a em uma assassina”, disse a atriz, em entrevista ao site mexicano Excelsior. Empolgada com a participação na série, Itatí agradeceu aos fãs nas redes sociais. “Estou emocionada porque essa personagem, que todo mundo chama de ícone, tem se tornado um fenômeno da internet e agradeço aos jovens de 15 e 16 anos, que não assistiram a novela, mas sabem quem ela é por causa dos memes.” Exibida pela primeira vez em 1995 no México, “Maria do Bairro” chegou ao Brasil em 1997, exibida pelo SBT e fez tanto sucesso que não parou de ser reprisada, virando um fenômeno. Desde a primeira reprise, levada ao ar poucos meses após a exibição original, “Maria do Bairro” já passou seis vezes no SBT – a mais recente, entre outubro de 2015 e fevereiro deste ano. Não por acaso, até hoje os fãs lembram da clássica cena de Soraya Montenegro durante uma briga com sua enteada, quando a chamou de “Maldita aleijada”. A frase virou bordão de memes. Já a nova temporada de “Orange Is The New Black” chega no serviço de streaming Netflix nesta sexta-feira (17/6). “Está incrível!

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Umberto Magnani (1941 – 2016)

    27 de abril de 2016 /

    Morreu o ator Umberto Magnani, que estava no ar como o padre Romão na novela “Velho Chico”. Ele sofreu um AVC hemorrágico na segunda (25/4), dia de seu aniversário de 75 anos, enquanto gravava a novela, chegou a passar por uma cirurgia e estava em coma, no Hospital Vitória, no Rio, onde faleceu nesta quarta-feira (27/4). “Ele estava em um momento lindo da carreira. Para alguns aconteceu da melhor forma possível. Ele apagou e não sentiu nada. Estava com um personagem lindo, fazendo sucesso”, disse a atriz Isadora Ferrite, com quem Magnani atuava no teatro. Magnani era um dos poucos atores que participavam das duas fases da novela das 21h. Na trama, seu personagem religioso era o grande conselheiro de Santo (Domingos Montagner). Nos próximos capítulos da história, Romão incentivaria o presidente da cooperativa a lutar pela população de Grotas de São Francisco. A assessoria de comunicação da Rede Globo informou na tarde de terça-feira que um novo padre, interpretado por Carlos Vereza, assumirá a paróquia de Grotas do São Francisco na trama. A Record, emissora na qual o ator também está no ar, com a reprise de “Chamas da Vida”, lamentou a morte em nota oficial: “Externamos nossa solidariedade à família, aos amigos e fãs de Umberto Magnani”. Nascido em 1941 em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior paulista, Umberto Magnani começou sua extensa carreira no teatro, após ingressar na Escola de Artes Dramáticas (EAD) em 1965. Em 1968, ele trabalhou com Ruth Escobar e chegou a substituir Antonio Fagundes no Teatro de Arena, na peça “Primeira Feira Paulista de Opinião”, de Lauro César Muniz. Sua estreia em novelas aconteceu na primeira versão de “Mulheres de Areia”, exibida pela TV Tupi em 1973. No cinema, debutou em “Chão Bruto” (1977), dirigido por Dionísio Azevedo e estrelado por Regina Duarte, a quem encontraria várias vezes ao longo da carreira. Ele chegou na Globo em 1982, quando participou de um episódio do programa “Caso Verdade” e apareceu em duas novelas consecutivas, “Sétimo Sentido” (1982) e “Razão de Viver” (1983). Fez ainda pequenos papeis nas minisséries de época “Anarquistas, Graças a Deus” (1982), “Grande Sertão: Veredas” (1985) e “Memórias de um Gigolô” (1986). Mas só foi se destacar em produções da breve TV Manchete, onde coestrelou o seriado “Joana” (1984), como ex-marido da protagonista Regina Duarte, e a minissérie “Rosa dos Rumos” (1990), na qual viveu seu maior vilão televisivo. Paralelamente ao trabalho televisivo, Magnani fez filmes, como os clássicos “A Hora da Estrela” (1985), de Suzana Amaral, e “Kuarup” (1989), de Ruy Guerra, e consagrou-se no teatro, recebendo duas vezes o Troféu Mambembe, por sua atuação nas peças “Lua de Cetim” e “Às Margens do Ipiranga”, e duas o Prêmio Governador do Estado, também por “Às Margens do Ipiranga” e “Nossa Cidade”. Seu último trabalho nos palcos foi a peça “Elza e Fred”, na qual foi protagonista ao lado de Suely Franco. O espetáculo ficou em cartaz entre 2014 e 2015. Além de atuar, Magnani ocupou importantes cargos públicos. De 1977 a 1990, ele foi diretor regional da Fundação Nacional de Artes Cênicas, do Ministério da Cultura, e presidente da Comissão de Teatro da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, em 1985. O trabalho institucional acabou lhe tirando de cena, rendendo uma pausa de mais de uma década no cinema, só foi interrompida na vidada do século com “Cronicamente Inviável” (2000), “Cristina Quer Casar” (2003), “Quanto Vale ou É por Quilo?” (2005) e “Os Inquilinos” (2009). Após sair do Ministério da Cultura, ele integrou o elenco de diversas novelas da Globo escritas por Manoel Carlos, como “Felicidade” (1991), “História de Amor” (1996), “Páginas da Vida” (2006) e até a minissérie “Presença de Anita” (2001). Fez também “Alma Gêmea” (2005), de Walcyr Carrasco, e o remake de “Cabocla” (2004), de Benedito Ruy Barbosa, autor de “Velho Chico”. Nos últimos anos, vinha mostrando seu talento na Record, onde atuou nas novelas “Chamas da Vida” (2008), “Ribeirão do Tempo” (2010), “Máscaras” (2012), “Balacobaco” (2012) e a minissérie bíblica “Milagres de Jesus” (2014). Ele ainda participou de duas novelas do SBT, “Éramos Seis” (1994) e “Amigas e Rivais” (2007). Magnini tinha recém-retornado à Globo, justamente para fazer “Velho Chico”, após dez anos longe da emissora.

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    Flávio Guarnieri (1959 – 2016)

    8 de abril de 2016 /

    Morreu o ator Flávio Guarnieri, que seguiu os passos do pai, o grande dramaturgo Gianfracesco Guarnieri, no teatro, no cinema e na televisão. Ele faleceu na noite de quinta (7/4), aos 54 anos, em São Paulo. Em nota, a assessoria de imprensa não informou a causa da morte e pediu privacidade à família. Flávio nasceu em Lisboa, em 26 de setembro de 1959, e sob influência do pai começou a atuar nos palcos desde a infância. Com dezenas de peças de teatro no currículo, ele ganhou o prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de ator-revelação aos 21 anos de idade, por conta de seu papel na novela “Os Adolescentes” (1981), da Band, na pele de Caíto. A produção marcou época por trazer temas até então considerados tabus para a televisão, como vício em drogas, gravidez adolescente, pedofilia e homossexualidade. O personagem de Flávio era um jovem gay, que enfrentava preconceito. Além dele, o elenco de jovens protagonistas contava com Júlia Lemmertz, Tássia Camargo e André di Biasi, que acabaram tendo maior projeção na TV. Depois da consagração crítica de “Os Adolescentes”, Flávio emplacou mais duas novelas na Band, “Ninho da Serpente” (1982) e “O Campeão” (1982), além da minissérie “O Cometa” (1989), mas a baixa audiência implodiu o projeto de dramaturgia do canal paulista. Ele fez apenas uma novela da Globo, “Transas e Caretas” (1984), por isso não se tornou tão conhecido quanto seu irmão mais novo Paulo, que apareceu em diversas obras populares da emissora carioca. A estreia no cinema foi aos 18 anos, na rara sci-fi distópica “Parada 88 – O Limite de Alerta” (1977), que também foi o primeiro filme de Paulo, então com 15 anos. Participou ainda da pornochanchada “Viúvas Precisam de Consolo” (1979), produção da Boca do Lixo dirigida pelo ator Ewerton de Castro, antes de trabalhar com o pai no clássico “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), adaptação da peça escrita por Gianfrancesco, que girava em torno de uma greve sindical. Seu papel de maior destaque veio em “Janete” (1983), de Chico Botelho, sobre uma prostituta da Boca do Lixo. Com trilha de Arrigo Barnabé, o filme foi premiado no Festival de Gramado, mas seu realismo não agradou ao governo, que na época ainda exercia poder de censura na cultura, obrigando diversos cortes, o que prejudicou seu lançamento. Flávio nunca mais fez outro filme. O ator reclamava da falta de espaço até na TV. Seu último personagem foi Juca Ramos na novela “Amigas e Rivais”, no SBT, em 2008. Mesmo assim, continuava a atuar no palco. Flávio esteve em cartaz recentemente com o irmão Paulo na peça “Irmãos, Irmãos… Negócios à Parte”.

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