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  • TV

    Record, SBT e RedeTV! vão à guerra contra operadoras de TV paga

    20 de março de 2017 /

    A briga entre as redes Record, SBT e RedeTV! e as operadores de TV paga promete esquentar nos próximos dias, com o desligamento do sinal analógico na Grande São Paulo. Marcado para o dia 29, ele estaria sendo considerado decisivo pelos dois lados da disputa. As emissoras querem cobrar cerca de R$ 3,5 bilhões por ano pela distribuição de seus sinais em alta definição. Para isso, criaram no final do ano passado uma empresa, a Simba, uma joint venture para defender seus interesses que foi fortemente combatida por operadoras e programadoras de TV por assinatura durante a tramitação de processo no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Com a aprovação da Simba no CADE, as três redes agora pressionam conjuntamente as TVs por assinatura, alegando que respondem por quase 20% de toda a audiência da TV paga brasileira sem receber nada por isso. A Simba estima que os sinais dos três canais valem R$ 15 mensais por assinante, o que daria, no universo dos 19 milhões de consumidores de TV paga no país, quase R$ 3,5 bilhões brutos por ano. Segundo Daniel Castro, do blog Notícias na TV, os canais já começaram a pressionar nas redes sociais e pretendem levar anúncios em seus intervalos comerciais para sensibilizar seus telespectadores, demonstrando que reivindicam apenas o que consideram legal e justo. Além disso, lembrarão que a Globo já cobra por seu sinal na TV paga, o que é sujeito a debates. Para forçar a negociação, a Simba se espelha na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas devem usar a mesma estratégia. Se isso ocorrer, pela resolução da Anatel as operadoras teriam de substituir esses canais por similares, que não existem. A alternativa para a falta de conteúdo correspondente seria reduzir os preços dos pacotes para os assinantes, o que provaria o ponto das três redes, de que agregam valor. Para pressionar ainda mais as operadoras, a Simba abriu negociações com a Netflix para a venda do conteúdo dos três canais. A disputa é entre pesos-pesados, mas a queda de braços não se resume à ameça de cortes de sinais. Ela também está chegando nos telejornais e no Congresso. Ainda segundo Castro, Record, SBT e RedeTV! estão prontas para denunciar um projeto de lei complementar, identificado como PLC 79, que está em tramitação no Senado Federal, visando alterar a Lei Geral de Telecomunicações, que presenteia as empresas de telecomunicações (donas das operadoras) com anistia de multas, transferência de infraestrutura e benefícios de R$ 100 bilhões, praticamente o faturamento de um ano de todo o setor. A Record estaria disposta a envolver até seus aliados da bancada evangélica para votar contra os interesses das teles.

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  • TV

    Silvio Santos começa a passar SBT para suas filhas

    24 de fevereiro de 2017 /

    Decretos assinados pelo presidente Michel Temer e publicados no Diário Oficial da União na quinta-feira (23/2) autorizam a rede SBT a realizar a “transferência indireta” de suas concessões no Rio de Janeiro (TV SBT – Canal 11), Porto Alegre (TV SBT – Canal 5), São Paulo (TV SBT – Canal 4) e Brasília (TV Stúdios de Brasília Ltda.) e a promover “modificação do quadro diretivo” dessas emissoras. Segundo o colunista Flávio Ricco, do UOL, a autorização é vista como uma reorganização societária, solicitada por Silvio Santos, para preparar a rede para ser passada para suas filhas, colocando a família Abravanel à frente de tudo. O movimento foi iniciado há pouco tempo, quando Patrícia Abravanel assumiu o controle da TV Alphaville. Ela passou a ter 55% das ações, enquanto Guilherme Stoliar, sobrinho de Silvio Santos, 45%. A assessoria de comunicação do SBT não se pronunciou sobre o assunto.

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  • TV

    SBT, Record e RedeTV ameaçam tirar seus canais dos pacotes de HD da TV paga

    19 de fevereiro de 2017 /

    Três das maiores redes da TV aberta brasileira, SBT, Record e RedeTV, se juntaram em uma parceria para forçar a TV paga a negociar uma compensação pela veiculação gratuita de seus sinais. A joint venture foi batizada de Simba e o primeiro ato dessa empresa foi cobrar as operadoras pelo uso de seus conteúdos em HD. Quando as operadoras vendem pacotes de TV, elas incluem as emissoras abertas, inclusive com sinal HD. Pois a Simba quer receber por isso e alega que as operadoras já pagam à Globo. As operadoras rebatem dizendo que as redes são concessões públicas gratuitas para o público e, se tiverem que pagar, o grande prejudicado será o consumidor, via aumento dos preços das assinaturas. Pois a Simba não quer saber como vai receber, desde que receba. E, se não receber, vai imitar a Fox em sua negociação com a Sky, cortando o sinal dos três canais em HD nos pacotes das operadoras. Se isso ocorrer, pela resolução da Anatel, as operadoras teriam de substituir esses canais por similares, que não existem. A alternativa para a falta de conteúdo correspondente é reduzir os preços dos pacotes para os assinantes. Para pressionar ainda mais as operadoras, a Simba abriu negociações com a Netflix para a venda do conteúdo dos três canais. O prazo dado para as operadoras se manifestaram vai até abril. A partir daí, caso não haja acordo, SBT, Record e RedeTV cortarão seus sinais nos pacotes HD da TV paga. Segundo levantamento do IBOPE, o público dos três canais nos serviços de assinatura equivale a 20% da audiência total da TV paga brasileira.

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  • Filme

    Danilo Gentili vai comandar versão brasileira do humorístico Drunk History

    8 de fevereiro de 2017 /

    O programa humorístico “Drunk History”, que faz sucesso nos Estados Unidos por colocar celebridades bêbadas para narrarem fatos históricos, vai ter uma versão brasileira, com narração e consultoria editorial e artística de Danilo Gentili. Batizada de “A História Bêbada – Drunk History”, a versão brasileira é uma parceria da Mixer Films com os canais Comedy Central e SBT. As esquetes serão exibidas pelo canal pago Comedy Central e também no programa “The Noite”, talk show apresentado por Danilo no SBT. Criado pelo canal de humor do Youtube “Funny or Die”, o “Drunk History” traz, a cada episódio, um artista convidado para narrar, entre um drink e outro, sua versão de uma fato histórico, enquanto um grupo de atores interpreta a narrativa, respeitando as situações insanas que a bebedeira inspirar. Na versão norte-americana, “Drunk History” já contou com atores famosos, como Winona Ryder, Alfred Molina, Bob Odenkirk, Owen Wilson, Jack Black, Will Ferrell, Bill Hader e Kristen Wiig para dar vida às narrativas alucinadas. Veja embaixo alguns episódios da série original.

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  • Filme

    Redes de TV brasileiras negociam disponibilizar conteúdo na Netflix

    26 de janeiro de 2017 /

    A briga entre a Netflix e as operadoras de TV por assinatura ganhou um desdobramento inusitado. Segundo a coluna do jornalista Ricardo Feltrin, a Simba, empresa formada por SBT, Record e RedeTV negocia com a Netflix a distribuição de seus conteúdos originais na plataforma de streaming. O acordo seria desdobramento de outro conflito de interesses. Desta vez entre as redes e as empresas que comandam o mercado de TV paga no Brasil. As emissoras de TV aberta que formam a Simba estão insatisfeitas com o fato de as operadoras não pagarem para transmitir seu sinal HD, mesmo que eles estejam inclusos em pacotes pagos. Assim, o acordo com a Netflix surge como uma alternativa para valorizar seus conteúdos. A empresa americana tornou-se altamente popular com o público brasileiro nos últimos tempos com seu serviço de streaming de filmes e seriados. O acordo com a Simba traria mais programação brasileira para a plataforma, incluindo novelas, séries, humorísticos, reality shows e programas jornalísticos. Aliando-se à Netflix, as redes também cutucam as empresas de TV por assinatura duplamente, já que, em geral, elas são vinculadas a grandes empresas de telefonia e internet. Há tempos estas companhias pressionam o governo por uma forma de tributar a Netflix, que oferece seus serviços ocupando grandes quantidades de banda sem pagar por isso, apoiando-se justamente na infraestrutura das empresas de telefonia para competir com as empresas de TV paga. A Simba também estaria planejando negociar a distribuição do conteúdo das redes com a rival americana da Netflix, a Amazon, que recentemente também começou a operar no Brasil.

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  • É Fada - Kéfera Buchmann
    Filme

    Maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2016 foram comédias e produtos televisivos

    17 de janeiro de 2017 /

    Dados das bilheterias brasileiras, revelados pelo site Filme B, confirmam a manutenção do perfil dos blockbusters nacionais. A tendência vista no ano anterior se repetiu, e as maiores bilheterias do cinema falado em carioquês e paulistano em 2016 foram produtos derivados da TV e comédias besteiróis. Muito acima dos demais, o fenômeno “Os Dez Mandamentos”, uma versão condensada de novela, tornou-se não apenas o filme mais visto do Brasil em 2016, mas em todos os tempos. Milagre, diriam alguns. A tendência ainda inclui a adaptação da novela infantil “Carrossel”, mostrando uma reação da Record e do SBT ao predomínio da Globo Filmes. Mas também chama atenção o sucesso de “Minha Mãe É uma Peça 2”, besteirol em que um comediante do Multishow (da Globosat) se veste de mãe, ao estilo da franquia americana “Madea”, que não é distribuída no país por, ironicamente, medo de fracasso comercial. O primeiro filme já tinha sido a maior bilheteria nacional de 2013. O atual foi lançado no final de 2016 e ainda continua acumulando público – após quatro semanas em cartaz, está em 2º lugar entre os filmes mais vistos do último fim de semana. Entre as curiosidades da apuração, lançamentos que trazem números em seus títulos faturaram mais alto que os demais. À exceção de “Os Dez Mandamentos”, que não é sequência de “Os Nove Mandamentos”, a lista dos blockbusters nacionais inclui diversas continuações, como a já citada “Minha Mãe É uma Peça 2”, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina, “, “Até que a Sorte nos Separe 3” e “Vai que Dá Certo 2”. Detalhe: “Até que a Sorte nos Separe 3” foi lançado no final de 2015. O roteirista Fil Braz, de “Minha Mãe É uma Peça 2”, também emplacou outro hit, “Tô Ryca”, que tem uma origem controversa, tamanhas são suas similaridades com o filme americano “Chuva de Milhões” (1985). Talvez a cara de pau seja outra característica marcante dos blockbusters nacionais. Três das comédias listadas tem ainda a mesma premissa, acompanhando um pobretão que vira novo rico de uma hora para outra: “Até que a Sorte nos Separe 3”, “Tô Ryca” e “Um Suburbano Sortudo”. O que parece indicar que o público brasileiro não quer ver nada realmente novo. Esta preferência reflete, inclusive, no sucesso de uma novela no cinema e na proliferação de sequências. O tom infantilóide da maioria dos besteiróis listados ainda encontra justificativa no êxito de filmes infantis, como “Carrossel 2” e “É Fada!”. Vale observar que, apesar de ser um longa estrelado por um(a) youtuber, “É Fada!” não chega a marcar uma nova tendência, já que a comédia do Porta do Fundos implodiu e o filme do Christian Figueiredo não fez tanto quanto se imaginava. Há apenas um drama original no Top 10, considerado um dos piores do ano no gênero: “O Vendedor de Sonhos”, baseado num best-seller de escritor de auto-ajuda. Cheio de frases impactantes que não dizem nada, o filme emula a ideia de um guru divino, transformando um sem-teto num Moisés hermano-urbano. Outra característica que salta e arranca os olhos: todos os 10 filmes mais vistos do país foram produzidos no eixo Rio e São Paulo. Sotaques diferentes só no circuito limitado. O pernambucano “Aquarius”, por sinal, foi a única produção da pequena distribuidora Vitrine Filmes, especialista em filmes de maior qualidade, na lista dos 20 longas nacionais mais vistos de 2016. Os chamados “filmes médios” ocuparam do 11º ao 20º lugar, num nicho estendido entre os 600 mil e os 100 mil ingressos vendidos. Nesta faixa, surge a preferência das cinebiografias, entre elas “Mais Forte que o Mundo”, sobre o lutador Zé Aldo, com 565 mil ingressos vendidos, e “Elis”, sobre a cantora Elis Regina, com 538 mil. Por fim, 11 dos 15 maiores campeões de bilheteria do país foram distribuídas pela dobradinha entre Downtown e Paris Filmes, que também monopolizam os grandes lançamentos nacionais, ocupando o maior número de salas disponíveis no parque cinematográfico brasileiro. Acessibilidade é um fator considerável para o sucesso. Confira abaixo a lista com os campeões nacionais de bilheteria. Top 10: Bilheterias do Brasil em 2016 1. Os Dez Mandamentos: 11,3 milhão de ingressos / R$ 116,8 milhões 2. Minha Mãe É uma Peça 2: 2,8 milhões de ingressos / R$ 36,9 milhões* 3. Carrossel 2: 2,5 milhões de ingressos / R$ 28,5 milhões 4. Até que a Sorte nos Separe 3: 2,4 milhões de ingressos / R$ 30,7 milhões 5. É Fada!: 1,7 milhão de ingressos / R$ 20,7 milhões 6. Tô Ryca: 1,1 milhão de ingressos / R$ 14,7 milhões 7. Um Suburbano Sortudo: 1 milhão de ingressos / R$ 14,3 milhões 8. Vai que Dá Certo 2: 923 mil ingressos / R$ 11,9 milhões 9. Um Namorado para Minha Mulher: 662 mil ingressos / R$ 9 milhões 10. O Vendedor de Sonhos: 611 mil ingressos / R$ 8,2 milhões

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  • Série

    SBT desenvolve série juvenil sobre a formação de uma boy band

    4 de janeiro de 2017 /

    A rede SBT está desenvolvendo uma série para o público juvenil sobre a formação de uma boy band. Intitulada “Z4”, será uma sitcom de 13 episódios, prevista para ir ao ar apenas em 2018. A trama vai girar em torno da reunião de quatro garotos na mansão do produtor musical Zé. Eles passam as férias treinando para se lançar como boy band. O piloto foi originalmente gravado em 2015, e tinha o ex-Titãs Paulo Miklos no papel do produtor musical. Já a banda era formada pelos atores Matheus Chequer, Gabriel Santana, Filipe Bragança e Matheus Lustosa, todos de “Chiquititas” (2013). A demora para tirar o projeto do papel se deve à opção do canal por buscar incentivo federal. A atração pleiteou e foi contemplada com R$ 2,6 milhões da Ancine (Agência Nacional do Cinema). O valor representa mais da metade do orçamento de “Z4” (R$ 4,6 milhões), que será realizada pela produtora independente Fábrica de Ideias Cinemáticas. O roteiro foi desenvolvido por Newton Cannito, colaborador de novelas como “Joia Rara” (2013). A direção será de Alexandre Boury (“Carrossel: O Filme”) e as gravações devem começar em outubro, após o elenco ser reformulado. Além de conseguir a verba para tirar o projeto do papel, o SBT também conseguiu R$ 4,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual, da Ancine, para a 2ª temporada de “A Garota da Moto”. Ao todo, a Ancine liberou R$ 17,4 milhões do Fundo Setorial para 11 produções – nove de TV e duas de cinema. Os recursos vêm da cobrança de taxas e tributos de companhias telefônicas, emissoras de TV, produtoras e distribuidoras de filmes. O dinheiro é concedido para produções independentes selecionadas pela Ancine, mas parte dele retorna para os cofres públicos.

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  • Série

    SBT voltará a exibir O Clube do Chaves em 2017

    28 de dezembro de 2016 /

    A rede SBT anunciou que voltará a exibir “O Clube do Chaves” em 2017. O programa, que reúne as melhores criações do humorista Roberto Goméz Bolaños (1929–2014), já foi ao ar entre 2001 e 2002 na grade do canal. Trata-se de uma releitura do “Programa Chespirito”, exibido no México entre 1970 e 1973 e 1980 e 1995, que junta os personagens clássicos do humorista, como Chaves, Chapolin, Dr. Chapatin, Chaveco e Pancada. O SBT não informou mais detalhes, como data de estreia, horário e frequência de exibição do programa.

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  • Música

    Chitãozinho e Xororó terão série biográfica no SBT

    15 de dezembro de 2016 /

    Chitãozinho e Xororó vão estrelar uma série biográfica no SBT. Segundo o colunista Flávio Ricco, do UOL, a atração terá mais de 20 episódios, prevista para estrear já no primeiro semestre do ano que vem. Apesar do cronograma acelerado, a série ainda não tem produtora amarrada. Três ou quatro estariam “conversadas”, de acordo com o colunista, para tocar esse projeto à frente. Apesar disso, a ideia é iniciar a produção ainda em janeiro. Segundo apurado, levar a história da sua carreira para a televisão era um antigo desejo da dupla, que já tem várias passagens pela emissora de Silvio Santos. Entre 1986 e 1988, eles até comandaram um programa de auditório no canal, criativamente chamado de “Programa Chitãozinho e Xororó”, e mais recentemente apresentaram o “Festival Sertanejo”, que acompanhava 14 cantores em busca do sonho de se tornar a nova voz sertaneja.

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  • Filme

    Pesquisa afirma que Netflix já fatura mais que o SBT no Brasil

    13 de dezembro de 2016 /

    Uma pesquisa sobre os dados da Netflix no Brasil, publicado pelo site Notícias da TV, aponta que o serviço de streaming já fatura mais que a segunda maior operadora de TV por assinatura e a terceira rede de TV aberta do país. De acordo com o estudo, a plataforma tinha 3,213 milhões de assinantes em outubro do ano passado. Saltou para 6,082 milhões em setembro de 2016. Se fosse uma operadora de TV por assinatura, só perderia para a Net, que tinha 7,293 milhões de clientes em outubro. A Sky fechou o mês com 5,310 milhões assinantes. Como um tíquete médio da assinatura custa R$ 22,90, é possível estimar, por essa projeção, que a Netflix arrecadou quase R$ 1,3 bilhão no ano – quase 30% a mais do que o SBT. A Netflix não divulga dados de assinantes e receitas por país, exceto os dos Estados Unidos. O lucro, porém, é bem maior que o dos concorrentes da TV aberta e fechada. Diferentemente das empresas programadoras e operadoras de TV paga, o serviço de streaming não paga diversos tributos. Além disso, tampouco segue as regras do audiovisual brasileiro. Apenas em novembro estreou sua primeira série nacional, a sci-fi 3%, que foi renovada para a 2ª temporada. Os canais pagos são obrigados, por lei, a produzir 1.070 horas anuais de conteúdos nacionais e independentes inéditos. Procurada pelo site, a Netflix disse apenas que “é uma empresa baseada no Brasil e paga todos os impostos devidos”.

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  • Filme

    Estreias: Masha e o Urso ocupa os cinemas em semana marcada por opções populares

    8 de dezembro de 2016 /

    Os cinemas recebem 10 estreias nesta quinta (8/12), entre elas três ficções brasileiras, e a maioria destinada aos shoppings. A mais ampla, por mais estranho que possa soar, é um programa de TV. A série animada russa “Masha e o Urso” chega a 470 salas em parceria com a rede SBT e com participações especiais de Maisa Silva e Silvia Abravanel. As duas gravaram introduções inéditas para os episódios da série, que mostram as confusões de uma menina e de seu melhor amigo urso, sempre pronto a protegê-la. A segundo maior estreia é “Fallen”, projeto de franquia juvenil que, tudo indica, terá só o capítulo inicial. Romance sobrenatural ao estilo de “Crepúsculo”, acompanha uma adolescente que, ao chegar numa nova escola, apaixona-se por um jovem misterioso e descobre que alguns de seus novos colegas são anjos – literalmente. Os livros de Lauren Kate são best-sellers com fãs completamente apaixonados. Entretanto, a distribuidora responsável pelo lançamento nos EUA abriu falência e a produção caiu no limbo. Para piorar, o subgênero a que pertence passou a dar prejuízo nas bilheterias, o que deixou o longa um ano parado, antes de começar a ser exibido em lugares como Filipinas, Singapura e Botswana. Para se ter noção, o Brasil responde por seu maior lançamento mundial. E são “só” 410 salas. O lançamento nacional mais amplo também é baseado num best-seller com muitos fãs. Trata-se de “O Vendedor de Sonhos”, do guru da auto-ajuda Augusto Cury, sobre, claro, um guru falastrão que adora recitar frases feitas. Curiosamente, a premissa não é muito diferente do clássico americano “A Felicidade Não se Compra” (1946). O personagem de Dan Stulbach tem o suicídio impedido por um andarilho que vai ensiná-lo a valorizar a vida. No filme de Frank Capra, era um anjo. Há, porém, uma reviravolta na trama que acaba por afastar de vez quaisquer aspectos fantasiosos. A direção é de Jayme Monjardim, especialista em melodramas novelescos bem fotografados. Os outros dois títulos brasileiros são comédias. “Tamo Junto” segue a linha do besteirol de título genérico, em que todo mundo é meio bobo, e marca a estreia do roteirista da série “Vai que Cola” (Leandro Soares) como protagonista. Na trama, ao se separar de Fernanda Souza (ex-“Malhação” e uma das atrizes da TV Globo do elenco), ele vai experimentar a vida de solteiro, mas não por muito tempo, porque a bela Sophie Charlotte (novela “Babilônia”) cruza seu caminho com cara de final feliz, mesmo que ela esteja de casamento marcado. Fabio Porchat (“Vai que Dá Certo”) também está no elenco, assim como o próprio diretor Matheus Souza (“Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida”). Único filme nacional que saiu do último Festival de Gramado sem ganhar prêmio algum, chega a 331 salas. Também com elenco da Globo, “O Amor no Divã” chega em 43 salas. Terceira comédia nacional recente com “Divã” no título, a produção parece piloto de série, girando em torno de uma psicóloga (Zezé Polessa) especializada em terapias de casal, que trata de um casal em crise e até de seu marido, que costumava ser galã romântico e agora lida com a impotência (o tempo passa, Daniel Dantas). O casal do “episódio” é formado por Paulo Vilhena (ex-adolescente a caminho da calvice) e Fernanda Paes Leme (que por coincidência fez “Divã a 2”). O filme tem direção do ator Alexandre Reinecke (novela “As Pupilas do Senhor Reitor”), que passou pelo teatro antes de fazer esta estreia no cinema. Há ainda um besteirol americano, “A Última Ressaca do Ano”, com Jennifer Aniston (“Família do Bagulho”), Jason Bateman (“Quero Matar Meu Chefe”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), T.J. Miller (“Deadpool”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e grande elenco. Na história, um grupo de funcionários de uma empresa decide organizar uma grande festa de fim de ano contra a vontade da chefe e acaba descobrindo que o evento pode salvar seus empregos. Típico de besteirol, tudo dá errado, antes de tudo dar certo. Em 288 salas. O circuito limitado ainda traz um último lançamento de apelo popular: “Para Sempre”, drama cristão baseado na real batalha de um homem contra a leucemia, que tem suas características de telefilme ressaltadas pela exibição em cópias dubladas. Por fim, os três filmes de menor distribuição são para poucos, em mais de um sentido. Principal sugestão da Pipoca Moderna para esta semana, “Como Você É” venceu o Prêmio do Júri do último Festival de Sundance. Passado no início de 1990, o filme apresenta a relação entre três adolescentes, traçando o começo da amizade dos jovens até um desfecho trágico, por meio de uma reconstrução de relatos díspares desencadeados por uma investigação policial. “Como Você É” marca a estreia de Miles Joris-Peyrafitte como diretor de longas e é uma ampliação de seu curta “As a Friend” (2014), igualmente premiado. Os títulos originais dos dois trabalhos são frases da música “Come As You Are”, do Nirvana. O elenco reúne os jovens Charlie Heaton (o Jonathan Byers da série “Stranger Things”), Owen Campbell (o Jared Connors da série “The Americans”) e Amandla Stenberg (a Rue de “Jogos Vorazes”), além da sumida Mary Stuart Masterson, estrela de clássicos como “Alguém Muito Especial” (1986), “Tomates Verdes Fritos” (1991) e “Benny & Joon” (1992). Infelizmente, só chega em 12 salas. O outro drama indie da programação é “Michelle e Obama”. O romance sobre o início do namoro dos futuros presidente e primeira dama dos EUA é melhor do que a premissa sugere, tendo, inclusive, concorrido a prêmios. Abre em 29 telas. O circuito se completa com o relançamento de “Blow-Up”, de Michelangelo Antonioni, clássico mod que inclui show dos Yardbirds, Jane Birkin fazendo sua transição de modelo para atriz num ménage à trois, Vanessa Redgrave matadora, homenagem a Hitchcock, trilha de Herbie Hancock, fotografia de moda e mímicos! Vencedor do Festival de Cannes em 1967, chega em 17 telas em versão restaurada. Clique nos títulos dos filmes para ver o trailer de cada estreia.

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  • Filme,  Série

    Masha e o Urso: Série animada ganha trailer de cinema com narração de Maisa Silva

    28 de outubro de 2016 /

    Projeto inusitado, a série animada russa “Masha e o Urso” chegará aos cinemas brasileiros em parceria com a rede SBT e com participações especiais de Maisa Silva e Silvia Abravanel, que irão interagir com os espectadores durante a projeção. O trailer divulgado pela Paris Filmes não deixa muito claro como essa “experiência interativa” vai acontecer, mas traz uma apresentação fofa de Maisa. Exibida no SBT, na TV Cultura e no Boomerang, “Masha e o Urso” é uma criação premiada de Oleg Kuzovkov sobre uma menininha que vive na floresta, protegida por um urso grande e paternal, que faz de tudo para evitar que ela sofra algum acidente. E é claro que ela vive atraindo situações em que precisa ser salva, mesmo sem saber. A premissa é baseada numa fábula russa e conquistou espectadores no mundo inteiro graças à distribuição internacional da Netflix. O “filme” vai juntar, segundo o release, episódios inéditos das duas próximas temporadas da série. A estreia nacional está prevista para 8 de dezembro.

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  • Etc,  Série,  TV

    Orival Pessini (1944 – 2016)

    14 de outubro de 2016 /

    Morreu o ator e humorista Orival Pessini, criador de personagens inesquecíveis, como Fofão, Patropi e Sócrates. Ele morreu na madrugada desta sexta (14/10), aos 72 anos, após passar duas semanas internado no Hospital São Luiz, em São Paulo, lutando contra um câncer. Orival Pessini iniciou sua carreira no teatro, mas foi na televisão que encontrou o sucesso. Sua estreia aconteceu no programa infantil “Quem Conta Um Conto”, na TV Tupi, em 1963. E boa parte de sua carreira seria marcada pelo relacionamento com as crianças. Na década de 1970, passou a usar maquiagem prostética, inspirada na franquia sci-fi “Planeta dos Macacos”, para viver os macacos Sócrates e Charles do programa humorístico “Planeta dos Homens”, na TV Globo. Sócrates, em especial, fez muito sucesso com o bordão “Não precisa explicar, eu só queria entender”. Mas isso não foi nada perto do fenômeno criado por seu próximo personagem, o desengonçado Fofão, lançado no programa infantil “Balão Mágico” em 1983. O boneco fez tanto sucesso que, com o fim do “Balão Mágico”, ganhou seu próprio programa: “TV Fofão”, mas em outro canal, na Bandeirantes, em que o personagem apresentava quadros humorísticos e desenhos animados. Pessini tirou sua inspiração para criar Fofão do filme “E.T. – O Extraterrestre” (1982), e o descrevia como “feio”, “uma mistura de cachorro, urso, porco e palhaço”. “Não é à toa que me baseei no ‘E.T.’ do Spielberg. Quando assisti ao filme na época fiquei com lágrimas nos olhos. Eu não pensei em fazer uma coisa bonita, mas sim uma coisa simpática, que demonstrasse ‘calor humano’, ‘sentimento'”, afirmou Pessini em maio deste ano no programa “The Noite”. Mesmo com o sucesso, Pessini continuou criando novos personagens, sempre escondendo o rosto atrás de maquiagem, inclusive quando parecia não usar nenhuma, como no caso de Patropi, que ele estreou no humorístico “Praça Brasil” (Band), em 1988. Seu tipo hippie também durou mais que o programa original, aparecendo em diversas outras atrações, como “Escolinha do Professor Raimundo” (Globo), “Escolinha do Barulho” (Record), “Escolinha do Gugu” (Record) e “A Praça é Nossa” (SBT). Ele ainda criou outros tipos, como Juvenal, Ranulpho Pereira e Clô, e ainda continuava surpreendendo na carreira, ao demonstrar talento dramático na minissérie “Amores Roubados” (2014), da Globo, como o padre José. Em 2015, ele também estrelou o sucesso “Carrossel – O Filme”, como o avô de Alicia (Fernanda Concon) e dono do acampamento Panapaná, em que as crianças da franquia vão passar férias, tornando-se conhecido por uma nova geração que talvez não soubesse que o simpático velhinho era o rosto verdadeiro de Fofão. Fofão foi considerado oficialmente “inesquecível” quando desfilou no carnaval paulista de 2014, homenageado por um samba enredo da Rosas de Ouro, que saudava, justamente, os personagens inesquecíveis que marcaram gerações Nos últimos anos, ele vinha brigando com a Carreta Furacão, por causa do Fofão genérico criado para acompanhar a atração musical. Pessini não gostava especialmente do uso político do personagem, que se destacou em protestos pelo Impeachment de Dilma Rousseff. Mas seu desejo d epreservar Fofão também se devia aos planos para sua criação. A produtora Farofa Studios está atualmente produzindo uma série animada com a personagem.

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