Pose: Série sobre a cena dançante LGBT de Nova York nos anos 1990 ganha pôsteres e novo trailer
O FX divulgou três pôsteres e o segundo trailer de “Pose”, nova e última série criada por Ryan Murphy para o canal (que já exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). A prévia destaca os personagens LGBT da produção, que fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. Além disso, a prévia destaca a ambientação da trama: a cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna). O vídeo, por sinal, é cheio de voguing. E não é por acaso que os cartazes lembram capas de revistas de moda (tipo… Vogue). Criada por Murphy, seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”), “Pose” traz em seu elenco LGBT os atores MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”), Angelica Ross (série “Transparent”) e os estreantes Indya Moore e Dominique Jackson, além de astros conhecidos como Evan Peters (série “American Horror Story”), Charlayne Woodard (série “The Leftovers”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”). A estreia acontece em 3 de junho. E será a última atração desenvolvida por Murphy para o FX, porque o produtor assinou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix.
Pose: Série LGBT+ de Ryan Murphy ganha primeiro trailer com muita música e dança
O FX divulgou o primeiro trailer de “Pose”, nova e última série criada por Ryan Murphy para o canal (que já exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). A prévia destaca os personagens LGBT+ da produção, que fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. Além disso, mostra ambientação da trama: a cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou um hit de Madonna). O vídeo, por sinal, é cheio de voguing, com direito a uma rápida explicação sobre a origem da dança. Esta explicação faz parte do aspecto mais intrigante do vídeo, que possuiu um estilo de falso documentário, com atores dando depoimentos como se fossem seus personagens. Criada por Murphy, seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”), “Pose” traz em seu elenco LGBT os atores MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”), Angelica Ross (série “Transparent”) e os estreantes Indya Moore e Dominique Jackson, além de “veteranos” como Evan Peters (série “American Horror Story”), Charlayne Woodard (série “The Leftovers”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”). A estreia acontece em 3 de junho. E será a última atração desenvolvida por Murphy para o FX, porque o produtor assinou um contrato milionário com a Netflix.
Joan Collins será avó de Evan Peters na próxima American Horror Story
Ryan Murphy vai incluir mais uma diva icônica em sua franquia de terror. A atriz Joan Collins, com uma carreira repleta de papéis de megera, incluindo uma passagem histórica pela série “Dinastia” original, entrou na 8ª temporada de “American Horror Story”, no papel de avó de Evan Peters, que integra o elenco regular da atração. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, a atriz Sarah Paulson, que também aparece em todas as temporadas da série, revelou como o criador do programa, Ryan Murphy, fez o convite para a veterana atriz. “Nós estávamos na festa do Oscar da Vanity fair, quando nos deparamos com ela. ‘Oh meu deus, é a Joan Collins’. Ele me pegou pela mão e fomos até ela. O acordo foi feito naquele salão. Foi incrível”, contou. Apesar de não oferecer muitos detalhes sobre o tema, Murphy disse que a temporada se passará no futuro próximo, no final de 2020, e será mais semelhante a “Asylum” e “Coven”, 2ª e 3ª temporadas da série. Além de atuar, Sarah Paulson e Evan Peter também deverão dirigir episódios do próximo ano, que ainda contará com as voltas de Kathy Bates, Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Adina Porter e Leslie Grossman ao elenco. As gravações vão começar em junho para uma provável exibição no outono norte-americano (entre setembro e novembro).
Projetos de séries sobre o escândalo sexual do presidente Bill Clinton são cancelados nos EUA
Dois projetos de séries envolvendo o escândalo sexual do ex-presidente Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky foram arquivados nos Estados Unidos: a minissérie “The Breach”, no canal History, e a adaptação do caso na série de antologia “American Crime Story”, do canal FX. “The Breach” deveria ser a primeira parte de uma nova série de antologia, “The Commanders” que dramatizaria “momentos cruciais da história dos EUA, que definiram o legado dos homens que serviram como presidentes dos Estados Unidos – do primeiro, George Washington, ao 42º, Bill Clinton”, segundo comunicado. As outras séries limitadas, sobre presidentes americanos como Ronald Reagan, Franklin Delano Roosevelt, Theodore Roosevelt e Thomas Jefferson, continuam em desenvolvimento. O capítulo de Clinton tinha sido anunciado como um thriller político focado no escândalo criado em torno da revelação de que o presidente estava tendo um caso com Monica Lewinsky, estagiária da Casa Branca. A produção seria baseada no livro “The Breach: Inside the Impeachment and Trial of William Jefferson Clinton” em que Peter Baker, jornalista do jornal Washington Post, afirma que o presidente quase renunciou no ápice do escândalo. Já a versão de “American Crime Story” estava sendo planejada para o quarto ano da atração, que acaba de encerrar sua 2ª temporada. A Fox 21 Television Studios e a FX Productions, parceiras do produtor Ryan Murphy no projeto, compraram os direitos de adaptação do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, de Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. Segundo o site The Hollywood Reporter, Murphy já estava trabalhando em ritmo acelerado na pré-produção, buscando atrizes para interpretar Monica Lewinsky e sua colega Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas da ex-estagiária com Bill Clinton. Mas, de repente, mudou de ideia, e informou a decisão em primeira mão a Monica Lewinsky, que encontrou em uma festa de Hollywood. “Eu disse para ela: ‘Ninguém deveria contar a sua história a não ser você, e é nojento se o fizerem. Se você quiser produzir comigo, eu adoraria, mas você deve ser a produtora e ganhar todo o dinheiro”, revelou o criador de “Glee” e “American Horror Story”, em entrevista ao THR. A 3ª temporada de “American Crime Story” vai girar em torno da tragédia do furacão Katrina e, no momento, não há mais nenhum tema definido para o quarto ano da atração.
Olivia de Havilland, de 101 anos, perde ação contra a série Feud
A ação movida pela lendária atriz Olivia de Havilland contra a série “Feud” não foi aceita pela justiça americana. O processo foi descartado pelo tribunal de Los Angeles nesta segunda (26/3). A atriz de 101 anos de idade acusava o canal FX de distorcer a verdade e manchar sua reputação ao retratá-la na 1ª temporada de “Feud”, na qual ela foi vivida por Catherine Zeta-Jones. Mas, no entendimento da Justiça americana, o direito da última estrela viva de “…E o Vento Levou” não está acima do direito da liberdade de expressão e criação, estabelecidos na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. A 1ª temporada de “Feud” era centrada na famosa rivalidade entre outras estrelas de Hollywood: Bette Davis, interpretada por Susan Sarandon, e Joan Crawford, encarnada por Jessica Lange. De Havilland é a única atriz viva dentre os personagens retratados na série. A advogada da atriz, Suzelle Smith, afirmou ante ao tribunal que a produção passa uma imagem negativa de sua cliente e viola seu direito à privacidade, ao mostrá-la na ficção referindo-se a sua irmã, Joan Fontaine, como uma “cadela” (“bitch”). “Uma das razões principais do grande respeito do público por Olivia de Havilland é que em sua carreira de mais de 80 anos sempre se negou a se envolver em fofocas de Hollywood sobre as relações entre os outros atores”, afirma a ação. Já a advogada do canal pago, Kelly Klaus, alegou em juízo que a ficção documental não se propõe a contar a história literalmente. “Essa é a função dos documentários”, afirmou. O tribunal de apelação não discutiu o mérito da calúnia, que seria outra ação, apenas considerou que a produção “Feud” estaria protegida constitucionalmente. Além disso, a Primeira Emenda exime os criadores de pagar pelos direitos da vida de alguém – porque a vida não é uma obra intelectual. “A decisão é uma vitória para a comunidade criativa e para a Primeira Emenda”, comemorou Ryan Murphy, criador da série, em um comunicado. “A vitória de hoje dá a todos os criadores o espaço necessário para respirar e continuar a contar histórias históricas importantes inspiradas em eventos reais. Acima de tudo, é um ótimo dia para a expressão artística e um lembrete de quão preciosa nossa liberdade permanece.”
8ª temporada de American Horror Story será protagonizada por Sarah Paulson, Evan Peters e Kathy Bates
A produção da 8ª temporada de “American Horror Story” já começou a definir seu elenco. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Ryan Murphy revelou que Sarah Paulson, Evan Peters e Kathy Bates vão retornar na nova história da antologia de terror. “Kathy e Sarah Paulson terão um monte de coisas ótimas para fazer”, Murphy disse à publicação. “Assim, com Evan Peters, os três serão os protagonistas deste ano.” Do trio, apenas Bates não participou da 7ª temporada. Ela não estava disponível durante o ano passado, devido à produção de sua série na Netflix. Mas como “Disjointed” – que era um horror de verdade – foi cancelada, seu retorno foi rapidamente arranjado. Ela vai retomar a trajetória iniciada na 3ª temporada, que lhe valeu três indicações ao Emmy e uma vitória na premiação em 2014. A Entertainment Weekly também apurou que a 8ª temporada pode ter o subtítulo de “Radioactive”. O canal pago americano FX ainda não anunciou a data de estreia dos novos episódios.
Ryan Murphy fecha contrato milionário de exclusividade para criar séries e filmes pra Netflix
Outro produtor de TV megafamoso firmou contrato de exclusividade para criar novas séries para a Netflix. Depois de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”, “Scandal”, “How to Get Away from Murder”), o serviço de streaming trouxe à bordo Ryan Murphy, o criador de inúmeros sucessos no estúdio de TV da Fox. O próprio CEO da Disney, Bob Iger, chegou a ligar para Murphy no momento da aquisição da Fox, demonstrando a importância do produtor para os planos da empresa. Mas a Netflix foi mais rápida. Após contratar duas novas produções de Murphy, “Ratched” e “The Politician”, ofereceu um contrato milionário, que o site Deadline calcula em US$ 300 milhões, para ter exclusividade em seus próximos projetos. Apesar desse contrato, as séries atuais de Murphy continuarão a ser produzidas pela Fox TV, como o novo sucesso “9-1-1” na rede Fox, e “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e a vindoura “Pose” no FX. Anteriormente, o produtor também criou “Nip/Tuck” no FX e as séries “Glee”, “The New Normal” e “Scream Queens”, exibidas na Fox, além do telefilme “The Normal Heart” na HBO e seu primeiro projeto, a cultuada série “Popular”, no antigo canal Warner. Sob o acordo de cinco anos, chamado “o negócio da vida de um artista” por fontes da indústria televisiva, Murphy e sua produtora criarão novas séries, filmes e até documentários exclusivamente na Netflix. “As séries de Ryan Murphy influenciaram o estilo de vida cultural global, reinventaram os gêneros e mudaram o curso da história da televisão. Sua dedicação implacável à excelência, a dar voz aos sub-representados, mostrar uma perspectiva única ou simplesmente chocar, impregna seu trabalho que quebra gêneros”, disse Ted Sarandos, Diretor de Conteúdo da Netflix, em comunicado. “De Nip/Tuck – nossa primeira série licenciada – para “American Crime Story: The People v. OJ Simpson” e “American Horror Story”, nós vimos como seu tipo de narrativa cativa consumidores e críticos em todo o mundo. O seu célebre trabalho e suas contribuições para a nossa indústria falam por si próprios, e estamos ansiosos para apoiar Ryan a levar suas histórias amplas e diversas para o mundo inteiro”. “Não perdi de vista a importância desse momento”, disse Murphy, dando perspectiva ao acordo. “Eu sou um garoto gay de Indiana, que se mudou para Hollywood em 1989 com US$ 55 no meu bolso, então, o fato de que meus sonhos se cristalizaram e se tornaram realidade de uma maneira tão grande é algo muito emocional e esmagador pra mim. Estou impressionado pela apreciação genuína de Ted Sarandos, Reed Hastings e Cindy Holland da Netflix por acreditarem em mim e no futuro da minha empresa, que continuará a defender mulheres, minorias e heróis e heroínas LGBTQ, e estou honrado e grato por continuar minha parceria com meus amigos e colegas da Fox em nossos shows existentes”, ele declarou. O acordo entre Murphy e a Netflix encerra – pelo menos por enquanto – uma das colaborações mais bem-sucedidas entre um criador e um executivo na televisão. Mas não houve brigas. “Desejo tudo de melhor a Ryan e sei que todos na nossa empresa sentem o mesmo”, disse a presidente da Fox TV Group Dana Walden, que trabalha em estreita colaboração com Murphy há anos e o conta como um amigo pessoal próximo. “Temos sorte de ter tantos projetos com ele”. Segundo o site Deadline, Walden também teria sido abordada ara se juntar a Murphy na Netflix. Ela chegou a ser cortejada pela Amazon no final do ano passado, e se mantém comprometida com seu trabalho na Fox, onde seu contrato expira no final deste ano, embora seja vista como líder potencial da Disney-Fox. Murphy e Walden chegaram, recentemente, explorado a possibilidade de lançarem uma empresa em conjunto e, dada a longa história da dupla e seu relacionamento muito próximo, é possível que eles voltem a se juntar no futuro. Em janeiro, Murphy explicou que a compra da Fox pela Disney tinha mudado todos os seus planos. “Três meses atrás, pensei que seria enterrado no lote da Fox. Tinha até meu mausoléu escolhido”, disse Murphy. “Mas o material que eu faço não é especificamente para Disney. Eu fiquei preocupado: vou ter que começar a colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story’?” Aparentemente, nem uma ligação do próprio Bob Iger conseguiu acabar com essa preocupação. Assim, a Disney acabou ajudando a Netflix.
Gwyneth Paltrow e Barbra Streisand negociam estrelar nova série de Ryan Murphy
A Netflix vai produzir mais uma série de Ryan Murphy (criador de “American Crime History” e “Feud”). Intitulada “The Politician”, a nova série não teve detalhes revelados, mas trará o ator Ben Platt (“A Escolha Perfeita”) no papel de um político e vai abordar questões sociais com humor. Além de Platt, o elenco deve incluir as atrizes Barbra Streisand (“Minha Mãe é uma Viagem”) e Gwyneth Paltrow (“Homem de Ferro 3”), que estão em negociações para integrar a produção. Além de estrelar, Streisand negocia dirigir episódios e Paltrow pretende coproduzir a atração. O acordo de exibição está sendo considerado pela indústria do entretenimento dos EUA como o maior negócio televisivo do ano, pois levou a Netflix a superar propostas da Amazon e da Hulu, garantindo antecipadamente a produção de duas temporadas. Ryan Murphy já tinha anteriormente fechado com a Netflix a produção da série “Hatched”, prólogo do filme “O Estranho no Ninho” (1975), que será estrelada por Sarah Paulson (série “American Horror Story”). “The Politician” foi desenvolvido por Murphy em parceria com Brad Falchuk e Ian Brennan, seus sócios habituais. Falchuk é noivo de Gwyneth Paltrow. A série ainda não tem previsão de estreia.
9-1-1 garante 2ª temporada após exibição do segundo episódio
A rede Fox renovou em tempo recorde a nova série “9-1-1”, do produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”). A encomenda da 2ª temporada foi feita após a exibição do segundo episódio, que manteve uma audiência elevada para os padrões do canal. A estreia, em 3 de janeiro, foi assistida por 6,8 milhões de telespectadores, e o segundo episódio, exibido em 10 de janeiro, atingiu 5,5 milhões ao vivo. O detalhe é que os números aumentam em mais de 50% com a soma do público de outras plataformas. O primeiro capítulo foi exibido logo após a estreia da 11ª temporada de “Arquivo X”, às 21h, e atraiu 1,6 milhão telespectadores a mais, um aumento de 30% na audiência. O resultado representou a maior abertura de uma série nova da Fox desde “Lethal Weapon” (7,8 milhões) em 2016. Centrada nos profissionais que fazem o atendimento das chamadas de emergência nos Estados Unidos, a série explora as experiências estressantes da polícia, médicos e bombeiros que as ligações de socorro enviam para situações de risco, assustadoras e chocantes. Um diferencial é que todas as histórias são baseadas em emergências reais, registradas nas gravações das chamadas para o serviço telefônico 911. O elenco destaca Connie Briton (que saiu recentemente de “Nashville”) como atendente telefônica, Peter Krause (“The Catch”) como bombeiro e Angela Bassett (“American Horror Story”) como policial, além de Kenneth Choi (“The Last Man on Earth”), Oliver Stark (“Into the Badlands”), Aisha Hinds (“Under the Dome”) e Rockmond Dunbar (“Prison Break”). Produzida por Murphy e seu parceiro Brad Falchuk, “9-1-1” tem apenas 13 episódios em sua 1ª temporada. A Fox não informou quantos capítulos terá a 2ª temporada, nem a previsão de estreia.
Família de Versace protesta contra série que mostrará o assassinato do estilista italiano
A família do estilista Gianni Versace está protestando contra o canal pago FX por conta da 2ª temporada de “American Crime Story”, que ganhou o subtítulo de “The Assassination of Gianni Versace”. A reclamação é que se trata de um “trabalho de ficção”, vendido como história real, e que não há autorização para a série de antologia. “A família Versace não autorizou nem teve algum envolvimento com a vindoura série de TV sobre a morte do Sr. Gianni Versace”, disse um comunicado emitido pela grife Versace aos meios de comunicação na segunda (8/1). “Como Versace não autorizou o livro em que a trama parcialmente se baseia, nem participou da redação do roteiro, esta série de TV só deve ser considerada como uma obra de ficção”. O canal FX respondeu com seu próprio comunicado. “Como a série original, ‘American Crime Story: The People Vs OJ Simpson’, que se baseou no best-seller de não-ficção de Jeffrey Toobin, a sequência, ‘The Assassination of Gianni Versace’, é baseado na pesquisa verificada do best-seller de não-ficção de Maureen Orth “Vulgar Favors”, que examinou a vida de crimes de Andrew Cunanan. Nós defendemos o meticuloso relato da Sra. Orth.” O livro de Maureen Orth, sobre o qual a série limitada do roteirista Tim Rob Smith se baseia, foi publicado em 1999 e também não teve aprovação da família Versace. A série aprofunda os eventos que levaram ao assassinato do icônico estilista italiano, que foi baleado na frente de sua mansão de Miami Beach em 1997. Ele tinha 50 anos quando se tornou vítima de Andrew Cunanan, um serial killer que matou quatro homossexuais antes de chegar em Versace. Em novembro, a irmã de Versace e atual diretora da grife, Donatella Versace, disse que não tinha intenção de assistir a série, apesar da amizade com sua intérprete, a atriz Penélope Cruz (“Zoolander 2”). “Falei com Penélope. Ela é uma amiga e disse que vai me tratar com respeito – sim, mas não sei o que será [mostrado], a partir de um livro que diz incríveis falsidades”. Além da estrela espanhola, o elenco também destaca o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. O criador da série, Ryan Murphy, dirige o primeiro episódio, que vai ao ar em 17 de janeiro nos Estados Unidos.
Próxima temporada de American Horror Story vai se passar no futuro
O produtor Ryan Murphy revelou as primeiras dicas do que se pode esperar para as próximas temporadas de “American Horror Story”. Durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), ele revelou que a 8ª temporada da série vai se passar no futuro. “A trama vai se passar no futuro. Ainda é temático, mas ambientado no futuro, o que é algo que nunca fiz, mas acho que as pessoas vão gostar. É diferente do que fizemos antes”, disse o produtor. Além disso, Murphy adiantou que a 9ª temporada deverá ser o prometido crossover entre temporadas anteriores, mais especificamente “Murder House” e “Coven” (as temporadas 1 e 3, respectivamente). A ideia é trazer de volta o elenco das duas temporadas, que lidaram com uma casa mal-assombrada e uma escola de bruxas. Ele afirmou que o crossover só não será realizado neste ano devido à impossibilidade de agenda dos atores. Um detalhe é que parte do elenco (Jessica Lange, Evan Peters, Sarah Paulson, Lily Rabe, Denis O’Hare, Frances Conroy e Taissa Farmiga) apareceu nas duas histórias como personagens diferentes.
Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas
Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).
Arquivo X retorna com menos audiência que a nova série de Ryan Murphy
A rede Fox foi responsável pelas primeiras estreias de séries em 2018. Exibidos na noite de quarta (3/1), o episódio inaugural de “9-1-1” e o retorno de “Arquivo X” tiveram recepções bem diferentes nos Estados Unidos, segundo medição de audiência da Nielsen. O começo da 11ª temporada de “Arquivo X” foi ao ar às 20h, diante de 5,2 milhões de telespectadores ao vivo e com registro de 1,4 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A audiência foi considerada fraca em relação à média do revival original, também conhecido como 10ª temporada, assistido por 8,2 milhões de telespectadores por episódio. Já a novata “9-1-1” impressionou com 6,8 milhões e 1,8 na demo, a maior audiência da noite na TV americana. A atração foi exibida logo após “Arquivo X”, às 21h, e atraiu 1,6 milhão telespectadores a mais, um aumento de 30% na audiência. O resultado representa a maior estreia de uma série nova da Fox desde “Lethal Weapon” (7,8 milhões) em 2016. “9-1-1” é a mais nova produção da dupla Ryan Murphy e Brad Falchuk (“American Horror Story”) e pretende explorar as experiências estressantes da polícia, paramédicos e bombeiros que as ligações de emergência enviam para situações de risco. O elenco destaca Connie Briton (que saiu recentemente de “Nashville”) como atendente de ligações de emergência, Peter Krause (“The Catch”) como bombeiro e Angela Bassett (“American Horror Story”) como policial. E o diferencial é que todas as histórias são baseadas em emergências reais, registradas nas gravações das chamadas para o serviço telefônico 911.











