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    Ben Mendelsohn revela que há várias versões alternativas para as principais cenas de Rogue One

    29 de dezembro de 2016 /

    O ator Ben Mendelsohn, que interpreta o vilão Orson Krennic em “Rogue One: Uma História Star Wars”, disse em entrevista ao site Collider que a quantidade de cenas filmadas e refilmadas no prólogo de “Guerra nas Estrelas” faz com que haja diversas versões completamente diferentes de diversas sequências de ação do filme. “O diretor tinha múltiplas maneiras de enfocar cada cena, por isso criou leituras múltiplas delas. Dependendo do que fosse decidido, haveria um leque de opções para abordar diferentes possibilidades. E eu sei, por ter visto as cenas cruciais durante o processo, que há inúmeras leituras diferentes para ao menos quatro dos principais momentos”, revelou o ator. Ele ainda multiplicou o número de cenas quando perguntado se poderia ser lançada uma edição alternativa de “Rogue One” com o material filmado. “Absolutamente, com enormes diferenças em 20 ou 30 cenas”. Segundo o ator, ver o filme proporcionou diversas surpresas. Ele revelou que as refilmagens serviram para fornecer “pontes” entre trechos de versões completamente diferentes de algumas cenas, possibilitando uma montagem que aproveitou o melhor de cada ideia registrada ao longo da produção. Em resumo: os extras do Blu-ray de “Rogue One” deverão ter farto material, com muitas cenas deletadas e versões alternativas.

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  • Filme

    Bilheteria inflada de Minha Mãe É uma Peça 2 revela que distribuidoras contabilizam mais de mil salas invisíveis no país

    26 de dezembro de 2016 /

    Os números impossíveis das estreias dos cinemas do fim de semana no Brasil chegaram. E enquanto a Paris Filmes celebra o fato de Paulo Gustavo ter mais Força que Darth Vader no Brasil, os recordes festejados revelam que as distribuidoras contabilizam mais de 1,5 mil salas invisíveis no país – ou seja, 50% mais salas que o circuito efetivamente mapeado pela Ancine. Segundo relatórios divulgados pelo site Filme B (veja a tabela completa abaixo), “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” registrou a segunda melhor estreia nacional do ano com R$ 8,7 milhões, ficando atrás apenas de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O longa foi visto por cerca de 715 mil pessoas nos últimos quatro dias e estreou em mais de mil salas, o que deveria equivaler a um terço do parque exibidor nacional e também o consagraria como o maior lançamento entre as comédias nacionais de todos os tempos. O detalhe é que a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” também foi lançado em circuito similar. E, para isso, era de se imaginar que “Rogue One – Uma História Star Wars” precisasse sair de cartaz na maioria das salas em que se encontrava, uma semana após registrar uma das maiores estreias do ano no país. Mas não foi o que aconteceu. “Rogue One – Uma História Star Wars” apareceu em 2º lugar, com uma arrecadação de R$ 3,7 milhões, ainda em mais de mil salas, seguido por “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez R$ 2,6 milhões em 980 salas. Basta vislumbrar o desempenho destes três filmes para perceber que, se os números de seus circuitos estão corretos, não deveria haver mais nenhum outro filme em cartaz no país. Em cinema algum. Há um ano, a Ancine publicou um balanço do parque exibidor nacional, revelando que o Brasil encerrou 2015 com um pouco mais de 3 mil salas em funcionamento. O país não atingia esta marca desde 1977 e, no ano passado, cresceu em ritmo recorde com um acréscimo de 304 novas telas. Entretanto, a se acreditar nos números divulgados pelo mercado neste fim de semana, em 2016 o Brasil ganhou, por baixo, mais de 1,5 mil salas. Afinal, ainda segundo dados do Filme B, os filmes em cartaz do 4º ao 10º lugares também estão sim, por incrível que pareça, em salas de cinema. Na verdade, os dados fornecidos garantem que eles ocupam mais de 1,2 mil salas! E estes são os blockbusters. Há ainda o circuito alternativo… Não houve, porém, um milagre chinês na expansão do parque cinematográfico nacional. O mais recente relatório da Ancine, relativo ao terceiro trimestre de 2016, informa que o circuito realmente cresceu. De 3003 para… 3098 salas! A página que contém estes números pode ser conferida abaixo. O relatório ainda revela que, no último trimestre, o mercado de exibição brasileiro teve até crescimento 27% menor que no mesmo período em 2015. A íntegra do texto pode ser lida neste link. Vale observar que diversas salas alternam alguns filmes ao longo da semana e até do dia, tornando plausível que haja mais cópias exibidas do que salas disponíveis, especialmente no interior, onde a falta de telas exige maior flexibilidade. Mesmo assim, seria improvável considerar que essa prática de exceção fosse capaz de fazer o circuito inflar 50%. Ou seria capaz? O que é mais razoável? Questionar se a Ancine subestima o mercado, se as distribuidoras superestimam seus números, se o levantamento do Filme B é totalmente equivocado ou se metade dos cinemas do país exibem mais de dois filmes por semana? Um terço três filmes? Um quarto quatro filmes? Pois a resposta oficial oferecida para o mistério é que, sim, até mais da metade dos cinemas brasileiros exibem mais de um filme ao mesmo tempo. Saiba mais sobre esta explicação e suas consequências na continuação deste artigo – aqui.

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    Bilheterias: Rogue One pulveriza Passageiros e Assassin’s Creed nos cinemas dos EUA

    26 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” não teve dificuldades para se manter na liderança dos cinemas nos EUA pela segunda semana consecutiva. A produção da LucasFilm/Disney fez 64,3 milhões no fim de semana, quase o dobro da arrecadação do 2º lugar, a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) já fez mais de US$ 300 milhões nos EUA (passou de US$ 550 milhões em todo mundo). E isto tendo que enfrentar, nos últimos dias, nada menos que quatro estreias amplas. “Sing” foi o lançamento que se deu melhor, com US$ 35,9 milhões. Os demais foram pulverizados. A cara sci-fi “Passageiros”, orçada em US$ 110 milhões e estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, ficou em 3º, com modestos US$ 14,8 milhões. Mas bem pior foi a implosão de “Assassin’s Creed”, com US$ 10,2 milhões em 5º lugar. O fiasco só confirma, novamente e definitivamente, que Hollywood apenas perde dinheiro ao insistir em adaptar games. Para se ter ideia, o filme custou US$ 125 milhões. A surpresa positiva ficou por conta do desempenho da comédia “Tinha que Ser Ele?”, que abriu no 4º lugar com US$ 11 milhões, à frente do bombardeado “Assassin’s Creed”. Estrelado por Bryan Cranston e James Franco, “Tinha que Ser Ele?” nem estava sendo considerado nas projeções da indústria para o Natal. Orçada em apenas (para Hollywood) US$ 38 milhões, a produção conseguiu sobreviver à briga dos blockbusters de mais de US$ 100 milhões e deve dar lucro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 64,3 milhões Total EUA: US$ 318 milhões Total Mundo: US$ 555,4 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 35,2 milhões Total EUA: US$ 76,6 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 30,4 milhões Total Mundo: US$ 30,4 milhões 4. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 5.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 e Sing disputam cinemas com distribuição em mais de mil salas – cada!

    22 de dezembro de 2016 /

    O parque exibidor nacional anuncia um milagre natalino para esta semana. De uma hora para outra, as telas vão se multiplicar e teremos lançamentos dignos de recordes. Mas para isso é preciso acreditar em Papai Noel. Acreditar que o circuito vai tirar de cartaz “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu segundo fim de semana, após registrar uma das maiores estreias do ano, levando 906 mil pessoas aos cinemas. Lançado em mais de 1,2 mil cinemas na quinta passada (15/12), a saga espacial abriria mão de centenas de salas a partir desta quinta, num caso extraordinário de adormecer da Força. De acordo com as distribuidoras, “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” terá a maior estreia já vista de uma comédia brasileira – e a segunda maior estreia nacional de todos os tempos, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas, cerca de 3 vezes a distribuição do primeiro filme da dona Hermínia, lançado em 413 mil telas para virar o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). Mais impressionante é que um segundo filme também vai chegar em mais de mil salas ao mesmo tempo. A animação “Sing – Quem Canta seus Males Espanta” transformará sua competição de bichos cantores numa disputa pela bilheteria, com um lançamento em 984 salas, das quais mais da metade (553) são 3D. Sabe quantas salas de cinema existem no Brasil? Segundo o levantamento mais recente da Ancine, são 3126. Com as estreias arrasa-quarteirão de “Minha Mãe É uma Peça 2” e “Sing” sobram mil. E tem mais estreias na semana. A principal atração do circuito limitado é “Capitão Fantástico”, uma comédia indie que tem sido cotada a prêmios na temporada de fim de ano nos EUA, especialmente para o ator Viggo Mortensen, que concorre ao Globo de Ouro e ao SAG Awards (o prêmio do Sindicato dos Atores). Na trama, ele vive um professor que decide criar os seis filhos à margem da sociedade. O filme também rendeu um prêmio de direção a Matt Ross no Festival de Cannes e abre em 42 salas. O italiano “Belos Sonhos”, mais recente filme de Marco Bellocchio, que abriu a Mostra Internacional de São Paulo deste ano, estreia em 26 salas. E Isabelle Huppert volta aos cinemas em 16 salas, após causar frisson com “Elle”, como uma professora que vive um tumultuado processo de divórcio no francês “O Que Está por Vir”. Assim como “Elle”, o longa também é bastante premiado. Além de troféus de interpretação para a atriz, a diretora Mia Hansen-Løve recebeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 2016. Outro filme francês, “A Última Lição”, não faz a menor diferença em nove salas. Em compensação, o terror sul-coreano “O Lamento” não merecia meras quatro salas no Rio e São Paulo. Novo filme de Na Hong-jin, responsável pelo excelente suspense de serial killer “O Caçador” (2008), “O Lamento” acompanha a investigação de um policial que se depara com chacinas e superstição. Recebeu nota de obra-prima no site Rotten Tomatoes: 98% de aprovação da crítica americana. Cabe tudo isso em cartaz, sem afetar o desempenho formidável de “Rogue One”? E os outros filmes do Top 5 atual, incluindo “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, “Sully”, “O Vendedor de Sonhos” e “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”? Não se pode esquecer que há pelo menos outras 30 produções cinematográficas em cartaz. Por conta disso, o resultado das bilheterias deste fim de semana será dos mais interessantes de se acompanhar, já que parece tão embrulhado quanto um presente de Natal. Só vai dar para se descobrir o tamanho da surpresa na próxima segunda-feira (26/12). Clique nos títulos destacados para assistir aos trailers de cada estreia.

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  • Filme

    Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual

    20 de dezembro de 2016 /

    O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.

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  • Série

    Personagem de Rogue One vai aparecer no próximo episódio de Star Wars: Rebels

    20 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” pode ter sido devastador, mas a franquia só ganhou mais Força com o filme. Sem perder tempo, a LucasFilm já divulgou o primeiro “retorno” de um de seus personagens, num crossover com outra produção. E para agora, em janeiro. O rebelde Saw Gerrera é o destaque num vídeo de bastidores do próximo episódio de “Star Wars: Rebels”, animação exibida no canal pago Disney XD. E nessa participação ele terá, inclusive, a voz de seu intérprete no cinema, o ator Forest Whitaker. Curiosamente, Saw Gerrera surgiu como um personagem de animação, visto na série anterior, “The Clone Wars”, lutando ao lado de Anakin Skywalker. Décadas depois, os dois tomaram destinos opostos, com Saw fomentando a rebelião e Anakin virando Darth Vader. A reaparição em “Rebels” acontece entre estes dois momentos. Como a série se passa logo após os eventos de “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005), Saw é bem mais jovem que a versão vista em “Rogue One”. Um detalhe que liga a trama ainda mais à “Vingança dos Sith” é que o episódio especial vai se chamar “Ghosts of Geonosis”, numa referência ao planeta Geonosis, onde Anakin virou Vader. “Ghosts of Geonosis” será exibido em duas partes, a partir de 7 de janeiro nos EUA.

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  • Rogue One: A Star Wars Story
    Filme

    Rogue One estreia com muita folga no topo das bilheterias do Brasil

    19 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One – Uma História Star Wars” estreou no topo das bilheterias do final de semana no Brasil. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) levou 906 mil pessoas aos cinemas e faturou R$ 17,2 milhões, de acordo com dados da comScore. No mundo inteiro (exceto China, onde ainda irá estrear), o filme alcançou uma bilheteria total de US 290 milhões, dos quais US$ 155 milhões apenas nos EUA neste final de semana. O vice-campeão da bilheteria nacional, “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, ficou numa galáxia distante, levando apenas 130 mil pessoas aos cinemas. Em compensação, após cinco semanas em cartaz, ultrapassou a marca dos 4 milhões de espectadores.

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  • Filme

    Rogue One cumpre sua missão e valoriza ainda mais a franquia

    18 de dezembro de 2016 /

    “Durante a batalha, espiões rebeldes conseguem roubar os planos secretos da arma decisiva do Império, a Estrela da Morte”. A frase está no famoso texto de abertura de “Guerra nas Estrelas”, lançado em 1977. Usar como sinopse o prólogo do “Star Wars” original era uma escolha arriscada, já que todo fã da saga sabe como a história acaba. “Rogue One: Uma História Star Wars” assume o risco e entrega uma dos melhores filme da franquia. Com sete filmes, vários livros, animações, games, quadrinhos e tudo o mais que for possível licenciar, “Star Wars” deixou de ser uma série de cinema e foi se tornando – ao longo de quase quarenta anos – um mundo próprio, com seus fatos históricos, heróis e vilões. A grande ideia por trás de “Rogue One” é assumir a saga como História com H maiúsculo, uma narrativa sobre um tempo passado (o “Há muito tempo atrás” de suas aberturas) em um lugar longínquo (a “galáxia muito distante”). Assim como é possível se emocionar com “Band of Brothers” mesmo já sabendo quem venceu a 2ª Guerra Mundial, a experiência com “Rogue One” pode ser encarada como a representação de um fato histórico importante para a História da galáxia. Sabemos que os “espiões rebeldes conseguem roubar os planos secretos”, mas não como e nem quem são eles, e muito menos os sacrifícios exigidos para tal. O diretor Gareth Edwards (“Godzilla”) fez um filme de guerra, sujo, violento, em que os personagens são peças menores dentro de um acontecimento maior. Não espere jedis superpoderosos com feitos extraordinários, em “Rogue One” a missão é mais importante do que seus soldados. Mesmo assim, o filme segue a jornada do herói com a estrutura clássica dos filmes da série: Jyn Erso é a filha de uma pessoa importante (os laços familiares sempre fundamentais na mitologia da saga), possui um mentor misterioso e encontra aliados improváveis, incluindo um robô de personalidade forte (e além disso o clímax se divide em três linhas narrativas, como acontece nos outros episódios). O que difere é este olhar histórico, consciente da importância do que está sendo narrado e com poder de ressignificar o próprio “Episódio IV”, que deu início a tudo. O filme assume um tom mais sério e fatalista (com direito a referências a conflitos atuais em relação a guerras religiosas, armas de destruição em massa e terrorismo), mas também tem ótimas piadas e personagens cativantes. Este equilíbrio entre o macro (a História) e o micro (a relação entre os personagens) é o maior mérito de “Rogue One”, que consegue ao mesmo tempo ser diferente, mas também um típico “Star Wars” (incluindo as atuações irregulares). E apesar da experiência ser melhor para quem conhece o filme de 1977, trata-se de uma obra que pode ser vista por quem nunca teve contato com “Guerra nas Estrelas”, funcionando também de forma independente. Com bom ritmo, escala épica e um dos grandes momentos de toda a saga (que envolve alguns pobres rebeldes encurralados com uma porta que não abre totalmente), “Rogue One” é mais do que um passatempo até a chegada do “Episódio VIII” ou uma ponte pro “Episódio IV”: é bom cinema, bem escrito, bem dirigido e sem medo de tomar as decisões que precisa para cumprir sua missão: transformar a frase de abertura de um filme em uma obra de arte.

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    Rogue One arrasa as bilheterias dos EUA com estreia de US$ 155 milhões

    18 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” arrebentou as bilheterias dos EUA com a segunda maior estreia de dezembro em todos os tempos. Seus arrasadores US$ 155 milhões só foram menores que a arrecadação recorde de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 249 milhões), lançado no ano passado. O fenômeno é mundial, com estimados US$ 290 milhões de faturamento ao redor do mundo. O que só comprova o acerto da estratégia da Disney em multiplicar uma única saga da LucasFilm em diversos filmes derivados. Mesmo assim, a posta era alta, a ponto de a produção ter sofrido uma intervenção do estúdio, ganhando um novo final – várias cenas dos trailers simplesmente não aparecem no filme. Afinal, o futuro da franquia estava em jogo. “Rogue One” é o primeiro de uma série de spin-offs que explorarão o passado da saga espacial – um filme sobre a juventude de Han Solo já está em produção para 2018. Entretanto, também é a história mais sombria já realizada no universo “Star Wars” e não deixa espaço para uma “nova” continuação. Isto porque a continuação já foi feita e se chama “Guerra nas Estrelas” (1977) – rebatizado de “Star Wars: Uma Nova Esperança” após o crescimento desmedido da franquia. Resta aos fãs a “esperança” de rever Jyn Erso, a heroína vivida por Felicity Jones, em algum flashback, já que ela está contratada para aparecer em mais um “Star Wars”. O sucesso de “Rogue One” foi contrastado pelo fracasso do outro único lançamento amplo da semana. O drama fantasioso “Beleza Oculta” fez apenas US$ 7 milhões, marcando a pior estreia da carreira do astro Will Smith. Vale lembrar que ele foi considerado recentemente o segundo astro mais superestimado de Hollywood, atrás de Johnny Depp. Não bastasse o péssimo desempenho de público, o filme foi destruído pela crítica, com apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Uma bomba completa, que está marcada para detonar no Brasil em 26 de janeiro. Mas “Rogue One” não devastou tudo. “La La Land – Cantando Estações” também mostrou desempenho impressionante, ao subir para 7º lugar antes da ampliação completa de seu circuito. O musical, que venceu o Critics Choice Awards, o Festival de Toronto e concorre a sete prêmios no Globo de Ouro, está em cartaz em apenas 200 salas! “La La Land” tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 19 de janeiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 155 milhões Total EUA: US$ 155 milhões Total Mundo: US$ 290,5 milhões 2. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 11,6 milhões Total EUA: US$ 161,8 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 3. A Última Ressaca do Ano Fim de semana: US$ 8,5 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 51,3 milhão 4. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 7 milhões Total Mundo: US$ 11,6 milhões 5.

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  • Rogue One: A Star Wars Story
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    Felicity Jones tem contrato para fazer mais um filme como Jyn Erso

    16 de dezembro de 2016 /

    A produtora Kathleen Kennedy já afirmou, categórica, que “Rogue One: Uma História Star Wars” não teria continuação. E quem for ao cinema saberá claramente porquê. Mesmo assim, o site The Hollywood Reporter revelou que a atriz Felicity Jones, protagonista do longa, assinou um contrato para fazer mais um filme da franquia. “Rogue One” tem tudo para bater recordes de bilheteria, o que provavelmente levaria a Disney a pressionar a LucasFilm, presidida por Kennedy, a retomar os personagens de algum modo. O desfecho da história, porém, não sugere mesmo um “Rogue Two”. O que deve acontecer é a personagem de Felicity, Jyn Erso, aparecer em flashbacks da saga principal, ou mesmo num spin-off que se passe na mesma época de seu filme – que cronologicamente antecede os eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977). O fato é que, graças ao contrato assinado por Felicity Jones, os fãs ainda poderão ver Jyn Erso novamente. Nem que seja uma última vez.

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    Rogue One, prólogo da saga Star Wars, chega a mais de 1,2 mil cinemas no Brasil

    15 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” é disparada a maior estreia da semana. Mais que isso, com lançamento em mais de 1,2 mil telas, é também uma das dez maiores estreias de todos os tempos no país – o recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, distribuído em 1.504 salas há exatamente um ano – metade de todos os cinemas do Brasil. Bastante aguardado, o filme é um prólogo do clássico “Guerra nas Estrelas”, apresentando um grupo de rebeldes nunca visto antes na franquia, mas também o saudoso vilão Darth Vader. A trama gira em torno de uma missão para roubar os planos de construção da Estrela da Morte, a arma de destruição do Império que é derrotada no filme de 1977. Apesar de muitos relatos de problemas nos bastidores, o ritmo é empolgante e faz o longa escalar a lista dos melhores títulos da saga. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, também estreia neste fim de semana nos EUA – lá, em mais de 4 mil telas, isto é, em mais cinemas que todo o parque exibidor nacional. Adiado para não chegar aos cinemas tão próximo da tragédia da Chapecoense, “Sully – O Herói do Rio Hudson” também supera expectativas. Em cartaz em 261 salas, a produção conta a história real do piloto de avião que impediu um acidente de graves proporções ao realizar um pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova York, salvando a vida de todos os passageiros. Mas mesmo considerado um herói pela mídia, ele precisou lidar com o escrutínio e acusações, durante a investigação de seus atos. Lembra “O Voo” (2012), mas consegue superar comparações, muito por conta da dobradinha formada pelo ator Tom Hanks e o diretor Clint Eastwood, dois veteranos que não enferrujam, apenas se aprimoram. Sucesso de bilheteria e crítica nos EUA (86% de aprovação), tem aparecido até em algumas listas importantes de Melhores Filmes do ano. Com ainda mais destaque na temporada de premiações, “Neruda” é a obra sul-americana mais celebrada do ano. Candidato do Chile ao Oscar, o novo filme de Pablo Larraín é uma delícia, que usa tom farsesco para contar fatos reais: a caçada policial ao poeta Pablo Neruda, “o comunista mais importante do mundo”, no final dos anos 1940. Sofisticado por um lado, no uso da metalinguagem, o longa também usa elementos de comédia maluca, evocando até a franquia “Pantera Cor-de-Rosa” na forma atrapalhada com que o inspetor vivido por Gael Garcia Bernal tenta prender aquele que é muito mais esperto que ele. Estreia em 34 telas. Sem muito espaço no circuito devido à guerra de blockbusters, a comédia brasileira “Magal e os Formigas” também tem seu jeito surreal de lidar com a realidade. O filme é praticamente uma homenagem ao cantor Sidney Magal, girando em torno de um fã mau-humorado que, em meio à crise financeira, resolve entrar num concurso para imitá-lo. No processo, acaba redescobrindo o bom humor. E tudo isso com uma ajuda do próprio Magal, que aparece apenas para ele, dando-lhe conselhos de vida. Há quem lembre de “Quero Ser John Malkovich” (1999), mas o tom abordado está mais para “A Procura de Eric” (2009), com direito à parábola moral de fábula encantada. Não que esteja neste nível ou seja tão engraçado quanto parece. As piadas fraquinhas renderam apenas 16 salas. O circuito limitado ainda recebe duas produções de perfil de festival. O romeno “Sieranevada” chegou a ser exibido em Cannes, e gira em torno do encontro de uma grande família num jantar para celebrar seu patriarca recém falecido. O diretor Cristi Puiu (“Aurora”) dá ao evento um tom de tragicomédia – em 13 salas. Bem mais ambicioso, o nepalês “Nas Estradas do Nepal” foi exibido em Veneza e usa a jornada de dois meninos, de castas e crenças diferentes, para retratar uma região belíssima, que ganha contornos horríficos por viver tantos anos mergulhada em guerra. Apesar do tema universal, o diretor estreante Min Bahadur Bham optou por uma filmagem de câmera parada, que não deixa o filme ser confundido com uma versão infantil de Hollywood sobre a barbárie. Por isso, a distribuição é confinada a apenas quatro salas do Rio e uma de Porto Alegre. Clique nos títulos de cada lançamento para ver seus trailers.

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    Primeiras reações declaram Rogue One o melhor filme da franquia Star Wars

    11 de dezembro de 2016 /

    A força despertou novamente. A pré-estreia mundial de “Rogue One: Uma História Star Wars” enlouqueceu os fãs de cinema de Los Angeles e não apenas pela presença de Darth Vader e Storm Troopers no tapete vermelho. Após sua primeira projeção para o público (com 2 horas e 18 minutos de duração), o filme recebeu com longos aplausos e elogios rasgados. A maioria da plateia era formada por críticos, e o comentário mais comum foi que “Rogue One” resgata o clima da trilogia original, iniciada em 1977 com o filme antigamente conhecido como “Guerra nas Estrelas”. Alguns mais exaltados foram ao Twitter dize que se trata do melhor filme do universo Star Wars. Um dos mais empolgados, o humorista norte-americano Dane Cook tirou foto com Darth Vader e disse que não via a hora de assistir novamente ao filme. “Este pode ser o melhor filme de Star Wars!!”, escreveu nas redes sociais. Mas os elogios não vieram apenas de quem buscava atenção. Até o sóbrio crítico da revista The Hollywood Reporter, Scott Feinberg, parabenizou a Disney e a LucasFilm para afirmar que o filme é excelente. “Pessoas ao meu redor diziam que é até melhor que ‘Star Wars: O Despertar da Força'”, ele apontou. Geek assumido, o diretor e ator Kevin Smith foi além: “Holy Sith! ‘Rogue One’ é inacreditavelmente maravilhoso. Não é mentira: é como um ‘Império Contra Ataca’ ótimo. Um excelente capítulo no universo ‘Star Wars’.” “A última vez que eu amei um filme ‘Star Wars’ tanto quanto amei ‘Rogue One’ foi em 1977”, postou o ator Wil Wheaton, até hoje lembrado por seu papel na série “Star Trek: The Next Generation”, nos anos 1980. A recepção calorosa certamente deixou a Disney aliviada. Afinal, o longa foi assolado por rumores de problemas de bastidores, refilmagens e consertos na pós-produção. Segundo boato espalhado pela coluna Page Six, do jornal The New York Post, os executivos da Disney teriam ficando insatisfeitos com o primeiro corte do diretor Gareth Edwards (“Godzilla”), o que teria levado a refilmagens. Segundo o Hollywood Reporter, o diretor e roteirista Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) reescreveu o roteiro e dirigiu boa parte do filme, além de ter compartilhado o comando de toda a sua edição. Ele não ganhará créditos pelo trabalho, mas em compensação teria recebido US$ 5 milhões – mais que Edwards originalmente recebeu como diretor oficial. “Rogue One: Uma História de Star Wars” acompanha um grupo rebelde numa missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a nova arma de destruição planetária do Império, situação sua trama como prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977). No elenco estão Felicity Jones (“A Garota Dinamarquesa”), Diego Luna (“Elysium”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”) e a voz de James Earl Jones, que novamente dublará Darth Vader, como na trilogia clássica. A estreia acontece na quinta, 15 de dezembro, no Brasil e os ingressos já estão à venda.

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    De Rogue One a Assassin’s Creed, excesso de superproduções pode gerar megafracassos no fim do ano

    11 de dezembro de 2016 /

    As próximas duas semanas de dezembro vão colocar nas telas de cinema dos EUA nada menos que quatro candidatos potenciais a blockbuster. Mas a lei da física ensina às criancinhas que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Imagine, então, quatro. “Rogue One: Uma História Star Wars” é o mais esperado de todos e sai na frente, com lançamento em 16 de dezembro nos EUA (15 de dezembro no Brasil). Sua estreia em 1º lugar é mais que garantida e, se não for um desastre completo – há relatos de muita agitação em seus bastidores – , deverá manter a posição na semana seguinte, onde enfrentará nada menos que três superproduções simultaneamente. A “battle royale” nas bilheterias norte-americanas inclui a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, a adaptação do game “Assassin’s Creed” e a sci-fi “Passageiros”. Os três serão lançados no dia 21 de dezembro nos EUA – no Brasil, a disputa é aliviada com o adiamento dos dois últimos para 5 de janeiro. Como todos possuem grandes orçamentos, os piores desempenhos tenderão a gerar grandes prejuízos. Ou seja, pelo menos um deles será marcado como um megafracasso, abrindo em 4º lugar com bilheteria girando em torno de US$ 20 milhões – o que é péssimo, considerando que o mais barato deles custou US$ 75 milhões, sem a verba de marketing. Como qualquer retrospectiva do ano poderá facilmente demonstrar, animações com bichinhos falantes – no caso de “Sing”, até cantantes – faturaram alto em 2016. E as projeções de mercado apontam que o longa da Illumination/Universal deve mesmo ficar com o 2º lugar, atrás de “Rogue One”, em sua estreia. O que deixa Magneto contra Rogue, ou melhor o filme estrelado por Michael Fassbender, “Assassin’s Creed”, em rota de colisão contra o filme estrelado por Jennifer Lawrence, “Passageiros”, na luta pelo 3º lugar. Ah, no meio disso tudo, ainda entrará “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, fantasia infantil de monstro com a atriz de “Rogue One”, Felicity Jones. E é um curioso caso de filme de monstro que se apavorou com a voracidade de Hollywood. Seu estúdio preferiu um plano mais furtivo de lançamento, fazendo uma distribuição limitada enquanto os grandões se devoram, para abrir em mais salas apenas na primeira semana de janeiro. Se vai dar certo ou se vai dar 5º lugar, o distinto público só saberá no começo de 2017.

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