PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Vilão de Game of Thrones vai viver guitarrista do Mötley Crüe em filme

    22 de janeiro de 2018 /

    A cinebiografia da banda Mötley Crüe, intitulada “Dirt”, definiu seus intérpretes principais. E um deles é um famoso vilão televisivo. O ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) negocia o papel do guitarrista Mick Mars. A banda se completa com Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. Produção da Netflix, o filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O livro relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, em situações descontroladas de sexo e drogas, que os tornaram mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, e eventualmente causaram a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, os problemas começaram em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades, com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson, em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. Não há previsão para a estreia na plataforma de streaming.

    Leia mais
  • Música

    Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro pôster

    20 de janeiro de 2018 /

    O filme “Lord of Chaos”, uma das avant-premières mais esperadas do Festival de Sundance 2018, divulgou seu primeiro pôster. E é puro heavy metal. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, “Lord of Chaos” é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa pretende narrar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Mas a linha entre realidade e publicidade logo começou a se fundir, e a banda se viu envolvida em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg, Jack Kilmer interpretará Dead, Valter Skarsgård incorporará Faust e Sky Ferreira dará vida a uma personagem chamada Ann-Marit, que não faz parte de nenhuma banda da época. Uma possibilidade é Ann-Marit Sæbønes, prefeita de Oslo no período do assassinato de Euronymus. Já Faust deve ser Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Para completar, a trilha do filme, nas cenas não musicais, também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial acontece na terça (23/1) em Sundance e ainda não há previsão de lançamento comercial.

    Leia mais
  • Série

    Johnny Depp vai produzir série sobre estúdio musical lendário dos anos 1960

    18 de janeiro de 2018 /

    O ator Johnny Depp vai produzir uma série dramática sobre o estúdio FAME, que revolucionou a música americana nos anos 1960, graças à gravação de diversos clássicos da música soul. A série vai contar a história real do lendário produtor Rick Hall, que transformou o FAME (Florence Alabama Music Enterprises), localizado em Muscle Shoals, interior do Alabama, no cenário de surgimento de algumas das músicas mais famosas de todos os tempos. Entre os artistas que gravaram hits no estúdio estão Aretha Franklin, Wilson Pickett, Etta James, Percy Sledge, Otis Redding, Clarence Carter, Solomon Burke, Allman Brothers Band e até os Rolling Stones. A trama é baseada na autobiografia de Rick Hall, “The Man From Muscle Shoals: My Journey from Shame to Fame”. A adaptação está a cargo da roteirista Bettina Gilois (do telefilme “Bessie”), a produção musical é da roqueira Nancy Wilson (da banda Heart) e entre os produtores também estão Greg “Freddy” Camalier, que dirigiu o documentário “Muscle Shoals: Um Lendário Estúdio de Rock” (2013), sobre a mesma história, e Richard Branson, que era dono da antiga gravadora Virgin. O projeto está em estágio inicial e ainda não há canal definido para sua exibição.

    Leia mais
  • Música

    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie chega à TV brasileira

    10 de janeiro de 2018 /

    O documentário “The Last Five Years”, sobre os últimos cinco anos da vida de David Bowie, será exibido na noite desta quarta (10/1) no canal pago Bis, às 21h30. Inédito no Brasil, o filme detalha o processo criativo dos dois últimos álbuns do cantor, “The Next Day”, lançado em 2013, e “Blackstar”, lançado em 2016, dois dias antes da morte do artista, que completa dois anos neste 10 de janeiro. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” foi transmitido nos Estados Unidos pela HBO na segunda-feira, no aniversário do cantor, festejado em 8 de janeiro. Veja o trailer abaixo.

    Leia mais
  • Música

    Retrospectiva: Os 20 melhores clipes de música indie, rock e eletrônica de 2017

    1 de janeiro de 2018 /

    A segunda parte da seleção dos melhores clipes internacionais de 2017 (veja a primeira aqui) é uma extrapolação do universo indie, que reúne cantores-compositores, mas também bandas de rock tradicional e artistas eletrônicos mais experimentais. Todas essas vertentes têm ficado à margem das premiações principais da MTV, Billboard e Grammy, e embalam de veteranos como Beck a novatos como Declan McKenna e Ghosted. O principal destaque indie de 2017, por sinal, foi uma veterana: a cantora americana Annie Clark, mais conhecida pelo nome do hospital em que morreu o poeta Dylan Thomas, St. Vincent. Ela completou uma década de carreira e quase entrou com dois clipes, que são praticamente complementares. Não há apenas lançamentos americanos e britânicos. A relação também traz a banda japonesa Mondo Grosso, a russa Leningrad, a sueca Ghost, a australiana The Creases e as francesas La Femme, The Blaze, General Elektriks, além da cantora francesa Jain. Os 20 clipes não estão por ordem de preferência, mas organizados por estilo e sonoridade. Os títulos das músicas podem ser conferidos abaixo. Clique play para começar a sessão. The Creases – Is It Love | The New Pornographers – High Ticket Attractions | Ghost – He Is | Royal Blood – Lights Out | Torres – Skim | Saskwatch – December Nights | Jain – Dynabeat | Alice Glass – Without Love | Ghosted ft. Kamille – Get Some | St. Vincent – New York | Madeline Kenney – Witching Hour | Declan McKenna – Brazil | Haim – Little of Your Love | Washed Out – Get Lost | Beck – Up All Night | The Blaze – Territory | Mondo Grosso – ラビリンス | La Femme – S.S.D | Leningrad – Кольщик | General Elektriks – Different Blue * Seleção do editor da Pipoca Moderna

    Leia mais
  • Música

    Série britânica com trilha do guitarrista do Blur ganha trailer legendado

    1 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da série britânica “The End of the F**king World”, uma comédia de humor negro sobre adolescentes antissociais, que embarcam numa jornada de destruição. A série adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Os dois roubam um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi escrita pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), a direção é de Jonathan Entwistle, que estreia na TV após dirigir clipes (como o do Seafret estrelado por Maisie Williams), e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. “The End of the F**king World” foi exibida em outubro no Reino Unido e estreia na plataforma de streaming na sexta (5/1).

    Leia mais
  • Música

    Banda de rock mata Harvey Weinstein em clipe estrelado por ator de Galera do Barulho

    27 de dezembro de 2017 /

    A banda TENLo divulgou um clipe estrelado pelo ator Dustin Diamond, mais conhecido como o Screetch da série infantil clássica “Galera do Barulho” (Saved by the Bell), que no vídeo de “Kill All The Things” interpreta outro personagem famoso. Ninguém menos que Harvey Weinstein. Na historinha trash, ele é pego no bar de um hotel por uma mulher de vestido negro, que é secretamente uma freira em busca de vingança. Ao entrar no quarto da mulher, “Weinstein” é surpreendido pelo tipo de violência que algumas vítimas de abusos do produtor descreveram em denúncias publicadas pela imprensa. A diferença é que desta vez a vingança “maligrina” jorra sangue. O clipe da banda de Milwaukee foi dirigido por Joshua Mendez, que também filma… casamentos. Veja o resultado abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Em Ritmo de Fuga deve ganhar continuação

    22 de dezembro de 2017 /

    Uma das melhores surpresas do ano, o thriller musical “Em Ritmo de Fuga” deve ganhar continuação. A revelação foi feita por Eric Fellner, um dos proprietários do estúdio Working Title, responsável pela produção. Em meio a uma longa entrevista com o site Deadline sobre o estado atual da indústria cinematográfica, Fellner revelou que o diretor Edgar Wright já sabe como continuar a história e deve decidir se este será seu próximo roteiro em poucos dias. “Edgar definitivamente tem mais idéias e acho que, no Ano Novo, ele vai se sentar e decidir se vai escrever esse roteiro”, disse o produtor. “Eu certamente acho que seria ótimo ver Ansel Elgort e Lily James de volta. Eles foram brilhantes juntos”, completou. Orçado em US$ 34 milhões, “Em Ritmo de Fuga” acabou faturando mais de US$ 100 milhões só nos Estados Unidos, atingindo US$ 226 milhões em todo o mundo. O filme também conquistou a crítica, registrando 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com sua história sobre o anti-herói silencioso vivido por Ansel Elgort, um motorista com cara de bebê, que é um ás dos volantes. Capaz de escapar de qualquer perseguição, ele é utilizado por um chefão do crime (papel de Kevin Spacey) para uma série de fugas espetaculares de assaltos. O problema é que se mostra tão eficiente que o bandido decide não cumprir o acordo estabelecido para liberá-lo após um último golpe, ameaçando sua namoradinha (Lily James) para mantê-lo a seu serviço. O elenco também inclui Jamie Foxx, Jon Hamm, Jon Bernthal e Eiza González como os criminosos que ele conduz durante os roubos. E a filmagem marcou a volta de Edgar Wright à direção, quatro anos após “Heróis de Ressaca” (2013) e o tempo perdido na pré-produção de “Homem-Formiga”, que o cineasta abandonou por conflitos criativos com a Marvel.

    Leia mais
  • Música

    Planet Hemp disponibiliza documentário sobre os 20 anos de sua prisão

    22 de dezembro de 2017 /

    A banda Planet Hemp disponibilizou nessa sexta-feira (22/12) um documentário em curta-metragem para marcar os 20 anos de prisão de seus integrantes, que aconteceu em novembro de 1997, após um show para 7 mil pessoas em Brasília. Com direção e roteiro por Matias Maxx (cinematógrafo de “Sou Feia Mas Tô na Moda”) e direção de arte e edição a cargo de Felipe Benoliel (“Ouro Negro”), o curta monta uma linha do tempo com imagens de reportagens e shows, contando a repressão sofrida pelo grupo, acusado de fazer apologia às drogas, ao cantar músicas em favor da descriminalização da maconha no Brasil. Além da prisão, que durou cinco dias, a banda teve vários shows cancelados e CDs recolhidos, alimentando um debate sobre a liberdade de expressão e a política de drogas em um país recém-saído da ditadura. A repercussão do caso acabou servindo de combustível para o surgimento das chamadas Marchas da Maconha, passeatas que pedem a legalização da droga. Elas também foram proibidas e violentamente reprimidas, até a discussão chegar ao STF, que declarou sua legitimidade em 2011, em uma audiência histórica, na qual a prisão do Planet Hemp foi citada como uma “interferência brutal do processo de produção intelectual e artística”. Planet Hemp também ganhou um filme em longa-metragem, “Legalize já”, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que dramatiza com atores a origem da banda. A produção foi premiada na Mostra de São Paulo 2017 e estreia em fevereiro nos cinemas do Brasil. Por enquanto, fique com o curta que recorda o momento mais polêmico da trajetória da banda.

    Leia mais
  • Música

    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie ganha trailer

    14 de dezembro de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer de “David Bowie: The Last Five Years”, documentário que registra os últimos anos de vida do músico britânico. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” chega na HBO no dia do aniversário do cantor, em 8 de janeiro.

    Leia mais
  • Música

    Música de 1982 do Psychelic Furs volta a fazer sucesso com o filme Me Chame pelo seu Nome

    7 de dezembro de 2017 /

    Uma antiga música da banda Psychedelic Furs voltou a fazer sucesso em 2017, 35 anos após seu lançamento original. “Love My Way”, de 1982, registrou pico de streaming, segundo medição da empresa de dados Nielsen nos Estados Unidos. A faixa somou 177 mil visualizações nesta semana, entre audições e visualizações (de seu clipe oficial), superando seu desempenho histórico, desde que a medição começou a ser feita, batendo até clássicos mais conhecidos do rock. O motivo para a redescoberta da canção está em sua inclusão numa cena do longa “Me Chame pelo seu Nome”, romance gay que venceu o Gotham Awards e vem se destacando nas votações da crítica americana como melhor filme do ano. A música toca por cerca de um minuto na produção, que se passa nos anos 1980, e é dançada pelos protagonistas Armie Hammer e Timothée Chalamet. Confira no vídeo abaixo. Desde que o filme estreou, em 24 de novembro, “Love My Way” já foi ouvida por streaming mais de 500 mil vezes nos Estados Unidos. O fato é impressionante porque o filme está em cartaz em apenas quatro salas de cinema de duas cidades, Nova York e Los Angeles. Não é a primeira vez que Psychedelic Furs é associado a uma produção cinematográfica. A banda pós-punk inglesa só foi estourar nos Estados Unidos após nove anos de carreira, quando uma de suas músicas virou tema e título de comédia romântica adolescente: “Pretty in Pink”. O filme foi lançado no Brasil como “A Garota de Rosa-Shocking” em 1986. Dirigido por Luca Guadagnino, “Me Chame pelo seu Nome” estreia no Brasil em 18 de janeiro.

    Leia mais
  • Música

    Filme da banda Queen já tem um novo diretor

    6 de dezembro de 2017 /

    A Fox definiu o novo diretor do filme sobre a banda Queen, após a demissão de Bryan Singer (“X-Men”). E é um “velho” diretor. Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos, voltou a bordo para terminar “Bohemian Rhapsody”. Singer foi demitido na segunda (4/12), depois de sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. Após a demissão, o diretor acusou a Fox de falta de sensibilidade, por não permitir que ele lidasse com uma doença grave dos pais. Fletcher agora vai terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção, após alegar “diferenças criativas” com os integrantes da banda, que são produtores do longa, para abandonar o projeto original. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Música

    Johnny Hallyday (1943 – 2017)

    6 de dezembro de 2017 /

    O cantor e ator Johnny Hallyday, considerado o “Elvis Presley francês”, faleceu aos 74 anos de um câncer no pulmão, na madrugada desta quarta-feira (6/12). “Johnny Hallyday partiu. Escrevo estas palavras incrédula, mas foi assim. Meu marido já não está mais aqui. Nos deixou esta noite como viveu sua vida: com valentia e dignidade”, escreveu sua mulher Laeticia. “Até o último momento, se manteve firme diante desta doença que o corroía há meses, dando a todos lições de vida extraordinárias”. Jean-Philippe Léo Smet, seu verdadeiro nome, nasceu em 1943. Filho da modelo Huguette Clerc e do cantor belga Léon Smet, viveu em Londres com o tio, um artista de variedades de quem “roubou” o nome artístico para lançar seu primeiro álbum em 1960, “Hello Johnny”. O sucesso veio no ano seguinte, com o lançamento da música “Viens Danser le Twist”, uma versão de “Let’s Twist Again”, de Chubby Checker, que o estabeleceu como o roqueiro mais bem-sucedido da França. Em 50 anos de carreira, ele entusiasmou três gerações francesas, gravando cerca de 40 álbuns, mais de mil músicas, e vendeu mais de 100 milhões de discos. Tornou-se um fenômeno desde jovem, a ponto de não poder sair de casa sem correr de multidões de fãs enlouquecidos, como numa cena da Beatlemania. Cidades da França proibiram seus shows, acusando-o de corromper a juventude. Foi chamado de belga infiltrado na França. Pior: quinta-coluna imperialista, responsável por contaminar a cultura francesa com o rock, nas palavras do presidente francês Charles de Gaulle, que o odiava. Mas nem o maior hit, “Noir c’est Noir” (1966), conseguiu ser ouvido fora da França, apesar das aparições no célebre programa de variedades “The Ed Sullivan Show”, que estourou as carreiras de Elvis e dos Beatles nos EUA. Isto o tornou uma figura cult nos mercados internacionais, marcando-o com o apelido de “a maior estrela do rock que você nunca ouviu falar”, maldosamente conferido pelo jornal USA Today. No Brasil, por sinal, poucos sabem que “Noir c’est Noir” é a versão original do sucesso “Quem Não Quer”, música gravada por Jerry Adriani no auge da Jovem Guarda. A comparação com Elvis Presley não se resumia ao rock. Assim como o cantor americano, ele se lançou no cinema numa série de comédias musicais, como “As Parisienses” (1962), em que cantou uma balada romântica para Catherine Deneuve, “D’où viens-tu… Johnny?” (1963), como par da cantora Sylvie Vartan, com quem formou um dos casais mais poderosos do rock francês, “Cherchez l’idole” (1964) e o psicodélico “Les Poneyttes” (1967). Também como o ídolo, optou por estrelar westerns como alternativa aos filmes em que vivia versões de si mesmo. Assim, virou o personagem-título de “O Especialista – O Vingador de Tombstone” (1969) no spaghetti-western de um especialista, o cineasta Sergio Corbucci, criador de “Django” (1966). Mas acabou se destacando em outro gênero: os filmes de crime. Ele surpreendeu a crítica ao estrelar “Point de Chute” (1970), do ator-diretor Robert Hossein, e “Détective” (1985), de ninguém menos que Jean-Luc Godard. Contudo, os melhores papéis vieram na fase final de sua carreira, quando grandes cineastas recorreram à sua presença icônica para humanizar personagens sinistros, como o ladrão de “Uma Passagem para a Vida” (2002), de Patrice Leconte, o suspeito de “Rios Vermelhos 2 – Anjos do Apocalipse” (2004), de Olivier Dahan, e o assassino de “Vingança” (2009), um dos melhores filmes do mestre do cinema criminal chinês Johnny To. Ele também chegou a filmar nos Estados Unidos, participando da comédia “Procurados” (2003), como um dos ladrões de uma gangue francesa em Chicago, além de “A Pantera Cor de Rosa 2” (2009). Enquanto rodava a continuação estrelada por Steve Martin, seus problemas de saúde se tornaram evidentes, levando-o a ser hospitalizado em Boston. Ele chegou a entrar em coma devido a um grave problema respiratório. Mesmo com o diagnóstico de câncer confirmado, ele continuou fazendo filmes. Suas últimas aparições no cinema foram nas comédias “Rock’n Roll: Por Trás da Fama”, de Guillaume Canet, e “Chacun sa Vie”, de Claude Lelouch, ambas lançadas neste ano. É tão difícil imaginar a França sem Johnny Hallyday que um cineasta, fã assumido, tentou visualizar exatamente isso, num filme em que Jean-Philippe Léo Smet nunca se tornou um roqueiro famoso. Intitulado “Jean-Philippe” (2006), o longa de Laurent Tuel deixa claro a influência colossal de Hallyday na cultura francesa do século 20. “Nós todos temos algo de Johnny. Nós não esqueceremos nem o nome, nem o rosto, nem a voz, sobretudo, nem as interpretações que, com um lirismo seco e sensível, pertencem hoje à história da música francesa. Ele fez entrar uma parte da América em nosso panteão nacional”, declarou o presidente da França, Emmanuel Macron.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie