Censura chinesa à Bohemian Rhapsody irrita fãs do Queen e gays do país
A censura sofrida por “Bohemian Rhapsody” nos cinemas da China foi lamentada por fãs do Queen e gays do país. Os censores locais decidiram cortar uma série de cenas relacionadas à sexualidade de Freddie Mercury (Rami Malek), as referências à Aids e os momentos em que a banda consome drogas. “As cenas deletadas afetam a história. O filme é sobre como Freddie encontrou sua identidade, e sua sexualidade é parte disso”, disse Peng Yanzi, ativista de direitos LGBTQIA+ na China e fã de longa data do Queen, em entrevista à revista americana Billboard, que realizou reportagem sobre a polêmica. Outra ativista, Hua Zile, fez questão de comparar a versão chinesa de “Bohemian Rhapsody” com a exibida no território semiautônomo de Hong Kong, que não sofreu censura. “É uma pena o que eles fizeram com o filme”, comentou. “Isso enfraquece a identidade gay do personagem. É desrespeitoso à experiência real de Mercury, e deixa o personagem superficial. Não o vemos crescendo”. Entre as cenas cortadas pelos censores chineses, estão o momento em que Mercury diz para Mary Austin, então sua mulher, que pode não ser heterossexual. O momento em que o vocalista conta aos companheiros de banda que tem AIDS ficou sem o áudio. Su Lei, que trabalha como contadora, disse à Billboard que leu a biografia de Mercury antes de assistir ao filme. “Os cortes foram desnecessários. É uma nova era na China, influenciada por produtos do Ocidente. Todo mundo seria capaz de entender e aceitar [a sexualidade do personagem]”, disse. A lei chinesa não proíbe a exibição da homossexualidade nos cinemas, mas veta expressamente os temas LGBTQIA+ na TV e nos serviços de streaming disponíveis no país. Apesar disso, os censores chineses costumam não autorizar a exibição de filmes com personagens LGBTQIA+. Filmes americanos premiados como “O Segredo de Brokeback Mountain” e “Moonlight” não estrearam no país, e até a versão para menores de “Deadpool 2” (que inclui um casal lésbico de super-heroínas) precisou fazer cortes para entrar na China.
Banda Sex Pistols vai ganhar cinebiografia
A carreira intensa e meteórica da banda Sex Pistols, que deu início à era punk no Reino Unido, vai virar filme. Segundo a imprensa britânica, a produtora Starlight Films já está trabalhando na pré-produção do longa, incentivada pelo sucesso de “Bohemian Rhapsody”, sobre a banda Queen. “Ficamos impressionados com aos números de bilheteria de ‘Bohemian Rhapsody’. Isso só serve para mostrar que o público tem apetite por esses filmes”, disse a produtora Ayesha Plunkett ao jornal Daily Mail. Mas não se deve esperar uma grande produção como a história do Queen ou o vindouro “Rocketman”, sobre Elton John. Ayesha Plunkett é uma produtora especializada em, digamos, filmes de baixo orçamento – e quando são apenas medíocres, é um bônus. Quem tiver curiosidade sobre a história dos Pistols sempre pode procurar o clássico “Sid & Nancy” (1986), que está disponível em alguns serviços de streaming.
Rocketman pode cortar homossexualidade de Elton John para ser exibido para menores
Uma cena de “Rocketman”, cinebiografia de Elton John, pode ser cortada para o filme ser lançado com classificação para menores. Segundo apurou o tabloide britânico Daily Mail e confirmou o Guardian, são cerca de 40 segundos, que representam o momento em que o cantor assume sua sexualidade de forma mais clara na produção. Na cena, Elton John, vivido por Taron Egerton (“Robin Hood”), aparece na cama sem roupas com seu empresário e amante, interpretado por Richard Madden (“Game of Thrones”). O diretor Dexter Fletcher estaria sob pressão do estúdio Paramount para tirar o trecho do filme, que assim seria liberado para maiores de 13 anos nos Estados Unidos. O problema do estúdio é que Elton John teria dado carta branca ao diretor para que mostrasse o que bem entendesse, não importando qual fosse a classificação indicativa final da obra. Fletcher foi quem assumiu a direção de “Bohemian Rhapsody” após a demissão de Bryan Singer, que causou tumultos no set e ainda enfrentou denúncias de abuso sexual no ano passado. Mesmo com estes problemas, a cinebiografia da banda Queen acabou estourando as bilheterias e vencendo vários prêmios, inclusive o Oscar de Melhor Ator para Rami Malek. Assim como Freddie Mercury, Elton John tinha uma namorada (Linda Woodrow) e dizia-se bissexual nos anos 1970. Foi até além: foi casado com uma mulher (a engenheira de som alemã Renate Blauel) durante quatro anos na década de 1980. Ele só se assumiu gay em 1992, logo após a morte do cantor do Queen por Aids e um ano antes de conhecer seu marido, David Furnish. “Rocketman” tem previsão de estreia para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Keanu Reeves anuncia começo da produção de Bill & Ted 3
A Orion Pictures divulgou um vídeo em que Keanu Reeves e Alex Winter oficializam a produção do terceiro filme da franquia “Bill & Ted”, que os dois estrelaram há 30 anos. Além de anunciar o começo das filmagens, eles também confirmaram o título em inglês e aproveitaram para agradecer aos fãs por tornarem isso possível. Intitulada “Bill & Ted – Face the Music”, a sequência vai finalizar a história, mostrando como a dupla se esforça para cumprir a profecia sobre seu futuro. No longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), os protagonistas eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetirão de ano se não fizerem um bom trabalho de História. Para impedir que isso aconteça, um homem de futuro lhes convida para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é uma cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. O longa virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. 30 anos depois, Reeves e Winter voltarão a enfrentar a Morte, novamente encarnada por Will Sadler, como em “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), em nova aventura escrita pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”). Já a direção está por conta de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”). Segundo a sinopse divulgada, “Bill & Ted – Face The Music” verá a dupla longe dos seus dias de adolescentes viajantes do tempo, agora sobrecarregados com a meia-idade e as responsabilidades de cuidar de suas famílias. Desde que competiram num show de rock com suas versões robôs em 1991, eles criaram milhares de músicas, mas nenhum boa, muito menos a melhor música já escrita. No entanto, um visitante do futuro volta a aparecer para lembrar aos nossos heróis que somente sua música poderá salvar a humanidade. Sem sorte e sem inspiração, Bill e Ted partem em nova aventura no tempo para buscar a música que irá acertar seu mundo e trazer harmonia no universo como o conhecemos. Agora contando com a ajuda de suas filhas, uma nova safra de figuras históricas e algumas simpáticas lendas do rock, eles encontrarão muito, muito mais do que apenas uma música. A estreia foi marcada para o “verão de 2020”. Ou seja, entre maio e agosto do próximo ano nos Estados Unidos.
Playlist: Conheça os 200 melhores clipes indies de fevereiro
Em janeiro, foram 50 clipes. Mas os subterrâneos do YouTube são muito mais profundos. Com uma exploração espeleológica mais radical em fevereiro, foi possível trazer à tona duas centenas de clipes interessantes do underground e adjacências – estalactites mais próximas da superfície (mainstream) e estalagmites tão profundas que nascem no outro lado do mundo, literalmente. Do porão do rock ao clube dançante clandestino, do cantor com violão à banda com backing vocals, passando por diferentes gêneros, países, orientações sexuais e propostas, conheça abaixo 200 clipes de músicas independentes lançados no mês de fevereiro (além de meia dúzia de janeiro). Apenas duas bandas repetem-se na lista com dois clipes, ambos lançados no período pesquisado. Os demais são artistas completamente diferentes uns dos outros. E incluem desde um prodígio de 15 anos de idade, Max Blanjaar, além da banda Chromatics, cuja cantora ilustra o post, até veteranos calejados, como Against All, The Specials, Neneh Cherry, Belly, Teenage Fanclub, L7 e Front Line Assembly. E esta pequena listagem já serve de dica da variedade de estilos. A duração passa das 10 horas de música direta, sem parar. E com um detalhe (que explica a demora para a compilação ir ao ar): 10 horas arranjadas em ordem sequencial, visando uma transição mais harmônica entre cada clipe. Mesmo com guitarras de hardcore e violão acústico, rap alternativo e bandas góticas, techno e dream pop, o playlist foi concebido como trilha para ser ouvida com um simples apertar de play. A maratona não é para todos os ouvidos. Mas experimente. O eco do underground pode parecer estranho, até que embala. 1 Telekinesis – A Place in the Sun (EUA) | 2 Little Jesus – Los Años Maravillosos (México) | 3 Teenage Fanclub – Everything Is Falling Apart (Escócia) | 4 Rock Eupora – Inbetween (EUA) | 5 Belly – Human Child (EUA) | 6 Star Horse – Pickle Plum (Suécia) | 7 Hatchie – Without a Blush (Austrália) | 8 Desperate Journalist – Satellite (Inglaterra) | 9 Dear Boy – Semester (EUA) | 10 Margot – Coffee Stained Scars (Inglaterra) | 11 The Fur. – Short Stay (Taiwan) | 12 Cléa Vincent – Dans les Strass (França) | 13 Broncho – Big City Boys (Directors Cut) (EUA) | 14 Palm Springsteen – Hey There Cowgirl (EUA) | 15 Wallows feat. Clairo – Are You Bored Yet? (EUA) | 16 Sundara Karma – Higher States (Inglaterra) | 17 Front Line Assembly feat. Jimmy Urine – Rock Me Amadeus (Canadá) | 18 The Pirouettes – Héros de la Ville (França) | 19 Chromatics – Time Rider (EUA) | 20 Kimbra – Lightyears (Chris Tabron Mix) (Nova Zelândia) | 21 Mild Minds – Weak Signal (Austrália) | 22 Lions of Dissent – Turn Up the Struggle (Inglaterra) | 23 Pool – Take Me Out (Alemanha) | 24 L’Impératrice – Matahari (França) | 25 Mòn – Calypso (França) | 26 Feet – English Weather (Inglaterra) | 27 Sego – Shame (EUA) | 28 Warbly Jets – Propaganda (EUA) | 29 Victoria+Jean – Free Insult (Bélgica) | 30 Delicate Steve – Freedom (EUA) | 31 Kap Bambino – Erase (França) | 32 Shad Shadows – Under Valium (Itália) | 33 Nonn – Home (Suécia) | 34 She Pleasures HerSelf – Ich Bin Dead (Portugal) | 35 The Nightmares – Adore (República Tcheca) | 36 Weeknight – Done with Me (EUA) | 37 Dagobert – Einsam (Alemanha) | 38 Cruel Reflections – 26 (Is So Damn Cold) (EUA)| 39 Kakkmaddafakka – Runaway Girl (Noruega) | 40 Sunbeam Sound Machine – Talking Distance (Austrália) | 41 Junodream – Terrible Things that Could Happen (Inglaterra) | 42 Loose Tooth – Asteroids (Austrália) | 43 Desert Ships – Idle Daze (Inglaterra) | 44 Cellar Doors – City Girl (EUA) | 45 Versing – Tethered (EUA) | 46 Communions – Flesh and Gore, Dream and Vapor (Dinamarca) | 47 Man of Moon – Ride the Waves (Escócia) | 48 Flamingods – Marigold (Inglaterra e Bahrein) | 49 Wovoka Gentle – Sin Is Crouching at Your Door (Inglaterra) | 50 Laura Petit – Namorado (Brasil) | 51 Sebadoh – Celebrate the Void (EUA) | 52 The Leisure Society – God has Taken a Vacation (Inglaterra) | 53 Niki Moss – GP Motorcycle Racing (Portugal) | 54 Circa Waves – Times Won’t Change Me (Inglaterra) | 55 Jade Bird – I Get No Joy (Inglaterra) | 56 Maria Due – The Colour White (Noruega) | 57 Aldous Harding – The Barrel (Nova Zelândia) | 58 Vampire Weekend – Harmony Hall (EUA) | 59 Wet – Old Bone (EUA) | 60 Baptiste W. Hamon – Je Brûle (França) | 61 Elena Setién – She was So Fair (Espanha) | 62 Molina – Venus (EUA) | 63 Letrux – Ninguém Perguntou por Você (Brasil) | 64 Farah – The Only Ones (Inglaterra) | 65 Sneaks – Ecstasy (EUA) | 66 St. Vincent – Masseduction (EUA) | 67 Teen – Pretend (EUA) | 68 Mating Ritual – Falling Back (EUA) | 69 Charly Bliss – Capacity (EUA) | 70 Cass McCombs – Sleeping Volcanoes (EUA) | 71 Mansionair – We Could Leave (Austrália) | 72 The Royal Concept – Need To Know (Suécia) | 73 Foxwarren – Sunset Canyon (Canadá) | 74 Hand Habits – What Lovers Do (EUA) | 75 Teca Figueiredo – Corra (Brasil) | 76 Albert Hammond Jr – Fast Times (EUA) | 77 Broken Social Scene – Boyfriends (Canadá) | 78 The Gooch Palms – Are We Wasted? (Austrália) | 79 Pearl Lion – Himalaya (EUA) | 80 Guilles – Dirty Rags (Espanha) | 81 Against All – Creepy Crawl (EUA) | 82 Moshino – 釣った魚にエサやれ (Japão) | 83 Clutch – Ghoul Wrangler (EUA) | 84 Ticking Time Bomb – Dealt a Blow (Costa Rica) | 85 Case 39 – Grandsons of Elvis (Alemanha) | 86 Bankrupt – Green Light, Blue Lambo (Hungria) | 87 The Bouncing Souls – Crucial Moments (EUA) | 88 Masked Intruder – All of My Love (EUA) | 89 Demob Happy – Less Is More (Inglaterra) | 90 Frank Carter & The Rattlesnakes – Crowbar (Inglaterra) | 91 Pretty Vicious – These Four Walls (País de Gales) | 92 The Luka State – What’s My Problem (Inglaterra) | 93 Teenage Bottlerocket – Everything to Me (EUA) | 94 Heart Attack Man – Fake Blood (EUA) | 95 Hello Yello – I Dont Care (EUA) | 96 Cloud Nothings – So Right So Clean (EUA) | 97 Gemma Ray – Death Tapes (Inglaterra) | 98 The Mysterines – Bet Your Pretty Face (Inglaterra) | 99 Valeras – Ricochet (Nunca Morirá) (Inglaterra) | 100 Sharkmuffin – Liz Taylor (EUA) | 101 L7 – Burn Baby (EUA) | 102 Voiid – Vile (Austrália) | 103 Alex Lahey – Don’t Be so Hard on Yourself (Austrália) | 104 Olympia – Shoot to Forget (Austrália) | 105 Honeyblood – The Third Degree (Escócia) | 106 Lily & Madeleine – Can’t Help the Way I Feel (EUA) | 107 The Cosmics – Trust is Blind (Inglaterra) | 108 Max Blansjaar – You’re Always on My Mind (Inglaterra) | 109 Jyocho – Sugoi Kawaii (Japão)| 110 Sego – Neon Me Out (EUA) | 111 Andrew Bird – Sisyphus EUA) | 112 Peter Doherty & The Puta Madres – Who’s Been Having You Over (Inglaterra) | 113 Foals – On the Luna (Inglaterra) | 114 The Japanese House – Maybe You’re the Reason (Inglaterra) | 115 Tamaryn – Angels of Sweat (Nova Zelândia) | 116 Golden Rain – Break My Heart (Itália) | 117 Missio – Rad Drugz (EUA) | 118 Fictions · UFO (EUA) | 119 Steeple Remove – Oval-Strii (Laurent Garnier Remix) (França) | 120 Rackett – I Please Myself (Australia) | 121 Archive feat. Band of Skulls – Remains of Nothing (Inglaterra) | 122 Band of Skulls – Cool Your Battles (Inglaterra) | 123 Circa Waves – Me, Myself and Hollywood (Inglaterra) | 124 Metric – Love You Back (Canadá) | 125 Chai – Choose Go! (Japão) | 126 Friedberg – Boom (Inglaterra) | 127 Russian Baths – Slenderman (EUA) | 128 Wand – Scarecrow (EUA) | 129 Lamb – Armageddon Waits (Inglaterra) | 130 Adult. – Silent Exchange (EUA) | 131 These New Puritans – Anti– Gravity (Inglaterra) | 132 Kerchief – Til the End (EUA) | 133 Gurr – She Says (Alemanha) | 134 Potty Mouth – Starry Eyes (EUA) | 135 The Wild Reeds – Giving Up on You (EUA) | 136 Greta Stanley – Kick (Austrália) | 137 Partner – Long and McQuade (Canadá) | 138 Mal Blum – Things Still Left To Say (EUA) | 139 Skye Wallace – Coal In Your Window (Canadá) | 140 Little Room – Tangled (Londres) | 141 The Beths – Uptown Girl (Nova Zelândia) | 142 Ex Hex – Tough Enough (EUA) | 143 Der Baum – French Fries (Brasil) | 144 The Growlers – Who Loves the Scum? (EUA) | 145 Bazooka – Φυλακή (Prison) (Grécia) | 146 Fontaines D.C. – Big (Irlanda) | 147 The Coathangers – F the NRA (EUA) | 148 The Interrupters – Gave You Everything (EUA) | 149 Beach Slang – I Hate Alternative Rock (EUA) | 150 USA Nails – Smile (Inglaterra) | 151 Numb.er – Again (EUA) | 152 Madonnatron – Sucker Punch (Inglaterra) | 153 Blaenavon – Catatonic Skinbag (Inglaterra) | 154 Strand of Oaks – Ruby (EUA) | 155 Weyes Blood – Everyday (EUA) | 156 Foxygen – Livin’ a Lie (EUA) | 157 The Claypool Lennon Delirium – Blood and Rockets: Movement I, Saga of Jack Parsons – Movement II, Too the Moon (EUA) | 158 Idlewild – Dream Variations (Escócia) | 159 Maps – Just Reflecting (Inglaterra) | 160 Johnny Marr – Armatopia (Inglaterra) | 161 C Duncan – Impossible (Escócia) | 162 Xinobi & Gisela João – Fado para esta Noite (Portugal) | 163 Phillipi & Rodrigo – Retrogrado (Brasil) | 164 Irene Dresel – Victoire (França) | 165 The Chemical Brothers – Got to Keep on (Inglaterra) | 166 Worakls – Cloches (França) | 167 Prospa – Prayer (Inglaterra) | 168 Underworld – Soniamode (País de Gales) | 169 [KRTM] – Sleepwalker (Bélgica) | 170 Modeselektor feat. Tommy Cash – Who (Alemanha) | 171 Chasms – Every Heaven In Between (EUA) | 172 Malik Djoudi – Belles Sueurs (França) | 173 Donna Missal – Jupiter (EUA) | 174 Grand Pax – Bunk (Inglaterra) | 175 Sean – Mercutio (França) | 176 King – Shit Show (Dinamarca) | 177 JGrrey – Pretty Insane (An Interlude) (Inglaterra) | 178 Arlo Parks – Super Sad Generation (Inglaterra) | 179 Toro y Moi – Ordinary Pleasure (EUA) | 180 Jungle – Casio (Inglaterra) | 181 Christine and the Queens – 5 Dols (França) | 182 Robyn – Send to Robin Immediately (Suécia) | 183 Breathe. – London (Austrália) | 184 Gus Harvey – The Don (Inglaterra) | 185 Tahiti 80 – Hurts (França) | 186 Helado Negro – Running (EUA) | 187 Dizzee Rascal – Quality (Inglaterra) | 188 Pivot Gang – Jason Statham, Pt. 2 (EUA) | 189 Barny Fletcher – Christ Flow (Inglaterra) | 190 OrelSan – White Snake Freestyle (França) | 191 Neneh Cherry – Natural Skin Deep (Inglaterra) | 192 Suzi Wu – Error 404 (Inglaterra) | 193 The Specials – Vote for Me (Inglaterra) | 194 Wild Belle – Mockingbird (EUA) | 195 Séverin feat. Léa Salamé – L’interview (França) | 196 Cannibale – Not Easy to Cook (França) | 197 Illy e Duda Beat – Só Eu e Você na Pista (Tomás Tróia Remix) (Brasil) | 198 Wild Belle – Have You Both (EUA) | 199 Stella Donnelly – Tricks (Austrália) | 200 Nouvelle Vague – Bizarre Love Triangle (França)
Dick Dale (1937 – 2019)
Morreu Dick Dale, o músico conhecido como “rei da guitarra do surfe”, que integrou o universo dos filmes da Turma da Praia nos anos 1960 e cedeu suas hits instrumentais para diversos momentos icônicos da história do cinema, como a cena do assalto na lanchonete de “Pulp Fiction”. “É um dia triste para o rock’n’roll”, disse o baixista de sua banda, ao comunicar o falecimento, que aconteceu na noite de sábado (16/3). A causa da morte não foi informada, mas Dale já vinha com a saúde debilitada, embora continuasse a fazer shows como se mais nada importasse. Ele tinha 81 anos de idade. O “Rei da Surf Guitar” fazia parte da cena musical do sul da Califórnia do começo dos anos 1960. Surfista de verdade, Richard Anthony Monsour adorou a mudança da família de Boston para El Segundo, na California, no final dos anos 1950, onde ainda adolescente se juntou à banda Del-Tones. Em 1962, lançou sua música emblemática, “Misirlou”, com o som de guitarra mais imitado de sua geração, resultado de experiências com escalas e reverberação. Ele foi um dos primeiros guitarristas a usar o efeito de “reverb” para estender as notas arrancadas à base de palhetadas firmes. Vieram outros hits, como “Pipeline”, “The Wedge” e “Let’s Go Trippin'”. E suas inovações foram aumentando sua fama. Para tirar seu som lendário, Dale começou a criar amplificadores caseiros que atingissem o volume e a reverberação que desejava. Com isso, inventou o primeiro amplificador de guitarra com capacidade para 100 watts. Sua obsessão em tocar cada mais alto o fez estourar inúmeros amplificadores. Mas também o transformou em “piloto de testes” de Leo Fender para o desenvolvimento de amplificadores mais potentes e da guitarra Fender Stratocaster, mais tarde associada a Jimi Hendrix. Por isso, também chegou a ser considerado, pela revista Guitar Player, como “o pai do heavy metal”. Curiosamente, ele estreou no cinema antes de ser associado à surf music. E no papel de ninguém menos que Elvis Presley, numa pequena participação na comédia “Adorável Pecadora” (1960), estrelada por Marilyn Monroe. A aparição seguinte foi como outro roqueiro famoso: ele mesmo. Dick Dale teve papel de destaque no primeiro filme da Turma da Praia, “A Praia dos Amores” (1963), do qual participou com sua banda. Ao contrário dos artistas convidados do resto da franquia (Stevie Wonder, The Kingsmen, etc), ele apareceu no filme inteiro e era considerado por Frank Avalone como um integrante da turma dos surfistas. Tanto que voltou a cruzar com Frankie e Annette Funicello na sequência “Quanto Mais Músculos Melhor” (1964). Décadas mais tarde, os três voltaram a se reencontrar no nostálgico “De Volta à Praia” (1987), em que Frankie e Annette levaram os filhos adolescentes à praia em que costumavam namorar na juventude. E onde Dick Dale ainda reinava com sua guitarra. O músico também apareceu em “A Swingin’ Affair” (1963), num episódio de “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90201), no filme de surfistas adolescentes “No Calor do Verão” (2002) e até dublou a si mesmo numa aventura surfista de Scooby-Doo, “Aloha, Scooby-Doo!” (2005). Sua carreira experimentou um renascimento quando Quentin Tarantino selecionou “Misirlou” para uma cena-chave de “Pulp Fiction” (1994). A mesma música voltou às telas em mais dois blockbusters, “Space Jam: O Jogo do Século” (1996) e “As Panteras: Detonando” (2003). E continuou tocando tanto que, meio a esses lançamentos, Dale foi introduzido na Calçada da Fama de Hollywood em 1996 e recebeu um troféu por suas realizações da revista LA Weekly em junho de 2000. Ele ainda recebeu uma fatia do lucro do hit “Pump It”, da banda Black Eyed Peas, pelo uso do sample de “Misirlou” em 2006. Em uma entrevista de 2015 para a revista Billboard, finalmente admitiu que a idade e as doenças tinham lhe debilitado, assumindo que sofria de insuficiência renal, diabetes e muito mais. Mas também que isto não o impediria de continuar tocando. “Mesmo com minhas doenças, sou mais rápido com minhas mãos do que jamais fui”, ele afirmou, defendendo seu reinado até o fim. Reveja abaixo a performance de Dick Dale para seu maior sucesso em cena do filme “A Swingin’ Affair” e uma de suas participações musicais em “A Praia dos Amores”.
Hollywood Rock: Veja três novos clipes de músicas com Dylan Minnette, Ansel Elgort e Kate Mara
Com a produção dos clipes se tornando cada vez mais cinematográfica, as participações de estrelas de cinema e séries vem crescendo no formato. Três vídeos recentes de bandas e um rapper americanos chamam atenção por incluir famosos do cinema e da TV em suas “historinhas”. A participação de Dylan Minnette (de “O Homem nas Trevas” e “30 Reasons Why”) no vídeo do Wallow se diferencia das demais porque ele é um dos músicos – e, portanto, está em todos os clipes do trio de Los Angeles. O guitarrista Dylan formou a banda com dois amigos há muitos anos – eles participaram da Warped Tour de 2011 – e já tem vários singles, mas seu primeiro álbum, “Nothing Happens”, só vai chegar às lojas no dia 22 de março. No clipe de outra banda de Los Angeles, Local Natives, Kate Mara (“Perdido em Marte” e “Pose”) interpreta uma mulher rica, bonita, glamourosa e profundamente sozinha, que aparece vagando por um supermercado, uma lanchonete e uma mansão, solitária o tempo todo – ou acompanhada por alguém fora de cena, que corresponde à perspectiva da câmera. O quinteto já lança álbuns há dez anos e seu quarto disco, “Violet Street”, sai em abril. Mas a melhor aparição é de Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) no clipe do rapper J.I.D. Ele desperta totalmente vestido quando seu gato de estimação pula na cama, e então passa a tentar alimentá-lo, enquanto dança e fuma. Só que o bicho não quer a gororoba improvisada, o que faz o ator vestir um terno sobre a roupa que já está trajando, preparando-se para buscar comida de gato numa pet, enquanto o dia amanhece e J.I.D pode ser visto pela janela de seu apartamento, fazendo uma festa repleta de mulheres na cobertura do prédio vizinho. O detalhe é que toda esta encenação é uma refilmagem da cena de abertura de “Um Perigoso Adeus” (1973), com Elgort interpretando o papel do icônico detetive Philip Marlowe, vivido no filme noir de Robert Altman por Elliott Gould. Compare abaixo. Para completar, o título do disco de J.I.D também é uma referência hollywoodiana: “DiCaprio 2” – um dos melhores discos de rap do ano passado.
Bohemian Rhapsody vai mostrar Freddie Mercury heterossexual em versão editada para a China
Não é só “Nasce uma Estrela” que vai ganhar uma nova versão após o Oscar 2019. “Bohemian Rhapsody” também. Mas enquanto o romance musical vai acrescentar músicas de Lady Gaga, a cinebiografia musical vai tirar as cenas que retratam Freddie Mercury consumindo drogas e se portando como um homem gay. A nova versão “reprimida” (antônimo de estendida) será exibida exclusivamente nos cinemas da China, onde o filme estreia em 22 de março. Os censores da China já tinham cortado a tradução da palavra “gay” no discurso de Rami Malek, ao vencer o Oscar de Melhor Ator, na noite de domingo (24/2). Mas, ao contrário da “democracia” russa, o regime do Partido Comunista chinês não tem uma política específica anti-gay. É uma discussão que não sai do armário, e que consiste em barrar sem explicações filmes que promovam este modo de vida. Dirigido pelo taiwanês Ang Lee, “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), por exemplo, não foi lançado comercialmente no país. Para a exibição no país, a Fox cortou cerca de um minuto do longa. E em vez de fomentar protestos, o corte cirúrgico, ironicamente, virou motivo de chacota por quem já achava ridícula a forma como “Bohemian Rhapsody” minimizou a sexualidade do cantor da banda Queen. Bastou tirar um minuto do longa para Freddie Mercury virar um macho man heterossexual. Mesmo com sua castração, o filme será lançado de forma limitada na China, via National Alliance of Arthouse Cinemas (NAAC), uma iniciativa público-privada dirigida pela China Film Archive e apoiada pelo Estado e por um consórcio de exibidores. No entanto, se a bilheteria for alta, a opção pode ser revisada e render um lançamento em mais salas.
Krysten Ritter revela primeira gravidez durante o Oscar 2019
Krysten Ritter levou um acompanhante inesperado ao Oscar 2019. Conhecida pelo papel-título da série “Jessica Jones”, a atriz revelou sua barriga de gravidez no tapete vermelho do evento. Ela também apresentou um prêmio na cerimônia, realizada na noite de domingo (24/2) em Los Angeles. Há quatro anos em um relacionamento com o músico Adam Granduciel, da banda The War on Drugs, a estrela de 37 anos será mãe pela primeira vez. Bem na hora em que ficou desempregada. A série “Jessica Jones” foi recentemente cancelada pela Netflix, após a decisão da plataforma de streaming de terminar sua parceria com a Marvel. A Netflix ainda vai lançar a 3ª temporada da série neste ano. Além disso, Krysten e o intérprete do vilão de “Jessica Jones”, o ator britânico David Tennant, voltarão a se encontrar em breve no cinema. Eles foram anunciados no elenco da comédia “Fuddy Meers”, baseada na peça homônima de David Lindsay-Abaire (“Reencontrando a Felicidade”). A gravidez da atriz pode significar que as filmagens não começarão tão cedo.
Diretor do filme mais premiado é “esquecido” no Oscar 2019
Com quatro estatuetas, “Bohemian Rhapsody” foi o filme mais premiado do Oscar 2019. Mas nenhum dos vencedores lembrou de agradecer seu diretor. O nome de Bryan Singer não foi mencionado uma vez sequer nos discursos dos premiados. Isto já tinha acontecido nas premiações anteriores, desde que a tática foi implementada no Globo de Ouro. A opção foi a estratégia escolhida pela Fox para separar o filme das controvérsias que acompanham o diretor. Singer foi denunciado por abuso sexual de menores antes, durante e após as filmagens do longa. São denúncias de fatos que teriam acontecido em outra década, mas que podem ter abalado o cineasta durante a produção, já que ele foi demitido antes do final das filmagens, supostamente porque precisava de um tempo para lidar com problemas de saúde de sua mãe. Ninguém comenta abertamente detalhes dos bastidores, mas rumores mencionam brigas no set com Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator, ausências seguidas durante datas de filmagens – coincidindo com a descoberta de uma reportagem sobre novas denúncias – e comportamento descrito como “não profissional”. As revelações mais recentes, da tal reportagem, vieram à tona ao fim de janeiro pela revista The Atlantic, e levaram o cineasta a ser excluído das indicações ao BAFTA, o “Oscar britânico”. Além disso, seu mais recente projeto, uma nova versão dos quadrinhos de “Red Sonja”, acabou engavetado após a repercussão. O diretor Dexter Fletcher (do vindouro filme de Elton John, “Rocketman”) foi quem completou as filmagens de “Bohemian Rhapsody”. E se tornou ainda mais invisível que Singer, pois, além de não receber nenhum agradecimento sequer, nem teve seu nome incluído nos créditos do longa. Singer manteve-se como diretor solitário da produção. Ele se defendeu das acusações publicadas pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Mas o cineasta já tinha sido alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor, ambas antes de filmar “Bohemian Rhapsody”. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Singer garante que também é inocente das demais acusações. Ironicamente, ele alega que as novas denúncias quiseram se aproveitar de seu destaque como diretor de “Bohemian Rhapsody”.
Weezer recria programa infantil dos anos 1960 em novo clipe
A banda Weezer lançou o clipe de “High as a Kite”, música de seu próximo álbum, que recria o famoso programa infantil americano dos anos 1960 “Mister Rogers’ Neighborhood”. O apresentador original será vivido por Tom Hanks num filme que estreia em novembro. Mas, no vídeo, a atração vira “Mr. Rivers’ Neighborhood”, com o cantor do Weezer assumindo o papel principal, numa encenação muito mais sombria que o esperado. Rivers Cuomo aparece com a roupa característica de Fred Rogers para cantar entre marionetes e diante de uma plateia formada por crianças e seus pais alegres. E são todos surpreendidos com um refrão sobre ficar drogado para esquecer uma vida infeliz, numa performance cada vez mais sombria e desesperada. O desfecho culmina na destruição do cenário pelo cantor e sua banda, numa atitude rock’n’roll, que esvazia o estúdio e faz sumir toda a audiência. “High as a Kite” é o segundo clipe do “Black Album”, que começa a ser vendido em 1 de março. O primeiro foi “Can’t Knock the Hustle”, lançado em outubro do ano passado.
The Dirt: Netflix libera foto oficial e trailer legendado do filme da banda Mötley Crüe
A Netflix divulgou a primeira foto oficial e a versão legendada do trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe, que também ganhou subtítulo nacional – vai se chamar “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. E nada parece ter ficado de fora. A prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até mesmo as letais. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico que o reanimou era fã da banda e a salvação do músico inspirou o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. A versão de streaming dessa história traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). “The Dirt” estreia em 22 de março na plataforma de streaming.
Atriz de The Handmaid’s Tale vira roqueira grunge em trailer de drama indie
O estúdio indie Gunpowder & Sky divulgou o primeiro trailer de “Her Smell”, em que Elisabeth Moss (a protagonista de “The Handmaid’s Tale”) vive uma roqueira autodestrutiva. Ela aparece em cena liderando uma banda feminina e protagonizando algumas cenas de implosão pessoal e explosão física, regadas a drogas, sexo e rock. O estilo é grunge e sua voz parece imitar Courtney Love. A personagem da atriz se chama Becky Something, uma estrela de rock que leva seus relacionamentos com as companheiras de banda, sua família e até com os fãs ao limite, enquanto trava uma guerra para manter sua sobriedade e resgatar a criatividade que no passado lhe rendeu um inesperado sucesso comercial. O bom elenco também inclui Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Dan Stevens (“Legion”), Agyness Deyn (“Hard Sun”), Gayle Rankin (“GLOW”), Ashley Benson (“Pretty Little Liars”), Dylan Gelula (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Hannah Gross (“Mindhunters”), Eka Darville (“Jessica Jones”), Virginia Madsen (“Designated Survivor”), Eric Stoltz (“Madam Secretary”) e até Amber Heard (“Aquaman”). Além de estrelar, Moss produz o longa-metragem, sua terceira parceria com o cineasta Alex Ross Perry – após “Cala a Boca Philip” (2014) e “Rainha do Mundo” (2015) – , que assina roteiro e direção. Exibido nos festivais SXSW, de Toronto e de Nova York, “Her Smell” tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 12 de abril nos Estados Unidos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.










