Show de despedida de Elton John será exibido ao vivo na Disney+
O show que vai marcar a despedida de Elton John dos palcos será exibido ao vivo para os assinantes da Disney+ neste domingo (20/11), a partir das 23h30 (horário de Brasília). A plataforma divulgou um pôster e um trailer do evento, que podem ser vistos abaixo. O show será realizado no Dodger Stadium, estádio de beisebol de Los Angeles, nos EUA, onde, há 47 anos, Elton John fez uma de suas apresentações mais icônicas, consolidando seu sucesso internacional. Além do cantor, o show contará com algumas participações especiais. A lista adiantada inclui Dua Lipa (com quem Elton gravou “Cold Heart” em 2021), Kiki Dee (parceira de “Don’t Go Break My Heart”, de 1976) e Brandi Carlile (de “Caroline” em 2009 e “Simple Things” em 2021). “Sentir a energia dos melhores fãs, não apenas novamente no Dodger Stadium, mas desta vez de todo o mundo, daqueles que assistem ao vivo de suas casas, será algo realmente muito especial para mim”, comentou o cantor em um comunicado. “Estou entusiasmado para celebrar esta noite especial com o mundo inteiro. Espero que todos sintam o poder e a alegria que é se apresentar em um palco tão icônico como o Dodger Stadium. Como fiz há quase 50 anos”. O show será gravado para a produção do documentário “Goodbye Yellow Brick Road: The Final Elton John Performances and The Years That Made His Legend”, sobre a carreira do artista, que pretende se aposentar dos palcos após esta apresentação.
Confira os 50 melhores clipes indies do mês
Outubro foi um mês cheio de lançamentos da cena de pop/rock independente internacional, o que elevou a quantidade de clipes destacados na nossa seleção mensal. Somando alguns retardatários, a relação chegou a 50 vídeos – cinco vezes mais que a ideia original dessa seção. A lista inclui a nova gravação da australiana Hatchie, musa do revival indiepop dançante dos anos 1990, o cover de David Bowie gravado pela banda gótica canadense Actors em parceria com a eletrônica Leathers, a volta da banda eletrônica Ladytron, a estreia solo da americana Ruth Radelet, ex-Chromatics, que também surge em parceria com a dupla alemã Kraków Loves Adana, e diversos artistas novos dos mais diferentes gêneros. Os vídeos foram organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). Começa com som retrô inspirado em bandas dos anos 1960 e avança por diversos estilos, incluindo punk, gótico e música eletrônica, até desaguar em dreampop e folk acústico. Experimente ver/ouvir a videotecagem sem saltar as faixas e, de preferência, na versão Premium do YouTube, sem interrupções de anúncios. Basta dar play abaixo.
Livro da guitarrista da banda The Bangles vai virar filme
A Universal Pictures vai desenvolver um filme baseado no livro inédito “This Bird Has Flown”, escrito pela cantora e guitarrista Susanna Hoffs, da banda The Bangles. A própria Hoffs vai ficar responsável por escrever o roteiro da adaptação. O livro, que só vai ser lançado em 4 de abril de 2023, é descrito como uma comédia romântica que ergue as cortinas do mundo da música através da introdução de uma personagem muito cativante e seu companheiro igualmente encantador. “Como alguém que é viciada em ficção, cinema e música durante toda a vida, escrever o romance foi a realização de um sonho”, disse Hoffs, em comunicado oficial. “Enquanto eu escrevia ‘This Bird Has Flown’, as músicas forneceram a partitura, eu visualizei a ação e o desenrolar dos diálogos como se estivesse assistindo a um filme ganhar vida na minha cabeça. Poder adaptar o livro para a tela é a cereja do bolo dessa alegre experiência.” “This Bird Has Flown” será produzido por Liza Chasin e Bruna Papandrea, que recentemente trabalharam juntas na minissérie “Anatomia de um Escândalo”, da Netflix. “Sabíamos que tínhamos que nos unir novamente quando lemos o incrível livro de Susanna”, disseram Papandrea e Chasin. “Sua experiência na indústria da música e seu profundo amor por grandes filmes românticos deixaram claro para nós que queríamos trabalhar com ela nessa adaptação. E a cereja no topo do bolo é fazer isso com o pessoal brilhante da Universal.” O filme ainda não tem previsão de estreia. Susanna Hoffs foi a co-fundadora da banda de pop-rock The Bangles, criada em 1981, que gravou e lançou uma série de singles que foram parar no topo das paradas, incluindo “Manic Monday” (parceria com ninguém menos que Prince!), “Walk Like an Egyptian”, “Hazy Shade of Winter”, “In Your Room” e “Eternal Flame” (maior sucesso de uma banda feminina em todos os tempos), entre outros hits. Hoffs iniciou uma carreira solo após o fim da banda em 1989. Ela também escreveu e gravou músicas para a trilogia de filmes de “Austin Powers”, dirigidos pelo seu marido, o cineasta Jay Roach. Recentemente, ela completou um álbum solo de novas músicas, produzidas por Peter Asher, que deve ser lançado em breve. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Susanna Hoffs (@susannahoffsofficial)
Paramount+ ressuscita “Acústico MTV” com homenagem de Manu Gavassi a Rita Lee
A Paramount+ está resgatando o formato do “Acústico MTV”. A plataforma divulgou o teaser de um novo projeto acústico, em que Manu Gavassi interpreta as músicas do disco “Fruto Proibido”, de Rita Lee. O vídeo disponibilizado traz Manu tentando reproduzir o visual da capa do álbum clássico de 1975. O “Acústico MTV” foi uma das marcas mais fortes da emissora musical nos anos 1990, rendendo shows famosos internacionais e nacionais. No Brasil, a última gravação tinha sido de Tiago Iorc, lançada em 2019. “Quando tive a ideia de prestar uma homenagem para ‘Fruto Proibido’, eu não fazia ideia do quão divertido se transformaria esse Acústico MTV. Todo o processo, desde o cenário, até a escolha da banda – formada somente por mulheres – e os ensaios, foi tudo meio mágico”, disse Manu em comunicado à imprensa. “É louco pensar que a Rita Lee tinha a minha idade quando escreveu essas músicas (há mais de 47 anos), e acho que me identifiquei tanto com essas palavras nesse momento da minha vida não por acaso. Esse é um projeto definitivamente especial pra mim”, completou. Quarto álbum solo de Rita Lee – e o segundo com a banda Tutti Frutti – “Fruto Proibido” reuniu alguns dos maiores sucessos da carreira da cantora, como “Agora Só Falta Você”, “Esse Tal de Roque Enrow”, “Ovelha Negra” e “Luz Del Fuego”. O show “Acústico MTV: Manu Gavassi Canta ‘Fruto Proíbido’ de Rita Lee” foi gravado na noite de terça-feira (1/11), mas ainda não há previsão para sua exibição.
Veja os 30 melhores clipes indies de setembro
Conheça 30 clipes de artistas da cena independente internacional que se destacaram entre os lançamentos do mês de setembro no YouTube. A lista tem clipes de bandas novas, veteranas, synthpop polonês, dreampop japonês e muito mais. Entre os destaques, o som e o visual oitocentista da polonesa Sexy Suicide, o cover da cantora pop Charli XCX gravado por NewDad, a prévia do novo álbum de The Big Moon, que chega em 14 de outubro, e um clipe inédito de uma música de 2002 do Ladytron, que faz parte das comemorações dos 20 anos do álbum “Light & Magic”. Os vídeos foram organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). Experimente ver/ouvir a videotecagem sem saltar as faixas e, de preferência, sem as interrupções de anúncios do YouTube.
Vida do roqueiro argentino Fito Páez vai virar série. Veja as fotos
A Netflix divulgou as fotos de “El Amor Después Del Amor”, produção argentina anunciada no sábado (24/9) durante o Tudum. Trata-se de uma minissérie biográfica baseada na vida de Fito Páez, uma das estrelas musicais mais relevantes do rock latino-americano com mais de 30 anos de sucesso. A produção traz o novato Iván Hochman como o músico, além do cantor Andy Chango como outro lendário roqueiro argentino, Charly Garcia. O elenco também inclui Mirella Pascual (“Uma Noite de 12 Anos”), Jean Pierre Noher (“Maradona: Conquista de um Sonho”), Charlie Anderle (“The Afterglow”), Daryna Butryk (“El Secreto de Julia”), Mónica Raiola (“Mamãe Foi Viajar”) e outros. Escrita por Francisco Varone (“Caminho a La Paz”), Juan Matias Carballo (“El Grito de las Mariposas”) e Lucila Podestá (“Cumbia Ninja”), a série tem direção de Gonzalo Tobal (“Acusada”) e Felipe Gomez Aparicio (“El Perfecto David”). Ainda não há previsão de estreia.
“Losing My Religion”, do R.E.M., atinge 1 bilhão de views no YouTube
O icônico clipe de “Losing My Religion”, hit de 1991 da banda R.E.M., ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube. Apesar do vídeo ser do começo da década de 1990, ele só entrou no YouTube duas décadas depois, em 2011. Dirigido por Tarsem Singh (“A Cela”) antes de virar cineasta, o clipe é um dos poucos em que o vocalista Michael Stipe aparece cantando a letra da canção. Com quase cinco minutos, também apresenta os músicos do R.E.M. tocando, além de cenas de figuras de diferentes religiões do passado histórico. Singh disse à Rolling Stone em 2016 que o vídeo foi inspirado no conto de Gabriel Garcia Marquez “A Very Old Man With Enormous Wings”, no qual uma figura que parece ser um anjo aparece misteriosamente em uma pequena cidade litorânea. No clipe, Michael Stipe e alguns personagens aparecem com asas de anjo. O clipe de “Losing My Religion” venceu dois Grammys e o troféu de Vídeo do Ano no MTV Video Music Awards de 1991. E agora se tornou o sexto clipe dos anos 1990 a atingir 1 bilhão de visualizações no YouTube, depois de “November Rain” (1992) do Guns N’ Roses, “Smells Like Teen Spirit” (1991) do Nirvana, “Zumbi” (1994) dos Cranberries, “I Will Always Love You” (1992) de Whitney Houston e “Barbie Girl” (1997) de Aqua.
Os 20 melhores clipes indies do mês
A seleção de clipes abaixo reúne 20 artistas da cena independente internacional que se destacaram entre os lançamentos do mês de agosto. A lista tem clipes de estreias, veteranos como The Breeders e até uma artista brasileira. Os vídeos foram organizados numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge) – na ordem de uma videotecagem. Experimente ouvir sem saltar as faixas e, de preferência, sem as interrupções de anúncios do YouTube. | PLAYLIST | AGOSTO O QUE TEM NA PLAYLIST: | SPORTS TEAM | A banda londrina lança seu segundo álbum (“Gulp!”) na sexta (23/9). Com um som que evoca o britpop de Supergrass e o revival pós-punk de Franz Ferdinand, “The Drop” é o quarto single do disco, que aparentemente só tem “hits” (isto é, alt-hits). | THESE NEW SOUTH WHALES | Os (pós-) punks australianos fazem a música mais barulhenta da seleção – punk encontra shoegazer. E eles também estrelam um podcast cultuadíssimo, “What A Great Punk”, tem seu próprio programa de comédia, “TNSW Tonight!”, e uma série pseudocumental no Comedy Central que fez o site NME batizá-los de “o Flight of the Conchords punk”. | GIFT | O grupo nova-iorquino parece vir de Manchester em 1991. Mas além da clara influência de The Charlatans, também é possível perceber psicodelia e rock progressivo (Yes) no arranjo de “Gumball Garden”, o primeiro single de seu álbum de estreia, “Momentary Presence”, com lançamento marcado para 14 de outubro. | HATCHAM SOCIAL | Formada em 2006, a banda londrina está preparando um álbum de retrospectiva de sua carreira, que inclui uma nova versão de “Hypnotise Terrible Eyes”, lançada em 2009. O novo mix, feito por Baxter (o filho do punk clássico Ian) Dury, evidencia a influência de Echo and the Bunnymen, que era soterrada por guitarras dissonantes na gravação original. | GRAZER | Mollie Wilson e Matt Spiller formaram Grazer em Merlbourne, Austrália, em 2019, inspirados no shoegaze britânico do começo dos anos 1990. O álbum de estreia (“Melancholics Anonymous”), do qual faz parte o single “In My Winter”, saiu em agosto. | SORRY | O quinteto londrino dá uma mostra do segundo álbum (“Anywhere But Here”) com o lançamento de “Sorry”, uma ode ao amor compulsivo com frases como “I need you”, “I found you”, “I love you!” | THE BREEDERS | A banda de Kim Deal, que teve seu auge nos anos 1990 com “The Last Splash”, continua ativa e com a mesma formação, mas “Metagoth” é de 2018. Apesar do clipe ter saído em agosto, a faixa faz parte do álbum “All Nerve” e foi composta pela baixista Josephine Wiggs em homenagem a seus dias de gótica. | WINTER (FT. HATCHIE) | “Ready to Go” é uma parceria entre a brasileira Winter (Samira Winter) e a australiana Hatchie (Harriette Pilbeam), que ainda conta com o australiano Joe Agius (da banda de Hatchie e do Rinse) na guitarra e na câmera de vídeo (ele dirige o clipe nas ruas de Los Angeles). A curitibana Winter está há uma década nos EUA e vai lançar seu quarto álbum, “What Kind of Blue Are You?”, em 14 de outubro. | PALE BLUE EYES | A canção “Little Gem” apresenta o dreampop do álbum de estreia do trio inglês. “Souvenirs” foi lançado na primeira semana de setembro. | FAZERDAZE | A neozelandesa Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, foi precursora da recente tendência de grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, mas estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira as músicas de seu retorno “solo”, como “Break!”. | HOUSEWIFE | As canadenses Brighid Fry e Pascale Padilla se chamavam Moscow Apartment desde 2020. Mas com a invasão da Ucrânia viraram Housewife. E não foi só isso que mudou. Seu som evoluiu do indie folk acústico para o shoegazer suave com guitarras microfonadas. | STELLA DONNELLY | A cantora australiana se inspirou nos casais que atravessaram a pandemia ponderando se deviam romper ou se casar de vez para conceber “How Was Your Day?”, canção que usa frases de diálogos genéricos e uma base acústica que evoca bandas indies dos mid-1980s. Faz parte do álbum “Flood”, lançado no final de agosto. | 7EBRA | “If I Ask” é o primeiro single das irmãs gêmeas suecas Inez e Ella, que estão gravando seu álbum de estreia com o produtor Tore Johansson, conhecido por seus trabalhos com as bandas The Cardigans e Franz Ferdinand. Sai no começo de 2023. | WHITMER THOMAS | O comediante americano tem especial de humor na HBO e uma filmografia com participações em mais de 50 filmes e séries. E ainda é cantor. A música “Rigamarole”, que remete ao pop oitocentista de The The e Man Without Hats, faz parte de seu segundo álbum, “The Older I Get the Funnier I Was”, com lançamento marcado para 21 de outubro. | EZRA FURMAN | A balada “Poor Girl a Long Way from Heaven” é o mais recente single do álbum “All of Us Flames”, lançado em 26 de agosto, e o clipe marca a segunda participação da atriz trans Daphne Always num clipe da cantora trans – e bissexual – americana. | SILVERSUN PICKUPS | Com duas décadas de estrada, a banda de Los Angeles lançou em agosto seu sexto álbum, “Physical Thrills”, produzido por ninguém menos que Butch Vig (produtor de “Nevermind”, do Nirvana, e baterista da banda Garbage). Apesar da cantora Nikki Monninger aparecer sozinha no clipe da balada “Alone on a Hill”, a formação é a mesma desde 2002. | MATCHING OUTFITS | “It Keeps Happening” é o single de estreia do trio feminino de Berlim, que lança seu primeiro álbum (“Band Made Out of Sand”) na quarta-feira (21/9). | BIG GIRL | O folk épico de “Summer Sickness” embala o primeiro clipe da banda queer nova-iorquina, que no momento está gravando seu álbum de estreia, previsto para janeiro de 2023. | MAMALARKY | A cantora-guitarrista americana Livvy Bennett surpreende no novo single, ao combinar a estética twee com levada de jazz e bossa nova, ao estilo da melhor fase da banda sueca The Cardigans. O primeiro álbum saiu em novembro passado e “It Hurts” antecipa o segundo (“Pocket Fantasy”), que chega em 30 de setembro. | ALI MCGUIRK | O soul rústico ao estilo Stax de “X Boyfriends” marca a volta da cantora-compositora de Boston depois de cinco anos. O single faz parte do segundo álbum (“Til It’s Gone”), lançado na sexta passada (16/9)
Banda Sublime vai ganhar cinebiografia do diretor de “Jogos Vorazes”
A banda californiana Sublime, que ficou conhecida nos anos 1990 pelo hit “Santeria”, vai ganhar um filme biográfico. E a direção será de ninguém menos que Francis Lawrence, da franquia “Jogos Vorazes”. O roteiro foi escrito por Chris Mundy (“Ozark”), mas o elenco ainda não começou a ser escalado. Além de “Santeria”, o Sublime emplacou os hits “Doin’ Time” e “What I Got”, e se destacou entre as favoritas de skatistas e surfistas por misturar ska, punk, dub e hip-hop. No auge de seu sucesso, porém, o cantor, guitarrista e principal compositor do grupo, Bradley Nowell, morreu de overdose. Sua morte aconteceu sete dias depois de seu casamento e pouco antes do lançamento do terceiro e último álbum do grupo, que também foi o mais bem-sucedido de todos, com 6 milhões de cópias vendidas. Todos os hits citados neste texto são do disco de 1996. Lembre abaixo cinco hits da banda.
“Orfã 2” tem estreia mais ampla da semana nos cinemas
Lançamento mais amplo da semana, “Orfã 2 – A Origem” chega em cerca de 800 telas nesta quinta (25/9). Apesar do título, a produção não continua a história do longa original. Em vez disso, conta o que aconteceu com a psicopata mirim Esther antes do primeiro filme. A distribuição ainda favorece “Uma Pitada de Sorte”, nova comédia nacional com Fabiana Karla, e “Moonage Daydream”, um documentário musical com imagens inéditas de shows de David Bowie. Ao todo, a programação apresenta cinco estreias. Confira os trailers e mais informações abaixo. | ÓRFÃ 2 – A ORIGEM | Isabelle Fuhrman está de volta ao papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. Dirigido por William Brent Bell (“Boneco do Mal”), o filme mostra como Leena Klammer (Fuhrman), que escapou de um manicômio na Rússia, conseguiu se passar pela filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta. | MOONAGE DAYDREAM | Um dos documentários musicais de maior aprovação no Rotten Tomatoes (96%) em todos os tempos, o filme apresenta imagens inéditas da carreira de David Bowie e uma proposta imersiva, com imagens nada menos que espetaculares. Para sua realização, o diretor Brett Morgen passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal do cantor. Batizado com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), “Moonage Daydream” é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). | AMANTES | A cineasta francesa Nicole Garcia (“Um Instante de Amor”) apresenta uma história típica de film noir, em que uma mulher encontra um ex-namorado durante uma viagem de férias com o marido. O reencontro inesperado mexe com os dois, mas também cria um triângulo que, como todo noir, tende a resultar em assassinato. O elenco destaca Stacy Martin (“Ninfomaníaca”), Pierre Niney (“Yves Saint-Laurent”) e Benoît Magimel (“A Prima Sofia”). | UMA PITADA DE SORTE | Fabiana Karla (“Rensga Hits!”) vive uma animadora atrapalhada de festas infantis que sonha em virar uma grande chef. Tudo começa a mudar em sua vida quando ela é aprovada num teste para ser auxiliar de um renomado chef em um programa de televisão. A comédia tem direção de Pedro Antônio Paes, de “Tô Ryca!”, “Um Tio Quase Perfeito” e “Os Salafrários”. | CURTAS JORNADAS NOITE ADENTRO | O filme de Thiago B. Mendonça (“Vozes da Floresta”) tem estética documental, mas é um drama sobre sambistas paulistanos sonhando em ser descobertos na cena musical. Alternando dias entre um cotidiano alienante e madrugadas libertadoras, trilham seus caminhos para não deixar o samba e o sonho morrer.
Beatles vencem Emmy de Melhor Série Documental
A série “The Beatles: Get Back”, da Disney+, venceu o Emmy de Melhor Série Documental ou Não Ficção na noite deste sábado (3/9) em Los Angeles. O produtor-diretor Peter Jackson (de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”), que também levou para casa o Emmy de Melhor Direção para um Programa de Documentário/Não-ficção por “The Beatles: Get Back”, compartilhou o prêmio da série com os coprodutores Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon, Olivia Harrison, Clare Olssen e Jonathan Clyde. “Gostaria apenas de agradecer a todos que trabalharam neste filme”, disse Jackson ao receber o troféu. “Isso não poderia ter sido feito sem o apoio infalível de Paul, Ringo, Olivia, Julian [Lennon], Yoko e Sean [Lennon], que sempre estiveram juntos conosco com seu apoio e amor. Finalmente, um grande aplauso para os Beatles. Muito obrigado pelos mais de 60 anos de seu positivismo, exuberância, alegria… Sua música é tão profunda e acho que está realmente incorporada em nosso DNA.” O documentário sobre os bastidores da gravação do álbum “Let It Be” foi um trabalho de amor de Jackson, que ficou anos imerso no material filmado pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969. A filmagem original foi concebida para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado o quarteto a encerrar a parceria. Intrigado com o resto da filmagem que nunca tinha vindo a luz, Jackson pediu para vasculhar os arquivos – roubados em 1970, mas recuperados quase na totalidade pela Interpol na década de 1990 – e encontrou mais de 56 horas desconhecidas do público. Com a permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, ele restaurou as imagens e o áudio com tecnologia de ponta e produziu uma reedição completa, que também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que os Beatles tocaram juntos. O resultado joga por terra mitos consagrados pelos fãs dos Beatles. Não há Paul McCartney mandão, Yoko Ono intrigante, nada do que entrou para as lendas em torno do fim da banda. Curiosamente, quem aparece aprontando é George Harrison, que chega a abandonar as gravações e ameaça sair da banda, retornando dias depois – os Beatles esconderam este fato por anos. Mas o ponto alto de “The Beatles: Get Back” é a química da melhor banda de todos os tempos em seu processo criativo. Eles riem e se divertem na maior parte do tempo. O prêmio à série integrou a primeira parte dos Creative Arts Emmys, como são chamadas as categorias mais técnicas do Emmy. Como a premiação da Academia da Televisão soma um total de 119 categorias, o Emmy é dividido em três noites. As duas primeiras noites são dedicadas aos troféus técnicos, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows, e acontecem neste fim de semana. Já os Emmys principais serão entregues no dia 12 de setembro, numa cerimônia de gala em Los Angeles.
Rodrigo Mussi volta à Globo para cobertura do Rock in Rio
O ex-BBB Rodrigo Mussi está de volta à Globo, como parte da cobertura digital dos shows do Rock in Rio. Cinco meses após sofrer um acidente grave e ficar entre a vida e a morte, Rodrigo foi escalado para apresentar o festival musical pelo site Gshow, que faz parte do conglomerado. Ele já tinha experimentado a função no Lollapalooza Brasil, em março, pouco antes de ficar hospitalizado. Na época, ele foi como convidado especial do evento, mas apareceu durante alguns momentos com o microfone do Multishow nas mãos. Agora, ele está oficialmente contratado. Fã de Post Malone, principal atração deste sábado (3/9) no festival, ele contou à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo sua reação ao convite para esse trabalho, que foi feito quando ele ainda estava no hospital. “Foi uma surpresa gigantesca. Ainda estava acordando, não sabia direito o que estava acontecendo, se ia conseguir andar e falar direito. Eu não sabia como seria, mas isso me animou na hora. Quis sair do hospital rápido”, disse Rodrigo, que sofreu traumatismo craniano e diversas fraturas pelo corpo após uma batida de carro. “Sempre foi um sonho ir ao Rock In Rio. Quando eu era garoto assistia pela TV. Meu pai, quando estava vivo, também era muito fã e nunca pôde ir. Fiquei dias sem acreditar, parece mesmo que estou vivendo um sonho. Foi até difícil pegar no sono esses dias. Ainda mais depois da gravidade do acidente. Quem imaginaria que eu estaria aqui pouco tempo depois?”, acrescentou. Rodrigo revelou que ainda sofre com sequelas na perna esquerda e tem dificuldade na fala, mas nada que o prejudique no dia a dia. Seus planos são continuar atuando como influencer e se dedicar à reabilitação para ficar “100% e deixar o acidente para trás”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por gshow (@gshow)
“Bebê do Nirvana” perde processo contra banda por capa do disco “Nevermind”
Spencer Elden, conhecido como “bebê do Nirvana”, perdeu seu segundo processo em Los Angeles, onde acusava a banda Nirvana de pornografia infantil por mostrá-lo pelado, ainda bebê, na capa do disco “Nevermind” de 1991. Ele já tinha perdido um processo, após um juiz rejeitar sua primeira ação por falhas processuais. E agora viu seu segundo caso ser arquivado por ser uma perda de tempo. Literalmente, ele perdeu muito tempo antes de dar entrada na queixa. Em decisão na sexta-feira (2/9), o juiz distrital Fernando Olguin disse que Elden esperou décadas para alegar que a banda o explorou sexualmente e mandou o arquivar o caso por prescrição do prazo legal para fazer a reclamação. Elden, que hoje tem 31 anos, apresentou sua denúncia no segundo semestre de 2021 argumentando que nem ele e nem seus pais autorizaram o uso de sua imagem, “e menos ainda para a exploração comercial de sua pessoa com imagens de pornografia infantil”. A famosa capa do disco do Nirvana retrata Elden debaixo d’água em uma piscina como sua genitália exposta, nadando em direção a um anzol com uma nota de dólar. A imagem é geralmente entendida como uma crítica ao capitalismo e jamais gerou outro entendimento, como deixam claras as ausências de protestos conservadores contra sua venda em lojas de discos. Fotos não sexualizadas de bebês nus não são consideradas pornografia infantil de acordo com a lei dos EUA. No entanto, Robert Y. Lewis, o advogado de Elden, acreditava que poderia vencer o processo graças a uma interpretação incomum da imagem. Ele argumentou que a foto ultrapassava os limites porque a inclusão de dinheiro num anzol faz com que o bebê pareça “um trabalhador do sexo”. Os alvos do processo incluíam os membros sobreviventes do Nirvana, Dave Grohl e Krist Novoselic, o primeiro baterista da banda Chad Channing (que saiu do Nirvana um ano antes de “Nevermind”), a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, Guy Oseary e Heather Parry, que são gerentes do espólio de Cobain, o fotógrafo Kirk Weddle, responsável pelo clique, o diretor de arte Robert Fisher e várias gravadoras existentes ou extintas que lançaram ou distribuíram o álbum nas últimas três décadas. Em sua defesa, os músicos alegaram falta de mérito. Os advogados demonstraram que, se a teoria de Elden fosse legítima, qualquer um que possuísse uma cópia do disco seria culpado por posse de pornografia infantil, por exemplo. Além disso, destacaram que, até recentemente, o jovem usufruía com prazer da notoriedade adquirida como o “bebê do Nirvana”. “Ele reencenou a fotografia muitas vezes; tatuou o título do álbum no peito; apareceu em um talk show vestindo um macacão cor nude e fez uma paródia de si mesmo; autografou cópias da capa do álbum para vender no eBay; e usou a fama para tentar se aproximar de mulheres”, diz o texto da resposta jurídica ao processo original.












