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    Boato espalha que Harry Styles será Mick Jagger em filme sobre os Rolling Stones

    17 de junho de 2016 /

    O tabloides britânicos são mundialmente conhecidos por publicarem fofocas como se fossem notícias. Ainda assim, a “notícia” do Daily Star de que o cantor Harry Styles, ídolo da boy band One Direction, estaria pronto para interpretar Mick Jagger num filme sobre os Rolling Stones, foi repercutida por muitos jornais “sérios”. Citando uma fonte anônima, o tabloide transformou um rumor numa avalanche na internet. Segundo a reportagem, “alguém de Hollywood” notou que Styles era parecida com Jagger nos cenários de sua estreia como ator. O cantor atualmente está filmando “Dunkirk”, próximo lançamento de Christopher Nolan. O filme dos Stones, de todo modo, existe. Trata-se de “Exile on Main Street: A Season in Hell with the Rolling Stones”, sobre os bastidores do décimo álbum da banda britânica, com roteiro adaptado do livro homônimo escrito por Robert Greenfield. Segundo o site Deadline, a produção encontra-se realmente em fase de busca dos atores para interpretar Mick Jagger e Keith Richards. Mas as filmagens estão previstas para começar apenas no fim do ano, com direção de Andrew Goddard, mais conhecido por dirigir séries como “Doctor Who”, “Dontown Abbey”, “Dracula” e “Demolidor”. Considerado o disco mais importante dos Stones, “Exile on Main Street” foi gravado entre 1969 e 1972, mas principalmente em 1971, após a banda se refugiar numa mansão no litoral sul da França, na Riviera, fugindo da receita federal britânica, para quem os músicos deviam impostos altíssimos. Transformando o porão da casa em estúdio, eles criaram clássicos do rock, ao mesmo tempo em que consumiram uma quantidade excessiva de drogas e festejaram sem parar, arrastando as gravações por meses. O disco só foi finalizado após Bill Wyman ameaçar não voltar mais para a casa, fazendo com que as visitas constantes fossem proibidas e Keith Richards desse um tempo na heroína. Mesmo assim, a banda precisou viajar para os EUA para completar as gravações num estúdio de Los Angeles. Um documentário bem apurado sobre o álbum foi lançado em 2010, “Stones in Exile”, com direção de Stephen Kijak (“Scott Walker: 30 Century Man”).

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    Exile on Main Street: Bastidores de disco clássico dos Rolling Stones vão virar filme

    15 de junho de 2016 /

    Os conturbados bastidores das gravações do clássico álbum “Exile on Main Street” dos Rolling Stones vão virar filme. Intitulada “Exile on Main Street: A Season in Hell with the Rolling Stones”, a produção será baseada no livro homônimo escrito por Robert Greenfield. Segundo o site Deadline, o filme encontra-se em fase de busca dos atores para interpretar Mick Jagger e Keith Richards. As filmagens estão previstas para começar no fim do ano, com roteiro da dupla estreante Brandon e Philip Murphy, e direção de Andrew Goddard, mais conhecido por dirigir séries como “Doctor Who”, “Dontown Abbey”, “Dracula” e “Demolidor”. Considerado o disco mais importante dos Stones, ele foi gravado entre 1969 e 1972, mas principalmente em 1971, após a banda se refugiar numa mansão no litoral sul da França, na Riviera, fugindo da receita federal britânica, para quem os músicos deviam impostos altíssimos. Transformando o porão da casa em estúdio, eles criaram clássicos do rock, ao mesmo tempo em que consumiram uma quantidade excessiva de drogas e festejaram sem parar, arrastando as gravações por meses. O disco só foi finalizado após Bill Wyman ameaçar não voltar mais para a casa, fazendo com que as visitas constantes fossem proibidas e Keith Richards desse um tempo na heroína. Mesmo assim, a banda precisou viajar para os EUA para completar as gravações num estúdio de Los Angeles. Um documentário bem apurado sobre o disco foi lançado em 2010, “Stones in Exile”, com direção de Stephen Kijak (“Scott Walker: 30 Century Man”).

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    Elvis & Nixon: Veja o trailer legendado da comédia sobre o dia em que o Rei do Rock encontrou o Presidente dos EUA

    11 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de “Elvis & Nixon”, comédia sobre o encontro entre o cantor Elvis Presley e o presidente dos EUA Richard Nixon em 1970. A prévia mostra um pouco dos bastidores do encontro que realmente aconteceu, conforme atesta uma foto famosa, mas que, aparentemente, foi muito mais bizarro que o noticiado. Explorando o humor negro, o vídeo apresenta um Elvis nonsense e um Nixon constrangido, que não sabe o que fazer, além de aproveitar o marketing inesperado. Vale destacar ainda o visual de Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o Rei do Rock, além de Kevin Spacey (série “House of Cards”) no papel de um presidente maléfico da vida real. Presley e Nixon se encontraram na Casa Branca em dezembro de 1970 a pedido do cantor. Na ocasião, Elvis deu um revólver Colt 45 de presente para o político, querendo ainda contribuir com o combate às drogas entre a juventude. Ironicamente, Elvis morreria sete anos depois de overdose de medicamentos, com apenas 42 anos de idade. O elenco ainda inclui Colin Hanks (série “Fargo”), Evan Peters (série “American Horror Story”), Geraldine Singer (“O Herdeiro do Diabo”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Tracy Letts (série “Homeland”) e a cantora Sky Ferreira (“Canibais”). Escrito pelo ator Cary Elwes (“A Princesa Prometida” e “Jogos Mortais”) e dirigido por Liza Johnson (“Amores Inversos”), “Elvis & Nixon” teve uma estreia limitada em abril nos EUA, quando recebeu críticas elogiosas, e chega aos cinemas brasileiros na quinta, dia 16 de junho.

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    Len and Company: Rhys Ifans é roqueiro decadente em trailer de comédia

    31 de maio de 2016 /

    A IFC Films divulgou o primeiro trailer da comédia dramática “Len and Company”, em que Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) vive um roqueiro decadente. Sem vontade de ser criativo, ele mora afastado de todos, no meio do campo, passando a vida a contemplar o nada, até que seu filho resolve visitá-lo com a fita demo de sua nova banda. O elenco inclui Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho do ator Val Kilmer, e Juno Temple (série “Vinyl”). Escrito e dirigido pelo estreante Tim Godsall, o filme estreia em 10 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Roadies: Série roqueira do diretor de Quase Famosos ganha trailer e vídeo de bastidores

    28 de maio de 2016 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer completo e um vídeo de bastidores de “Roadies”, série criada pelo cineasta Cameron Crowe, que volta ao universo dos bastidores do rock visto em seu melhor filme, “Quase Famosos” (2000). Após vários vídeos sobre a atmosfera da produção, as novas prévias finalmente abordam a trama, ao colocar em cena o conflito gerado pela chegada do representante de uma grande gravadora, que tem a missão de colocar ordem na turnê caótica de uma banda de rock. Como é de se esperar, a equipe responsável pelos shows não fica nada satisfeita com a intervenção. Escrita e dirigida por Cameron, a série foca o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, numa prévia anterior, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. O elenco é cinematográfico e inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”). “Roadies” é a primeira série de Crowe, mas a temática é a mesma que o acompanha desde que começou sua carreira como repórter da revista de música Rolling Stone, fato que inspirou “Quase Famosos” (2000). Mais recentemente, ele dirigiu o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011), que narrou os 20 anos de trajetória da banda Pearl Jam. A produção de “Roadies” é do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e a estreia está marcada para 26 de junho nos EUA.

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    Novo clipe do Coldplay é uma apoteose surreal

    19 de maio de 2016 /

    A banda Colplay lançou seu novo clipe, “Up&Up”, povoado de gigantes e miniaturas vivas. O vídeo é uma apoteose surreal, onde é possível mergulhar num prato de massa, fazer pipoca num vulcão e dirigir sobre os anéis de saturno. Composto inteiramente de justaposições de imagens, a obra mistura cenas de filmes, imagens históricas e gravações inéditas de forma única, bela e atordoante, que subvertem dimensões para criar cenas de poesia sci-fi. É o melhor clipe de toda a carreira da banda inglesa. O surpreendente clipe da Terra de Gigantes é o quarto vídeo extraído do disco “A Head Full of Dreams” e reforça a proposta da banda de trabalhar com diferentes e inovadores artistas visuais em cada canção. Desta vez, a obra foi criada por dois israelenses de 30 anos, Vania Heymann e Gal Muggia. Ambos trabalham em publicidade e já dirigiram clipes. Heymann, por sinal, assinou um bem famoso, a nova versão de “Like A Rolling Stone”, de Bob Dylan, em 2013. Já Muggia vinha trabalhando com artistas do pop israelense, como Ester Rada e Adi Ulmansky.

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    Cauby Peixoto (1931 – 2016)

    16 de maio de 2016 /

    Uma das vozes mais famosas do Brasil se calou na noite de domingo (15/5). O cantor Cauby Peixoto faleceu aos 85 anos de idade. Ele estava internado no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo, desde o último dia 9, com um quadro de pneumonia. A notícia de sua morte foi confirmada na página oficial do artista no Facebook, que publicou: “Foi em paz e nos deixa com eterna saudades.” Com quase 70 anos de carreira, Cauby passou por diversas fases, tornando-se icônico já na era do rádio, quando arrastava multidões de fãs apaixonadas. Foi nessa época que se tornou também ator, virando estrela do ciclo cinematográfica da chanchada. Ela apareceu em diversos musicais dos anos 1950, como “Carnaval em Marte” (1955), “De Pernas Pro Ar” (1956), “Com Água na Boca” (1956), “Chico Fumaça” (1956), “Com Jeito Vai” (1957) e “Metido a Bacana” (1957), ao lado de ícones do humor brasileiro – Grande Otelo, Ankito, Renata Fronzi, Zezé Macedo, Ilka Soares, o palhaço Carequinha, Mazzaropi, o jovem Jô Soares etc. Foi em “Água na Boca” que Cauby imortalizou seu maior sucesso, “Conceição”. Além disso, os filmes o aproximaram da cantora Ângela Maria, uma de suas amizades mais duradouras. E, curiosamente, registraram seu curto mas significativo flerte com o rock. Cauby foi o primeiro cantor brasileiro a gravar um rock em português, a música “Rock and Roll”, em 1957 – composta por Miguel Gustavo, também autor da marchinha “Pra Frente, Brasil”, hino da ditadura. E apareceu cantando “That’s Rock” (composta por Carlos Imperial) na comédia “Minha Sogra É da Policia” (1958). No filme, ele era acompanhado pelo grupo The Snakes, que tinha, entre seus integrantes, Erasmo Carlos. Mais significativa ainda foi sua estreia em Hollywood, como integrante do musical americano “Jamboree” (1957), que incluía performances das lendas do blues Fats Domino e Joe Williams e do roqueiro Jerry Lee Lewis. No filme, ele assumia o nome de Ron Coby e cantava “Toreador”, canção de temática mexicana. Cauby chegou a lançar discos com este nome nos EUA. Ao comentar seu talento, a revista Time o chamou de “Elvis Presley brasileiro”. Mas seu ídolo, na verdade, era outro, o cantor romântico Nat King Cole, com quem compartilhava o tom grave e aveludado. Em 1958, ele teve a chance de cantar com o mestre e nunca se esqueceu da experiência, dedicando um disco a Cole em 2015. Uma de suas maiores transformações aconteceu nos anos 1970, quando mudou radicalmente o visual em conseqüência do encontro com Ney Matogrosso, tornando-se um personagem extravagante. Foi quando começou a relaxar sobre sua preferência sexual, até então resguardada sob uma aparência de elegância séria e estudada. O período também incluiu uma participação em “O Donzelo” (1974), comédia escrita e estrelada por Flávio Migliaccio, que ainda destacava no elenco a saudosa Leila Diniz e Grande Otelo. Sua última aparição no cinema foi em outra comédia, “Ed Mort” (1997), vivendo um dos muitos personagens chamados Silva que o detetive do título, vivido por Paulo Betti, esbarra ao procurar um Silva desaparecido. No ano passado, o cantor foi tema de documentário, “Cauby – Começaria Tudo Outra Vez” (2015), de Nelson Hoineff, que já o havia incluído em outra obra, “Alô, Alô Teresinha” (2009), documentário sobre o Chacrinha. Ainda em plena atividade, Cauby estava em turnê pelo Brasil com o show “120 Anos de Música”, ao lado de Ângela Maria. Sua última apresentação foi no dia 3 de maio, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

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    Playlist (Vapour Trail): 10 clipes do “guitar pop” dos anos 1980

    9 de maio de 2016 /

    Três anos após apontar o caminho para a cena indie com seus primeiros singles de microfonia exasperante, The Jesus and Mary Chain lançou novo par de canções que renderam outra mudança na paisagem musical britânica. Domando o feedback, a ponto de torná-lo melódico, e acrescentando batidas eletrônicas, que podiam ser dançadas, Jesus inventou uma nova religião. Se “Psychocandy” (1985) era radical demais para o mainstream, “Darklands” (1987) apontou o caminho para o surgimento de uma espécie de “guitar pop”, um pop de guitarras saturadas e vocal meloso, que tomou as paradas e ainda lançou modinhas, como o “Blonde movement”, um cruzamento de Jesus and Mary Chain com Go-Go’s que multiplicou as bandas de cantoras loiras na música britânica do final dos anos 1980. Para fechar a década, Jesus lançou “Automatic” (1989), cujo sucesso finalmente fez a banda estourar nos EUA. A esta altura, as batidas tornaram-se ainda mais dançantes, influenciadas pela acid house e pela cena que florescia entre o contato dos roqueiros com as primeiras raves. Logo, o grupo de seu primeiro baterista, Primal Scream, ganharia remixes de um DJ, dando início a um novo capítulo.

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    Roadies: Série roqueira do diretor de Quase Famosos ganha pôster e comercial

    8 de maio de 2016 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e um novo comercial de “Roadies”, série criada pelo cineasta Cameron Crowe, que volta ao universo dos bastidores do rock visto em seu melhor filme, “Quase Famosos” (2000). Escrita e dirigida por Cameron, a série será centrada nos roadies, assistentes de palco que são responsáveis pelo transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, na prévia, como uma combinação de filme de Fellini com episódio da série dos Monkees. O elenco é cinematográfico e inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”). “Roadies” é a primeira série de Crowe, mas a temática é a mesma que o acompanha desde que começou sua carreira como repórter da revista de música Rolling Stone, fato que inspirou “Quase Famosos” (2000). Mais recentemente, ele dirigiu o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011), que narrou os 20 anos de trajetória da banda Pearl Jam. Kelly Curtis, empresário do Pearl Jam, também faz parte da equipe de produção da série, assim como o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com uma temporada inicial de 10 episódios, a estreia de “Roadies” está marcada para 26 de junho nos EUA.

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    Gravadora Creation, que lançou Jesus and Mary Chain, Primal Scream e Oasis, vai virar filme do autor de Trainspotting

    7 de maio de 2016 /

    O escritor Irvine Welsh, autor do livro que virou o cultuado filme “Trainspotting” (1996), está escrevendo um roteiro de cinema sobre a lendária Creation Records, principal gravadora indie dos anos 1980, que lançou as bandas The Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Primal Scream, House of Love, Teenage Fanclub, Ride e Oasis, entre muitas outras. O filme vai se chamar “Creation Stories” e será baseado na autobiografia de seu fundador, o escocês Alan McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. McGee também foi cantor da banda Biff Bang Pow! e montou um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). A reverência às suas realizações era tanta que, após The Jesus and Mary Chain assinar com a Warner em 1985, ele continuou trabalhando com a banda na função de empresário. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. Welsh, que também é escocês e amigo próximo de McGee, testemunhou boa parte dessa história. Ele vai dividir o roteiro com Dean Cavanagh, com quem já trabalhou na comédia britânica “Good Arrows” (2009). A distribuição está a cargo da Kaleidoscope Films e ainda não há previsão de estreia.

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    Lenda urbana sobre a banda The Smiths vai virar filme

    6 de maio de 2016 /

    A banda inglesa The Smiths lançou o hit “Panic” em 1986, conclamando seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois, a letra inspirou um fã incondicional a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, a história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 vai virar um filme dramático, segundo o jornal inglês The Guardian. A produção terá o título de outra música dos Smiths, “Shoplifters of the World”, e será estrelada e produzida por Joe Manganiello (“Magic Mike”). Direção e roteiro estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. “Kijak e Morrisey já se conheciam há algum tempo e o vocalista concordou em oferecer o catálogo de músicas para o filme. Não saiu barato, mas temos a bênção de Morrissey para avançar com o projeto sobre Smiths. Eu sou um grande fã da banda. Estou animado e apaixonado pelo projeto”, declarou Manganiello. O cantor dos Smiths foi, por sinal, quem mais atuou para divulgar essa lenda, contando a história em entrevistas e em sua biografia. Mas a verdade é que, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia, armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, no estacionamento da rádio. Ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Para a polícia de Denver em 1987, só mesmo um louco adoraria aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O filme ainda não tem data de lançamento prevista. Além dele, há outro longa sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011).

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    Playlist (Superfly): 35 clipes do funk sintetizado dos anos 1980

    22 de abril de 2016 /

    O funk de sintetizadores new wave e batida sincopada marcou a sonoridade dos anos 1980 graças a Prince. Infelizmente, a preservação dessa história foi comprometida pelo próprio artista, que proibiu seus clipes no YouTube, vetou homenagens, como a série “Glee”, e barrou o compartilhamento dos registros de seus shows feitos por fãs. Após sua morte na quinta (21/4), dois clipes apareceram de forma não autorizada no portal de vídeos do Google. Eles abrem e fecham a lista abaixo, que junta 35 vídeos de artistas do R&B e da new wave para evocar o complô de influências que prosperou durante o reinado do funk sintético de Prince.

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    Músicas de Bob Dylan vão inspirar série dramática

    17 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Amazon prepara uma série inspirada nos personagens das canções de Bob Dylan, informou o site da revista Variety. A série, que ainda está em fase inicial de desenvolvimento, deve levar o título de “Time Out of Mind”, o nome de um disco de Dylan, lançado em 1997. O projeto está sendo desenvolvido pelo cineasta australiano Josh Wakely, que obteve os direitos das canções de Dylan para poder usá-las na televisão, e terá produção da divisão televisiva do estúdio Lionsgate. Embora ainda não existam muitos detalhes concretos da possível série, a Variety afirmou que o plano é que dois personagens ou histórias surgidos do catálogos de composições de Dylan cruzem seus caminhos de alguma maneira. Josh Wakely, por sinal, já trabalha em outra série que tem o rock como premissa para sua produção. Ele também desenvolveu “Beat Bugs”, uma produção infantil baseada nas canções dos Beatles, que estreará em agosto na plataforma de conteúdos digitais Netflix. Já a Amazon tem outros projetos musicais no horizonte, como a criação de uma série inspirada na trajetória do grupo de rock psicodélico Grateful Dead.

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